Área do associado

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Clipping do dia 27 de novembro

27.11.2012

 

Clipping do dia 27 de novembro

 

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Diário do Leitor

Assunto: Assalto ao Coronel

 

Assalto ao coronel

Eu pergunto: como ele conseguiu retirar o material sem nem ao menos ter feito boletim de ocorrência? Será que alguém retira alguma coisa da delegacia sem ter feito BO e ainda por intermédio de um terceiro? O que este senhor tem de diferente do resto da população, se todos nós pagamos os impostos?

Simone Zanella

Florianópolis

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assuntos: Delegado de polícia Ricardo Lemos

                   Policiais civis

 

SEGURANÇA REINVENTADA

 Delegado de polícia Ricardo Lemos Thomé lança hoje à noite, na Assembleia, Reinventando a Segurança Pública – Os Planos Nacionais e as Ações de Cidadania e Polícia em Santa Catarina 1987 – 2010. Doutor em Direito pela Univerdad Del Museo Social Argentino, já exerceu o cargo de diretor de Planejamento da SSP, chefe de Polícia Civil e, desde 2007, comanda a Ouvidoria. Thomé também foi personagem de uma polêmica em 2005 por uso da máquina pública num evento particular, conforme mostrou o DC.

 

CADÊ A INTEGRAÇÃO?

Policiais civis querem levar ao conhecimento do secretário César Grubba fato envolvendo ordem de prisão cumprida pela Polícia Militar na última quinta-feira, na Capital. A DP de Homicídios tinha preparado uma operação para prender temporariamente um homem conhecido como Bilu, no Mocotó, mas dizem que os PMs pegaram o mandado no Fórum, se anteciparam e fizeram o trabalho.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Plano de metas é aprovado

                 

Plano de metas é aprovado

Propostas do movimento Floripa Te Quero Bem altera a Lei Orgânica da Capital e aumenta a transparência na administração

A criação de um plano de metas para o prefeito de Florianópolis se guiar e prestar contas à sociedade foi aprovada, ontem, pela Câmara de Vereadores. A emenda contou com votos dos 11 vereadores presentes e altera a Lei Orgânica da cidade fazendo que o executivo divulgue na internet o plano e o desempenho da administração da cidade.

O prefeito eleito Cesar Souza Junior (PSD) já assinou o documento Desafios de Florianópolis – Subsídios para a Elaboração do Plano de Metas. Falta a redação final para a última aprecisação na Câmara, o que deve ocorrer na próxima semana. Em seguida o projeto passa para sansão do executivo.

O texto estipula que o prefeito deve governar pensando em quatro pontos. As metas foram propostas pelo movimento Floripa Te Quero Bem. O primeiro compromisso é uma gestão pública que leve em conta os indicadores levantados pela rede. Em segundo, a carta pede que os candidatos façam um diagnóstico sobre a cidade – tarefa cumprida pelo movimento Floripa Te Quero Bem. Com esses dados, é possível criar um plano de metas e prestar contas à comunidade, o que ficou garantido pela emenda, que alterou a Lei Orgânica.

O relatório assinado é resultado de quatro meses de discussões sobre as necessidades de Florianópolis e contou com a colaboração de 60 especialistas e representantes de entidades. O texto traz 19 desafios e mais de cem projetos existentes na Capital, outros estados e países, discutidos em reuniões do movimento que aconteceram no primeiro semestre deste ano.

 

Movimento defende saúde preventiva

A saúde foi apontada como uma das principais prioridades para a Capital. A avaliação é de que setor deve ser abordado de forma preventiva. Estudiosos afirmam que entre os principais desafios está a redução de mortes por doenças crônicas, como diabetes, câncer e hipertensão.

Males que podem ser evitados ou pelo menos atenuados, ao se optar por um estilo de vida saudável, com acompanhamento médico de prevenção, prestado pelos postos de saúde. As outras áreas incluídas no Floripa Te Quero Bem são educação, segurança, mobilidade urbana e planejamento. _____________________________________________________________________________

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Drama no mar

 

A dor de uma pescaria sem volta

Corpo de Rui dos Santos, 50 anos, foi localizado ontem. Dalmo de Maria, 52, segue desaparecido, para a angústia da família

O corpo de um dos homens que estavam na baleeira que naufragou na noite de sexta-feira, perto da Ilha do Arvoredo, na Capital, foi localizado ontem. A identificação foi feita à tarde pelo único sobrevivente do acidente, o empresário Belarmino João Francisco, 53 anos, morador de São José. Trata-se do contador Rui dos Santos, 50 anos. Ele será enterrado hoje, na Capital.

Ajudaram na identificação o uso do colete salva-vidas e as botas. Até ontem à noite encontrava-se desparecido outra vítima, o pescador Dalmo Maurino de Maria, 52 anos, dono da embarcação que saiu da Praia do Canto Grande, em Bombinhas.

 

A localização ocorreu por volta das 11h. Um barco de pescadores de Itajaí que passava pelo local, a 20 quilômetros da Ilha do Arvoredo, comunicou o Corpo de Bombeiros. A Capitania dos Portos foi acionada e fez o translado até o Porto de Itajaí, onde aguardavam técnicos do Instituto Geral de Perícias e o Instituto Médico Legal. Bombeiros do Grupo de Buscas e Salvamento explicaram que o rosto de Santos estava bastante queimado de sol, o que indica que ele permaneceu durante muito tempo no mar, ainda vivo.

Enquanto isso, a apreensão continua entre os De Maria. Dalmo é o quinto filho que desaparece no mar. Com problemas de saúde, agravados pela notícia no último final de semana, a mãe Salma, 71, está de cama. O pai, Maurino José de Maria, 80, disse não ter mais esperanças de encontrar o filho com vida. Usou de poucas palavras para resumir o sentimento de dor.

– Uma ida sem volta.

Altino Florêncio de Maria, 69, é irmão de Maurino. Acostumado ao mar, acha que o sobrinho se valeu da experiência acumulada ao longo dos anos.

– Se não fosse a onda grande, nada disso teria acontecido.

Altino conta que esteve com o irmão no sábado. Mas até ontem à tarde não tinha encontrado forças para ir até a casa dos De Maria. A distância entre uma casa e outra é de 20 metros.

– A gente não tem o que dizer.

 

A última despedida do irmão

As buscas continuarão hoje. Na praia, a cerca de cem metros do rancho onde uma placa anuncia passeios ao mar, permanece atracado o barco Noé. Foi na pequena embarcação que Dalmo transportou os últimos passageiros para embarcar na baleeira que despedaçou-se no mar. Ontem, Noé servia de pouso para as gaivotas.

Dorival Maurino de Maria, 48 anos, o Tato, é o último dos seis filhos de Salma e Maurino. Eles tiveram 11 filhos, sendo que cinco dos seis homens desapareceram no mar. Dois naufrágios ocorreram fora do litoral catarinense – um no RS e outro no RJ. Tão intensa quanto a dor da notícia das mortes foi o desfecho de um desaparecimento. O corpo nunca foi localizado. Em memória, no cemitério da comunidade, três sepulturas e quatro fotografias dos De Maria.

Assim como os irmãos, Tato também foi pescador. Mas só por quatro anos. Diz não entender como conseguiu migrar para outra profissão, sendo a pesca uma atividade presente na família. Tato trabalha no almoxarifado da prefeitura de Bombinhas. Ontem, ele recordava da última vez em que se encontraram. Foi na tarde de sexta-feira, antes da ida ao mar:

– Por causa do horário de trabalho, não era comum eu vê-lo saindo. Na sexta-feira consegui uma carona e cheguei mais cedo em casa. Lembro dele acenando para mim.

 

A certeza do ir e a incerta do voltar

Rose Gerber é doutoranda em Antropologia pela UFSC e faz pesquisa sobre pesca no litoral catarinense. Para ela, apesar da dor da perda atingir toda a família, duas são as pessoas que mais sentem os desaparecimentos – a mãe e a mulher do pescador.

A realidade se torna ainda mais dura quando corpos não são localizados. No caso das esposas, além de muitas vezes ficarem sozinhas para o sustento dos filhos, enfrentam ainda a questão do tempo de espera para o reconhecimento da ocorrência da morte. A Lei 8.213/1991, em seu artigo 78, trata da morte presumida para o segurado do direito previdenciário. Seis meses depois é concedida a pensão provisória.

Sobre tragédias sucessivas, como o caso da família De Maria, de Canto Grande, onde cinco filhos desapareceram no mar, a doutorando explica o que ouve dos próprios pescadores durante as entrevistas realizadas.

– Eles têm a certeza do ir e a incerteza de voltar.

A pesquisadora conta que são dois os argumentos desses profissionais para não desistirem da profissão:

– São pessoas que praticamente só sabem pescar, aprendizado que vem desde dos tempos de criança. Além disso, o mar remete a eles um sentimento de liberdade.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Acidentes

 

Massacre em 24 horas

Em apenas 120 minutos, houve um massacre nas estradas de Santa Catarina. Entre a meia noite e as 2h de domingo, 11 pessoas perderam a vida em acidentes. Num ciclo de 24 horas, há mais cinco vítimas, um cenário mais cruel do que a própria guerra.

A viagem inesperada foi para levar consolo a familiares que perderam um filho de 25 anos, vítima de um tiro acidental quando caçava em Itapiranga, no Extremo-Oeste do Estado. Antes de o velório terminar, dois casais e duas crianças voltaram para Florianópolis, onde moravam. Tiveram o destino interrompido por um acidente.

O carro em que a família viajava colidiu de frente com um caminhão na BR-282 em Campos Novos, no Meio-Oeste, por volta da meia-noite de domingo. Cinco ocupantes morreram na hora. Apenas Raíssa Barbosa, sete anos, sobreviveu e está internada em estado grave no Hospital Santa Terezinha, em Joaçaba.

Enquanto luta pela vida, a menina está sob os cuidados dos três irmãos mais velhos. Sedada, ela nem imagina que perdeu a mãe Sueli Zimmermann de Almeida, 46, e o pai Janir Barbosa, 37. O casal havia se mudado de Caxias do Sul (RS) para Florianópolis há um ano, e buscava melhores condições de vida e oportunidade para os filhos. Acostumada a dedicar o tempo aos outros, principalmente por meio de atividades religiosas, Sueli fez questão de viajar para Itapiranga e participar do velório de um sobrinho.

No mesmo veículo, um Fiat Idea, estavam a irmã de Sueli, Noeli Almeida Teixeira, 39 anos, o marido desta, Antônio Marcos Teixeira, 37, que dirigia o carro, e a filha do casal, Valéria Almeida Teixeira, 10. Os três morreram. A família Teixeira ficou sabendo da tragédia dos cinco parentes ainda no velório do rapaz morto com o tiro acidental.

Inconsoláveis, pelo menos oito parentes e amigos das vítimas viajaram a Joaçaba, para onde foram encaminhados os cinco corpos e a sobrevivente Raíssa.

Uma parente das vítimas, que preferiu omitir o nome, contou que a família não gostava de viajar à noite justamente porque julgava perigoso, mas precisou voltar a Florianópolis porque Noeli precisava cumprir o horário de trabalho na manhã de ontem.

– As famílias eram muito unidas. Todos foram para Florianópolis atrás de uma vida melhor e também para ajudar os outros através da igreja – disse, enquanto segurava os óculos da prima morta no acidente.

Um pastor da igreja frequentada pelas vítimas contou que todos gostavam de cantar nos cultos. Segundo ele, as duas meninas que estavam no carro acidentado estavam ansiosas para dormir na igreja no próximo sábado, quando ocorrem atividades voltadas às crianças.

As causas do acidente ainda são investigadas pela polícia. A principal suspeita é de que o motorista do carro tenha dormido ao volante e invadido a pista contrária, por onde seguia o caminhão, cujo motorista não se feriu.

 

Culto será sem música

O culto da Igreja Quadrangular, nos Ingleses do Rio Vermelho, na Capital, não terá música hoje. E o pastor que conduzirá os trabalhos será um auxiliar, pois a pastora Rosangela Zortéia não se sente em condições de substituir o marido, o também pastor Valdir Carlos Zortéia. Ele viajou a Joaçaba ontem para acompanhar o velório de um dos mais fiéis companheiros da casa, Antônio Marcos Teixeira, que morreu num acidente em Campos Novos, com outras quatro pessoas da família.

– A gente não se conforma. Ele (Antônio Marcos) conquistava a todos com seu testemunho – conta Rosangela.

Antônio Marcos era tecladista dos cultos da igreja. No altar, onde ficava, tinha também a companha da mulher Noeli e da filha mais nova, Valéria, que participavam dos cantos. Era uma família dedicada à religiosidade.

– Vai ser difícil olhar para o altar e não vê-lo mais lá – afirma a tesoureira da igreja, Maria Alves Pequeno.

No posto de combustíveis onde Antônio trabalhava, os funcionários passaram o dia com um laço preto no uniforme, em sinal de luto.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Crimes e ocorrências

 

Juiz marca júri popular para janeiro

A Justiça marcou o julgamento do assessor de comunicação Rogério Postai, 49 anos, pela morte do advogado Rodrigo da Luz Silva, 34, em Florianópolis. júri popular será no dia 22 de janeiro, às 9h, na Capital.

A data foi estabelecida pelo juiz da Vara do Tribunal do Júri, Paulo Marcos de Farias, que determinou a intimação dos advogados de defesa e da promotoria.

Rogério ficou preso um ano e 11 meses pelo crime e responde em liberdade desde maio deste ano, quando o seu advogado conseguiu habeas-corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.

O crime ocorreu em 10 de junho de 2010, na frente de um condomínio do Bairro Campeche, Sul da Ilha de Santa Catarina. O assessor e o advogado moravam no mesmo condomínio. Rodrigo havia sido síndico do lugar.

Segundo denúncia do Ministério Público Estadual, Rogério estava enraivecido com o fato de Rodrigo ter apontado o descumprimento de regras condominiais por ele e, por isso, o matou a tiros na frente da moradia.

A polícia prendeu o assessor em flagrante quando ele tentava fugir pelo mato. A arma usada no crime – uma pistola calibre 380 – foi localizada abandonada no matagal.

Em março do ano passado, o juiz da Vara do Tribunal do Júri da Capital, Luiz Cesar Schweitzer, determinou que ele vá a júri popular por homicídio e porte ilegal de arma.

Em entrevista ao DC no dia 28 de maio deste ano, Rogério alegou legítima defesa porque estaria sendo ameaçado. A versão foi rechaçada pela família da vítima. _____________________________________________________________________________

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Comandante da PM lista bens roubados em invasão

 

 

Comandante da PM lista bens roubados em invasão

Ladrões que entraram na casa do coronel Nazareno Marcineiro foram presos, mas saíram sob fiança

Chateado com a divulgação do furto em sua casa no sábado, em Florianópolis, o comandante-geral da Polícia Militar em Santa Catarina, coronel Nazareno Marcineiro, disse ontem em entrevista coletiva que ladrões levaram joias e eletrônicos, entre outros objetos, da residência. Os autores foram detidos, mas saíram após pagar fiança de R$ 1,8 mil.

Antes de relatar o episódio, o coronel afirmou aos jornalistas, em seu gabinete, que é ser humano, que também tem vida privada e que ela deve ser respeitada. Depois, explicou o motivo pelo qual teria negado, ainda no fim de semana, que algo tivesse sido levado.

O coronel contou que estava em Laguna na sua casa de praia quando foi informado do disparo do alarme da sua residência, que fica no Bairro Itacorubi. Então, se deslocou rapidamente para a Capital.

Ao chegar, constatou a porta arrombada, mas, numa primeira observação, não sentiu falta de nada. Duas horas depois, quando os filhos chegaram, eles deram por falta de alguns objetos. Conforme o comandante, levaram aparelhos eletrônicos, joias da mulher, roupas e perfumes.

O coronel disse que o suposto autor do furto foi preso por PMs às 5h30min de ontem, no Bairro Estreito. Na casa do autor, na comunidade Ilha-Continente, alguns objetos levados foram encontrados.

Segundo a Polícia Civil, foram recuperados cinco frascos de perfume, 11 DVDs, um videogame Playstation 3, quatro joysticks e uma mochila.

O comandante se mostrou revoltado com a soltura do autor e do comparsa e criticou a legislação.

– Um sujeito tem 36 passagens, e o outro, 18. O que vale dizer que não tem sistema de segurança que dê conta de proteger quem quer que seja quando criminosos praticam repetidas vezes esses atos criminosos, são detidos e voltam às ruas. No sábado foi a minha casa, se persistir esse quadro vai ser difícil que outras casas não sejam furtadas – desabafou.

O coronel relatou ainda que, embora não tenho ido pessoalmente a uma delegacia fazer o boletim de ocorrência, que considera como feito o documento, na medida em que relatou por telefone o ocorrido ao delegado-geral, a um delegado designado para o caso e pelo fato de ter havido perícia no local.

Nazareno mora há 20 anos na mesma casa, não vê ligação com os atentados e acredita que os ladrões não sabiam que ele mora ali.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Justiça ordena novo edital

 

Justiça ordena novo edital

Com o valor de dois contratos pagos pela Secretaria de Justiça e Cidadania (SJC) para a locação de bloqueadores de celular em duas unidades, seria possível comprar este tipo de equipamento para todo o sistema prisional de SC. A constatação é do Ministério Público, autor da ação civil que levou ao bloqueio dos bens da titular da SJC, Ada de Luca, e de outros cinco réus.

O Tribunal de Justiça acatou a manifestação do MP de que houve superfaturamento e direcionamento em licitação pública para contratação de serviços de bloqueadores de celular em presídios de Florianópolis e Joinville. A decisão é de 13 de novembro. A informação foi publicada na coluna Visor de domingo.

O juiz Luiz Antonio Fornerolli bloqueou R$ 582 mil em bens dos seis réus e determinou a Ada de Luca a imediata realização de novo edital para a compra, em 60 dias, de bloqueadores para as duas unidades, sob pena de multa pessoal no valor de R$ 1 mil por dia de atraso.

 

Para promotor, réus agiram com dolo

Para o promotor Aor Steffens Miranda, os réus agiram com dolo no ato de improbidade administrativa, ou seja, sabiam que prejudicavam alguém. No caso, os cofres públicos.

Conforme o promotor, as provas documentais demonstram direcionamento da licitação. Depois de desistir da dispensar licitação, a SJC copiou, em detalhes, a descrição técnica dos equipamentos ofertados pela empresa Polsec e transcreveu no edital.

Sobre o superfaturamento, o promotor observou que a SJC locou bloqueadores da Polsec para as unidades. O aluguel mensal é próximo do preço de compra do equipamento.

– Não fiz denúncia porque, por problemas de estrutura, temos que evitar que o prejuízo ao Estado se agigante. Mas não descarto ação penal – concluiu o promotor Miranda.

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Segurança

Assunto: Comandante da PM não registrou ocorrência de roubo na sua casa

 

 

Comandante da PM não registrou ocorrência de roubo na sua casa

Em coletiva, Nazareno Marcineiro pede que sua vida privada seja reservada

O comandante geral da Polícia Militar, Nazareno Marcineiro, reuniu a imprensa para explicar o caso de furto em sua residência, no sábado (24). Nazareno contou que estava em Laguna, com a família, e soube do fato através de colegas de trabalho. “Quando cheguei, a porta estava arrombada, e encontrei todas as coisas que imaginei que estivessem lá. Nada faltando,” declarou o coronel.

“Eu tenho uma vida pública e uma vida privada. A minha vida privada eu gostaria que fosse reservada, onde vivo com minha família nos momentos de recesso desta loucura que é o meu trabalho. Na semana passada foram 72 horas de trabalho”, se referindo à onda de atentados que atingiu o Estado. Nazareno descartou qualquer ligação entre os ataques e a invasão na sua casa. “Tenho convicção de que não sabiam que ali morava o comandante da PM”, disse.

Um dos detidos pela PM foi solto ainda pela manhã, após pagamento de três salários mínimos de fiança. “O que vale dizer é que sistema de segurança nenhum dá conta de deter quem quer que seja, quando criminosos repetidas vezes praticam esses atos, são detidos e voltam às ruas. Não estou atribuindo culpa a ninguém, estou dizendo que eles estão nas ruas”, declarou. O carro usado na fuga, um Celta prata, ainda segundo informações da polícia, pertencia a um homem que cumpre pena.

Nazareno acredita que as investigações serão conduzidas normalmente, apesar de não ter ido até a Delegacia de Polícia comunicar os fatos pessoalmente. “Aldo me ligou instantes depois e colocou um delegado a fazer o serviço,” disse. “A partir do momento que eu converso com o delegado geral, que me indica um delegado, que eu informo pra ele o que aconteceu e manda um perito para minha casa, eu acredito que neste momento o registro está feito”, finalizou Nazareno.

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Hélio Costa

Assunto: Delegado lança livro sobre segurança pública na Assembleia Legislativa

 

 

Delegado lança livro sobre segurança pública na Assembleia Legislativa

A obra abre espaço para o debate entre estudiosos e as próximas gerações de especialistas em segurança pública

Reinventando a Segurança

É o livro do delegado Ricardo Lemos Thomé, que será lançado às 19h30 de hoje na Assembleia Legislativa. Editado pela Insular, o livro contém múltiplas abordagens, desde a origem contemporânea da filosofia de atuação das polícias, passando pelos grandes planos de segurança pública, empreendidos por diferentes governos (federal e estadual) até a apresentação das ações positivas, com realidade financeira e operacional da área e sua repercussão no atendimento à sociedade catarinense. Thomé disse que a obra nasceu de pesquisas que fez quando foi  chefe da Polícia Civil entre 2004 e 2005 – ele também trabalhou no Planejamento da SSP e  agora está na ouvidoria. A obra abre espaço para o debate entre os estudiosos e as próximas gerações de especialistas em segurança pública. Vale a pena conferir.

 

 

 

BLOGS

 

Moacir Pereira

 

DEM emite nota sobre prisões em SP

Diretório Estadual do DEM em Santa Catarina distribuiu nota sobre a Operação Porto Seguro, com manifestação de seu presidente nacional, Agripino Maia. Diz:P

“Se a Operação Porto Seguro não tivesse sido deflagrada, os desmandos por ela denunciados tenderiam a não ter fim. A indicação de autoridade feita pela Presidência da República, rejeitada pelo Senado e de forma inédita revista pela maioria governista, coloca o governo na obrigação de dar ao país explicações sobre a propalada influência da intimidade com o poder nos legítimos negócios da República.

Brasília, 26 de novembro de 2012.

Senador José Agripino Maia-Presidente nacional do Democratas.”