Área do associado

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Clipping do dia 16 de julho

16.7.2013

PRINCIPAIS NOTÍCIAS DO DIA 16 DE JULHO

 

COLUNISTA RAFAEL MARTINI – Diário Catarinense

O projeto deflagrado ainda em 2003 pelo governo do Estado de asfaltar o acesso a todos os 295 municípios está cobrando a conta do Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (PmRv).
Nestes 10 anos, a malha viária estadual pavimentada simplesmente dobrou, passando de dois mil quilômetros para quatro mil quilômetros. Neste mesmo período, o efetivo baixou de 620 para 500 homens na ativa da PmRv.
Hoje são sete companhias e 24 postos para atender todas as rodovias estaduais. Alguns postos cobrem até 300 quilômetros de extensão com apenas três homens no plantão. O curioso é que, apesar de toda esta defasagem de efetivo, o trabalho ainda é considerado referência. Só este ano, o comando do batalhão já recebeu pedidos da Polícia Militar da Paraíba, do Amapá, do Rio de Janeiro, da Bahia e do Espírito Santo para conhecer a rotina da PmRv. Um dos aliados têm sido o uso da tecnologia. Desde a chegada dos 28 novos radares a laser (foto), no ano passado, o policial não precisa mais digitar os dados: basta transferir as informações para o sistema, ganhando tempo nas ocorrências.
Só no primeiro semestre deste ano, foram autuados 47.974 veículos nas rodovias estaduais, com a condução de 450 pessoas às delegacias de polícia e com 334 presos por embriaguez.
Imagina se a corporação tivesse o efetivo considerado ideal, ao menos o dobro dos 500 anjos da guarda das estradas catarinenses, o quanto seria possível reduzir as mortes.

TURMA DA PIPOCA

Quem monitorou de perto a manifestação da Aprasc que reuniu cerca de 2 mil praças da PM e Bombeiros Militar em passeata até a frente do Centro Administrativo foi o tiozinho da pipoca. Se para o governo eram bocas a protestar, para ele, apenas uma oportunidade de negócios.

FORA DA ORDEM

Dois dos homens mais procurados no Estado no momento estão fora da lista de foragidos no site da Polícia Civil (www.pc.sc.gov.br). São eles: Wilson Macário Alves, o Dedé, suspeito de ser o autor do triplo homicídio em Palhoça, e Rafael de Brito, o Shrek, procurado pela morte da agente penitenciária Deise Alves. Dizem nos bastidores que a missão de atualizar o site é do setor de inteligência. Imagine se não fosse.

 

COLUNISTA CACAU MENEZES – Diário Catarinense

Não é assim!

A Polícia Militar acabou às 2h de domingo com a festinha de 68 anos do nosso querido Baldicero Filomeno, que resolveu comemorar com os amigos num dos bares da Guarda do Embaú, onde tem casa. De quebra, acabou também com o show da banda Dazaranha num bar ao lado, na beira do rio, onde não mora ninguém.
E no Morro do Horário, no Centro de Florianópolis, moradores filmaram menores apanhando da PM, na contramão do que se vê e se elogia hoje no Rio com a pacificação das favelas. Aqui a PM sobe pra botar terror na comunidade.

Rotina

A manifestação de ontem em Floripa foi na SC-401, em frente ao Centro Administrativo.
Ou pensavam que, por ser segunda-feira de vento sul não ia ter?

 

COLUNISTA CARLOS DAMIÃO – Notícias do Dia

Bombeiros

É muito correto o posicionamento do corpo de Bombeiros militar de Santa Catarina, quanto ao projeto que tramita na Assembleia Legislativa. Bombeiro voluntário não é autoridade. A tentativa do deputado Darci de Matos (PSD), de incluir os voluntários no “poder de polícia” permitido no projeto aos bombeiros militares, está sendo amplamente denunciada nas redes sociais.

Interesses

É por causa dos políticos (deputados e caciques regionais) que os bombeiros militares de Santa Catarina não têm, ainda, poder de polícia. Já houve uma tentativa no passado (1998) para valorizar o trabalho dos bombeiros militares, mas manobras de bastidores impediram o avanço da matéria. Há interesses muito escusos nessa história, não há dúvida. E a população segue à mercê desses interesses.

 

ASSUNTO: Negociação salarial Aprasc

VEÍCULO: Diário Catarinense

PRAÇAS EM NEGOCIAÇÃO

Policiais e bombeiros militares filiados à Associação dos Praças de Santa Catarina (Aprasc) realizaram uma assembleia por volta das 16h de ontem e seguiram em marcha até o Centro Administrativo, na SC-401, no Norte de Florianópolis. Eles continuam em negociação com o Governo do Estado pedindo por um plano de carreira e melhorias salariais.
A proposta do governo do Estado de pagar gratificação de 60% sobre o salário-base dividida em duas parcelas não foi aceita. Segundo o presidente, Elisandro Lotin de Souza, o pagamento não seria este ano e a categoria precisa de uma resposta imediata.

 

ASSUNTO: Incêndio em Lages

VEÍCULO: Diário Catarinense

INCÊNDIO EM HOTEL: Bombeiros ainda buscam origem do fogo

O Map Hotel, um dos mais tradicionais da Serra Catarinense e que sofreu um incêndio na noite do último sábado, em Lages, deve ser liberado até sexta-feira. Ontem o prédio de nove andares no Centro da cidade passou por vistoria da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros.
Aparentemente, o prédio não teve a estrutura comprometida. Um engenheiro da prefeitura esteve no local de manhã e, segundo o coordenador municipal da Defesa Civil, Adilson Panek, o fogo não teria causado problemas de sustentação. Como a região é residencial, alguns vizinhos teriam demonstrado preocupação com a possível queda de paredes do hotel, mas o risco foi descartado.
Os bombeiros precisaram fazer uma escavação na região atingida pelo fogo, no piso térreo, em busca de pistas que pudessem indicar as possíveis causas do incêndio, como vazamento de gás ou curto-circuito.

 

ASSUNTO: Incêndio em Santa Maria

VEÍCULO: Diário Catarinense

INCÊNDIO NA KISS: MP culpa bombeiros por mortes

Ao ouvir ontem dos promotores de Santa Maria que somente quatro pessoas serão responsabilizadas por improbidade administrativa no caso da boate Kiss, Renata Schmitt, 27 anos, saiu chorando na metade da reunião da Associação de Familiares de Vítimas com o Ministério Público.
Irmã de uma das 242 vítimas, não se conformava com o fato de o inquérito civil que levou cinco meses para ser concluído não tenha incluído ninguém da prefeitura na ação que será apresentada hoje à Justiça – e restringido a responsabilidade a oficiais do Corpo de Bombeiros.
O número é inferior ao de nove agentes públicos que a Polícia Civil havia sugerido na investigação cível, no final de março, em inquérito que apontava indícios de irregularidades na conduta de seis funcionários da prefeitura, incluindo o prefeito, Cezar Schirmer, e três militares dos Bombeiros. Apesar de também vislumbrar falhas administrativas em procedimentos da prefeitura, a investigação do MP terminou sem responsabilizar qualquer representante do município, por entender que não configuram crime.
– Seria muito mais fácil se pudéssemos condenar todo mundo, mas temos que nos ater à lei – disse o subprocurador-geral para assuntos institucionais do MP, Marcelo Dornelles.
Militares não teriam observado legislação
A ação do MP pede a condenação do coronel Altair de Freitas Cunha, do tenente-coronel Moisés da Silva Fuchs, do major da reserva Daniel da Silva Adriano e do capitão Alex da Rocha Camillo. Todos exerceram funções de chefia entre os anos de 2008 e 2013 – os dois primeiros como comandantes do 4o Comando Regional de Bombeiros, e os outros dois como chefes da Seção de Prevenção de Incêndio.
Segundo os promotores Maurício Trevisan e Ivanise Jann de Jesus, que assinam a ação, os quatro teriam tido participação decisiva no “uso deturpado” do software denominado Sistema Integrado de Gestão de Prevenção de Incêndios (SI-GPI), que teria deixado de lado a observância de parte das normas estaduais e desconsiderado completamente a legislação municipal sobre a prevenção e proteção contra incêndios.
Em relação aos servidores municipais, o MP sustenta que, embora diferentes setores da prefeitura tenham adotado ações contraditórias que permitiram que a boate seguisse operando apesar das irregularidades existentes, não havia uma lei exigindo essa intercomunicação.

 

ASSUNTO: Negociação salarial Aprasc

VEÍCULO: Notícias do Dia

Militares protestam na SC-401

As cadeiras do auditório da Aprasc (Associação dos Praças de Santa Catarina), no Centro, foram esvaziadas às 17h45. Com o hino do sindicato que representa 75% do efetivo da segurança pública catarinense, caminharam pela SC-401 cerca de 2.500 policiais militares e bombeiros, de todas as regiões do Estado, em direção ao Centro Administrativo. Lá permaneceram por sete minutos, com cartazes de apelos por aumento salarial, plano de carreira e mensagens de reprovação às duas propostas enviadas pelo executivo em seis meses, que segundo a categoria contempla apenas a alta cúpula militar: coronéis, tenentes e majores.

Às 18h18, o secretário de Segurança Pública, César Grubba, o comandante-geral da PM, Nazareno Marcineiro, e o presidente da Aprasc, Elisandro Lotin, se reuniram a portas fechadas no Centro Administrativo. Grubba e Marcineiro desconversaram sobre o teor da pauta, mas Lotin comunicou que os praças desejam ganho real no salário, não subsídios como foi ofertado. Caso contrário, a possibilidade de greve não está descartada. Inclusive, porque a Polícia Civil anuncia greve para o dia 25, e está em negociação com o governo. “Não tenho nada contra a Civil, mas a categoria não irá aceitar tratamento diferenciado. Se eles tiverem aumento, também teremos”, anunciou Lotin. Segundo a Aprasc, o salário dos policiais militares e bombeiros em Santa Catarina está em 21º lugar no ranking brasileiro. “Nosso ideal é atingir o salário dos servidores de Brasília, que ganham mais do que o dobro do nosso piso”, informou Lotin, com 20 anos de carreira como soldado e teto salarial de R$ 1.600 mensais. O governo se comprometeu a enviar nova proposta, mas não definiu prazo.