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Clipagem do dia 16 de março

16.3.2015

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 16 DE MARÇO

 

COLUNISTA HÉLIO COSTA – Notícias do Dia

Mais uma vez, a insegurança na Universidade Federal de Santa Catarina atinge níveis alarmantes, e o serviço de vigilância precisa, urgentemente, ser repensado. Os guardiões do campus, agentes do Departamento de Segurança Física e Patrimonial, não fazem rondas armados e ficam na desvantagem em relação a assaltantes que usam pistolas importadas. A maioria dos ataques acontece nos estacionamentos, onde não há câmeras de vigilância. O entendimento da procuradoria é o de que ela passaria a ser responsável pelos roubos, furtos ou danos aos veículos se instalasse vigilância eletrônica nos estacionamentos. À noite, o campus não é totalmente iluminado. A Polícia Militar não entra para fazer rondas de rotina, porque o território é federal. Apesar da restrição, nada impede a PM de circular por lá. Enquanto este imbróglio não é desatado, estudante e professores ficam expostos. Em apenas uma semana, uma servidora assaltada sentiu o drama de ter um revólver apontado para o peito, e dois universitários foram vítimas de sequestro relâmpago.

 

ASSUNTO: Queda de ônibus

VEÍCULO: Diário Catarinense

ACIDENTE COM ÔNIBUS na última curva perigosa da SC-418, na Serra Dona Francisca, em Joinville, causa a morte de 51 pessoas que participariam de evento religioso na praia. É a maior tragédia rodoviária já registrada em Santa Catarina

Lariana era professora infantil e estava ansiosa nos últimos dias. Queria tirar um tempo para levar o filho Arthur, de um ano e meio, para brincar na praia. Fez planos com ele e foi uma das primeiras a colocar o nome na lista da viagem entre União da Vitória e Guaratuba, duas cidades paranaenses que fazem divisa com SC, uma no planalto, outra no litoral.
Márcia Regina Ramos, a “Mãe Pequena”, passou no salão de beleza na sexta-feira à tarde. Fez as unhas, conversou animadamente com as amigas, comprou velas e planejava “fazer uma festa bonita” na beira da praia, num evento de umbanda que reuniria centenas de pessoas.
Lariana e Márcia Regina não conseguiram chegar a Guaratuba. Elas encerraram as vidas e os sonhos na última curva da SC-418, a Serra Dona Francisca, no fim da tarde de sábado, no maior acidente rodoviário da história de Santa Catarina e um dos mais trágicos do país.
Elas estavam entre as 51 pessoas que morreram (até o fechamento desta edição) na queda do ônibus da empresa Costa & Mar, a pouco mais de 10 quilômetros da BR-101. Outras oito pessoas que foram retiradas com vida do ônibus continuam internadas em hospitais de Joinville e Campo Alegre, todas em estado grave.
O ônibus transportava entre 60 e 64 passageiros. Quatro pessoas que estavam na lista de passageiros ou tiveram documentos encontrados no ônibus não foram localizadas; é possível que não tenham embarcado – por isso a dificuldade de determinar com precisão o número total de passageiros no veículo.
O ônibus saiu na noite de sexta-feira do bairro São Cristóvão, em União da Vitória (PR), uma cidade com cerca de 52 mil habitantes, colada em Porto União, na divisa entre Santa Catarina e o Estado vizinho, no Planalto Norte. Mas quebrou na altura de Rio Negrinho. Depois do almoço de sábado, o grupo voltou para a estrada. O objetivo era chegar antes de anoitecer a Guaratuba, também no Paraná. O motorista era Cérgio Antonio da Costa, dono da empresa Costa & Mar, acostumado a levar excursões para diversos pontos turísticos do Brasil. Na página da empresa no Facebook, o proprietário apresentava o negócio como “jovem no ramo, mas que visa um futuro próspero para nós e nossos investidores”. Cérgio era fã de Roberto Carlos, Elton John e do cantor Daniel e, embora não tivesse participação direta no evento de umbanda, levou o filho, Mateus Costa, de 12 anos, para o passeio na praia. Os dois também morreram. Os corpos deles foram retirados dos destroços do ônibus por volta da uma hora da madrugada de domingo, mais de seis horas depois do acidente.
A festa que Márcia planejava para todo o grupo que fazia parte do Terreiro de Umbanda Pai Xangô, de União da Vitória, se transformou em luto. Famílias inteiras morreram no acidente, cujas causas ainda estão sendo apuradas pela Polícia Civil de Joinville.
Depois de descer e percorrer oito curvas acentuadas e perigosas da rodovia, até o pé da serra, em Pirabeiraba (distrito de Joinville), o motorista passou reto na nona curva, a última em que há risco de despencar serra abaixo. O ônibus percorreu cerca de 120 metros fora da rodovia. Segundo os bombeiros que atenderam à ocorrência, a maior parte sem tocar o solo, ou seja, sobre a vegetação.
O fim da viagem foi uma queda com violência no fundo do vale. Uma das portas do veículo ficou no caminho, entre as bananeiras que dividem espaço com a Mata Atlântica na Serra Dona Francisca.
O sonho de Lariana de levar o filho para a praia foi interrompido. Mas até o fim da noite de ontem, Arthur ainda lutava pela vida. Ele foi um dos primeiros a ser resgatado do ônibus por moradores da região e levado para o Hospital Infantil, em Joinville.

MAIOR ACIDENTE DO PAÍS COM UM SÓ ÔNIBUS

O TERRITÓRIO CATARINENSE já havia sido marcado por uma tragédia rodoviária, em 2000, com 42 mortos, sendo 39 deles argentinos. Agora o Estado volta às tristes estatísticas com mais impacto ainda, desta vez envolvendo paranaenses que usavam a estrada de SC

Mesmo que o número oficial de mortos ainda possa mudar, o acidente com o ônibus de excursão já coloca as curvas da Serra Dona Francisca, em Joinville, como cenário de uma das maiores tragédias rodoviárias de toda a história do país.
Envolvendo um único ônibus, este se enquadra como o maior registrado no Brasil, segundo informação da superintendência da Polícia Rodoviária Federal de Santa Catarina.
Todos os demais acidentes que computaram um número maior de mortos tinham mais de um veículo envolvido, sendo que a terceira maior tragédia do Brasil, com 68 mortos, envolveu o transporte por um caminhão.
O acidente rodoviário com maior número de mortos da história brasileira ainda é o de julho de 1987, com 68 vítimas fatais, em Belo Vale (MG).
E o que teve o maior número de mortes envolvendo um único veículo, sem ser um ônibus, foi o que matou, em 1988, 67 pessoas, envolvendo um caminhão que transportava trabalhadores, conhecido como pau de arara, em Cachoeira (BA).

O DRAMA NAS ESTRADAS BRASILEIRAS

Confira os maiores acidentes rodoviários registrados nas estradas brasileiras:

1º) JULHO DE 1974 69 MORTOS

Um ônibus da Transbrasiliana saiu de Marabá, no interior do Pará, em direção à capital, Belém, e bateu contra um caminhão carregado com toras, que foram arremessadas contra os passageiros. Havia mais de 80 pessoas no veículo.

2º) JULHO DE 1987 68 MORTOS

Um ônibus de turismo da Viação Transmuniz bateu de frente com um ônibus da Viação Transnazaré, que transportava romeiros vindos da festa de Santana, na cidade de Belo Vale (MG). O acidente aconteceu na BR-040, que liga Belo Horizonte ao Rio de Janeiro. O motorista estava comprovadamente bêbado e o veículo não tinha autorização para trafegar em rodovias.

3º) MARÇO DE 1988 67 MORTOS

O segundo maior registro de acidente rodoviário da história do país ocorreu em 1988, quando um caminhão aberto, carregado de trabalhadores (pau de arara) capotou e caiu em uma ribanceira em Cachoeira (BA).

4º) SETEMBRO DE 1998 53 MORTOS

Uma batida na rodovia Anhanguera matou 53 pessoas. O acidente envolveu dois ônibus com 98 romeiros de Anápolis (GO) – que voltavam de uma excursão a Aparecida (SP) –, uma carreta carregada com 32 mil litros de combustível e um caminhão com aguardente.

5º) MARÇO DE 2015 51 MORTOS (NÚMERO AINDA EXTRAOFICIAL)

Um ônibus que descia a Serra Dona Francisca, localizada em Joinville, rumo a Guaratuba, no Litoral do Paraná, caiu em uma ribanceira. A excursão saiu de União da Vitória (PR).

6º) FEVEREIRO DE 2004 42 MORTOS

Uma das maiores tragédias do Ceará ocorreu no dia 21 de fevereiro de 2004. O acidente, às vésperas do Carnaval, deixou 42 mortos por afogamento, quando um ônibus da viação Itapemirim caiu no açude Cipó. O desastre ocorreu no município de Barro, km 456 da BR-116.

 

ASSUNTO: Protestos contra Governo

VEÍCULO: Diário Catarinense

Paulista reúne 1 milhão, diz PM

A Avenida Paulista, em São Paulo, se converteu no coração da manifestação histórica das insatisfações contra o governo de Dilma Rousseff. A multidão, que teria chegado a 1 milhão, segundo a polícia, tomou as duas pistas da via com cartazes, apitos, cornetas e panelas para defender bandeiras como o fim da corrupção e a saída do PT do governo federal.
Eram necessários pelo menos 15 minutos para percorrer uma quadra entre apertos e empurrões. O barulho provocado pelos apitos e cornetas era quase ensurdecedor. Diminuía apenas para que fossem ouvidos alguns discursos e o Hino Nacional.
Em meio à massa estavam manifestantes representando diferentes matizes políticos – uma minoria que pedia intervenção militar, muitos que exigiam o impeachment da presidente e quem desejava apenas criticá-la. Próximo ao Masp, um caminhão e um ônibus rodeados por algumas centenas de apoiadores exibiam faixas pedindo socorro aos militares – apesar de organizadores do evento, como o Movimento Brasil Livre e o Vem pra Rua, repudiarem essa iniciativa.
– Não é golpe, está na Constituição que o Exército deve intervir quando for necessário normalizar o país – argumentava o administrador de empresas Osvaldo Zucoli, 57 anos.
Ao redor, em resposta, milhares de outros participantes por vezes gritavam “Democracia! Democracia!”. Cada grupo preferiu ficar ao redor de seu próprio caminhão de som. Mas a maioria dos cânticos era mesmo de rejeição à presidente: “Fora, Dilma!”, “Fora, PT!” e “Eu vim de graça!” – em alusão ao suposto pagamento para militantes que participaram da manifestação favorável ao governo, na sexta-feira.
Muitas famílias participaram, como a de Edson Matsumoto, 45 anos, Cristiane, 40, e o filho Yan, de seis.
– Achamos importante vir aqui e pedir a saída da Dilma – contou Cristiane.
A tese de que somente os ricos protestam contra o governo também foi alvo. Negro, o professor de história Éder Souza, 30 anos carregava um cartaz irônico com uma seta apontando para si mesmo no qual se lia “Elite branca contra a Dilma”.
– O PT tem um discurso de dividir o Brasil entre ricos e pobres, brancos e negros – explicou.

 

ASSUNTO: Revista Ordem Pública

VEÍCULO: Portal da PMSC

APMT entrega edição especial da revista Ordem Pública e Defesa Social ao CEE

Na tarde de quarta-feira (11), a Academia de Policia Militar da Trindade (APMT) realizou a entrega oficial da edição especial da revista Ordem Pública e Defesa Social ao Conselho Estadual de Educação.

Nesta edição, a revista Ordem Pública e Defesa Social, publicação científica periódica organizada e patrocinada pela Associação Capitão Osmar Romão da Silva (Acors), marca a formatura da 1º turma do Curso de Formação de Oficiais (CFO) com titulação de bacharelado em Ciências Policiais e traz onze artigos desenvolvidos pelos formandos que receberam indicação para publicação em banca avaliadora.

A partir do credenciamento do Centro de Ensino da Polícia Militar (CEPM), em 2012, como Instituto Superior de Educação pelo Conselho Estadual de Educação (CEE), o Curso de Formação de Oficiais, após algumas mudanças e adequações, foi reconhecido com a titulação acadêmica de bacharelado em Ciências Policiais.

Durante a solenidade, o comandante da APMT, tenente-coronel Marcos Vieira ressaltou que a entrega da referida publicação científica serve como prestação de contas de um ensino de excelência oferecido à comunidade acadêmica e, sobretudo, à sociedade.

Estavam presentes na solenidade o diretor de Instrução e Ensino, coronel José Aroldo Schlichting, o comandante da APMT, tenente-coronel Marcos Vieira, o presidente da Acors, coronel RR Fred Harry Schauffert e o presidente do CEE, professor Maurício Fernandes Pereira.

 

ASSUNTO: Queda de ônibus

VEÍCULO: Portal do CBMSC

GRAVE ACIDENTE COM MÚLTIPLAS VÍTIMAS MOBILIZA MILITARES NO NORTE DE SC

     

 

Bombeiros Militares de diferentes quarteis da região Norte do Estados foram acionados na tarde deste sábado (14/03) para o resgate de múltiplas vítimas de um acidente de trânsito envolvendo um ônibus na SC-418 em Joinville.

Guarnições de socorristas e resgatistas das Organizações Bombeiro Militar (OBM) de São Bento do Sul, Campo Grande, Rio Negrinho, Araquari e São Francisco do Sul se deslocaram para o local da tragédia para prestar auxílio aos órgãos locais de socorro que já atuavam na ocorrência. Ao todo sete viaturas tipo Auto Socorro de Urgência (ASU) e ao menos um caminhão de combate a incêndio e resgate da Corporação Militar foram deslocados para a cena.

O veículo acidentado, que levava ao menos 50 passageiros, teria despencado por volta das 17h em uma ribanceira de aproximadamente 400 metros às margens da rodovia no trecho da Serra Dona Francisca. As agências locais - bombeiros civis, policiais militares rodoviários e equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e Defesa Civil Municipal - iniciaram os trabalhos de resgate das vítimas (feridos e mortos), que prosseguiu com o apoio dos Bombeiros Militares pelo menos até o final da noite.

As condições do veículo após o acidente e o local da tragédia dificultam o trabalho das equipes de socorro. Segundo informações preliminares foram registrados ao menos 40 óbitos no local até o início da noite de sábado.

 

ASSUNTO: Incêndio no RJ

VEÍCULO: Portal Globo.com

Incêndio atinge o shopping Downtown, na Barra da Tijuca

Chamas começaram no gerador de uma das salas de cinema.

Segundo bombeiros, fogo foi controlado em 10 minutos e não houve feridos.

Um incêndio atingiu o shopping Downtown, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, no fim da tarde deste domingo (15). As chamas atingiram um gerador na parte externa do prédio, perto das salas de cinema do shopping. O começo das chamas foi avistado pelo tenente-coronel Emerson Leão, comandante do Batalhão do Corpo de Bombeiros de Vila Isabel, que passeava pelo local e planejava ir ao cinema com a mulher, a também coronel Maria Lúcia Fecha, e o filho do casal.

Enquanto Maria Lúcia acionava os bombeiros, Emerson foi até as 12 salas de cinema, que estavam lotadas, e ajudou a tirar todos os espectadores com a colaboração das equipes de segurança do shopping.

"Eu abria as salas de cinema, me apresentava e dizia que o cinema estava pegando fogo. Mas as pessoas não acreditavam," contou Emerson.

Ele disse que só conseguia convencer as pessoas que lá estavam quando mostrava um vídeo gravado em seu celular.

De acordo com os bombeiros que participam do trabalho de rescaldo, ninguém ficou ferido no acidente, que foi rapidamente controlado.

A Rede Cinemark confirmou que o incêndio começou na área do gerador - que fica fora da área de circulação do público - e foi rapidamente controlado. Informou ainda que o público foi evacuado com toda a segurança, sem danos, e que o complexo deve ser reaberto em breve.

Segundo informações de frequentadores do shopping, todas as pessoas foram retiradas pela brigada de incêndio. 

Os seguranças do shopping informaram que o incêndio começou às 17h30. Os bombeiros chegaram em 10 minutos ao local, de acordo com o tenente-coronel Luciano Sarmento, comandante do Grupamento de Busca e Salvamento da Barra da Tijuca, que afirma que o trabalho de controle das chamas transcorreu sem problemas.

"O incêndio foi totalmente controlado em 10 minutos. A importância do socorro ter sido chamado cedo ajudou a não termos vítimas e as chamas serem contidas rápido," disse ele, afirmando ainda que 60 homens trabalharam na operação.

Segundo clientes do shopping, a praça de alimentação, que fica embaixo dos cinemas, está interditada. Arnaldo Szpiro, dono de um restaurante que funciona na praça de alimentação, sentiu um cheiro forte de queimado e disse que ficou com medo das faíscas atingirem as lojas e os clientes.

Os blocos 17 e 21, mais próximos de onde ficam os cinemas, estão interditados.