Área do associado

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Clipagem do dia 8 de julho

8.7.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE 08.07.2014

 

COLUNISTA ROBERTO AZEVEDO – Notícias do Dia

De volta

O jornalista Hélio Costa repensou sua posição e não irá mais concorrer a deputado estadual pelo PSB. O retorno ao ar na RICTV/Record será hoje. O também comunicador Roberto Salum (PSD ), candidato a deputado estadual, lamentou a ausência e disse que, como luta pela renovação, a campanha “perde um cara de moral que iria somar”.

 

COLUNISTA CARLOS DAMIÃO – Notícias do Dia

Na mosca

Mais um ponto para a Polícia Militar, com a ocupação ontem do Morro do Horácio, uma das comunidades mais subjugadas pelo tráfico de drogas, onde há poucos meses veículos dos grupos RIC e RBS foram atacados por bandidos. Ao acompanhar a operação, por relatos de oficiais, percebemos o poder de fogo que a PM catarinense tem para enfrentar a barra pesada do crime, com alta tecnologia a serviço do combate às drogas.

 

ASSUNTO: Editorial

VEÍCULO: Notícias do Dia

O controle dos morros da cidade

A polícia decidiu agir com mais rigor em áreas de Florianópolis que os traficantes de drogas tentam dominar, criando territórios próprios e inexpugnáveis. A ofensiva resultou na prisão de vendedores, e ainda não avançou no sentido de tirar de circulação os líderes de gangues que atuam nos morros do Horácio, na Ilha, e da Caixa, no Continente, por exemplo. Pode ser que isso venha a ocorrer nos próximos dias, com a devida parcimônia das forças de segurança, porque nas duas comunidades pessoas de bem, trabalhadores honestos e responsáveis, convivem com criminosos que se esgueiram para fugir da lei e manter seus “negócios” em atividade.

Há duas semanas, a avenida Ivo Silveira, na área continental da cidade, foi sacudida por uma reação intempestiva do tráfico à ação policial, queimando dois ônibus em plena via pública. De lá para cá, a PM não abandonou mais o local, por onde passam milhares de pessoas por dia, muitas delas em coletivos lotados que se dirigem para bairros e municípios da região. É saudável que haja esse monitoramento, porque ataques e pedradas nunca podem ser descartados naquela área.

A presença da polícia dá uma sensação de segurança à população, mas também incomoda por demonstrar que o problema ainda está por ser resolvido. O comando da PM está correto em agir preventivamente, mas precisa controlar de vez a situação nos dois morros, impedindo que se crie um quadro comum em outros centros, onde o crime domina amplas regiões, fazendo os moradores de reféns e desafiando a polícia.

 

ASSUNTO: MORRO DO HORÁCIO

VEÍCULO: Notícias do Dia

Rigor no combate ao tráfico

Armados com submetralhadoras e se revezando em turnos a cada 12 horas, policiais civis e militares ocupam locais deixados pelos traficantes do Morro da Caixa, em Capoeiras, na região continental de Florianópolis.

Eles estão lá há 14 dias e sem prazo para deixar os cinco postos ocupados na comunidade, formada na sua maioria por pessoas carentes. A permanência da polícia no Morro da Caixa está associada a diversas outras ações desencadeadas nos últimos dias pelas polícias na Capital, cujo principal objetivo é combater o tráfico de drogas.

Desde o início deste ano, foram apreendidas na Capital quase meia tonelada de maconha e cerca de 30 quilos de cocaína. No dia 25 de junho, no Morro da Caixa, o saldo da operação incluiu apreensão de 8.000 comprimidos de ecstasy, 160 munições, 2.000 trouxas de cocaína e crack e 20 quilos de maconha. A operação também terminou com uma morte, de Anderson Camargo de Jesus, 19. Isso provocou reação da comunidade, que ateou fogo em dois ônibus.

Segundo a Polícia Militar, a ocupação do morro é por tempo indeterminado. “A polícia permanecerá ocupando a região o tempo que for preciso, nem todos os traficantes foram presos”, explicou a tenente-coronel Claudete Lehmkuhl, porta-voz da PM.

Quem vive na região evita comentar a presença da polícia, com medo de se expor. “O movimento mudou completamente, o tráfico parou”, disse um homem que não quis se identificar. Um dos policiais que trabalha num dos cinco pontos fixos na comunidade disse que a polícia tem sido bem-vista. “Estamos aqui para manter a ordem. O tráfico diminuiu, mas recebemos informações de que os traficantes fugiram da região. A população está gostando da nossa presença”, contou o policial que se identificou apenas como Cope 26.

O receio das polícias em abandonar a área sem conseguir cumprir algumas prisões é de que o clima de tensão volte a dominar o local, como no episódio dos ônibus incendiados. “A ideia é ficar até que a comunidade esteja pacificada”, declarou o delegado Alfredo Ballstaedt, do Cope (Central de Operações Policiais Especiais).

“Uma coisa é certa, a manutenção dos pontos de drogas está diretamente ligada com a alta demanda. O ponto se torna comercial”, afirmou o tenente-coronel Araújo Gomes, comandante do 4º Batalhão da PM, que na manhã de ontem deflagrou operação para o cumprimento de 16 mandados de prisão no Morro do Horácio. As prisões foram resultados de mais de um mês de investigações. “Informações de relatórios, filmagens e outras provas serviram para que conseguíssemos os mandados”, disse.

Foram expedidos 16 mandados, dos quais sete foram cumpridos. Três procurados já estavam presos e outros dois o foram em flagrante. Os demais estão foragidos. A PM promete intensificar as rondas no Morro do Horácio, mas diferentemente do que acontece no Morro da Caixa, não será instalada neste momento uma ocupação nos pontos de venda de drogas.

Os morros da Caixa, do Horácio e do Mocotó são tidos como os pontos de drogas mais rentáveis da cidade. A polícia não tem estimativas oficiais sobre quanto dinheiro circula pelas biqueiras, que em papelotes entre R$ 5 e R$ 20 abastecem o bolso dos grandes traficantes que estão atrás das grades.

No Mocotó, a presença das polícias tem sido constante desde abril, quando foi deflagrada uma megaoperação para o cumprimento de 27 prisões. No dia 15 de junho, uma guarnição do PPT (Pelotão de Policiamento Tático) foi recebida a tiros de fuzil ao tentar fazer uma incursão no morro.

“O tráfico tanto no Horácio como no Mocotó tem ligação direta com outros crimes na cidade, como assaltos”, disse Araújo Gomes. Os dados mais atualizados da Secretaria de Segurança Pública (entre janeiro e abril deste ano) mostram que já foram confeccionados 326 boletins de ocorrência por tráfico de drogas só na Capital, e apreendida cerca de meia tonelada de maconha em todo o Estado.

O Morro do Horácio, a poucos metros da avenida Beira-Mar Norte, é acessível por pessoas de todas as classes. A droga normalmente é entregue no carro e o comércio é praticamente ininterrupto. “É muito difícil acabar com um ponto de drogas antigo. Essas prisões não foram para prender os ‘patrões’, mas os que estão abaixo deles”, concluiu Gomes.

DEIC prende gangue

A Deic (Diretoria Estadual de Investigações Criminais) prendeu ontem oito pessoas que seriam ligadas a uma facção criminosa. A operação vinha ocorrendo desde sábado nas cidades de Florianópolis, Palhoça, Tijucas, Itajaí e Criciúma.

A operação investigava um grupo envolvido com os ataques a ônibus e prédios da Segurança Pública ocorridos no final de março e abril deste ano. Foram presos Dilamar Nunes de Oliveira, Cristiano José Adriano, Maicon Alves de Lima, Eliane Fátima de Olinda, Lucas Gonçalves Amaral de Paula, Bruno Alves de Lima, Diego Melo e Márcio Carvalho de Oliveira. Os três últimos já estavam detidos e tiveram seus mandados cumpridos nos presídios.

Segundo o delegado Procópio da Silveira Neto, responsável pela operação, Dilamar é suspeita de ser a responsável por cobranças e mensalidades do grupo criminoso e também por receber e repassar as informações dos líderes da facção para os demais membros. “Esta ação foi um golpe forte na desestruturação do grupo, principalmente deste elo feito pela Dilamar.

Além do mais, com as provas coletadas e os interrogatórios, haverá mais subsídios de como funciona esta facção criminosa”, ressaltou o delegado. Na ação, ao mesmo tempo, os policiais localizaram um quilo de maconha, 50 gramas de cocaína, microchips SD , cartões de celular e cartas relativas à facção.

 

ASSUNTO: MORRO DO HORÁCIO

VEÍCULO: Diário Catarinense

GOLPE NO TRÁFICO: Polícia afirma que prisões devem diminuir assaltos

Oito pessoas foram detidas após uma operação da PM no morro do Horácio, ontem, em Florianópolis

Com a prisão de oito pessoas por tráfico de drogas no Morro do Horácio ontem, em Florianópolis, a Polícia Militar (PM) espera enfraquecer uma série de crimes que rondam a comunidade e também os bairros próximos, como Agronômica, Trindade e Carvoeira.
A segunda ocupação de um morro em menos de duas semanas em Florianópolis – a primeira foi no dia 25 do mês passado, no Morro da Caixa, no Continente – envolveu mais de 150 policiais militares e civis.
O alvo principal foi o ponto conhecido como da lixeira, na Rua Antônio Carlos Ferreira. Houve observação do local durante 60 dias por policiais do 4o Batalhão da PM. Há filmagens do comércio de drogas.
Com a participação do Ministério Público, o monitoramento resultou em 16 mandados de prisão preventiva e 20 de busca e apreensão expedidos pela Justiça. A operação durou cerca de 2h30min. Policiais da Delegacia de Combate às Drogas da Polícia Civil também participaram. As equipes se concentraram por volta das 5h e a partir das 6h começaram a cumprir os mandados. A PM permanecerá no Horácio com blitze e abordagens.
O comando do 4o BPM afirma que entre os alvos estão gerente, vendedores e olheiros do tráfico e espera com as prisões reduzir o número de assaltos no entorno do Morro do Horácio. A PM diz ter verificado a participação de envolvidos na venda de drogas também em roubos e em enfrentamentos à própria polícia.
Assim como no Morro da Caixa, a suspeita da PM é que a facção Primeiro Grupo Catarinense (PGC) esteja por trás do comando do tráfico de drogas nos pontos. A polícia divulgou que foram presos Andre Moura dos Santos “Deco”, Olindina Regina dos Santos, João José Junior, Elidiane Brasilino da Silva, Juliano Ferreira dos Santos, Djony dos Santos e Carlos Roberto Tomaz. O DC não teve acesso aos presos nem aos seus advogados.

 

ENTREVISTA: “Há maior demanda por drogas”

Diário Catarinense – Tivemos a recente ocupação no Morro da Caixa (Continente). O que o tráfico provoca nessas comunidades?
Araújo Gomes – A gente vem percebendo crescimento do mercado consumidor e da demanda por droga e, com isso, notamos que se fortalecem pontos tradicionais e aparecem novos pontos de venda de drogas.

DC – Até que ponto vai o domínio do crime nos morros?
Gomes – Na verdade não é um temor da polícia, mas percebemos o acirramento do enfrentamento e isso disparou uma luz vermelha, um alerta para nós. Criminosos cada vez mais violentos acabam criando um comportamento cada vez mais individualista nas comunidades, que denunciam menos.

DC – A comunidade do Horácio é refém do tráfico?
Gomes – Não exatamente. Eles têm uma relação de amor e ódio. Uma boa parcela depende do dinheiro do tráfico direta ou indiretamente, como na venda de lanches e na circulação de dinheiro na comunidade. Alguns gostariam de se meter, mas não o fazem por medo. Muitos são neutros.

DC – Há facções nos morros?
Gomes – O Deco, que prendemos, estava lá representando o PGC.

DC – Há a teoria de que a polícia ataca o tráfico e o crime vai para o assalto. Procede a lógica?
Gomes – A gente encontra, sim, lógica de deslocamento, geográfica e de modalidade. Ou quando há grandes perdas, apreensões, ou quando há queda de vendas e as armas passam a ser capital parado. E aí são usadas para fazer dinheiro novo nos assaltos.

 

ASSUNTO: ASSALTO EM CAMPINAS

VEÍCULO: Diário Catarinense

NA MIRA DA POLÍCIA: Assalto milionário é investigado

O bando que assaltou a empresa Samsung evitou as chamadas iscas eletrônicas – equipamentos dotados de rastreadores, dispostos estrategicamente no estoque para permitir a localização em caso de roubo. O detalhe revela que os bandidos conheciam a empresa e planejaram o roubo em detalhes, segundo o delegado da Polícia Civil Carlos Henrique Fernandes, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).
Segundo ele, entre oito e dez homens fizeram reféns pelo menos 100 dos 200 funcionários que estavam na empresa. Eles foram ameaçados e obrigados a ajudar no carregamento dos sete caminhões usados no roubo. Foram levados 40 mil itens, sobretudo celulares e tablets de última geração, avaliados em R$ 80 milhões, segundo ele.
Evitando dar detalhes da investigação, o delegado contou que os assaltantes renderam uma van que transporta funcionários e, na portaria, dominaram a equipe de segurança e tomaram as armas. O resto do bando entrou em outros veículos, inclusive alguns caminhões. Usando os crachás dos funcionários, seguiram para os setores de expedição e foram rendendo quem era encontrado. Os reféns eram mantidos sob a mira de armas.
– Eles certamente tinham fuzis, mas essas armas não foram vistas pelos reféns. Lá dentro eles se separaram e começaram a escolher o que seria levado – relatou o delegado.
Para ele, a quadrilha é especializada nesse tipo de ação e escolheu a Samsung por fabricar produtos de pequeno volume a alto valor agregado.
– Com certeza, eles têm um esquema para a receptação desses produtos, possivelmente na informalidade.
Funcionários podem estar envolvidos no esquema
O delegado não descartou a possível participação de funcionários e adiantou que as câmeras captaram alguns dos assaltantes em ação. As imagens serão processadas e melhoradas para uma possível identificação.
De acordo com o policial, a Samsung já foi vítima de um roubo num galpão do Aeroporto de Viracopos, também em Campinas, mas essa investigação foi feita pela Polícia Federal por se tratar de área de segurança federal. Ele tem conhecimento de que alguns suspeitos foram investigados e houve até ordem de prisão.
– Entraremos em contato para ver se há alguma relação entre os dois casos – disse.
A imprensa não teve acesso aos depoimentos das vítimas e testemunhas, que serão mantidos em sigilo para não prejudicar as investigações.

 

ASSUNTO: NOVOS SOLDADOS

VEÍCULO: Portal da PMSC

66 novos soldados se formam em Criciúma

Na manhã de sexta-feira (04), 66 novos soldados formaram-se em Criciúma. A solenidade foi realizada na sede do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e contou com a presença do comandante da 6ª Região de Polícia militar (RPM), tenente-coronel Lênio Espíndola, do comandante do 9º BPM, tenente-coronel Márcio José Cabral, além de diversas outras autoridades, familiares dos formandos, imprensa, além da banda de música do 28º Grupo de Artilharia de Campanha (GAC).

Durante o curso de formação, iniciado em julho de 2013, os alunos soldados receberam conhecimentos específicos sobre segurança pública. Foram 1.445 horas-aula. Na solenidade, a então soldado Jamile Silva Laurindo foi homenageada pela classificação de primeira colocada entre os formandos, com média final de 9,59. Os novos soldados prestaram o compromisso, perante o pavilhão nacional, de cumprir o serviço policial militar. Eles serão distribuídos entre a 6ª e 8ª Região de Polícia Militar (RPM), sediada em Criciúma e Tubarão, respectivamente.

 

ASSUNTO: BANCO DE HORAS

VEÍCULO: Portal da Aprasc

ASSEMBLEIA PARA DISCUTIR A JORNADA DE TRABALHO É NESTA QUINTA, 10/07

O  anteprojeto de lei construído em debates conjuntos entre Aprasc, Estado Maior da Polícia Militar e do Bombeiro Militar, além de representantes da Acors e Aberssesc, foi encaminhado ao Governo do Estado no final de junho. A proposta incorpora sete das oito premissas básicas preconizadas pela Comissão da Jornada de Trabalho da Aprasc, mas ainda tem brechas que podem levar à jornadas extenuantes, escravizando os praças, até por conta dos problemas com efetivo, além de que pode ser modificado no âmbito do Governo.

   “Por isso o assinamos com ressalvas, como podem verificar na versão digitalizada que disponibilizamos acima (clique no destaque em vermelho). Pedimos que os colegas analisem com cuidado o anteprojeto, tragam suas dúvidas e sugestões para o debate na Assembleia Geral Extraordinária desta quinta-feira. Este debate é que definirá os encaminhamentos que a Aprasc deverá fazer”, salienta o presidente em exercício, sargento Pedro Paulo Boff Sobrinho. (Veja aqui a mensagem do presidente em exercício.)

   O anteprojeto se ancora na fixação de escalas de trabalho, não nas 40 horas semanais estabelecida pela Constituição do Estado, única das premissas propostas pela Aprasc que não está preservada.  Um dos principais pontos da proposta é o tratamento de excepcionalidade dado à escala 24X48 e o estabelecimento do prazo de 31 de dexembro de4 2015 para sua extinção nas duas Corporações. Também prevê que todas as escalas de serviço ordinárias que ultrapassarem as 200/horas mês serão contabilizadas como tempo de serviço, na proporção de um dia para cada oito horas trabalhadas acima de 200 mensais.