Área do associado

Área do associado

Clipagem de 5 a 7 de julho

7.7.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE 05.07.2014

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Diário Catarinense

Deap valorizado

O Ministério da Justiça está convidando o diretor do Departamento de Administração Prisional da Secretaria de Justiça e Cidadania, Leandro Lima, e o diretor da Penitenciária de São Pedro de Alcântara, Edenir Alexandre Camargo Neto, para participarem de um seminário que pretende promover a reestruturação da Penitenciária de Pedrinhas, em São Luiz, no Maranhão.

Os suplentes

Prevaleceu a escolha do governador Raimundo Colombo e do PSD. O suplente de Dário Berger será o ex-deputado federal Paulo Gouvea da Costa, presidente estadual do DEM. Já o primeiro suplente do deputado Paulo Bornhausen (PSB) será o ex-deputado Cairu Hack, do PP, de São Lourenço d’Oeste.

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

Chapolin

É como se chama um aparelho eletrônico apreendido na Lagoa da Conceição que bloqueia o sinal do controle remoto do carro e tem sido usado por ladrões, alertou o tenente-coronel Araújo Gomes.
O motorista aciona o controle do carro para trancar o veículo mas o trancamento não ocorre e quando o dono do carro se afasta o ladrão age. A dica é sempre verificar se as portas realmente foram travadas.

Bomba-relógio

A população talvez nem sempre se dê conta do barril de pólvora que representa a Penitenciária de Florianópolis no bairro Agronômica, área residencial em que estão mais de 2 mil detentos. Há relatos de quantidade insuficiente de agentes para guarnecer galerias em que estão presos ligados a facções criminosas.

Boias-frias

Leitor diz que enquanto oficiais fazem suas refeições em refeitório climatizado, os soldados da Base Aérea de Florianópolis têm suas marmitas oferecidas nos postos de serviço tal qual os boias-frias do sertão nordestino. Também há queixa de falta de água constante por conta da má preservação do sistema de abastecimento.

 

COLUNISTA ROBERTO AZEVEDO – Notícias do Dia

Reforço

Jornalista Hélio Costa será candidato a deputado estadual pelo PSB . Comunicou aos colegas de redação da RI CTV/Record, ontem, e diz que aceitou o desafio proposto pelo presidente estadual do PSB e candidato ao Senado Paulo Bornhausen.

 

COLUNISTA CARLOS DAMIÃO – Notícias do Dia

Vizinhos…

A estratégia não é nova, já é utilizada em outros bairros. Moradores do João Paulo, cansados de arrombamentos, roubos e invasões a suas residências, estão implantando o programa Vizinho Solidário, que consiste na prevenção e vigilância constante e comunicação direta com a polícia (190) em caso de anormalidades.

… de olho

Os recursos utilizados nesse tipo de procedimento incluem apitos e sirenes, para afastar os bandidos. Cento e cinquenta famílias participam da mobilização e já mantiveram contato inclusive com as autoridades, para garantir a pronta ação dos policiais, diante de ocorrências graves.

 

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE 06.07.2014

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

Fronteira guarnecida

Um helicóptero modelo esquilo é o novo reforço da Polícia Civil contra a criminalidade no Oeste. Comprada por R$ 4,5 milhões em convênio com a Secretaria Nacional da Segurança Pública, Ministério da Justiça e a Secretaria de Segurança Pública, a aeronave será utilizada em missões policiais na fronteira, inteligência e auxílio a outros órgãos como Saúde, Defesa Civil e Bombeiros.

Ameaças

Novas investigações policiais sigilosas estão em andamento contra o crime organizado que busca se instalar em Santa Catarina. Uma delas apura lavagem de dinheiro na região de Balneário Camboriú por facção de São Paulo e outra, na Grande Florianópolis, o comando de crimes ordenados por criminosos daquele Estado.

Chefão

Suspeito de comandar o tráfico de drogas em Florianópolis foi abordado recentemente de carro pela polícia. Os policiais não encontraram nada de ilícito e o liberaram. O relato de um policial é que o jovem ostentava muito ouro e estava com a carteira recheada de dinheiro.

 

ASSUNTO: ELEIÇÕES 2014

VEÍCULO: Diário Catarinense

Perdas e ganhos da batalha pré-eleitoral

Articulações que culminaram com o cenário de candidaturas em Santa Catarina deixaram marcas nas figuras ligadas às principais coligações. A tríplice aliança, formada em 2006, foi desfeita, e a união dos rivais históricos não se concretizou

O processo de formação de alianças para as eleições em Santa Catarina deixou feridas para serem cicatrizadas nos principais palanques que disputam o governo do Estado. Além das lideranças que saíram chamuscadas por articulações que não deram resultado, a batalha pré-eleitoral deixou pelo menos duas vítimas fatais: a histórica tríplice aliança e tentativa de reunir na mesma coligação os tradicionais rivais PMDB e PP.
A primeira morte era anunciada: com a aproximação do governador Raimundo Colombo (PSD) e da presidente Dilma Rousseff (PT) dificilmente haveria espaço para a repetição da aliança que reuniu PMDB, PSDB e DEM – este último substituído pelo PSD. A fórmula garantiu a reeleição de Luiz Henrique da Silveira (PMDB) ao governo em 2006 e foi repetida em 2010, na vitória de Colombo. Foi diante da dificuldade de manter os tucanos, que o governador se aproximou do PP e tentou fazer com eles uma nova tríplice aliança.
A resistência nas bases e de lideranças como Luiz Henrique e Esperidião Amin (PP) acabou prevalecendo sobre a articulação construída ao longo de três anos na Assembleia Legislativa. LHS vetou a participação de Joares Ponticelli ao Senado. A resistência de Ponticelli em abrir mão da vaga fez os peemedebistas aprovarem o ex-prefeito Dário Berger (PMDB) como candidato avulso – o que levou os pepistas a migrarem para a candidatura de Paulo Bauer (PSDB).
O candidato tucano é um dos poucos que só tem ganhos a contabilizar. Uma semana antes das convenções estava isolado e acabou herdando aliados que seriam naturalmente de Colombo: PP e PSB.
Sem aliados, o petista Claudio Vignatti conseguiu confirmar sua candidatura ao governo, mesmo com pressão nacional para uma composição com Colombo no Estado. Saiu-se vitorioso na disputa interna que cultiva com a ministra Ideli Salvatti desde a eleição de 2010, quando ele era candidato ao Senado e ela ao governo. Agora, vai precisar provar a viabilidade do projeto para não sair também chamuscado.

 

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE 07.07.2014

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Diário Catarinense

Oposição limitada em SC

Tribunal Regional Eleitoral recebeu pedidos de registro de oito candidatos ao Governo e sete para o Senado, entre os 580 protocolados.
Na análise do perfil político, Santa Catarina terá uma eleição singular. Os oito candidatos estão distribuídos, a rigor, em dois blocos: o dos chamados grandes partidos, liderados por Raimundo Colombo (PSD), Paulo Bauer(PSDB) e Cláudio Vignatti(PT), e das pequenas legendas, com Afrânio Boppré (PSol), Gilmar Salgado (PSTU), Janaina Deitos (PPL), Marlene Soccas (PCB) e Elpidio Neves (PRP).
A primeira singularidade: a falta de um forte candidato de oposição, quebrando a tradição política do equilíbrio. É verdade que o senador Paulo Bauer vem com propostas de mudança (o lema é “Muda Santa Catarina, Muda Brasil”). Mas os tucanos estão no governo do Estado desde 2003, como aliados de Luiz Henrique, e nos últimos três anos no governo Colombo.
O ex-deputado Cláudio Vignatti, do PT, é o que se apresenta com proposta mais consistente na faixa oposicionista. O PT sempre esteve no outro lado do rio e diz que seu projeto tem mais vínculos com organizações populares. Mas está amarrado a duas limitações federais: o governador Colombo também apoia a reeleição da presidente e Dilma Rousseff criou uma saia justa ao PT elogiando a gestão Colombo.
Entre os candidatos dos pequenos partidos, dois nomes podem crescer neste vazio da oposição: o vereador Afrânio Boppré, do PSol, e a advogada Janaina Deitos, do PPL, pelo que os partidos fizeram na eleição da Capital em 2012.
Sem a mesma estrutura e os recursos dos grandes, os pequenos vão depender da atuação de seus candidatos, da linha de oposição e das propostas.

 

COLUNISTA HÉLIO COSTA – Notícias do Dia

A Polícia de Chapecó conta agora com um helicóptero modelo esquilo B2 para patrulhar a região Oeste do Estado. Foram investidos R$ 4,5 milhões na nova aeronave: R$ 3 milhões do governo federal, repassados para o programa de Estratégia Nacional de Fronteira; e R$ 1,5 milhão como contrapartida do governo do Estado. A equipe que atuará no serviço aéreo policial já foi selecionada pela Academia da Polícia Civil. São dez pilotos que irão integrar o grupo de patrulhamento de fronteira.

 

COLUNISTA CARLOS DAMIÃO – Notícias do Dia

Sabe tudo

Reforçando o que já mencionamos aqui: a Polícia Militar está muito mais presente às ruas da Grande Florianópolis, como há muito não se via. Operações pontuais, em locais pouco patrulhados, têm resultado na apreensão de veículos irregulares ou roubados, drogas e armas, além das prisões de bandidos. A visão do coronel Valdemir Cabral é muito pragmática, até porque ele saiu das ruas (comandou o Bope) para o comando geral.

Prevenção

Ainda sobre a Polícia Militar catarinense, é bacana destacar que não existem mais lugares marcados para blitze, tipo as pontes Colombo Salles e Pedro Ivo, porque isso é óbvio demais. Operações policiais em ruas do João Paulo, da Lagoa, do Santa Mônica ou do Campeche, para citar apenas alguns bairros, estão se tornando rotina. Que bom. A população reconhece e aplaude.

 

ASSUNTO: Novo Comandante no 7º BBM

VEÍCULO: Portal do CBMSC

PASSAGEM DE COMANDO E ENTREGA DE VIATURAS EM LUIS ALVES

     

 

As atividades alusivas à Semana Nacional de Prevenção Contra Incêndios – comemorada entre 30/06 e 04/07 em 2014 – na área do 7º Batalhão de Bombeiros Militar (Itajaí) tiveram início na segunda-feira (30/06) com a solenidade de passagem de comando e entrega de viaturas à unidade operacional do Corpo de Bombeiros Militar de Luis Alves.

Na presença do Comandante-Geral do CBMSC, Coronel BM Marcos de Oliveira, e outras autoridades militares e civis da região, assumiu o comando do 2º Pelotão local o 3º Sargento BM Carlos Alberto dos Santos. O posto foi deixado pelo Subtenente BM Ediomar Vicente.

Na solenidade houve o ato oficial de entrega de viaturas adquiridas pelo Estado à Corporação, e descentralizadas ao quartel em Luis Alves. A unidade recebeu novas ambulância e viatura de resgate 4×4. A cerimônia foi encerrada com o tradicional batismo dos comandantes (substituto e substituído).

ASSUNTO: ACIDENTE EM RIO DO SUL

VEÍCULO: Diário Catarinense

O começo do recomeço

Após 85 dias internada, Maristela Stringhini se prepara para deixar o hospital e voltar a Lages, onde continuará o tratamento

Oitenta e cinco dias no hospital, 14 cirurgias e um sorriso no rosto que convence. Maristela Stringhini, 40 anos, busca no passado a força que precisa para viver o presente. Dentro do quarto no sétimo andar do Hospital Regional do Alto Vale, em Rio do Sul, há quase três meses, ela aprendeu que a vida surpreende.
O médico e anjo, como Maristela o reconhece, Amir El Haje, explica que ela terá de ficar mais uma semana internada antes de voltar a Lages. Apesar da alta, o tratamento continuará com visitas semanais à clínica do cirurgião plástico em Rio do Sul.
O quarto do hospital ganhou decoração. Tem mural de fotos da família e amigos e um quadro entalhado em madeira com a frase que ela lê todos os dias: “eu sou Deus, ilumino toda terra/a minha voz ecoa por entre os montes”. O sinal de fé não está apenas na parede, mas mudou a vida de Maristela após o acidente de 13 de abril, quando ficou presa sob uma Saveiro e foi arrastada por 800 metros no Centro de Rio do Sul.
A autonomia para conseguir se maquiar, pentear os cabelos e andar sozinha foi conquistada há cerca de 20 dias. Ela se diverte em saber que agora pode levantar os braços e botar a mão na ponta do nariz.
Para as horas passarem rápido, ela conta com a presença da mãe, Ana Lidia, das duas irmãs, Marli e Marlene, e das cunhadas, Silvana e Jussara. Em certas manhãs há momentos de choro, mas na maior parte do tempo só risadas. Maristela sente medo de deixar o hospital, por todo apoio que recebeu, mas não vê a hora de ficar perto da filha de 12 anos, Vitória. Sobre o futuro, ela afirma:
– Quero rever meus amigos, dizer mais eu te amo, aproveitar a vida e dar mais valor a ela, porque Deus me deu uma nova oportunidade.

“Para mim ele não é e nunca foi assassino”

Em entrevista à RBS , Maristela Stringhini fala sobre as lembranças da noite do acidente, como se sente hoje e a relação com a família do jovem que dirigia o carro que a arrastou.

Agência RBS – O que você lembra do acidente?
Maristela Stringhini – Só me lembro de de repente estar sendo arrastada pelo carro, gritar e pedir pra Deus que não me deixasse morrer porque tenho uma filha. Teve uma hora em que vi que perdi a consciência, a dor era muita. Mais pra frente eu consegui sair ou o carro deu um solavanco, não sei. O meu capacete tinha um fecho que só abria a trava com a mão, eu tirei, mas ainda estava rolando. Machuquei meu rosto e minha cabeça. Na hora em que eu me soltei e parei por coincidência na frente da clínica do Dr. Amir, olhei para o lado e estava tudo escuro. Não via ninguém, não sabia o que tinha acontecido e estava toda arrebentada.

Agência RBS – Em algum momento você se olhou, teve noção do quanto tinha se machucado?
Maristela – Me olhei de relance e vi que estava toda vermelha e com algumas partes do corpo pretas. Estava sem roupa e sentia muita dor. Meu braço estava exposto, meus joelhos… Sentei na escada e pedi pra Deus me ajudar. Nem olhei direito pro meu peito. Nisso chegou a polícia. Meu noivo estava me procurando nas ruas das redondezas, aí chamaram ele. Depois me trouxeram para o hospital.

Agência RBS – Quando chegou ao pronto-socorro, o que passou pela sua cabeça?
Maristela – Lembro que houve uma correria, o médico pediu pra cortar minhas botas e começaram a me cobrir e me limpar. Me lembro de estar muito preocupada com o meu rosto. Lembro do médico dizer que ia ter que fazer alguns pontos no meu rosto e quando saí dali fui para o quarto. No outro dia o Dr. Amir já estava lá.

Agência RBS – Qual foi a parte mais difícil da recuperação?
Maristela – Na mesma noite a minha família foi avisada, mas eu não podia receber ninguém. Ninguém me falou também que eu tinha perdido os seios. Eu estava preocupada com a minha filha, é difícil você se mostrar pra uma menina de 12 anos daquele jeito. Na primeira semana nem deixaram eu me olhar.

Agência RBS – E como você se sente hoje?
Maristela – Tem dias que eu tenho mais ânimo e outros que desanimam, mas sei que é coisa passageira, que não posso desanimar. Faz pouco tempo que eu consegui olhar pro meu corpo. Não adianta eu dizer que estou perfeita, porque não estou e não sei se vou ficar. Eu tive uma conversa com as pessoas que eu gosto, mais chegadas, com o meu noivo, porque eu vou ficar com marcas no corpo e na cabeça, e eu vou ter que viver com isso, mas acima de tudo tenho que agradecer muito por ter chegado onde eu cheguei.

Agência RBS – Você tem alguma relação com a família do Julio (César Leandro, motorista que a atropelou e está preso desde abril)?
Maristela – Depois do acidente eles procuraram a mim, ao Dr. Amir e assumiram todas as despesas. Eu sou mãe, me pus no lugar da mãe dele e não posso julgar. Ele é um menino de 21 anos, está começando a viver, se o que ele fez é certo ou errado não sou eu que vou julgar. Assim como eu fiquei com marcas ele também vai ficar. Os pais dele vêm me visitar. Com ele eu não tenho contato, mas o que eu posso dizer é que estou aqui, para mim ele não é e nunca foi um assassino, porque foi um acidente, diferente, mas foi um acidente.

Agência RBS – Você pensa em encontrá-lo depois da alta?
Maristela – Não penso nisso agora, a minha cabeça está focada no meu tratamento. Depois eu vou pra minha casa, vou ficar com a minha família, com a minha filha, com meu noivo… Quero rever meus amigos, quero viver.

 

ASSUNTO: ACIDENTE NA BR-282

VEÍCULO: Diário Catarinense

Corpo de homem é encontrado

O corpo de um homem foi encontrado sem cabeça ontem, por volta das 6h, no km 2 da BR-282 (Via-Expressa), sentido Continente, em Florianópolis.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o corpo estava na pista e a cabeça, no canteiro central. A PRF trata a ocorrência como um possível atropelamento.
O homem não portava documentos e foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis para identificação. Mas até o começo da noite de ontem o corpo seguia sem identificação. O caso deve ser investigado pela 4a Delegacia de Polícia, no bairro Coqueiros.

 

ASSUNTO: VIOLÊNCIA EM CAMPINAS

VEÍCULO: Portal Globo.com

Ex-policial mata sogros e se suicida após briga com esposa em Campinas

Casal foi assassinado dentro de um condomínio na manhã deste domingo.

Suspeito fugiu após homicídio, e atirou contra si mesmo em outro bairro.

Um casal foi assassinado na manhã deste domingo (6), dentro de um condomínio no bairro Bonfim, em Campinas (SP), e o principal suspeito é um  ex-policial temporário, genro das vítimas, que se matou em seguida. Vítimas e autor dos disparos não moravam juntos. A sogra tinha 60 anos e o marido dela, 58. Segundo a polícia, o suspeito teve uma briga com a esposa, no Parque São Jorge, e para se vingar entrou na casa dos pais dela e atirou contra eles. O autor dos disparos tem um filho de aproximadamente dois anos. A filha do casal disse que o marido, de quem estava se separando, trabalhava agora como motorista de ambulância.

Policiais militares, civis e o Corpo de Bombeiros foram acionados ao local e o andar onde as vítimas viviam foi isolado para perícia e remoção dos corpos. As primeiras informações são de que o suspeito esperou o portão da garagem do prédio abrir para a entrada de um morador e invadiu o local. O genro teria até se registrado na guarita, uma exigência do condomínio antes de subir para efetuar os disparos.

Os vizinhos ouviram os  tiros. Segundo eles, foram vários. Depois unidades da Polícia Militar chegaram e o helicóptero Águia, também da corporação, foi acionado para levar o casal para o hospital, mas como morream no local a aeronave voltou para a base.

Após cometer o assassinato, o ex-policial temporário teria fugido de carro até o bairro San Martin, próximo à Fundação Casa, onde atirou contra si mesmo e morreu.