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Clipagem do dia 06.02

6.2.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE 06.02.2014

 

COLUNISTA HÉLIO COSTA – Notícias do Dia 05.02

Sexo forte

Ainda dizem que mulher é sexo frágil. Dizem, porque na real, elas não são fracas não. Pelo menos a policial Márcia, que mostrou técnica e habilidade para correr atrás de um foragido da penitenciária da Capital, capturá-lo e algemá-lo. A PM foi informada sobre um homem em atitude suspeito, no bairro Kobrasol, em São José, e foi verificar. Não teve para ninguém. O istepô foi agarrado a unha.

 

COLUNISTA CARLOS DAMIÃO – Notícias do Dia 05.02

Campeche

Jornalista Carlos Paniz lembra que o problema da insegurança em Florianópolis não é apenas no Centro. Morador do Campeche, ele diz: “Costumo pedalar pela manhã até a praia, na rua Pequeno Príncipe. O que se assiste por ali ao nascer do sol são dezenas de jovens, de todas as idades, com garrafas de litro de vodka e energético, portamalas abertos com o som no último ‘bate-estaca’, brigas, discussões etc. Com certeza uma grande maioria, se não a totalidade, sem condições de dirigir. Dá medo. Semana passada, passou um por mim, com a mão para trás e um revólver no bolso da bermuda”.

Gravidade

Outro jornalista, velho amigo Mário Medaglia traz também sua opinião sobre a insegurança em Florianópolis: “O que estão fazendo o serviço social da prefeitura e autoridades afins? O alerta sobre a ‘cracolândia’ que está se formando nos fundos da Assembleia Legislativa já foi dado por várias pessoas faz tempo. Até agora ninguém se mexeu. Certamente estão esperando que o problema se torne tão grave como em São Paulo”.

Tolerância zero

Ainda das opiniões sobre a insegurança no Centro destaco o que escreveu o artista plástico George Alberto Peixoto, o Picolé, morador da região: “Depois das 20h sair pelas ruas do Centro é uma temeridade. O que tem de mala, drogado, bêbado, malucos e afins não está no gibi. Segurança já! Tolerância zero! Ou será que temos que ir para a rua de novo pra pedir pelos nossos direitos? Tudo aumenta neste Estado só a segurança que está uma porcaria”.

 

COLUNISTA PAULO ALCEU – Notícias do Dia 05.02

Monitoramento

A Secretaria da Administração abriu licitação para a compra de cabos que vão interligar todo o sistema de videomonitoramento de Santa Catarina. O pregão presencial foi dividido em 50 lotes, atraindo empresas de todo o Estado. Como consequência aumentou a concorrência produzindo um bom preço e qualidade. Exemplo: instalação concluída, de uma central de Florianópolis poderá ser vista a imagem de uma câmera em Chapecó.

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – 06.02

Fim de uma era

Após 48 anos na ativa, o delegado Renato Hendges vai pendurar as algemas. Considerado uma das maiores referências na crônica policial brasileira na solução de sequestros, ele atuou em mais de 50 casos em quatro Estados e na Argentina. Todos os autores foram identificados e uma única vítima foi morta (assassinada antes das negociações). Renatão vai se dedicar ao tratamento de saúde e à família, mas deve prestar consultoria.

Mudança na foto

Com a saída de Renatão da antissequestro, subordinada à Diretoria Estadual de Investigações Criminais chega a sete o número de delegados substituídos na Deic nos últimos meses.

Funcionário-fantasma

Secretário estadual de Segurança, César Grubba, mandou instaurar comissão de processo administrativo disciplinar para investigar a nomeação de um técnico no Detran. É que o nomeado, quando candidato, não compareceu às provas do concurso nem sequer apresentou o cartão-resposta.

 

COLUNISTA PAULO ALCEU – Notícias do Dia 06.02

Indignação

A Associação de Moradores do Capivari dos Ingleses está convidando a população da região para uma manifestação, amanhã às 19h, na rodovia João Gualberto Soares. As críticas são à Segurança Pública, considerada ineficiente. Nesta semana, mais uma pessoa foi morta brutalmente nos Ingleses.

Clima

No discurso de posse na última segunda-feira, o deputado Romildo Titon deixou bem claro que na sua gestão na presidência da Assembleia não haverá deputado de primeiro e segundo escalões. O comentário era de que os efeitos do que disse estão se tornando realidade. A primeira medida será chamar todos os militares que atuam em gabinetes de deputados para a Casa Militar. Seria o fim de privilégios para alguns, ou… Titon está com a caneta da exoneração pesada…

 

ASSUNTO: Ataques à PM

VEÍCULO: Notícias do Dia 05.02

“É afronta ao Estado”

Os cinco atentados registrados nos últimos 20 dias contra bases da Polícia Militar e o incêndio de viaturas no Estado não estão sendo atribuídos ao crime organizado, como ocorreu em 2013, quando 36 cidades foram sacudidas pela onda de violência orquestrada pelo PGC (Primeiro Grupo Catarinense). Tanto a PM quanto a PC tratam as ocorrências como vandalismo.

O diretor da Deic (Diretoria Estadual de Investigações Criminais), Akira Sato, não quis se manifestar sobre as investigações, mas não negou que as ações estejam relacionadas ao crime organizado. Apenas comentou: “É um afronta ao Estado.”

Para o major João Carlos Neves, do comando geral da PM, as cinco ocorrências são fatos isolados. “Talvez por causa de um trabalho forte na repressão ao tráfico de drogas.” De acordo com o major, o serviço de inteligência da PM não interceptou carta nos presídios que reivindicasse as ações. “Nem nas conversas monitoradas teve alguém falando sobre atentados”, revelou.

O delegado da Divisão de Repressão ao Crime Organizado, Procópio Batista da Silveira Neto, disse que as ocorrências não convergem para o crime organizado. Até agora, só um suspeito, de 20 anos, foi preso, em Chapecó, com um calçado, em casa, igual ao deixado por quem ateou fogo na base da PM no distrito de Marechal Bormann, domingo, naquele município.

Posto em São José foi o último alvo

O último atentado ocorreu ontem no posto da PM do loteamento Lisboa, em São José, onde uma janela de vidro foi atingida três vezes. A unidade militar é base de apoio e não fica ninguém lá durante a noite. A PM usa o local para render a guarnição que faz rondas na região ou para definir estratégias, quando há incursões na área. Mas não havia ninguém no momento dos disparos.

A base da Vila Aparecida, atingida por três disparos de revólver, domingo à noite, também não estava ocupada. E a polícia não tem pistas de quem tentou incendiar a Blazer da 1ª DP de Forquilhinhas, no dia 16 de janeiro e nem quem ateou fogo em uma viatura da PM, no pátio de uma revenda, em Itajaí, no último dia 30.

 

ASSUNTO: Ataques à PM

VEÍCULO: Diário Catarinense 06.02

PM EM ALERTA: Chapecó e Florianópolis registram novos ataques

Apesar do clima de preocupação entre policiais após recentes incêndios em postos da PM pelo Estado, corporação tenta minimizar os fatos na Ilha de Santa Catarina e diz que casos são atos de vandalismo

Um carro queimado, uma antiga base da Polícia Militar parcialmente destruída pelo fogo e um orelhão danificado são o saldo da madrugada de ontem no bairro Rio Vermelho, Norte de Florianópolis. Chapecó também registrou outro crime ontem em posto da PM – o segundo ocorrido nesta semana na cidade.
Em São José, depois de uma base ter sido alvo de tiros na noite de terça-feira, o comando do 7o Batalhão determinou que os PMs permaneçam com coletes à prova de bala no local de trabalho. Integrantes das polícias e agentes do sistema prisional experientes ouvidos pelo Diário Catarinense acreditam que os incidentes possam ser retaliação de criminosos à ação de policiais nas ruas.
Os incidentes acontecem em meio a um clima de preocupação e apreensão entre policiais militares na Grande Florianópolis com recentes ataques a postos da PM pelo Estado. A corporação minimiza os fatos. Diz que são atos de vandalismo e descarta ação do crime organizado.
– Temos certeza de que esses fatos no Rio Vermelho são vandalismo – diz o major João Carlos Neves, subchefe da Comunicação Social da PM.
Clima de apreensão no Norte da Ilha
Três atos em sequência praticados durante a madrugada, no bairro Rio Vermelho, revoltaram moradores do Norte de Florianópolis. O fato mais preocupante envolveu uma edificação em que funcionou um posto da PM. Os relatos na região são de que pessoas invadiram o local, que está abandonado, e atearam fogo. Dentro há móveis, geladeiras e latas de tinta. Ao lado da antiga base fica a associação de moradores e a intendência do bairro.
O incêndio só não foi de grandes proporções porque uma viatura dos bombeiros chegou rápido. A equipe atendia no Rio Vermelho um incêndio contra um Monza estacionado num terreno. Ninguém foi preso.
– O posto fechou porque não havia efetivo de policiais. Aí virou ponto de usuários de drogas. Isso deve ter sido vandalismo de adolescente – suspeitavam moradores ouvidos pelo DC.

Polícia apreende adolescente

O incêndio em uma base da PM de Chapecó, no Oeste, não tem relação com o crime organizado ou com facções criminosas. Essa é a constatação da própria polícia, que apreendeu um adolescente de 16 anos suspeito do crime na manhã de ontem. O fogo no posto do bairro São Pedro danificou alguns móveis e o forro de PVC. Não havia agentes no local na hora do incêndio.
A PM apurou o nome de alguns suspeitos e ontem pela manhã apreendeu um adolescente que teria confessado o crime ao pai. Ele foi encontrado em casa com um facão debaixo do colchão. Ao averiguar a identidade do jovem, os agentes constataram que ele possuía dois mandados de buscas e apreensão – um por tráfico e outro por lesão corporal.
Em comunicado à imprensa, a PM afirma que o caso é uma provável represália às ações policiais no bairro.
 

Casos suspeitos em investigação

– 16 de janeiro – Uma viatura da Polícia Civil é parcialmente queimada de madrugada na 1a Delegacia de Polícia, no bairro Forquilhinha, em São José. Há a suspeita de que o crime esteja ligado a uma prisão em flagrante.

– 30 de janeiro – Dois carros são incendiados no pátio de uma revenda em Itajaí. Um deles é uma viatura da Polícia Militar.

– 1o de fevereiro – A base da PM do distrito de Marechal Bormann, em Chapecó, é incendiada. Um homem de 20 anos foi preso.

– 2 de fevereiro – Tiros são disparados por volta de 23h contra a base da PM na Vila Aparecida, no Continente de Florianópolis. Os disparos atingem a parede dos fundos e o carro de um morador.

– 4 de fevereiro – Pelo menos quatro tiros são disparados contra a base da PM no loteamento Lisboa, no bairro Forquilhas, em São José, de madrugada.

– Ontem – Chapecó registrou o segundo ataque à base da PM. Um adolescente foi apreendido. No mesmo dia houve o registro de um carro queimado, uma antiga base da PM incendiada e um orelhão danificado no Rio Vermelho, Norte de Florianópolis.

 

ASSUNTO: ROUBO EM FARMÁCIA

VEÍCULO: Diário Catarinense 06.02

Câmeras flagram os assaltantes

Câmeras de monitoramento de uma farmácia no Centro de Itapema flagraram o momento em que dois jovens entraram no local e anunciaram o assalto, na noite de terça-feira. Os suspeitos ainda não foram localizados.
Em poucos minutos, os rapazes levaram R$ 3,5 mil em dinheiro do caixa e quatro celulares de clientes que estavam no local, além de documentos pessoais. Um dos jovens estava armado com um revólver e o outro com uma pistola.
O comandante do 12o Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Marcello Matinez Hipólito, alerta para o nervosismo dos suspeitos. Os rapazes aparecem manuseando as armas sem muito conhecimento e um deles mal consegue abrir a sacola plástica onde pretendia colocar o dinheiro.
– Aqui na região, 90% dos roubos estão sendo efetuados por pessoas com esse perfil. É importante que a vítima, além de não reagir, verbalize cada movimento que vai fazer – orienta o comandante.

 

ASSUNTO: Ronda

VEÍCULO: Diário Catarinense 06.02

Moradores salvam idoso de assalto

O corpo de um jovem, de idade e nome não confirmados até a noite de ontem, foi encontrado na tarde de quarta-feira na rodovia Interpraias, em Balneário Camboriú. O homem tinha uma perfuração na nuca. A PM recebeu uma denúncia, na terça-feira à noite, mas não achou o corpo. Outra denúncia feita ontem, por argentinos, permitiu a localização do corpo.
Um homem de 36 anos foi detido pela PM depois que abordou e ameaçou um idoso de 80 que caminhava pelo bairro da Velha, em Blumenau, por volta de 19h de terça. Moradores perceberam a atitude suspeita, interviram e conseguiram chamar a PM.

 

ASSUNTO: Insegurança

VEÍCULO: Notícias do Dia 06.02

Sul da Ilha: Violência assusta comerciantes

Polícia Militar afirma que monitoramento no bairro é feito

O medo ronda os pequenos comércios do bairro Campeche, em Florianópolis. Em 15 dias, pelo menos quatro locais foram assaltados no balneário do Sul da Ilha: uma padaria, um restaurante, uma lanchonete e uma mercearia. Os comerciantes entrevistados pelo Notícias do Dia relatam os incidentes, mas temem expor os acontecimentos e sofrerem represálias.

Segundo o capitão Fernando Vidal, do 4º Batalhão da Polícia Militar, responsável pela segurança no Campeche, a operação Veraneio tem sido feita entre o Riozinho e a avenida Pequeno Príncipe. “O policiamento é fixo no local, e há também a câmera de monitoramento no final da avenida que tem ajudado nos furtos a veículos”, disse.

A polícia afirma ainda que o maior indício de roubos é em residências e carros, e que neste ano as ocorrências reduziram. Mas quem é vítima desse tipo de violência reclama da falta de segurança. A mercearia Nina, na rua Gramal, foi alvo de 30 assaltos e nove arrombamentos nos 20 anos de existência. Maria Bernadete Martins trabalha no local com três irmãs e um funcionário. Na entrada da mercearia, são pelo menos seis câmeras. Na porta, há o aviso de vigilância por monitoramento eletrônico. Ambos não intimidam quem quer vandalizar. “Eles chegam a pé, de bicicleta ou de moto. Entram com a cara à mostra, pedem o dinheiro, batem com o cano da arma na cabeça da gente, e saem tranquilamente. A polícia aparece duas horas depois”, contou Maria Bernadete.

Em um pequeno restaurante e mercearia na avenida Campeche, dois homens em uma moto assaltaram a dona do estabelecimento às 21h45 da última terça-feira. A mulher, que preferiu não se identificar, disse que apenas um deles entrou no estabelecimento, anunciou o assalto e apontou a arma para o único cliente, que entregou os R$ 20 que tinha na carteira, e ela os R$ 200 do caixa. “Na hora que ele estava saindo ainda falou: obrigado, moça”, contou a vítima do assalto. A forma de ação é semelhante à do primeiro caso: um homem entra e o outro espera na moto para facilitar a fuga. A proprietária do restaurante pretende colocar grades na porta, e a manterá fechada a partir das 18h, abrindo apenas quando os clientes chegarem.

Assaltos se repetem

Na avenida Campeche, outro assalto no início da tarde, em pleno domingo. Luana da Silva, caixa da padaria Nossa Senhora Aparecida, foi carregar o celular nos fundos da loja, quando viu um homem de capacete chegar perto do caixa e pedir dinheiro. Luana não se moveu, deixou que o assaltante fizesse o que queria. O homem pegou moedas, R$ 200 e maços de cigarro. Subiu na carona de uma moto e foi embora. Nada foi feito até agora para a segurança do ambiente, que está no mesmo endereço há dez anos e sofreu dois assaltos.

No Ponto X, na mesma avenida, o assalto aconteceu no dia 21 de janeiro, à 0h55. Segundo Isolda Chagas, uma das donas da lanchonete, dois homens armados chegaram a pé. Um, que escondia o rosto atrás de uma balaclava, rendeu os clientes que estavam no estacionamento fumando. Um deles entregou a chave do veículo Polo que estava no local.

O segundo entrou na lanchonete, olhou o caixa, mas não quis nada de lá. “Eles só queriam o carro”, contou Isolda. Levaram ainda uma moto, dois capacetes e a carteira de um jovem que estava lanchando. O estabelecimento funciona no local há oito anos e foi assaltado duas vezes.

Manifestação no Norte da Ilha

No Norte da Ilha, a situação e as abordagens de assalto não são diferentes. Dois homens armados chegaram de moto em um supermercado do bairro Ingleses, renderam os funcionários e o dono. O comerciante reagiu e levou dois tiros. Valdecir Mannes, o Alemão, morreu seis dias depois, no hospital Regional de São José. Os moradores estão organizando uma manifestação para amanhã, às 19h, na rodovia João Gualberto Soares, próximo ao mercado Economia, local do crime. O objetivo é atrair a atenção do poder público para a falta de segurança na região.

 

ASSUNTO: Incêndio em Buenos Aires

VEÍCULO: Notícias do Dia 06.02

Fogo mata nove Socorristas

Nove membros da equipe de emergências de Buenos Aires morreram e outros sete ficaram gravemente feridos ontem quando tentavam apagar um incêndio em um depósito situado num bairro ao sul da capital. A presidente argentina, Cristina Kirchner, decretou dois dias de luto. O secretário de Segurança, Sergio Berni, detalhou que as vítimas são seis integrantes dos bombeiros, dois integrantes da defesa civil e um bombeiro voluntário.

As mortes ocorreram por conta do desabamento de parte da alvenaria do edifício, situado no bairro de Barracos, enquanto as equipes de emergência iniciavam as tarefas para apagar o incêndio.

A parede caiu quando um grupo de bombeiros tentava abrir com uma serra elétrica um buraco em um portão de ferro para poder entrar no depósito. Outras três paredes também desabaram durante as operações de resgate, mas sem causar novas vítimas. Há também sete soldados gravemente feridos com politraumatismos, que foram encaminhados a hospitais próximos.

“Hoje há uma grande comoção em Barracos porque perder cinco ou seis bombeiros, comove muito”, contou o morador Juan Carlos Giles, que viu quando a parede do edifício caiu sobre “umas 15 pessoas que estavam trabalhando”. Giles tinha visto a rachadura pela qual “a fumaça estava saindo” e, prevendo o que ia acontecer, pediu aos vizinhos que se retirassem, porque aquela parte poderia cair.

“Estamos consternados, são companheiros nossos”, assinalou Alberto Crescenti, titular do Sistema de Atendimento Médico de Emergências. O fogo começou em um edifício do século 19 que servia como depósito de documentos no bairro de Barracos. Imóveis próximos não foram afetados.