Área do associado

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Clipping do dia 17 de outubro

17.10.2012

 

Clipping do dia 17 de outubro

 

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assuntos: Pacto na Segurança

                  Diplomas falsos

 

PACTO NA SEGURANÇA

Depois do anúncio de investimentos em infraestrutura e na saúde, vem aí o Pacto pela Segurança Pública, que o governador Raimundo Colombo lança no próximo dia 25, no Teatro Pedro Ivo. A cúpula da SSP passou reunida ontem à tarde inteirinha para definir os projetos que serão contemplados com R$ 265 milhões.

 

LOGO ALI

Em meio à polêmica dos diplomas falsos, um grupo de 60 aprovados no último concurso da PM briga para ser chamado imediatamente. É que o prazo para a convocação vence no dia 3 de novembro.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Círculos viram caso de polícia

 

Círculos viram caso de polícia

Delegado, investigador e cientistas afirmam que desenhos em lavoura no Oeste não passam de uma brincadeira de mau gosto

O aparecimento de círculos em lavouras de trigo do Oeste pelo quinto ano consecutivo acabou virando caso de polícia.

A dona da área onde os chamados agroglifos foram encontrados, Liana Faccio, registrou boletim de ocorrência na delegacia de Ipuaçu. Para ela, o que danificou seu trigo não tem nada de extraterreno, e foi causado por terráqueos, dos quais ela vai buscar indenização.

Ela até contratou um vigia para evitar que curiosos aumentassem ainda mais os danos à sua lavoura de trigo. Vilson Cunico está ganhando R$ 50 a R$ 60 por dia para cuidar da lavoura. Às vezes, ele precisa do reforço de Dercílio Bernardes, que trabalha para a família Faccio. Sobre os cerca de 30 círculos, que ocupam cerca de meio campo de futebol, Cunico é categórico:

– É só trigo amassado.

Na segunda-feira, o delegado da comarca de Abelardo Luz, João Luiz Miotto, e o investigador Renan Gatti estiveram no local. Os policiais não têm dúvida de que se passa de uma brincadeira de mau gosto.

Eles afirmam que os responsáveis pelo dano serão identificados e punidos. No local, eles viram sinais de que, no meio dos círculos, há diferença na textura, mostrando que o local serviu de base para amassar o trigo, provavelmente com corda e tábua. Os responsáveis podem, ainda, responder por crime de dano ao patrimônio.

O presidente do Grupo de Estudos de Astronomia da UFSC, Adolfo Stotz Neto, disse que os agroglifos são pura brincadeira, que ocorre desde a década de 1970 na Europa. Ele disse que estes sinais surgem em lavouras de trigo e não deixam outro sinal que não sejam as plantas amassadas. Não há sinais de algo queimado por ação de alguma energia e não há registros em outros tipos de plantações. Além disso, o vandalismo ocorre nos finais de semana ou feriados, quando as famílias descansam ou passeiam.

 

“Alguém quer aparecer”

Entrevista: Liana Faccio, Dona das terras

A proprietária da lavoura onde apareceram os círculos, Liana Faccio, passou o final de semana tentando evitar que curiosos aumentassem o estrago na lavoura de trigo em Ipuaçu. Ela quer ser indenizada por isso.

 

Diário Catarinense – Como vocês ficaram sabendo dos círculos?

Liana Faccio – Alguém viu e falou para um funcionário meu.

 

DC – Qual sua avaliação sobre o que aconteceu?

Liana – Isso é vandalismo. Foi alguém que quer aparecer. É perda de tempo. Não tem graça, ficam estragando a propriedade dos outros. Nesse final de semana fiz voltar mais de 50 pessoas que queriam ir ao local. Até um carro entrou no trigo. Não sabem que é propriedade particular?

 

DC – Que medidas você tomou?

Liana – Fiz boletim de ocorrência, coloquei um vigia e passei um produto para secar mais rápido a lavoura e colher antes. Não vou deixar isso aqui até o final de semana, senão vira um circo. Já veio gente de Concórdia, Galvão, só para ver os círculos.

 

DC – Qual foi seu prejuízo?

Liana – Deve passar dos R$ 1 mil, pois já perdi umas 30 sacas, ao preço de R$ 37 cada, pois era um trigo que seria para fazer semente.

 

DC – Você vai pedir indenização?

Liana – Vou cobrar tudo o que eu tiver direito.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Cacau Menzes

Assunto: Diplomas

 

Diplomas

Apresentar um diploma falso para conseguir emprego é falha grave em qualquer lugar do mundo. Mas daí a exigir diploma de curso superior para um soldado da Polícia Militar já é demais. Quem tem que formar o policial é a própria polícia, não um professor universitário. E quando é que vão exigir o mesmo diploma para essa turma que entra na política, ganhando muito, muito, muito mais e precisando muito, muito, muito mais de uma universidade do que um policial?

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Reportagem Especial

Assunto: Diplomas suspeitos

 

Caso faz PM mudar critérios de ingresso

A polêmica sobre os diplomas apresentados por policiais e bombeiros militares revelou uma discordância entre as instituições parceiras. O Instituto Advanced, de Blumenau, alega ter autorização para emitir os certificados de conclusão do curso de Teologia. O diretor-geral da Faceten, instituição credenciada pelo MEC, escreveu ao Comando-geral da PM para desautorizar a Advanced, que apresenta diploma assinado pelo próprio diretor que a desautorizou. Enquanto isso, a população de SC assiste à possibilidade de 124 militares serem desligados de suas corporações por apresentarem um diploma obtido de forma supostamente fraudulenta.

A polêmica envolvendo diplomas supostamente irregulares emitidos para 79 policiais militares e 45 bombeiros de Santa Catarina que se formaram em Teologia para ingressar nas corporações ganhou novo capítulo ontem.

Um documento divulgado pela Polícia Militar diz que a unidade de ensino em Blumenau que oferece o curso não é autorizada a emitir certificados de conclusão. A suspeita de fraude levou a PM a mudar o critério de ingresso na corporação. Agora, só serão aceitos candidatos com diploma de curso superior, e não mais certificado.

No relatório da PM sobre o caso, está uma carta do diretor geral da Faculdade de Ciências, Educação e Teologia do Norte do Brasil (Faceten), Henrique Eduardo Figueiredo, que desautoriza o dono do Instituto de Educação Advanced, de Blumenau, Ademir Felix Dalmarco a expedir documentos em nome da Faceten. A Faceten, com sede em Boa Vista (RR), é credenciada pelo Ministério da Educação (MEC) e emite os diplomas dos alunos que cursam teologia na Advanced, sob investigação pela Polícia Federal.

 

Autorização era apenas verbal

Dalmarco disse ter autorização para emitir certificados desde 2008. Ele afirmou ter autorização verbal do dono da Faceten, Jasson Marques Fontoura, para emitir certidões, certificados e declarações da Faceten.

– Fui autorizado verbalmente pelo Jasson. Quando pedi para deixar clara a autorização por escrito, ele disse que não era preciso. E afirmou: “Eu sou pastor, tenho palavra e o que eu falo é lei” – relembrou.

Segundo Dalmarco, pessoas que cursam Teologia Livre buscam a Advanced para validar o curso por meio do Programa de Convalidação de Créditos Teológicos e obter diploma de bacharel em Teologia, suficiente para prestar concurso público.

O curso na Advanced é presencial, com uma aula de oito horas por mês, por um ano, a R$ 250 mensais. Cerca de 300 pessoas já se formaram desde 2008.

Sobre policiais que obtiveram o certificado antes do término curso, Dalmarco disse que isto é permitido por lei. Segundo a PM, dos 79 soldados, 21 não concluíram o curso.

 

 

diretor desautoriza…

Correspondência enviada em setembro à PMSC desautoriza Ademir Dalmarco a emitir documentos pela Faceten

…mas, antes, tinha assinado diploma

Ontem, o diretor da Advanced apresentou um certificado de conclusão de curso de Teologia de um de seus alunos…

…que depois teve o diploma emitido e assinado pelo diretor da Faceten que o desautorizou na correspondência à PMSC

 

“Tudo será resolvido de acordo com a lei”

Entrevista Ademir Dalmarco, Dono do Instituto Advanced

O dono do Instituto de Educação Advanced, Ademir Felix Dalmarco, esteve ontem no Centro de Ensino da PM, mas não foi recebido. Dalmarco é pastor, doutor em Ciências Jurídicas, policial civil aposentado, professor universitário aposentado e professor de Ética em uma universidade no Paraguai.

 

Diário Catarinense – Qual é a relação do Advanced com a Faceten (RR) e o Instituto Educacional Moriah (Paraná)?

Ademir Dalmarco – A Advanced tem contrato de prestação de serviços educacionais com a Faceten, em parceria com o Instituto Moriah, desde 2008. Nós oferecemos um programa especial presencial de um ano que valida créditos de cursos livres de Teologia para que o aluno possa obter o diploma em Teologia pela Faceten e, assim, estar apto a se inscrever em concursos públicos.

 

DC – Qual é o papel da Moriah no convênio entre as instituições?

Dalmarco – O Instituto Moriah é intermediário entre a Faceten e a Advanced. Faz toda a administração e supervisão do convênio.

 

DC – Por que a Advanced não fez convênio direto com a Faceten?

Dalmarco – Porque São José dos Pinhais, cidade onde fica a Moriah, é mais perto de Roraima do que Blumenau, onde está a Advanced.

 

DC – Mas as duas cidades ficam a mais de 4 mil quilômetros de distância de Boa Vista.

Dalmarco – (silêncio).

 

DC – Como iniciou a parceria?

Dalmarco – A Moriah me procurou em 2008.

 

DC – Dá para ganhar dinheiro com educação privada?

Dalmarco – Não muito. Eu me sustento com duas aposentadorias.

 

DC – Como está a sua vida após a suspeita vir a público?

Dalmarco – Meu telefone não para de tocar. Ligam até para a minha casa. São alunos e mães de alunos ligando. Alguns falam desaforos. Quero meu nome limpo. Quem disse que emitimos diplomas falsos terá que usar os mesmos meios na imprensa para se retratar.

 

DC – O que diria a policiais e bombeiros que podem estar apreensivos com a chance de serem desligados das corporações?

Dalmarco – Continuem confiando na palavra do diretor (ele mesmo) sobre a legalidade da Faceten, do curso e da responsabilidade da Advanced. Que mantenham a tranquilidade porque tudo será resolvido de acordo com a lei.

 

Frase

“Continuem confiando na palavra do diretor (ele mesmo) sobre a legalidade da Faceten, do curso e da responsabilidade da Advanced.”  ADEMIR DALMARCO, Em recado aos PMs alunos da Advanced

 

Instituto não tem registro

O Ministério da Educação (MEC) informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que se a instituição credenciada pelo MEC ou se o curso a que se refere o diploma não for regular, conforme consulta no sistema e-MEC, o diploma é falso. Neste caso, o Instituto de Educação Advanced não é credenciado, mas a faculdade de Boa Vista à qual ele seria filiado para dar aulas de educação à distância tem o cadastro.

Quando o MEC identifica este tipo de situação, o caso é encaminhado para a Polícia Federal e  para o Ministério Público Federal (MPF).

Quanto à fiscalização, o MEC disse ter competência de supervisionar as instituições de educação superior credenciadas – tanto as instituições públicas federais quanto as privadas. Porém, como a falsificação de diplomas geralmente é feita por entidades não credenciadas, nesse caso, a questão deve ser resolvida por meio da polícia ou do MP.

 

Contrapontos

O que disseram as instituições parceiras da Advanced

FACETEN

– A reportagem tentou contato durante a tarde de ontem com a Faculdade de Ciências, Educação e Teologia do Norte do Brasil (Faceten), em Boa Vista (RR), mas não conseguiu falar com ninguém da unidade. Do total de oito tentativas, em duas o telefone da instituição estava ocupado e, nas outras seis, a ligação não foi atendida.

MORIAH

– O Instituto Educacional Moriah, de São José dos Pinhais (PR), foi procurado para comentar o caso. A reportagem foi informada que o diretor da unidade estava em uma reunião durante a tarde e teria ficado de dar retorno às três ligações feitas. No entanto, até o fechamento da edição, às 22h30min, não houve qualquer contato.

 

Silêncio na sede em Blumenau

Na sede do Instituto de Educação Advanced, no primeiro andar no Edifício Dona Guiomar, na Rua 7 de Setembro, Centro de Blumenau, a secretária que estava no local ontem à tarde disse

não estar autorizada a dar informações. Limitou-se a falar que as aulas não eram ministradas naquele prédio e que o diretor da instituição não estava.

No período da manhã, por volta das 11h30min, uma equipe de reportagem esteve no local e a sala estava fechada. Questionado, o porteiro do prédio informou que os funcionários já deviam ter saído para o almoço.

O comandante do 10o Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Claudio Roberto Koglin, informou que não recebeu nenhum pedido formal ou informal do Comando-geral da corporação para que fosse feito um levantamento dos policiais militares do município que possam ter apresentado diplomas da Advanced.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Fim da grave da PF

 

PF volta ao trabalho após 70 dias

Agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal voltaram ao trabalho na manhã de ontem, após 70 dias de paralisação em todo o país. Em Santa Catarina a decisão foi tomada na noite de segunda-feira, em assembleias que seguiram a orientação nacional pelo fim da greve.

Todos os serviços de atendimento ao público e investigação foram retomados, inclusive a emissão de passaportes, atendimento a estrangeiros, registro e concessão de porte de armas e fiscalização a empresas de segurança privada.

Apesar da volta às atividades, as negociações ainda estão em andamento. Os policiais federais reivindicam melhores condições de salários e reestruturação da carreira.

– As conversas com o Ministério da Justiça continuam, e há um compromisso de que nossos pedidos serão avaliados e as propostas aceitas, na medida do possível – diz o presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Estado de Santa Catarina (Sinpofesc), Luiz Carlos Aita.

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Veículo: A Notícia

Editoria: Polícia

Assunto: MP pede prisão de policiais que desviaram dinheiro após assalto a carro-forte em Joinville

 

MP pede prisão de policiais que desviaram dinheiro após assalto a carro-forte em Joinville

Sargento e soldados da PM confessaram ter desviado malote de carro-forte

O promotor de justiça responsável pela área militar em SC, Sidney Eloy Dalabrida, requereu terça-feira a prisão preventiva dos cinco policiais militares que confessaram ter furtado um malote do carro-forte explodido por assaltantes na Serra Dona Francisca, em Joinville, na semana passada.

O sargento e os quatro soldados, lotados no 8º Batalhão da PM em Joinville, teriam se aproveitado para desviar pelo menos R$ 10,5 mil – a quantia já devolvida. O inquérito foi concluído pela PM, cujo comando-geral já havia sugerido a prisão dos indiciados.

O Ministério Público pediu que a investigação prossiga de forma a confirmar o valor desviado. Para isso, pediu a quebra do sigilo bancário dos policiais. A solicitação foi encaminhada ao juiz da auditoria da Justiça Militar, Getúlio Correa, para análise.

Estão na lista do pedido de prisão o sargento Erevan de Souza e os soldados Flávio Batista Castelão, Carlos Henrique Barbosa, Samuel Martins e Waldilson Rankel (veja defesas).

De acordo com a investigação, que incluiu dados de rastreamento por satélite da viatura usada pelos policiais, após chegar à SC-301, onde ocorreu o assalto, o sargento teria jogado no banco de trás da viatura um malote de dinheiro recolhido do cofre explodido do carro-forte.

Em seguida, a guarnição seguiu para um sítio de um policial conhecido, onde escondeu o dinheiro em um barranco. A ideia era voltar depois para fazer a divisão do montante. Aos serem interrogados sobre a mudança de rumo, eles confessaram o crime.

 

Crime “grave”

Dalabrida classifica de “grave” o fato de os policiais terem se aproveitado da função. Segundo ele, a prisão garantiria a credibilidade das instituições.

— A liberdade dos policiais representa afronta à sociedade, que coloca neles a expectativa de que reprimam a criminalidade e não de que, valendo-se de facilidades funcionais, cometam crimes —, argumenta.

O comandante do 8º BPM, Eduardo Luiz do Valles, disse que R$ 10,5 mil foram depositados em juízo terça-feira para o saque da seguradora que cobre a transportadora Prosegur. Até terça-feira, os policiais haviam sido afastados da ronda, mas não do serviço.

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Veículo: Hora de SC

Editoria: Geral

Assunto: Policial civil é assassinado a tiros em Palhoça

 

Policial civil é assassinado a tiros quando chegava em casa, em Palhoça

Investigadores estão trabalhando com várias hipóteses neste caso

Um policial civil foi assassinado quando chegava em casa por volta das 22h desta terça-feira em Palhoça. O crime ocorreu perto do Camelão da cidade. Maurino Paulo Borba, 48 anos, também conhecido como Bila ou Tobata, foi atingido por pelo menos três tiros. Ele já estava na garagem da residência onde morava com a família quando foi baleado. Borba morreu no local, antes mesmo da chegada de socorro.

Ao abrir o portão eletrônico e entrar no pátio, sozinho, com seu carro, Maurino teria sido surpreendido por três pessoas. Os bandidos teriam chegado em um Palio Weekend preto, desembarcado e atirado.

— Escutei três ou quatro estouros, bem seguidinhos, um atrás do outro. A gente nunca que vai achar que é um tiro, né? Achei que era a batida de um carro, com eco. Demorou um pouco pra ficha cair. Aí fiquei sabendo dessa tragédia aqui — descreveu um vizinho, que mora a poucos metros da casa da vítima.

A arma do policial foi encontrada ao lado do corpo, o que sugere que Maurino possa tê-la sacado.

A Polícia Civil trabalha “com todas as hipóteses”, de acordo com a delegada Gisele de Faria Jerônimo.

— É cedo para traçarmos uma só linha de investigação. Pode ter sido uma tentativa de assalto frustrada, pode ter sido uma execução. Ele pode ter reagido, mas pode ser que não. Ainda não dá para ter certeza — explicou a delegada, horas após o crime.

Policiais de toda a região, entre agentes e delegados, além de militares, foram até o local do crime.

Uma força-tarefa parecia estar sendo montada para solucionar o crime.

Minutos após o crime, dezenas de vizinhos também se aglomeravam em volta da residência.

Um carro semelhante ao descrito por testemunhas como sendo o usado pelos bandidos teria sido encontrado nas imediações do Bairro Estreito, por volta da meia-noite.

A vítima, Maurino Paulo Borba, o Bila ou Tobata, tinha 48 anos e completaria, em fevereiro, 27 de profissão. Atuou como policial civil em cidades como Santo Amaro da Imperatriz e Palhoça. Atualmente, trabalhava no plantão da 1ª DP de Forquilhinha, São José, e estava em férias, de acordo com colegas.

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Geral

Assunto: Policial militar reformado é preso

 

 

Policial militar reformado é preso por roubo a agência bancária no Rio Grande do Sul

Ele seria um dos integrantes de uma quadrilha composta por mais de 60 policias, dentro os quais pelo menos 10 oficiais da PM

Um policial militar reformado com mandado de prisão expedido e condenado a mais de cinco anos de prisão foi capturado na segunda-feira (14) em Balneário Camboriú, por agentes da DIC (Divisão de Investigações Criminais). Ele é integrante de uma quadrilha formada por mais de 60 policiais, dentre eles pelo menos 10 oficiais.

A sentença do preso é relativa ao roubo de uma agência do Banrisul ocorrida em 2008 na cidade de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. O bandido foi localizado após diligências realizadas pela equipe da DIC de Balneário Camboriú, depois da equipe policial receber cópia do mandado de prisão expedido pela 2ª Auditoria Militar de Porto Alegre, considerando que o apenado é Policial Militar Reformado. O foragido foi localizado e, devido à ação rápida da Polícia Civil, não esboçou reação.

O homem apontado como líder da quadrilha, José Luis Ramires da Rosa, foi morto e abandonado no porta-malas de um veículo, havendo suspeitas de queima de arquivo. O homem preso nesta segunda foi condenado na Justiça Militar a pena cinco anos e dez meses de reclusão pelo crime de roubo, mas ainda tramitam outros processos na Justiça Comum, sob a acusação de diversos crimes como apropriação indébita, furto, prevaricação, formação de quadrilha, peculato e violação de sigilo funcional.

 

 

 

 

MÍDIAS DO BRASIL

 

Veículo: Portal G1

Editoria: Geral

Assunto: Bope explode ‘piscinão do tráfico’ no Jacarezinho, na Zona Norte do Rio

 

 

 

Bope explode ‘piscinão do tráfico’ no Jacarezinho, na Zona Norte do Rio

Policiais do Bope entraram na comunidade por volta das 7h35 desta terça.

Jacarezinho foi uma das quatro comunidades ocupadas neste domingo.

Policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) entraram na comunidade do Jacarezinho, por volta das 7h35, nesta terça-feira (16), na Zona Norte do Rio e explodiram o “piscinão do tráfico”.

Na segunda-feira (15), o G1 mostrou a área de lazer de criminosos do Jacarezinho achada perto de valão por funcionários da Comlurb. Ao lado de um valão, na localidade conhecida como Fundão, que estava tomada por entulho, foram achadas uma grande piscina e uma churrasqueira.

Área de lazer de criminosos do Jacarezinho é achada perto de valão

As comunidades de Jacarezinho, Manguinhos, Mandela e Varginha foram ocupadas pelas forças de segurança neste domingo (14). A ação durou 20 minutos e ocorreu sem confrontos. As favelas ganharão UPPs até janeiro de 2013. A Comlurb acredita que até sábado (20) serão recolhidas das quatro comunidades cerca de 300 toneladas de lixo.

Ao lado do valão que corta a favela, na rua, havia uma piscina do comprimento de um ônibus, toda azulejada, junto a uma área coberta, com churrasqueira, pia e bancadas. De cada um dos lados da área coberta, um pequeno banheiro e de frente para a piscina, uma guarita para garantir a tranquilidade de seus frequentadores.

Ao longo da rua cortada pelo canal pelo menos outras duas piscinas azulejadas e com chuveirão, mas bem menores eram usadas por crianças, que se esbaldavam sob o sol forte de segunda-feira.

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Veículo: Portal G1

Editoria: Geral

Assunto: Bombeiros são suspeitos de furtar imóvel em combate a incêndio no Rio

 

 

Bombeiros são suspeitos de furtar imóvel em combate a incêndio no Rio

Dono de apartamento no Leblon diz que teve celular e tablet roubados.

Polícia rastreou celular e achou menor que diz ter comprado de bombeiro.

Dois bombeiros são suspeitos de ter furtado um apartamento durante o combate a um incêndio no Leblon, na Zona Sul do Rio. A dona do imóvel, uma médica, deu falta de um celular e de um tablet e avisou à polícia. Como informou o RJTV, os investigadores começaram a monitorar o telefone e nesta terça-feira (16) chegaram a um menor que disse ter comprado o aparelho de um bombeiro.

De acordo com a polícia, o bombeiro, identificado como Robson do Nascimento, de 36 anos, trabalhou no combate ao incêndio, mas ficou apenas na escada Magirus. Na delegacia, ele disse que recebeu o celular como pagamento de uma dívida de um outro bombeiro, identificado como José Carlos Amaral Fernandes, de 48 anos.

De acordo com os agentes, esse segundo bombeiro também estava na ocorrência, e combateu as chamas dentro do apartamento.

 

O CBMERJ (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro) informou na noite desta terça-feira que vai instaurar Conselho de Disciplina, um processo administrativo que determina ou não a exclusão dos militares da corporação, a partir do conteúdo apontado nas investigações.

 

Furto qualificado

A Corregedoria do Corpo de Bombeiros informou que ele vai se apresentar à polícia, na quarta-feira (17), para prestar depoimento. O bombeiro suspeito de ter roubado o celular pode responder por furto qualificado. A pena é de até oito anos de prisão.

O menor que estava com o celular da proprietária do imóvel foi apreendido em flagrante por receptação. O bombeiro que disse ter recebido o celular também deve ser indiciado por receptação, que tem pena de um a quatro anos.

O incêndio aconteceu no dia 28 de setembro, na Avenida Delfim Moreira, na Praia do Leblon.