Área do associado

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Clipping do dia 10 de outubro

10.10.2012

 

Clipping do dia 10 de outubro

 

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assunto: Penitenciária

 

PLEBISCITO PENITENCIÁRIO

O prefeito eleito de Imaruí, Manoel Viana de Sousa (PT), na foto abaixo, veio a Florianópolis ontem protocolar no Centro Administrativo documento em que afirma categoricamente ser contrário à instalação da penitenciária no município do Sul do Estado. Estava acompanhado da vice Elia Vieira Roussenq.

Manoel diz que esta decisão é baseada na mensagem das urnas, já que todo o debate eleitoral foi pautado entre quem era a favor à penitenciária na cidade, como o atual prefeito Amarildo Matos de Souza, e a oposição, liderada pela coligação do prefeito eleito, que recebeu 57% dos votos, 4.874.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Gerais

 

A morte trágica de Artur, nove anos

Garoto brincava de esconde-esconde embaixo da roda de ônibus escolar

Até a próxima terça-feira todos os alunos da Escola Lydio de Brida, em Urussanga, no Sul do Estado, ficarão sem aulas. O motivo é o luto pela morte do aluno Artur Vitoretti, nove anos, esmagado durante a manobra de marcha à ré do próprio ônibus em que embarcaria em frente à escola, fato testemunhado por mais de 40 crianças.

Estudante do segundo ano do ensino fundamental, Artur teve aula de manhã, almoçou em casa e voltou à escola para pegar o ônibus que o levaria até o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti). O veículo de uma empresa particular contratada pela prefeitura para o transporte já estava com cerca de 40 crianças de outras escolas e receberia sete do Lydio de Brida, entre elas Artur.

A Polícia Civil abriu um inquérito para apurar as circunstâncias do acidente. Alunos dizem que Artur estaria brincando de esconde-esconde com os amigos e teria se abaixado atrás de uma das rodas traseiras do ônibus assim que o veículo estacionou.

Quando o motorista Orlando Jaques foi iniciar a manobra para alinhar o veículo novamente de frente para a estrada e, com isso, facilitar a saída, o garoto teve a cabeça parcialmente atingida pelas rodas do lado direito e morreu na hora.

 

“Não tinha como ver o menino. Foi uma fatalidade”

Motorista do ônibus

Ainda muito abalado pelo acidente que tirou a vida de Artur Vitoretti, o motorista do ônibus explicou a manobra que fez e garantiu que sempre foi muito cuidadoso em seus 38 anos e sete meses na profissão.

 

Diário Catarinense – Como aconteceu o acidente?

Orlando Jaques – Fiz o que faço todos os dias, há um ano e meio: parei o ônibus em frente à escola e depois fui manobrá-lo para ficar de frente para a saída. Quando o ônibus andou menos de um metro senti aquele peso na embreagem e ouvi as crianças gritando que o Artur estava debaixo da roda. Parei imediatamente e, ao descer, vi aquela cena horrível.

 

DC – Como o senhor se sentiu com tudo isso?

Jaques – Fiquei desesperado como estou até agora, mas muita gente viu tudo, não tive culpa, não tinha como ver o menino. Eu percebi que algumas crianças da rua tinham trocado de lado para embarcar depois da manobra, mas jamais iria imaginar que um deles ficaria atrás da roda. Foi uma fatalidade.

 

DC – O senhor já tinha se envolvido em algum acidente antes?

Jaques – Eu tenho essa profissão há 38 anos e sete meses e jamais tirei a vida de alguém no trânsito. Hoje, infelizmente, uma criança acabou morrendo.

 

DC – O senhor sempre foi motorista de ônibus?

Jaques – Estou no transporte escolar há um ano e meio. Antes, trabalhava com caminhão. Sempre fui muito cuidadoso. Aqui em Urussanga há uma estrada com um aviário ao lado, e muitas vezes parei o ônibus para que algumas galinhas que ficam soltas atravessassem a pista.

 

DC – Acha que vai voltar a trabalhar normalmente quando?

Jaques – Não sei. Amanhã mesmo (hoje) tenho que ir a um médico, pois ainda estou muito nervoso. Não tenho como trabalhar um dia depois de ter acontecido isso.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Reportagem Especial

Assunto: José Dirceu

 

O fim do homem forte

Considerado o “pai do mensalão”, José Dirceu foi condenado ontem pelo Supremo Tribunal Federal

Responsável pelas articulações políticas que levaram o PT ao Palácio do Planalto, ministro-chefe da Casa Civil nos primórdios do governo Lula, o mineiro que sonhava ser presidente da República foi condenando, ontem, pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A mais alta Corte do país reconheceu o ex-líder estudantil, deputado federal e ministro José Dirceu como pai do mensalão. Condenou o petista pelo crime de corrupção ativa, ao lado do ex-presidente do partido José Genoino e do ex-tesoureiro Delúbio Soares, integrantes do núcleo político do esquema de compra de deputados federais executado entre 2003 e 2004.

 

O STF deu o mesmo destino do trio petista para o empresário Marcos Valério, seus sócios Cristiano Paz e Ramon Hollerbach, sua funcionária Simone Vasconcelos e seu advogado Rogério Tolentino. A gerente da agência SMPB, Geiza Dias, e o ex-ministro dos Transportes Anderson Adauto foram absolvidos.

Mesmo faltando os votos dos ministros Celso de Mello e Carlos Ayres Britto, que serão proferidos hoje, a Corte alcançou no começo da noite de ontem os seis votos necessários para a condenação matemática de José Dirceu, considerado o ministro todo poderoso nos primeiros anos da presidência de Luiz Inácio Lula da Silva.

A sessão começou com três votos pela punição e um pela absolvição do petista. Dias Toffoli proferiu a primeira decisão do dia. Surpreendeu ao condenar José Genoino, porém deu sobrevida a Dirceu, seu antigo chefe – o magistrado chegou a ter a presença no julgamento questionada por ter sido advogado-geral da União no governo Lula e ter assessorado Dirceu. Justificou o voto apontando a fraqueza da denúncia, carregada de acusações “sem o mínimo lastro probatório”.

A posição de Toffoli acabou vencida. Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Marco Aurélio Mello confirmaram Dirceu como idealizador do esquema fraudulento. Teve a mão do ex-ministro a engenharia criada nos empréstimos fictícios concedidos pelo Banco Rural ao PT e às agências de Valério, manobra para lavar o dinheiro público desviado e entregue aos parlamentares que venderam seu apoio.

– Depois das tratativas, Genoino ou Delúbio logo entravam em contato com Dirceu – salientou Mendes.

Com a decisão, aos 66 anos Dirceu aguarda o desfecho do julgamento. Ainda responde a acusação por formação de quadrilha, mas já calcula as penas. Corre o risco de ser preso mais uma vez, a exemplo do que ocorrera em 1968. Mas, caso seja confirmada, a nova detenção trará um contexto diferente da anterior. Misto de líder estudantil e galã da esquerda, Dirceu foi preso durante o 30º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE). Era um herói da luta contra o regime militar, que o levou a buscar exílio em Cuba e a voltar de forma clandestina, pavimento da sua ascensão política.

De óculos e bigode, Dirceu se ocultou no interior do Paraná. Adotou o nome de Carlos Henrique, casou-se, mas só revelou a verdadeira identidade à mulher em 1979, com a anistia. Deixou a família, desfez a cirurgia plástica, para fundar o PT. Agora, condenado, aparece como mentor do escândalo que maculou a imagem do partido que ajudou a fundar e a levar ao poder. Triste epílogo para o estudante que sonhou presidir o Brasil

 

Ex-quase presidente

Não houvesse o episódio do mensalão, hoje a faixa de presidente da República poderia estar sobre o peito de José Dirceu. Entre dirigentes e parlamentares petistas, passando por egressos da sigla, essa é uma certeza avassaladora.

Motivos não faltam para sustentar a tese de que Dirceuteria concorrido à sucessão de Lula em 2010, e não a atual presidente Dilma Rousseff. Ele era o homem forte do PT. Presidente da sigla entre 1995 e 2002, norteava os petistas com pulso firme, exercia plenamente a sua influência, impunha respeito. Foi o responsável por flexibilizar as políticas e o discurso do PT – elementos fundamentais para a eleição de Lula em 2002 –, arregimentou o marqueteiro Duda Mendonça, costurou acordos. Convenceu setores reticentes da legenda a aceitarem a indicação de José Alencar como vice de Lula, fato que diminuiu a resistência do empresariado ao projeto petista.

Com a vitória nas urnas, Dirceu deixou a presidência do PT para assumir a Casa Civil. Era chamado de primeiro-ministro. A agenda dele era mais disputada do que a de Lula. O réu do mensalão era o responsável pela gestão interna. Centralizava o poder, articulava as políticas públicas e dominava os ministérios. Enquanto isso, Lula fazia a política externa, reforçava os laços com a sociedade, percorria o país. Porém, o poder de Dirceu jamais foi superior ao de Lula. Pelo contrário. A concentração de poder nas mãos de Dirceu era determinada por Lula, que tinha irrestrita confiança no fiel aliado. Juntos, com o controle do campo majoritário do PT, pavimentariam um terceiro mandato. E, desta vez, Dirceu seria o presidente.

– Era algo natural. Todos sabiam que o Dirceu seria o sucessor pelo poder que tinha – diz um assessor do Planalto.

Nos bastidores, correntes minoritárias acreditam que Lula poderia preterir Dirceu para apostar em um candidato alheio à disputa das correntes. Seria uma candidatura de renovação, assim como foi Fernando Haddad em São Paulo e a própria Dilma em 2010..

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Carro-forte

 

Assaltantes deixam para trás armas e dinheiro

Após roubar veículo de transporte de valores na Serra Dona Francisca, os quatro ladrões escapam e desaparecem na mata

“Você não viu nada e não sabe de nada. Não vamos fazer nada com sua família”. O recado foi recebido por um caldeiro de 46 anos, morador do Bairro Bracinho, em Schroeder, que o ouviu do homem armado de fuzil que bateu à sua porta por volta das 19h30min de segunda-feira.

O homem não se preocupou em esconder o rosto: apenas jogou uma maleta em cima do sofá, deu as costas e fugiu. Na mala, havia R$ 100 mil em dinheiro, que o morador entregou à polícia.

O dinheiro era parte da quantia levada de um dos quatro carros-fortes interceptados na Serra Dona Francisca, em Joinville, por uma quadrilha de pelo menos 10 pessoas cujo paradeiro ontem ainda era incerto para as polícias Militar e Civil.

Cerca de 50 policiais – entre eles, 20 agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM de Florianópolis – continuam trabalhando nas buscas pelos bandidos na mata fechada em Schroeder. Antes, eram aproximadamente 80.

A quadrilha deixou para trás armas de grosso calibre – como fuzis e submetralhadoras – e carros usados na ação. Deixaram também muros marcados a tiro e histórias para moradores da pacata região rural da cidade de pouco mais de 13 mil habitantes no Vale do Itapocu.

O carro-forte da empresa Prossegur ia de São Paulo para Joinville em comboio, e foi interceptado no km 91 da SC-301, onde uma carreta impedia a passagem de carros. O motorista havia sido rendido.

Os ladrões também se mostraram preparados para responder a uma perseguição. Na barreira da polícia em Schroeder, eles trocam tiros e fogem. Para atrapalhar a polícia, jogam na estrada punhados de miguelitos – espécie de prego usado para furar pneus. Na Rua Ricardo Gorll, abandonam a Tucson usada na fuga e entram na mata.

 

Segundo o delegado regional de Joinville, Dirceu da Silveira Júnior, a polícia manteria cerco durante a noite, até ter certeza de que os bandidos fugiram. Para Silveira, os ladrões ainda podem estar armados, apesar de terem largado armas durante a fuga. Nota das empresas Prosegur e Brinks informa que parte do dinheiro foi recolhido, mas não precisa valores.

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Polícia Militar

Assuntos: Polícia Militar de Balneário Camboriú procura três criminosos

 

 

Polícia Militar de Balneário Camboriú procura três criminosos

Os crimes ocorreram no início da tarde de terça-feira, mas até o momento não há pista dos bandidos

A Polícia Militar de Balneário Camboriú está atrás de um estuprador e dois assaltantes. O primeiro crime aconteceu por volta das 12h30 de terça-feira (9), quando um homem abordou um professora de Itajaí. Ela saía de um de seus empregos quando foi abordada por um homem, que anunciou ter uma arma e a ordenou entrar em um ônibus de linha.

Pouco depois o estuprador mandou que a professora descesse do coletivo, a conduzindo até um VW/Gol de cor prata. Após conduzir a vítima até um terreno baldio no bairro Rio Pequeno o homem tentou violenta-la, mas ela reagiu e o acertou com uma barra de ferro. Enquanto o homem estava desabilitado a mulher fugiu, pedindo ajuda em uma igreja próxima, de onde a PM foi acionada. Segundo a vítima, o estuprador já estava seguindo ela há algum tempo, pelo menos uma semana.

O segundo crime ocorreu por volta das 14h30, em um estabelecimento comercial que fica às margens da BR-101, na altura de Balneário Camboriú. Dois homens chegaram armados em uma motocicleta furtada no município de Itajaí. Renderam os clientes e funcionários levando uma quantidade de dinheiro não revelada.