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Clipagem do dia 17 de dezembro

17.12.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 17 DE DEZEMBRO

 

COLUNISTA HÉLIO COSTA – Notícias do Dia

Valorização profissional

O novo delegado-geral, Artur Nitz, que assumirá a administração da Polícia Civil em janeiro de 2015, vem cheio de ideias novas. Conheço bem Nitz. Conversei com ele na Academia da Polícia Civil e senti firmeza nas propostas que ele vai processar na instituição, passando pelo aumento de efetivo e valorização profissional. Uma das ações para resgatar a autoestima é a questão das promoções para quem sempre atuou no operacional. Não é justo que um policial mais novo, de gabinete, que aproveitou a vida burocrática para fazer cursos complementares, ganhar mais do que um veterano, que trabalha no policiamento de rua.

Ele também disse que valorizará o policial para evitar que o agente se transforme num “concurseiro” que, ao invés de se dedicar à atividade policial, estuda para concursos públicos, buscando sempre o melhor salário. O novo chefe da Polícia Civil não quis adiantar detalhes de seu plano, mas revelou algumas indicações: seu adjunto será o atual diretor da Acadepol, Marcos Flávio Ghizoni. E na Diretoria de Planejamento, o escolhido é o delegado regional de Tubarão, Ulisses Gabriel.

 

ASSUNTO: Novo Governo

VEÍCULO: Diário Catarinense

Colombo anuncia novos secretários

De volta após uma semana de férias, o governador Raimundo Colombo (PSD) anunciou ontem mais nomes para o futuro secretariado. Assim como nos anúncios anteriores, ele não apresentou novidades em relação ao primeiro mandato.
Colombo confirmou a continuidade de Murilo Flores (PSB, licenciado) na Secretaria de Planejamento, de Cleverson Siewert na Celesc e a volta de Milton Hobus (PSD) para a Secretaria de Defesa Civil – de onde saiu em abril para concorrer a deputado estadual, cargo para o qual foi eleito em outubro.
O governador também confirmou que o tenente-coronel Nildo Otávio Teixeira permanecerá como secretário-executivo da Casa Militar, que ocupa o início do primeiro mandato.

 

ASSUNTO: Oficial feminina

VEÍCULO: Diário Catarinense

Mulher no comando pela primeira vez

Após 27 anos de carreira, a tenente-coronel Lucimar Savaris faz história na Polícia Militar de Santa Catarina ao assumir o 26o Batalhão em Herval dOeste e se transformar na líder de 244 policiais em 19 municípios do Meio-Oeste catarinense

Na primeira vez em que Lucimar Savaris assumiu um posto de comando na Polícia Militar, há 17 anos, um subordinado disse que preferia pedir para sair a ser comandado por uma mulher. Duas horas mais tarde, o soldado pediu desculpas, Lucimar seguiu carreira e no dia 2 de dezembro deste ano ela se tornou a primeira mulher dos 179 anos de história da Polícia Militar em Santa Catarina a comandar um batalhão.
Aos 47 anos – 27 deles na carreira militar –, a tenente-coronel Lucimar Savaris assume o posto de comandante de 244 policiais em 19 municípios, através do 26o Batalhão da PM de Herval d’Oeste. Ela substitui o tenente-coronel Luiz Roberto Müller.
Natural de Lacerdópolis, no Meio-Oeste, ela se graduou em Direito pela Universidade do Vale do Itajaí. Na faculdade, comentou com uma amiga que gostaria de seguir carreira militar e ela lhe contou que havia vagas. Ingressou na PM em 1988 e passou a ser aspirante a oficial em 1991, em Florianópolis.

EXPERIÊNCIA DE COMANDO EM OUTRAS CIDADES
Em 1995 foi para Joinville, depois para Chapecó, Herval d’Oeste e, em 2001, foi a primeira mulher a assumir o comando de um pelotão da Polícia Ambiental (PMA), em Herval d’Oeste. Depois assumiu o comando da PMA de Chapecó. Retornou a Herval d’Oeste e exerceu durante cinco anos o subcomando do 26º BPM, até chegar ao posto de comandante.
Casada com o também tenente-coronel da Polícia Militar Tércio Valdir dos Santos, comandante da Central Regional de Emergência da 10a Região da PM em Herval d’Oeste, Lucimar Savaris tem dois filhos, de 17 e 15 anos.
A comandante diz que os filhos andam na linha e reconhece que não lhe atraem os afazeres domésticos. Por telefone, ela concedeu entrevista ao DC.

“É um misto de felicidade e preocupação”

Tenente-coronel comandante do 26º Batalhão em Herval d´Oeste

Como é ser a primeira mulher a comandar um Batalhão?
Lucimar Savaris – É um misto de felicidade e preocupação. Espero cumprir bem essa missão, servir a comunidade e fazer um bom trabalho.

Por que demorou tanto tempo para que uma mulher assumisse o comando de um BPM?
Lucimar – Primeiro pelo número reduzido de mulheres na corporação. Na primeira turma (no final dos anos 80) eram cinco oficiais e duas desistiram. Dois anos depois, veio a segunda turma, que é a minha, e havia 26 homens e somente cinco mulheres. Depois levou mais três ou quatro anos para ter uma nova turma. Hoje temos somente quatro tenentes-coronéis mulheres na ativa e duas aposentadas. Nos últimos 10 anos é que tem sido reservado 6% das vagas para mulheres.

É mais difícil uma mulher chegar a este posto?
Lucimar – A ascensão é normal, as oportunidades são iguais.

Mas você sofreu preconceito?
Lucimar – Já enfrentei bastante. Em 1995, quando assumi um posto de comando interinamente em Joinville, um rapaz chegou na minha sala e disse que preferia sair da polícia a ser comandado por uma mulher. Eu disse que se ele preferisse isso, a escolha era dele. Ele saiu da minha sala e duas horas depois voltou e pediu desculpas. Por parte do público, também já enfrentei isso quando fui comandante da Polícia Ambiental. Às vezes, chegava alguém autuado e dizia que não queria falar com mulher. Eu dizia, tudo bem, não levava como ofensa. Uma vez um soldado fez uma apreensão de madeira e eu fui conversar com o motorista e ele disse que não queria falar comigo. Voltei até o carro e o homem falou para o soldado se não poderia falar com o chefe. O policial disse: “A chefe é aquela mulher que você acabou de ofender”. O homem não quis falar e aceitou a multa.

O que muda em ter um comandante homem ou uma comandante mulher?
Lucimar – O que o pessoal comentava é que, no início, alguns criticavam os colegas que seriam comandados por uma mulher. Mas, depois, diziam que eu era uma mãezona, dura quando precisava, mas profissional e que não ficava perseguindo. Chamava a atenção quando precisava, mas não levava para o lado pessoal. Às vezes tenho que ser mãe, psicóloga, professora, terapeuta e oficial.

Quais são as metas no BPM?
Lucimar – Aproximar a Polícia Militar da comunidade, estar mais perto da população.

Quais as ocorrências mais comuns na região?
Lucimar – Os casos de Maria da Penha estão em primeiro lugar. Esse é um crime difícil de combater, pois acontece dentro das casas. É mais difícil do que um furto, um assalto.

Isso muda pela região?
Lucimar – Em cada cidade os crimes são diferentes. Em Campos Novos é mais tráfico de drogas, tentativa de homicídio e furto em veículos. Em Catanduvas são lesões corporais, brigas, perturbação do sossego. Vamos atacar esses pontos em cada cidade.
Quando assumi um posto de comando, um rapaz chegou na minha sala e disse que preferia sair da polícia a ser comandado por uma mulher. Eu disse que se ele preferisse isso a escolha era dele. Ele saiu da minha sala e duas horas depois voltou e pediu desculpas.

 

ASSUNTO: Previdência dos Parlamentares

VEÍCULO: Notícias do Dia

Alescprev vai a votação hoje

O projeto de lei que pretende instituir um Plano de Previdência Complementar para deputados estaduais e servidores comissionados deve ser votado hoje, na última sessão do ano na Assembleia Legislativa. Com a tramitação iniciada na quintafeira passada, o projeto foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e aguarda o parecer da Comissão de Finanças e Tributação, antes de ir a votação no plenário. Os deputados divergem sobre a matéria, que representa, na prática, uma aposentadoria especial para parlamentares e servidores em cargos de comissão.

De autoria do deputado Kennedy Nunes (PSD), o projeto intitulado Alescprev fixa a participação no percentual entre 4% e 15% sobre o salário do deputado ou servidor que aderir. Para complementar, a Assembleia entra na condição de patrocinadora, desembolsando valor igual ao do participante, até o limite de 8%. Também estão previstas contribuições extraordinárias iguais entre o participante e a Assembleia, nos limites percentuais fixados e contribuições esporádicas, sem contrapartida da Casa.

Defensor do projeto, o deputado Reno Caramori (PP) frisou que o projeto “é legal e moral”. “Hoje o Tribunal de Contas tem o plano de previdência complementar, o Ministério Público tem, o Banco do Brasil tem, a Caixa Econômica também tem. Por que a Assembleia Legislativa não pode ter”, questionou Caramori.

Um detalhe que gera maior divergência entre os deputados, entretanto, é o que prevê retroatividade até 2001 para deputados ou servidores que se inscreverem até 30 dias após a aprovação do projeto. Ou seja, a proposta permite que deputados e servidores tenham direito a receber os valores retroativos a até 13 anos. Para o deputado Maurício Eskudlark (PSD), “a atividade política não é um emprego” e seu voto será contrário à aprovação. “As pessoas eleitas são representantes da população, e cada um deles tem o seu sistema de aposentadoria. Eles estão chamando de previdência, algo que é uma aposentadoria. Vou defender que o projeto não seja votado”, antecipou Eskudlark.

Retroatividade do benefício abre divergência entre parlamentares

Como a adesão ao Alescprev será facultativa, os próprios deputados não têm ideia do tamanho do impacto financeiro que a medida poderá trazer ao orçamento da Casa, uma vez que não se sabe quantos servidores e deputados irão aderir. Segundo o deputado Marcos Vieira (PSDB ), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, o projeto não cria, mas regulamenta o que foi criado pela lei complementar 412/2008, que tratou da reforma da

previdência em Santa Catarina. Sobre a retroatividade, Vieira disse que isso será tratado exclusivamente pela Comissão de Finanças e Tributação, que avaliará o mérito da questão. A proposta necessita de maiores discussões, avalia a deputada Ângela Albino (PCdoB). A parlamentar não quer que o projeto seja votado hoje, pois acredita ser necessário um debate mais amplo. Em relação ao possível desgaste gerado junto à população, a parlamentar diz entender a forma como as pessoas pensam a respeito de temas como esse. Seu voto, contudo, ainda é uma incógnita. “Eu ainda não sei como vou votar, até porque acredito que esse projeto precisa ser melhor discutido. Um ponto divergente é o da retroatividade”, afirmou Angela, que disse ainda ter esperanças de que o projeto não seja votado. “Como avaiana, espero ser possível reverter isso aos 48 minutos do segundo tempo”, brincou, em alusão à classificação do Avaí para a Série A em 2015.

ASSUNTO: 11º BBM

VEÍCULO: Portal do CBMSC

PROMOÇÃO DE OFICIAIS, ENTREGA DE EPI E CONCESSÃO DE ELOGIOS

     

 

O 11º Batalhão de Bombeiros Militar de Joaçaba realizou na tarde da segunda-feira (15/12) a solenidade de promoção de oficiais, concessão de elogios e entrega de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). O evento aconteceu nas dependências do Batalhão, em Joaçaba, e foi presidido pelo Tenente Coronel BM Luiz Carlos Balsan, comandante da unidade.

Na solenidade, o Tenente Coronel BM Balsan fez a entrega de seis Equipamentos de Proteção Individual (EPI); compostos de capacete, jaqueta, calça, luvas e botas. Estas proteções tem o objetivo de proteger os bombeiros contra altas temperaturas e ferimentos diversos.

Fazendo o uso da palavra o comandante local mencionou que no último semestre foram investidos mais de R$ 800 mil em equipamentos e viaturas, da aquisição de um novo caminhão: “Encerramos o ano com a assinatura da ordem de serviço para a compra de mais um caminhão para Joaçaba e região. Já adquirimos o chassi e ele está sendo equipado”, informou.

Ato de Promoção

Após seis meses de estágio probatório os Aspirantes a Oficiais BM Guilherme Mueller Cesário Pereira e Bruno Lazarin Koch foram promovidos ao posto de 2º Tenente. Durante o estágio os oficiais do Batalhão verificaram os conhecimentos, técnicas e o caráter dos jovens que demonstraram ser dignos da promoção. A cerimônia foi acompanhada por autoridades e familiares dos condecorados.

Em todo o Estado foram 21 aspirantes promovidos ao posto de 2º tenente.

A solenidade foi encerrada com o banho de mangueira, tradicional Batismo dos Bombeiros.