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Clipagem do dia 21 de outubro

21.10.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 21 DE OUTUBRO

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

PEDIU PRA SAIR

Um grupo de 10 policiais que atua na Divisão de Repressão a Entorpecentes (DRE) solicitou transferência da Deic por divergir das mudanças na chefia da equipe. 

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Diário Catarinense

Prisões

A média de aumento da população carcerária em Santa Catarina é de cinco presos por dia. Documento da Secretaria de Justiça informa que o Estado tem 1,8 mil agentes penitenciários, atende a 48 mil escoltas por ano, tem 5,7 mil presos provisórios, 1,8 mil em regime aberto, 3,7 mil em semiaberto. Mais importante: entre 2011 e 2013 foi de 73% a redução do número de fugas.

 

ASSUNTO: AUDÁCIA NA MADRUGADA

VEÍCULO: Diário Catarinense

Roubo de explosivos alerta polícias em SC

DUZENTOS QUILOS DE material foram levados de empresa mineradora localizada em Ladrões levaram 200 quilos de explosivos na madrugada de ontem de uma empresa mineradora em Caçador, no Meio-Oeste. O roubo deixa as polícias Civil e Militar em alerta porque criminosos costumam praticar esse tipo de ação para detonar caixas eletrônicos.

Segundo a Polícia Militar (PM), o roubo aconteceu no paiol da empresa. Os autores chegaram pelo mato, inutilizaram sensores de alarme usando embalagens de leite e cortaram o arame farpado da área externa. Foram levados também espoletas e detonadores. Antes da fuga, na mata, os ladrões deixaram cerca de oito caixas vazias de explosivos e material que não conseguiram levar.

Pela manhã, em buscas na região, a PM recuperou 100 quilos de explosivos que os criminosos não conseguiram levar. Foram encontradas 71 peças de dinamite no matagal, perto da empresa, que não tem vigilância permanente no local e sim rondas esporádicas.

​A PM acredita que os autores do crime não sejam da região de Caçador. A Polícia Civil não descarta o envolvimento de criminosos de outros Estados, como Rio Grande do Sul e Paraná, que também são investigados por roubos em Santa Catarina.

 

ASSUNTO: Bombeiros

VEÍCULO: Notícias od Dia

Aplicativo reduz tempo de resposta a ocorrências acionadas pela população no 193

Atendimento do 193, trocar informações em tempo real entre ambulância e operador da base dos Bombeiros e ter a localização atualizada do trajeto e do andamento da ocorrência. Com o uso da tecnologia, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina deve aprimorar ainda mais o atendimento à população com o aplicativo para smartphones e tablets E-Bombeiro Mobile. Desenvolvido pela Divisão de Tecnologia da Informação do órgão, a nova ferramenta começou a ser utilizada na última semana em Florianópolis e é a primeira desenvolvida pelos bombeiros do Estado.

O aplicativo, que só está disponível para o sistema Android, pode ser usado por bombeiros de todas as regiões catarinenses. O único investimento que cada quartel deve fazer para começar a usar a ferramenta é a compra de um smartphone ou tablet, além do acesso à internet. “O aplicativo permite uma comunicação direta com o sistema de emergência. É uma ferramenta inteligente e facilitadora do trabalho prestado pelos bombeiros”, explica a 1º Tenente do Corpo de Bombeiro, Juliana Kretzer.

De acordo com ela, a nova forma de comunicação interna entre os bombeiros não muda a forma de pedido da população por emergência, que deve continuar sendo feito pelo número 193. Quando a pessoa liga pedindo socorro, um operador colhe todas as informações pelo sistema operacional interno E-193. Logo em seguida, os dados são passados via rádio para a equipe que atende a ocorrência.

Com o aplicativo, outra forma de comunicação também se torna possível: os dados podem ser transmitidos em tempo real para a equipe socorrista e sem falhas de comunicação. “Com o aplicativo há maior precisão do local e da natureza da ocorrência. A equipe da ambulância sabe exatamente aonde ir e tem os dados completos da pessoa que ligou”, explica Kretzer.

Desenvolvido pelo soldado Marcelo Henrique Barcellos Frichs, outro benefício da ferramenta é a possibilidade de a própria equipe que está no atendimento encerrar a ocorrência pelo sistema, sem a necessidade de intermédio do operador do Cobom (Centro de Operações do Corpo de Bombeiros). Desta forma, a viatura é liberada mais rapidamente para outra ocorrência. Outras formas de tecnologia são estudadas pelos Bombeiros para aprimorar o atendimento à população. Entre elas, o uso de outro aplicativo para que a população possa solicitar socorro diretamente utilizando a internet.

 

ASSUNTO: Crime organizado

VEÍCULO: Notícias do Dia

Linha vermelha nos presídios

A facção criminosa PGC (Primeiro Grupo Catarinense), apontada como responsável pelas quatro ondas de atentados em Santa Catarina, criou uma comunicação entre os principais integrantes. De dentro do sistema carcerário eles realizavam às 20h de todas as sextas-feiras conferência telefônica chamada de “linha vermelha”. Orientações para a fomentação do tráfico de drogas, aluguel de armas, rifas, pagamento de dízimos e até possíveis execuções eram discutidas entre 15 membros e disseminadas na rua. A revelação foi feita ontem à tarde no Fórum da Capital, durante a audiência de instrução e julgamento de 18 integrantes denunciados por formação de quadrilha armada, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Com exceção da ré Karina Soares Sister, que não foi localizada, todos os acusados compareceram à audiência, acompanhados pelos defensores. Entre eles, dez estão presos e sete permanecem em liberdade. A audiência foi presidida pelo juiz cooperador da Vara do Crime Organizado, Fernando de Castro. Ontem, foram ouvidas cinco testemunhas de acusação - policiais civis que investigaram a movimentação do grupo. No dia 10 de novembro serão ouvidas 20 testemunhas de defesa. “Se os interrogatórios forem curtos, os réus serão interrogados no mesmo dia.

Caso contrário, será marcada outra audiência”, informou um funcionário da Vara do Crime Organizado. A promotora Andréa da Silva Duarte, autora da denúncia, abriu a sessão com um breve relato desde a primeira onda de atentados, em novembro de 2012, que segundo os autos teria sido provocada pela atitude precipitada do ex-diretor da penitenciária de São Pedro de Alcântara, Carlos Alves.

Conforme os autos, ele teria agido com “mãos de ferro” dentro da unidade prisional para arrancar confissões de presos envolvidos no assassinato da mulher dele, Deise Alves, no dia 26 de outubro de 2012. Essa ação eclodiu fora da penitenciária com a primeira onda de atentados, na qual o primeiro e segundo ministérios do PGC, os principais líderes, passaram a orquestrar os ataques a ônibus e a prédios públicos, como uma forma, também arbitrária, de chamar a atenção da população sobre o que ocorria em São Pedro de Alcântara.

Bloqueadores não impediram ligações

A agente penitenciária Deise Alves foi assassinada às 20h do dia 26 de outubro de 2012, quando chegava em casa, no bairro Roçado, em São José. O alvo era o marido, Carlos Alves, mas os vidros escuros do Renault Mégane não permitiam a visão clara de quem dirigia o carro. Segundo a polícia, a ordem era para matar o marido, na época diretor da Penitenciária de São Pedro de Alcântara. Após o crime, Alves impôs regime linha-dura, quebrando alguns “confortos” dos detentos.

Na noite do assassinato, Alves estava fora do Estado e a agente foi surpreendida quando estacionou o carro na garagem. O primeiro tiro de pistola 9 mm quebrou o parabrisa traseiro do carro e cravou na parede da garagem. Deise reagiu. Sacou a pistola 380 e acertou a perna de um dos suspeitos. Mas em seguida recebeu mais tiros e morreu. A polícia indiciou quatro mandantes: Evandro Sérgio da Silva, Rudinei Ribeiro do Prado, o Derrú, Adílio Ferreira, o Cartucho, e Gian Carlos Kazmirski. Eles foram apontados como os ministros do PGC. Dois anos depois, o processo tramita no Fórum de São José.

De acordo com o delegado Procópio Batista da Silveira Neto, os presos conversavam com detentos de unidades prisionais de outros Estados e acertavam a entrada de drogas nos presídios e orientavam os disciplinas (colaboradores na rua) a expandirem o comércio do tráfico, abrindo pontos de venda (biqueiras). Após as transferências dos 47 líderes do PGC para presídios federais, em 2012, a facção começou a se reestruturar. Para isso contava com a colaboração de Ana Paula.

“Era ela quem decidia as ações mais ousadas. Ela comandava parte das finanças da organização, conseguindo dinheiro para as ‘cunhadas’ (mulheres de traficantes) viajarem para Mossoró (RN ) para visitar os maridos. Passagens de avião, alimentação e estadia em hotel eram pagas com o dinheiro do tráfico”, revelou Procópio. Elas traziam informações para serem executadas em Santa Catarina. O delegado ainda disse que o estatuto do PGC é considerado a bíblia do crime organizado. “Quem quebra o regulamento é punido pelo estatuto, sumariamente”, frisou. Depois da primeira onda de atentados, o governo do Estado exigiu uma resposta rápida da polícia. O titular da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas, delegado Procópio Batista da Silveira Neto, e sua equipe passaram a investigar a movimentação do PGC.

Procópio conseguiu na Justiça medidas cautelares de escuta telefônica, mandados de prisão e de busca e apreensão em casas de suspeitos. No interrogatório de ontem, que durou mais de duas horas, o delegado explicou para a promotora o passo a passo da investigação e revelou como a organização se articulava dentro das unidades. “Em presídios que tinham bloqueadores de celulares, os presos participavam da conferência, tranquilamente, como se não tivesse um bloqueio”, disse. Procópio contou que por meio das interceptações telefônicas conseguiu evitar uma fuga em massa no Presídio de Florianópolis. A ação foi organizada por uma colaboradora do PGC que estava na rua e daria o apoio de logística.

 

ASSUNTO: Hospital da PM

VEÍCULO: Portal da PMSC

HPM inaugura posto II e Central de Materiais e Esterilização

Na tarde de terça-feira (14), foram realizadas os atos de entrega das obras de revitalização do Posto II de enfermagem do Hospital da Polícia Militar Comandante Lara Ribas (HPM), reativando 28 leitos para internação e da Central de Materiais e Esterilização (CME), o que além do conforto irá propiciar maior segurança no controle de infecções hospitalares.

O evento contou com a presença so comandante-geral da PM, coronel Valdemir Cabral; o subcomandante-geral da PM, coronel Paulo Henrique Hemm, o chefe Diretoria de Saúde e Promoção Social (DISPS) do Corpo de Bombeiros Militar, tenente-coronel BM Ricardo Luiz Dutra, do secretário adjunto da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), coronel RR Fernando Rodrigues de Menezes, da procuradora de Justiça do Ministério Público e presidente de honra da Afapom, Heloísa Abdalla, do presidente do Conselho de Administração da Abepom, coronel José Aroldo Schilichting, do vice-pPresidente e coordenador do efetivo do HPM, major Jacob Quint Neto, do sbdiretor da DSPS, tenente-coronel Paulo Roberto Waldrigues e da presidente da Afapom, Letícia da Silva Menezes, além de colaboradores e outros convidados.

A execução destas obras foi custeada com recursos gerados no hospital e com parceria da Associação Filantrópica de Amparo aos Policiais Militares (Afapom). Foram investidos cerca de R$ 700 mil, sendo que a Afapom contribuiu com R$ 120 mil. Este evento marca o início das festividades de 51 anos do HPM e de dois anos de gestão da Abepom à frente da gestão do hospital.

ASSUNTO: Treinamento dos bombeiros

VEÍCULO: Portal do CBMSC

SIMULADO MOBILIZA BOMBEIROS DO 1º BBM E BOA EM FLORIANÓPOLIS

     

 

Guarnições do 1º Batalhão de Bombeiros Militar (Florianópolis) e do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) participaram no domingo (19/10) de exercício simulado de atendimento a vítimas em áreas de deslizamento organizado pela Defesa Civil da Capital.

O treinamento que envolveu agentes da Guarda Municipal, Secretarias de Obras, Assistência Social, Habitação e Segurança de Florianópolis, voluntários de organizações não-governamentais da cidade foi realizado no Morro da Mariquinha, na área central do município.

Esta foi a primeira vez, nos 40 anos da Defesa Civil da Capital, em que houve a realização de um exercício simulado envolvendo situação real de risco. Também de maneira pioneira foram colocados sob avaliação os esforços dos 40 moradores da região que compõem o Núcleo de Defesa Civil (Nudec), formado por pessoas treinadas para agirem na primeira resposta a eventos climáticos adversos na comunidade em que vivem, explica o Coronel BM RR José Cordeiro Neto, Diretor de Defesa Civil de Florianópolis.

Em 2011, uma pessoa morreu num deslizamento de terra ocorrido no local do simulado – fato que motivou, pela Defesa Civil, da formação do Nudec.

A atividade do simulado envolveu o apoio e resgate de desabrigados, a busca de pessoas desaparecidas com o uso de cão farejador do CBMSC, e atendimento pré-hospitalar a feridos. A aeronave Arcanjo 01 também apoiou as ações do exercício.