Área do associado

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Clipagem de 22 a 24 de fevereiro

24.2.2014

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE 22.02.2014

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

Tropa padrão Fifa

Os policiais militares e rodoviários que participaram do esquema de segurança para o seminário da Fifa, no Costão do Santinho, também posaram para uma foto em frente ao portal do resort ao mesmo estilo do registro oficial dos treinadores das seleções.

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Diário Catarinense

PMDB: força na Casa Civil

Uma nova mudança no Centro Administrativo poderá representar mais um sinal de que o PMDB tende a reeditar a aliança com o PSD para respaldar o projeto de reeleição de Raimundo Colombo.
A partir da próxima segunda-feira, Ari Vequi, do PMDB da região de Brusque e ligado ao grupo do senador Luiz Henrique, assumirá o cargo de secretário Adjunto da Casa Civil. O atual titular, Luciano Veloso Lima, de Videira, passará a ocupar a Diretoria Financeira da Casa Civil.
O secretário Nelson Serpa, do PSD, que sofre restrições no PMDB, está mantido – e ainda mais forte – pelo governador. A missão de Ari Vequi será de azeitar os canais de comunicação entre a Casa Civil e os prefeitos, deputados e lideranças do PMDB. O novo secretário defende a reedição da coligação.
Outra sinalização está vindo da executiva estadual do PMDB. A reunião que examinará o pedido do prefeito Edison Piriquito e do deputado Mauro Mariani para a realização de prévias ficou para o mês de março.
E, pela avaliação, até o momento a maioria é contra a pré-convenção.

Estrutura reforçada

A região de São Joaquim e Urubici terá a estrutura de resgate reforçada. Os Corpos de Bombeiros das duas cidades receberam nesta semana dois veículos do governo do Estado. Equipados com tração 4×4, serão utilizados para serviços de resgate, ações e buscas em locais de difícil acesso.

Auxílio-alimentação

Publicada no Diário da Justiça decisão do Tribunal Pleno, aprovando pedido da Associação dos Magistrados Catarinenses de pagamento do auxílio-alimentação, retroativo de 19 de maio de 2004 a 6 de dezembro de 2006. A alegação é de que o beneficio já foi pago aos juízes federais e aos ministros dos tribunais superiores. O desembargador Ronei Danielli votou contra.

 

ASSUNTO: REAÇÃO DE RISCO

VEÍCULO: Diário Catarinense

Homens são amarrados a poste por dono de terreno

Jovens de 18 e 20 anos foram detidos pela Polícia Militar por suspeita de invasão de domicílio

O caso dos dois jovens amarrados a um poste na manhã de ontem, em Florianópolis, é apurado pela 2a Delegacia de Polícia do Saco dos Limões. Os dois foram imobilizados e amarrados pelo proprietário da casa invadida por eles, no Campeche, Sul da Ilha de SC.
Para o delegado Antônio Abreu Mendes, o homem que amarrou os dois rapazes agiu dentro da lei. Para o professor de Criminologia da Univali, Alceu de Oliveira Pinto Júnior, a pessoa que age desta forma coloca a vida em risco.
Integrante da Comissão de Direitos Humanos da OAB, Alexandre Botelho diz que o cidadão comum não é preparado para fazer o papel da polícia:
– Mesmo que o cidadão possa prender alguém em situação de delito antes da chegada da polícia, não pode haver o excesso, pois a pessoa vai se tornar tão criminosa quanto a outra.
Dois jovens seriam dependentes químicos
O delegado Abreu Mendes disse que um policial vai acompanhar o caso e esperar os dois rapazes serem apresentados na delegacia para apurar os fatos e decidir se abre inquérito ou não. Até as 16h30min de ontem, os jovens não haviam sido apresentados.
O caso aconteceu por volta das 10h de ontem. Os jovens de 18 e 20 anos foram desamarrados do poste pela PM que os prendeu em seguida por invasão de domicílio. Segundo os vizinhos, a mãe de um dos detidos disse que eles não cometeram crime e que são dependentes químicos.
Em SC, um jovem suspeito de assalto foi espancado e amarrado a um poste por moradores, em Itajaí, Litoral Norte, no dia 13. No Rio de Janeiro, um adolescente de 15 anos foi espancado, esfaqueado na orelha, e amarrado nu a um poste pelo pescoço com uma trava de bicicleta, em 31 de janeiro. Ele foi apreendido ontem por suspeita de assaltar uma turista canadense. O adolescente também teria tentado roubar um turista inglês.

 

ASSUNTO: INCÊNDIO EM SÃO FRANCISCO

VEÍCULO: Diário Catarinense

Polícia indicia sócios da Global por crime ambiental

Inquérito com mais de 600 páginas foi entregue ontem ao Ministério Público de Santa Catarina

Os sócios da Global Logística, Cláudio Pereira dos Santos e Nelson João Possamai, foram os dois únicos indiciados criminalmente pela Polícia Civil de Santa Catarina pelo incêndio químico que provocou uma coluna de fumaça e assustou moradores de toda a região em setembro do ano passado em São Francisco do Sul, no Litoral Norte.
O inquérito, que tem nove volumes e mais de 600 páginas, foi entregue ontem pelo delegado Leandro Lopes de Almeida ao Ministério Público do Estado e à prefeitura da cidade, com a orientação para que pelo menos um fiscal de posturas seja responsabilizado administrativamente. Santos foi enquadrado nos artigos 54 (poluição em níveis que possam resultar em danos à saúde humana ou em mortandade de animais ou destruição da flora) e 56 (administração de substância tóxica, perigosa ou nociva em desacordo com lei). Possamai foi indiciado pelo artigo 54. Se condenados, podem pegar até nove anos de prisão.
Almeida considera que os sócios não tinham conhecimento necessário sobre o produto armazenado no galpão nem tinham um responsável técnico, como um químico, por exemplo, para acompanhar essas cargas.
– Eles assumiram o risco. Armazenavam produtos com fertilizantes sem a supervisão de um químico que poderia fazer a análise adequada do armazenamento – disse o delegado.
A coluna de fumaça obrigou prefeitura, Defesa Civil estadual e bombeiros a esvaziar parte da cidade entre a noite do dia 24 e a manhã do dia 27 de setembro, obrigando 20% da população a deixar as casas em 13 bairros. O próprio núcleo que comandava a operação teve de abandonar a prefeitura.
Segundo o IGP, a fumaça foi resultado de um incêndio químico – sem calor – que consumiu parte das 10 mil toneladas de um fertilizante à base de nitrato de amônio. A fumaça pôde ser vista por imagens de satélite.

 

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE 23.02.2014

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Diário Catarinense

Novo secretário

O governador Raimundo Colombo deve definir nesta segunda-feira o novo secretário do Desenvolvimento Social, Trabalho e Educação. Um dos nomes mais cotados é do deputado Jorge Teixeira, do PSD. Trabalhou mais de cinco anos com o antecessor, tem experiência na área e representa o Vale do Itajaí.

 

ASSUNTO: CRACOLÂNDIA

VEÍCULO: Diário Catarinense

Construção de clínica é a aposta

A construção de uma clínica municipal com capacidade para internações é a principal aposta da prefeitura de Florianópolis para reduzir as cracolândias. Mas a proposta ainda deverá levar meses para ficar pronta.
A unidade prevista será um Centro de Atenção Psicossocial (Caps) para álcool e drogas com funcionamento 24 horas, no Jardim Atlântico, no Continente. Serão 15 leitos e o custo total da obra é de R$ 3 milhões.
As autoridades acreditam que o tratamento dos usuários da droga seguido da inserção em programas sociais são as medidas que poderão amenizar o problema. Hoje, a prefeitura diz não encontrar vagas para encaminhar os dependentes à desintoxicação no Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina (IPQ), em São José, o único local público que oferece o serviço.
O secretário da Saúde de Florianópolis, Daniel Moutinho Júnior, diz que, em razão da contingência de recursos, o Caps ficará pronto somente no final do primeiro semestre. Conforme o secretário de Assistência Social da Capital, Alessandro Abreu, equipes realizam abordagens em ações conjuntas de secretarias mas as pessoas usualmente retomam o consumo da droga.

Fechamento seria paliativo

O secretário de Segurança e Defesa do Cidadão, Raffael de Bona Dutra, diz que fechar as galerias de esgoto utilizadas pelos dependentes químicos, na divisa entre Florianópolis e São José, seria uma medida paliativa. Em Florianópolis, os secretários municipais são contra a internação compulsória dos viciados em crack, diferentemente da prefeitura de São José, que tenta convencer o Ministério Público a pedir judicialmente o tratamento dos casos mais críticos.
Além da degradação humana, a maior cracolândia da Grande Florianópolis, no Monte Cristo, gera preocupação com o aumento da criminalidade na região, com casos relatados por moradores de roubos, vandalismo, e prostituição infantil.

 

ASSUNTO: Opinião

VEÍCULO: Diário Catarinense

MAIORIDADE PENAL

A Comissão de Constituição e Justiça rejeitou nesta semana uma proposta que defende a redução da maioridade penal para 16 anos para casos em que o adolescente tenha cometido crimes hediondos, tráfico de drogas com uso de violência ou reincidência em crimes violentos. Integrantes de movimentos sociais contrários à medida pressionaram os parlamentares pela rejeição e chegaram a chamar de fascista o autor do projeto, senador paulista Aloysio Nunes Ferreira, do PSDB.
Trata-se de um tema polêmico, que quase sempre é debatido sob alta voltagem emocional, pois costuma entrar em pauta sempre que ocorre um crime grave envolvendo menores de 18 anos – o que já se tornou praticamente rotina no país. No momento em que adolescentes infratores são espancados e acorrentados em postes, o debate se impõe. Embora o Estatuto da Criança e do Adolescente seja uma legislação reconhecidamente humanitária, nada impede que seja revista depois de quase duas décadas e meia de vigência.
A grande questão continua sendo o parágrafo 3o do artigo 121 do ECA, que diz que o período máximo de internação do adolescente em conflito com a lei em nenhuma hipótese excederá a três anos. Os defensores da flexibilização argumentam que a limitação funciona como estímulo para a criminalidade, pois os infratores e também delinquentes adultos que os aliciam têm certeza de que os autores de crimes estarão livres em pouco tempo.
O sistema de liberdade assistida, que sucede à internação em casos de ato infracional grave, funciona com permissividade semelhante ao regime semiaberto dos condenados adultos. A extensão do tempo de internação para autores de delitos graves ou reincidentes, observadas as avaliações psicológicas e sociais previstas na legislação, seria uma solução aceitável se tivéssemos instalações dignas e adequadas para jovens ainda em formação. Porém, conhecendo-se a precariedade dos locais destinados ao cumprimento de medidas socioeducativas, fica inviável qualquer internação mais prolongada.
Por isso, os brasileiros precisam vencer resistências ideológicas e enfrentar as questões que atormentam uma sociedade já demasiadamente sacrificada pela violência. Como fazer para que menores de 18 anos sejam responsabilizados na exata dimensão dos delitos praticados? Como evitar a sensação de impunidade e de revolta cada vez que o autor de ato infracional volta a delinquir?
Como manter a legislação protetiva do ECA e ao mesmo tempo evitar que o estatuto seja utilizado como salvo-conduto para o crime? Tais dúvidas não serão equacionadas com a simples redução da maioridade penal, mas está mais do que na hora de o país encarar este debate com coragem e à luz da realidade.

 

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DE 24.02.2014

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

Dois pesos

Policiais civis que atuam na rua, em investigações de campo, reclamam da desigualdade de promoções em relação a colegas que trabalham internamente. É que os fixos em DPs teriam mais tempo para estudar, fazer cursos online, enquanto a turma que vai a campo…

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Diário Catarinense

PMDB: dividido, na encruzilhada

O presidente do diretório estadual do PMDB, Eduardo Pinho Moreira, confirmou para depois do Carnaval a reunião da executiva estadual que vai examinar os requerimentos do deputado federal Mauro Mariani e do prefeito de Balneário Camboriú, Edson Piriquito, pela realização de pré-convenção e candidatura própria ao governo.
A tese vem crescendo dentro do PMDB. Dois fatos novos registraram-se nos últimos dias. O primeiro foi marcado pela reunião da bancada federal para definir qual a posição. Dos oito integrantes, cinco manifestaram-se pela pré-convenção que definirá o futuro do PMDB. A surpresa ficou com o senador Casildo Maldaner, que apoiava Raimundo Colombo (PSD) e se alinhou a Mariani pelas prévias. Ficaram com o governador Luiz Henrique, Ronaldo Benedet e Edinho Bez. Luiz Henrique propôs, então, uma reunião conjunta das bancadas federal e estadual com a executiva regional do PMDB no dia 27 para avaliar a situação partidária e as eleições.
O segundo registro veio do Oeste, onde foram realizados vários eventos. Em Pinhalzinho, com a presença de Mauro Mariani e Dário Berger, em votação secreta, 223 líderes votaram pela pré-convenção e apenas quatro contra. Luiz Henrique e Eduardo Moreira tinham agendado participação. Cancelaram quando souberam que o encontro era para apoiar as prévias. É na região Oeste que está mais forte a corrente da pré-convenção.
Na Assembleia Legislativa, a bancada estadual é contra as prévias. Apenas Carlos Chiodini apoia esta tese. Entre os prefeitos, há também visível racha. Udo Döhler, de Joinville, já declarou apoio a Colombo. Ademir Matos, de Braço do Norte, no Sul, está em campanha pela reedição da coligação. Outros apoiam o prefeito Edson Piriquito.
Dividido, o PMDB inicia o ano numa encruzilhada.

 

COLUNISTA HÉLIO COSTA – Notícias do Dia

PMs estão prontos?

A Polícia Militar enfrentou, na abertura do Carnaval no Berbigão do Boca, o primeiro teste para os demais dias de folia. Mas antes mesmo de partir para a grande prova de fogo, policiais militares recém-formados pela academia se mostraram preocupados com a estrutura que a PMSC tem a oferecer. Uma soldado aluna reclama que durante as missões da operação Veraneio eles ficavam de prontidão na Beira-Mar Norte, sem a companhia de supervisão. “Nós temos a completa ciência de que é dever da PMSC zelar pela segurança das pessoas, independendo da data comemorativa, porém o que estamos ressaltando aqui é que não estamos preparados para tal”, contou a policial, cautelosa, mas valente.

Mais segurança

Moradores de Ingleses voltaram a protestar por mais segurança no bairro. Este foi o segundo ato desde a morte de um comerciante na região durante um assalto. Na semana passada, a região até recebeu reforço policial, que contou, inclusive, com agentes federais. Mas todos foram embora depois do término do Congresso da Fifa. O protesto de sexta-feira fechou parte da SC-403, e segundo os moradores se repetirá até que uma resposta seja dada.

 

COLUNISTA CARLOS DAMIÃO – Notícias do Dia

Confronto

Comandante Paiva (Nelson Paiva) volta às atividades relacionadas à segurança pública em Palhoça nesta quarta-feira (26), com o curso de “Resgate em ambiente hostil com confronto armado”, para o Pelotão de Patrulhamento Tático do município. Objetivo é preparar a PM para intervenções cada vez mais perigosas, vide o caso recente, em Minas Gerais, que resultou na morte de nove bandidos.

 

ASSUNTO: Segurança no Oeste

VEÍCULO: Diário Catarinense

OPERAÇÃO CONTRA O CRIME: Chapecó recebe 70 policiais hoje

Força-tarefa atuará por pelo menos 30 dias ou até que a onda de violência no município do Oeste de SC seja controlada

O reforço de mais de 70 policiais em Chapecó, a partir de hoje, vai se concentrar em ações de investigação, inteligência e rondas. A mobilização tem como objetivo frear o índice de assassinatos e roubos.
A cúpula da segurança pública de SC deslocou para a cidade unidades das polícias Civil e Militar. A Polícia Rodoviária Federal também participa da operação.
Na parte ostensiva, a polícia vai intensificar barreiras e ações das 15h até a meia-noite, período mapeado como crítico nos últimos meses.
A polícia local afirma que desde janeiro ocorreram 16 mortes em Chapecó, sendo um duplo homicídio e um latrocínio (roubo seguido de morte) de um empresário. O aumento foi de 50% em relação ao mesmo período do ano passado.
Também houve crescimento dos casos de roubos, conforme a polícia local, mas em um percentual ainda não revelado. A operação atende a pedido de políticos da região. Recém empossado delegado regional, Ronaldo Moretto destaca a ação emergencial como resposta imediata ao que classifica como aumento absurdo na criminalidade.
Déficit no efetivo policial é o principal problema
Moretto diz que a operação não irá resolver em definitivo o problema de Chapecó, segundo ele influenciado por um problema que atinge boa parte dos municípios de SC: o déficit no efetivo policial – a região de Chapecó, com 30 cidades, conta com apenas 98 policiais civis. A operação deverá se estender por pelo menos 30 dias. A cúpula da segurança diz que poderá ser por tempo indeterminado se a violência não diminuir.
– Duas equipes já estão há uma semana reforçando o efetivo ostensivo. Pelo que vimos não há uma causa específica para as mortes, foram aleatórias – diz o tenente-coronel Marcelo Cardoso, comandante do Bope.

Cinco dias sem homicídios em Chapecó

Das 13h30min de terça-feira até ontem não houve homicídio em Chapecó. Os crimes anteriores foram motivados por tráfico de drogas e disputa por pontos de prostituição. Duas bases da PM também foram incendiadas.
Outras regiões de Santa Catarina também tiveram força-tarefa nos últimos anos por causa do aumento dos homicídios. Em Camboriú, no Litoral Norte, a população elogiou a iniciativa para devolver a segurança e houve resultados positivos no período da mobilização. Na prática, os policiais de fora costumam agir no policiamento de rua deixando a polícia local livre para focar na investigação e mapear quem está agindo. Depois, são desencadeadas prisões em conjunto para cumprir mandados de prisão.

 

ASSUNTO: Artes marciais

VEÍCULO: Portal Globo.com

PM avalia que primeira operação ‘Tropa do Braço’ foi ‘um sucesso’

Ao todo, 262 pessoas foram detidas em ato no Centro de São Paulo.

PM pediu desculpas por eventuais ‘falhas de atuação’ contra jornalistas.

O comandante da PM no Centro de São Paulo considerou que a operação que terminou com 262 detidos, ocorrida na tarde de sábado (22), foi um sucesso. Todos foram liberados neste domingo (23). A ação, ocorrida durante protesto contra a Copa, foi a primeira que envolveu a “Tropa do Braço” – um grupo de 140 policiais sem arma de fogo e especializados em artes-marciais, principalmente jiu-jitsu.

” A operação foi um sucesso. Houve menos danos, menos policiais e civis feridos e menos confrontos”, disse o coronel Celso Luís Pinheiro. Segundo a PM, sete pessoas ficaram feridas: cinco policiais e dois manifestantes. Além disso, ele afirmou que foram usadas poucas bombas de gás lacrimogêneo e nenhuma bala de borracha.

O comandante também pediu desculpas por policiais impedirem o trabalho de jornalistas, inclusive detendo alguns deles, durante a manifestação. “Gostaria de pedir escusas a todos os senhores aqui se eventualmente houve alguma falha de atuação por parte da Polícia Militar.” Os jornalistas questionaram o fato de terem sido proibidos de fazer imagens. O policial afirmou que isso não poderia ocorrer, e que se algum profissional se sentiu lesado poderá registrar ocorrência.
Ele disse que em um protesto como aquele, que envolveu cerca de 1.500 manifestantes, segundo a corporação, e 2,3 mil PMs, ficou difícil diferenciar quem era black bloc e quem era jornalista. Ele exemplificou essa dificuldade citando o uso de capacetes e de óculos de proteção por parte de alguns jornalistas, o que cobria o rosto dos profissionais, e o fato de manifestantes se identificarem como repórteres na hora da prisão.

Uma das alternativas apresentadas pelo comandante foi o uso de coletes distribuídos pela própria corporação com a palavra imprensa estampada. Poucos jornalistas estavam com esse equipamento. Um deles relatou, porém, que foi revistado cinco vezes por PMs, apesar do colete.

Questionado sobre a presença de alguns PMs sem o nome na lapela, o coronel disse que estes desobedeceram ordens. “Era para todos estarem identificados.”

Antes de começar a entrevista, o coronel pediu a todos os jornalistas e policiais que fizessem um minuto de silêncio em homenagem ao cinegrafista Santiago Andrade e aos “mais de 2.780 policiais militares que faleceram desde 1991 em serviço ou fora dele.

Protesto
Esse foi o segundo ato contra a Copa do Mundo feito em 2014 na capital paulista. O primeiro, que aconteceu no dia 25 de janeiro, aniversário da cidade, teve 135 detidos e um jovem de 22 anos baleado por policiais militares.

Convocado pela internet, o protesto “Não vai ter Copa” teve início às 17h de sábado (22), na Praça da República, em frente à Secretaria de Educação do Estado. A concentração fez com que a Feira da República fechasse mais cedo. Por volta das 18h já havia mil manifestantes caminhando pelo Centro, segundo a PM.

A PM agiu quando o protesto chegou perto de uma das entradas da estação Anhangabaú do Metrô, na Rua Coronel Xavier de Toledo. “Esse foi o exato momento em que o serviço de inteligência verificou que haveria quebra de ordem”, disse o coronel. Houve correria e manifestantes foram detidos para averiguação. Com a ajuda de escudos e carros da corporação, policiais bloquearam a Rua 7 de Abril.

Por volta das 18h40, um grupo de mascarados, alguns deles carregando pedaços de pau, começou a quebrar portas de agências bancárias e orelhões, e a polícia usou bombas de efeito moral. Perto do Theatro Municipal, algumas pessoas atearam fogo a sacos de lixo.

Ainda segundo a Polícia Militar, foi encontrado um coquetel molotov dentro de uma mochila deixada na estação Ana Rosa do Metrô. Câmeras de segurança captaram o momento em que a bagagem foi deixada, segundo a PM.

‘Tropa do Braço’
A PM usou policiais especializados em artes marciais para acompanhar de perto a manifestação. Eles carregavam capacetes, cassetetes e algemas.  Ao longo do trajeto, seguiram em fila ao lado dos manifestantes. Quando houve o primeiro tumulto, os policiais fizeram um círculo e isolaram boa parte dos detidos para averiguação. Além da “Tropa do Braço”, policiais de outros grupamentos que normalmente participam de controles de distúrbios com uso de armas não letais, como Rocam e Força Tática, seguiram o ato.

 

ASSUNTO: Congresso da FIFA

VEÍCULO: Portal da PMSC

Secretaria de Segurança monta esquema único para evento da Fifa

Desde segunda-feira (17), quando os técnicos das 32 seleções que participarão da Copa do Mundo chegaram à Florianópolis, no Costão do Santinho, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) de Santa Catarina, organizou o maior plano de segurança já visto no estado. Os técnicos vieram para debater no FIFA TEAM WORKSHOP temas relacionados com os preparativos e dinâmicos de funcionamento da Copa, bem como informações sobre as cidades-sede, estádios, datas, horários, logística, marketing, segurança, etc.

Durante a semana estima-se que houve a participação direta de 800 congressistas, somando ainda 300 jornalistas credenciados por 104 empresas internacionais de mídia.

Toda a atividade de zoneamento e credenciamento ficou a cargo da COL/FIFA. Para garantir a segurança e integridade do evento, em nível de Estado participaram: Polícia Militar; Polícia Civil; Corpo de Bombeiros; IGP, e DINI, já Federal, participaram: Polícia Federal, Ministério da Justiça/SESGE, Exército Brasileiro, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional. A guarda municipal de Florianópolis, também participou.

O evento também contou com o emprego de muita tecnologia, destacamos o caminhão denominado Centro de Comando e Controle Móvel e uma Plataforma de Observação Elevada (POE), que foram remanejados da cidade de Curitiba/PR.

Durante todo o evento foi instalado nas dependências do Costão do Santinho um Centro de Coordenação de Operações de Segurança (CCOP), base na qual ficaram alojadas as equipes de segurança pública, com os equipamentos de monitoramento de mídia e radiocomunicação.O CCOP foi composto por um representante de cada órgão envolvido, em nível de comando, ou seja, de decisão, referente a operação.

A ação de segurança foi desenvolvida por 13 instituições federais e estaduais, as quais trabalharam sobre a coordenação conjunta da SSP e da Secretaria Extraordinária para Grandes Eventos do Ministério da Justiça. Esta operação está sendo considerada a operação que movimentou mais órgãos de segurança no estado, servindo de exemplo de integração e sintonia entre todos os envolvidos. Durante o evento o secretario Nacional de Grandes Eventos, Andrei Augusto Passos Rodrigues esteve presente para reuniões estratégicas com o secretário de segurança de SC, César Augusto Grubba, além do Comandante-Geral da Polícia Militar, Coronel Nazareno Marcineiro, o chefe de Estado Maior-Geral, João Schorne de Amorim e demais autoridades que respondiam pelos outros setores da segurança pública.

O comandante-geral, Coronel Nazareno Marcineiro, detacou “o grande legado deixado para Santa Catarina, de conhecimento e de aproximação estratégica com outros órgãos de segurança a nível federal, permitindo que Santa Catarina seja cada vez mais reconhecida e respeitada pelo excelente trabalho desenvolvido pelos órgãos de segurança de nosso estado”.

Até hoje (21), o único incidente registrado foi a manifestação de policiais federais reivindicando por melhores condições para a segurança pública.

 

ASSUNTO: Troca de Comando em Gaspar

VEÍCULO: Portal do CBMSC

3ºBBM: PELOTÃO DE GASPAR, NO VALE DO ITAJAÍ, TEM NOVO COMANDANTE

     

 

Após seis anos a frente do 4º Pelotão da 1ª Companhia do 3º Batalhão de Bombeiros Militar em Gaspar, no Vale do Itajaí, o Capitão BM Alcione Amilton de Fragas deixou o comando da subunidade. Assumiu a função o 2º Tenente BM Rodolfo Silveira Rodrigues, em solenidade realizada na quarta-feira (19/02) no quartel do município.

Prestigiaram a solenidade diversas autoridades militares e civis, destacando-se a presença do Comandante-Geral do CBMSC, Coronel BM Marcos de Oliveira, e da vice-prefeita de Gaspar, Mariluci Deschamps Rosa.

Em sua despedida, o Capitão BM Alcione Amilton de Fragas agradeceu ao Comando do 3º BBM, autoridades locais, empresários, e todos os bombeiros militares e comunitários de Gaspar, pela confiança e apoio dispensado ao longo do período em que esteve no Comando da OBM.

O Capitão BM foi homenageado com uma placa de Referência Elogiosa entregue pelo Comandante do 3ºBBM Major BM José Gamba Júnior, pelo excelente trabalho desenvolvido no comando local. Também recebeu um mimo (uma réplica de um machado de arrombamento) em nome de bombeiros militares e comunitários, como forma de homenagem e reconhecimento.

Da mesma forma, foi homenageado o novo comandante,2º Tenente BM Rodolfo Silveira Rodrigues, pelo trabalho desenvolvido na chefia da 1ª e 2ª Seções do 3ºBBM em 2013.

A cerimônia foi encerrada pelo tradicional batismo dos comandantes (substituto e substituído).

 

ASSUNTO: Atentado no RioCentro

VEÍCULO: Portal Globo.com

Envolvido no atentado no Riocentro diz que intenção dos militares era matar astros da música brasileira

Novas provas levaram o MPF a denunciar 6 pessoas por envolvimento no atentado

Viúva do sargento morto declara que sofreu ameaças dos militares

A semana foi de revelações sobre um dos episódios mais dramáticos da nossa história: o atentado a bomba no Riocentro, em 1981, época do regime militar.  O alvo era um show em homenagem ao Dia do Trabalho, onde se apresentavam artistas como Chico Buarque, Elba Ramalho, Gonzaguinha e Fágner.

O Fantástico conseguiu com exclusividade o depoimento em vídeo de um personagem central desse caso, e que nunca deu entrevista sobre o atentado: o hoje coronel reformado Wilson Machado.

O coronel Wilson estava no carro onde a bomba explodiu matando um sargento. E agora, pela primeira vez, é confrontado diante de uma câmera de vídeo.

“Não adianta que não vão me incriminar. Não vão porque eu não estou metido nisso”, disse o coronel reformado Wilson Machado.

Essa palavras são do depoimento que o coronel reformado Wilson Machado deu ao Ministério Público Federal em dezembro de 2013 e janeiro deste ano.

“Eu nunca carreguei nenhum explosivo, não sei mexer com nenhum explosivo, nunca mexi na minha vida”, afirmou Wilson Machado.

As gravações foram obtidas pelo Fantástico com autorização da Justiça. São parte da mais completa investigação sobre o caso, iniciada dois anos atrás.

Os novos depoimentos e as provas encontradas agora ajudaram o Ministério Público Federal a descobrir os detalhes do que aconteceu no Riocentro, na noite do dia 30 de abril de 1981. São relatos de pessoas que testemunharam ou que participaram do atentado e que começam a esclarecer uma trama envolvendo grupos secretos e os planos que eles executavam na tentativa de impedir o fim da ditadura militar.

“Não estou encobrindo ninguém, e ninguém vai dizer que deu essa ordem para mim”, disse Wilson Machado.

Wilson Machado nunca deu entrevistas sobre a explosão ocorrida dentro do carro dele, que acabou matando o sargento Guilherme do Rosário, no banco do carona. Wilson teve ferimentos pelo corpo.

Agora você vai conhecer os detalhes da versão dele e as revelações dos principais personagens, testemunhas e vítimas do caso.

Em 1981, o então capitão do Exército Wilson Machado era chefe de uma seção do DOI, o Destacamento de Operações de Informações, órgão de inteligência e repressão da ditadura militar.

Segundo ele, a missão que recebeu do comando do DOI era simples:

Wilson Machado: O que que ia fazer no Riocentro? O que que ia fazer no Riocentro? Que que ia fazer lá? Ia identificar as pessoas que participavam. Quem estava lá, quem falou com quem, quem… Quem levantou e falou coisa.
MP: Se algum artista falou alguma coisa subversiva.
Wilson Machado: Isso aí. Não só os artistas, mas os participantes.

A noite seria de festa, a terceira edição do show que comemorava o Dia do Trabalho, no Rio.

Desde o primeiro inquérito, ainda em 1981, Wilson sempre sustentou que ele e o sargento saíram do carro por alguns instantes depois de terem chegado ao Riocentro.

Wilson Machado: Falei para ele: ‘Ó, vou parar aqui porque eu quero fazer xixi’. Depois nós iríamos pra frente, estacionar normalmente.

Na versão de Wilson, o sargento – conhecido no Exército como Wagner – aproveitou então para procurar amigos com quem teria ficado de se encontrar.

Ministério Público Federal: E aí, o senhor acha que nesse meio tempo alguém poderia ter posto uma bomba dentro do carro.
Wilson Machado: Não vou falar isso, porque eu não sei.
Ministério Público Federal: O senhor voltou para o carro, entrou no carro, o Wagner voltou, entrou no carro.  Aí explode uma bomba
Wilson Machado: Não. Pra mim não estourou bomba não, amigo. Se você ver aí na declaração, não sei se tá aí, quando eu fui interrogado, eu achava que tinha estourado o motor do carro.

Nova testemunha

Em 2011, o jornal “O Globo” localizou Mauro César Pimentel. Era dele o carro que aparece em uma imagem feita logo depois do atentado. Passaram-se 30 anos até ele ter coragem para falar.

Ministério Público Federal: Por que ficou calado?
Mauro: Fiquei com medo.

Mauro contou ao Ministério Público que, antes da explosão, olhou mais de uma vez pra dentro do carro do capitão Wilson.

Procurador: E disse que viu o Wagner, Rosário, mexendo com um negócio na mão.
Wilson Machado: Duvido. Duvido.

“Eu olhei bem para dentro do carro e na traseira do carro, no vidro traseiro, que é baixa a traseira, eu vi dois cilindros idênticos ao que ele estava manipulando”, afirma Mauro César Pimentel.

Mauro afirma ainda que também viu a explosão, e foi buscar ajuda. “Eu corri, corri e não achei ninguém. Quando eu voltei ele não estava mais lá, já não estava ele e não estavam os dois cilindros na traseira do carro. Só ficou o sargento, que já estava morto”, conta.

Em todos os depoimentos que deu até hoje, Wilson Machado diz que não se lembra de quem o socorreu. E afirma que o explosivo não estava no colo do sargento. Para defender a tese, ele mostra as cicatrizes.

Wilson Machado: A bomba saiu daqui de trás do carona? Lá pra lá. Fez isso. E a mesma projetil pegou aqui.
Ministério Público Federal: Estilhaço.
Wilson Machado: É. Não sei. Aqui, ó.

Na época, a investigação concluiu que a bomba estava imprensada entre o banco e a porta do carona.

“O inquérito conduzido logo depois do atentado em 1981, a gente não tem dúvidas de que foi direcionado para que as conclusões não chegassem a descobrir nenhum dos autores do atentado. Peritos foram pressionados, testemunhas foram ameaçadas, provas foram suprimidas do local do crime. Então, a gente não tem dúvida de que a primeira investigação no Riocentro foi direcionada para que o caso fosse acobertado, que não se descobrisse a verdade”, afirma Antônio Passos, procurador do MPF.

“O comandante falou: ‘Tudo o que você ver lá, você traga pra mim’. Eu não podia deixar de cumprir a ordem”, conta o major reformado Divany Carvalho Barros, conhecido no exército como “Dr. Áureo”.

Três décadas depois do atentado, ele admite que foi enviado ao Riocentro para recolher provas que pudessem incriminar o Exército.

Divany afirma que recolheu de dentro do carro três objetos pertencentes ao sargento Rosário.

“A caderneta com telefones, nomes, pessoas. Peguei a caderneta, peguei uma granada defensiva que ele usava na bolsa que não explodiu. Peguei a pistola dele”, conta Divany.

Mais uma revelação das novas investigações: quem deu a informação ao Ministério Público foi um ex-delegado de polícia, Cláudio Guerra.

A função dele era prender no Riocentro pessoas falsamente falsamente ligadas à explosão. No depoimento, ele revela a existência de mais uma bomba e um novo alvo.

Ministério Público Federal: O senhor falou que tinha uma bomba que seria para o palco.
Cláudio Guerra: Seria colocado no palco, justamente pra atingir. A comoção seria a morte de artistas mesmo.

Nenhuma bomba explodiu no palco. Outra foi atirada na casa de força do Riocentro, para cortar a luz e causar pânico nas mais de 20 mil pessoas que assistiam ao show. Mas não deu certo.

Suely José do Rosário foi outra que guardou silêncio desde aquela noite que mudou a vida dela e dos dois filhos. A viúva do sargento contou ao Ministério Público que foi ameaçada.

Suely: No dia em que enterrei meu marido. Não deram tempo nem para eu chorar a morte do meu marido.
Ministério Público: Quem ameaçou?
Suely José do Rosário, a viúva do sargento: Um tal de Luiz. Chamavam ele de Doutor Luiz. Ele falou: ‘a senhora vai ser chamada pra depor, a senhora veja bem o que a senhora vai falar. A senhora vai ser acompanhada. A senhora tem que lembrar que a senhora tem dois filhos pra criar’.

O Ministério Público Federal ainda está apurando a identidade do Dr. Luiz.

As investigações do Ministério Público Federal também estão mapeando a atividade dos grupos que lutaram contra o fim da ditadura.

Na lista de endereços revelados pelas testemunhas, um restaurante na Zona Portuária do Rio é uma peça importante nas investigações. Segundo o MPF, era no local que coronéis e generais do Exército se reuniam para planejar os atentados. Depois, as ordens eram repassadas aos subalternos.

Só nos primeiros meses de 1980, foram 46 explosões atribuídas aos militares. Boa parte dos atentados foi contra bancas de jornal que vendiam publicações consideradas subversivas.

E uma bomba enviada à sede da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio matou a secretária Lyda Monteiro. São casos ainda sem solução.

Pelo Ministério Público, o coronel Wilson, o ex- delegado Claúdio Guerra e os generais reformados Nilton Cerqueira e Newton Cruz devem responder por tentativa de homicídio, associação criminosa, transporte de explosivos.

Nilton Cerqueira era comandante da PM do Rio e teria suspendido o policiamento no dia do show. Newton Cruz, que ainda foi denunciado por favorecimento, chefiava o Serviço Nacional de Informações. Segundo o Ministério Público, ele soube do atentado com antecedência e nada fez para impedir.

Os outros denunciados são o major Divany, por fraude processual e o general reformado Edson Sá Rocha, acusado de ter defendido um plano de atentado um anos antes, também no Riocentro. Ele foi o único que se recusou a responder as perguntas do Ministério Público.

Passados 33 anos do atentado, os procuradores alegam que o crime não prescreveu porque foi praticado contra o país. Além disso, não estariam cobertos pela Lei de Anistia, válida de 1961 a 1979.

A Justiça Federal ainda está analisando o novo inquérito para decidir se aceita a denúncia.

Procurados pelo Fantástico, o general Newton Cerqueira e Suely do Rosário, viúva do sargento Guilherme,  não quiseram dar entrevista.

O coronel Wilson machado e o major Divany Barros também foram procurados, em casa e pelo telefone, mas não foram encontrados.

O general Newton Cruz declarou que já foi julgado e inocentado pelo Superior Tribunal Militar e pelo Supremo Tribunal Federal em relação ao atentado do Riocentro.

E a família de Claudio Antonio Guerra disse que o ex-delegado do DOPs está doente, e não pode falar agora.