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Clipping dos dias 08 a 10 de setembro

10.9.2012

 

CLIPPING

14 de março 2012

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Trânsito

                  

Quatro dias com 23 mortes nas estradas catarinenses

O feriado da Independência registrou pelo menos 23 mortes, sendo a metade de jovens de até 30 anos. No Vale, um casal atropelado está em estado grave. E a volta para casa foi marcada por um trânsito complicado.

Das 23 pessoas mortas em acidentes de trânsito no feriadão de 7 de setembro, 11 delas tinham no máximo 30 anos. Eram jovens, cheias de vida pela frente, mas tiveram o destino selado em mais um massacre nas rodovias e perímetros urbanos em Santa Catarina.

Marcelo Anderson Heinrich, 30 anos, de Joinville, e Tiago Pereira Filipe Giraldi, 19, que morava em Blumenau, foram duas vítimas de acidentes que ilustram o trágico perfil das mortes. Em depoimentos deixados por amigos na internet, ambos são lembrados como rapazes alegres, prestativos e inteligentes.

Nesse feriadão, a tristeza pela perda enlutou os parentes e amigos de Marcelo Heinrich, em Marechal Cândido Rondon, Paraná, de onde era natural. Também em Joinville, onde o violinista morava. Talentoso e apaixonado pela música, costumava se apresentar em cidades do Norte do Estado. Na madrugada do feriado, pilotava uma moto quando se envolveu em um acidente na SC-413, em Massaranduba, e morreu no local.

Tiago Giraldi era universitário em Blumenau, torcedor do Corinthians e gostava de viajar. Ele e a mãe, Zenir Pereira, 53 anos, morreram na BR-470, em Trombudo Central, na noite da véspera do feriado. Os dois viajavam de Blumenau para Concórdia, onde a família tem casa e morava. Estavam num Uno dirigido por Tiago, que se envolveu em um acidente com um caminhão e outro automóvel. Ontem, um pai e dois filhos morreram na BR-153, em Concórdia. Os filhos tinham nove e sete anos e também não resistiram a uma colisão do carro em que viajavam contra um caminhão.

O saldo de mortes foi maior que o registrado no último feriadão, de Corpus-Christi, em junho, quando 18 pessoas morreram no trânsito catarinense. Apenas nas rodovias catarinenses foram 15 vidas perdidas desde quinta-feira, quando começou a operação da PRF.

– Infelizmente, a quantidade pode ser ainda maior, pois contabilizamos apenas as mortes no local do acidente, sem contar os feridos que perdem a vida depois – lembrou o inspetor Luiz Graziano, chefe de comunicação da PRF em SC.

As colisões frontais e os atropelamentos chamaram a atenção do inspetor nesse feriadão. Na sua avaliação, o índice expressivo de vítimas fatais revela uma combinação:

– Há muitos veículos rodando e muita imprudência.

 

Casal atropelado no Vale

As caminhadas pelo Bairro Vila Nova aos fins de semana servem para Ângela Valentini, 33 anos, repor os dias que ela deixa de ir à academia durante a semana. Sábado, ao chegar em casa após o trabalho, ela saiu do apartamento onde mora, na Rua Nilo Peçanha, acompanhada do marido, Cleber Palma, 36, para se exercitar. Mas em vez de voltar para casa ao final da caminhada, o casal foi parar no Hospital Santa Isabel, em estado grave.

Quando passavam pela Rua Theodoro Holtrup, por volta das 18h40min, eles foram surpreendidos por uma Parati vermelha. O carro invadiu a calçada, atropelando-os. Com o impacto, o casal foi arremessado para dentro do Restaurante Saint Peter.

O motorista Ivanilson Zunino, 43 anos, fez o teste do bafômetro, que acusou, 15,2 decigramas de álcool por litro de sangue, conforme a Guarda de Trânsito. O limite tolerável é de 6 decigramas de álcool por litro de sangue. Ele foi preso e levado à Central de Polícia, onde pagou fiança e foi liberado.

Ângela, com hemorragia interna e um corte na cabeça, e Cleber, com lesões no pulmão e nas pernas, passaram por cirurgias. Até ontem à noite, ela continuava internada na UTI, respirando com a ajuda de aparelhos. Cleber, que é médico otorrinolaringologista, foi transferido para o Hospital Santa Catarina, e encaminhado à UTI.

– A gente espera e vamos buscar de todos os jeitos que a lei seja cumprida. Quero que ele responda pelo erro que cometeu – afirmou o pai de Ângela, Alírio Valentini.

Os proprietários do restaurante, que foi invadido pelo carro que atingiu o casal, foram chamados às pressas na noite de sábado. Uma das sócias, Anita Batista da Silva estava em Treze Tílias e voltou a Blumenau. Para a empresária, a Rua Theodoro Holtrup, onde fica o estabelecimento, precisa de uma lombada. Ela conta que os clientes que ficam na fila quase já foram surpreendidas por outros acidentes no local.

 

Foi preciso ter paciência

Na BR-101 Sul, foram 25 quilômetros de congestionamento na região de Laguna até as 20h deste domingo. As 21h, a fila diminuiu para 16 quilômetros. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal de Tubarão, o trecho de lentidão se concentrava entre os quillômetros 293 e 318 da rodovia.

Nas rodovias estaduais da Ilha de Santa Catarina, que levam às praias, o trânsito foi intenso mas não foi registrado congestionamento.

 

Volta mais cedo para casa

No sentido Norte da BR-101, o trânsito era intenso, mas sem congestionamentos, na noite de domingo. À tarde, no trecho de Balneário Camboriú (foto) o fluxo estava mais intenso com a volta mais cedo para casa. Quem viajou para a Serra Catarinense não enfrentou tanto congestionamento. Apesar do fluxo intenso de automóveis em ambos os sentidos, o trânsito fluiu normalmente durante todo o dia, segundo a PRF.

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Roubo de chocolate leva a armas e à prisão de seis

 

 

Roubo de chocolate leva a armas e à prisão de seis

Bando usa automóvel registrado em nome de um dos ladrões para assaltar padaria e se torna presa fácil para os policiais

O roubo em uma panificadora em Joinville, ontem, terminou com a apreensão de quatro armas e a prisão de seis pessoas, graças a um deslize cometido pelos ladrões e que permitiu que a polícia chegasse até eles.

Aparentemente, o grupo formado por três adultos e três adolescentes esqueceu de planejar um detalhe durante a ação: o carro que utilizariam para a fuga. Usaram o automóvel de um dos integrantes do bando, sem imaginar que isso faria com que fossem identificados.

Uma das testemunhas que estavam na panificadora no momento do roubo conseguiu ver o modelo do carro, um Clio branco, e avisou a polícia.

Em seguida, uma viatura avistou o veículo em alta velocidade e conseguiu anotar a placa. Assim, por meio da documentação do carro, a polícia pôde chegar até o nome e o endereço do proprietário.

Na abordagem à residência,os policiais encontraram três adolescentes e dois adultos que participaram do roubo, reconhecidos pelo dono da panificadora.

O dono da casa onde todos estavam não participou diretamente da ação, mas tinha uma espingarda calibre 12 escondida no quarto dele e, por isso, foi preso por de porte ilegal de arma.

 

Polícia recupera o dinheiro e as guloseimas

Além da espingarda, foram apreendidos mais três revólveres usados durante o roubo. Os R$ 150 e seis barras de chocolate levados da padaria também estavam no local com os suspeitos.

Apenas dois dos adolescentes assumiram o roubo e o porte das armas. Eles alegaram que compraram o armamento para defesa porque estariam sofrendo ameaças. Um deles, inclusive, foi vítima de tentativa de homicídio neste ano.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Congestionamento contribui em prisão

 

 

Congestionamento contribui em prisão

A Polícia Militar prendeu cinco jovens durante uma fuga atrapalhada na domingo. Depois de roubarem uma loja no Centro de Itapema, os ladrões – dentre eles dois adolescentes – fugiram de carro pela BR-101 e foram surpreendidos por um congestionamento. Sem saída, o grupo acabou detido. Até então, nenhum deles tinha passagem pela polícia.

O caso ocorreu por volta das 11h30min em uma loja de surfe. Segundo a Polícia Civil, os rapazes entraram e começaram a olhar as mercadorias. Em seguida, armados, eles renderam funcionários e cinco clientes que estavam no local. Todos foram trancados no provador. Na fuga pela BR-101 congestionada, eles foram localizados pela Polícia Militar.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Lições deixadas pela enchente do Itajaí-Açu

 

 

Lições deixadas pela enchente do Itajaí-Açu

Moradores e empresas atingidos pela cheia de setembro de 2011 buscam prevenir novas ocorrências

A cheia de setembro de 2011 em Rio do Sul acelerou a separação eterna entre dona Alma Pereira, o marido e o filho mais velho. O pai morreu de infarto uma semana depois da água do Rio Itajaí chegar ao teto e arrastar metade da casinha de madeira onde o casal morou por 38 anos. O filho sofria de câncer e não resistiu aos meses seguintes. Mas a fúria das águas deixou uma lição para os Pereira.

Cravado no final do Bairro Barragem, o lote 2.573 da Estrada da Madeira refugia três casas dos demais integrantes da família, uma delas em construção, no lugar da que foi arrastada pela enchente. Sobre 12 colunas de cimento, a filha Alvacir e o genro Ademar elevaram a nova residência de madeira. Com a soma das economias, a diarista e o pedreiro conseguiram recompor o lar, que precisa somente das instalações elétricas e de água. O casal é um dos exemplos espalhados pelo Vale do Itajaí de gente que eleva a casa para elevar a esperança de se livrar de uma nova enchente.

Temeroso em ser vítima de uma nova cheia, Carlos Antônio Pereira também decidiu agir rápido. Levantou paredes de concreto aos fundos do terreno 1.466 da Rua 1o de Janeiro, a primeira a alagar em Blumenau. Carlos já sofrera quatro cheias desde 1994, quando se mudou com a mulher e os dois filhos para a casinha de madeira branca.

A nova edificação ainda estava na metade, em 8 de setembro do ano passado, quando foi tomada até o teto pela enchente do Rio Itajaí-Açu, que alcançou 12,8 metros no Centro. Hoje, a nova moradia abriga a família com segurança, embora não esteja totalmente livre das cheias: a 1o de Janeiro teve a cota de enchente rebaixada de oito metros para sete, em revisão feita neste ano.

– O lugar é bom de morar. Não que a gente não queira sair daqui, mas quem vai querer comprar sabendo que alaga? Não temos como ir para outro lugar, então o melhor é se proteger – conforma-se Carlos.

 

Empresa cria plano de contingência

As cicatrizes das cheias de setembro de 2011 deixaram aprendizado também às empresas do Vale do Itajaí. Para a metalúrgica Riosulense, instalada no alto do Bairro Barra Trombudo, a catástrofe foi a consolidação do plano de contingência formulado pela empresa desde 2006. Eles criaram um comitê formado por oito pessoas e 80 brigadistas para agir em caso de catástrofe.

A equipe libera funcionários cujas casas estejam em risco de alagar, programa a interrupção da produção, monitora o nível de chuva e dos rios e garante transporte seguro para os 1,1 mil colaboradores. O processo é orquestrado por uma normativa seguida pela equipe, inclusive para programar o desligamento dos fornos, coração da metalúrgica, e a entrega de mercadorias.

 

Percepção maior sobre os riscos

A destruição deixada pelas águas serviu para despertar a população do Vale do Itajaí para os fenômenos naturais em torno da Bacia do Rio Itajaí-Açu. As reações de moradores e empresas para evitar o risco no futuro demonstram que a população da região está mais atenta aos fenômenos climáticos.

– Com as pequenas ações de prevenção que estão tomando, entende-se que hoje a população tem percepção de risco bem maior do que tinha anos atrás – aponta o diretor de Fiscalização da Defesa Civil de Blumenau, Jorge Luiz Heckert.

O coordenador regional de Defesa Civil de Rio do Sul, James Rides da Silva, percebe o aumento do interesse da população em se prevenir para a possibilidade de catástrofes:

– Houve a mudança de paradigmas. As pessoas estão mais atentas aos meios de comunicação e às condições do clima. Há uma procura maior para saber como estão os alertas da Defesa Civil – afirma.

 

Revisão das cotas e do Plano Diretor

O poder público também colhe aprendizados que partiram de observações da população. Moradores das ruas mais baixas de Blumenau, como Carlos Pereira, da Rua 1o de Janeiro, despertaram para o fato corriqueiro a cada chuva forte: a enchente estava chegando mais cedo.

A comoção e a desconfiança provocaram a revisão das cotas de enchente em 4 mil ruas da cidade. O estudo foi elaborado pelos técnicos do Centro de Operação do Sistema de Alerta da Furb, a pedido da prefeitura, e finalizado em julho.

O coordenador do programa, Ademar Cordero, explica que até o final de setembro será entregue também a Carta Enchente – espécie de mapa de alagamento da cidade – e um documento com rotas de fuga, que apontará locais seguros da cidade em períodos de cheia.

 

Novas réguas de referência

Durante o estudo, foi detectada a incompatibilidade de medições entre as regiões Norte e Sul de Blumenau. Enquanto o pico da cheia alcançou 12,8 metros no Centro, na região das Itoupavas foi de 13,8 metros. Novas réguas foram instaladas nas pontes de Ferro e da Rua Santa Catarina. A primeira será a referência para o alerta no Centro e região Sul, e a segunda, para o Norte.

Em Rio do Sul, a prefeitura decidiu rever o Plano Diretor para impedir novas construções nas áreas de risco geológico e de alagamentos e dar incentivos fiscais a quem elevar sua casa em regiões alagadiças.

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assunto: Insegurança no Bairro Jardim Atlântico

                 Caixas eletrônicos

 

ALÔ, PM!

Leitor pergunta até quando vai a onda de assaltos e arrombamentos no Bairro Jardim Atlântico, no Continente. Nem policial que mora na região sabe mais como agir diante das queixas rotineiras da população local. Há quem diga que o poder público poderia fazer a sua parte melhorando, ao menos, a iluminação das ruas.

 

PRENDE E SOLTA

Os números da SSP sobre os ataques a caixas eletrônicos confirmam dois aspectos: o primeiro é de que as polícias realmente estão trabalhando. Só este ano, até agosto, foram 80 prisões. A outra é a necessidade urgente de revisão do Código Penal. Destes criminosos, 49 já ganharam as ruas novamente, beneficiados por alguma decisão judicial.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Suspeito de golpe é preso

 

 

Suspeito de golpe é preso

Policiais da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) prenderam em São Paulo, nesta semana, um homem suspeito de dar um golpe de pelo menos R$ 5 milhões em empresários de SC.

A polícia afirma que até agora são sete as vítimas identificadas no interior do Estado que dizem ter sido lesadas pelo advogado Amauri Jacintho Baragatti. Ele está detido no auditório da Deic, na Capital, com prisão decretada pela Justiça catarinense. O diretor da Deic, Akira Sato, coordenou a equipe que prendeu Baragatti.

Segundo a delegada Ana Cláudia Pires, do grupo de diligências especiais da Deic, o golpe chegaria a R$ 5 milhões, valor que ainda pode aumentar, pois a investigação continua no final de semana.

Fontes na Deic dizem que os golpes envolveriam financiamentos no BNDES, o que não foi confirmado pelos delegados Akira e Ana Cláudia, somente por outro delegado da Deic, que preferiu não se identificar porque o diretor centraliza as informações.

– A suspeita que está sendo apurada é de fraudes contra várias empresas do interior de SC, e envolve empréstimos com o BNDES. O cara era filiado a partido político grande, cônsul e tem até helicóptero.

O DC apurou que o criminalista Cláudio Gastão da Rosa Filho seria o advogado de Baragatti, mas ele não foi encontrado para confirmar a informação ou comentar a prisão.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Rebelião no PAI

 

Rebelião no PAI da Capital

Treze adolescentes apreendidos no Plantão de Atendimento Inicial (PAI), na Capital, se rebelaram na tarde de ontem. As oito celas masculinas foram quebradas, e um agente ficou ferido.

O tumulto começou às 13h30min. Segundo um agente, que não quis identificar-se, os internos estão descontentes com o tratamento no local, onde só poderiam ficar por até 45 dias. A norma, segundo o servidor, não está sendo seguida.

– Tem condenados, suspeitos de homicídios, traficantes, que deveriam estar em outros centros de triagem.

Os rebelados estavam divididos em celas duplas com banheiro. Segundo o agente, eles começaram a chutar as paredes, quebrando os tijolos. Um agente aproximou-se das celas e foi atingido por um tijolo no joelho.

– Nestas situações, não temos autorização para usar arma ou contenção, somente um par de algemas e conversa. Aí dá nisso – conta o agente.

Os internos foram para celas femininas vazias até a Secretaria de Justiça e Cidadania decidir como resolverá a situação. Uma sindicância vai apurar o tumulto.

____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Hélio Costa

Assunto: Coronel PM Fernando

 

Oficial apontado no inquérito dos ferrosos é nome forte para assumir a PM

Se não foi o coronel PM Fernando quem autorizou a retirar o mateiral do depósito da SSP e levá-lo para o ferro-velho, quem foi então?

Inquérito dos Ferrosos

Estava pensando cá com meus botões: como vai ficar o rumoroso caso de desvio de peças do depósito da Secretaria de Segurança Pública que ficou conhecido como o “Inquérito dos Ferrosos”. O material foi retirado, irregularmente, do depósito e vendido num ferro-velho de Joinville. Um dos oficiais citados foi o secretário adjunto da SSP, coronel Fernando Menezes, que o conheço desde a época quando ele era tenente. Um homem correto de conduta ilibada. Se não foi o coronel quem autorizou a levar o material para o ferro-velho, quem foi então? Porque o proprietário disse que recebeu de alguém. O inquérito nem chegou a se transformar em processo, foi trancado  a pedido do Ministério Público.  E agora como é que vai ficar a investigação?  O homem que foi apontado como um dos responsáveis, cuja acusação não foi aceita pelo Ministério Público, é um nome forte para assumir o segundo tempo do comando-geral da Polícia Militar, no governo Raimundo Colombo.