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Clipagem do dia 5 de fevereiro

5.2.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE 05.02.2014

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

OAB monitora o sistema prisional

Conselho Federal da OAB esteve reunido ontem em Brasília e bateu o martelo: cada seccional estadual fará um relatório mensal sobre o sistema prisional. De Santa Catarina participaram o presidente da OAB-SC, Tullo Cavallazzi Filho, e o advogado Victor José Fontes, da comissão de assuntos prisionais da entidade

 

COLUNISTA CACAU MENEZES – Diário Catarinense

Avaí x Figueira

Comando do 4º Batalhão da Polícia Militar comunicou oficialmente que é contra o desfile dos blocos de Carnaval Gaviões Alvinegros e Mancha Azul, respectivamente das torcidas do Figueirense e do Avaí. A justificativa, segundo apurou o Serviço Secreto do Cacau, é a dificuldade em manter a segurança, já que os desfiles acontecem no domingo, uma semana depois do clássico entre as duas equipes da Capital.
O Ministério Público foi provocado a se manifestar, mas ainda não tem opinião formada sobre o assunto. Já entre os integrantes dos blocos, a medida é vista como “discriminação” e “preconceito”. A polêmica promete render.

Pegou fogo

O incêndio que atingiu a antessala do estande de tiros da Acadepol, no domingo, não foi criminoso, nem tampouco causado por curto-circuito. A Polícia Civil considera a possibilidade de o fogo ter sido causado pelo calor, destruindo aproximadamente 10% do armamento novo que havia no local. Viu? As mais altas temperaturas registradas nos últimos 90 anos não estão para brincadeira.

 

ASSUNTO: Ataques à PM

VEÍCULO: Diário Catarinense

EM ALERTA: Após ataque, PMs usam coletes à prova de balas

Terceiro caso registrado em quatro dias, posto da polícia foi alvo de tiros ontem em São José

Policiais militares sediados em bases e postos foram orientados a permanecer com os coletes à prova de bala no local de trabalho. Esta é uma das medidas tomadas ontem pelo comando da corporação em São José, na Grande Florianópolis, após um ataque a tiros a uma unidade que fica no loteamento Lisboa, no bairro Forquilhas, durante a madrugada.
Não há suspeitos do crime. O comandante do 7o Batalhão da PM, tenente-coronel Marcus Vinicius Bedretchuk, afirma que a situação é temerosa por não se saber a motivação do atentado e também porque outros casos semelhantes foram registrados pelo Estado.
Com o ataque ao posto da PM no loteamento Lisboa,ontem,chega a três o número de unidades da corporação alvo de criminosos em SC nos últimos quatro dias. As outras bases atingidas foram a da Vila Aparecida, região Continental de Florianópolis, e um posto no distrito de Marechal Bormann, interior de Chapecó, no Oeste de SC. Além desses casos, havia outros três incidentes com indícios de ação criminosa em investigação pelo Estado.
Ontem, foi descartada a hipótese de que um deles havia sido provocado desta forma. O Instituto Geral de Perícias (IGP) excluiu a possibilidade de o incêndio no depósito de armas da Academia de Polícia (Acadepol), no domingo, em Florianópolis, ter sido originado por curto circuito. A Polícia Civil divulgou que a causa provável foi a combustão de pólvora pelo calor no ambiente.
O titular da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), delegado Akira Sato, considera o período crítico em razão de fatores como o aniversário da fundação do Primeiro Grupo Catarinense (PGC), em março. Além disso, lembra que o Estado pediu à Justiça para que mantenha por mais um ano os líderes do PGC isolados na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte.
 

Casos investigados

ONTEM

Quatro tiros são disparados contra a base da PM no loteamento Lisboa, em São José, na Grande Florianópolis. Ninguém foi preso.

2 DE FEVEREIRO

Um incêndio atinge uma sala em que são guardadas armas e munição da Academia da Polícia Civil (Acadepol), em Canasvieiras, no Norte da Ilha. A possibilidade de incêndio criminoso foi descartada após perícia. Cerca de 10% do armamento novo foi perdido.

2 DE FEVEREIRO

Tiros são disparados por volta das 23h contra a base da PM na Vila Aparecida, região Continental de Florianópolis. Os disparos atingem a parede dos fundos e o carro de um morador.

1O DE FEVEREIRO

A base da PM do distrito de Marechal Bormann, em Chapecó, Oeste, é incendiada. Um homem de 20 anos foi preso. Peritos encontraram marcas do tênis do suspeito na unidade policial e na casa dele.

30 DE JANEIRO

Dois carros são incendiados no pátio de uma revenda em Itajaí, Litoral Norte. Um deles é uma viatura da Polícia Militar. O fato também ocorreu de madrugada.

16 DE JANEIRO

Uma viatura da Polícia Civil é parcialmente queimada de madrugada na 1ª Delegacia de Polícia, no bairro Forquilhinha, em São José. Policiais suspeitam que o crime esteja ligado a uma prisão em flagrante.

 

“Ataques são por desavença ou vingança”

Para o professor de criminologia Alceu de Oliveira Pinto Junior, a forma de agir dos criminosos nos ataques aos postos e bases da PM aponta para desavenças com algum policial e vingança, e não para uma nova ação orquestrada do crime organizado.

Diário Catarinense – Quais seriam as motivações destes ataques ?
Alceu de Oliveira Pinto Junior – Acredito que alguma desavença com policial ou em razão de alguma ação policial – legítima até – contra um grupo das redondezas. Acredito que esses que ocorreram são pontuais e isolados por vingança mesmo. O criminoso pratica esse tipo de ato para aparecer no meio criminoso.

DC – Como o Estado deve agir para evitar que isso se alastre e se transforme em algo maior?
Alceu – Com inteligência policial, mapeamentos e com informações sendo compartilhadas. Na minha opinião a investigação deve ser feita exclusivamente pela Polícia Civil.

DC – O que leva a crer que não se trata de algo ordenado por facção criminosa?
Alceu – Não se teve notícia de comemoração dos presos no sistema prisional após os fatos e também os casos não são de repercussão pública. Também não atingiram a classe média e não foram contra ônibus, por exemplo.

 

ASSUNTO: Violência nos Ingleses

VEÍCULO: Diário Catarinense

Dono de mercearia morre

O dono de uma mercearia no bairro dos Ingleses, em Florianópolis, baleado na cabeça na manhã de segunda-feira, morreu ontem no Hospital Regional de São José.
Valdecir Manes tinha 42 anos e foi abordado por dois homens quando chegava para trabalhar. Ele teria reagido à tentativa de assalto.
Os suspeitos fugiram sem levar nada do estabelecimento e Manes chegou ser socorrido. Ele morreu na madrugada.
No dia do crime, a vítima havia acordado às 5h para comprar frutas e legumes e revender no mercado. Ao chegar no estabelecimento, encontrou os funcionários nos fundos, rendidos pelos assaltantes.
O comerciante teria reagido e entrado em luta corporal com um dos suspeitos, quando o comparsa atirou. A bala entrou na parte direita superior do olho da vítima e ficou alojada na nuca.
A polícia divulgou os retratos falados dos dois suspeitos. Um deles teve duas imagens divulgadas, pois houve discordância entre as testemunhas do crime. Informações podem ser passadas pelos telefones 181 e (48) 3223-6918. Não é necessário se identificar.

 

ASSUNTO: SISTEMA PRISIONAL

VEÍCULO: Diário Catarinense

Presídio de Joinville não será interditado

O responsável pela portaria que ameaçava o Presídio Regional de Joinville, o juiz titular da Vara de Execução Penal, João Marcos Buch, preferiu não apelar para a intervenção judicial. Caso fosse interditado, o presídio não poderia mais receber presos. A medida seria tomada se 16 exigências não fossem cumpridas pelo Estado. Restam três medidas não solucionadas. Estas pendências serão acompanhados em processos separados pela Vara de Execução Penal.