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Clipping do dia 01 de fevereiro

1.2.2013

Clipping do dia 01 de fevereiro
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

ASSUNTO: Atentados em SC

VEÍCULO: Diário Catarinense

EDITORIA: Segurança

 

79 DIAS DEPOIS

 

Depois da queima de ônibus no Vale do Itajaí e Litoral Norte, atentados chegaram à Grande Florianópolis

 

O incêndio de um ônibus no Bairro João Paulo, às 22h30min de ontem, colocou Florianópolis no cenário da retomada dos atentados terroristas em Santa Catarina. Ele foi o primeiro de uma série de ataques feitos na Grande Florianópolis na noite de ontem – dois ônibus em Palhoça e pelo menos um em Ingleses.
Os ataques recomeçaram às 22h de quarta-feira, em Balneário Camboriú, também em um ônibus, e tiveram sequência na mesma noite em Itajaí, com uma viatura parcialmente danificada por um coquetel molotov e um bar atingido por chamas, seguido de mais dois veículos do transporte coletivo destruídos pelo fogo, no município de Gaspar.
O ataque de ontem em Florianópolis atingiu um coletivo da empresa Transol que fazia a linha Saco Grande via João Paulo. O incidente ocorreu na Rodovia João Paulo, na parada em frente ao Hotel Maria do Mar.
Segundo relatos de uma passageira, havia uma dezena e meia de pessoas dentro do ônibus, além do motorista e cobrador. Dois rapazes armados entraram no veículo e pediram que o motorista desligasse o motor e abrisse a porta traseira para que todos descessem. Ninguém saiu ferido do episódio.
Ainda conforme esta testemunha, que pediu para não ser identificada, em menos de um minuto toda a carcaça do veículo acabou tomada pelas chamas. A dupla teria fugido em uma motocicleta em direção ao Centro, dando início, a partir dali, a uma caçada incessante das polícias Militar e Civil, que contaram com o auxílio de um helicóptero.

Em Ingleses, um ônibus foi incendiado na rua Dário Manoel Cardoso, perto do Costão Golfe Clube.
 

Comandante do 4o Batalhão da Polícia Militar, o tenente-coronel Araújo Gomes informou que desde a quarta-feira as medidas de segurança estavam intensificadas.
– Durante o dia, ficamos em alerta, com escoltas à paisana em linhas pela cidade. O próximo passo será a diminuição de linhas e um reforço na segurança de terminais e no trajeto dos ônibus – disse ontem após o primeiro ataque.
Ontem ainda, o secretário de Segurança Pública, César Grubba, também confirmava o estado de alerta. Segundo ele, não havia qualquer relação com o Primeiro Grupo da Capital nem com os atentados de novembro de 2012.
Independentemente dos autores da ação, a noite de ontem fez moradores de Florianópolis reviverem o clima instaurado na cidade durante os ataques de novembro do ano passado, quando o Primeiro Grupo Catarinense (PGC) comandou uma série de atentados por seis dias em represália à linha-dura da direção da Penitenciária de São Pedro de Alcântara.
Pela Avenida Beira-Mar Norte, veículos com sirene aberta passavam de um lado a outro, a toda velocidade, com giroflex acionados. O voo do helicóptero por sobre os prédios também compunha o cenário que confirmava o reinício da onda de ataques do crime organizado.

 

79 DIAS DEPOIS

 

Transferência de detento, conflito em morro da Capital e descontentamento em presídio seriam razões dos novos ataques

 

As polícias Civil e Militar reforçaram o efetivo nas ruas e delegacias para agir em caso de novos atentados, mas não foi suficiente. Desde a noite de quarta-feira e da madrugada de quinta, quando os ataques começaram no Litoral Norte e no Vale do Itajaí, a cúpula da segurança pública no Estado afirmou estar mobilizada para enfrentar o ressurgimento da onda de violência.
A possibilidade da facção Primeiro Grupo Catarinense (PGC), que age de dentro das cadeias do Estado, ter voltado a ordenar crimes nas ruas, seguia, ontem à tarde, sendo assunto reservado dos policiais e autoridades.
O secretário da Segurança Pública, César Grubba, afirmou não descartar nenhuma possibilidade, mas dizia que ainda era cedo para fazer relação dos crimes ocorridos nos últimos dias com a série de 68 atentados ocorrida em novembro do ano passado.
O DC, no entanto, apurou com fontes dos setores de inteligência das polícias e agentes penitenciários que o PGC estava por trás dos crimes e já planejava há dias a volta da onda de violência.
Como justificativa dos novos ataques, há uma série de motivos sendo investigados. Alguns deles são a transferência do traficante Rodrigo de Oliveira, o Rodrigo da Pedra, da Penitenciária de São Pedro de Alcântara para o Sul do Estado; uma confusão envolvendo moradores e a Polícia Militar no Morro do Horácio na última segunda-feira à tarde, em Florianópolis; e o descontentamento de presos com a direção do Presídio de Blumenau.
Outra suspeita é de que os criminosos tenham antecipado a ordem dos ataques de aniversário de 10 anos da facção, em março, para esta semana. E com intensificação no Carnaval.
– É prioridade da Polícia Civil investigar esses atentados – disse o delegado-geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D´Ávila, confirmando mudança na escala de policiais para reforçar o efetivo nas ruas.
Em Itajaí, o tenente Rodrigo Carvalho admitiu que desde o ano passado a PM vinha recebendo informações a respeito de novos ataques. As denúncias teriam continuado este ano, mas nunca houve indícios concretos.

 

ENTREVISTA

“Não vamos sair desesperados”

Nazareno Marcineiro – Comandante-geral da PM

 

Em entrevista ontem à tarde, antes da Capital e de Palhoça serem atingidas, o comandante concedeu uma entrevista.
Diário Catarinense – Que medidas a PM está tomando?
Nazareno Marcineiro – As medidas de repressão e proteção daqueles que são focos, com aumento do policiamento nos lugares em que os indícios levam a crer que possa acontecer. Trabalhamos bastante tempo no quesito inteligência, em parceria com as outras unidades da segurança pública.
DC – Haverá escoltas às linhas de ônibus?
Nazareno – Estamos atentos. Não vamos sair desesperados em busca de uma catástrofe. A impressão que eu tenho é de que não há necessidade de pânico e desespero. Mas a Polícia Militar, como sempre, já está planejada para intervir caso seja necessário.
DC – Há suspeita sobre facções?
Nazareno – São de caráter confidencial e, no momento, não nos permite divulgar.
DC – Todo efetivo foi mobilizado?
Nazareno – Todo o efetivo policial está pronto para ser mobilizado. Entendemos que nesse momento não há a necessidade de concentrarmos todo o nosso esforço nisso.
DC – Por que os ataques se iniciaram no Vale e no Litoral Norte?
Nazareno – Não temos ainda informação suficiente que permita concluir os motivos. Há indícios, mas é preciso informação mais conclusiva para podermos analisar.
DC – Tem suspeitos dos crimes?
Nazareno – Temos suspeitos. Mas tudo entra no rol de coisas que prefiro que fique restrito ao serviço de inteligência para não atropelar o trabalho.

 

 

ASSUNTO: repercussão tragédia Santa Maria em SC

VEÍCULO: Diário Catarinense:

EDITORIA: Geral

 

 

ENTREVISTAS

“Não temos efetivo”

Cel. Carlos Maia – Cmt. bombeiros em Florianópolis

 

DC – Vocês têm um sistema para lançamento dos dados e controle das licenças vencidas?
Maia – Temos um sistema chamado Sigate, que é alimentado com todas as informações. Todas as verificações feitas pelos bombeiros são cadastrados. Eles também vão atualizando quando há mudanças. Não existe acompanhamento por capacidade operacional.
DC – Há um controle das licenças vencidas?
Maia – Não. As pessoas é que têm o interesse de renovar e pedem o licenciamento. Trabalhamos sob demanda. O governo do Estado sabe da necessidade de efetivo. São 27 bombeiros para atender e hoje eu não tenho condições de pegar todas as vitorias.

 

“É tudo na minha cabeça”

Adalberto Safanelli – Delegado de polícia

 

DC – Vocês têm um sistema para lançamento dos dados e controle das licenças vencidas?
Safanelli – Não temos um software. Temos um programa junto com o Centro de Informática e Automação de SC (Ciasc), mas não foi adotado. Temos uma planilha também.
DC – Como vocês fazem o controle das licenças vencidas?
Safanelli – Lembrando o que fez e o que não fez e contando com a experiência. É tudo na minha cabeça.
DC – Vocês divulgam o relatório de licenças vencidas para outros órgãos?
Safanelli – Quando me pedem, eu mando. Não vou sair divulgando meu relatório por aí.

 

ENTREVISTAS

“A integração é limitada”

Julio Marcellino – Procurador de Florianópolis

 

DC – Como funciona a troca de informações ?
Marcelino – A integração é limitada. Não há banco de dados que se conversem. Fomos espremidos pela situação e estamos juntos na força-tarefa, mas vou propor que as forças de segurança discutam o compartilhamento dos dados. Exemplo: a lista feita pelos bombeiros que todos ficaram aguardando. A prefeitura não sabia quais casas estavam irregulares.
DC – Qual a possibilidade deste banco integrado virar realidade?
Marcellino – Teremos que ver internamente, porque as informações que cada órgão possui são sempre parciais, já que dependem dos outros e os dados não vêm. Cada um retém a informação em vez de divulgá-la.

 

 

ASSUNTO: Eleições na ALESC

VEÍCULO: Diário Catarinense

EDITORIA: Política

 

AMEAÇA AO CONSENSO

Negociação de acordo até o último minuto

 

Vitória de Joares Ponticelli já está garantida com 31 votos da base aliada, mas deputado continua as conversas ainda hoje, antes da sessão das 14h, em busca da unanimidade. PT e PDT cogitam a hipótese de lançar candidatura de oposição

O bloco parlamentar PSDB-PP que costurou o acordo para divisão do mandato entre os deputados Joares Ponticelli (PP) e Romildo Titon (PMDB) bateu na tecla do consenso para pressionar o PMDB a abrir mão de uma candidatura para dois anos. Mas a unanimidade na votação do novo presidente pode estar ameaçada pela oposição.
A vitória de Ponticelli, que pelo acordo deve renunciar em fevereiro de 2014 para que Titon assuma a cadeira, é considerada certa porque com o apoio do PP, PSDB, PMDB e PSD o deputado soma 31 votos – 10 a mais que o necessário para vencer a eleição. Mesmo assim, até a votação que será realizada na sessão das 14h de hoje, o pepista mantinha conversas com os deputados do PT e do PDT para chegar ao tão anunciado consenso.
Ponticelli encontrou, na noite de ontem, os petistas Dirceu Dresch (líder da bancada) e Jailson Lima – que colocou o nome a disposição para uma eventual candidatura, mesmo sabendo que não teria chances de ganhar. Um dos pedidos do PT para aceitar o acordo seria manter as duas vagas que o partido tem atualmente na mesa diretora. Pelo critério de proporcionalidade, PP ficaria com a presidência, PMDB com o primeiro vice e mais uma das vagas, PSD com duas cadeiras e PSDB e PT teriam uma vaga cada. Uma das alternativas em negociação para manter o espaço dos petistas seria o PSD abrir mão de uma das vagas.
– Vamos conversar. Não assumimos nenhum compromisso – disse Dirceu, antes da conversa com Ponticelli.

Ponticelli diz que não volta à Assembleia depois de 2014
Com o deputado Amari Soares (PDT), a expectativa de Ponticelli é conversar ainda hoje, antes da votação. O principal argumento dos defensores da unanimidade é de que, dessa forma, todos os partidos podem ter representação na mesa diretora.
Quando trabalhou pelo acordo de compartilhar o mandato, o deputado pepista enfatizou que na próxima eleição não concorrerá mais a uma vaga na Assembleia. Sendo assim, a partir de 2014, o caminho está livre para que Titon busque a reeleição como deputado e como presidente da Casa para a gestão 2015-2016, emendando dois mandatos como o atual presidente Gelson Merisio (PSD). O PMDB não tem a presidência da Assembleia há 25 anos.

 

 

ASSUNTO: Mudanças na Alesc

VEÍCULO: Agência Alesc

 

Nadal e Eskudlark são efetivados; Edison Andrino e Ciro Roza retornam à Casa

 

Os deputados Maurício Eskudlark (PSD) e Mauro de Nadal (PMDB) retomam as atividades parlamentares em 2013 com a efetivação de seus mandatos na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. As vagas foram asseguradas com renúncia de Cesar Souza Junior (PSD) e Elizeu Mattos (PMDB), que assumiram, respectivamente, em 1º de janeiro, as Prefeituras de Florianópolis e Lages.

Eskudlark e Nadal já atuavam como suplentes na Assembleia. Eles fazem parte da coligação que elegeu o governador Raimundo Colombo em 2010 e que garantiu 24 das 40 vagas do Parlamento catarinense. A coligação reúne oito partidos: DEM-PMDB-PSDB-PTB-PTC-PSL-PRP-PSC.

Suplentes retornam
A Assembleia inicia as atividades parlamentares com o retorno de dois deputados suplentes: Edison Andrino (PMDB) e Ciro Roza (PSD). Eles vão ocupar as cadeiras de dois parlamentares do PMDB que estão licenciados para ocupar cargos no primeiro escalão do Poder Executivo estadual: Ada de Luca, atual secretária de Estado da Justiça e Cidadania, e Renato Hinnig, secretário de Estado de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis).
Dirce Heiderscheidt (PMDB) permanece na suplência de Valdir Cobalchini, atual secretário de Estado de Infraestrutura.

 

 

ASSUNTO: Reajuste salarial

VEÍCULO: Diário Catarinense

COLUNISTA MOACIR PEREIRA

 

Educação: a proposta salarial

 

O secretário Eduardo Deschamps apresentou ao Sinte (foto) a proposta para descompactação da tabela salarial dos professores estaduais. Antes de mostrar os novos valores, exibiu slides com dados sobre as despesas com educação nos últimos três anos.
As tabelas foram examinadas pela diretoria do Sinte, que preferiu estudar melhor todos os números, ouvir lideranças regionais, para depois se manifestar. Mas a presidente Alvete Bedin apontou dois fatos: 1) O positivo, representado pelo reconhecimento do governo de que os salários dos especialistas estão achatados; 2) O negativo, a constatação de que a descompressão é ainda pequena.
O secretário mostrou que o governo tem elevado de forma substancial a aplicação de recursos na educação. Em termos de percentuais da receita, a despesa passou de 26,19% em 2010 para 26,57% em 2011 e 29,42% em 2012. Desse total, 13,7% foram para custeio, 25,5% para investimento e 50,5% para a folha. Em três anos, os gastos aumentaram em R$ 900 milhões.
O Fundeb também teve mudança de perfil. A destinação dos recursos com o pessoal pulou de 72,56% para 92,27%, segundo informações do governo.
Relevantes foram também as variações salariais. Os professores que ganham o piso salarial tiveram reajuste de 138% no triênio, enquanto os graduados receberam uma reposição de 50%. No período, o salário mínimo cresceu 21,9% e a inflação, 12,3%.
A proposta de descompactação melhora os comparativos. Os professores enquadrados no piso terão 157% de melhoria salarial, os graduados de 68,4%, de acordo com Deschamps, para elevação de 32,9% do salario mínimo e uma inflação acumulada no período de 17,44%.
O Sinte apresentará uma contraproposta ao governo do Estado na próxima terça-feira. Deverá constar maior descompactação e redução dos prazos. O Sinte preferiu estudar melhor todos os números e ouvir lideranças antes de se manifestar

 

Salários

Secretários de Estado têm enfatizado em todas as entrevistas que a Lei de Responsabilidade Fiscal impede a concessão do reajuste anual dos salários dos servidores estaduais porque chegou no limite prudencial. O Sintespe e vários advogados contestam. O artigo 22 da mesma lei abre uma exceção. Exatamente sobre reposição de perdas salariais dos funcionários.

 

 

ASSUNTO: Reajuste salarial

VEÍCULO: Diário Catarinense

EDITORIA: Geral

 

MAGISTÉRIO

Sinte rejeita ajuste de 8% do governo

 

A Secretaria de Estado da Educação apresentou, ontem, a proposta de descompactação da tabela salarial do magistério em 2013. O ajuste de 8% em todos os níveis de carreira, pagos em abril e outubro, não agradou ao Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (Sinte/SC), que espera até terça-feira por uma nova proposta do governo.
A categoria esperava receber já em janeiro o reajuste do piso nacional de 7,93% anunciado pelo MEC e pede uma maior valorização de quem tem especialização. Uma nova proposta será levada para reunião do Conselho Deliberativa da categoria, marcada para os dias 15 e 16 de fevereiro. Caso não seja aprovada, será colocada em votação em assembléia.

 

 

ASSUNTO: Reajuste salarial

VEÍCULO: Diário Catarinense

COLUNISTA CACAU MENEZES

 

Finanças

 

Durante a coletiva de anteontem, dada pelos secretários Antônio Gavazzoni, da Fazenda, e Derly Massaud de Anunciação, da Administração, foi informado que mesmo sem um reajuste geral para os servidores, os acordos salariais feitos com a Segurança Pública, a Educação e a Saúde serão mantidos. Essas categorias correspondem a 90% do total de servidores do Estado. No ano passado, todos os servidores receberam um aumento de 8% e, em dezembro de 2012, a folha do Estado atingiu 46,46% da receita, o que corresponde a R$ 7,9 bilhões/ano, chegando quase ao limite prudencial permitido por lei.
Segundo Gavazzoni e Anunciação, se a folha do Estado extrapolar 46,55% da Receita Corrente Líquida, terá bloqueio de transferências voluntárias, o impedimento de contratar operações de crédito, conceder aumentos e contratar pessoal e horas-extras.

 

ASSUNTO: Posse no TCE

VEÍCULO: A Notícia

COLUNISTA CLÁUDIO PRISCO

 

Já tendo presidido o Tribunal de Contas do Estado em quatro oportunidades, quando deu início a um processo de modernização do TCE, fundamental para o aperfeiçoamento da fiscalização, o conselheiro Salomão Ribas Júnior retorna hoje ao cargo com novos desafios.
Em sua nova gestão, ele pretende intensificar a aproximação do Tribunal com o cidadão comum e a parceria com instituições que podem ajudar no combate ao desperdício do dinheiro público e à corrupção, com destaque para a imprensa.
“Reputo a mídia como de grande importância”, pondera Ribas, lembrando a participação dos meios de comunicação em episódios recentes na história do Brasil, como o escândalo do mensalão. “Se a imprensa não tivesse denunciado, o caso não teria chegado ao Supremo Tribunal Federal”, salienta.

 

ASSUNTO: Promoção Oficiais e Praças

VEÍCULO: Site da SSP

 

Florianópolis (31.01.2013) –  O Secretário de Estado da Segurança Pública, César Augusto Grubba, participou na manhã de hoje (31), da cerimônia de promoção de Oficiais e Praças da  Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Santa Catarina. Foram promovidos um total de 264 policiais em todo o Estado, sendo 33 oficiais e 140 praças da Polícia Militar e 33 oficiais e 58 praças do às vítimas da tragédia em Santa Maria/RS.

Em seu discurso, o Comandante Geral da Polícia Militar, coronel PM Nazareno Marcineiro, enfatizou a união e parceria entre a Polícia Militar e os Bombeiros, além da gratificação em participar desse grande momento para os militares, que celebram a ascensão de suas carreiras.

Na Polícia Militar, além da promoção de quatro oficiais Corpo de Bombeiros Militar.. Durante a cerimônia foi realizado um minuto de silêncio em homenagem ao posto de coronel, o mais elevado do oficialato, houve a promoção de um policial por ato de bravura e uma promoção post-mortem.

O evento contou com a presença do vice-governador do Estado, Eduardo Pinho Moreira, no ato representando o governador Raimundo Colombo, comandante-geral da Polícia Militar da Santa Catarina, coronel PM Nazareno Marcineiro, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel BM Marcos de Oliveira, demais oficiais, praças, autoridades e convidados.

 

 

ASSUNTO: Segurança em Camboriú

VEÍCULO: O Sol Diário

EDITORIA: Geral

 

Polícia faz mapeamento no Bairro Monte Alegre em Camboriú

 

Barreiras e sobrevoo de helicóptero fizeram parte do conjunto de ações, que tem objetivo de intensificar a presença policial em áreas vulneráveis

 

Áreas consideradas vulneráveis foram alvo de uma operação da Polícia Militar (PM) nesta quinta-feira à tarde, em Camboriú. Em terra e pelo ar, com o auxílio do helicóptero Águia, policiais mapearam áreas com elevados índices de criminalidade e as possíveis rotas de fuga usadas por criminosos. A operação, que ocorreu nos bairros Monte Alegre, Tabuleiro e Conde Vila Verde, levou os moradores às ruas. Nas janelas e portas das casas, uma multidão acompanhou o trabalho da polícia.

_ Já mataram muita gente por aqui. Quando se vê alvoroço, a primeira ideia que vem à cabeça é que houve uma morte _ disse Eliana Rigo, 39 anos, moradora. No ano passado a cidade, de 62,3 mil habitantes, registrou 40 assassinatos _ a maioria nos bairros que foram alvo da operação da PM. Além de levantar pontos onde é comum a ocorrência de crimes, a polícia também espera, com esse tipo de ação, aproximar-se da comunidade dos bairros. A polícia está reforçando o efetivo na região do Monte Alegre e pretende implementar uma política de segurança diferenciada no local.

_ Vamos manter um trabalho permanente, com presença constante da polícia _ afirma capitão Pablo Neri Pereira, comandante da 1ª Companhia da Polícia Militar em Camboriú.

Interdição

 A operação terminou com um saldo de 90 pessoas abordadas, oito notificações e três veículos removidos ao pátio por irregularidades. Um bar foi interditado, por falta de alvarás.

De acordo com o comando de Camboriú, novas ações

 

 

ASSUNTO: Condenação PMs

VEÍCULO: GLOBO.COM

 

Magistrada Patrícia Acioli foi morta com mais de 20 tiros ao chegar em casa. Ao todo, 11 PMs, incluindo um coronel, são acusados pelo crime.

 

A Justiça do Rio condenou, nesta quarta-feira (30), três policiais militares acusados de participar da morte da juíza Patricia Acioli, em agosto de 2011. Os cabos Jovanis Falcão e Jefferson de Araújo Miranda, e o soldado Júnior Cezar de Medeiros vão cumprir pena pelos crimes de homicídio e formação de quadrilha.

No caso do policial Jefferson Miranda, a condenação foi de 26 anos pelos crimes de homicídio triplamente qualificado – motivo torpe, mediante emboscada e para ocultar crimes anteriores – e formação de quadrilha.  Já Jovanis Falcão recebeu a pena de 25 anos e seis meses pelos mesmos crimes. O soldado Junior Cezar de Medeiros teve a menor pena de todos: 22 anos e seis meses de prisão por homicídio duplamente qualificado e formação de quadrilha, já que os jurados excluíram a qualificadora de motivo torpe no caso dele.

O julgamento dos réus durou dois dias e eles negaram envolvimento na morte da magistrada. A defesa  dos três recorreu da sentença.

Em dezembro de 2012, o cabo Sérgio da Costa Júnior também já havia sido condenado a 21 anos de prisão. Na ocasião, o assassino confesso da juíza foi beneficiado pela delação premiada e teve a pena reduzida em um terço.

Outros sete réus, incluindo o então comandante do 7º BPM (São Gonçalo), tenente-coronel Cláudio Oliveira, apontado pelo MP-RJ como o mandante do crime, ainda serão julgados.
De acordo com o promotor Leandro Navega, dificilmente eles serão julgados ainda este ano. Os PMs recorreram da sentença de pronúncia e o recurso ainda será julgado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). “O recurso é protelatório. O que eles querem é ganhar tempo na tentativa de serem absolvidos”, disse o promotor.