Área do associado

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Clipping do dia 30 de novembro

30.11.2012

 

Clipping do dia 30 de novembro

 

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assuntos:  Secretários de Estado de Segurança Pública

                    Comprimidos de ecstasy apreendidos

                    Complexo prisional em Imaruí

 

OPERAÇÃO DE GUERRA

As forças policiais montaram uma operação de guerra para garantir a tranquilidade dos 27 secretários de Estado de Segurança Pública, reunidos ontem, no Majestic. Helicóptero, Bope, cavalaria e todo o setor de inteligência foram mobilizados. Tudo para evitar qualquer chance de ser surpreendido por ataque das facções.

 

TEMPORADA À VISTA

Em apenas duas operações, a polícia apreendeu ontem mais de 8 mil comprimidos de ecstasy, uma na divisa com o Paraná e outra em Joinville. Se levarmos em conta que a média histórica de flagrantes é de apenas 10%, imagina só o que anda passando de “balinha” por SC.

 

BATE NA MADEIRA

Secretaria de Administração envia nota oficial em que garante ter cumprido rigorosos critérios técnicos para investir R$ 1,75 milhão na desapropriação dos 70 hectares em que será construído o complexo prisional em Imaruí. Diz que pagou R$ 1,1 milhão pelo terreno, R$ 412 mil pela edificação e… R$ 198 mil pelos eucaliptos plantados no local. Não se questiona a legalidade, mas desembolsar dinheiro público por 18 mil pés da árvore é que são elas. A intenção, acredite, é leiloar a madeira depois.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Cacau Menezes

Assunto: Vagas para presos

 

Angústia

Num pronunciamento na Câmara, o deputado federal Ronaldo Benedet (PMDB-SC) disse que na sua gestão como secretário de Segurança mais do que dobrou o número de vagas para presos em Santa Catarina. “E quanto mais vaga, mais gente é presa; e quanto mais gente é presa, mais crime”, afirmou o congressista, que diz só acreditar na prevenção ao crime pela educação. Para ele, faltam valores de convivência humana, de respeito à vida e o povo precisa receber disciplina pessoal.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Secretários de Segurança

                 

Desabafo abre encontro

Na abertura do encontro nacional de dirigentes da segurança, na noite desta quinta-feira, na Assembleia Legislativa, em Florianópolis, o secretário da Segurança Pública, César Grubba, taxou como covardes os ataques a unidades policiais e a ônibus registrados no Estado há duas semanas.

Ele definiu as facções criminosas como misto de verdades e mentiras, de glamour e sensacionalismo.

– Foi um ano difícil para todos. Em SP, os assassinatos de PMs, e em SC, fomos surpreendidos por ataques covardes que deixaram perplexa a população – lamentou Grubba.

O secretário discursou aos 27 representantes dos estados brasileiros, entre secretários da segurança, delegados-chefes da Polícia Civil e comandantes-gerais da Polícia Militar e Bombeiros. Eles participam da reunião nacional dos conselhos das respectivas categorias.

Grubba também criticou a falta de políticas públicas, lembrou o problema das drogas, da urbanização caótica, da corrupção e da falta de valores éticos. Ele sugeriu a criação de uma agenda nacional para a segurança pública para debater a conjuntura.

Ao final da solenidade, houve um minuto de silêncio em homenagem aos 95 policiais militares – 76 da ativa e 19 da reserva – mortos este ano no Estado de São Paulo.

Também discursaram na abertura o presidente do Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), Wantuir Francisco Brasil Jacini; o presidente do Conselho Nacional de comandantes-gerais de Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar (CNCG) e comandante-geral da PM de SC, coronel Nazareno Marcineiro; e o presidente do Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil (CONCPC), delegado Ranolfo Vieira Júnior, chefe da Polícia Civil do Rio Grande do Sul.

Hoje, o encontro prosseguirá com discussões e reuniões internas entre os integrantes no Hotel Majestic. Estará presente a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki. Vão ser discutidos temas como a integração de banco de dados das polícias, crime organizado, roubos a agências bancárias e violência no trânsito.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Detento do Sul pede proteção para o PGC

 

 

Detento do Sul pede proteção para o PGC

Em carta, assassino confesso de florista de Criciúma diz estar ameaçado

Em Criciúma, um detento do Presídio Santa Augusta escreveu uma carta ao Primeiro Grupo Catarinense (PGC) pedindo proteção. O crime que cometeu fere a “ética” dos criminosos e, por isso, estaria sendo ameaçado.

Ele foi preso por matar Iva Justino Marcolino, 71 anos, em setembro. Além de ser idosa, a vítima – dona de uma floricultura – ajudava o assassino confesso, que morava na rua. Por isso a indignação, inclusive, dos criminosos.

A carta foi encontrada na cela de Lucas Torres, 33 anos, durante um procedimento de revista, no último dia 26. Nas quatro páginas escritas, Torres envia “saudações criminosas” aos “manos do convívio”. Essas expressões foram determinantes para identificar que se trata de uma carta à facção criminosa.

– Os membros dessa facção têm um linguajar muito próprio. Essas são algumas dessas expressões que identificamos. Não há dúvida de que a carta era para alguém do PGC – explicou a juíza da 2a Vara Criminal, Débora Driwin Rieger Zanini.

 

Preso tenta alegar insanidade

Segundo a juíza, esta carta comprova a existência dessa facção e a força que ela tem entre os presos.

– A atitude dele foi desesperada ao pedir ajuda, mas a gente percebe também uma ousadia na intenção de participar da facção – disse a juíza Débora Zanini.

Em um dos trechos da carta, Torres diz que queria muito ter a oportunidade de respirar o mesmo ar que os membros do PGC.

A defesa de Torres tentou alegar insanidade, e um exame foi solicitado para que isso fosse comprovado. Porém, diante da carta elaborada pelo detento, a juíza entendeu que ele é ciente dos seus atos. Qualquer outra análise só ocorrerá se houver recurso do preso. Torres permanece no presídio ocupando uma cela na galeria E.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Penitenciária em Imaruí

 

MP contesta valor de área

Quando o governo do Estado comprou o terreno para a construção da penitenciária em Imaruí, no Sul de SC, pagou R$ 1,7 milhão por 69 hectares, sendo R$ 198 mil gastos em 18 mil pés de eucaliptos, que serão leiloados futuramente. Ao analisar a aquisição, o Ministério Público encontrou indícios de superfaturamento na compra e acena com ação para embargo do investimento.

O inquérito civil público – instaurado em fevereiro pela Promotoria de Imaruí, com base em representações de entidades e cidadãos do município e abaixo-assinado com mais de mil assinaturas – pode tornar-se ação contra o Estado.

A investigação começou com suspeitas de impedimento ambiental. Mas, no decorrer da análise, o MP descobriu indícios de superfaturamento. Conforme resultado da perícia determinada pelo MP, o valor do imóvel seria de R$ 1.369.329,33.

– É um indício de superfaturamento, baseado em avaliação técnica, da ordem de mais de R$ 300 mil – observou a titular da Promotoria de Imaruí, Rejane Beilner.

O diretor de gestão patrimonial da Secretária de Estado da Administração, Pedro Roberto Abel, negou o superfaturamento e informou que o valor foi avaliado por engenheiros da diretoria com critérios de mercado. A explicação do governo é que dos quase R$ 1,75 milhão, R$ 198.588 correspondem a 18 mil pés de eucalipto, que ocupam 30 hectares, praticamente a metade do terreno. Um leilão futuro venderá os eucaliptos.

 

O governo pagou por outro valor agregado ao terreno. Do total que custou a área, R$ 412 mil correspondem a galpões, que deverão servir como base para os operários da obra ou para os presos trabalharem.

Conforme o diretor, os dois blocos de 17 mil metros quadrados e capacidade para 1,2 mil presos ocupam área inferior ao terreno por dois motivos: questão de segurança e futura construção de unidades de trabalho e cultivo de hortas para os detentos.

– Compramos o terreno por falta de opções e parceria com o prefeito. Foi um longo trabalho de buscas.

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Hélio Costa

Assunto: SSP diz que não há desvio de função

 

SSP diz que não há desvio de função

Secretário Grubba explica que todos os servidores do cargo de técnico em atividades administrativas exercem atribuições previstas em lei

Contraponto

A Secretaria da Segurança Pública contestou a nota publicada na edição de 27/11 sobre o “Desvio de função”, na qual relata que alguns candidatos aprovados em concurso público no Detran foram nomeados na SSP, onde a jornada de trabalho é mais curta. Segundo a secretaria, o concurso destinava-se ao preenchimento de 55 vagas no cargo de técnico em atividades administrativas da SSP. Após o preenchimento das vagas indicadas, os demais candidatos aprovados poderiam ser nomeados para o preenchimento das vagas que viessem a surgir no âmbito da SSP. Foram chamados 13 candidatos, obedecendo-se rigorosamente a ordem de classificação. O secretário da SSP, Cesar Grubba, ressalta que não existe desvio de função, pois todos os servidores do cargo de técnico em atividades administrativas, que estão na SSP, exercem as atribuições previstas na Lei Complementar nº 81/1993 para seus cargos. Por fim, ele garante que não há ilegalidade, desvio de função, “apadrinhamento político” ou “manobra política”.

 

 

 

BLOGS

 

Moacir Pereira

 

 

Saúde, educação e segurança: Sinte emite nota

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação-Sinte, emitiu a seguinte nota sobre a situação no Estado nas áreas de saúde, educaç”~ao e segurança:

“No Diário Catarinense de hoje, 28/11, matérias das páginas 21, 23 e nota na Coluna de Moacir Pereira na página 10, evidencia o que os trabalhadores da educação e saúde já vêm denunciando e avisando há anos. A precarização destes setores é algo visível para todos/as especialmente para quem depende deles. O governo, no entanto continua irredutível em sua postura em não negociar com os/as servidores/as parados/as.

Esta atitude antidemocrática e maquiavélica do governo certamente se deve a estratégia de deixar o serviço público em ruínas, penalizando os setores mais sensíveis da população que não tem alternativa para si e seus familiares a não ser o uso dos mesmos, e ao não receberem o atendimento, embora de forma precária, sentem-se ainda mais fragilizados/as e desamparados culpando os/as trabalhadores/as em greve pelo caos estabelecido.

Em sua coluna Moacir Pereira, afirma que a situação dos hospitais estaduais de Florianópolis era delicada e grave antes da greve, e se tornou dramática com a paralisação. Disse ainda que a greve revelou e aprofundou o caos. Já na página 21, a reportagem da Jornalista Júlia Antunes sobre o desmoronamento da EEB Vicente Silveira, na Palhoça, revela que existem ainda muitos outros graves problemas nesta Escola, e que mesmo assim, os recursos para a realização de uma grande reforma, que é urgente, ainda não estão garantidos. Esse caso faz parte de muitos outros já denunciados pelo SINTE/SC. São tragédias anunciadas, mas ignoradas pelo Estado.

Na página 23, matéria de Roberta Kremer, uma vistoria feita por uma comitiva de parlamentares ao Hospital Infantil Joana de Gusmão e Hospital Celso Ramos, apontou a falta de servidores para atender a demanda da saúde nestes locais. Um problema bem anterior à greve. Mas que novidade! Ninguém tinha conhecimento disto mesmo com as seguidas denuncias feitas pelos/as servidores da rede pública da saúde em todo o estado… Na verdade, em meio ao precário atendimento, a culpa acaba caindo nos ombros dos que labutam nestes espaços em seu dia a dia e que precisam trabalhar em dobro para cobrir a falta de pessoal nos hospitais e escolas, e garantir um salário minimamente razoável. O Deputado Volnei Morastoni, afirmou que a visita propiciou a oportunidade de mostrar a realidade dos hospitais, e que a greve só desnuda a realidade já existente, e que os problemas da saúde vem de longa data com leitos fechados reformas intermináveis e remendos por todo lado.

Como podemos perceber, é preciso que movimentos grevistas se levantem para que a situação seja exposta ao extremo, é preciso que a população sofra, para que o Governo e a grande imprensa prestem atenção ao caos na saúde. É preciso que o terror se instale nas cidades de Santa Catarina para que reconheçam os problemas da segurança pública. É preciso que escolas desabem para que o governo reconheça que os problemas existem. Se o pior acontecer e alguém morrer em qualquer um dos cenários aqui expostos, quem será o responsável? O governo omisso ou os/as trabalhadores exaustos e obrigados a deflagrar uma greve para expor a situação?

O SINTE/SC, não foge e nunca fugirá de sua responsabilidade de denunciar à sociedade todos os problemas existentes no setor público e não foge e não fugirá de sua responsabilidade de defender os direitos de todos/as os/as trabalhadores sejam eles quais forem. Nossa tarefa não é e nunca foi apenas salarial, ela é bem mais ampla e complexa e talvez de difícil entendimento para alguns neófitos no assunto, que não entendem o que é a luta dos/as trabalhadores/as em seu dia a dia. Assim como fomos a uma greve pelo pagamento do reajuste do Piso na Carreira, pela descompactação da tabela salarial, por melhores condições de trabalho nas escolas, a batalha do SINDSAÚDE também é nossa, pois é justa, e nós a apoiamos incondicionalmente.”

 

Milton Hobus assumirá Secretaria da Defesa Civil de SC

Ex-senador Geraldo Alfhoff (PSB) vai deixar a Secretaria da Defesa Civil do governo do Estado. Será sucedido pelo prefeito de Rio do Sul, Milton Hobus (PSD), que deixa o cargo dia 31 de janeiro. Althoff vai ocupar a Secretaria de Assuntos Estratégicos, no lugar de Paulo Cesar da Costa (PSDB), o Costinha. Este vai continuar na presidência da SC-Par, que se fundirá com empresas que serão incorporadas na reforma administrativa.

 

ACONTECEU NA ALESC

 

 

SC sedia encontro nacional de autoridades da segurança pública

Representantes da segurança pública de 23 estados se reúnem nesta sexta-feira (30) em Florianópolis para trocar experiências no setor, durante a 47ª reunião do Colégio Nacional de Secretários de Estado da Segurança Pública (Consesp). Na noite desta quinta-feira (29), o encontro foi oficialmente aberto, em cerimônia no Auditório Deputada Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa.
Além do Consesp, que trouxe a Santa Catarina 19 secretários de Segurança Pública, dois secretários-adjuntos e dois representantes, estarão reunidos o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais de Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar (CNCG), com 43 representantes, e o Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil (CONCPC), com 18 delegados-gerais de Polícia e dois representantes.
Assuntos como a integração do banco de dados das polícias, a modernização tecnológica, a radiocomunicação digital, o policiamento nas fronteiras, o combate ao crime organizado e a reforma penal estarão em discussão nas câmaras temáticas criadas pelo conselho. A violência no trânsito e os recentes ataques registrados em Santa Catarina e São Paulo também devem entrar na pauta da reunião.

Importância
O presidente do Consesp, Wantuir Brasil Jacini, que é secretário de Mato Grosso do Sul, afirmou que, além desses assuntos, a reunião deve dar espaço à discussão sobre a freqüência de rádio utilizada pelas polícias dos estados.
“O crime não tem fronteiras, não tem limites. É preciso que as instituições estejam interligadas, trocando informações permanentemente para fazer um enfrentamento conjunto desses crimes”, afirmou.
Para o secretário de Segurança Pública de Santa Catarina, Cesar Augusto Grubba, a realização da reunião em Florianópolis é importante e significativa para o estado. “Vamos tratar de questões que são coincidentes nos estados, até porque sabemos que os criminosos migram de um local para outro”, afirmou.
O comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Nazareno Marcineiro, que é presidente da CNCG, classificou a realização do encontro em Florianópolis como um momento ímpar para a história de Santa Catarina. “Vamos desenvolver trabalhos que possam melhorar a segurança pública e, consequentemente, proteger o patrimônio das pessoas”. (Marcelo Espinoza)