Área do associado

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Clipagem de 22 de abril

22.4.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE 22.04.2014

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

A revolta do Rio Vermelho

A nova tentativa de ocupação dos amarildos no norte da Ilha e a consequente disputa por terras e moradia foram apenas os álibis para trazer à tona o embate político ideológico em ano eleitoral. A provocação do grupo identificado com organizações de esquerda e doutrina bolivariana foi mais uma tentativa de ganhar visibilidade. O que eles não contavam nesta luta de classes contra a burguesia era a insurreição da população local (foto).
A estratégia dos ocupantes seguiu um rito determinado pela organização: invadir área que dê repercussão, adotar o discurso de vítimas e, por fim, elevar a tensão até aceitar sair do local. Só que a reação dos moradores do Rio Vermelho, que se mobilizaram contra os ocupantes até com o uso da força não estava nos planos. Vai ver não constava nos manuais de guerrilha urbana.

Fogo de palha

A primeira barricada erguida pelos “amarildos” para impedir o avanço dos moradores no acampamento foi feita com galhos e folhas secas. Bastou um isqueiro dos moradores para literalmente transformar em cinzas o bloqueio dos ocupantes. Por fim, quando os invasores saíram, a vitória foi celebrada com o fogo na bandeira vermelha.

Aliás

Até quando o conselho tutelar vai ser conivente com o uso de crianças como escudos em meio aos conflitos dessas ocupações?

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Interino Upiara Boschi

Na estrada

Integrantes do governo estadual avaliam como “reação comunitária” os protestos dos moradores do Rio Vermelho, no norte da Ilha de SC, que evitaram a consolidação de uma filial da Ocupação Amarildo no bairro. Os passos do movimento estão sendo monitorados, pela certeza de que eles buscarão outra área em Florianópolis.

 

ASSUNTO: OCUPAÇÃO AMARILDO

VEÍCULO: Diário Catarinense

Capítulos de uma reação inesperada

Pressão dos moradores do bairro Rio Vermelho, em Florianópolis, para que os membros do acampamento se retirassem da área terminou em violência e embate com a polícia. A saída aconteceu sob escolta policial após reunião de emergência com o governador Raimundo Colombo na Casa D’Agronômica, em Florianópolis

A tentativa da Ocupação Amarildo de retornar a uma área em Florianópolis durou 37 horas. Desde que parte dos integrantes invadiram novo terreno no norte da Ilha na madrugada de domingo – desta vez na SC-406, no Rio Vermelho –, o clima do local era tenso. Os moradores da região não aceitaram os novos “vizinhos” e partiram para uma batalha que terminou com bombas de efeito moral, balas de borracha e confusão com a polícia. Após a retirada, veio o grito de comemoração e a bandeira do movimento foi queimada.
As cerca de 60 pessoas que haviam se dividido de onde estavam há cinco dias, no bairro Maciambu, em Palhoça, permaneceram até o meio da tarde de ontem no terreno. A retirada aconteceu sob a escolta da Polícia Militar para evitar um confronto do movimento com os moradores, inconformados desde domingo com a invasão em frente ao Lar Recanto da Esperança, uma comunidade terapêutica que também é a atual responsável pelo terreno da União.
A saída só aconteceu por volta das 17h, quando o grupo entrou em dois veículos da Polícia Militar, um ônibus e um micro-ônibus, e rumou de volta a uma área alugada pelo Instituto Kairós, em Palhoça, pertencente a uma arquiteta mexicana que não autorizou a ocupação.
A definição para retornar a Palhoça saiu após uma reunião de emergência liderada pelo governador Raimundo Colombo na Casa D’Agronômica, que contou com a presença da cúpula da segurança pública e da PM, além da área jurídica do governo do Estado.
Antes de os integrantes do movimento deixarem o terreno, houve uma batalha entre a comunidade local e as tropas de Choque e do Pelotão de Patrulhamento Tático (PPT) da PM. O confronto entre centenas de pessoas – adultos, jovens e até crianças – com a polícia começou depois que um morador lançou um foguete em direção aos invasores e foi detido.
Os líderes do movimento Amarildo dizem que o objetivo é retomar o primeiro terreno invadido em Florianópolis, na SC-401, onde ficaram por quatro meses, e que o acampamento em Palhoça será provisório. Sobre o local na SC-401, já houve decisão judicial de reintegração de posse ao proprietário.
O advogado da proprietária da área em Palhoça – que também reivindica a desocupação – espera para hoje um parecer do juiz para quem encaminhou o pedido de desocupação.

A batalha na rodovia SC-406

Pedras e paus de um lado, tiros de borracha, bombas de gás lacrimogêneo e spray de pimenta do outro. Anunciada desde domingo, a batalha envolvendo integrantes da Ocupação Amarildo e os moradores do Rio Vermelho, revoltados com a invasão, acabou se transformando em um confronto da Polícia Militar com a comunidade do bairro.
Inconformados desde o fim de semana com a invasão do terreno na SC-406, os moradores entraram em clima de guerra contra o movimento.
As ameaças e os insultos terminaram com cenas de violência por volta das 16h na rodovia, que foi bloqueada pelo tumulto entre PMs e os moradores.
Tropa de Choque entra em ação
Com o estrondo, a tropa de Choque partiu para cima do rapaz da comunidade, que foi dominado e detido. A população foi pra cima dos PMs para tentar soltá-lo. Antes disso, no início da tarde, um princípio de tumulto havia iniciado, quando moradores atearam fogo em uma cerca que protegia a ocupação. Havia no local crianças, idosos e mulheres.
Acuados, em menor número e sem uma rota de fuga, os invasores aceitaram deixar o local, desde que houvesse segurança policial.
No confronto da tarde, houve pessoas feridas levemente com disparos de balas de borracha. Dois PMs também foram atingidos por pedras. Entre os moradores, quem assumiu a liderança para evitar o conflito foi o empresário Edson Coelho, 39 anos. Depois de negociar com os policiais, levou a notícia de que a ocupação iria sair do Rio Vermelho. Ele seria responsável por conter os ânimos daqueles moradores que queriam o linchamento dos invasores.
– Não é fácil conter todo mundo. A comunidade não quer eles aqui criando mais uma favela – disse Edson.
Depois da notícia da saída da ocupação, os moradores ainda esperaram por mais uma hora até que os ônibus chegassem para levar a indesejada vizinhança. A impaciência foi mais rápida que a ação da polícia, e o conflito se consolidou depois de quase uma hora de apreensão.

Mobilização feita no boca a boca

Ao saber da ocupação, nativos do Rio Vermelho reuniram centenas de moradores de diversos bairros do norte da Ilha de SC

Aos gritos de “nós vencemos”, “a gente ganhou”, os moradores do Rio Vermelho comemoraram a saída da Ocupação Amarildo do terreno invadido no domingo.
Eles se consideraram vitoriosos porque não aceitavam a presença dos invasores da área. Diziam temer pela segurança e também estavam revoltados porque entendem que o grupo deveria obter terra com trabalho e não com invasão.
O movimento dos nativos chegou a centenas de pessoas após eles arregimentarem amigos e conhecidos de outras comunidade da Ilha, como Ingleses e Siri. A “convocação” foi feita no boca a boca. Em pouco tempo, os representantes da região já estavam em número superior ao dos integrantes do acampamento.
Bairro tradicional em Florianópolis
O Rio Vermelho é um dos bairros mais antigos de Florianópolis, mantém as tradições e grande parte da população descende de famílias nativas. Durante o protesto, por exemplo, ouvia-se a todo instante pedidos para que fizessem entre si uma farra do boi no mato em que estavam os ocupantes do movimento.
O grupo reuniu comerciantes, autônomos, homens e mulheres. O rapaz que lançou o foguete seria morador da comunidade do Siri. Ele era um dos mais revoltados com os invasores e prometia encontrá-los mesmo depois que deixassem a área ocupada na madrugada de domingo.
– Moro há 10 anos aqui. A comunidade é tranquila, nunca sofreu qualquer tipo de invasão. A PM não deveria ter atirado contra a população. Na verdade, o governo demorou para tirar eles daqui e deu nisso – protestou o autônomo Luís Augusto Veiga, após o conflito.
Depois de um feriado singular, os moradores do Rio Vermelho fizeram um churrasco de comemoração no palco do confronto.
A bandeira vermelha da ocupação foi queimada sob gritos de euforia e duas faixas foram estendidas na rodovia com os dizeres: “Aqui a comunidade cuida do Rio Vermelho” e “Adeus Amarildo”.

Tranquilidade no início da noite

Já era noite quando cerca de cem integrantes da Ocupação Amarildo desembarcaram no terreno da arquiteta mexicana Rocío Delfín, na região do Morro dos Cavalos, em Palhoça. O grupo foi levado em um ônibus e um micro-ônibus da Polícia Militar, escoltado por várias viaturas da PM, uma da Polícia Militar Rodoviária (PMRv) e dois carros da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Por volta de 18h o comboio cruzou a ponte Colombo Sales.
A chegada ao terreno na estrada de acesso à localidade do Maciambu Pequeno transcorreu sem transtornos. Os policiais que participaram da escolta acompanharam a retirada das bagagens, dos colchões e materiais usados na tentativa frustrada de ocupação no Rio Vermelho. A movimentação era acompanhada por pouco mais de 15 integrantes que preferiram ficar no local a tentar invadir outra área.
– Eu tenho um menino deficiente e não podia arriscar levar ele pra lá. Sabia que ia dar confusão – comentou um senhor, que preferiu não se identificar.
Dos que voltaram do norte da Ilha no ônibus, um grupo de quatro pessoas, dizia estar cansado. Sentados perto de uma das barracas dispostas na margem da estrada, em frente ao terreno, eles diziam representar o Movimento População de Rua e que estavam desde dezembro na Ocupação Amarildo, na SC-401.
– A gente morava na rua, sem apoio nenhum do governo. Agora fomos despejados aqui – contou um dos rapazes.
– Nunca vi população atirar pedra contra bebê recém-nascido, criança. Nós não somos vagabundos como eles gritavam. Estamos há dois dias sem dormir, sem comer direito e sem tomar banho. Vê se isto é situação – disse outra moradora de rua, referindo-se ao tratamento recebido pelos nativos do Rio Vermelho.
O grupo, novamente reunido no terreno reclamado pela proprietária mexicana, iria traçar os novos rumos do movimento em uma assembleia, marcada para a noite de ontem. Nenhuma das lideranças falou com a imprensa. A polícia deixou a área por volta de 20h e tudo parecia tranquilo.

Cúpula mobilizada na Agronômica

Governador foi alertado por coronel que recebeu pedido de socorro por telefone

Foi a partir de um telefonema de Rui Fernando, um dos líderes dos amarildos, ao comandante geral da Polícia Militar, que o governo do Estado acelerou o processo de retirada dos ocupantes. A ligação, no início da tarde, era para pedir socorro. Ele reclamava que o grupo estava sendo ameaçado por moradores vizinhos ao terreno invadido na madrugada de domingo, no Rio Vermelho.
Levou pouco mais de uma hora entre o contato e o despacho do governador Raimundo Colombo, que reuniu a cúpula da segurança pública antes de anunciar a decisão de escoltar os manifestantes até Palhoça.
– Desculpem a roupa de feriado. Precisamos agir – disse Colombo, que liderou a reunião vestindo calça de abrigo, tênis e camiseta.
O governador estava na Casa d’Agronômica e convocou Procuradoria Geral do Estado, Secretaria de Segurança e polícias Civil e Militar logo depois de ser informado pelo comandante-geral da PM, coronel Nazareno Marcineiro, sobre o telefonema do líder da Ocupação Amarildo. Nazareno havia negociado com Rui Fernando: a polícia atenderia o pedido de socorro se o grupo deixasse o terreno de forma pacífica.
Pela manhã, polícia avaliou rotas de fuga
Da Casa D’Agronômica decolaram dois helicópteros para apoiar a ação, um da Polícia Civil e o outro da Militar. Pela manhã, por volta das 9h30min, Nazareno já havia sobrevoado a área ocupada. Do alto, o coronel analisava a situação do acampamento. Ele e a equipe de inteligência avaliavam possíveis rotas de fuga e locais de intervenção, caso – sem acordo – a polícia tivesse que intervir.
– A comunidade ateou fogo em palhas que serviam de cerca para a área e os ocupantes se sentiram acuados. Nós tínhamos equipe no local e mesmo assim eles me ligaram pedindo apoio – narrou Marcineiro.
O secretário de Assistência Social de Florianópolis, Alessandro Abreu, que acompanhou o acordo entre ocupantes e PM, defende que integrantes da Ocupação Amarildo que não são naturais de Florianópolis voltem para as suas cidades de origem. A prefeitura garante o pagamento das passagens.

Terreno sob litígio

Após serem rechaçados por um grupo de moradores do bairro Rio Vermelho, em Florianópolis, os integrantes da Ocupação Amarildo de Souza voltaram para o terreno localizado na região do Maciambu, em Palhoça. A situação dos invasores por lá também é instável, já que a atual proprietária, a arquiteta Rocío Delfín, 64 anos, não permitiu a instalação do acampamento e pretende acionar a Justiça caso a permanência dos manifestantes se prolongue.
A ida dos amarildos para o terreno em Palhoça começou no dia 15 deste mês, quando o prazo para eles saírem das margens da rodovia SC-401 expirou. A área foi cedida pelo Instituto Kairós, representado pelo padre Luiz Prim. Mas Rocío, que atualmente mora no México, afirma que não deu permissão para que a propriedade fosse ocupada e que o padre teria tomado a decisão sem seu consentimento.
Outros fatores tornam a permanência dos acampados ainda mais problemática. O Ministério Público Federal, a Defensoria Pública da União e o Incra se manifestaram contra a realocação das famílias em Maciambu. Os órgãos alegam que a área já apresenta conflitos por conta da demarcação de terras indígenas no Morro dos Cavalos, que está em discussão na Justiça. O imóvel é instrumento de outra ação judicial, pois Rocío discute a propriedade com o ex-marido.
Em um relatório entregue à Justiça agrária, o Incra diz que foram oferecidas diferentes terras no interior do Estado e mesmo na Capital para os quais os acampados poderiam se dirigir, mas os amarildos teriam recusado todas as propostas.
O secretário de Assistência Social de Florianópolis, Alessandro Abreu, informou que entre hoje e amanhã órgãos públicos, governo do Estado e lideranças do acampamento devem se reunir para achar uma saída para o impasse.

OPINIÃO DA RBS: COM AS PRÓPRIAS MÃOS

A inesperada resistência dos moradores do norte da Ilha de SC à invasão de uma área na SC-406 por integrantes de um movimento cujo rosto ainda não é totalmente reconhecido pela sociedade catarinense suscita reflexões para impasses futuros que, espera-se, não se repitam.
À primeira vista, saem vitoriosos os nativos do bairro Rio Vermelho e adjacências em sua resistência. Mas ninguém deve aplaudir um episódio que coloca cidadãos em confronto com outros cidadãos.
Toda a vez que o cidadão comum recorre à Justiça com as próprias mãos é sinal de que o Estado democrático falha em seu dever de garantir segurança e preservar direitos. Por pouco o episódio da chamada Ocupação Amarildo não terminou em tragédia, pois policiais militares tiveram de agir para evitar um confronto.
Os próprios invasores do terreno alheio, assustados com a reação dos vizinhos, acabaram pedindo a intervenção do governo do Estado e da Polícia Militar. O caso aparentemente inédito parece ter se originado a partir da lentidão do poder público, conforme apontou este espaço de Opinião da RBS na edição de ontem. Desde dezembro a tomada de um terreno privado no norte da Ilha de Santa Catarina – às margens da SC-401 – expõe as próprias famílias invasoras a toda sorte de intempéries, ocupa a energia das forças policiais, corrói o pouco tempo do Judiciário e deixa a população da Grande Florianópolis em eterno suspense, sempre à espera do próximo passo de um movimento com motivações ideológicas.
Temerosos de que se iniciasse no Rio Vermelho um novo capítulo de uma novela aparentemente sem fim, os próprios moradores arregimentaram forças da região e montaram uma patrulha privada, disposta a tudo, inclusive o confronto físico. A contraofensiva dos moradores só ocorreu pelo vácuo do poder público, denunciado ontem neste mesmo espaço.
É de se louvar a disposição do governador que abandonou o descanso do feriado para agir, em conjunto com o comando militar. É isso que se exige das autoridades: postura e celeridade. Se gestos como esses ocorressem com mais frequência, a população certamente não teria tanta disposição para, de maneira equivocada, desesperada e perigosa, tentar agir com as próprias mãos.
É de se aguardar infelizmente os próximos capítulos de um episódio que entristece e preocupa a todos os moradores de Santa Catarina.

 

ASSUNTO: Aniversário da PMSC

VEÍCULO: Portal da PMSC

01.05:

Campeonato de Levantamento de Peso da PMSC

Local: Ginásio do Centro de Ensino da Polícia Militar (CEPM)

Endereço: Av. Madre Benvenuta, 265 – Trindade

Horário: 09h00 às 19h00

Uniforme: 4A com quepe

Traje: esporte

 

02.05:

Baile de Aniversário PMSC

Local: Associação Barriga Verde dos Oficiais (ABVO)

Endereço: Av. Lauro Linhares, 1250 – Trindade

Horário: 22h00

Traje: Homens: 1º uniforme, smoking ou terno escuro

 Mulheres: 1º uniforme, preferencialmente vestido longo

Ingresso: sócios titular ABVO – gratuito;

 convidados – R$ 50,00 por pessoa

Obs: o evento está sendo realizado em parceria com a ABVO

 

04.05:

Missa Comemorativa aos 179 anos PMSC

Local: Avenida Beira-Mar Norte

Horário: 07h00

Uniforme: 9G ou 4A

Traje: esporte

 

Corrida Rústica PMSC

Local: Av. Beira-Mar Norte

Horário: 09h00 – 12h00

Uniforme: 9G ou 4A

Traje: esporte

Obs: para os participantes haverá distribuição de camisetas personalizadas. O evento está sendo realizado em parceria com a Associação de Corredores de Rua de São José.

 

05.05:

Solenidade de Aniversário pelos 179 anos PMSC

Local: Centro de Ensino da Polícia Militar (CEPM)

Endereço: Av. Madre Benvenuta, 265 – Trindade

Horário: 17h00

Uniforme: 3A com medalhas (FFAA/BBMM – o correspondente)

Traje: passeio

 

06 e 07.05:

Torneio Hípico Policial Militar

Local: Guarnição Especial de Polícia Militar Montada

Endereço: Rua Emídio Francisco da Silva, s/n – Barreiros

Horário: 08h00 – 18h00

Uniforme: 4A

Traje: esporte

 

08.05:

Homenagem aos PPMM Mortos em Serviço

Local: Quartel do Comando-Geral

Endereço: Rua Visconde de Ouro Preto, 549 – Centro

Horário: 17h00

Uniforme: 3A

Traje: passeio

 

10.05:

Feijoada da PM

Local: Associação Barriga Verde dos Oficiais (ABVO)

Endereço: Av. Lauro Linhares, 1250 – Trindade

Horário: 12h00

Ingresso: sócios ABV0 e sua acompanhante – gratuito;

convidados – R$ 50,00 por pessoa

Obs: O uso da camiseta personalizada é indispensável.

O evento está sendo realizado em parceria com a ABVO, sendo também comemorativo ao Dia das Mães. Haverá atrações musicais.

 

13.05:

Concerto da Banda PMSC – “Nossas Histórias, Nossas Tradições”

Local: Centro Integrado de Cultura (CIC)

Endereço: Av. Governador Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica

Horário: 21h00

Traje: esporte

Obs: A retirada do convite deve ser realizada no Centro de Comunicação Social (CCS) mediante a entrega de 1 (um) kg de alimento não perecível, que será posteriormente doado à uma instituição de caridade.