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Clipping do dia 30 de julho

30.7.2013

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 30 DE JULHO

 

COLUNA VISOR – Diário Catarinense

PGC MIRIM

Santa Catarina tem 177 adolescentes cumprindo medida de internação, sendo 69% ligados ao tráfico de drogas. Mesmo com a alta incidência, nos últimos meses os técnicos perceberam que tem diminuído a identificação com as facções criminosas atuantes nos presídios.
Acostumados a ouvir o relato dos jovens em tom de ameaça, os agentes de segurança avaliam que a mudança é consequência das ações das polícias e da Justiça, que atuaram no combate ao crime organizado e tiraram do cenário catarinense os principais líderes.

BOMBA-RELÓGIO

Juízes catarinenses estão preocupados com o imbróglio envolvendo a Defensoria Pública de Santa Catarina. O presidente da Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC), juiz Sérgio Luiz Junkes, diz que já há casos em que os magistrados estão sendo obrigados a liberar réus presos, por conta da demora da conclusão dos processos.
Por enquanto, isso tem acontecido somente com réus que praticaram crimes considerados leves. Se perdurar a situação, acusados de homicídio, latrocínio, entre outros crimes mais graves, serão soltos por serem mantidos presos em um prazo acima do que a lei permite e sem a devida defesa.

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Diário Catarinense

Governo vai elevar teto salarial

As propostas de reajuste salarial dos servidores da segurança pública contemplam policiais civis e militares da base e beneficiam os delegados e os oficiais da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. O teto salarial, hoje fixado em R$ 15 mil, passará a ser equiparado aos vencimentos de desembargador, de R$ 25.324. O limite de remuneração do governador, do vice e dos secretários de Estado, contudo, permanecerá na faixa atual.
A elevação do teto é uma antiga aspiração dos delegados e dos oficiais que recebem hoje, entre salários e gratificações, mais de R$ 15 mil. Acusam paradoxo: na incorporação de abonos ou triênios, a remuneração bruta aumentava, mas o líquido caía. Os valores acima do teto ficavam represados.A questão salarial da segurança enfrenta hoje três situações:
1) A Polícia Civil reivindica reposição salarial diferenciada, alegando que os vencimentos estão congelados há 10 anos;
2) A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros estão mais próximos de um acordo;
3) Policiais civis estão em greve porque desejam a aplicação da lei que criou a carreira técnico-jurídica. Além disso, querem que o melhor salário seja equiparado ao piso dos delegados.
Os secretários Antônio Gavazzoni (Fazenda) e Derly de Anunciação (Administração) negociam com as corporações da Segurança há seis meses. Mostram comparativos sobre a proposta de reajuste, que garantiria em dois anos salários melhores que os pagos no Paraná e Rio Grande do Sul. Serão parcelas a serem creditadas até dezembro de 2015, na base de 20% em agosto de 2014, 20% em agosto de 2015 e 20% em dezembro de 2015. Aumentos que variam, segundo os secretários, entre 47,02% e 66,50%.
O governo estadual já decidiu: as propostas serão iguais para todos.

 

COLUNISTA ROBERTO AZEVEDO – Notícias do Dia

De antes

Enquanto ocorria a reunião entre representantes do governo do estado, dos agentes da polícia Civil e até de praças da polícia Militar, no Centro Administrativo, que durou até o início da noite, foi revelado que outra proposta havia sido feita à categoria em greve, além da divulgada ontem. De acordo com o governo, no início de julho, a sugestão foi que, a partir de 2016, a polícia Civil tivesse apenas cinco níveis de progressão de carreira, sendo eliminados os três com menor valor, o que significaria que quem ingressasse como agente, psicólogo ou escrivão, começaria a receber o mínimo de r$ 6.647,61. Hoje a carreira está divida em oito níveis.

 

COLUNISTA PAULO ALCEU – Notícias do Dia

Reação

O secretário da Fazenda, Antonio Gavazzoni, que vem costurando as negociações com as categorias da segurança pública, junto com o secretário da administração, Derly Massaud, classificou de “injusta e desnecessária” a greve imposta pela polícia Civil diante de uma negociação que concluiu com um plano de remuneração melhor dos estados do sul.

Então

Numa negociação sempre há divergências e nunca a conta fecha como ambos os lados desejariam. Sempre fica uma pendência. Mas a proposta do governo de até 2016 eliminar três níveis, passando a ter cinco com salário inicial de r$ 6,6 mil acabou sendo rejeitada pela categoria, que aprovou a permanência dos oito níveis atuais. Acabou fazendo com que a negociação voltasse ao ponto de partida. O maior problema entre o governo e os policiais civis são promessas de campanha que acabaram atropeladas por uma realidade de arrecadação fazendo com que não fossem cumpridas

DigitAl

É legítima e muitas vezes justa a defesa de direitos dos funcionários públicos. Merecem valorização e salário digno. Mas em tudo há limite e responsabilidade em que, na maioria das vezes, as categorias são conduzidas por interesses político/partidários. Não se permita a ser usado para a construção de carreira política de alguns…

 

ASSUNTO: MASSACRE DO CARANDIRU

VEÍCULO: Diário Catarinense

Julgamento entra em nova etapa

Júri pela morte de 111 presos analisa a culpa de 26 policiais durante ação realizada após rebelião no complexo penitenciário

Um dos sobreviventes do massacre que terminou com a morte de 111 presos na penitenciária do Carandiru, ocorrido em 1992, afirmou que os policiais envolvidos na ação atiraram contra os detentos após o término da rebelião que ocorreu no local.
A declaração foi apresentada ontem, na retomada do julgamento do massacre. Segundo o depoimento do sobrevivente Antônio Carlos Dias, em um vídeo apresentado aos jurados, os detentos foram brutalmente espancados.
– Havia corpos amontoados. Eles nos espetavam com facas e os que caíam eram baleados – contou.
A declaração foi gravada na primeira parte do julgamento, ocorrida em abril deste ano. Ao todo, serão apresentados três vídeos de testemunhas da primeira etapa do júri.
Naquela ocasião, foram julgados 26 policiais militares, sendo que 23 deles foram condenados a mais de 150 anos de prisão. Nesse segundo bloco de julgamento, estão sendo julgados 26 policiais que teriam agido no segundo andar da penitenciária, onde, segundo a acusação, foram mortos 73 detentos. A decisão do júri será tomada por sete homens que compõem o corpo de jurados.
Antes da apresentação dos vídeos, foi ouvido o perito criminal Osvaldo Negrini Neto. Ele voltou a afirmar que não havia indícios de confronto entre presos e policiais militares no interior do Pavilhão 9.
– Não há nenhuma prova técnica que possa amparar uma visão (de que os presos haviam atirado de dentro das celas para os policiais). Se fosse assim, as paredes (dos corredores) estariam repletas de tiros e haveria cadáveres de policiais mortos.
O perito afirmou ainda que no dia da entrada da PM no Carandiru viu um “mar de sangue”. Também foram exibidas fotos que mostravam os corpos dos presos empilhados no primeiro andar da Casa de Detenção. Entre eles, alguns estavam sem roupas.
Presos podem ter sido mortos após término da ação
Em seguida, o promotor Eduardo Olavo Canto Neto questionou o perito se naquela noite homens nus carregaram corpos de detentos mortos e a resposta foi sim, dando a entender que alguns presos podem ter sido mortos após o término da ação nos andares, quando ajudavam os policiais a carregar os mortos.
Negrini também foi testemunha da acusação na primeira etapa do julgamento, quando 23 PMs que entraram no primeiro andar do prédio foram condenados a 156 anos de prisão cada. Assim como naquela ocasião, ele voltou a dizer que teve dificuldade de periciar o local após o massacre.

 

ASSUNTO: Greve Polícia Civil

VEÍCULO: Diário Catarinense

NO PRIMEIRO DIA: Governo e policiais civis avançam em negociações

Greve iniciada ontem marca a quinta paralisação registrada desde o início do governo Colombo

Policiais civis e governo estadual ainda não entraram em acordo sobre as principais reivindicações da categoria, mas as negociações estão avançando. Alguns valores no aumento salarial e prazos para reajustes emperram o fim da greve que começou ontem em SC. Agentes, escrivães e psicólogos policiais continuam paralisados e apenas 30% do efetivo segue atendendo casos de emergência.
A última reunião entre policiais civis e governo estadual, ontem à noite, na Secretaria da Fazenda, teve como base a última proposta do governo, divulgada horas antes. A remuneração média mínima passaria de R$ 2.983 para R$ 4.520 e o teto de R$ 8.200 para R$ 11.965.
Os aumentos seriam concedidos gradualmente até dezembro de 2015. O secretário da Fazenda Antonio Gavazzoni informou que a oferta foi melhorada, pois além do reajuste o governo acenou com a compactação dos três primeiros níveis, dentre oito, em 2016. Significa que, em 2016, o menor salário seria de R$ 6.647,61.
– Respeitamos a greve, mas a consideramos injusta porque a proposta é boa – disse Gavazzoni, garantindo que a oferta do governo é definitiva.
Sindicato discorda de valores iniciais e do teto
O presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol-SC), Anderson Amorim, afirmou que a categoria discorda de alguns termos, como o valor inicial e o final. Para o Sinpol-SC, o salário inicial deve ter acréscimo de R$ 500 e o final, um aumento de cerca de R$ 2,5 mil. Amorim considerou boa a compactação, mas disse que a categoria quer quatro níveis em vez de cinco. Quanto ao prazo até final de 2015 para reajustes, a categoria quer adiantar para final de 2014.– Caminhamos para um entendimento e aguardamos a contraproposta. Por enquanto, a greve continua.
Só estão sendo registradas ocorrências como homicídio, tentativa de homicídio, suicídio, latrocínio, sequestro e cárcere privado, estupro, desaparecimento de pessoa, furto/roubo de veículo, e recuperação de veículo furtado/roubado. Para demais atendimentos, a opção é a Delegacia Eletrônica, no www.pc.sc.gov.br.

 

ASSUNTO: Incêndio

VEÍCULO: A Notícia

Incêndio destrói casa no bairro Parque Guarani em Joinville

Casa foi consumida pelo fogo na madrugada desta segunda- Um incêndio destruiu uma casa no Parque Guarani, na zona Sul de Joinville, na madrugada desta segunda-feira. O fogo começou por volta das 4h30, segundo vizinhos.

A pessoa responsável pela casa estaria na praia e não foi localizada, segundo vizinhos. Não havia ninguém no local no momento do fogo. Segundo vizinhos, há suspeita de que um usuário de drogas tenha estado no local durante a madrugada.

Os bombeiros usaram oito mil litros d’água no combate às chamas. Inicialmente, o órgão havia informado que a casa era de madeira. A construção é de alveranaria e teve partes de madeira e móveis consumidos pelo foto.

 

ASSUNTO: Greve na Udesc

VEÍCULO: Notícias do Dia

Servidores definem data da paralisação

Os servidores da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina) farão uma paralisação no dia 14 de agosto. A decisão foi tomada durante assembleia geral na tarde de ontem, quando também foi montada uma comissão de negociação e elaborada uma pauta de reivindicações. O documento foi apresentado à reitoria, que segundo os trabalhadores se comprometeu em levá-lo para apreciação do Conselho Universitário.

De acordo com o diretor de comunicação do Sintespe (Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Estadual de Santa Catarina), Wolney Chucre, os técnicos decidiram não parar imediatamente para tentarem avançar nas negociações com o governo. Antes da assembleia de ontem, o sindicato havia anunciado a possibilidade de greve, que será novamente votada no dia 14. Até lá, os servidores vão buscar adesão dos professores, já que um dos intens da pauta de reinvidacações, que prevê reajuste salarial de 5,84%, também os beneficiará. “Por enquanto, é um movimento dos técnicos da Udesc, mas pode ser que haja adesão dos professores”, disse.

Segundo Chucre, os servidores protestam porque a data-base da categoria, em abril, passou e não houve negociação com o governo do Estado. “A data-base deles é diferenciada dos outros servidores do Estado, já que a Udesc é uma autarquia com independência financeira. Isso já foi questionado pelo TCE [Tribunal de Conta do Estado] e no ano passado a negociação se deu junto com os outros servidores”, explicou.

O diretor do Sintespe informou que o sindicato entende que a data-base dos funcionários da Udesc deve ser junto a todas as categorias estaduais. “Mas eles ainda acham que pode ser vantajoso negociar a parte com o governo”, completou.