Área do associado

Área do associado

Clipagem do dia 16 de abril

16.4.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE 16.04.2014

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

Ainda as horas extras

Agentes da Polícia Civil prometem divulgar nas redes sociais o salário recebido por alguns delegados da PC no mês de março, em especial os dos ocupantes de cargo de diretoria.
É que para a turma da base foram pagas apenas as 40 horas extras, enquanto as chefias praticamente dobraram a renda.

Susto na água

Apesar de todos os alertas meteorológicos para se evitar o mar revolto, o Batalhão Aéreo da PM foi acionado ontem para resgatar dois surfistas no Morro das Pedras. E olha que não foi por falta de aviso do Puchalski.

 

COLUNISTA CACAU MENEZES – Diário Catarinense

Conversando

Por determinação do prefeito Cesar Sousa Jr., o secretário de Segurança, Rafael de Bona, reuniu os diversos segmentos envolvidos com as provas de arrancada na Capital para conhecer o novo projeto de segurança apresentado pela organização do evento na passarela Nego Quirido. O projeto será encaminhado para o Corpo de Bombeiros e posteriormente analisado pela Defesa Civil para a liberação.

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Interno Upiara Boschi

Marcação especial no Código Penal

O vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, o catarinense Sérgio Junkes, participou ontem da audiência pública sobre a reforma do Código Penal, no Senado. Defendeu atenção especial para a lavagem de dinheiro e o tráfico de drogas, por estarem na gênese de grande parte dos outros crimes.

EM NENHUMA OUTRA PROFISSÃO SE CONSIDERA NATURAL LEVAR PEDRADA, SER XINGADO, ATINGIDO POR COQUETEL MOLOTOV, COMO PARECE QUE SE TORNOU SENSO COMUM SER PARTE DO TRABALHO POLICIAL

ARAÚJO GOMES, Comandante do 4o Batalhão da PM, em entrevista ao jornal-laboratório Zero, da UFSC.

 

COLUNISTA PAULO ALCEU – Notícias do Dia

Código Penal

Em audiência para discutir a proposta de reforma do Código Penal, ontem no Senado, o juiz Sérgio Luiz Junkes, vice-presidente Associação dos Magistrados do Brasil, falou sobre o polêmico “a polícia prende e o juiz solta”, enfatizando a reformulação do código, criando instrumentos que proporcionem sua efetividade. E pediu atenção a dois delitos: lavagem de dinheiro e tráfico de drogas, que financiam o crime organizado.

 

ASSUNTO: Morte do delegado Renatão

VEÍCULO: ClicRBS

Delegado Renato Hendges morre em Florianópolis

Renatão, como era conhecido, foi internado na tarde de quarta-feira para tratar de uma infecção no pulmão

Morreu na madrugada desta quarta-feira aos 65 anos o delegado aposentado da Polícia Civil de Santa Catarina Renato Hendges. No começo deste ano, Renatão, como era conhecido, anunciou a aposentadoria da função depois de 48 anossendo 34 deles na Divisão Antisequestros. Ele tratava um câncer.
O ex-delegado foi internado na tarde de terça-feira no Hospital Caridade em Florianópolis para tratar uma infecção pulmonar. A morte dele ocorreu às 4h40mindesta quarta, segundo a unidade hospitalar.
velório ocorrerá na Academia de Polícia (Acadepol), em Florianópolis.
Atuação homenageada
A atuação do delegado foi reconhecida no começo deste mês pelo governo do Estado. Renatão, como era conhecido, faleceu na madrugada desta terça-feira, às 4h40min, porcomplicações de uma infecção pulmonar.
O delegado recebeu a medalha Anita Garibaldi no último dia 2 de abril, na Casa d’Agronômica, residêncial oficial do governador Raimundo Colombo. Segundo informações da assessoria de imprensa do governo do Estado, Renatão formou-se pela Universidade Regional de Blumenau (Furb), em 1980.
Foi comissário de polícia em 1974 em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí. Depois, tornou delegado na mesma cidade, em 1983. A partir de 1990, assumiu a titularidade da Divisão Antisequestro da Deic.
Além da medalha Anita Garibaldi, recebeu pelo menos outras seis menções honrosas em Santa Catarina.
Histórico
Foram mais de três décadas de trabalho de Renatão, pelo menos 30 anos casos de sequestros resolvidos somente em Santa Catarina — além de outros Estados brasileiros. Com a saída do policial mais experiente da Polícia Civil catarinense, foi dissolvida a equipe da divisão.
Alguns policiais o acompanhavam há décadas. O grupo alcançou resultados impressionantes: esclareceram todos os sequestros praticados no Estado, libertando vítimas de cativeiros e prendendo quadrilhas — algumas internacionais e que causaram pânico em todo o Brasil entre as décadas de 1980, 1990 e 2000.

 

ASSUNTO: Violência em Tijucas

VEÍCULO: Notícias do Dia

Grubba promete mais PMs

O secretário de Estado da Segurança Pública de Santa Catarina, César Augusto Grubba, prometeu aumentar o policiamento em Tijucas, cidade que sofre com o aumento da criminalidade e, inclusive, registra loteamento controlado por traficantes. A garantia foi dada ontem a uma comitiva composta por autoridades e representantes de entidades do município.

No encontro, o prefeito Valério Tomazi relatou a atual condição de insegurança do município destacando as localidades onde há maior índice de criminalidade e as consequências de se manter na cidade um presídio regional. “Tijucas e os demais municípios do Vale clamam por uma solução. Não podemos mais conviver com esta realidade de violência e impunidade que impera na região”, disse.

Para o delegado da comarca, Pedro Henrique Mendes, “o maior problema de Tijucas, atualmente, está no Jardim Progresso. Não há dúvida de que lá está a cúpula da criminalidade que atua na região”, afirmou. Ele também relatou a falta de agentes para investigar os crimes praticados na cidade.

Ao final da reunião, o secretário disse que Tijucas terá retorno para suas reivindicações. “Podem ter certeza de que a comunidade de Tijucas sentirá o reflexo de nossas ações daqui para frente. Não podemos permitir que esta situação se mantenha, muito menos que se agrave. Por isso, vamos solicitar à Polícia Civil e ao comando geral da Polícia Militar que estabeleçam planos de ações emergenciais para a região”, garantiu. Além de operações especiais, o comando da PM se comprometeu a reforçar o efetivo enviando novos policiais, logo após a conclusão do curso de formação que está em andamento.

 

ASSUNTO: Sistema prisional

VEÍCULO: Notícias do Dia

Impasse no Maranhão

Enquanto a Procuradoria Geral da República não define se pede ou não à Justiça a intervenção no Estado pela crise de segurança, a cada dez dias um preso morreu em penitenciárias do Maranhão neste ano.

A última morte ocorreu na noite de ontem, no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Pedrinhas, após um fim de semana com outros dois casos. Já são ao todo 10 vítimas em presídios maranhenses – sendo sete só no complexo de presídios de Pedrinhas – nestes quase quatro meses.

Com celas superlotadas, entrada fácil de armas e pouca segurança, 60 detentos morreram apenas em 2013 dentro do complexo prisional de Pedrinhas. Diante da insegurança, desde o fim do ano passado homens da Força de Segurança Nacional e também a tropa de choque da Polícia Militar do Maranhão passaram a atuar no presídio.

No final do ano passado, uma comissão de representantes do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), de procuradores e advogados visitou Pedrinhas.

O relatório da visita serviria de base para o procurador-geral Rodrigo Janot analisar se pediria ou não a intervenção federal no Maranhão diante do caos na segurança dos presídios. O documento foi entregue no dia 27 de dezembro ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, que preside o conselho.

A Procuradoria Geral ainda pediu em janeiro à governadora Roseana Sarney (PMDB) respostas sobre o motivo do caos penitenciário. As explicações foram enviadas a Janot no mesmo mês.

Desde então a reportagem cobra uma resposta da Procuradoria Geral da República sobre o prazo para se decidir se pedirá a intervenção e se não há demora diante da gravidade do caso. Por meio da assessoria de imprensa, a Procuradoria Geral apenas informou que não há prazo para a resposta. Questionada novamente na manhã de hoje, após a décima morte em Pedrinhas, a PGR não se manifestou.