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Clipping do dia 19 de julho

19.7.2013

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 19 DE JULHO

 

COLUNISTA CACAU MENEZES – Diário Catarinense

Maresia, sente a maresia

Incrível. Em menos de 24 horas as polícias Civil e Militar tiraram de circulação 255 quilos de maconha. No início da tarde de anteontem, em Barreiros, São José, a Deic apreendeu 230 quilos da erva. Na sequência, no balneário de Penha, norte do Estado, um ataque da Polícia Civil fisgou mais 15 quilos; e no início da noite, no Campeche, em Floripa, a turma do 4º Batalhão da PM tirou de circulação mais 10 quilos de cannabis.

 

COLUNISTA MOACIR PEREIRA – Diário Catarinense

PAR DE DANÇA

O Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) e a Associação dos Delegados de Polícia de Santa Catarina (Adepol) fecharam um acordo sobre as reivindicações salariais junto ao governo estadual. A partir de agora vão trabalhar unidos nas manifestações e no encaminhamento de propostas ao governo. O protesto mais veemente ocorreu no Festival de Dança de Joinville.

Os riscos da greve

Líderes sindicais dos eletricitários pediram apoio do secretário do Ministério de Minas, Márcio Zimmermann, e do senador Delcídio Amaral (PT), para reabertura de negociações. Mais de 90% dos 850 empregados da Eletrosul estão em greve desde segunda-feira. Os sindicalistas alertaram para os riscos. Temem que não haja controle sobre as torres de transmissão.

Médicos em greve

O Conselho Superior das Entidades Médicas de Santa Catarina começa hoje a mobilizar todos os profissionais da medicina para a greve geral marcada para o dia 31 de julho. Protestarão contra a decisão do governo Dilma Rousseff de importar médicos sem exame de revalidação dos diplomas, em repúdio ao “serviço civil obrigatório” e em defesa da carreira médica.

 

COLUNISTA CARLOS DAMIÃO – Notícias do Dia

As razões dos bombeiros joinvilenses

Recebi do deputado Darci de Matos (PSD) uma longa mensagem, que aqui vai resumida, por causa da limitação de espaço: “Eu e milhares de catarinenses não estamos lutando para dar poder de polícia aos bombeiros voluntários e sim querendo garantir o poder de polícia dos municípios, conforme estipula a legislação. Naqueles locais onde existem bombeiros voluntários, os municípios poderão contar com o apoio destas corporações para a realização das vistorias técnicas e, se necessário, estabelecer as interdições. Portanto, não há nenhuma ilegalidade como diz o ex-comandante dos bombeiros militares, José Luiz Masnik.

Por outro lado é um equívoco dizer que os catarinenses perdem com a ação dos bombeiros voluntários, como está na sua coluna (…). Não podemos nos ater a picuinhas para tentar desmoralizar uma entidade respeitada. Dizer que uma corporação com mais de 2 mil bombeiros não é voluntária porque algumas dezenas deles recebem remuneração é debochar da inteligência alheia. Uma outra inverdade é afirmar que, com a aprovação do PL 065, junto com as emendas do deputado Darci de Matos, os bombeiros militares não poderão exercer o poder de polícia. Se aprovada, a lei dará este poder de polícia aos bombeiros militares e as emendas reforçarão que as prefeituras também têm este direito e o usarão quando necessário. Não há nada de surrealista ou de ilegalidade nisto”

Como funciona

A Polícia Militar de Santa Catarina abriu concurso para contratação de seis oficiais médicos. Salário inicial de R$ 6,3 mil. Detalhe: essa remuneração é uma bolsa de estudos, enquanto os profissionais se preparam, em curso interno, para a promoção ao cargo de 2º tenente médico. Depois, passa para R$ 6,8 mil, agregando vantagens de carreira. O interessante é que isso é mais ou menos o que propõe o projeto do governo federal – curso normal de medicina e dois anos de serviços (remunerados) ao SUS. Detalhes no www.pm.sc.gov.br

 

ASSUNTO: SOS Desaparecidos

VEÍCULO: Diário Catarinense

ENCONTRO DE DESAPARECIDOS: PM catarinense vira ponto de referência a estrangeiros

Central montada em Florianópolis tem ajudado os brasileiros adotados ainda na infância a encontrarem famílias biológicas

Da Itália, onde mora desde os quatro anos com os pais adotivos, Tatiana Ribeiro da Silva viu numa página do Facebook a esperança de reencontrar a mãe biológica. Aos 27 anos, lembrava pouco da infância vivida em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, mas o suficiente para que, de uma sala de operações no Centro de Florianópolis, o major Marcus Claudino conseguisse cruzar informações e revelar quem é e como vive a família que ela não vê há mais de duas décadas. Todo esse processo de reconhecimento aconteceu via SOS Desaparecidos de Santa Catarina, único centro da Polícia Militar no país específico ao trabalho de reencontro.
Depois da publicação da série Órfãos do Brasil, que retomou a história dos bebês vítimas do tráfico internacional na década de 1980 – publicada em agosto de 2012 e que continua em apuração pelo Diário Catarinense – o SOS da polícia no Estado acabou se tornando ponto de referência para quem mora do exterior e procura por pessoas brasileiras. Lyor Vilk, que nasceu em Curitiba e mora em Israel, é um dos precursores na busca por familiares. Destaque na série do DC, ele aprendeu a falar português, é engajado no grupo de vítimas que vive no exterior e um dos braços de divulgação do serviço da PM de Santa Catarina entre os que querem redescobrir as origens.
É em Lyor, inclusive, que o major se apoia para conseguir se comunicar com outros jovens, com idiomas que variam entre o hebraico, francês, italiano e inglês, através da internet. O SOS localizou duas famílias, em março e em junho, e trabalha com outros oito casos que provavelmente estejam ligados à venda de crianças.

 

ASSUNTO: Sistema prisional

VEÍCULO: Diário Catarinense

FALTA DE ESTRUTURA: Juiz ameaça interditar presídio

Após 17 meses à frente da Vara de Execuções Penais em Joinville, o juiz-corregedor do Presídio Regional, João Marcos Buch, não viu outra alternativa, na tarde de ontem a não ser assinar uma portaria determinando a interdição da unidade em 90 dias, caso as reivindicações feitas por ele ao governo do Estado não sejam atendidas.
Em visita ao presídio na tarde de ontem, o juiz voltou a se deparar com problemas estruturais como esgoto a céu aberto, falta de ambulatório para atendimento médico e odontológico, de água, de medicamentos e de kits de higiene. Isso, somado à carência de recursos humanos, já que a unidade não dispõe de assistente social, psicólogo, médico, dentista e uma equipe de gerenciamento.
– Ponderei bastante. Assumi a execução penal há um ano e cinco meses e é claro que dei a oportunidade ao governo do Estado de resolver as situações, mas ao longo desse tempo não tenho visto mudanças – afirma.
O magistrado esclarece, que caso ocorra a interdição, os presos serão mantidos no presídio. A determinação apenas impedirá que novos detentos entrem na unidade. Isso porque, na visão de Buch, a superlotação (o presídio tem capacidade para 450 presos, mas abriga 760 atualmente) é apenas mais um problema.
Governo diz que medidas já estão sendo adotadas
Segundo o governo do Estado, a Secretaria da Justiça e Cidadania (SJC) está preparando concurso para a abertura de 300 vagas de agentes penitenciários no Estado. Além disso, afirmou que foi assinado na última quarta-feira o contrato com a empresa licitada para construir o ambulatório do presídio. A responsabilidade de reconstrução e reforma dos pavilhões foi repassada para a Secretaria de Desenvolvimento Regional de Joinville, que recebeu R$ 800 mil para as obras.
A SJC ainda contratou o projeto da estação de tratamento de esgoto compacta, que deve ficar pronto em 60 dias, e ontem foi aberto pregão eletrônico para a compra dos kits higiênicos, para regularização do serviço no prazo de 30 dias.

 

ASSUNTO: Dados sobre violência

VEÍCULO: Notícias do Dia

A violência contra os jovens brasileiros aumentou nas últimas três décadas de acordo com o Mapa da Violência 2013: Homicídio e Juventude no Brasil, publicado nesta quinta-feira pelo Centro de Estudos Latino-Americanos, com dados do Subsistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde. Entre 1980 e 2011, as mortes não naturais e violentas de jovens – como acidentes, homicídio ou suicídio – cresceram 207,9%. Se forem considerados só os homicídios, o aumento chega a 326,1%. Do total de 46.920 mortes na faixa etária de 14 a 25 anos, em 2011, 63,4% tiveram causas violentas (acidentes de trânsito, homicídio ou suicídio). Na década de 1980, o percentual era 30,2%.

“Hoje, com grande pesar, vemos que os motivos ainda existem e subsistem, apesar de reconhecer os avanços realizados em diversas áreas. Contudo, são avanços ainda insuficientes diante da magnitude do problema”, conclui o estudo. Em Santa Catarina, nos 10 anos compreendidos entre 2001 e 2011, se observou um incremento de 49,4% na taxa de homicídios por grupo de 100 mil habitantes, considerando-se o total da população. Em 2001, o número era 8,4.

No ano seguinte houve um salto, ultrapassando a casa de 10, média que se manteria pelos próximos cinco anos. No ano de 2008, novo pulo no índice, que atingiu 13, número que se repetiria em 2009 e 2010. Em 2011 registrou-se pequena queda, para 12,6. Apesar do aumento preocupante, SC ocupa a última posição entre todas unidades federativas do país. Alagoas lidera, com taxa de 72,2 assassinatos para cada 100 mil moradores.

Ao se levar em conta apenas o grupo das vítimas jovens, a elevação foi ainda maior: 79,9%. Em 2001 foram 139 casos, contra 250 em 2011. Nesse quesito o Estado fica atrás de São Paulo, na segunda colocação entre os 27. Já na Capital Florianópolis, se considerarmos a população como um todo, o crescimento dos homicídios registrados é pouco menor do que no Estado no período de 10 anos: 45%, apesar do índice de 20,4 mortes para grupo de 100 mil habitantes. Ainda assim o número é relativamente baixo, perdendo apenas para a cidade de São Paulo, com 11,9.Na comparação apenas dos homicídios juvenis, em 10 anos Florianópolis cresceu 48%, bem menos que os quase 80% verificados em toda Santa Catarina.

Negros são maioria das vítimas de homicídios

A tendência de se culpar as vítimas de homicídio no Brasil é um dos grandes entraves ao combate à violência e à redução de casos que envolvem jovens brasileiros, informou o autor do Mapa da Violência 2013: Homicídios e Juventude no Brasil, Julio Jacobo Waiselfisz. Para ele, essa inversão de mentalidade entre quem é vítima e quem é culpado gera a escassez de recursos e de medidas com o objetivo de efetivamente solucionar casos relacionados a essas pessoas, na maior parte negras.

“Há um mecanismo perverso que incentiva a tolerância à violência contra os grupos mais vulneráveis, que deveriam ter proteção do Estado: tornar a vítima culpada. Isso ocorre com mulheres, crianças e jovens marginalizados qualificados como traficantes, drogados e arruaceiros. Mas isso vale de uma forma geral”, explicou o autor. No Mapa da Violência 2013, observa-se a tendência de redução, em números absolutos, dos casos de homicídios de pessoas brancas, e o aumento de vítimas negras. Essa dinâmica se observa em relação à população em geral e entre os jovens.

Dos 467,7 mil homicídios contabilizados entre 2002 e 2010, 307, 6 mil (65,8%) foram de negros. Nesse período, houve decréscimo de 26,4% nos casos de homicídios de brancos e acréscimo de 30,6% dos de negros. Nesses mesmos oito anos, foram mais de 231 mil homicídios de jovens, dos quais 122,5 mil eram negros (53,1%). O decréscimo dos casos de pessoas brancas alcançou 39,8% no período, enquanto, entre negros, houve acréscimo de 18,4%.

As informações do estudo confirmam dados do IBGE (instituto Nacional de Geografia e Estatística).

 

ASSUNTO: Audiência com Governador

VEÍCULO: Portal da PM

Subcomandante-Geral e Chefe do Estado Maior-Geral participam de reunião com o Governador do Estado

Na manhã desta quinta-feira, dia 18 de julho, o subcomandante-geral da PMSC, coronel Valdemir Cabral, e o chefe do Estado Maior-Geral da PMSC, coronel João Schorne de Amorim, participaram de uma reunião no Centro Administrativo do Estado.
A reunião contou com a presença do governador do Estado, João Raimundo Colombo, do secretário de Estado da Segurança Pública (SSP), César Augusto Grubba, da secretária de Estado da Justiça e Cidadania, Ada Faraco De Luca, da secretária de Estado de Desenvolvimento Regional, Simone Schramm, e do prefeito de Joinville, Udo Dohler, além de autoridades e empresários de Joinville. Durante o encontro foram discutidos assuntos relativos à segurança pública daquele município.