Área do associado

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Clipagem do dia 10 de outubro

10.10.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 10 DE OUTUBRO

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

TERRENO LIBERADO

O Estado já conseguiu o terreno para a construção do Complexo Penitenciário de Blumenau. Atendendo à Procuradoria Geral do Estado, a Justiça autorizou esta semana a desapropriação de um terreno de 33 hectares, no bairro Ponta Aguda, a cinco quilômetros do centro. O valor da área, R$ 9,4 milhões, foi depositado em juízo. Quando finalizado, o complexo terá capacidade para 1,2 mil presos.

EXPLICA, MAS NÃO JUSTIFICA

Em nota assinada por três associações nacionais dos magistrados, eles defendem a legalidade do pagamento para os juízes do auxílio-moradia no valor de R$ 4.377,77. Por metade desse valor dá para alugar um bom apartamento em Florianópolis. Mas como nesse caso é o próprio Judiciário quem tem a caneta, quem há de contestar...

QUE BONITO!

Uma guarnição da PM foi deslocada para atender a ocorrência no bairro São Luiz, em Curitibanos, no último sábado. Chegando a casa muito humilde, constataram que o casal brigava por não ter o que dar de comida para os sete filhos, com idade entre quatro meses e 16 anos. Como havia chovido durante a semana, os lavradores não trabalharam e estavam sem dinheiro. Os policiais militares então se mobilizaram por conta e providenciaram uma robusta cesta básica para a família. Aplausos de pé!

 

ASSUNTO: Presídios catarinenses passarão por varredura

VEÍCULO: Diário Catarinense

DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL vai ceder equipamentos e agentes para interceptar telefones celulares e chips nas cadeias de SC

As unidades prisionais do Estado passarão por uma varredura para a localização de celulares e chips. A ação contará com equipamentos eletrônicos e agentes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e faz parte de uma das missões de apoio acertadas com o Ministério da Justiça no combate aos ataques registrados em SC desde 26 de setembro, que tiveram trégua pela primeira vez entre a noite de quarta e ontem, segundo a PM.
A operação poderá ser feita nas 48 unidades prisionais em conjunto com o Deap, conforme disse ao DC ontem o diretor-geral do órgão, Renato Campos Pinto De Vitto, que palestrou em Florianópolis no seminário da Associação Nacional dos Defensores Públicos.
Tecnologia já está em uso em outros locais
Serão disponibilizadas pelo Depen maletas que interceptam celulares e chips, recurso que vem sendo usado em outros Estados como arma para isolar e enfraquecer ações de facções criminosas.
– Vamos ceder ao Estado nos próximos dias o equipamento de varredura. A gente vai trazer uma equipe de agentes federais para fazer esse trabalho em apoio ao sistema e tentando cobrir se possível todos os estabelecimentos. Isso acertamos com o então governador em exercício – disse.
Em SC, o problema dos celulares se agrava porque não há mais bloqueadores de sinal em razão do fim do contrato com uma empresa. Além disso, o governo do Estado afirma que a a responsabilidade de conter o sinal é das operadoras de telefonia, ponto que está em discussão na Justiça.

 

ASSUNTO: Entrevista

VEÍCULO: Diário Catarinense

“Lidamos com diversas facções”

RENATO CAMPOS PINTO DE VITTO, Diretor do Departamento Penitenciário Nacional

Diário Catarinense – Foi identificada falha que tenha levado aos ataques a partir da penitenciária de Mossoró?
Renato De Vitto – No sistema federal há um monitoramento constante dos presos, que ficam em celas individuais, com contato bastante restrito com o meio externo, que é monitorado.

DC – Mas recebem visitas...
De Vitto – Recebem visitas e advogados. A Constituição não permite incomunicabilidade. Então é evidente que algum tipo de comunicação do preso vai ocorrer em qualquer estabelecimento. Posso garantir que a gente tem absoluta certeza que não houve nenhuma espécie de comunicação direta, mesmo por intermédio de advogados, cujas conversas com os presos são monitoradas.

DC – E com familiares?
De Vitto – Pode, como pode ter sido daqui. Se eventual investigação evoluir apontando que possa ter havido alguma falha de segurança, a gente pode apurar. Hoje não há e foi bastante precipitada a informação de que essa ordem partiu de Mossoró, não avalizada pelo comando da Polícia Civil. O padrão de segurança máxima que a gente adota nas penitenciárias não deixa a desejar em relação aos padrões norte-americanos.

DC – Como tem sido o comportamento dos presos catarinenses em Mossoró?
De Vitto – Difícil dizer. Lidamos com líderes de diversas facções. Tem Comando Vermelho, PCC, PGC, Família do Norte, e não há indicativo de problema em especial com os presos de SC. Se eventual falta disciplinar ocorre, isso é comunicado ao juiz corregedor. Todo o sistema de custódia federal também não enseja grandes violações, tanto é que nunca registramos um motim, celular apreendido, droga, chips, nada.

 

ASSUNTO: Olhos bem abertos para se proteger dos golpes

VEÍCULO: Diário Catarinense

AUTORIDADES ALERTAM PARA ação de bandidos que se aproveitam da distração dos clientes para conseguir informações nos caixas eletrônicos

O cartão que trancou, o dinheiro que não saiu e o estranho que ofereceu ajuda no banco podem esconder uma variedade de golpes a que, mesmo sem o uso de violência, está sujeita a qualquer pessoa que faça transações bancárias em caixas eletrônicos. Para lesar os clientes, fraudadores tentam obter informações privilegiadas aproveitando-se da distração das vítimas ou fazendo uso de dispositivos que alteram o funcionamento da máquina.
Muitas vezes, é difícil perceber a fraude: a instalação de chupa- cabras dentro dos equipamentos permite que todas as operações sejam feitas normalmente – enquanto os dados do cartão são repassados aos criminosos. Dispositivos que evitam a retirada de dinheiro, deixando as notas retidas para posterior furto, fornecem uma indicação maior de que houve golpe, mas podem ser confundidos com um problema pequeno.
Na tentativa de coibir a prática, os bancos investiram cerca de R$ 9,4 bilhões em ações de segurança no ano passado – boa parte destinada ao desenvolvimento de caixas menos sujeitos a adulterações. Há casos também em que o cidadão contribui, involuntariamente, para os atos criminosos.
As fraudes mais comuns podem ser aplicadas nas agências, por pessoas que oferecem ajuda como se fossem funcionários dos bancos ou que ficam de olho nas senhas.
A abordagem é mais frequente quando percebem que o cliente está com dificuldades na operação. Por isso, evitar a ajuda de estranhos e jamais revelar a senha são alguns dos passos indicados.
Por meio de nota, a Federação Brasileira de Bancos diz que as empresas adotam “medidas como a redução do limite de saque em determinados horários, visando desestimular o uso dos caixas em horário de risco”.

ASSUNTO: Seminário sobre Segurança Pública

VEÍCULO: Portal do CBMSC

FORÇA-TAREFA DO CBMSC É TEMA DE DEBATE EM SEMINÁRIO INTERNACIONAL

     

A experiência do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina no uso de inovações em benefício das ações de resposta a grandes desastres que assolaram o Estado nos últimos anos foi tema de debate no III Seminário Internacional de Ciência, Tecnologia e Inovação em Segurança Pública em Florianópolis nesta quinta-feira (09/10).

Com foco na atuação da Força-Tarefa do CBMSC (estrutura independente de militares, viaturas e equipamentos especializados em grandes operações), a abordagem do tema envolveu o compartilhamento de informações sobre a aprendizagem na Corporação a partir da implementação de diferentes novidades técnicas e de gestão para o gerenciamento operacional.

O debate foi coordenado pelo Comandante-Geral do CBMSC, Coronel BM Marcos de Oliveira, com o apoio do Diretor de Logística e Finanças da Corporação, Coronel BM Luis Haroldo de Matos.

A Força-Tarefa do CBMSC é a estrutura de pessoal, viaturas, equipamentos e materiais empregados em situações que envolvam grandes operações, como desastres naturais ou ações planejadas que requeiram grande mobilização (eventos). O grupo criado em 2011, após o registro de desastres climáticos que provocaram inúmeras mortes e prejuízo no Estado, é formado por equipes de Bombeiros Militares, descentralizadas nos Batalhões, com recursos logísticos próprios capazes de atuar individualmente ou de forma integrada em diferentes situações.

As Forças-Tarefa foram desenvolvidas de forma a permitir que as equipes atuem em suporte mútuo, conforme as circunstâncias e prioridades envolvidas em cada situação. A gestão das grandes operações em que a Força-Tarefa é acionada ocorre no Auto Posto de Comando (APC), viatura (ônibus) que funciona como unidade de comando móvel dotado de central telefônica, sistema de processamento de ocorrências, comunicação via rádio e satélite.

No debate, Coronel BM Marcos de Oliveira destacou a ferramenta internacional para a resposta a emergência e situações críticas conhecida como "Sistema de Comando em Operações (SCO)", adotada pelo CBMSC. O esquema foi criado na década de 1960 nos Estados Unidos, quando foi verificado naquele país grande incidência de incêndios florestais. A técnica de gestão proporcionou o gerenciamento dos recursos humanos e materiais para enfrentar o desafio de extinguir incêndios simultâneos em diferentes regiões e passou a ser adotado como modelo pelas organizações de socorro em todo o planeta.

 

ASSUNTO: AFAPOM

VEÍCULO: Portal da PMSC

Contrato para construção da sede

Na tarde de ontem (8), a Associação Filantrópica de Amparo aos Policiais Militares (AFAPOM) celebrou um contrato com a empresa Dimensão Engenharia, para a elaboração dos projetos arquitetônicos, hidráulico, elétrico e outros, para a construção de sua sede própria. O local será erguido no terreno doado pelo Governo do Estado, ao lado da Capela Cristo Rei e do Centro de Ensino da PMSC.

O prazo para a elaboração dos projetos é de 60 dias e a obra terá início assim que for aprovada pela Prefeitura Municipal de Florianópolis. O edifício terá três andares e contará com um salão para a realização de bazares e eventos, totalizando 366 metros quadrados.

A presidente executiva, Letícia Silva de Menezes, a vice-presidente, Cândida Angélica Pinho e a primeira tesoureira, Rosita Alves, estavam presentes no momento da assinatura do contrato, no Hospital da Polícia Militar (HPM). A viabilização do projeto é a realização de um antigo sonho das associadas, que almejavam ter a sua sede própria para o desenvolvimento de suas atividades em plenitude.