Área do associado

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Clipping do dia 12 de setembro

12.9.2013

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 12 SETEMBRO

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

No olho do furacão

Carlos Alves, ex-diretor de São Pedro de Alcântara e que perdeu a mulher, assassinada pela facção criminosa, é quem está no comando da operação dos agentes do Deap no complexo penitenciário da Canhanduba, em Itajaí.
De capacidade operacional inquestionável, coube a Alves a missão de atuar exatamente no julgamento dos acusados de envolvimento com o PGC.

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Diário Catarinense

Soares detona Dias

Amauri Soares criticou na tribuna da AL seu processo de expulsão do PDT e o ministro do Trabalho, Manoel Dias.
– Devia estar mais preocupado com os computadores recolhidos em seu ministério pela PF.

“O fisiologismo tem sido o feijão com arroz dessa gente desde quando eu entrei no PDT”, diz ASSUNTO: Deputado Sargento Amauri Soares

 

VEÍCULO: Clic RBS – Blog OFF

Deputado estadual do PDT fala sobre expulsão da legenda

Comunicado de que será expulso do partido pelo qual foi eleito, o deputado Amauri Soares (PDT) acusou a direção pedetista de fisiologismo e de não seguir os princípios que deveriam pautar a legenda desde a sua origem. Ele é o único representante do PDT na Assembleia Legislativa, mas não foi pego de surpresa pela notícia. Afirmou que há tempo já havia uma movimento para retirá-lo da legenda, “para facilitar as negociatas por cargos.” Em resposta, o primeiro vice-presidente do PDT em Santa Catarina, Rodrigo Minoto, disse haver um equívoco por parte do deputado em relação às suas afirmações. Veja abaixo a entrevista com Amauri Soares.

Diário Catarinense – Não é estranho o único deputado do PDT na Assembleia Legislativa ser expulso do partido? Como o senhor recebeu essa notícia e como vai  lidar com isso agora?
Amauri Soares – Já estavam me ameaçando há algum tempo, dizendo que “é como nós queremos ou então vai ser expulso.” Agora estou refletindo sobre o que vou fazer. Tenho mais duas semanas pela frente para ouvir companheiros, setores de luta dos trabalhadores e do serviço público.

DC – Ao que o senhor atribui essa expulsão?
Soares – O PDT tem se tornado cada vez mais um partido fisiológico. A direção estadual do PDT tem instituído a organização e a estruturação de um partido fisiológico. O fisiologismo tem sido o feijão com arroz dessa gente da direção desde quando eu entrei no PDT. Entrei em 2006, como era militar eu não tinha filiação anterior, para disputar a eleição e fui eleito deputado. Já no ano seguinte foram participar do governo Luiz Henrique com secretaria e tudo. Já naquele período, a partir do momento em que a relação dos praças e dos bombeiros com o governo azedou, começamos a ter desavenças porque o governo cobrava do PDT que o deputado não podia se posicionar como estava fazendo. Evidente que, entre meu compromisso com a classe trabalhadora e a categoria e os acordos que a direção do PDT fez, eu fiquei com os meus princípios. O partido ficou no governo do LHS até março de 2010. Em abril de 2010, estava declarada a aliança com a Angela Amin, oposição ao governo de Luiz Henrique. Perderam a eleição e, um ano depois, estavam com o Dário Berger, que é oposição à família Amin. Então aí está o nível de decisões políticas e alianças eleitorais feitas tendo como objetivo principal a conquista de cargos. Uma hora para cá, uma hora para lá. Isso (o partido) torce mais que biruta de aeroporto.

DC – Há alguém em especial que busca a expulsão do senhor do partido?
Soares – O diretório estadual é provisório e não houve convenção. O Manoel Dias tentou, segurou um tempo porque tinha um acordo comigo, mas recebia outras pressões. Faz tempo que estão pedindo a minha cabeça. Uma das motivações, acho que a principal, o partido tem um único deputado e esse deputado na defesa das posições de seus compromissos com a sociedade dificulta o fisiologismo. Dificulta a negociata. E ter um deputado que atrapalha na hora da negociata é ruim. Outros dirigentes querem o mandato. E tem pessoas que pretendem chegar na Assembleia Legislativa e avaliam que minha presença no PDT dificulta.

DC – O senhor não quer falar em nomes?
Soares – O primeiro vice-presidente Rodrigo Minoto. Isso está expresso há bastante tempo. Esse convite dele para que saia do PDT já tem mais de um ano. É uma pessoa vinculada ao ministro Manoel Dias, é sobrinho da mulher dele, inclusive. Então não isento o Manoel Dias. Ele é o chefe.

DC – O ministro poderia ter interrompido o processo?
Soares – Foi ele que assinou. Nada acontece no PDT sem as bênçãos dele. Curiosamente a mesma reunião que decidiu criar a comissão de ética é a que decidiu que o PDT quer participar do governo Colombo. Então as duas coisas não estão dissociadas. É preciso tirar o deputado oposicionista para que o PDT possa ganhar um cargo do governo.

DC – Para qual partido o senhor deve ir?
Soares – Vou discutir com lideranças dos trabalhadores para tomar essa decisão. Tem convite de vários partidos, mas até o final do mês tenho que decidir. Se o PDT vai deixar para me expulsar em outubro, me anula do processo eleitoral de 2014. Então tenho que ter um partido até o começo do mês que vem. Mas a saída é à esquerda. Inclusive dos partidos citados como de esquerda. Tem o PSOL, tem o PCB. Estou refletindo por esse campo.

DC – O senhor se sente traído?
Soares – Não me sinto traído: me sinto desrespeitado. As pessoas que fazem as denúncias e as que estão julgando são praticamente as mesmas. Fui acusado de infidelidade partidária porque não apoiei o Dário Berger e o Djalma Berger. Por não ter ido para a campanha junto com eles, usaram esse fundamento como o principal motivo. Tem os termos: “atitude desonrosa”, “comportamento indigno”, “deputado que só pensa em si e não pensa nos companheiros”. E, porra, isso me irrita profundamente. Porque são eles que estão pensando só neles e nos cargos que pretendem ganhar em cada governo que apareça.

 

ASSUNTO: Atentados em SC

VEÍCULO: Diário Catarinense

PROVA DO CRIME: Diálogos dão força à condenação

Áudios de escutas telefônicas feitas pela polícia garantiram prisão de envolvidos com atentados

Cuidadosos aos falar no telefone, os acusados de envolvimento com o Primeiro Grupo Catarinense (PGC) em Joinville buscavam camuflar as conversas com outros membros da facção por meio de gírias e códigos. Mas um grupo de sete acusados de participação na onda de atentados em Joinville não fazia ideia de que eles não estavam sozinhos na linha. Todos os diálogos mantidos por telefone às vésperas dos ataques, de 31 de janeiro, até depois das ações, em 5 de fevereiro, foram monitorados.
O trabalho silencioso garantiu as provas necessárias para que os réus fossem condenados na segunda-feira a penas que variam de nove a 12 anos de prisão. Cada conversa interceptada representava uma nova peça no quebra-cabeça da investigação. Mesmo sem flagrante, pois nenhum dos acusados foi preso praticando ataques, os investigadores conseguiram ligar os réus a cinco incêndios a ônibus, além de dois ataques a tiros em bases policiais.
O celular de Ademir de Borba foi o fio condutor para incriminar os outros seis. Era Ademir quem recebia as ordens, confirmava a veracidade delas e repassava os comandos para os demais em Joinville. Parte das negociações ocorria com presidiários de cidades como Blumenau e Palhoça.
Evitava-se falar claramente sobre os atentados, mas frases como “os irmãos da torre” (comando) e “salve geral” (ordem de ataque) foram peças-chave para revelar o plano criminoso que aterrorizou o Estado.

 

ACUSAÇÃO REFORÇADA: Delegado depõe por 12 horas contra PGC

Antônio Carlos Seixas Joca foi o único a falar na audiência de ontem

Envolvidos durante meses numa força-tarefa, todos os integrantes da equipe que investigou e mapeou os acusados nas ondas de atentados em Santa Catarina deveriam ter prestado depoimento ontem, em Itajaí, em mais um dia de audiências dentro do complexo penitenciário da Canhanduba. O dia, no entanto, foi tomado apenas pelas exposições do delegado Antônio Carlos Seixas Joca, que falou por 12 horas. Os outros investigadores envolvidos no caso devem ser ouvidos hoje, a partir das 9h, quando os trabalhos serão retomados.
Joca foi ouvido no pavilhão montado como tribunal dentro da prisão. Ele atuou no grupo que se concentrou na Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), em Florianópolis, e que identificou pelo menos 100 membros da facção criminosa Primeiro Grupo Catarinense (PGC)
Com a demora do depoimento, hoje serão ouvidos pela juíza e pelo promotor do caso outras duas pessoas que participaram da força-tarefa – um investigador da Polícia Civil e um agente penitenciário. Na época dos ataques, o agente auxiliou a investigação a partir de informações obtidas dentro do sistema prisional.

Juíza entra e deixa o local apenas com escolta da PM
Jornalistas continuam sem acesso ao complexo penitenciário por proibição da juíza que preside as audiências, Jussara Schitler dos Santos. A magistrada entra pela manhã e sai apenas à noite do local, escoltada por viaturas da Polícia Militar. Não há confirmação se testemunhas protegidas serão ouvidas nesta quinta-feira.
Dentro do pavilhão, o julgamento conta com a presença de 55 detentos acompanhando os depoimentos. Os outros 22 líderes do PGC assistem por videoconferência – eles estão desde fevereiro na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, para onde foram transferidos justamente por ordenar os ataques. Há policiais militares no espaço fazendo a segurança e prontos para agir em caso de tumulto. Em outra parte, ficam os cerca de 50 advogados dos 98 réus. Fora da prisão, na estrada de acesso, a Polícia Militar mantém barreiras impedindo o acesso ao complexo penitenciário, que tem a entrada monitorada por agentes penitenciários.
Na guarita da penitenciária a tarde de ontem teve momentos de alegria e alívio para três detentos que estavam sendo soltos após cumprir a pena, com exceção de um, que teve a saída temporária autorizada por sete dias.
Em conversa com o DC, um homem, que cumpre pena por tráfico de drogas no regime semi-aberto, descreveu o ambiente na Canhanduba como de tranquilidade.
– Aqui é assim. Não tem chefe e líder como falam a respeito de outras cadeias. Esse julgamento não muda nada, a não ser o policiamento que está aí – comentou, se referindo ao forte aparato de segurança no local.

 

ASSUNTO: Homicídio

VEÍCULO: Clic RBS

Homem é morto com golpe de facão na cabeça na zona Leste de Joinville

Crime ocorreu no bairro Jardim Iririú na noite desta quarta-feira

Um homem foi assassinado na noite desta quarta-feira em uma casa no bairro Jardim Iririú, zona Leste de Joinville. O homicídio ocorreu por volta das 17 horas na rua Professora Eliema Koppe. 
Segundo a Polícia Militar, a vítima, Marcelo Vilarinho, idade não informada, teria sido atingido por um facão na cabeça pelo atual namorado da ex-mulher dele. 
Ele tinha passagens pela polícia por furto de veículos. Na casa em que o crime ocorreu, a PM apreendeu um Voyage com registro de furto em 5 de setembro. 
Os policiais militares estão fazendo rondas em busca do suspeito, que também tem passagens pela Polícia.

 

ASSUNTO: Plantação de maconha

VEÍCULO: Clic RBS

Produção ilegal: Polícia Militar encontra plantação de maconha em Florianópolis

Plantio era feito em terreno em frente ao campo do Palmeirinha

O Batalhão Aéreo da Polícia Militar encontrou uma plantação de maconha entre os bairros Lagoa da Conceição e Rio Tavares, em Florianópolis, em um terreno em frente ao Campo do Palmeirinha. Os tripulantes do helicóptero da PM avistaram a plantação por volta das 14h30min desta quarta-feira, quando realizavam um sobrevôo na região com a Fatma para verificar um terreno onde será construído um grande condomínio fechado. 
Segundo o capitão Rangel, que participa da operação, havia entre 10 e 20 pés de maconha plantados em sacos. A equipe ainda está no local.

 

ASSUNTO: Venda clandestina de ossos

VEÍCULO: Clic RBS

Investigação: Polícia investiga compra de ossos clandestinos

Polícia Civil do Paraná encaminhará o inquérito sobre o crime para MP nesta quinta-feira

Dentista foi descoberto fazendo o pedido por meio de interceptação telefônica

Um dentista de Chapecó será investigado pela compra de material de um banco de ossos clandestino, que foi fechado na semana passada em Londrina (PR). A delegada do Núcleo de Repressão aos Crimes como a Saúde (Nucrisa), de Curitiba, Sâmia Coser, informou que o inquérito será encaminhado nesta quinta-feira ao Ministério Público de Londrina, cidade onde funcionava ilegalmente o estabelecimento.
A delegada vai recomendar ao Ministério Público que remeta à Polícia Civil de Chapecó o pedido de investigação do dentista, que foi interceptado em ligação telefônica solicitando material clandestino. Sâmia não revelou o nome do profissional catarinense, que foi descoberto fazendo o pedido por meio de interceptação telefônica. 
— Não queremos criar preocupação para os clientes dele, pois ainda não sabemos se ele utilizou o material ou iria revender para outra pessoa — disse a delegada.
Até esta quarta-feira, a Polícia Civil de Chapecó ainda não havia recebido nenhuma demanda sobre o caso. O delegado do Conselho Regional de Odontologia, Celso Nunes Moura Filho, disse que a entidade vai tomar as medidas cabíveis assim que for notificada sobre a irregularidade.
O material oriundo de banco de ossos é utilizado em enxertos para implantes dentários ou na recomposição de fraturas em mandíbulas. Devido ao risco de rejeição e de contaminação por doenças como hepatite, os ossos devem ter origem controlada. Em um estabelecimento legalizado, depois de coletados, os ossos têm que ficar cerca de seis meses em observação, para garantir que não há contaminação.
O banco clandestino de Londrina funcionava em uma casa no Bairro Jardim Cláudia, onde foram encontrados 89 frascos com pedaço de osso em bloco, 46 frascos com osso moído em soro fisiológico e 16 cabeças de fêmur, sendo algumas armazenadas no freezer da cozinha da residência.
— A armazenagem era sem higiene, fora das normas — disse a delegada. 
Dois irmãos, de 42 anos e 37 anos, contra quem havia mandado de prisão expedido, foram detidos e encaminhados ao Presídio de Londrina, onde permanecem à disposição da justiça. Eles e os receptadores responderão por crime de tráfico de órgãos e tecidos. A polícia suspeita de que o crime ocorria desde 2004. 
Cada frasco com osso era vendido entre R$ 180 e R$ 250. Além de Chapecó, a dupla tinha clientes em Belo Horizonte (MG), Belém (PA) e em cidades de Goiás e do Mato Grosso. A Polícia Civil ainda não identificou a procedência dos ossos.
No Brasil existem seis bancos de ossos, um deles na Universidade Federal do Paraná, em Curitiba, que está interditado no momento. Os outros estão em Passo Fundo (RS), no Rio de Janeiro e três em São Paulo.

 

ASSUNTO: Balão ameaça voo de helicóptero

VEÍCULO: Clic RBS

Susto: Helicóptero quase bate em balão de publicidade que voava entre Jaraguá do Sul e Guaramirim

Segundo a PM, responsáveis pelo balão não teriam A Polícia Militar de Jaraguá do Sul foi comunicada pela torre de controle do aeroporto de Navegantes, às 10h45 desta quarta-feira, que o helicóptero de uma empresa de Jaraguá do Sul quase colidiu contra um balão de publicidade. O susto ocorreu entre Guaramirim e Jaraguá do Sul.

De acordo com a Polícia Militar, o controlador afirmou que os responsáveis pelo balão tripulado não teriam informado sobre o voo e, por isso, não havia autorização para estar no espaço aéreo. A empresa que utilizou o balão para fazer publicidade não foi identificada.

 

ASSUNTO: SOS Desaparecidos

VEÍCULO: Portal da Alesc

PM busca apoio do Parlamento para o programa SOS Desaparecidos

Dados da Secretaria Nacional de Direitos Humanos e de ONGs apontam que a cada 11 minutos uma pessoa desaparece no Brasil. Aqui no estado, os registros apontam o desaparecimento de pelo menos 3 mil pessoas por ano. Para dar suporte às famílias e contribuir na procura destas pessoas, a Polícia Militar de Santa Catarina criou o programa SOS Desaparecidos em outubro de 2012. Prestes a completar um ano da iniciativa, inédita no país, a PM buscou apoio do Parlamento para a ampliação do SOS Desaparecidos e na formação de políticas públicas acerca do tema, pouco discutido no país.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Joares Ponticelli (PP), recebeu na manhã desta quarta-feira (11) o major Marcus Roberto Claudino, responsável pelo programa, e o coronel Rogério Martins, da Casa Militar do Ministério Público, para conhecer os trabalhos da PM na área. Ponticelli sugeriu a criação de uma campanha de abrangência estadual para sensibilizar a sociedade catarinense.

“Vamos propor a criação de um grupo de trabalho, sob coordenação da Assembleia, e procurar entidades parceiras como o Tribunal de Justiça, Ministério Público e o Executivo, para viabilizar uma grande campanha nos moldes da campanha da adoção e contra o bullying, que produziram resultados tão relevantes. Esta questão dos desaparecimentos no estado é muito importante e terá nossa atenção”, afirmou Ponticelli. Outro pleito apresentado foi pelo apoio a realização do primeiro seminário nacional sobre o tema em Santa Catarina.

À frente da iniciativa da PM, major Claudino disse que 54 pessoas já foram encontradas diretamente pela ação do SOS Desaparecidos. “Por nossa experiência podemos afirmar que de 85% a 90% das pessoas retornam ao lar, já que na maioria dos casos ocorre a fuga. Porém, cerca de 300 pessoas ao ano desaparecem definitivamente no estado, o que é grave”, afirmou o policial. Ele coordenou um estudo que apontou o registro de desaparecimento de 18.877 pessoas em Santa Catarina, de 2005 a 2011. Destes, 8.017 eram crianças ou adolescentes.

“Não podemos confirmar o índice de retorno porque não há registros oficias. Poucas famílias reportam a volta do desaparecido”, explicou Claudino. Há apenas duas delegacias especializadas em desaparecimento no país (em Minas Gerais e no Paraná). Porém, com a iniciativa da PM, há o projeto da instalação da primeira delegacia especializada no estado. “Devido ao resultado do nosso trabalho, estamos auxiliando em vários casos de outros estados e até internacionais”.

O que fazer no desaparecimento
Segundo o major da PM, há um mito entre a população que é preciso esperar certo número de horas para o registro do desaparecimento. “Isso não procede. O órgão público deve registrar imediatamente o desaparecimento de criança ou adolescente e iniciar o trabalho de busca o quanto antes, conforme determina a lei federal da busca imediata (Nº 11.259/2005)”, alerta.

Paralelo ao registro do desaparecimento, Claudino orienta o contato imediato com a PM que tem um procedimento padrão para este tipo de ocorrência. O familiar pode contatar o 190 ou o telefone de plantão (48) 9156-8264. Pode ainda fazer o registro no site da PM (www.pm.sc.gov.br/desaparecidos) ou na rede social do programa (facebook/sosdesaparecidospmsc). “O familiar não deve colocar o telefone pessoal nas redes sociais, e sim o da PM, para evitar trotes. Deve sempre ter uma foto recente, principalmente de crianças ou adolescentes, e avisar a rede de familiares e amigos no início das buscas”, orienta Claudino.

 

ASSUNTO: Carreteiro da PM

VEÍCULO: Portal da PMSC

Participe: Projeto ”Amor Sobre Rodas” realiza Carreteiro do Ataliba

A Capelania Militar, em parceria com a Associação Diácono Ademir de Abreu (Adapa), realiza um trabalho social junto às comunidades carentes e com moradores de rua da Grande Florianópolis, através do “Amor Sobre Rodas”.
Este projeto conta com um ônibus que se desloca para diversos locais disponibilizando atendimento médico, odontológico e corte de cabelo, realizando também a distribuição de roupas, calçados e materiais de higiene para pessoas da comunidade.

Diversas unidades da Polícia Militar participam das ações sociais realizadas, levando carinho e atenção, e aproximando a Corporação da sociedade.
Os militares e civis que participam do projeto são voluntários. Contudo, o “Amor Sobre Rodas” tem outros custos de manutenção, como equipamentos, deslocamentos , materiais médicos e odontológicos, entre outros.

Para auxiliar na continuidade da ação social, será realizado o Carreteiro do Ataliba, que será servido no próximo dia 15 de setembro às 20h30min, no pátio da Capelania Militar, no custo de R$ 12,00 com direito a refrigerante.
Os cartões (tickets) poderão ser adquiridos na Secretaria da Capelania ou nas celebrações das terças-feiras e aos domingos.
Dê a sua colaboração ao projeto, participando deste carreteiro. 
Maiores informações:
Capelania Militar
Avenida Madre Benvenuta, 265, Trindade, Florianópolis (Ao lado do Centro de ensino da Polícia Militar)
Telefone: (48) 3331-1958 , das 13h30min às 19h

 

ASSUNTO: Incêndio em Blumenau

VEÍCULO: Jornal de Santa Catarina

Loja de pneus pega fogo na Rua 2 de Setembro, em Blumenau

As causas do incêndio ainda são desconhecidas

Uma loja de pneus pegou fogo por volta das 18h45min desta quarta-feira na Rua 2 de Setembro, no número 548, na Itoupava Norte em Blumenau. O Corpo de Bombeiros fez o rescaldo com água de uma caminhão-pipa do Samae e outras cinco viaturas apoiaram na operação. Ninguém saiu ferido.
Jania Lueders, esposa do proprietário da loja, contou que uma vizinha dos fundos avisou do incêndio que estava pegando fogo na loja. Segundo Jania, as causas ainda são desconhecidas.
Terezinha Luders, que mora nos fundos da loja que fica na esquina da 2 de Setembro com a Rua Santa Quitéria,  conta que avistou as chamas já na altura do teto do imóvel, por volta das 18h45min. 
_ Foi um susto muito grande. Quando vi, o fogo já estava escapando pelos tijolos vazados da loja _ conta Terezinha. 
A faixa da Rua 2 de Setembro no sentido Centro/bairro chegou a ser interrompida para o combate às chamas e liberada depois de quase duas horas. A pista teve o tráfego desviado pela Guarda de Trânsito para facilitar o trabalho dos bombeiros.