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Clipagem do dia 17 de março

17.3.2015

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 17 DE MARÇO

 

COLUNISTA CACAU MENEZES – Diário Catarinense

PROTESTO MOLHADO

Cálculos da Polícia Militar indicam que pelo menos 30 mil pessoas, mas outros dizem 50 mil, participaram das manifestações contra o governo, domingo, em Floripa. Estavam presentes pessoas de todas as cores, orientações sexuais, ideologias e credos, crianças, jovens, idosos, famílias... Até muitas mulheres de pernas de fora. Uma manifestação verde e amarela, sem o vermelho das passeatas de sexta-feira. Todos pedindo decência no governo. Muitos mostrando faixas de Fora, Dilma. E na última hora a manifestação ganhou a adesão de um carinha lá do céu. São Pedro mandou água e choveu aos cântaros na cidade. Os manifestantes entenderam a bênção e continuaram a caminhada, em ritmo de festa. Chegaram completamente molhados à sede da Polícia Federal, onde gritaram palavras de ordem elogiando o trabalho da instituição contra a corrupção.
Foi um protesto molhado de suor e de chuva. Mas Florianópolis saiu com a alma lavada.

PRAIA SEGURA

Moradores da praia dos Amores, em Itajaí, resolveram contratar uma empresa de segurança privada, depois que a Polícia Militar e a Polícia Civil não conseguiram acabar com os assaltos frequentes a residências. Especialistas argumentam que a segurança privada não pode ser feita em áreas públicas, mas os moradores estão dispostos a enfrentar a parada. Porque do jeito que está não dá pra continuar. Nem lá e nem aqui

 

ASSUNTO: Violência contra mulher

VEÍCULO: Diário Catarinense

PARA OS JOVENS - Cartilha ensina a agir em caso de violência contra a mulher

Para diminuir as mais de 10 mil denúncias de violência doméstica contra a mulher no Estado do Rio de Janeiro, foi lançada na capital carioca, ontem, a cartilha Conhecendo um Pouco Mais da Lei Maria da Penha, voltada para os jovens, com informações sobre como agir nesses casos que atingem mulheres entre 19 e 30 anos – os homens agressores têm idade entre 31 e 40 anos.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) percebeu um aumento da violência entre o público jovem e por isso desenvolveu essa cartilha, que ensina os recursos da Lei Maria da Penha através de uma história em quadrinhos. A atuação do órgão e a disseminação dessa informação estão sendo desencadeadas através de visitas a escolas, em ações sociais e seminários.
– Esse tipo de violência tem sido recorrente. O tema dessa história é baseado em um fato real. Esse contexto de dominação, ele é muito cultural e vai passando de geração em geração. Tais comportamentos são na verdade aprendidos pelos jovens. Essa situação também se encontra presente quando eles iniciam seus relacionamentos – disse a coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, Lúcia Iloizio Barros Bastos.

 

ASSUNTO: Agentes temporários

VEÍCULO: Portal da PMSC

Capital realiza formatura de agentes temporários da 1ª e 11ª RPM

Na última sexta-feira (13), a Polícia Militar de Santa Catarina realizou a formatura do Curso de Formação de Agentes Temporários – turma 2015 da 1ª e 11ª Regiões de Polícia Militar (RPM). O curso de agentes temporários visa à formação de civis, com a capacitação para trabalharem junto as Centrais Regionais de Emergências no atendimento telefônico. Este curso em especial, teve início em 19 de janeiro de 2015, com término em 03 de março, totalizando cento e oitenta e sete horas-aula.

Na grade curricular, os agentes obtiveram conhecimentos como, por exemplo, os sistemas de segurança pública no Brasil, o funcionamento das Centrais de Emergência 190, o serviço de recepção, telefonia e documentação da PM, além de assuntos pertinentes a função que desempenharão. Participaram do curso, 57 agentes temporários da 1ª região de polícia militar e 11 da 11ª RPM. Além desses, quatro jovens que já eram agentes temporários da 1ª Região de Polícia Militar, passaram também a ombrear com policiais militares na nobre missão de proporcionar segurança pública com excelência à sociedade catarinense.

Os primeiros colocados do curso, Alessandro Pereira Covre, da 1ª RPM, e Lucas Anjos de Souza, da 11ª RPM, receberam do comandante-geral, coronel Paulo Henrique Hemm e do diretor da Diretoria de Ensino e Instrução (DIE), coronel José Aroldo Schlichting seus certificados de conclusão.

O comandante-geral enfatizou a importância do emprego desses profissionais na Corporação, pois assim, será possível potencializar o efetivo, destinando ainda mais policiais militares para a atividade fim.Além dele, estavam presentes o chefe de Estado Maior Geral, coronel João Ricardo Busi da Silva, o corregedor geral, coronel Carlos Eduardo Orthmann, demais oficiais, praças e familiares.

 

ASSUNTO: Queda de ônibus

VEÍCULO: A Notícia

Polícia de Joinville tem um mês para concluir a investigação do acidente na Serra Dona Francisca, no Norte de SC

Duas testemunhas já ouvidas pela polícia no Hospital Municipal São José confirmaram que houve uma troca de ônibus logo após a saída de União da Vitória (PR)

A investigação criminal do acidente quetirou a vida de 51 pessoas na Serra Dona Francisca é de responsabilidade da Polícia Civil em Joinville. O inquérito policial aberto no domingo e encaminhado à Delegacia de Trânsito tem um mês para apontar as circunstâncias do episódio e eventuais responsabilidades.
Duas testemunhas já ouvidas pela polícia no Hospital Municipal São Joséconfirmaram que houve uma troca de ônibus logo após a saída de União da Vitória (PR) porque o veículo que saiu da cidade paranaense teve problemas mecânicos. Além de receber os passageiros do ônibus danificado, o segundo coletivo ainda foi ocupado por passageiros de uma van que acompanhava o primeiro ônibus no trajeto.
As suspeitas de que foi um problema nos freios do ônibus da empresa Costa & Mar que causou o acidente ganharam força nos depoimentos tomados pela polícia. Um dos sobreviventes, ouvido pela RBS TV, afirmou que os passageiros chegaram a se segurar nas poltronas quando souberam pelo motorista de que o ônibus descia a serra desgovernado.

Empresa e motorista

Além de apurar problemas mecânicos, a investigação se voltará contra possíveis irregularidades na atuação da empresa e nas condições em que o motorista se encontrava.
– Vai buscar a regularidade dessa empresa, se estava autorizada a fazer esta viagem, se tinha registro da viagem e qual era a regularidade documental da empresa. Buscará também responder, com relação ao condutor, se estava em seu estado de saúde normal, se foi acometido por mal súbito, se havia ingestão ou não de substâncias não permitidas – diz o delegado regional Dirceu Silveira Júnior.

 

Hipóteses de falha nos freios ou mal súbito do motorista

Embora não tenha participação formal na investigação, a Polícia Rodoviária Estadual (PMRv) acredita que o acidente tenha origem numa falha mecânica ou em um eventual mal súbito do condutor.
– Ou mal súbito do motorista ou falha mecânica, com falta de freio. Em princípio, é isso. Nada mais nos chamou atenção. Eram 17h30, havia visibilidade, não estava chovendo. A rodovia está em boas condições, tem sinalização adequada. Não haveria outro motivo – avalia o major da PMRv, Fábio Martins.
Os indícios de superlotação (havia 59 pessoas no ônibus) precisam ser analisados com cautela, defende o major. Isto porque crianças com menos de seis anos poderiam estar no colo de adultos.
– É preciso analisar que tinha muitas crianças. Estão contando passageiros pelo número de corpos, mas crianças de até seis anos são autorizadas a viajar no colo. Há crianças que poderiam estar no colo, é preciso observar esses detalhes. Se houve até seis crianças viajando no colo, esse número (total de passageiros) já reduz consideravelmente.

Secretário de Segurança afirma que ônibus que se acidentou em Joinville deveria trafegar por estradas do Paraná

Dois inquéritos vão investigar o acidente que matou 51 pessoas na Serra Dona Francisca

Dois inquéritos vão investigar o acidente que matou 51 pessoas na Serra Dona Francisca, no fim de semana: um da Polícia Civil de Joinville, coordenado pelo delegado regional Dirceu Silveira Júnior, e outro da Polícia Civil do Paraná, coordenado pelo delegado André Vilela, da 4ª Subdivisão de União da Vitória (PR). 
A polícia do Paraná resolveu investigar e abrir um inquérito por determinação do secretário de Segurança Pública, Fernando Franceschini. 
Segundo o secretário, a Costa & Mar solicitou ao Departamento Estadual de Rodagem (DER) uma autorização para viajar do município, localizado na região Sul do PR, na divisa com o Planalto Norte de SC, até Guaratuba, no litoral paranaense.
Duas irregularidades, segundo o secretário, já foram esclarecidas. A primeira é que o ônibus usado para a viagem não é o que tinha a autorização do governo estadual para fazer o transporte. Além disso, o motorista e dono da empresa teria agido irregularmente ao transitar pela SC-418, a Serra Dona Francisca, e não pela BR-476, até Araucária, na região metropolitana de Curitiba. 
Para usar o trajeto catarinense, o dono da empresa teria de pedir uma autorização de viagem interestadual fornecida pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). A empresa não tinha essa autorização. 
Franceschini afirmou que as informações iniciais foram apuradas pela Polícia Civil de Santa Catarina, mas que o Paraná também investigará o caso. 
– Nós temos dados de que essa empresa, apesar de o dono ter falecido, tem outros veículos registrados em nome dela e com certeza esse inquérito pode servir para garantir as futuras indenizações das famílias – disse.

 

ASSUNTO: Rebelião

VEÍCULO: Globo.com

Com onda de rebeliões em presídios, 89 detentos são transferidos em Natal

Medidas são necessárias em razão da série de motins que vêm ocorrendo.

Outros presidiários, em outras unidades, também serão removidos.

Cerca de 90 presos do Centro de Detenção Provisória da Ribeira, na Zona Leste de Natal, foram transferidos na manhã desta terça-feira (17). O destino dos detentos não foi revelado por uma questão de segurança. Ao longo do dia, outros presidiários, em outras unidades, também serão removidos. As medidas, segundo a Coordenadoria de Administração Penitenciária do Rio Grande do Norte, são necessárias em razão da série de rebeliões que vêm ocorrendo no sistema penitenciário potiguar desde a semana passada.

Ainda na manhã desta terça, detentos da Penitenciária Estadual do Seridó Desembargador Francisco Pereira da Nóbrega, o Pereirão, em Caicóx, iniciaram um motim. De acordo com o diretor da unidade, Alex Alexandre Dantas, os presos começaram a quebrar as grades das celas por volta das 7h. O Pereirão é a oitava unidade prisional do Rio Grande do Norte a ter grades e celas quebradas durante a onda de rebeliões iniciada na última quarta-feira (11).

Somente nesta segunda-feira (16), ocorreram motins em quatro unidades prisionais. Grades das celas foram arrancadas e colchões queimados. Em razão das rebeliões, o governo do Estado decretou estado de calamidade no sistema penitenciário. A Secretaria de Segurança Pública afirma que 'não vai negociar com preso'.

De acordo com Leonardo Freire, coordenador da Coape, além do CDP da Ribeira, também foram alvos de destruição a Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Nísia Floresta; a Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP), em Parnamirim, o Complexo Prisional João Chaves, o Presídio Provisório Professor Raimundo Nonato, o Centro de Detenção Provisória (CDP) e o Centro de Detenção Provisória de Potengi, ambas na Zona Norte da capital.

"Todas as cadeias do Rio Grande do Norte vão derrubar as grades". O recado foi dado pelos presos do sistema penitenciário potiguar em um vídeo gravado durante a onda de rebeliões. Nas imagens, gravadas de dentro de unidades prisionais, os detentos exigem a saída da diretora da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, Dinorá Simas. A penitenciária, localizada em Nísia Floresta, é a maior unidade prisional do estado e apontada como foco do início dos motins.

Na quarta (11), quinta-feira (12) e sexta-feira (13), detentos se rebelaram na Penitenciária Estadual de Alcaçuz; no Presídio Provisório Professor Raimundo Nonato e no Centro de Detenção Provisória (CDP) da Zona Norte de Natal e na Penitenciária Estadual de Parnamirim (PEP).

Também em decorrência dos motins, o Ministério Público do Rio Grande do Norte instaurou inquérito civil para investigar a falta de vagas nos presídios do estado. O inquérito vai apurar medidas usadas pelos órgãos públicos responsáveis pela gestão do sistema penitenciário estadual. Segundo o MP, a população carcerária no RN é de aproximadamente 7.650 pessoas, mas o Estado só disponibiliza cerca de 4 mil vagas.