Área do associado

Área do associado

Clipagem do dia 12 de março

12.3.2015

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 12 DE MARÇO

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

MEDO NO SUL

Preocupado com a crise na segurança pública em Criciúma, o deputado Ricardo Guidi levou a questão à Comissão de Segurança Pública na Assembleia Legislativa. Relatou aos demais parlamentares os problemas levantados pelas lideranças do Sul do Estado no encontro realizado pela Câmara de Vereadores do município segunda-feira. A comissão decidiu, então, convidar os secretários de Segurança Pública e de Justiça e Cidadania a discutir o assunto na Assembleia.

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Diário Catarinense

LIMINAR CONCEDIDA

O SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DE SANTA CATARINA ESTÁ COMEMORANDO MEDIDA LIMINAR CONCEDIDA ONTEM PELO JUIZ HÉLIO DO VALLE PEREIRA, DA VARA DA FAZENDA PÚBLICA DA CAPITAL, OBRIGANDO O GOVERNO ESTADUAL A EFETUAR O PAGAMENTO DAS HORAS EXTRAS EXTINTAS POR LEI COMPLEMENTAR DE AGOSTO DE 2014. A AÇÃO COLETIVA FOI IMPETRADA PELO SINPOL.

 

ASSUNTO: CHACINA DE PENHA

VEÍCULO: Diário Catarinense

Liquinha é condenado a 97 anos

LUIZ CARLOS FLORES foi considerado culpado pelo assassinato, em 2012, de quatro pessoas da própria família: a mãe, o pai, uma irmã e um sobrinho. O julgamento, no Tribunal do Júri, aconteceu em Florianópolis e durou por mais de 10 horas

Depois de dois anos e três meses do crime e de quase 10 horas de julgamento, a família de Luiz Carlos Flores, o Liquinha, descobriu a punição que ele teria pelo assassinato de quatro pessoas da própria família: a mãe, o pai, uma irmã e um sobrinho, na cidade de Penha. O Tribunal do Júri, realizado em Florianópolis ontem, decidiu que ao somatório dos crimes cometidos será aplicada pena de 97 anos e seis meses de prisão, em regime fechado.
Liquinha matou com uma marreta de cinco quilos a mãe, Carmem Cunha Flores, de 69 anos, e a marteladas a irmã, Leopoldina Flores, 41 anos, o sobrinho Pedro Henrique, 10 anos, e o pai Luiz Nilo Flores, 72 anos. A tragédia familiar ficou conhecida como “chacina de Penha”, quando ocorreu em 7 de dezembro de 2012.
Os familiares das vítimas presentes no julgamento comemoraram o resultado:
– Estou muito feliz. O que eu prometi para o meu pai eu cumpri. Foi feita Justiça – disse Sueli Flores, filha de Carmem e Luiz, assassinados pelo irmão.
O julgamento começou às 9h com a escolha dos sete jurados, entre 25 disponíveis. Em seguida, o juiz Marcelo Pons Meirelles ouviu testemunhas, depois acusação e finalmente a defesa. O promotor do Júri, Wilson Paulo Mendonça Neto, detalhou os laudos técnicos:
– No quarto da irmã e da criança, havia manchas de sangue até no teto, tamanha foi a violência – declarou o representante do Ministério Público de Santa Catarina.
O réu foi o último a falar pela manhã e chegou a se emocionar quando tocou no nome dos pais. Em pouco mais de 30 minutos de depoimento, ele admitiu os crimes e que teria consumido cocaína naquela noite:
– Só lembro que tomei umas cinco cervejas e comprei duas buchas de cocaína. Cheirei uma bucha antes de chegar em casa, e a outra já no meu quarto. Depois não lembro de nada, só da polícia.
O caso foi julgado em Florianópolis a pedido da defesa de Liquinha, representada pela advogada Débora Salau do Nascimento, que teve como estratégia usar a dependência de drogas do réu como justificativa para os homicídios. No entanto, em depoimento, o psiquiatra Marcos Zalescki, que assinou o laudo pericial, confirmou que ele estava consciente de seus atos, apesar do vício.

Familiares e amigos assistiram à sessão

Irmã de Liquinha, Zilda Delfino, veio com outros 27 parentes e amigos para acompanhar o julgamento e aprovou a condenação.
– Mas, infelizmente, essa tragédia vai ficar marcada para sempre na nossa família – diz Zilda, que se emocionou em vários momentos.
De acordo com a filha de Zilda, Tainan Delfino, a família se encontrava quase diariamente na casa dos avós Luiz Nilo e Carmem.
– Ainda nos encontramos, mas não é a mesma alegria. Isso nunca vai voltar – conta Tainan.
Vizinha da casa onde morava Liquinha e as vítimas, Edna de Melo se juntou à família das vítimas para pedir Justiça.
– Eu via os avós e a criança, o Pedrinho, todos os dias. A Leopoldina era uma ótima mãe. É terrível pensar no que aconteceu. – declarou Edna, no começo do julgamento.
A promotoria defendeu que as mortes foram praticadas por motivo fútil, uma vez que o assassino disse, em depoimento à polícia, que teria matado a irmã porque ela o incomodava – com cobranças para que arrumasse emprego e evitando que os pais dessem dinheiro para sustentar o vício em drogas. A mãe teria sido assassinada antes para que não sofresse ao saber da morte da filha. As mortes de seu pai e do sobrinho foram para que não houvesse nenhuma testemunha.
Como defesa, Liquinha alegou que estava alterado pelo consumo de drogas. Ele afirmou ter consumido cocaína antes do ato. Em outro momento, posteriormente, disse não se lembrar direito do fato e que estava possuído por uma “coisa diabólica “, uma força oculta.
– Quem ingere álcool e quem cheira cocaína continua responsável pelos seus atos – disse o promotor Wilson Mendonça Neto, responsável pela acusação.
Também depôs ontem o mesmo perito que, em avaliação feita em 2013, disse que o acusado não sofria de problemas psicológicos e nem tinha um histórico de surtos psicóticos ao usar drogas. Ele voltou a afirmar que, apesar de estar sob o efeito da cocaína, Liquinha era responsável pelos seus atos. O laudo pericial fez parte das provas apresentadas ao júri.
A advogada de defesa, Débora Salau do Nascimento, ainda alegou que “fazer Justiça seria interná-lo para que ele receba tratamento” contra o vício em entorpecentes, mas essa tese acabou derrotada perante os jurados.
Após quase 10 horas de julgamento, os sete jurados (quatro homens e três mulheres) decidiram de forma unânime pela condenação. Então, às 18h50min, foi a vez do juiz presidente do Tribunal do Júri determinar a pena de 97 anos e seis de prisão, sem direito a liberdade condicional. A pena é reduzida automaticamente para 30 anos, tempo máximo permitido por lei. Como Liquinha já está preso há dois anos e três meses, restam 27 anos e nove meses de reclusão para o condenado.

FRIEZA DO CRIME CHOCOU A CIDADE
Após matar as quatro pessoas da própria família, Liquinha limpou as armas do crime, se limpou e foi pedir ajuda nas casas e comércios vizinhos, afirmando que uma pessoa havia entrado na casa e assassinado todo mundo enquanto ele tomava banho. Também afirmou que a mãe estava desaparecida.
Dois dias após ter praticado as mortes, ele foi ao velório dos familiares, em um domingo. Ficou sentado próximo ao caixão da irmã, Leopoldina, com quem tinha desavenças, citadas como um dos motivos do crime.
Naquele mesmo dia, diante dos indícios levantados pela delegacia que investigava a chacina e as contradições de seu depoimento inicial, ele confessou à Polícia Civil ser o autor dos assassinatos. Estava preso desde então e, com a condenação, seguirá detido.

 

ASSUNTO: Direção defensiva

VEÍCULO: Portal da PMSC

Capital: alunos soldados participam de instrução de direção defensiva policial

Visando a segurança dos policiais e de terceiros, os alunos soldados do Curso de Formação de Soldados (CFSd) da Polícia Militar de Santa Catarina, que estão em formação no Centro de Ensino da PM, realizaram na tarde de segunda-feira (09), na Costeira, aula prática de Direção Defensiva Policial (DDP). Na instrução, os futuros soldados vivem na pista de testes situações bem próximas a realidade, e são obrigados a redobrar a atenção, assim como é feito na rua.

A disciplina é ministrada no terceiro módulo do curso, e tem carga horária de 30 horas/aula, sendo 15 horas/aula teóricas e 15 práticas. Os instrutores são os sargentos Carlos Henrique Vieira, Rafael Ledenir Bernardo, e os soldados Maycom Quinot Carvalho e Rodolpho de Souza Gouveia, que repassam aos alunos técnicas de direção utilizadas pelo mundo afora, e isso vem tornando a PMSC referência no Brasil e fora dele em treinamentos técnicos e táticos para deslocamentos.

No decorrer da instrução, os alunos aprendem desde a manutenção preventiva da viatura, visando à redução de gastos com manutenção, até a calibragem correta dos pneus. Além disso, são repassadas técnicas para dirigibilidade em áreas alagadas, aquaplanagem, saídas em curva, entre outros, e ainda é ressaltado o respeito à sinalização e as leis de trânsito.

O uso do cinto de segurança também é abordado, já que a utilização do equipamento de segurança pelos policiais ainda é um paradigma a ser quebrado, mas que somado aos equipamentos de segurança do veículo, diminuem os riscos de lesões e morte do policial, consequentemente as baixas de serviço e gastos com saúde do servidor. Então, através de técnicas israelenses de colocação e retirada do cinto, os futuros soldados aprendem a usar o equipamento até o mais próximo possível do local da ocorrência.

Os alunos ainda aprendem diversas técnicas para o aumento da segurança, como a utilização dos faróis em qualquer deslocamento tendo sempre o intuito de ver e ser visto na via, a importância do sistema de freios com ABS, dos Air Bags além dos perigos em, por exemplo, deixar objetos soltos no painel podendo ser projetados contra o policial em uma colisão em que seja acionado o Air Bag.

De acordo com os instrutores, com treinamentos intensos, ganha a PMSC e também a população, com vias mais seguras e policiais mais técnicos ao volante. Enfim, o investimento no treinamento do policial torna a corporação referência e diminui os custos para o estado, população e para o policial.

 

ASSUNTO: BOPE

VEÍCULO: Portal da PMSC

Integrantes do BOPE realizam curso na Argentina

Durante os dias 03 a 09 de março de 2015, integrantes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) participaram de curso na província de Misiones, na Argentina.
O “Curso Táctico em Operaciones Urbanas” foi realizado na cidade de Posadas, tendo como foco intervenções táticas e combates em situações de emboscadas, contando com a presença de integrantes das províncias de Misiones, Chaco, Corrientes, Formosa e Exército Argentino.
Na oportunidade, também foram realizadas abordagens em ambiente confinado entre os integrantes do BOPE e do GE1 (Grupo de Operações Especiais da Polícia Federal Argentina).
Participaram do curso o capitão Lucius Paulo de Carvalho, capitão Rafael Vicente e tenente Humberto Porto Mapelli.

 

ASSUNTO: Farra-do-boi

VEÍCULO: Portal da PMSC

Polícia Militar e demais órgãos assinam Protocolo de Cooperação para Farra do Boi

Na manhã desta terça-feira (10), aconteceu uma reunião para assinatura do Protocolo de Cooperação - Farra do Boi 2015, na Sala do Conselho Estratégico, no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), em Florianópolis.
O protocolo celebra a cooperação e a união de esforços de várias entidades na busca pela proteção e defesa dos animais, que sofrem maus tratos e crueldade, em especial, no período da Quaresma e Semana Santa. Assinaram o documento, além da PMSC, o Ministério Público do Estado de Santa Catarina, as Secretarias de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis e de Itajaí, a Polícia Civil de Santa Catarina, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), a 8ª Superintendência da Polícia Rodoviária Federal, o Instituto Ambiental Ecosul, as Prefeituras Municipais de Florianópolis, Biguaçu, Governador Celso Ramos, Garopaba e Tijucas.
A reunião foi conduzida pelo subcomandante-geral, coronel João Henrique Silva, que explica que este documento se faz necessário para tentar conter a prática da “farra do boi” em Santa Catarina. A atividade é proibida por tratar-se de crime (art. 32 da Lei nº 9.605/98), conforme acordo lavrado pelo Supremo Tribunal Federal. O protocolo tem como objetivo realizar ações de prevenção e repressão nesta prática, sendo que a PMSC atuará em quatro fases distintas para alcançar os objetivos:

- 1ª Fase: Educativa, com palestras do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) e concurso de redação nas escolas;
- 2ª Fase: Controle e Movimentação, através da Agência Central de Inteligência (ACI) da PMSC;
- 3ª Fase: Intensificação do Policiamento, nas regiões mapeadas pela Polícia Militar;
- 4ª Fase: Repressão, buscando a manutenção e a preservação da ordem pública, empregando, quando necessário, a ACI, os Batalhões e as unidades da PM, o Choque e o Bope.
Em complemento a assinatura do documento, também foi divulgado o concurso de redação que será promovido pela PMSC, aberto aos alunos do 6º ano do ensino fundamental das escolas públicas estaduais e municipais. O tema da redação será “A farra do boi e a violência contra os animais”. A entrega dos certificados ocorrerá em uma cerimônia prevista para o dia 31 de Março, no Quartel do Comando Geral da PMSC.

 

ASSUNTO: Guarda-vidas

VEÍCULO: Portal do CBMSC

1ºBBM REÚNE GUARDA-VIDAS MILITARES

     

 

O 1º Batalhão de Bombeiros Militar, cuja circunscrição abrange o município de Florianópolis, reuniu nessa segunda-feira (09/03) os Guarda-Vidas Militares empregados na Operação Veraneio 2014/2015. O encontro, em clima de confraternização, marcou a proximidade do término do período de temporada nas praias da Capital, quando o serviço de Salvamento Aquático passará a ser gradativamente reduzido em função da baixa procura dos balneários por banhistas.

A reunião dos Guarda-vidas ocorreu na Ilha dos Guarás e contou com a presença do Comandante-Geral do CBMSC, Coronel BM Onir Mocellin, do Comandante do 1ºBBM, Tenente-Coronel BM Flávio Rogério Graff, e do Subcomandante da Unidade, Major BM Helton de Souza Zeferino.

Até o domingo (08/03), os profissionais de praia que atuam na Capital realizaram mais de 1,2 mil resgates de banhistas vítimas de arrastamento, 32 salvamentos de vítimas de afogamento e mais de 1,1 milhão de prevenção a afogamentos (abordagem de banhistas).

Encerramento

O encerramento oficial da temporada Operação Veraneio 2014/2015 da Secretaria de Estado de Segurança Pública ocorrerá em cerimônia a ser realizada no próximo dia 25/03 no Centro de Ensino Bombeiro Militar em Florianópolis, quando serão apresentados os dados finais referentes ao período de temporada das ocorrências registradas em todo o Estado.

A Operação Veraneio, realizada desde a década de 1960 pelo CBMSC, é formada por três períodos: pré-temporada (ativação gradativa dos postos de guarda-vidas); temporada (todos os postos de guarda-vidas operantes); e pós-temporada (desativação gradual dos postos).