Área do associado

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Clipagem do dia 25 de julho

25.7.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 25 DE JULHO

 

COLUNISTA LUIZA GUTIERREZ – Notícias do Dia

 

COLUNA CACAU MENEZES – Diário Catarinense

Segurança

Visado por ladrões, pedestres devem redobrar as medidas de segurança na região da Bocaiúva e entorno. Se possível, ande com uma companhia (os bandidos preferem pessoas sozinha) e não exiba smartphones nem faça check-ins nas redes sociais, alerta o especialista em segurança Eugênio Moretzshn.

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Diário Catarinense

Joinville e a força da mobilização

O funcionamento eficaz do sistema aeroportuário é vital para o desenvolvimento de cidades e regiões em todos os países do mundo. Uma nova prova disso está em Joinville, a maior e mais industrializada de Santa Catarina.
Seu acanhado aeroporto movimentou 209 mil passageiros em 2009 e deve bater recorde de 500 mil este ano. Mais relevante: previsão da Infraero é que alcance um milhão de passageiros em 2015.
Este aumento deve-se à instalação do equipamento ILS (Instrument Landing System), o sistema de pouso por instrumento. Está funcionando há um mês e viabiliza pouso e decolagem de aeronaves com segurança em condições atmosféricas adversas. Tem mais: os agentes de viagem dizem que de cada um passageiro que usa o aeroporto de Joinville, outros cinco optavam por Navegantes ou Curitiba porque tinham segurança do voo.
O aeroporto de Joinville era o que mais fechava por nevoeiro e mau tempo em todo o Brasil. Agora tem segurança garantida nas operações. Dados fornecidos pelo superintendente da Infraero, Rones Heibermann, na Comissão de Logística da Fiesc, ao anunciar que o Plano Diretor prevê um terminal de carga e várias melhorias.
Agora, o mais incrível: um aparelho tão essencial a todo o Norte de Santa Catarina custou apenas R$ 7 milhões. E só agora foi instalado porque houve uma ampla mobilização da Acij, Fiesc, parlamentares e autoridades estaduais.
Quer dizer: Joinville e o Norte ficaram anos e anos com graves problemas operacionais, agora resolvidos com apenas R$ 7 milhões. Outra prova eloquente de que a mobilização política traz resultados concretos contra a burocracia federal de Brasília.

 

COLUNISTA YULA – Notícias do Dia

Redução preocupante

A partir de agosto, cerca de 30% do efetivo da Polícia Civil de Palhoça deverá se aposentar. A redução no contingente policial é histórica no município. O pior é que o reforço deve chegar somente no segundo semestre de 2015. Serão feitas relocações e mudanças nos quadros, mas se o número de policiais que temos hoje já é considerado insuficiente, como ficará a segurança dos palhocenses até o ano que vem?

 

ASSUNTO: LOJA DE TECIDOS

VEÍCULO: Notícias do Dia

Incêndio foi acidental, aponta laudo

O incêndio ocorrido na loja de tecidos sintéticos Dois Anjos, localizada na rua General Eurico Gaspar Dutra, no bairro Estreito, em Florianópolis, na noite de 28 de abril, não foi criminoso e sequer provocado por curto-circuito. O laudo técnico do Corpo de Bombeiros afirma que as prováveis causas podem estar num dos quatro nobreaks próximos à origem do fogo.

Segundo o cabo BM Carlinhos Alves Ribeiro, o incêndio teria sido acidental e a subcausa um fenômeno termoelétrico. “A ausência de elementos comprobatórios nos impede de afirmar, mas todos os estudos apontam para o nobreak como gerador da fonte ígnea para o início do incêndio”, atestou.

As labaredas que consumiram os 4.800 m² de área construída do prédio que estava repleto de tecidos sintéticos também atingiram o telhado de uma igreja e as paredes de quatro casas contíguas à loja. Os bombeiros levaram mais de dois dias para apagar o fogo por completo, por causa dos focos que surgiam aleatoriamente. A estrutura foi implodida, os entulhos removidos e agora o proprietário José Carlos Bittencourt faz reparos nas construções atingidas. “Estou trocando as telhas quebradas da igreja e limpando o templo.

As paredes das casas atingidas também foram reparadas e pintadas”, disse Bittencourt. Ele não quis revelar o prejuízo, mas afirmou que negocia as apólices na Justiça. Enquanto o empresário não tem uma definição judicial, monta outra loja. A estrutura menor, mas com o mesmo nome, fica na rua Presidente Kennedy, no bairro Kobrasol, em São José. Dependendo do valor das apólices, Bittencourt poderá reconstruir a loja no mesmo terreno da rua General Eurico Gaspar Dutra. O inquérito está sendo finalizado na 3a DP de Capoeiras e o delegado Pedro Fernando elabora o relatório final, que será encaminhado ainda neste mês à Justiça

 

ASSUNTO: DELEGACIA DE SÃO JOSÉ

VEÍCULO: Notícias do Dia

DP é interditada pela Vigilância Sanitária

De portas fechadas e com uma placa de medida cautelar emitida pela Vigilância Sanitária do município, a 1a Delegacia de Polícia Civil de São José, localizada no bairro Forquilhinhas, foi fechada na tarde de quintafeira por apresentar condições insalubres. O documento emitido pela Vigilância Sanitária do município, informa que há evidência de derramamento de combustível, óleo lubrificante fluido, inclusive com risco de incêndios e explosões dentro do prédio da delegacia, tornando, desta forma, o local inadequado para funcionamento.

Quem chega à delegacia sente um forte cheiro de óleo e gasolina, vindo das diversas motocicletas apreendidas, que por falta de um local adequado estão amontoadas em todo o corredor e até mesmo no banheiro de funcionários da unidade. A informação recebida pela equipe da RICTV é de que funcionários têm passado mal, apresentando náuseas e enjoos devido ao forte cheiro de gasolina, mas que preferem não se manifestar. O grande número de veículos abarrotados na 1a Delegacia de Polícia Civil ocorre há alguns meses. Da rua ao interior da delegacia, dezenas de motocicletas e carros ocupam o local, causando transtornos aos funcionários e a quem precisa frequentar o local. Em entrevista à RICTV, há menos de um mês, o delegado da Polícia Civil Sérgio Safaneli afirmou que o pedido para a retirada dos veículos do local já fora feito, mas até o momento nenhuma solução foi tomada.

ASSUNTO: 10ºBBM

VEÍCULO: Portal do CBMSC

SEMANA DE PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS NA GRANDE FLORIANÓPOLIS

     

 

Militares do 10º Batalhão BM, que abrange os municípios da parte continental da Grande Florianópolis, promoveram uma série de atividades voltadas à comunidade na Semana Nacional de Prevenção Contra Incêndios, entre 30 de junho e 04 de Julho, e em comemoração ao Dia Nacional do Bombeiro – 02 de Julho.

A iniciativa teve por objetivo promover a integração e aproximação da Corporação com a sociedade. A ação base foi a já tradicional Operação Alerta Vermelho, em que Bombeiros Militares e Comunitários realizam visitas a edificações residenciais unifamiliares e repassam orientações de segurança aos moradores para evitar acidentes domésticos e incêndios.

Buscando a conscientização da importância de conhecer e adotar procedimentos de segurança foram promovidos diferentes simulações, entre elas treinamentos de abandono de edificação (shopping Via Catarina, hotel Baviero e supermercado Giassi), simulado de resgate veicular no Centro de Biguaçu e instruções diversas em escolas da região.

Os quartéis da Grande Florianópolis foram abertos ainda durante todo o período para a visitação pública, quando centenas de pessoas tiveram a chance de conhecer um pouco mais sobre equipamentos e viaturas utilizadas nas operações Bombeiro Militar a serviço da vida.

ASSUNTO: SEGURANÇA VIA WHATSAPP

VEÍCULO: Diário Catarinense

Forma moderna de se proteger

O WhatsApp, aplicativo de celular que permite troca de mensagens gratuitas com o uso da internet, ganhou uma função a mais para um grupo de comerciantes do bairro Rio Bonito, no distrito de Pirabeiraba, na zona Norte de Joinville. A ferramenta já deixou de ser surpresa entre os moradores e virou um item a mais de segurança.
Donos de panificadoras, supermercados, farmácias e outros pontos comerciais têm usado a ferramenta para trocar mensagens sobre ocorrências, situações suspeitas e dicas de prevenção. É como se o WhatsApp fosse uma versão 2.0 do programa Televizinho, instituído pela Polícia Militar em algumas regiões da cidade.
A parte convencional do programa, que cadastra números de telefone dos moradores e facilita contatos entre vizinhos, ainda é mantida no Rio Bonito. Só que a lista do WhatsApp é considerada um upgrade porque permite o envio de fotos, vídeos e mensagens de texto em tempo real.
– Decidimos manter esse grupo restrito aos comerciantes, que são os mais visados pelos assaltantes. Assim que um deles toma conhecimento de alguma ocorrência ou ação suspeita, logo passa as informações para a lista – conta Nelson Bansen, 46 anos, gerenciador do grupo.
Perspectiva é expandir o grupo de usuários
A experiência foi colocada em prática há cerca de quatro meses e conta com mais de 30 comerciantes. Informações valiosas também chegam por meio de dois policiais militares, moradores da região, que abastecem o grupo com mais detalhes de ocorrências e fotos de criminosos, por exemplo.
Todas as manifestações na lista são monitoradas pelo Conselho Comunitário de Segurança de Pirabeiraba e pela Associação de Moradores. Como a iniciativa tem sido bem-sucedida, o plano é expandir a lista do WhatsApp a todos os comerciantes do bairro.
O cadastro do Televizinho tradicional já alcança cerca de 150 casas do Rio Bonito. Algumas áreas, diz Nelson, tem 100% de adesão ao programa. Os participantes recebem placas indicando que naquela casa ou ponto comercial existe a união entre vizinhos integrados ao programa, mantido pela PM. Há grupos que fazem cópias de chaves e controles para compartilhar com alguns vizinhos que se avisam quando saem de casa ou vão viajar.

 

ASSUNTO: CASO MARIA ROSÂNGELA

VEÍCULO: Diário Catarinense

Schroeder é absolvido de homicídio

Após 21 horas de julgamento, Elias Schroeder foi condenado por ocultação de cadáver e deve pagar cinco salários mínimos

Elias Schroeder, 52 anos, acusado de ter participado do assassinato de Maria Rosângela Muniz, ocorrido em 25 de janeiro de 2011, foi absolvido do crime de homicídio ontem em júri popular, em Blumenau. O reú foi condenado a um ano de reclusão por ocultação de cadáver e a pena foi revertida em em pagamento de cinco salários mínimos.
O julgamento ocorreu no Fórum de Blumenau e durou 21 horas, das 9h30min de quarta-feira até as 6h de ontem. O engenheiro eletricista Schroeder, também ex-namorado da vítima, estava preso desde fevereiro de 2011.
O júri foi presidido pelo juiz da 1a Vara Criminal de Blumenau, Juliano Rafael Bogo, e o promotor André Otávio Vieira de Mello trabalhou na acusação do caso.
Por volta das 11h, a primeira testemunha de acusação foi ouvida, o delegado responsável pelo inquérito policial, Bruno Effori. Logo depois foi a vez da defesa questionar o delegado. Ao total, foram ouvidas nove testemunhas: quatro da acusação e cinco da defesa. Após o interrogatório do acusado começaram os debates entre defesa e acusação.
Maria Rosângela Muniz foi morta em 25 de janeiro de 2011. O corpo dela foi encontrado uma semana depois, no dia 2 de fevereiro, no interior de Gaspar. Segundo a acusação, a melhor amiga da vítima na época, Vanessa Nardes, teria sido a responsável por atrair Maria até onde ela foi morta, em um apartamento no bairro da Velha. De acordo com a denúncia do Ministério Público, Schroeder e Vanessa seriam os responsáveis pelo homicídio, além de Edemir Pelin, que teria sido contratado para matar a vítima. Em outubro do ano passado, Pelin foi condenado a 23 anos de prisão e Vanessa a 26 anos e 11 meses.

 

ASSUNTO: POLÍCIA RODOVIÁRIA

VEÍCULO: Notícias do Dia

Policial faz parto emergencial dentro de ambulância na BR-101

O bebê que nasceu em uma ambulância da Autopista Litoral Sul na BR-101, pelas mãos de um policial rodoviário federal, recebe alta hoje. Ele foi registrado ontem com o nome de Pedro Henrique, em homenagem ao agente da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e estudante de medicina Henrique Reginaldo, que fez o parto emergencial da dona de casa Natália da Silva. Embora tenha nascido duas semanas antes do prazo e a cinco quilômetros da maternidade, o bebê de 2,6 quilos está bem. A jovem mãe, moradora do bairro Pontal, em Palhoça, deu à luz na madrugada de quarta-feira, enquanto era encaminhada ao hospital Regional de São José por uma equipe de socorristas.

“Senti dores durante o dia. Mas não eram fortes como aquelas do primeiro parto”, descreveu Natália, mãe pela segunda vez. Seu primeiro bebê morreu engasgado há um ano. “Ele tinha três meses. Não tive ajuda para salvá-lo. Mas, graças a Deus ,dessa vez foi diferente. O policial cuidou de mim e do meu filhinho”, comemorou, acariciando Pedro Henrique. Eram 4h20 quando Natália e a tia saíram às pressas de casa, de carro, rumo à maternidade do Regional. Como viram que não daria tempo de chegar ao hospital, elas pediram socorro no posto da PRF, no km 221 da BR-101, no bairro Guarda do Cubatão.

“Os policiais me tiraram do carro e colocaram na maca. As dores aumentaram e quando a equipe viu a cabeça do bebê saindo pediu ao motorista que parasse a ambulância no acostamento”, detalhou a mãe. Natália contou que após o corte do cordão umbilical, o bebê foi colocado em seu colo, de onde só saiu para ser examinado na maternidade. Ela queria ter outro filho para preencher a saudade que o primeiro bebê deixou. “Agora não terei mais nenhum”, assegurou a mãe.

Trabalho perfeito

O patrulheiro Henrique Reginaldo, 31 anos, estudante da 8ª fase de medicina na UFSC, é um profissional predestinado e prestativo. Quando um Gol vermelho parou no posto da PR F de Palhoça, e uma mulher bateu no vidro pedindo ajuda, ele sentiu que seria o momento de colocar em prática o que aprendeu nos quatros anos do curso de medicina. “Pelos sintomas da gestante percebi que a criança nasceria ali no carro. Telefonei para a Autopista e pedi o kit parto”, contou Henrique, que também é formado em engenharia elétrica pela UFSC.

Filho de enfermeira e de policial militar, Henrique chamou os colegas Sérgio e Rulyan para o acompanharem até a maternidade. Os olhos atentos do patrulheiro não desgrudavam da gestante deitada na maca. No limite entre Palhoça e São José, a bolsa rompeu. “Pensei positivo e junto com meus colegas começamos a ajudar a criança a sair do ventre da mãe. Em seguida ‘clampeei’ o cordão umbilical para estancar o sangue e evitar que enrolasse no pescoço do bebê. Graças a Deus deu tudo certo”, disse.

Ele vai conciliar as duas atividades quando se formar em medicina. Ontem, Henrique estava agoniado para contar o feito à mãe, Lourdes, mas não queria acordá-la de madrugada. Aguardou o dia amanhecer e com emoção descreveu para a mãe a sua experiência.

 

ASSUNTO: VIOLÊNCIA NO TRÂNSITO

VEÍCULO: Portal da Alesc

Rede Vida no Trânsito quer reduzir número de mortes por acidentes

Os índices de mortes provocadas por acidentes de trânsito são alarmantes em Santa Catarina. O Mapa da Violência deste ano constatou que no Estado o número de óbitos no trânsito é quase três vezes maior que o de homicídios. A capital catarinense também ocupa um lugar de destaque negativo nos índices em comparação com outras cidades brasileiras. Dados da vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas do Ministério da Saúde apontam que Florianópolis tem o trânsito mais violento do Sul do Brasil, com quase 100 óbitos a cada ano. Com o intuito de mudar essa realidade negativa, foi criada a Rede Vida no Trânsito, formada com o apoio da Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Instituto Geral de Perícias, Detran, prefeitura e entidades da sociedade civil.