Área do associado

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Clipagem do dia 18 de julho

18.7.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 18 DE JULHO

 

COLUNISTA CACAU MENEZES – Diário Catarinense

Conhecendo o Brasil

Prince é um jovem filho de mãe jamaicana e produtora musical, nasceu em Toronto, no Canadá, mas mora em Los Angeles, EUA, onde é cantor e rapper. Conheceu em dezembro uma moça de Floripa e engataram um namoro. Semana passada chegou na Ilha e ao Brasil pela primeira vez, onde vai ficar três meses. Anteontem foi andar de skate, já que é campeão na Califórnia, na pista da via de contorno norte, em frente ao shopping Iguatemi. E lá pôde conhecer o que é um país sem respeito. Chega uma viatura da PM, os polícias pegam suas armas, encostam todos os jovens skatistas no muro e começam a revista. Não satisfeitos, os policias mandam que abram todas as mochilas. Procuravam não bandidos e nem armas, mas maconha.
Prince, em uma semana, pôde, enfim, conhecer a verdadeira cara de um país de terceiro mundo, onde as pessoas são humilhadas e submetidas a constrangimentos públicos sem que haja qualquer razão para isso.

 

ASSUNTO: Candidaturas de praças

VEÍCULO: Portal da Aprasc

Ao final da Assembléia, a Aprasc concedeu espaço para que os candidatos praças presentes fizessem uma exposição de suas propostas durante cinco minutos. Fizeram a apresentação cinco praças: sargento Armindo Maria, candidato a vice-governador; sargento Amauri Soares, que disputa uma vaga no Senado; cabo Flávio Damiani, concorrendo a deputado federal; e soldado Elisandro Lotin, que disputa uma cadeira na Assembleia Legislativa, todos pelo PSOL; O cabo Hodzney Nogueira também disputa uma cadeira na Câmara Federal, pelo PMN.

 

ASSUNTO: Acidente no Oeste

VEÍCULO: Clic RBS

Bombeiro encontra enteada morta durante atendimento na BR-280

O Corpo de Bombeiros de São José do Cedro, no Extremo Oeste catarinense, foi acionado às 12h desta quinta-feira para atender a uma colisão envolvendo um caminhão e um micro-ônibus na BR-280 entre Marmeleiro e Flor da Serra do Sul, noParaná. Ao chegar no local da ocorrência, um dos homens da corporação se deparou com a enteada de 14 anos já sem vida, entrou em estado de choque e foi amparado pelos colegas. A família é residente em Dionísio Cerqueira, em Santa Catarina.

Outras doze pessoas ficaram feridas na colisão. Os motoristas e outros seispassageiros tiveram escoriações leves e quatro jovens entre 14 e 17 anos que estavam no ônibus ficaram gravemente feridos. 
O micro-ônibus, com placas de Barracão (PR), transportava jovens que estudam em faculdades e cursinhos preparatórios em Francisco Beltrão (PR), e os levava para Palma Sola (SC), Flor da Serra do Sul e Barracão (PR). O caminhão tem placas de São José do Cedro (SC). 
A gravidade da ocorrência exigiu atendimento de cinco viaturas do Corpo de Bombeiros de Palma Sola, com auxílio dos bombeiros de São José do Cedro, e Dionísio Cerqueira, duas ambulâncias do SAMU, uma ambulância de Flor da Serra do Sul e uma ambulância de Dionísio Cerqueira.

 

ASSUNTO: POLICIAMENTO NAS RUAS

VEÍCULO: Diário Catarinense

Escalas são alteradas como reforço

Determinação do comando-geral da Polícia Militar tira policiais da área administrativa para trabalho nas ruas do Estado

Mudanças nas escalas dos policiais militares em Santa Catarina possibilitaram ao comando-geral da corporação colocar em prática o incremento de efetivo pelo Estado.
As medidas, adotadas em maio deste ano, assim que o coronel Valdemir Cabral assumiu a função de comandante-geral da Polícia Militar (PM), proporcionaram um aumento de pelo menos 30% no número de servidores no policiamento ostensivo. A principal mudança foi a retirada dos policiais que trabalhavam no administrativo para atuar nas ruas. Segundo Cabral, em pelo menos 10 horas por mês, quem atua nas áreas internas deve executar serviços fora das unidades.
No prédio do comando-geral, por exemplo, a cada cinco dias úteis, em um o policial da área administrativa deve trabalhar no patrulhamento. Outra medida posta em prática em Florianópolis é o fechamento dos batalhões ao público em determinados dias para que os policiais atuem nas ruas. Segundo o comandante-geral, as mudanças de escala vão continuar até que o efetivo seja suficiente sem a necessidade dos administrativos.
– A sensação de segurança só é conquistada com o policial na rua – destacou Cabral.
No 4o Batalhão da PM, na Capital, o comandante Araújo Gomes postou em uma rede social que desde quarta-feira a unidade está implantando, até segunda ordem, a operação Fecha-quartel.
– Todos os policiais do batalhão fecharão suas seções por tempo indeterminado e serão deslocados para o policiamento ostensivo – escreveu.
No entanto, isso não ocorre todos os dias. Por isso, a forma como cada batalhão se organiza pode variar.

Associação de praças apoia mudança

A retirada dos policiais do setor administrativo para atuar nas ruas poderia ser significado de reação por parte dos servidores que trabalham em atividades internas. No entanto, a Associação de Praças de Santa Catarina (Aprasc) afirma que a entidade apoia a movimentação na logística de atuação policial. No entanto, o presidente em exercício da entidade, sargento Pedro Paulo Boff Sobrinho, alerta para que não seja comprometida a atividade administrativa.
– Toda ação feita pelo comandante visando a premissa de prestar segurança e que tem previsão legal será apoiada – afirmou Sobrinho.
Somado ao efetivo de reforço designado pelo comando, estão no policiamento ostensivo policiais recém-formados, que passaram a atuar em 2 de julho em todo o Estado.
De acordo com o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Valdemir Cabral, o retorno da população tem sido frequente. Por e-mail ou em manifestações por redes sociais, pessoas de todas as regiões teriam enviado mensagens de apoio.

 

ASSUNTO: TRÁFICO DE DROGAS

VEÍCULO: Diário Catarinense

FUNDO FALSO: Uma tonelada de maconha é apreendida

A Polícia Federal (PF) apreendeu uma tonelada de maconha em um galpão no interior de Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis, ontem. A carga estava no fundo falso de uma carreta com placas de Campo Grande (MS).
Quatro pessoas foram presas em flagrante, entre elas, dois moradores de Florianópolis que são os donos da droga e o motorista de um caminhão pequeno de mudanças. A PF diz que ele foi contratado para fazer o transporte da maconha entre Santo Amaro e o bairro Trindade, em Florianópolis, onde os policiais federais suspeitam que a tonelada seria recebida e comercializada.
Esta é a maior apreensão de maconha do ano feita pela PF na Grande Florianópolis. O flagrante aconteceu por volta de 18h, em operação conjunta com policiais militares do Choque.
Há alguns dias, os policiais da Divisão de Repressão a Entorpecentes (DRE) receberam denúncia de que um morador de Florianópolis receberia uma grande carga de maconha. O homem passou a ser investigado e, durante o acompanhamento, a polícia descobriu que ele contratou um caminhão-baú de mudanças da Trindade.
Ontem a PF seguiu os dois, que se deslocaram até um galpão em uma área rural de Santo Amaro, no Bairro Sul do Rio. Os policiais ficaram do lado de fora à espera da possível chegada da carreta com a droga, o que logo se confirmou. Os federais entraram no galpão e flagraram os envolvidos.
Destino provável seria o entorno de universidade
Além dos dois moradores de Florianópolis foram presas outras duas pessoas: o motorista da carreta e um homem que ajudava no descarregamento da droga. Um quinto envolvido foi detido, mas a PF não sabia ontem à noite se ele também ficaria preso.
– Acreditamos que grande parte da droga seria vendida na Trindade, principalmente na região em torno da universidade – declarou o delegado da DRE, Gustavo Trevisan, em entrevista ontem à tarde.
A droga e os presos foram levados à Superintendência da PF, na Avenida Beira-Mar Norte. Nenhum dos envolvidos teve o nome divulgado. Eles também não foram apresentados aos jornalistas. O dono de parte da carga que ficaria na Trindade, segundo o delegado, tem 33 anos e não tem profissão definida.

 

ASSUNTO: TÚNEL ANTONIETA DE BARROS

VEÍCULO: Notícias do Dia

Lado desconhecido do túnel

Sexo explícito, assaltos, consumo alucinado de drogas, imprudência no trânsito e vandalismo são cenas comuns na rotina de quem passa 12 horas seguidas de olho nos monitores. Mas são os acidentes com mortes as imagens mais chocantes na memória de Miriam Teodoro, 43, operadora do sistema de vigilância interna dos túneis Antonieta de Barros, que integram a principal ligação entre o Centro e a região Sul de Florianópolis.

Há nove anos na função, Miriam e oito colegas se revezam em duplas na mesa da central de controle, ao lado dos desemboques B, no Saco dos Limões. Cumprem escalas de 12 por 36 horas, e ela se sente a “pé frio” da equipe. A maioria dos acidentes graves e com vítimas fatais ocorreram quando estava de plantão. “É difícil ver uma pessoa morrer, e não poder fazer nada para evitar”, lamenta.

Na maioria dos casos, como no dia 5 de maio deste ano, as vítimas são motociclistas. Os acidentes, segundo o engenheiro Nelson Picanço, 65, do Deinfra (Departamento Estadual de Infraestrutura) estão relacionados à alta velocidade e a outras situações de imprudência. “O pavimento é bom, assim como o traçado e os sistemas viários de acesso e saída. Restam as falhas humanas”, diz.

Protegidos pelas portas antifogo, os nichos para passagens emergenciais entre os dois túneis servem também de abrigo a despreocupados casais de namorados, mesmo durante o dia. Mas é à noite que aumenta a concentração de moradores de rua e as faíscas denunciam a localização dos usuários de crack, que muitas vezes se arriscam em travessias de um lado ao outro, em meio ao trânsito intenso.

A Polícia Militar é acionada somente em situações muito graves, como assaltos ou acidentes com vítimas, ou vandalismo que coloque em risco a segurança da operação do túnel. A presença de usuários de drogas, andarilhos, ciclistas, são tão frequentes que passaram a ser banalizadas pelos guardiões do sistema de monitoramento.

“Nossa missão é proteger o usuário, mas nem sempre é possível. Outras situações são resolvidas em poucos minutos, antes que uma viatura policial possa chegar ao local”, argumenta. Entre os vandalismos flagrados pelas câmeras, Miriam lamenta a destruição com fogo das cabines telefônicas que funcionavam junto aos nichos e o furto dos extintores de incêndios.

Pedestres e ciclistas ignoram proibição Proibida por placas colocadas em cada um dos desemboques, a circulação de pedestres e ciclistas na pista ou nas passarelas laterais deixou de ser controlada pela equipe de monitoramento. “O maior risco é de atropelamentos, mas não dá tempo de chamar a polícia”, explica Miriam Teodoro, plantonista na tarde de terça-feira (16) ao lado do novato Marco Jair da Silva, em treinamento para as funções de operador e eletricista.

A constante circulação de ar natural e o potente sistema automático de aeração fixado no teto, segundo o engenheiro Nelson Picanço, eliminam qualquer risco de asfixia por excesso de monóxido de carbono no interior dos túneis. “A posição geográfica possibilita a canalização dos ventos, seja de sul ou de nordeste, os mais comuns na Ilha. Isso reduz a necessidade de funcionamento da ventilação artificial”, explica.

Mesmo assim, o engenheiro não recomenda o uso do túnel para caminhadas ou passeios de bicicleta, e alerta, principalmente, para as situações de congestionamentos. Nestes casos, a recomendação é que os motoristas desliguem os motores enquanto permanecem na fila, para evitar a concentração de gás carbônico. “A exposição em ambiente contaminado por determinado período pode ser fatal”, alerta.

Solução para trânsito urbano vira abrigo de moradores de rua Lixo acumulado no entorno e as inconfundíveis barracas de lonas de plástico amarradas a estruturas da base, a poucos metros do gigantesco mastro onde tremula a bandeira de Santa Catarina, são sinais deixados pelos usuários de drogas e moradores de rua que perambulam dia e noite.

Acampados precariamente no desemboque central ou na esgueira entre pilares de concreto e o mato alto do entorno, estão sempre próximos a pontos de venda de crack, no Morro do Mocotó, mas distantes da visão de quem passa com pressa. Lá dentro, o vaivém frenético chega ao fim do dia com fluxo de até 50 mil veículos, principalmente motocicletas e automóveis. Mas é o barulho ensurdecedor de caminhões e ônibus que torna desconfortável a caminhada pelos 750 metros do túnel, do Centro ao Saco dos Limões, atalho que reduziu em dois quilômetros o trajeto entre os bairros, antes feito pelas ruas José Maria da Luz e Jerônimo José Dias, da Prainha ao José Mendes.

Obra iniciada em 1994 e inaugurada 12 anos depois, em agosto de 2002, o sistema de túneis é estratégico para desafogar o trânsito na região, mas não está imune a congestionamentos. “No verão, quando a ponte Colombo Salles entope a saída da Ilha, ou é grande a fila de carros vindo do Sul da Ilha, as filas chegam até aqui, e a Polícia Militar Rodoviária fecha as entradas”, explica Picanço.

A preços da época, o investimento foi de R$ 18 milhões. Na obra desde o início da perfuração, o engenheiro hoje fiscaliza a operação terceirizada, feita pela empresa Iguatemi por meio de licitação pública. Manutenção e limpeza de pistas, passarelas laterais e dos guarda corpos são feitos a cada 60 dias, com vistorias mais periódicas no sistema elétrico e no funcionamento de câmeras, na ventilação, na drenagem pluvial e nas paredes de concreto.

Pequenas fissuras, segundo Picanço, eram previstas no projeto original e são normais. Mesmo assim, diariamente são monitoradas e, caso necessário, recebem reforço com aplicação de injeções de concreto. Sob o antigo Morro do Bode, hoje Alto da Boa Vista, o túnel foi perfurado em 90% de rocha maciça, com complemento de chapas de aço e tirantes de concreto para completar os 10% restantes, nas extremidades, na transição para material argiloso.

ASSUNTO: Comandante no Oeste

VEÍCULO: Portal do CBMSC

COMANDANTE-GERAL VISITA 12º E 6º BATALHÕES DE BOMBEIRO MILITAR

     
 

O Coronel BM Marcos de Oliveira, Comandante-Geral do CBMSC, deu continuidade à série de visitas aos Batalhões de Bombeiro Militar do Estado nessa quarta-feira (16/07), quando reuniu-se com o efetivo do 12º e 6º BBM nas cidades de São Miguel do Oeste e Chapecó, respectivamente.

Recepcionado em São Miguel do Oeste, sede do 12ºBBM, pelo Comandante Interino da Unidade, Major BM Marcelo Fiório, Coronel BM Oliveira iniciou a programação com uma reunião com os Oficiais e Comandantes de Organizações Bombeiro Militar da área de abrangência do Batalhão para tratar de assuntos pertinentes à gestão da Corporação.

A reunião foi sucedida pelo encontro com a tropa, quando o Comandante-Geral compartilhou com o efetivo local temas diversos sobre o trabalho administrativo da estrutura do CBMSC, como o projeto de expansão equilibrada, a efetivação da nova lei de segurança contra incêndio e pânico, a aplicação da nova política salarial, bem como a proposta de lei que regula a jornada de trabalho e escalas dos Militares Estaduais, entre outros assuntos.

O cronograma semelhante foi executado em Chapecó, cidade sede do 6º Batalhão. Recepcionado pelo comandante da Unidade, Tenente-Coronel BM Júlio César da Silva, Coronel BM Oliveira reuniu-se com o efetivo na sede do Esporte Clube Corpo de Bombeiros (ECCB) e tratou sobre assuntos relacionados com sua gestão no CBMSC, que completa dois anos. Novamente, foram tratados assuntos diversos com destaque para os investimentos na Corporação, escala de serviço e a nova política salarial.

“É minha 3ª visita ao 6º BBM após quase dois anos de Comando. Quero agradecer a todos pelo belo trabalho realizado, dizer que o que importa é o esforço sinérgico de cada um, onde todos são importantes, do Aluno Sd ao Cel mais antigo. Temos um efetivo de 2.960 bravos bombeiros militares que trabalham muito e é com isso que conseguimos atingir nossos objetivos”, manifestou-se o Comandante-Geral durante sua passagem em Chapecó.

Esta é a terceira série de visitas do Comandante-Geral aos Batalhões de Bombeiro Militar espalhados pelo Estado com o intuito de aproximar o Comando-Geral dos Elementos Subordinados e estreitar a comunicação com a tropa.