Área do associado

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Clipping dos dias 26 a 28 de maio

28.5.2012

CLIPPING

28 de maio de 2012

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assunto: Efetivo policial

 

 

MATEMÁTICA PERVERSA

É notório que o maior problema na segurança pública em SC, hoje, é a falta de efetivo policial. O secretário César Grubba projeta incorporar 3.359 mil profissionais nos próximos três anos. Mesmo assim, reconhece, o número será insuficiente. Em recente reunião com as associações dos conselhos comunitários, que foram pedir reforço no policiamento, Grubba mostrou uma planilha com os números de nomeações e baixas nas polícias Civil e Militar.

 

***

Desde 2011 até agora já foram incluídos 1,2 mil policiais militares e nomeados 714 civis, sendo que 202 já estão na ativa e 512 em formação na academia. Apesar da melhoria, o déficit na PC chega a 54%. O ideal seria 6 mil homens. Na PM, aproximadamente 500 policiais vão para a reserva todos os anos. Hoje são cerca de 12 mil, mas o ideal seria exatamente o dobro. A conta simplesmente não fecha. Apesar dos reconhecidos esforços

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Bombeiros defendem ação da PM

 

Bombeiros defendem ação da PM

Fiscalização em bares e restaurantes provoca conflito entre polícias Civil e Militar de BlumenauO comando do 3º Batalhão de Bombeiros Militar de Blumenau saiu em defesa da Polícia Militar quanto às fiscalizações feitas em bares e restaurantes da cidade. A ação gerou impasse com a Polícia Civil, que instalou inquérito para investigar as ações da PM no fechamento de estabelecimentos na região central.

Em nota oficial, o comandante Júlio César da Silva diz que a corporação é totalmente favorável ao trabalho feito pela PM, pois a ação tem o objetivo de dar segurança ao público que frequenta os estabelecimentos.

– O trabalho da PM já trouxe resultados positivos. Desde que começou, muitos comerciantes procuraram os bombeiros para regularizar pendências, e alguns destes nem foram alvo das fiscalizações. Quando a gente entra num comércio, em princípio, acha que está tudo certo, mas, às vezes, não está – explica.

Silva lamenta o fato de que “algumas pessoas e instituições têm visto este tipo de ação como algo negativo e prejudicial, principalmente por parte dos estabelecimentos que sofreram algum tipo de sanção.” Ele lembra ainda que a atitude da PM não era novidade, já que havia fiscalizado mais de 200 bares e restaurantes em bairros da cidade. Pós-graduado em Segurança Pública, o comandante diz que a vistoria é necessária, uma vez que pode evitar tragédias.

– Os comerciantes precisam cumprir a lei, assim como nós, por exemplo, temos que ter a documentação do carro em dia. Não dá para culpar a polícia quando o licenciamento do carro está atrasado. Não podemos transferir a responsabilidade quando ela é nossa.

Engenheiro especializado em Segurança, Hélcio Orlando Sauer reforça a preocupação do comandante dos bombeiros. O especialista fala que as normas têm a finalidade de garantir a segurança da população:

– Muitos acidentes poderiam ter sido evitados se as normas tivessem sido seguidas pelo comerciante. Se são exigidas, é porque têm alguma finalidade. A cobrança para estar em dia é necessária.

 

Secretário diz que vai aguardar o inquérito

Ontem, o secretário de Estado de Segurança Pública, César Grubba, falou sobre a indisposição envolvendo os responsáveis pela PM e Civil. Ele explicou que teve conhecimento do assunto no decorrer da semana passada e que está aguardando o inquérito para, então, emitir opinião.

– A partir da documentação, vou saber como é que está sendo feita a fiscalização da PM e se ela extrapolou suas atribuições – comenta.

Grubba ainda alegou que o trabalho das polícias deveria ser feito em parceria, mas que, às vezes, existem situações pontuais de conflito

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Gerais

 

MANIFESTO PELA MACONHA EM BLUMENAU

Com faixas e cartazes com frases como “Libertação expressiva”, “Mancha verde” e “Plante a paz”, cerca de 200 manifestantes atravessaram a Rua XV de Novembro, em Blumenau, ontem à tarde.

A concentração para a Marcha da Maconha ocorreu na praça do Biergarten e seguiu em direção à prefeitura da cidade. Segundo os organizadores, o protesto tem como objetivo defender a descriminalização da maconha. Para garantir a segurança de todos, profissionais da Secretaria da Assistência Social, da Criança e do Adolescente (Semascri), Conselho Municipal de Entorpecentes (Comen) e Polícia Militar acompanharam a passeata.

 

Protesto contra a violência

Cerca de 200 pessoas participaram no sábado, da Marcha das Vadias, no Centro da Capital. A manifestação ocorreu em todo o país e pede o fim da violência sexual e de gênero.

Em Florianópolis, os manifestantes caminharam exibindo faixas e cartazes para chamar a atenção de quem circulava pelos locais em que a marcha seguia. A concentração foi por volta de 10h, em frente à Catedral Metropolitana, de onde o grupo seguiu para a Avenida Beira-Mar Norte em direção ao Koxixo’s.

Em Criciúma, dezenas de pessoas também se reuniram na manhã de sábado, a paritr das 10h, na Praça Nereu Ramos, no Centro da cidade.

O nome Marcha das Vadias, segundo os participantes, faz referência à expressão usada por agressores para subjugar a mulher. A explicação é de que a mulher acaba sendo julgada como responsável por sofrer abuso sexual devido à roupa que usa. Independente do nome, a marcha é um movimento mundial que visa a eliminar, ou ao menos questionar, essa lógica considerada machista.

Em São Paulo, o evento reuniu cerca de 500 pessoas. Em Brasília foram 3 mil. No Rio de Janeiro, houve um princípio de tumulto em frente à Igreja Nossa Senhora de Copacabana, mas a confusão foi rapidamente contida. Ninguém foi preso.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Moacir Pereira

Assunto: Colombo: a nova reforma

 

Colombo: a nova reforma

Ações políticas desencadeadas pelo governador Raimundo Colombo revelam sua preocupação com o desempenho da atual gestão e a determinação de dar uma forte mexida na máquina. Reservadamente, em conversa com assessores diretos e em reuniões do Grupo Gestor, o governador mostra inquietação e angústia com a atuação de vários setores, com o tamanho da estrutura e, sobretudo, sobre a necessidade de dar uma marca na administração, identificada com o slogan as pessoas em primeiro lugar. Sinal de que as prioridades não estariam correspondendo às suas expectativas.

Colombo tem as conhecidas amarras políticas para promover mudanças mais profundas no governo. Foi eleito por uma ampla coligação, tem compromissos políticos com o antecessor e depende dos aliados para garantir maioria na Assembleia Legislativa e viabilizar vitórias nas eleições municipais de outubro, consideradas vitais para seu projeto de reeleição em 2014.

O secretário da Casa Civil, Derly Anunciação, e a equipe que montou no primeiro andar do Centro Administrativo continuam executando o projeto de contenção de despesas, fazendo avaliações sobre os gastos setoriais, acompanhando contratos e montando um sistema inovador de cobrança de prazos em obras e serviços no Estado.

Na medida em que as informações chegam ao governador, vai se formando o convencimento sobre algumas ações emergenciais. Na última reunião, com a presença de convidados que não integram o Grupo Gestor, Colombo transmitiu convicções sobre medidas a serem tomadas para melhorar a imagem do governo e os serviços prestados à população.

 

 

EXTINÇÕES

Entre as ações de maior impacto político que integrariam o novo pacote da reforma administrativa estariam: 1. Extinção da Companhia de Habitação de Santa Catarina (Cohab). Já cumpriu seu papel. Há, contudo, a avaliar como está seu patrimônio, a destinação futura e a situação dos funcionários. 2. Liquidação da Companhia de Desenvolvimento de Santa Catarina (Codesc), da Besc Corretora (Bescor) e até da SC Participações. 3. Fusão da Agesc com a Agesan, as duas agências prestadoras de serviços públicos. 4. Readequação das secretarias de Desenvolvimento Regional.

A providência de maior impacto está relacionada com as secretarias regionais. Há propostas na base aliada para a redução do número, de sua transformação em superintendências de governo ou em agências de desenvolvimento. Todas mais enxutas na quantidade e na estrutura administrativa.

Convencimento já fixado pelo governador e pelo grupo: nada ocorrerá antes das eleições municipais. Segundo: para deflagrar a operação há necessidade de sinal verde do senador Luiz Henrique da Silveira.

– Conselho Estadual de Educação realiza hoje, às 16h, sessão solene comemorativa dos 50 anos de fundação. Criado no governo Celso Ramos, teve como primeiro presidente o excepcional educador Elpidio Barbosa.

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Política

Assunto: Redes sociais

 

“Rede social é arma para bandido”

Rogério Nogueira Meirelles, Especialista em segurança

Desde sexta-feira, quando o sequestro da engenheira pôde ser acompanhado pela internet, pergunta-se até que ponto as redes sociais podem ajudar na resolução de crimes. A família recorreu ao Facebook para informar amigos e conhecidos sobre o caso. O DC conversou com Rogério Nogueira Meirelles, policial federal aposentado e consultor na área de segurança da informação.

 

Diário Catarinense – O que o senhor achou da decisão da família em usar as redes sociais?

Rogério Nogueira Meirelles – Penso que eles tiveram muita sorte. Foi uma decisão arriscada.

 

DC – O desfecho poderia ter sido outro?

Meirelles – Sim. Talvez isso não tenha ocorrido por ser um crime sem planejamento, onde até a arma era de brinquedo e onde o bandido agia sozinho.

 

DC – Houve informações repassadas diretamente para as redes sociais. Isso deve ocorrer?

Meirelles – As informações devem ser repassadas sempre para a polícia, que acompanha o caso. Sabemos de muitos sequestros onde os bandidos fazem o monitoramenteo de dentro dos presídios, através de telefones celulares.

 

DC – O risco aumenta?

Meirelles – Com certeza pode aumentar. Ao saber que foram descobertos e estão sendo acompanhados, os bandidos podem decidir: “Queima o arquivo”.

 

DC – O senhor imagina que a partir do aparente sucesso deste caso, as redes sociais possam ser usadas em situações semelhantes?

Meirelles – Temo por isso. Repito que essa família teve muita sorte. Os próximos crimes, principalmente os planejados, poderão ter outros desfechos.

 

DC – Esse procedimento que foi adotado não deve ser usado como regra?

Meirelles – Penso que não. É um risco muito grande.

 

DC – O senhor é um especialista em segurança da informação, mas meio arredio às redes sociais?

Meirelles – Minha atuação policial, treinando policiais federais e civis para lidar com informação, me permite dizer que polícia e bandidagem são os maiores usuários das redes. É uma exposição: perfil, o que a pessoa gosta, onde vai, com quem vai. Vivemos em um país que ocupa o segundo lugar no mundo em acesso às redes sociais. Para mim, rede social é uma arma para o bandido.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Reportagem especial

Assunto: Redes sociais

 

Podem fazer o bem e o mal

As ferramentas da internet podem ter o uso discutido. Hoje, as redes sociais, que contribuem para salvar vidas e mobilizar povos que lutam por democracia, não guardam segredos em tempo real. Foi o que ocorreu na sexta-feira, quando a família e os amigos da engenheira de Florianópolis se uniram para ajudar a encontrar o seu paradeiro. Especialistas em segurança já debatem qual deveria ser o procedimento mais adequado.

O uso das redes sociais para monitorar em tempo real o sequestro da engenheira Carolina Luisa Vieira, de 28 anos, na sexta-feira, quando saía da aula na UFSC, levantou uma discussão entre especialistas em segurança. Para a maioria, fatores como o despreparo do sequestrador contribuíram para um desfecho sem conotação trágica:

– A princípio, era um sequestro-relâmpago que acabou sendo arrastado. Existem protocolos para esse tipo de crime. Enquanto polícia, a gente se preocupa que sejam adotadas práticas não recomendáveis e que possam colocar a vida da pessoa em risco – observa Ildo Rosa, delegado da Polícia Federal.

Um dos policiais da Delegacia Institucional da PF, que trata de crimes ligados a questões de cibernética, Rosa lembra que a divulgação de crime em curso, no caso, das redes sociais, traz uma provocação à sociedade atual.

– O fato mostra o crime podendo ser acompanhado em tempo real. Na outra ponta, quando a internet é usada para crimes, a polícia faz monitoramento a partir de denúncias e pressupõe a exigência da quebra de sigilos. Penso que deva haver uma flexibilização das leis e dos conceitos, mesmo éticos – explica.

Fabricio Bortoluzzi, mestre em Ciência da Computação, concorda com o uso das redes sociais em caso de crimes:

– No caso da engenheira que foi sequestrada, eu teria feito o mesmo.

Até ontem à noite, as mensagens sobre o sequestro continuavam disponíveis no seu Facebook. Ferramenta usada pela família e que permitiu com que o crime fosse acompanhado pela internet apresentava os números da mobilização: houve compartilhamento de 5.129 mensagens. Em razão do ocorrido, a família da engenharia decidiu que deveria manter-se longe de novas exposições para que Carolina possa retomar a sua rotina. O sequestrador, Moisés Thiago Santos de Queiroz, 22 anos, está preso.

 

Tecnologias para rastrear as vítimas

Afinal, de que maneira a tecnologia pode contribuir ou atrapalhar a investigação de um crime? Hoje, soluções simples podem informar o local exato de onde você está, seja pelo rastreamento do celular ou do veículo, basta saber utilizar estes recursos a seu favor.

Por meio da tecnologia de localização via Global Positioning System (GPS), os rastreadores de veículos ou celulares permitem que qualquer pessoa possa ser rastreada com bastante precisão. O sistema consiste em vários satélites que emitem sinais de radiofrequência, em antenas espalhadas pelas cidades, dando a posição exata no mapa.

Para quem não entende muito de tecnologia, o modo mais simples de montar uma rede de rastreamento com integrantes da família ou amigos é via celular e sem nenhum custo adicional. Fabricio Bortoluzzi, mestre em Ciência da Computação, dá um exemplo que utiliza com a mulher. O casal tem iphone e ambos sabem o login e a senha de cada um. Se a mulher de Fabricio fosse sequestrada, por exemplo, ao perceber seu desaparecimento e que ela não atende ao celular, ele acessa o site www.icloud.com, coloca o login e senha e localiza onde está o celular dela com informações exatas como nome da rua e pontos de referência.

– A pessoa que está desaparecida não precisa estar conectada à internet, mas é essencial que esteja com o celular ligado – explica.

Fabricio também sugere que para alimentar ainda mais a polícia de informações em casos de sequestro, se a vítima estiver em condições de falar com o bandido, ela deve entregar seus cartões de crédito e até o incentivar que utilize, afinal, todas as movimentações bancárias serão acompanhadas.

O professor de design gráfico Carlos Alexandre Aguiar diz que há no mercado uma gama altamente diversa de aplicativos à disposição dos usuários. O mesmo conceito do “Buscar meu iphone” também pode ser aplicado para carros. Empresas especializadas em rastreamento podem contribuir para a escolha.

Na Divisão Antissequestro da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), todas as buscas às vítimas e aos sequestradores sempre utilizaram recursos tecnológicos. O delegado Renato Hendges, responsável pela divisão, afirma que há inúmeros atalhos para rastrear.

– Em todos os nossos casos de sequestros em sua grande maioria houve prisões, temos nossos meios que a cada dia vão se aprimorando, mas não podemos divulgar nem como nem quais – diz.

 

Confiança que tudo daria certo

No dia seguinte ao sequestro, a engenheira, já em sua casa, deu entrevista ao Jornal do Almoço. Agora ela decidiu descansar.

Ela disse: “Eu acho que o que me salvou foi realmente manter a calma. Manter a calma e pensar assim: isso vai dar certo. Então, isso me ajudou muito depois no meu argumento de poxa, eu colaborei contigo, né, agora vamos fazer cada um o que a gente quer. Você quer o carro e o dinheiro, vai, segue a tua vida. E eu quero ir pra casa e pronto.”

(…) “Eu fiquei impressionada como espalhou tão rápido, sabe.”

 

Pode ter outro suspeito

A participação de um segundo suspeito no sequestro da engenheira Carolina Luisa Vieira não está descartada. Outra pessoa teria sido vista nas imagens do posto Rita Maria. As filmagens e o depoimento do suspeito preso no sábado, Moisés de Queiroz, 22 anos, serão decisivos para confirmar o envolvimento de um possível comparsa.

O delegado Marcus Fraile, da Delegacia de Repressão a Roubos, da Capital, assumiu o inquérito e deverá interrogar Moisés, preso ainda na madrugada de sábado, em Londrina, no Paraná, cidade de onde é natural. Ele foi encontrado enquanto dormia em um hotel ainda com o carro da engenheira.

O relógio dela e os cartões também foram apreendidos pela Polícia Civil paranaense. Sábado ele foi apresentado na Diretoria de Investigações Criminais (Deic), em Florianópolis. Na chegada, Moisés não parecia nervoso e afirmou que não tinha nada a declarar para a imprensa. O autor do sequestro já havia sido detido em flagrante por extorsão em abril deste ano, mas fora liberado sete dias depois por conta de brechas na lei:

– Qualquer elemento que cometa um crime em que a pena vai até quatro anos, a lei obriga que o mesmo seja liberado – disse o delegado da Deic, Renato Hendges, na chegada do criminoso ao Serviço Aeropolicial, Saer.

O delegado afirmou que a pena para crimes de extorsão vai de quatro a 10 anos.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Presídio de Joinville

 

Celulares e chips são descobertos

Uma revista em materiais de artesanato que seriam entregues a detentas do Presídio Regional de Joinville terminou com a descoberta de oito aparelhos celulares, além de sete chips e 10 fones de ouvidos, na tarde de sábado.

Os objetos estavam escondidos em novelos de lã que seriam usados para fazer colchas. Duas mulheres que pretendiam entregar os rolos de linha foram detidas. Cinco crianças, que estavam com elas, ficaram aos cuidados do Conselho Tutelar. Segundo informações da gerência da unidade, os celulares foram descobertos porque uma agente prisional desconfiou do material e passou um detector de metais nos rolos.

Uma apuração interna deve investigar quais detentas receberiam os celulares. Na semana passada, oito celulares haviam sido apreendidos. Foi essa descoberta que fez os agentes intensificarem a vigilância.

 

Bloqueadores serão instalados em 45 dias

Pelo menos 40 celulares foram apreendidos na unidade desde 14 de abril deste ano, quando o diretor do Departamento Estadual de Administração Prisional (Deap), Leandro Soares Lima, anunciou que um bloqueador de sinal de celular seria instalado no Presídio Regional de Joinville em até 90 dias – o prazo termina em 12 de julho.

A 45 dias do fim do prazo, o diretor garante que o sistema estará instalado até lá. As empresas interessadas já apresentaram as suas propostas e o processo de licitação está em fase de escolha da empresa que assumirá o serviço. O preço do aparelho é de aproximadamente R$ 45 mil.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Apreensão de dinamite

 

Três pessoas são presas

A Polícia Civil do Paraná apreendeu 380 bananas de dinamite e deteve três pessoas em Curitiba, na sexta-feira, que seriam integrantes de uma das maiores quadrilha de assaltos a caixas eletrônicos com usos de explosivos no PR e em SC.

O grupo tem ligação com outro trio preso com sete dinamites na rodoviária de Joinville, no fim de fevereiro, e com tentativa de assaltos em Navegantes e na região de Curitiba.

Segundo a Agência de Inteligência da Polícia Civil, os 380 explosivos foram encontrados enterrados em uma mata no limite de São José dos Pinhais com Piraquara, na região metropolitana de Curitiba. A carga, de 115 quilos, tinha 332 dinamites de 130 gramas e 48 de 1,5 quilos – suficiente para implodir um prédio de 10 andares, de acordo com a polícia.

O delegado Silvio Rockembach diz que a suspeita é de que os explosivos tenham sido roubados de uma pedreira de Almirante Tamandaré, perto da capital paranaense, no ano passado. O material será periciado e enviado ao Exército para ser destruído.

Os dois homens e uma mulher presos em flagrante eram responsáveis por esconder e cuidar das dinamites. Para despistar, levavam vidas normais, como trabalhadores e estudantes, e não se envolviam na explosão de caixas eletrônicos. Os nomes não foram divulgados pela polícia para não atrapalhar as investigações. Os três vão responder por formação de quadrilha, porte de explosivos e coautoria nas explosões a bancos.

____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Hélio Costa

Assunto: Polícias Civil e Militar

 

 

O secretário Grubba teve que dar um murro na mesa para a polícia se mexer

A coluna já vinha sugerindo a integração das Polícias Militar e Civil há muito tempo. A população quer isto: polícia na rua

A união faz a diferença

O que a coluna sugeria aconteceu: a integração das Polícias Civil e Militar em operações de varreduras na Capital para baixar o índice de violência que estava insustentável: casa de trabalhador invadida por gangues armadas, motoristas assaltados,  carros roubados e por aí afora. Foi necessário o secretário da SSP, César Grubba, dar um murro na mesa para as polícias se  se mexerem e ir para a rua.  A população sempre pediu isso, PM e PC juntas, circulando, encurtando o espaço da marginalidade e realizando prisões. Nos dez primeiros dias de policiamento integrado já se percebe a diminuição da violência. Os assaltos a residências zeraram e os roubos de carro também diminuíram. No entanto, os assaltos a transeunte no Centro e os arrombamentos em veículo, em alguns pontos da cidade, ainda desafiam a polícia. Este policiamento misto preventivo também deve se estender para São José, Palhoça e Biguaçu, onde a violência está deixando muita gente assustada.