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Clipagem do dia 11 de dezembro

11.12.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 11 DE DEZEMBRO

 

COLUNISTA CARLOS DAMIÃO – Notícias do Dia

Vivendo...

O 5º Festival de Equoterapia proporcionou cenas comoventes na Guarnição Especial da Polícia Militar, em São José. Cerca de 20 pessoas da Fundação Catarinense de Educação Especial, com idades entre 4 e 30 anos, com deficiência mental, física e autismo participaram de um circuito para mostrar as habilidades desenvolvidas ao longo do ano.

... a vida

A equoterapia é um importante recurso terapêutico que vai além da coordenação motora, auxiliando na afetividade, autoestima, psicomotricidade e na organização espacial e temporal. O serviço é gratuito e realizado pelos equitadores da PM e a equipe multidisciplinar da FCEE. Na foto, Kadu Mafalda Ramos, 6 anos, comemora as habilidades adquiridas ao longo do ano.

 

ASSUNTO: Violência nos estádios

VEÍCULO: Diário Catarinense

Brigões sob investigação

Atitude dos jogadores Thiago Heleno e França do Figueirense, no jogo contra o Internacional, no último sábado, chamou a atenção do Ministério Público que pediu investigação policial do caso

Os jogadores do Figueirense podem encontrar mais problemas do que apenas suspensões depois da confusão no Orlando Scarpelli, na última rodada da Série A. Isso porque o Ministério Público de Santa Catarina requisitou que a 3ª Delegacia de Polícia da Capital instaurasse uma investigação sobre a briga em campo.
Para o promotor Carlos Alberto Platt Nahas, os empurrões de Thiago Heleno e a tentativa de agressão de França ao árbitro Marielson Alves Silva podem ser vistas como uma incitação à violência. No pedido, o promotor utiliza uma frase do ex-procurador-geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres, que diz que os jogadores em campo são como heróis, nos quais os torcedores se espelham. "Se os atletas partem para a violência durante a partida, ela se propaga dentro e fora dos estádios".
– Ninguém está acima da lei. Eles devem ser punidos na esfera esportiva pelo STJD e na criminal pela Justiça Comum – completa Nahas.
O pedido de investigação se refere ao artigo 41-B do Estatuto do Torcedor, que tornou crime punível com um a dois anos de reclusão e multa: "Promover tumulto, praticar ou incitar a violência, ou invadir local restrito aos competidores em eventos esportivos". A punição pode ser convertida em penas alternativas.
– O jogador (França) ter corrido atrás do árbitro foi uma atitude ridícula, parecia um jogo de várzea. É impossível que a gente aceite esse tipo de comportamento em campo – avaliou.
A solicitação para investigação foi entregue ainda na terça-feira à noite para a 3ª Delegacia de Polícia, no Continente. A Polícia irá pedir uma audiência com os jogadores envolvidos e eles podem ser indiciados por contravenção penal em vias de fato. A situação, contudo, não envolve o Figueirense, garante o promotor.
– Estamos investigando França e Thiago Heleno. O Figueirense não tem absolutamente nada a ver com essa investigação.
Ao final da partida entre Figueirense e Internacional, no último sábado, diversos jogadores alvinegros tentaram cercar o árbitro Marielson Alves Silva

ENTREVISTA - Benedito Neto, ex-procurador Geral de Goiás - “ Eles incitam a torcida”

Benedito Neto foi um dos primeiros no Brasil a denunciar jogadores na Justiça Comum por crimes cometidos dentro de campo. Em alguns clássicos entre Vila Nova e Goiás, a confusão entre atletas e na torcida era generalizada. Em maio de 2011, Kaio Lopes, torcedor do Goiás de 19 anos, e Johnatan Silva, torcedor do Vila Nova de 17 anos, foram assassinados em decorrência da rivalidade. Neto havia denunciado os jogadores brigões por incitação a violência dias antes.

Como a confusão dentro de campo durante o clássico no Campeonato Goiano se liga aos assassinatos dos dois jovens?
Benedito Neto - Os jogadores são heróis e o que eles fazem dentro de campo têm um reflexo muito grande nas arquibancadas e até fora dos estádios. Quando os ‘atores’ do espetáculo têm esse tipo de comportamento ao trocarem empurrões e chutes dentro de campo, eles estão incentivando a torcida a fazer o mesmo. É como colocar um fósforo perto da gasolina. Vai pegar fogo.

Mas a briga que levou às mortes não aconteceu no mesmo dia da partida.
Neto – Você não pode dizer o grau de culpabilidade de um indivíduo apenas naquele dia. Uma investigação pode demonstrar depois que ações separadas tiveram uma ligação e é por isso que existe dolo eventual e dolo direto. Os jogadores não tiveram intenção de matar ou que alguém fosse morto. Mas as ações que eles tomaram dentro de campo fazem diferença na cabeça dos torcedores.

As denúncias do MP e do TJD de Goiás ajudaram a melhorar a situação nos estádios do Estado?
Neto – Claro que ainda acontecem confusões, mas evitou que tudo degringolasse até não ter mais volta.

ASSUNTO: CURSO DE TRIPULANTE OPERACIONAL

VEÍCULO: Portal do CBMSC

FORMATURA É REALIZADA NA CAPITAL

     

 

Na manhã desta quarta-feira (10/12) formaram-se novos 13 Tripulantes Operacionais no curso realizado pelo Batalhão de Operações Aéreas (BOA). A solenidade foi realizada no hangar da Helisul, onde ficam as atuais instalações do Batalhão.

Com duração de dez semanas, o curso formou também militares do Amazonas, Paraná e Rondônia, além dos alunos catarinenses. O Soldado BM Jeferson da Silva (CBMSC) foi o 1° colocado, com média final 9,36. A atividade de resgate aéreo é considerada de alto risco e complexidade.

Como forma de agradecimento ao monitor do curso, Cabo BM Jonas Valmiro Martins, o orador da turma, Soldado BM Leandro Setubal, entregou um mimo para materializar o sentimento de consideração pela parceria e competência na condução dos trabalhos.

O Comandante da unidade, Tenente Coronel BM João Batista Cordeiro Júnior, agradeceu a todos os envolvidos na realização desta conquista: “foi um prazer conviver com vocês durante estes dois meses e meio, arcanjos da sociedade!”.

Ao final da cerimônia foi apresentado um simulado de resgate aéreo com demonstração de rapel e içamento de vítimas. Os novos tripulantes participaram desta atividade, demonstrando parte do que aprenderam.

A formatura contou com a presença também de autoridades civis e militares, amigos e as crianças do Centro de Educação Complementar da Tapera.