Área do associado

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Clipping do dia 04 de setembro

4.9.2012

 

CLIPPING

04 de setembro de 2012

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assunto: Programa Reciclatec

 

ASSAPORTE PARA A CIDADANIA

Nove detentos que cumprem pena em regime semiaberto na penitenciária da Capital foram diplomados técnicos em manutenção e montagem de computadores, sexta. Mais do que um certificado, o documento representa a chance real de sair da marginalidade. O programa Reciclatec é uma parceria da Acif com o Ministério Público

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Polícia Federal

                  

Meta é o plano de carreiras

A greve de agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal, iniciada no último dia 7 de agosto, só deve terminar quando o governo apresentar um cronograma para a reestruturação dessas carreiras. A declaração é do presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Estado do Paraná, Fernando Augusto Vicentine.

– Queremos a justa adequação da tabela salarial desses cargos, que são de nível superior. Não basta o governo se comprometer a fazer isso. Se não vier nada de concreto quanto à data de início dessa reestruturação da carreira, a greve não acaba – disse.

Em Santa Catarina, a greve não tem data para encerrar. Na Capital, estão suspensos os serviços de emissão de passaporte e registros de armas. As investigações e inquéritos também estão paradas porque os policiais decidiram aderir ao movimento nacional da categoria.

Agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal recebem R$ 7,5 mil como salário inicial, o equivalente a 56,2% da remuneração dos delegados federais, cujo vencimento de início de carreira é R$ 13,4 mil.

Além da equiparação com as carreiras típicas de Estado, como a de auditor da Receita Federal e a de oficial da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), os policiais federais também reivindicam novas contratações por meio da realização de concurso público.

 

Queima de diplomas em São Paulo

Policiais federais fizeram uma manifestação, ontem, em frente ao prédio da Superintendência da Polícia Federal, na capital paulista. Os manifestantes hastearam uma bandeira com a inscrição SOS para a Polícia Federal e, simbolicamente, queimaram diplomas para mostrar que a categoria (agentes, escrivães e papiloscopistas) tem nível superior, porém não recebe salário correspondente.

Segundo o diretor financeiro do Sindicato dos Servidores da PF de São Paulo, Nilton Mendes, o ato foi feito para chamar a atenção para a principal reivindicação, que é a reestruturação da carreira.

De acordo com a PF e do sindicato, os serviços de investigações que dependem dos policiais foram os mais afetados.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Inquérito que apura morte de naturóloga é reaberto

 

Inquérito que apura morte de naturóloga é reaberto

Investigação sobre o que aconteceu com Andiara Muniz, encontrada dentro do carro capotado em 2010, tinha sido arquivada

Por determinação da Justiça, a Polícia Civil terá de reabrir a investigação da morte da naturóloga Andiara Melo Muniz, 28 anos, ocorrida no dia 8 de outubro de 2010, em Florianópolis. O desarquivamento do inquérito atende a pedido da família dela e visa a apurar as informações da quebra de sigilo telefônico.

A jovem era funcionária da Secretaria Municipal da Saúde da Capital e foi encontrada morta dentro de seu carro, um Citröen C3, que estava capotado na Barra da Lagoa. A polícia abriu investigação porque houve a suspeita, na época, que a morte pudesse não ter sido por um simples acidente de trânsito, como se verificou no dia do fato.

A investigação não avançou e, em maio deste ano, o inquérito foi arquivado pela Justiça. Agora, atendendo a pedido do advogado Francisco Campos Ferreira, contratado pela família de Andiara, o juiz Marcelo Carlin determinou a reabertura.

O magistrado considerou que até o momento não constam no processo as informações da quebra de sigilo telefônico de pessoas ouvidas pela polícia. Para o juiz, é possível que esses dados tragam provas novas para a elucidação dos fatos.

A mãe da jovem, Bernadete Ciriaca Muniz, disse que a decisão judicial reacendeu a esperança pela busca da verdade, pois a família não acredita que tenha havido só um acidente.

– Não estamos atrás de um culpado. Queremos esclarecer a verdade e saber o que realmente aconteceu.

Para a família, a polícia não ouviu todas as testemunhas, como os frentistas de postos da região. A mãe de Andiara estranha também o comportamento de um homem que teria tido um curto relacionamento amoroso com ela por 20 dias antes da morte. O rapaz, diz Bernadete, teria deixado a cidade após o ocorrido. A investigação continuará na 10a DP, na Lagoa da Conceição, agora sob os cuidados da delegada Michele Côrrea

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Veículo: Hora de SC

Editoria: Polícia

Assunto: Blumenau ganha mais 44 policiais

 

Blumenau ganha mais 44 policiais

Os 44 novos policiais militares apresentados oficialmente ontem, na Praça Victor Konder, em frente à prefeitura de Blumenau, têm uma missão definida. O reforço estará concentrado em fazer operações na região Norte da cidade, considerada a área mais vulnerável de Blumenau quando o assunto é segurança.

A partir da atuação destes profissionais, o comando do 10o Batalhão da Polícia Militar pretende fazer com que o número de chamados na região seja reduzido, possibilitando o uso das viaturas para abordagens em outras partes de Blumenau.

Dos 44 novos PMs, 20 fazem parte de uma turma formada em julho deste ano. Outros 25 homens chegaram à cidade no dia 20 de agosto. O número foi reduzido porque um dos policiais foi excluído por apresentar um documento incompatível durante o processo de formação.

– Nos próximos 60 a 90 dias já vamos sentir os efeitos das operações na área Norte – avaliou o comandante do 10o Batalhão, tenente-coronel Cláudio Roberto Koglin.

Com este aumento, o número de policiais militares em Blumenau subiu de 277 para 321. Mesmo com o acréscimo no quadro, porém, o número ainda está longe do ideal estipulado pelo próprio Comando-Geral da Polícia Militar de Santa Catarina. A previsão da corporação é alcançar, até 2014, um efetivo de 600 policiais.

 

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Namorado de vítima é réu em processo

 

 

Namorado de vítima é réu em processo

O juiz da Vara Criminal de Timbó, no Vale do Itajaí, Ubaldo Ricardo da Silva Neto, aceitou a denúncia do Ministério Público contra Jhony Osmar Karsten, 22 anos, pelo crime de homicídio qualificado contra Ariana Arndt, 16. A decisão saiu na sexta-feira e foi publicada ontem.

Karsten, que era namorado da garota, tem 10 dias para responder. O advogado dele, Reny Becker Filho, diz que vai se inteirar do processo antes de falar sobre a estratégia que pretende adotar. O defensor ainda aguarda a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para o recurso contra a recusa do Tribunal de Justiça (TJ) SC ao pedido de liberdade de Karsten.

 

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Florianópolis

Assunto: Comerciantes temem fechamento de posto policial em Campinas

 

 

Comerciantes temem fechamento de posto policial em Campinas

Insegurança. Rumor de encerramento das atividades da Polícia Militar preocupa moradores e comerciantes do bairro

Posto policial funciona em uma casa alugada no bairro de Campinas

O suposto fechamento do posto da Polícia Militar no bairro Campinas provocou alvoroço entre os lojistas e moradores do bairro.  Ainda que considerem deficiente o trabalho prestado pela PM, os habitantes e frequentadores defendem a permanência de uma base militar na localidade. 

A proprietária de uma padaria na avenida Josué Di Bernardi está mais preocupada. Ela lembra que a presença da PM inibe os assaltos, mas o bairro precisa de mais segurança. “Não pode fechar o posto senão os bandidos tomarão conta de tudo aqui”, desabafa, ao relatar que sofre em média um assalto a cada mês. “Perco clientes porque depois das 19h sou obrigada a atendê-los por detrás das grades”, lamenta a comerciante, que pediu para não ser identificada. Além dos rotineiros assaltos, durante o dia, algo que assusta é a ousadia dos ladrões. Há algumas semanas um homem lanchou na padaria, e ao se dirigir ao caixa, em vez do pagamento anunciou o assalto. “Eram 9h. Eles não têm mais horário. Não sei mais no que fazer”, desabafa a mulher, abatida pelos sustos rotineiros. 

Luiz Carlos Oliveira, 48, mantém uma loja de reparos eletrônicos na avenida Josué Di Bernardi. O estabelecimento dele foi arrombado há alguns meses. “Os ladrões entraram pela janela do banheiro”, detalhou, ao ressaltar que caso o posto da PM seja fechado, a população local ficará ainda mais a mercê dos bandidos. Nelito Raimundo integra o Conseg (Conselho de Segurança) e a Associação de Moradores do bairro. O comerciante afirmou que se for preciso organizará uma passeata para pedir a permanência da unidade de segurança na rua Altamiro Phillipe. “Se o problema é falta de efetivo por que não reduzem o número de policiais na Assembleia Legislativa?”, indagou.

 

Posto permanecerá no bairro, segundo Polícia Militar

De acordo com policiais que trabalhavam no posto da PM, ontem, a unidade não será mais fechada. O contrato de locação da casa onde está instalado o posto foi renovado por mais 12 meses.

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Veículo: Hora de SC

Editoria: Polícia

Assunto: Fraude na Previdência

 

Polícia Federal diz que grupo de 30 moradores de Santa Catarina participou de fraude na Previdência

Segurados são das regiões de Florianópolis, Criciúma e Chapecó

 

Trinta moradores de Santa Catarina estão numa lista da Polícia Federal (PF) de beneficiados em uma fraude que gerou um rombo de R$ 47,9 milhões na Previdência Social. Eles são das regiões de Florianópolis, Criciúma, no Sul, e Chapecó, no Oeste, suspeitos de receber aposentadoria por invalidez ou auxílio-doença a partir de atestados médicos falsos.

O grupo faz parte de um total de 945 pessoas que receberam ilegalmente o benefício, de acordo com a PF. A grande maioria é do Rio Grande do Sul. Um médico psiquiatra, dois advogados e um despachante previdenciário, sediados em Porto Alegre, foram indiciados como os responsáveis por articular os encaminhamentos. Eles estão em liberdade.

Os segurados foram descobertos através da documentação apreendida na operação Blindagem 2 da PF, no Rio Grande do Sul, em março. Eles conseguiam os atestados falsos com o médico em Porto Alegre e depois encaminhavam os processos numa agência do INSS. A PF não sabe se buscavam os documentos indo ao estado vizinho, se contavam com algum intermediário ou se recebiam pelos Correios.

– Houve essa propaganda boca a boca, essa eficiência do laudo desse médico, que correu o estado e chegou até Santa Catarina. São de 20 a 30 pessoas que obtiveram o benefício. E possível que tenha algum intermediário, alguém que atua na área aí (em SC) – disse a delegada da PF em Porto Alegre, Ilienara Cristina Karas.

A assessoria de comunicação do INSS em Brasília disse que os beneficiados serão chamados a partir do dia 10 deste mês e terão os processos revisados. Se for confirmada a irregularidade, o segurado poderá ter o benefício suspenso. O INSS informou também que eles poderão ser intimados a ressarcir os valores pagos.

Os processos administrativos serão encaminhados à PF para abertura de inquérito policial. A delegada afirmou que os beneficiados deverão ser enquadrados pelo crime de estelionato. A policial não soube informar o montante fraudado em SC. Há casos de benefícios pagos desde 2003, mas a maior parte deles foi concedida a partir de 2010. Variam de valores como R$ 900 a R$ 3 mil mensais.

De acordo com a investigação policial, o médico emitia laudos atestando doenças psiquiátricas e cobrava entre R$ 120 e R$ 140. Os pacientes do esquema criminoso não possuíam doença incapacitante. Além disso, alguns sequer iam até o consultório do médico, na capital gaúcha.

O golpe

O médico psiquiatra, que atende em Porto Alegre, era ajudado por dois advogados e um despachante previdenciário.

As pessoas chegavam ao médico de duas formas: por indicação dos outros três comparsas, ou por meio de outros clientes.

O médico expedia atestados de doenças psiquiátricas inexistentes nos clientes, cobrando entre R$ 120 e R$ 140. Às vezes, os clientes nem sequer compareciam ao consultório, recebendo o atestado pelos Correios.

Com o atestado em mãos, os clientes iam às agências do INSS no Estado ou em Santa Catarina e entravam com pedidos de auxílio-doença ou de aposentadoria por invalidez.

 

A fraude:

R$ 47,9 milhões

945 benefícios

Em 12 agências:

Santa Catarina

Florianópolis

Chapecó

Criciúma

Rio Grande do Sul:

Canoas

Caxias do Sul

Ijuí

Novo Hamburgo

Passo Fundo

Pelotas

Porto Alegre

Santa Maria

Uruguaiana

 

Fonte: Polícia Federal/RS

 

 

 

MÍDIAS DO BRASIL

 

 

Veículo: Portal G1

Editoria: Geral

Assunto: PMs levaram mochila de criminosos após roubo a restaurante na Tijuca

 

 

PMs levaram mochila de criminosos após roubo a restaurante na Tijuca

Em depoimento, policiais disseram que ficaram com bolsa de assaltantes.

Eles alegaram que R$ 11 mil roubados do local não estavam na mochila.

Dois policiais militares do batalhão de São Cristóvão confessaram, nesta segunda-feira (3), que levaram a mochila que estava com criminosos que assaltaram o restaurante Brasa Gourmet, na Tijuca, Zona Norte do Rio, no dia 13 de agosto.

Segundo os policiais, os R$ 11 mil roubados do restaurante não estavam na mochila. Em depoimento na Delegacia Judiciária, eles afirmaram que só havia papel na mochila. No dia do roubo, três criminosos morreram e outros três conseguiram fugir. A mochila onde estaria o dinheiro roubado desapareceu.

No dia 29 de agosto o Comando Geral da Polícia Militar determinou a abertura de um Inquérito Policial Militar (IPM) para esclarecer o desaparecimento da sacola onde supostamente estaria o dinheiro. Segundo o corregedor da PM, coronel Waldir Soares Filho, os dois responsáveis pelo sumiço da mochila podem ser excluídos da corporação se a investigação comprovar a responsabilidade deles.

Uma mulher bem vestida conhecida como Ivone Fernandes Mendonça entrou no restaurante com mais cinco criminosos e anunciou o assalto. A polícia foi acionada e houve troca de tiros com os assaltantes. A mulher e dois assaltantes morreram, os outros três conseguiram fugir. A PM apreendeu quatro armas e uma bolsa.

No dia 15, a Polícia Civil apresentou dois suspeitos de participação no assalto – Gilberto Nascimento Silva e Eduardo Lima Franco. Ambos foram presos durante o enterro de Ivone, que seria namorada do primeiro. O casal também é suspeito de ter participado de um assalto a uma agência do Jockey Clube, no Centro do Rio, em julho do ano passado.