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Clipping do dia 6 de dezembro

6.12.2013

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 06 DE DEZEMBRO

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

Tolerância zero

Prefeito Cesar Souza Junior e o secretário de Estado da Segurança Pública, Cesar Augusto Grubba, se reúnem hoje à tarde para definir ações de combate ao comércio clandestino no centro de Florianópolis. O prefeito vai pedir o auxílio das polícias Civil e Militar na repressão ao que o prefeito qualifica de “quadrilha organizada e violenta” que vem agindo na região central da cidade.

Reflexos da (in)segurança

Dados da Associação Brasileira de Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese) mostram que o mercado de equipamentos voltados para segurança eletrônica faturou US$ 1,96 bilhão, com um aumento de 9% em relação ao ano anterior. Em Santa Catarina, as empresas apresentaram um crescimento muito acima da média nacional, com aumento de 60,6% no faturamento do ano.

Operação cartas

Os cães da PM fizeram uma espécie de treinamento-exibição no centro de Distribuição dos Correios em São José.

Proerd é do milhão

O Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) acaba de chegar à marca de um milhão de crianças atendidas desde a sua criação nos anos 1980 em Santa Catarina. Com aulas ministradas nas escolas por policiais militares devidamente treinados para abordar o tema com a garotada, o projeto é, sem dúvida, o modelo mais bem-acabado na formação dos futuros cidadãos.

 

COLUNISTA ROBERTO AZEVEDO – Notícias do Dia

Boa notícia

Aeroportos de Caçador, Chapecó, Concórdia, Forquilhinha, Jaguaruna, Joaçaba, Joinville, Lages, Navegantes, Otacílio Costa, São Miguel do Oeste e Três Barras receberão investimentos da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República, informou o secretário Valdir Cobalchini (Infraestrutura).

 

ASSUNTO: Batalhão de Blumenau

VEÍCULO: Diário Catarinense

CONSERTO DEMORADO: PM já está há um mês às escuras

Previsão é de que a sede do 10o Batalhão de Polícia Militar de Blumenau volte a ter energia elétrica até o dia 17 deste mês

O prédio do 10o Batalhão de Polícia Militar de Blumenau ficará pelo menos mais 11 dias às escuras. Ontem representantes da Power Line Engenharia, de Palhoça, visitaram a sede na Rua Almirante Barroso e informaram que os reparos nos dois terços das instalações, sem energia elétrica há 32 dias, começarão na segunda-feira e devem ser concluídos até o dia 17.
A empresa venceu a licitação aberta pelo comando da PM e fará troca da fiação elétrica, do cabeamento aéreo, mudanças dos disjuntores, quadros de distribuição e desativação da rede subterrânea. Os consertos custarão R$ 60 mil.
Desde 4 de novembro, quando o sistema elétrico sofreu uma pane, salas de aula, alojamentos, cozinha, refeitório, reserva de armamento, corregedoria, setor de trânsito, de pessoal e de boletins são afetados, conforme o comandante do batalhão, tenente-coronel Cláudio Roberto Koglin. Soluções como uso de gerador foram descartadas pois poderiam causar sobrecarga na fiação atual e causar nova pane elétrica.
Para tentar manter um mínimo de atendimento no setor administrativo, o trabalho é dividido em três turnos, já que não há salas ou computadores suficientes para que os serviços funcionem normalmente. Koglin destaca que a extinção do Fundo de Segurança de Blumenau (Funseb) tem impacto na solução do problema.

Mudança de prédio seria alternativa

A futura desativação do prédio do 10o Batalhão de Polícia Militar em Blumenau pode ter sido uma das razões da demora para execução da reforma no sistema elétrico do prédio, de acordo com coordenadora do Centro de Comunicação Social da Polícia Militar em Santa Catarina, tenente-coronel Claudete Lehmkuhl. Futuramente a corporação deve ser transferida para o antigo prédio da empresa têxtil Lancaster, na Rua General Osório, no Bairro da Velha. A companhia entregará o imóvel para o Estado em uma operação de doação em pagamento.
– Como a Lancaster tem um parcelamento de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) com o Estado, há um crédito com a empresa. Então ela vai dar este imóvel para pagar esses impostos. Mas para o Estado receber esse pagamento é necessária uma autorização legislativa – explica o secretário de Desenvolvimento Regional de Blumenau, César Botelho.
Este documento é finalizado pelo Executivo estadual e deve ser encaminhado à Assembleia Legislativa até o fim deste ano. No entanto, Botelho informa que não há prazos definidos para a instalação da PM de Blumenau no novo prédio. Antes de mudar de endereço, será necessário fazer adaptações e reformas no local que era ocupado pela Lancaster.

 

ASSUNTO: PERIGO NAS ESTRADAS

VEÍCULO: Diário Catarinense

Quatro mortes em sete horas

Três homens faleceram em acidente por volta da 1h de ontem na SC-477 e uma mulher morreu em ocorrência perto das 6h na BR-282.
Rudinei Rodrigues da Silva, 23 anos, Adelmo Batista, 24, e Mauro Bez Batti, 46, morreram perto da 1h de ontem numa colisão, quando o Astra em que estavam chocou-se contra uma árvore e capotou na SC-477, em Meleiro, Sul do Estado. Uma jovem sofreu ferimentos leves.
Perto das 6h, uma ambulância que transportava pacientes de Vidal Ramos para consultas em hospitais de Lages saiu da pista na BR-282, em Alfredo Wagner, e também capotou. Hilda Schmitz Conãco, 59, estava sentada ao lado do motorista e morreu na hora. Outras cinco pessoas, incluindo uma filha de Hilda, ficaram feridas e foram encaminhadas para hospitais de Alfredo Wagner e de Bom Retiro.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), havia chovido a noite toda e a pista estava molhada na região de Alfredo Wagner, que também é marcada por fortes neblinas, o que pode ter feito o motorista perder o controle da ambulância. Já em relação à ocorrência em Meleiro, os policiais rodoviários que atenderam o caso destacaram o excesso de velocidade como a causa, após avaliação do estado do veículo.

ASSUNTO: Pescador desaparecido

VEÍCULO: Diário Catarinense

Bombeiros procuram pescador

Passava de 20h de sábado e o vento soprava do leste, com o céu anunciando chuva para dali algumas horas. Pescadores conhecidos, que esperavam a noite cair ali nas areias da praia da Armação, no Sul da Ilha, ainda insistiram para que Márcio José Gonçalves – conhecido por Baga – não fizesse a loucura de entrar no mar naquelas condições.
Mas Baga estava decidido e corajoso. Tomou o último gole de cerveja, comprou um maço de cigarro e partiu sozinho em uma batera – pequena embarcação – para quebrar as primeiras ondas.
O destino final era a praia do Pântano do Sul, trajeto feito em duas horas com barco a motor. Com apenas dois remos e o tempo se fechando, o pior aconteceu. Baga não apareceu na praia do Bar do Arante nem na madrugada de sábado, nem no dia seguinte e até ontem os bombeiros seguiam com as buscas pelo paradeiro do pescador de 38 anos, aumentando a angústia da família de seis pessoas que vivem na região.
O pequeno barco usado pelo pescador, e que tinha sido comprado naquele dia, foi encontrado no domingo pelo helicóptero dos bombeiros. No interior havia apenas um chapéu e o celular. Nenhum familiar quis comentar sobre o ocorrido.
– Ele era pescador experiente, não tinha medo. Quando se tem muita confiança corre-se muito risco. Ir de batera, com dois remos apenas e do jeito que estava o tempo… A gente insistiu para ele não ir, mas não teve jeito – lamentou Cristiano Duarte.

 

ASSUNTO: Soldado desaparecido

VEÍCULO: Diário Catarinense

Corpo de policial é localizado em praia

O corpo do policial militar Márcio Chaves foi encontrado no final da tarde de ontem na Praia do Moçambique, em Florianópolis. Ele estava desaparecido desde segunda-feira. As buscas terminaram quando Chaves foi encontrado de bruços no estacionamento da praia. O carro dele havia sido localizado na quarta-feira, sem as quatro rodas, nas imediações da praia.

 

ASSUNTO: ÍNDICE DE VIOLÊNCIA

VEÍCULO: Diário Catarinense

Estado tem menos vítimas de violência

Pesquisa mostra que apenas 17% da população de SC foi atingida por qualquer tipo de agressão

Santa Catarina é o Estado com menos pessoas vítimas de violência, apontou a Pesquisa Nacional de Vitimização, divulgada ontem pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). O estudo mostra que 17% da população foi atingida por qualquer forma de violência, seja ela causada por crimes, fraudes, acidentes de trânsito, agressões, ofensas morais e furto ou roubo de veículos. Os dados também mostram que Florianópolis é considerada a capital em que as pessoas mais se sentem seguras no país.
O trabalho é da Senasp, órgão do Ministério da Justiça que coordena as estratégias de segurança pública no Brasil, e foi feito em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o instituto Datafolha e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Foram duas medições. Os resultados se referem ao período de 12 meses anterior ao levantamento, realizado entre junho de 2010 e outubro de 2012.
O estudo também revelou que apenas 20% das pessoas que são vítimas de violência procuram a polícia para registrar boletim de ocorrência. Entre as pessoas que buscam socorro, quase a metade tem queixas sobre o tratamento recebido. O trabalho apontou índice de satisfação de 54,6% na recuperação de bens perdidos ou investigação da localização do agressor. A falta de atenção dos policiais também foi mencionada.
A Polícia Militar contou com 77,6% de aprovação da população, mas houve impressões negativas sobre a corporação com expressões como fazer “vista grossa” a desonestidade dos colegas, abuso de força, de autoridade e preconceito na escolha de pessoas que são revistadas nas ruas. Mesmo assim, o serviço de emergência 190 é o mais procurado pela população.
O estudo ainda apontou que a sensação de segurança dos brasileiros está diminuindo e 60,3% acreditam que a criminalidade piorou no último ano. Ter a casa invadida e roubada é a maior preocupação dos brasileiros de acordo com a pesquisa. Nesse quesito, Florianópolis se destaca por ter sido apontada como a capital em que as pessoas andam nas ruas com menos medo de serem vítimas de crimes.
Baixo registro de ocorrências explicado
A secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, reclamou do baixo o número de serviços colocados à disposição da população, como ouvidorias e corregedorias. Ela fez um apelo para divulgação do Disque 100 – serviço disponibilizado pela Secretaria de Direitos Humanos – e pelo Disque 180, de violência contra a mulher.
O professor Cláudio Beato, coordenador do Centro de Estudo de Criminalidade e Segurança Pública da UFMG, também autor do trabalho, comentou o baixo número de pessoas vítimas de algum tipo de violência que registram ocorrência.
– As vítimas de violência não procuram a polícia por algumas razões: ou consideram que foi uma coisa menor, ou porque envolve gente conhecida ou porque as pessoas não confiam na polícia – analisou Beato.