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Clipping do dia 9 de outubro

9.10.2013

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 9 DE OUTUBRO

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

Vista ao subsídio

O deputado estadual Dirceu Dresch pediu vista ao projeto de lei complementar 27/2013, que cria três níveis de subsídios aos juízes que atuam como diretor de fórum ou diretores regionais. O benefício poderá ser de até 15% sobre o salário e está escalonado de acordo com o número de varas de cada comarca. Hoje é de 6%.

Boa notícia

Sheila Sabag, presidente do Conselho Municipal da Mulher, não esconde o entusiasmo com a inauguração da Casa de Passagem para Mulheres Vítimas de Violência, da prefeitura de Floripa. A briga se arrastava havia 10 anos. São 20 leitos disponíveis.

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Diário Catarinense

Defensoria rebelada

Defensores Públicos do Estado não mais atenderão no Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, “em virtude da ausência de membros suficientes”. Comunicação oficial foi feita ao defensor-geral, Ivan Ranzolin, com críticas dos defensores “ao descaso do Poder Executivo”. Na esfera judicial, a decisão foi vista como “rebelião”.

Pressão na AL

Lideranças e cidadãos de Joinville, lotando vários ônibus, virão hoje a Florianópolis para pressionar a Assembleia na votação do projeto de lei que dá poder de polícia aos bombeiros militares. A emenda de Darci de Matos (PSD) que estende a fiscalização aos bombeiros voluntários passou na Comissão de Trabalho. A movimentação será grande.

 

COLUNISTA ROBERTO AZEVEDO – Notícias do Dia

 

 

COLUNISTA HÉLIO COSTA – Notícias do Dia

 

ASSUNTO: PRESOS EM FLAGRANTE

VEÍCULO: Diário Catarinense

Sete são presos por roubo de carga

Polícia encontrou caminhoneiro mantido refém e R$ 600 mil em mercadorias

A movimentação de caminhões e cargas em um galpão alugado no bairro Vila Nova, na zona Oeste de Joinville, não levantava suspeitas na vizinhança, mas o local servia de esconderijo para uma quadrilha que teria se especializado em roubar caminhões e distribuir as cargas de grande valor. Sete suspeitos foram presos em flagrante.
A articulação criminosa foi descoberta na manhã de ontem, quando a Polícia Militar conseguiu rastrear um caminhão tomado de assalto horas antes na Rodovia do Arroz, no Vila Nova. No momento da abordagem no galpão, seis homens e uma mulher tiravam a carga da carreta roubada – com eletrônicos, eletrodomésticos e pares de tênis – e a estocavam em um segundo caminhão.
Os suspeitos ainda tentaram fugir pelos fundos do galpão, mas foram interceptados por outra equipe da PM. Com eles foram encontrados um revólver calibre 32 e uma pistola ponto 40. Para a surpresa dos policiais, os criminosos ainda mantinham o dono do caminhão como refém. Gerson Stentzlel, 41 anos, estava com os olhos vendados e as mãos amarradas dentro da carroceria.
Para rendê-lo e não correr o risco de ser surpreendida pela polícia, a quadrilha usou um recurso pouco comum nesse tipo de crime: um bloqueador de sinal de rastreamento foi instalado na entrada do isqueiro do caminhão, impedindo que o satélite da empresa de monitoramento identificasse o GPS do veículo.
– Talvez em função de um problema na bateria, o bloqueador falhou e o sinal do rastreador voltou por alguns segundos. Foi o suficiente para identificarmos a latitude e longitude do veículo, que nos levou até o galpão – conta o sargento da Polícia Militar Emir Morbis.
Além da carga roubada ontem, avaliada em cerca de R$ 600 mil, a polícia ainda encontrou mercadorias levadas de outro caminhão, há cerca de dois meses. As semelhanças na atuação das duas ocorrências levantaram suspeitas de que a quadrilha tenha agido em mais oportunidades.

 

ASSUNTO: Assalto na Rodovia do Arroz

VEÍCULO: Diário Catarinense

Horas de tensão e medo

Antes de ser feito refém, o caminhoneiro Gerson Stentzlel, de 41 anos, demorou para perceber a intenção dos assaltantes quando seguia viagem pela Rodovia do Arroz, no bairro Vila Nova. Ele havia partido no começo da manhã, do próprio bairro, em direção ao Rio Grande do Sul, onde entregaria a carga.
Assim que saiu da rua 15 de Novembro e acessou a Rodovia do Arroz, passou a ser interceptado pelos ocupantes de um automóvel Tipo.
– O carro fechou meu caminho umas duas vezes, mas não me dei conta de que eram assaltantes. Tentei desviar de novo, mas fui obrigado a frear. Pensei que era um motorista embriagado. Foi aí que três ou quatro deles vieram, armados, e me renderam na cabine. Jogaram um casaco sobre a minha cabeça – lembra Stentzlel.
No caminho, até o galpão onde o caminhão foi escondido, os assaltantes deram garantias de que, se não reagisse, Gerson seria libertado. Mas em nenhum momento ele podia ver o que estava acontecendo. Quando chegaram ao galpão, o motorista ainda teve os olhos vendados e as mãos amarradas.
– A pior hora, para mim, foi quando a polícia chegou. Eu não enxergava nada, só ouvia. Meu medo era ficar no meio da linha de tiro, mas isso não aconteceu. Os policiais foram muito rápidos e eficientes – agradeceu.

 

ASSUNTO: PODER DE POLÍCIA

VEÍCULO: Diário Catarinense

Dia decisivo aos bombeiros

Levantamento do Diário Catarinense aponta que projeto de lei que confere poder de polícia aos bombeiros em Santa Catarina deve ser aprovado na Assembleia Legislativa com pelo menos 25 votos. A indefinição ainda permanece quanto à extensão do direito aos bombeiros voluntários de fiscalizar e vistoriar estabelecimentos, 15 parlamentares são favoráveis à mudança proposta pelo deputado Darci de Matos
O projeto de lei que confere poder de polícia aos bombeiros deve ser aprovado na Assembleia Legislativa (AL) com pelo menos 25 votos. É o que mostra levantamento do Diário Catarinense que ouviu 39 dos 40 deputados estaduais aptos a votar na sessão da tarde de hoje.
Mas este não é o único assunto que será discutido hoje. Antes do projeto de lei ser votado os parlamentares vão decidir sobre uma emenda que estende o poder de polícia aos bombeiros voluntários. A tendência é de ela também ser aprovada. Se todos os deputados aptos comparecerem serão necessários 20 votos. O levantamento do DC apurou que 15 são favoráveis à mudança e 10 preferem a proposta original.
Há ainda quatro parlamentares contrários ao poder de polícia para o Corpo de Bombeiros, seis que não têm posição e um não localizado. A definição de qual instituição ficará com o poder de polícia é o principal ponto de discussão da tramitação do projeto que chegou à AL em março como resposta do governo estadual à tragédia na Boate Kiss, em Santa Maria (RS). O texto original limitava aos militares a autorização de fiscalizar e fechar estabelecimentos.
Ele foi alterado por uma emenda do deputado Darci de Matos (PSD) que concedia exclusividade aos voluntários para desempenhar este tipo de trabalho nas cidades em que estão presentes. A proposta levantou muita discussão porque parte dos deputados, incluindo o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considera o substitutivo inconstitucional. O argumento é de que o poder de polícia é uma atribuição do Estado e não pode ser entregue aos voluntários que são uma instutuição privada.
Por causa da divergência, o projeto ficou parado até setembro, quando o fogo incinerou carga de nitrato de amônia em São Francisco do Sul causando uma nuvem tóxica. Na semana seguinte, o comandante dos bombeiros militares, coronel Marcos de Oliveira, esteve reunido com o presidente da AL, Joares Ponticelli (PP), e saiu com a promessa de que o projeto seria votado nesta semana. Oliveira falou que mesmo que fosse aprovado com a restrição de atuar em 30 cidades era melhor uma lei que não fosse ideal a lei nenhuma.
Houve reação dos bombeiros voluntários, capitaneados por Joinville. Contrário à mudança, e vendo que o texto seria aprovado, o presidente da CCJ, deputado Mauro de Nadal (PMDB), chegou a tentar, sem êxito, que o Executivo retirasse o projeto.
 

25 Favoráveis ao poder de polícia

4 Contrários ao projeto

 

Bombeiros voluntários: Presente em 30 cidades Efetivo de 3,3 mil pessoas


Os voluntários não querem poder de polícia porque este é dos prefeitos e não nos faz falta para exercemos a atividade. Os militares falam que não podemos. Não podemos atuar em conjunto com os militares porque o poder de polícia é da prefeitura. A atividade tem a ver com vistoria. O que os bombeiros militares querem é instalar um escritório e fazer vistoria aumentando a carga tributária. Nós fazemos a vistoria de forma mais ágil, mais eficiente e de graça. O Estado não presta um bom serviço. Em Joinville, se nós pegarmos a área vistoriada e multiplicarmos pela taxa cobrada pelos bombeiros militares (R$ 0,47 por metro quadrado) dá cerca de R$ 10 milhões ao ano.
Não vejo conflito de interesse em fiscalizar quem financia a corporação. O percentual da receita dos bombeiros voluntários de Joinville que vem das empresas está em torno de 20% a 25%. Nenhum conflito porque fazemos isso há 30 anos e não houve uma única denúncia de malfeito. Temos técnicos credenciados pelo Crea e nem Ministério Público ou Judiciário levantaram nenhuma dúvida.

Moacir Thomazi, presidente dos Bombeiros Voluntários de Joinville

 

Bombeiros Militares: Presente em 112 cidades Efetivo de 2,7 mil pessoas


“É absolutamente inverídica a afirmação dos bombeiros voluntários de que nós queremos arrecadar R$ 10 milhões em Joinville. Nós propusemos um convênio em que o Corpo de Bombeiros fazia o serviço e a arrecadação fica com a prefeitura. Como fazemos em outras 12 cidades. Também não sei com base em quê a corporação foi acusada de não fazer um serviço com qualidade. Quando fazemos o trabalho, o bombeiro tem curso superior e curso específico de oito meses ou 1,5 mil horas. Uma pessoa bem preparada. E o Olavo (Gamper) é o presidente da associação dos voluntários e favorável ao projeto. Uma cidade não pode falar em nome de todos. Creio em pressão de grupo empresarial, não só de Joinville, mas lá é o mais forte. É uma pergunta capciosa: existe problema a empresa doar dinheiro e ser fiscalizada pelos voluntários? Como vou fiscalizar meu patrão? O meu interesse maior é aprovar uma legislação tão boa para o Estado quanto para o município. O município pode fazer, mas não está fazendo.”

Coronel Marcos de Oliveira, comandante dos Bombeiros Militares

 

ASSUNTO: PODER DE POLÍCIA

VEÍCULO: Notícias do Dia

ASSUNTO: Novo Batalhão Bombeiros

VEÍCULO: Notícias do Dia

 

 

 

ASSUNTO: Quadrilha presa

VEÍCULO: Diário Catarinense

BASTIDORES DA OPERAÇÃ: Presa quadrilha que roubava veículos dirigidos por mulheres

Casa na Vila Aparecida abrigava suspeitos de envolvimento em roubos a carros e residências em Florianópolis e Palhoça

Tiro, porta estourada, droga lançada para o telhado. Numa viela, policiais corriam para cercar e evitar fugas. A rua estava vazia. Aos poucos, moradores começaram a abrir as janelas e ver a intensa movimentação policial, na rua Firmino Costa, na Vila Aparecida, parte continental de Florianópolis.
Eram 6h quando viaturas estacionaram em frente à casa em que morava um dos envolvidos. Ali, a polícia acabou encontrando outro integrante da quadrilha, que não estava no primeiro alvo de buscas.
O DC acompanhou os bastidores da operação policial montada ainda de madrugada para prender criminosos suspeitos de roubos de carros na Capital e de casas em Palhoça. Os policiais se concentraram às 5h na Delegacia de Roubos, na avenida Mauro Ramos, no Centro.
Coordenados pelos delegados Marcos Fraile e Luís Felipe Rosado, cerca de 30 policiais civis fortemente armados receberam a missão: encontrar cinco jovens que vinham amedrontando mulheres motoristas nos bairros Coqueiros e Capoeiras.
O comboio de viaturas rumou para a Vila Aparecida às 5h30min.
Na rua Firmino Costa, os policiais abriram um portão de ferro da casa com muros altos. Depois estouraram a porta da frente. Houve correria, gritos e estrondo de um tiro, pois os dois procurados tentaram fugir pelos fundos, sem sucesso. Havia mulheres no interior da residência.
Aos poucos, a polícia saiu carregando televisores, uma moto Honda adulterada, dinheiro e uma pedra de crack jogada para o telhado de uma janela assim que houve a ocupação.
Por volta de 7h30min, a equipe retornou com os presos. Um quinto envolvido segue foragido. Atuaram policiais da Roubos, Cope e da 4a DP de Coqueiros.
– Cerca de 80% das vítimas eram mulheres rendidas nos bairros Coqueiros e Capoeiras. Eles aproveitavam para agir quando as mulheres se aproximavam do portão de casa. Depois, revendiam os carros na região de Balneário Camboriú – disse o delegado Marcos Fraile.

Envolvido na morte de policial civil

Um dos detidos está envolvido na morte do policial civil Maurino Paulo Borba, 48 anos, ocorrida em outubro do ano passado, em Palhoça. Thuan João Pamplona, o Magrinho, 18 anos, confessou ter participado do assalto com morte ao policial, mas nega que tenha sido o autor do disparo.
Na delegacia, contou que ficou oito meses apreendido pelo crime. Além dele, foram presos ontem Cícero de Luís Magalhães Neto, Alexsandro Cristiano, o Leque e Kinny Roger. Eles negaram envolvimento nos roubos de carros.
Os ladrões foram investigados por cinco meses pela Delegacia de Repressão a Roubos da Capital. A polícia identificou pelo menos sete vítimas. Os policiais civis se reuniram ainda de madrugada para desencadear a operação, que teve o apoio da Coordenadoria de Operações Policiais Especiais (Cope).
Foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária em duas casas na Vila Aparecida, o local em que os criminosos moravam e se escondiam.

 

ASSUNTO: JOGO DO BICHO

VEÍCULO: Diário Catarinense

Policiais são suspeitos

Três servidores públicos foram afastados dos cargos, entre eles um policial militar e um policial civil, por possível envolvimento no jogo do bicho em Tubarão e em outras cidades da região Sul de Santa Catarina.
Sete pessoas, que seriam responsáveis pelo jogo do bicho na cidade e região, foram presas temporariamente na manhã de ontem durante a Operação Avalanche. A operação da Deic teve como finalidade combater a exploração do jogo do bicho e a lavagem de dinheiro. Os presos foram encaminhados para a delegacia da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) em Florianópolis.
– Eles não estão presos, mas as condutas deles serão apuradas – disse o diretor e delegado da Deic, Akira Sato, sobre os funcionários públicos suspeitos de envolvimento com o jogo do bicho.
Durante os cumprimentos de mandado de prisão os policiais apreenderam computadores, dinheiro, material e máquinas eletrônicas utilizadas para o jogo.
As investigações, que começaram há cerca de três meses, terão continuidade para identificar outros possíveis envolvidos. Participaram da Operação Avalanche, além de policiais da Deic de Florianópolis, policiais civis de Tijucas, Joinville, Criciúma e Tubarão.

 

ASSUNTO: Cotas na PMSC

VEÍCULO: Portal da Alesc

Deputados condenam cota de 6% para mulheres na Polícia Militar

Apesar do Poder Legislativo ter aprovado a Lei Estadual nº 587, publicada em 14 de janeiro de 2013, limitando a 6% a participação das mulheres no quadro da Policia Militar barriga verde, vários parlamentares criticaram o limite legal na sessão ordinária desta terça-feira (8), qualificando-o de discriminatório e incompatível com o século XXI.

Kennedy Nunes (PSD) afirmou que se trata de “uma lei machista” e que não aceita o argumento de que no Exército o limite também é de 6%. “A presidente Dilma determinou que as mulheres podem assumir postos de comando e hoje há 6,93% de mulheres no Exército”, argumentou.
Edison Andrino (PMDB) declarou que a lei catarinense “é extremamente discriminatória contra as mulheres”. Para o representante de Florianópolis, a Assembleia Legislativa precisa corrigir o erro. “Já preparei um projeto de lei revogando este artigo”, informou, acrescentando que a lei contém outras ilegalidades, como a proibição de acesso à PM das pessoas tatuadas.

“Nossa briosa está precisando de um toque feminino, a mulher já provou que tem competência para administrar a coisa pública”, discursou Andrino, que sugeriu a criação de uma comissão para analisar a Lei nº 587/13. “Tem outros problemas sérios, acabamos entrando no afogadilho e cometemos algumas injustiças”, justificou o parlamentar.
Luciane Carminatti (PT) revelou que a bancada feminina conversou com o governador sobre a referida lei, mas visando a alteração do critério de altura, que viabilizou o acesso à PM para várias mulheres aprovadas no último concurso. “A legislação é arbitrária, não condiz com os tempos de hoje”, ponderou. Entretanto, Carminatti observou que o governador pode corrigir o problema, adequando a legislação.
Sargento Amauri Soares (PSOL) lembrou que na época em que o projeto de lei que originou a Lei 587/13 tramitou na CCJ, apresentou emendas minimizando as discriminações. “Apresentamos emenda lá atrás, na CCJ, todas foram rejeitadas, foi feito diligência e o projeto voltou com um não da Casa Grande da Polícia Militar”, declarou. Já Maurício Eskudlark (PSD), presidente da Comissão de Segurança Pública, lembrou que o Paraná discutiu o problema no passado e introduziu na legislação previsão de acesso de 50% de mulheres na polícia militar.

 

ASSUNTO: Deputado Sargento Amauro Soares

VEÍCULO: Portal da Alesc

Soares no PSOL
Sargento Amauri Soares (PSOL) detalhou reunião realizada na noite de sexta-feira (4), no Plenarinho Paulo Stuart Wright da Assembleia Legislativa, com a direção nacional do PSOL e que contou com a presença de uma centena de militantes de esquerda, além do ex-deputado Plinio de Arruda Sampaio e do deputado federal Ivan Valente (PSOL/SP). “Nosso mandato é uma ferramenta de todos os que lutam pelas causas justas da classe trabalhadora”, ponderou Soares, argumentando que faz “política sem interesse pessoal, sem egoísmo, para participar dos rumos da comunidade”. 

 

ASSUNTO: Ameaça de bomba

VEÍCULO: Correio Braziliense

Ameaça de bomba mobiliza forças de segurança e esvazia prédio da UnB

O Corpo de Bombeiros encaminharam três viaturas para o local. O esquadrão antibomba da Polícia Federal realiza inspeção no local

Uma ameaça de bomba na Universidade de Brasília (UnB), mobilizou o Corpo de Bombeiros, a Polícia Federal (PF) e a Polícia Militar (PM), na manhã desta terça-feira (8/10). Estudantes, professores e funcionários precisaram sair dos blocos E, F e H do Instituto de Ciências Biológicas (ICB). Alunos informaram que hoje teria prova.
A secretária do ICB, Maria Francisca dos Santos Lima, informou que recebeu duas ligações anônimas informando que havia bombas no Instituto. Somente depois da segunda chamada que Maria entrou em contato com a segurança da UnB e solicitou auxílio ao Corpo de Bombeiros.
Os bombeiros encaminharam três viaturas para o local.  A corporação foi informada que duas bombas poderiam estar no local, mas os militares vasculharam a área e não encontraram nenhum explosivo. Cinquenta salas estavam trancadas durante a varredura dos bombeiros. 
O esquadrão antibomba da PF chegou com três horas de atraso e realiza uma nova inspeção no local.

 

ASSUNTO: Piloto morre durante voo

VEÍCULO: Portal Globo.com

Passageiro pousa avião após piloto desmaiar na Grã-Bretanha

Homem recebeu orientações por rádio da torre de controle e conseguiu pousar a aeronave após quatro tentativas.

Um passageiro conseguiu pousar um pequeno avião num aeroporto britânico na noite desta terça-feira (9), após o piloto da aeronave desmaiar.

Equipes de emergência foram chamadas ao aeroporto de Humberside, no centro da Grã-Bretanha, depois de o avião emitir um pedido de ajuda.

Dois instrutores de voo orientaram o passageiro pelo rádio a pousar o aparelho, que levava apenas duas pessoas.

O passageiro precisou de quatro tentativas até conseguir pousar, ovacionado pelas pessoas que aguardavam na torre de controle.

Segundo testemunhas, o pouso foi praticamente normal, a não ser por algumas faíscas e choques de partes da aeronave no solo.

Um dos instrutores que orientou o pouso, Roy Murray, afirmou que o passageiro não tinha experiência de voo, mas fez um ‘trabalho extraordinário’.

‘Ele fez um pouso muito bom. Ele não conhecia a disposição dos comandos, não tinha as luzes ligadas, então estava voando totalmente no escuro’, disse Murray, que comanda uma escola de aviação no aeroporto de Humberside.

Murray disse ter tentado manter o homem calmo enquanto explicava os procedimentos de pouso. ‘A última coisa que você quer é criar pânico, senão todo tipo de problema pode acontecer’, afirmou.

‘É um sentimento fantástico saber que consegui algo e provavelmente salvei a vida de alguém’, comentou. ‘Acho que sem qualquer orientação ele provavelmente teria caído no chão.’

O avião, com o piloto e o passageiro, havia decolado da pista de pouso de Sandtoft, a 40 quilômetros de distância.