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Clipagem do dia 22 de outubro

22.10.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 22 DE OUTUBRO

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

JUSTIÇA SEJA FEITA

A Folha de S. Paulo repercutiu no caderno Eleições de ontem o afastamento de um major da PM do Amazonas que foi flagrado negociando com uma facção criminosa, conforme reportagem publicada pela revista Veja. No grampo, o traficante que está preso fala claramente: em Santa Catarina houve atentados porque apertou o rigor nos presídios. Ou seja, embora não possamos atribuir oficialmente ao PGC, temos mais uma admissão de que, de fato, aqui no Estado a polícia está mais rigorosa.

 

COLUNISTA CARLOS DAMIÃO – Notícias do Dia

Mais segurança

Há quem não goste. Mas a verdade é que a presença da Força Nacional em Santa Catarina, com apoio da Polícia Rodoviária Federal e de efetivos da Polícia Militar catarinense, reduziu a quase zero os atentados e, de quebra, apresentou resultados muito eficientes quanto à apreensão de drogas e armas e prisão de bandidos perigosos. Como diz o leitor Reginaldo Torres Abreu, "segurança pública nunca é demais".

 

ASSUNTO: TRÁFICO DE DROGAS

VEÍCULO: Diário Catarinense

Doleiro é absolvido de lavagem de dinheiro

O doleiro Alberto Youssef, investigado na Operação Lava Jato, foi absolvido ontem do crime de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico.
De acordo com a Justiça Federal no Paraná, o juiz Sérgio Moro, responsável pelo julgamento do caso, seguiu o entendimento do Ministério Público Federal e da defesa de que Youssef cedeu seu escritório para recebimento e entrega de dinheiro, sem saber que se tratava de transação de tráfico de drogas. Youssef, no entanto, continua preso por envolvimento em outros processos.
Na mesma sentença, a primeira das 10 ações originadas da Operação Lava Jato, Moro condenou René Luiz Pereira, Carlos Habib Chater e André de Catão de Miranda pelo crime de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.
O doleiro Alberto Youssef continua preventivamente preso em função da acusação de outros crimes.

 

ASSUNTO: MINAS GERAIS

VEÍCULO: Diário Catarinense

Explosão deixa três feridos

Uma explosão na fábrica de medicamentos do grupo Cimed ontem de manhã deixou três pessoas em estado grave, em Pouso Alegre (MG). Segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, a explosão aconteceu por volta das 6h. As paredes e parte do telhado do prédio desabaram. Uma pessoa foi socorrida com queimaduras em todo corpo e duas com traumatismo na cabeça. Segundo a assessoria do Hospital das Clínicas Samuel Libânio, para onde as vítimas foram levadas, as pessoas foram atendidas e sedadas na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da instituição. Também foram atendidas e seguem sob observação 23 pessoas com escoriações ou intoxicadas em razão da fumaça.

 

ASSUNTO: QUARTA ONDA DE ATENTADOS

VEÍCULO: Diário Catarinense

Ataques voltam após uma semana de trégua

BANDIDOS INCENDIARAM ÔNIBUS na noite de ontem no bairro Saco Grande, em Florianópolis

Um ônibus do transporte coletivo urbano de Florianópolis foi incendiado na noite de ontem na Rua Pedra de Listras, no bairro Saco Grande, em Florianópolis. O veículo da empresa Transol havia acabado de deixar cerca de 20 passageiros no ponto final da linha Sol Nascente no momento do ataque. Se a Polícia Militar confirmar a ligação do caso com a quarta onda de atendados em Santa Catarina, o incêndio será a interrupção de uma semana sem o registro de ações terroristas no Estado.
O motorista fazia o retorno no fim da rua quando foi abordado. Dois homens encapuzados teriam entrado no veículo, exibido armas, mandado apagar as luzes internas e ordenado que o motorista descesse. Em seguida, os bandidos atearam fogo ao veículo.
Disparos contra a casa de um agente prisional em Chapecó, no dia 14, havia sido a última ocorrência. Segundo a PM, até então foram 42 ônibus incendiados e ataques contra 27 casas de agentes da segurança, oito bases policiais e a outras 11 instalações públicas. O balanço inclui, em 32 cidades, o assassinato de um agente penitenciário aposentado, dois suspeitos mortos e 73 presos.

Inquérito da última série de violência na reta final

A polícia está prestes a encerrar o inquérito que apura os mandantes dos ataques ocorridos desde 26 de setembro. O trabalho da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) tem como objetivo principal reunir indícios de que os crimes foram – ou não – cometidos por facção criminosa.
Os delegados responsáveis devem concluir o relatório final nos próximos dias e enviá-lo à Justiça com indiciamentos de integrantes da organização criminosa Primeiro Grupo Catarinense (PGC). Entre os citados, possivelmente constarão criminosos ligados ao 1o ministério do bando, presos desde fevereiro de 2012 na Penitenciária Federal de Mossoró (RN).
– Os mandantes estão dentro e fora do sistema prisional – diz o delegado-geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D´Ávila.

Bando com 10 pessoas é identificado na Serra

POLÍCIA DETEVE OS suspeitos e acredita que eles são responsáveis por pelo menos quatro crimes

Uma quadrilha suspeita de participar da quarta onda de atentados foi presa ontem, em Lages, na Serra. O grupo de 10 pessoas seria responsável por pelo menos quatro dos sete ataques registrados na cidade, diz a delegada Raquel de Souza Freire, da Divisão de Investigação Criminal (DIC) da Polícia Civil.
Com o bando, foi apreendido um carro, onde havia um galão com forte cheiro de combustível e pedaços de pano. Isso leva os policiais a crerem que se tratava de material para a confecção de coquetéis molotov.
O monitoramento dos indivíduos era feito desde o início dos novos ataques no Estado. A Serra permaneceu imune até a véspera do primeiro turno das eleições, quando ônibus e bases policiais foram alvos de tiros e incêndios.
A delegada diz ter fortes indícios de que o grupo ateou fogo a um ônibus no bairro Santa Catarina, em outro na Vila Esperança e praticou dois ataques à base da Polícia Militar no Araucária.
Os 10 tiros disparados contra um complexo de segurança com uma delegacia da Civil, uma base da PM e uma do Corpo de Bombeiros, na área industrial, ainda têm autoria desconhecida. A polícia continua a investigação e não descarta que o bando preso ontem também seja o responsável.

A ordem teria vindo de cadeia

Após a identificação dos 10 suspeitos, entre eles uma mulher e um adolescente, 30 policiais civis e militares deflagraram a Operação Contra-ataque. Mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos simultaneamente nos bairros Centenário, Morro Grande e Santa Catarina, em um ponto conhecido como Vila Preá. Com exceção de um indivíduo que já estava no Presídio Masculino por tráfico de drogas, todos os demais foram detidos em casa.
A ordem para os ataques partia do homem que já estava preso. A DIC ainda não conseguiu confirmar, porém, se a quadrilha está diretamente ligada à facção Primeiro Grupo Catarinense (PGC).
– Existem muitos oportunistas que dificultam as investigações. Mas não importa se é PGC ou qualquer outra sigla. Eles são uma organização criminosa e é assim que serão tratados – disse Raquel.
Os suspeitos serão indiciados por organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção de menores e porte de material explosivo.

 

ASSUNTO: Força Nacional

VEÍCULO: Notícias do Dia

Força Nacional permanece por tempo indeterminado no Estado

Trinta policiais civis e militares deflagraram na manhã de ontem a operação Contra-Ataque, em Lages, que resultou na detenção de dez suspeitos de envolvimento na onda de atentados que atinge Santa Catarina. O bando teria agido em quatro ataques na cidade, que registrou sete atentados. Com o bando, a polícia também apreendeu um veículo Chevette e material para preparar coquetéis molotov.

O grupo vinha sendo monitorado desde as vésperas do primeiro turno das eleições, quando a cidade sofreu o primeiro atentado. Segundo a delegada Raquel de Souza Freire, da Divisão de Investigação Criminal da Polícia Civil, existem fortes indícios de que o bando teria ateado fogo em um ônibus no bairro Santa Catarina, outro na Vila Esperança e praticou dois ataques à base da PM no bairro Araucária.

Os suspeitos, sete homens, duas mulheres e um adolescente, tiveram os mandados de prisão e busca e apreensão expedidos pela comarca após a apresentação das provas. O mandante dos ataques estaria preso, e teria passado a ordem (salve-geral) de dentro do cárcere.

As prisões aconteceram nos bairros Centenário, Morro Grande, Santa Catarina e Vila Preá. Um dos acusados já estava detido por tráfico de drogas. Na mesma operação, a polícia ainda apreendeu 1,2 mil carteiras de cigarros falsificados e droga. Os suspeitos serão indiciados por organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção de menores e porte de material explosivo.

Mesmo após sete dias de trégua nos atentados em Santa Catarina, as forças de segurança mantêm as operações em todo o Estado. As ações se concentram agora principalmente nas rodovias, com o trabalho conjunto entre a Força Nacional de Segurança, PR F (Polícia Rodoviária Federal) e Receita Federal.

Os integrantes da Força Nacional estão no Estado desde 3 de outubro, mas desde o dia 7 passaram a fazer parte da operação Brasil Integrado, Bravo Cidadão.

Do dia 7 para cá, foram fiscalizados mais de 16 mil veículos, 106 pessoas foram presas, oito armas foram apreendidas, 35 flagrantes envolvendo entorpecentes foram efetuados e oito veículos roubados recuperados.

A ideia inicial era de que a Força Nacional permanecesse em Santa Catarina durante 15 dias, para reforçar a fiscalização nas rodovias (divisas e fronteiras) coibindo a entrada de armas, drogas, contrabando e dinheiro, além de apoio administrativo.

Mas o pedido da PRF é de que a ação continue por tempo indeterminado, diante dos ótimos resultados alcançados. “Foi pedido ao Ministério da Justiça a ampliação desse período, devido aos resultados que temos alcançado, mas o planejamento inicial era de 15 dias. O trabalho continua o mesmo, com a fiscalização nas rodovias e a implantação de 11 barreiras fixas no Estado, com o auxílio da Receita Federal em alguns pontos”, diz o inspetor da PRF, Luiz Graziano.

A operação vistoria carros e picapes, mas principalmente motocicletas, tipo de veículo mais usado nos crimes. Os integrantes da Força Nacional também foram responsáveis por auxiliar na transferência de presos para outros Estados. Já as barreiras estão montadas em cidades que fazem divisa com Paraná e Rio Grande do Sul e na fronteira com Argentina.

 

ASSUNTO: Polícia Montada

VEÍCULO: Portal da PMSC

Polícia Militar realiza formatura do Curso de Especialização em Policiamento Montado

Na sexta-feira (17), a Polícia Militar de Santa Catarina realizou a formatura do curso de Especialização em Policiamento Montado, desenvolvido pela Guarnição Especial de Polícia Militar Montada (GEPMon). O objetivo foi habilitar policiais militares a executar o policiamento montado a fim de compor o efetivo das unidades de cavalaria da PMSC.

Com início no dia 01 de setembro e conclusão no dia 17 de outubro, o curso teve a duração total de 360 horas-aulas, onde concluíram com aproveitamento 15 policiais militares, sendo um oficial, um cabo e 13 soldados, que passarão a exercer suas funções nas unidades de cavalaria do estado.

A grade curricular foi composta pelas seguintes matérias:
- técnica de controle do cavalo de patrulha;
- técnicas de policiamento montado;
- choque montado;
- abordagem e busca pessoal a cavalo;
- tiro policial montado;
- hipologia;
- treinamento e aptidão física;
- estágio operacional supervisionado.

Assim, após 07 semanas de treinamento intenso e dedicação exclusiva, os policiais militares apresentaram aos presentes na formatura as habilidades adquiridas, os quais a partir de então, estão aptos e passarão a exercer as mais diversas atividades em que uma tropa é empregada, desde o policiamento ostensivo preventivo, de aproximação com a comunidade, a ações repressivas de choque para garantir e restaurar a ordem pública.No intuito de estimular os alunos durante o curso e reconhecer o policial que mais se dedicou, foi instituído prêmio ao primeiro colocado do curso, o soldado Diogo Schiestl, com média geral 9,62.

Os seguintes policiais militares concluíram com aproveitamento o curso de Especialização em Policiamento Montado: 
- 2° ten Matheus Lucas Oliveira
- cb Márcio Machado Lisboa de Almeida
- sd Cristiano Rafael Laurindo
- sd Diogo Schiestl
- sd Eduardo Risson da Silva
- sd Maicon de Souza Ponciano
- sd Mateus Werlich Reis
- sd Pedro Queiroz Guimarães Pantel
- sd Gustavo Martins da Silva
- sd Gabriel Moraes de Queiroz
- sd Renato Passos Moreira
- sd Simão Antonio Borssato
- sd Eduardo Anziliero
- sd Bruno Sousa de Liz
- sd Maicon Panciera

As seguintes autoridades foram homenageadas, por terem contribuído para a realização do curso: 
- comandante-geral da PMSC – coronel Valdemir Cabral;
- subcomandante-geral da PMSC – coronel Paulo Henrique Hemm;
- chefe do Estado Maior da PMSC – coronel João Ricardo Busi da Silva;
- comandante da Cavalaria – ten.cel. Djalma Cunha Júnior;
- secretário de curso da Cavalaria – tenente Fernando Jahn Bessa.

Em seu pronunciamento, o comandante-geral, coronel Valdemir Cabral enfatizou a necessidade do aperfeiçoamento do policial pela realização de cursos, os quais são apreendidas habilidades técnicas, além de destacar o valoroso trabalho dos cavalariços pela dedicação ao curso e ainda, a importância da modalidade de policiamento montado para a Corporação.

Prestigiaram o evento o comandante-geral da PM, coronel Valdemir Cabral, a procuradora de Justiça e presidente de honra da Associação Filantrópica de Amparo aos Policiais Militares (AFAPOM), Heloísa Abdalla Freire, o subcomandante-geral, coronel Paulo Henrique Hemm, o chefe de Estado Maior Geral, coronel João Ricardo Busi da Silva, demais autoridades, familiares e amigos.