Área do associado

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Clipping dos dias 12 ao dia 14 de maio

14.5.2012

CLIPPING

12 a 14 de maio de 2012

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assunto: Caixa eletrônico do Palácio Barriga Verde

 

A TECNOLOGIA E OS PAPEIZINHOS NA PAREDE

Na Casa Civil, onde se monitoram indicadores do Estado, há computadores e notebooks por todos os lados, mas são os velhos e bons papeizinhos na parede que garantem um mapa detalhado dos dados, como o número de homicídios, de atendimento aos hospitais, de alunos nas escolas e coisa e tal.

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Gerais

 

Motorista perde mãe, mulher e filha

Acidente na Serra Catarinense ocorreu com a saída de pista do veículoO fim de semana do Dia das Mães será marcado como uma data de lamento para o joaquinense Fabiano de Oliveira Nunes, de 32 anos. Ele dirigia o carro no acidente que resultou na morte de sua mãe, sua mulher e a filha de apenas dois meses, em Painel, na Serra Catarinense. Outras três pessoas perderam a vida nas estradas de SC de sexta até a noite de ontem.

O acidente da Serra foi na SC-438. Por volta das 20h de sexta-feira. Fabiano vinha de Protásio Alves, cidade gaúcha onde mora, em direção a Lauro Müller. Segundo parentes, ele iria para o batizado de um sobrinho. No quilômetro 11 da rodovia, Fabiano perdeu o controle da sua caminhonete Ford Ranger, saiu da pista e capotou em uma ribanceira de cinco metros, em uma reta perto da ponte sobre o Rio Caveiras, que dá acesso à localidade de Pedras Brancas.

Na queda, a mãe Gilbertina Fatima de Oliveira Nunes, 53 anos, e a filha do motorista, um bebê com cerca de dois meses – que não teve o nome divulgado –, morreram na hora. A mulher Lucineia Scapinelli, de 31 anos, foi encaminhada ao Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages, mas não resistiu e morreu na madrugada de sábado. Fabiano foi elevado à mesma unidade hospitalar, com ferimentos leves, e liberado pela manhã.

O motorista teria dito à Polícia Militar Rodoviária (PMRv) que perdeu o controle do veículo depois que passou por ondulações na via.

No sábado, outros três acidentes acarretaram em mortes no Norte. Todos ocorreram por saídas de pistas. O motociclista Antonio Adilson Pires, de 39 anos, morreu no km 109,5 da BR-280, em São Bento do Sul. Na mesma rodovia, em Guaramirim, outro acidente foi fatal para o motorista de um Honda Civic, Enoiri Guilherme Lutz, de 64 anos. Já João Amauri Alves, de 47 anos, que dirigia um Siena, morreu na BR-116 em Papanduva.

 

Não Foi Acidente coleta assinaturas

A mobilização para arrecadar assinaturas para deixar mais rígida a Lei Seca, que pune quem dirige alcoolizado, aconteceu no sábado, em Jaraguá do Sul.

A campanha Não Foi Acidente é organizada na cidade pelo jaraguaense Matheus Alves, 20 anos, e Lucas Rodrigo Nora, 17 anos. Eles souberam pelas redes sociais da iniciativa encabeçada pelo paulistano Rafael Beltresda.

Ele teve a mãe e a irmã mortas em um acidente provocado por um motorista bêbado em setembro do ano passado. Devido à tragédia, Rafael deu início à campanha, que tem o apoio do Grupo RBS.

Entre as pessoas que apoiam a causa está o casal José Claudio de Almeida, 58 anos, e a mulher Marta Regina de Almeida, 53. Caminhoneiro há 40 anos, José diz que perdeu a conta de quantos acidentes já viu nas estradas.

– Muita gente dirige embriagada, provoca tragédias no trânsito e fica impune. A lei tem que ser mais pesada. O motorista sabe que é errado beber antes de dirigir, por isso tem que pagar pelo seu erro – comenta.

Para que essa mobilização popular se transforme em um projeto de iniciativa popular e seja encaminhada ao Congresso Nacional com pedido de mais rigor ao infrator, é necessário fazer a arrecadação de no mínimo de 1,3 milhão de assinaturas.

A adesão é feita pela internet, pelo site www.naofoiacidente.org.

 

MORRO DA FUMAÇA

Um incêndio na vegetação às margens da SC-443, na saída de Criciúma para Morro da Fumaça, no Sul do Estado, deixou em perigo os motoristas que trafegavam pelo local ontem à tarde. Por sorte não ocorreram acidentes. O Corpo de Bombeiros de Criciúma foi acionado e apagou o fogo por volta das 17h30min.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Reportagem Especial

Assunto: Drogas sintéticas

 

Tráfico recria fórmulas para produzir ecstasy

Enquanto apreensões de “bala” ocorrem, substâncias parecidas como o 2 CB ainda nem foram catalogadasCerca de 30 mil comprimidos de ecstasy foram localizados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em um carro em Biguaçu, nesse final de semana. É a maior apreensão da droga em pelo menos dois anos e meio: foram 7,3 quilos, que poderiam render R$ 1,5 milhão. O suspeito, preso em flagrante, confessou ter comprado a droga por R$ 100 mil em São Paulo.

O ecstasy estava escondido no fundo falso de duas malas com roupas no bagageiro de um Honda Civic. O veículo foi parado em uma abordagem de rotina. Os policiais desconfiaram do nervosismo do motorista e fizeram a revista.

O motorista do veículo, um paulista de 30 anos que mora em Palhoça, foi detido por tráfico internacional de drogas. Etiquetas do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, que ainda estavam na mala, influenciaram na suspeita.

Apreensões como essa estão entre os motivos para traficantes de drogas sintéticas buscarem alternativas.

Na lista da Polícia Federal (PF) há mais de 20 substâncias químicas ilegais encontradas no mercado europeu. Algumas nem são conhecidas do órgão regulador sanitário brasileiro, como o 2 CB, apreendido com um jovem numa danceteria em Indaial, no Vale do Itajaí.

A PF acredita que a investida se dá principalmente pela dificuldade dos criminosos em conseguir a metilenodioximetanfetamina, o MDMA, popularmente conhecido como ecstasy.

O delegado Gustavo Trevisan, chefe da Divisão de Repressão a Entorpecentes (DRE) da PF em Florianópolis, tem uma lista internacional com 23 substâncias químicas que acabam sendo vendidas como ecstasy.

Elas são produzidas em laboratórios de países como Bélgica, Alemanha, Polônia, Rússia, Romênia, Bulgária, República Checa, Hungria, Eslováquia, China, Dinamarca, Itália e França. Chegam ao Estado na grande maioria das vezes, transportadas de avião por jovens de classe média, os mulas, recrutados por grandes traficantes. Eles levam ao exterior malas com cocaína. No retorno, trazem os sintéticos, que acabam vendidos no varejo, principalmente em festas eletrônicas, onde a procura é grande pela clientela, movida pelos potencializados efeitos estimulantes no corpo.

 

Confirmação veio após testes em laboratório

No final do mês passado, uma droga chamada de 2 CB causou surpresa pelo seu desconhecimento até do cadastro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em Brasília.

Apreendido como se fosse ecstasy pela Polícia Civil em Indaial, no Vale do Itajaí, o 2 CB foi descoberto em testes feitos por peritos bioquímicos do Instituto Geral de Perícias (IGP) de Santa Catarina.

O delegado garante que, mesmo sendo praticamente desconhecido dos catálogos oficiais de órgãos como a Anvisa, o 2 CB figura entre as drogas sintéticas que estão no alvo de combate da PF.

A estratégia dos criminosos torna ainda mais desafiadora a tentativa policial de conter a chegada desses entorpecentes ao país. E também em Santa Catarina, considerado pela PF como o berço brasileiro do tráfico de drogas sintéticas, no começo dos anos 2000.

– Foi aqui que tudo começou, com pessoas que vieram para cá, se estabeleceram e espalharam esse tipo de tráfico pela região – ilustra o delegado Trevisan.

O policial refere-se a jovens surfistas flagrados pela Operação Playboy em 2005. Desde então, tornaram-se ainda mais comuns as apreensões de drogas sintéticas e também de investigações complexas para comprovar o envolvimento de jovens com as quadrilhas internacionais.

A missão, agora, é saber até onde a capacidade dos traficantes em misturar os componentes conseguirá vencer a fiscalização policial.

 

Drama na ficção e na realidade

Música, drogas, alucinações, sexo e morte. São temas em evidência no filme brasileiro Paraísos Artificiais, de Marcos Prada, que aborda o consumo de drogas sintéticas por jovens em baladas eletrônicas. As histórias que inspiram a ficção se multiplicam na realidade. Elas podem ser facilmente observadas em clínicas e fazendas de tratamento em SC.

No Recanto Silvestre, em Biguaçu, na Grande Florianópolis, o DC ouviu dramas de jovens que experimentaram drogas sintéticas. Hoje, eles só guardam lembranças ruins, de impulsos que o levaram a uma vida desregrada e arruinadora à saúde.

– Enxergava árvores se mexendo, bichos tentando me pegar e monstros na Lagoa. Depois fiquei um dia todo trancado no carro. Foi terrível – conta um jovem de 27 anos.

A maioria dos usuários de maconha, cocaína e até crack teve experiência com ecstasy e LSD. A reportagem ouviu testemunhas de overdose, gente passando mal em festas, que se acidentou de carro e de quem perdeu amigos que se suicidaram após consumir alguma dessas drogas de baladas.

– Começa na balada, quando o cara acha que é só social. Aí pula a noite toda e fica dois, três dias todo dolorido. Mas isso é só um passo, porque depois o cara parte para a cocaína e vai só se afundando – alerta o rapaz de 23 anos.

Eles apontam facilidade no acesso a drogas como ecstasy e LSD. Dizem que em raves e festas eletrônicas, o comércio ocorre livremente.

– Elas estão se expandindo, com variedades à oferta e também ficando mais baratas e mais fáceis de se encontrar. Tem gente que desconfia que até andam fazendo em laboratórios daqui mesmo e ninguém faz nada – diz outro jovem de 24 anos.

O padre Luiz Prim, coordenador do Recanto Silvestre, percebe clientela específica de usuários, formada por jovens de meia-idade que no passado consumiam alucinógenos.

– Tem gente que busca qualquer coisa pelo ‘barato’ da droga. Aqui trabalhamos com o intuito de mostrar que o problema está no próprio usuário, que tem de perceber que desanda, que não consegue e não pode viver com ela (a droga) – destaca o padre.

 

Servem até como fertilizantes

As drogas sintéticas são armadilhas a jovens que buscam diversão em points eletrônicos. No meio dos profissionais da saúde, o ecstasy, LSD, cristal e outros entorpecentes do tipo também apresentam sintomas e efeitos graves.

O alerta, agora, deve-se também a essa nova variedade de químicos. Não bastasse o risco à saúde do próprio ecstasy, especialistas em saúde afirmam que essas substâncias são ainda mais nocivas ao organismo. Isso porque há constatações de que alguns são de uso veterinário ou até mesmo como fertilizantes.

Caminho passa pela prevenção em escolas

– Sabemos que o consumo de ‘balas’ (ecstasy) e ‘doces’ (LSD) é grande por pessoas de classe média alta. Por isso, não temos a procura por esses usuários em busca de tratamento. O caminho que estamos apostando é a prevenção em escolas – ressalta o secretário do Conselho Municipal Antidrogas de Balneário Camboriú, Paulo Roberto de Souza.

 

“Quem usa, está familiarizado”

Marcos Zaleski, Especialista em dependência químicaEntre os consumidores de drogas sintéticas também estão mulheres que buscam emagrecer ao ritmo dos efeitos, conforme o médico psiquiatra Marcos Zaleski.

 

Diário Catarinense – Há drogas surgindo?

Marcos Zaleski – O que tenho lido são tentativas de driblar o tráfico de entorpecentes e colocam drogas que não são catalogadas ainda. Pode entrar como droga de pesquisa, de atividade agrícola ou química. Aí eles estão sintetizando e não dá tempo de a vigilância sanitária dos países se organizar.

 

DC – O paciente que usa drogas sintéticas é diferente do de outras drogas?

Zaleski – São drogas recreativas e é incomum ter um paciente de ecstasy num consultório. Geralmente são pacientes que são usuários de outras drogas, que vão nas festas raves e utilizam ecstasy, LSD. Tive uma paciente que usava ecstasy para diminuir o apetite e desenvolveu anorexia.

 

DC – E qual é o perfil de quem a consome?

Zaleski – O perfil é de um usuário que já está familiarizado com o uso de drogas ilícitas e de alguém que tem curiosidade de experimentar novas drogas. É muito raro alguém do nada ir para o ecstasy e as drogas sintéticas.

 

DC – Esse tipo de droga vicia igual às outras?

Zaleski – Ela vicia, só que o estilo do uso é pontual. Usam em festas, não carregam a droga para casa e usaram no dia a dia, exceto as anoréticas.

 

DC – E quais os principais efeitos?

Zaleski – A partir da terceira e quarta hora tem efeito de agitação e prazer intensos. Então, tem sensibilidade ao toque, ao beijo. O cristal, por exemplo, tem apelo à sexualização muito grande.

 

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Crianças poderão ver pais presos

 

Crianças poderão ver pais presos

A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou, na última semana, o projeto de lei que assegura a crianças e adolescentes o direito à convivência com o pai ou a mãe presa. A proposta foi encaminhada pelo Executivo.

Pelo texto, os filhos de pais submetidos a pena privativa de liberdade poderão fazer visitas periódicas promovidas pelo responsável legal ou, quando em acolhimento institucional, pela entidade responsável, independentemente de autorização judicial. O projeto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

O relator na comissão, deputado Marllos Sampaio (PMDB-PI), destacou que o texto também inova ao definir que a condenação criminal do pai ou da mãe não implicará na destituição do poder familiar, excetuando os casos em que a condenação decorra de crime doloso contra o próprio filho ou filha.

O projeto irá para as comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Passeata pede justiça

 

Passeata pede justiça

Com faixas, rosas brancas nas mãos e trajando camisetas com a foto de André Luiz Bianchi, os pais, familiares e amigos do jovem fizeram uma nova passeata, ontem, pelas principais ruas do Centro de Blumenau. Os manifestantes pediram por mais segurança e homenagearam André, que morreu no dia 12 de abril, seis dias depois de ser atingido por um tiro no pescoço, disparado por um dos dois homens que assaltaram o Supermercado Zoni, um deles adolescente. Após um mês da morte do filho, de 20 anos, estão em busca de justiça e de algo que justifique o crime tão violento. Os manifestantes protestaram também por outras nove pessoas que perderam a vida de forma brutal em crimes cometidos em Blumenau.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Agências de Joinville são atacadas

 

Agências de Joinville são atacadas

Duas agências bancárias foram alvos de “caixeiros” no final de semana, em Joinville. Na madrugada de sábado, a agência do Banco do Brasil em Pirabeiraba, zona Norte da cidade, teve um dos terminais arrombado. Segundo a Polícia Militar, os criminosos levaram todo o dinheiro.

Os suspeitos fugiram e a quantia levada não foi divulgada. É a terceira ação contra a mesma agência em menos de um ano.

Ontem, foi registrada uma tentativa de arrombamento a um caixa eletrônico da agência do Banco Santander, na Rua Getúlio Vargas, no Centro. Os suspeitos utilizaram maçarico na ação que foi realizada em plena luz do dia, por volta de 14h30min. Os bandidos fugiram sem levar o dinheiro. As imagens feitas pelas câmeras de segurança interna serão utilizadas na investigação do caso.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Crimes e ocorrências

 

Menina é morta dentro de casa

Marilene da Silva, 29 anos, ganhou uma roupa nova e um abraço de presente no Dia das Mães, mas perdeu a filha horas depois da comemoração. Mariele da Silva Araújo, nove anos, foi assassinada a facadas durante uma festa da família, na madrugada de domingo, na Caieira do Saco dos Limões, em Florianópolis.

Um adolescente de 17 anos, vizinho da vítima, confessou o crime. Os pais estão em choque e a família quer justiça.

No último dia de sua vida, Mariele fez tudo o que mais gostava. No sábado pela manhã foi à aula de dança como fazia todos os dias no contra turno escolar.

À tarde, acompanhada da tia Vania Kempner, foi para o Centro comprar o presente do Dia das Mães. Depois de andar por muitas lojas, escolheu uma peça de roupa para a mãe usar na festa de aniversário de 31 anos do padrasto Claudiomar Tadeu. O corte do bolo e os parabéns foram as últimas participações de Mariele na família.

A tia conta que a menina estava eufórica esperando pela festa, que aconteceu na casa dos pais. Às 18h, tomou banho e deu boas gargalhadas assistindo desenho animado. Vânia conta que Mariele era uma criança tímida, que gostava de vestir fantasias, ir para escola, dançar e ia para cama cedo, antes das 21h.

Na festa, não foi diferente. Depois de dar os parabéns ao padrasto foi dormir no quarto dos pais. Por volta da 1h, quando a maioria dos convidados já havia deixado a festa, um adolescente de 17 anos, conhecido da família, entrou no quarto onde estava Mariele e a golpeou com duas facadas, uma nas costas e outra no peito.

– Ele contou à polícia que o intuito era estuprá-la, mas como ela reagiu e disse que contaria para os pais ele resolveu matá-la. Acredito que escolheu Mariele porque era a única criança que estava no quarto, ele atacaria qualquer uma, estava muito bêbado – relata a tia da criança.

 

Futuro de adolescente será decidido hoje

O adolescente está detido na 6a Delegacia de Polícia (DP) da Capital. Hoje deve ser apresentado à Promotoria de Infância e Juventude, que decidirá se ele segue preso até encontrar uma vaga em unidade prisional para adolescentes infratores ou se responderá ao processo em liberdade. Por ser menor de 18 anos, ele pode ser condenado a detenção de até três anos.

Até ontem à noite, o corpo de Mariele permanecia no Instituto Médico Legal (IML).

 

Caminhão levava 650 kg de maconha

Apreensão de droga é considerada uma das maiores na região de PalhoçaUma informação repassada ao Setor de Inteligência da Polícia Militar (PM) resultou na apreensão de mais de meia tonelada de maconha em Palhoça, na noite de sábado. Segundo a PM, a análise inicial indica que foram recolhidos 650 quilos da droga. Quatro pessoas foram presas durante a operação.

A guarnição do 16º Batalhão de Polícia Militar (BPM) encontrou o carregamento por volta das 19h30min. Um caminhão – que supostamente transportaria leite – tinha um fundo falso, onde foi encontrada a maconha. O veículo iria descarregar a droga em um sítio na localidade de Sertão do Campo, na Grande Florianópolis.

– Nossa guarnição chegou no momento em que a droga seria retirada do caminhão para ser armazenada. Essa ação foi resultado de informações recebidas pelo Setor de Inteligência.Agora, o caso será investigado pela Polícia Civil – informou o tenente Ricardo Hermans, do 16º BPM.

Uma denúncia anônima indicou o endereço suspeito, onde os traficantes iriam dividir a droga para ser comercializada na região. Os policiais investigavam o local havia 15 dias. O flagrante ocorreu logo depois da entrega do montante da droga aos suspeitos de tráfico. A Polícia Civil investiga a procedência da droga. Até ontem à noite, o delegado responsável pelo inquérito, Marcelo Arruda, não tinha pistas sobre o fornecedor e a procedência da maconha.

 

Corpo encontrado no mesmo local

Ontem pela manhã, próximo ao local da operação, às margens do Rio da Madre, foi encontrado o corpo de Ronaldo da Silva Gomes, 43 anos. A polícia suspeita que ele estava envolvido com o grupo que fugiu no momento da abordagem. Em SC, ele tinha passagens por tráfico de entorpecentes e porte ilegal de arma.

A polícia trabalha com a hipótese de que Gomes, natural de Mato Grosso do Sul, tenha caído sobre um objeto pontiagudo, mas o Instituto Geral de Perícias (IGP) fará um laudo para confirmar a causa da morte.

 

Homem ateia fogo em três pessoas no Vale

Um homem ateou fogo em dois homens e uma mulher na Rua Júlio Rudiger Sênior, Bairro Água Verde, na madrugada de ontem, em Blumenau. Sônia Regina Schmitt, 47 anos, sofreu queimaduras de segundo grau por todo o corpo. Roberto Luiz Tognoli, 27, teve queimaduras de primeiro e segundo grau no rosto, tórax e braços e Juliano Correa, 36, teve ferimentos de primeiro grau nas mãos. Todos foram encaminhados ao Hospital Santo Antônio.

Das três vítimas, apenas Tognoli permanece internado. Sônia foi transferida ontem. Segundo informações da Polícia Militar, o homem que ateou fogo nas três pessoas estava transtornado e teve que ser imobilizado com uma arma de choque.

 

Casa de jogos é fechada no Bairro Cabeçudas

A Polícia Militar descobriu, no sábado, uma casa de jogos que funcionava clandestinamente, no Bairro Cabeçudas, em Itajaí. No total, 20 máquinas caça-níqueis foram apreendidas. Segundo a PM, a estrutura de dois pisos, a poucos metros de distância da praia, era usada exclusivamente para a prática.

Não havia moradores na casa. No momento da abordagem, 11 pessoas foram encontradas no local. Elas assinaram termo circunstanciado de ocorrência (TCO) pela contravenção penal de jogos de azar e foram liberadas.

 

Homem é encontrado morto dentro de casa

O corpo de um homem foi localizado pela Polícia Militar no sábado pela manhã, em São José, na Grande Florianópolis. Robson Rodrigues dos Santos, de 40 anos, foi morto com um tiro de arma de fogo. Ele estava dentro da casa onde morava, no chamado Beco do Camacho, na Rua Angelo Girardi, em Barreiros. Segundo informações da Central de São José, Rodrigues seria usuário de drogas e teria passagens pela polícia. Ainda não há pistas sobre a autoria do crime.

 

Traficante rival de “Matemático” é preso

O traficante Adriano Ferreira dos Santos, de 30 anos, foi preso na noite de sábado por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Mangueira, em um dos acessos à zona norte do Rio de Janeiro.

 

Adriano é da Vila Kennedy, zona oeste, e iria comemorar a morte de Marcio José Sabino Pereira, o Matemático, pela polícia na noite anterior. Os dois eram rivais. A festa seria em Manguinhos. Matemático dominava favelas da região e tentava controlar o tráfico na Vila Kennedy, o que gerou uma guerra entre as quadrilhas.