Área do associado

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Clipping do dia 13 de novembro

13.11.2012

 

Clipping do dia 13 de novembro

 

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assunto: Teto salarial

 

PRESSÃO NA SURDINA

Oficiais da PM e delegados da Polícia Civil já estão se mobilizando para que o governador Raimundo Colombo aumente o teto salarial. Alguns chegam a perder R$ 1 mil mensais no soldo, pois ultrapassam o limite do permitido no contracheque. A realização da Operação Veraneio seria a moeda de troca. E adivinha só quem fica no meio desta queda de braço.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Acidente em Congonhas

 

Suspeita de falha no freio

Empresário pilotava o jato executivo que decolou de Florianópolis e não conseguiu parar na pista

O avião que derrapou domingo na pista do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, deve ser retirado somente hoje do local do acidente, segundo previsão da empresa de táxi aéreo Tropic Air. Em casos como esse, a responsabilidade pela remoção é da dona do jato.

A empresa informou que, segundo relato dos pilotos, o acidente pode ter sido causado pelo sistema de freios da aeronave. Uma perícia foi feita pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa 4) ainda na noite de domingo, mas a investigação não tem prazo para ser concluída.

 

Os peritos da Aeronáutica já recolheram a caixa preta com informações do voo para análise.

O piloto Michael Rumpf-Gail, 66 anos, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Santa Paula. Ele teve traumatismo craniano, mas tem quadro de saúde estável e não precisou de cirurgia. Sua mulher, Elaine Gail, e o copiloto Rafael Ferreira tiveram ferimentos leves e passam bem.

 

Tripulação estava com documentos em dia

O jato, um Cessna Citation CJ3 de prefixo PR-MRG, estava regular, assim como as licenças dos pilotos. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), não houve prejuízo às operações do aeroporto ontem, pois o jato ficou em um local afastado da pista.

 

Até ontem, o avião permanecia no mesmo lugar.

O acidente ocorreu por volta das 17h30min. O Cessna, modelo Citation CJ3, de prefixo PR-MRG, havia decolado de Florianópolis. O aeroporto fechou para pousos e decolagens das 17h35min às 18h41min. A Avenida dos Bandeirantes também foi interditada no sentido Imigrantes para os trabalhos de resgate.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Bandidos queimam ônibus e viatura

 

Bandidos queimam ônibus e viatura

Atentado ao carro da polícia ocorreu duas horas antes do incêndio ao coletivo

Bombeiros tentavam nesta madrugada apagar o fogo em um ônibus que foi incendiado no Bairro Canasvieiras, no Norte da Ilha, em Florianópolis. O ato teria sido para vingar o assassinato de pessoas mortas pela polícia na região.

O ônibus estava lotado de passageiros, mas ninguém se machucou. Testemunhas contaram que três jovens embarcaram como se fossem passageiros. Eles subiram no veículo em um ponto de ônibus perto do Terminal de Integração de Canasvieiras (Tican), nos primeiros minutos da madrugada desta terça-feira. Em uma parada da SC-401, no sentido Centro-Bairro, os três teriam ordenado que todos desembarcassem imediatamente e que ninguém reagisse.

– Disseram que estavam lá pra “vingar a morte dos mano” – contou um passageiro que não quis ser identificado.

Desesperados, usuários do transporte público saíram correndo pela rodovia, inclusive em frente aos carros que se deslocavam em alta velocidade pela pista.

– Tive sorte de não atropelar uma senhora que se atravessou – contou o motorista de um carro, que também não quis ser identificado.

Houve tumulto na rodovia e o trânsito ficou congestionado.

 

Bandidos atacam viatura da Polícia Civil

Duas horas antes do atentado ao ônibus, por volta das 22h, uma viatura da Polícia Civil foi incendiada no Bairro Saco dos Limões, na Capital. De acordo com informações preliminares da polícia, o carro estava estacionado em frente à 2a Delegacia de Polícia Civil. O ataque teria partido de pessoas que estavam dentro de um Corsa preto que passou pelo local ao menos duas vezes.

O caso será investigado pela 2a DP e pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic). Para os policiais que estavam de plantão, este ataque está diretamente ligado a outros atentados a policiais e bases da segurança pública que vêm ocorrendo na região.

Os bandidos colocaram fogo em uma bucha de tecido molhada com material combustível e jogaram para dentro da viatura. Os vidros das janelas da viatura estavam abertos, porque era um carro que ficava à disposição do plantão. Ninguém se machucou.

O veículo ficou queimado por dentro, mas houve poucos danos à lataria. O fogo foi controlado pelos policiais em serviço, com a ajuda de um vizinho, que usaram extintores de outros veículos.

– O estrago só não foi maior porque conseguimos apagar o fogo rapidamente – desabafou o agente de polícia civil de plantão Princeumberto Silva Beccari.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto:  Entrevista com Coronel Araújo Gomes

 

“Estamos escoltando alguns ônibus”

Por telefone, por volta da 1h da madrugada, o tenente-coronel Araújo Gomes confirmou ao DC a onda de atentados na Capital.

 

Diário Catarinense – O que está acontecendo nessa noite em Florianópolis?

Araújo Gomes – Estamos tendo problemas com atentados.

 

DC – Procede a informação de três ocorridos até agora?

Araújo – Procede.

 

DC – Alguma vítima ou não?

Araújo – Não.

 

DC – Atribuem à facção ou alguma coisa assim?

Araújo – Na verdade, o plano de contingência montado prevê, nesse momento, que a preocupação é ativar a proteção de algumas situações, algumas atividades. Depois, em um segundo momento, é que a inteligência irá atribuir a causalidade.

 

DC – Haverá à noite, então, reforço e proteção às unidades policiais?

Araújo – É, na verdade sim, conforme a gente já tinha planejado com antecedência. Então, na área do 4º Batalhão houve um reforço nas áreas operacionais consideradas críticas. Houve uma intensificação do policiamento nas comunidades consideradas mais problemáticas e nós estamos fazendo a escolta de algumas rotas de ônibus que são consideradas mais críticas.

 

DC – É a primeira vez que se tem aqui um atentado a ônibus dessa forma, com fogo?

Araújo – Nesses moldes, sim. Houve há dois anos um que não ficou muito bem explicado, no pátio onde ele estava estacionado, mas se atribuiu até a um doente mental ou coisa parecida. Fora isso, não tinha acontecido.

 

DC – Alguém detido até agora?

Araújo – Já tem detido. Um suspeito está detido pela Polícia Militar pelo atentado de Canasvieiras.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Cacau Menezes

Assunto: Polícia Rodoviária Estadual

 

 

Dia e noite

A Polícia Rodoviária Estadual começou a usar radar com tecnologia a laser para multar carros à noite. Os moradores do Norte da Ilha foram presenteados com quatro radares exatamente embaixo da marquise do pedágio, da SC-401 (por enquanto, sentido praias-Centro). À noite, até parece uma árvore de Natal, com o espocar dos flashes. Ocorre que, na curva, a velocidade é de 80 km/h e, logo a seguir, 60 km/h; mas, meio escondido atrás desta placa de 60 km/h, a cerca de 10 metros do pedágio, há a placa de 40 km/h. E passando a 50 km/h a multa é grave ou seria gravíssima?

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Entrevista com Comandante geral da PM

 

“Os ataques devem ser punidos severamente”

Nazareno Marcineiro, Comandante geral da PM

Presidente do Conselho Nacional dos Comandantes-gerais das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros e comandante-geral da PM de SC, coronel Nazareno Marcineiro fala dos ataques em SP, cuja autoria investigada seria da principal facção criminosa paulista, em que pelo menos 95 agentes de segurança foram mortos este ano. Ele considera que não há correlação com SC.

 

Diário Catarinense – Qual a motivação para o que o senhor chama de “guerra silenciosa” em SP?

Nazareno Marcineiro – O que ocorre em São Paulo é que se instalou uma reação do crime contra a atuação das forças regulares do Estado. Um desrespeito às instituições públicas por parte de criminosos que se consideram acima do Estado.

 

DC – Quais mecanismos que o Conselho está buscando para que criminosos de SP suspeitos pelos ataques não fiquem impunes?

Marcineiro – Fazer com que esses ataques sejam punidos com muita severidade. É por isso que estamos buscando incluir entre os crimes hediondos ataques a agentes da lei, por meio do abaixo-assinado do movimento Reaja Brasil (o link é www.peticaopublica.com.br/peticaoassinar.aspx?pi=reaja.bra). Estamos obtendo resultados bastante expressivos em todo o país.

 

DC – A guerra em SP também está acontecendo em SC?

Marcineiro – Não percebo isso, não. Nós temos o caso do ataque contra a agente penitenciária, o atentado ao policial civil no Norte da Ilha e disparos contra a base da Polícia M na Vila Aparecida. Mas nenhum dos três casos têm relação entre si.

 

DC – Como o senhor acha que a organização criminosa catarinense pode ser combatida?

Marcineiro – Não tenho como afirmar que há uma organização criminosa atuando. Mas sei que os presídios devem ser lugares de reclusão de criminosos. Lá dentro, a comunicação com o mundo externo deve ser restringida o máximo possível. Contato com familiares e advogados deve ser devidamente monitorado. Comunicação com uso do celular com o mundo externo é extremamente comprometedora para a segurança pública.

 

DC – Profissionais da segurança dizem que se a facção criminosa catarinense não for combatida, SC vai se tornar SP nos próximos anos. O senhor concorda?

Marcineiro – Penso que o Estado que tenha uma facção criminosa atuando de forma livre e solta chega sim, sem dúvida nenhuma, a um estado de desrespeito à instituições de segurança como é o caso de São Paulo. Não estou afirmando que em SC há uma organização criminosa.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Penitenciária São Pedro de Alcântara

 

Presos usam celular para gravar agentes

Imagens mostram ação em cela da Penitenciária de São Pedro de Alcântara

Presos da Penitenciária de São Pedro de Alcântara posicionaram um telefone celular no alto de uma cela e gravaram a ação de agentes no local durante um suposto motim, ocorrido na quarta-feira passada.

Na filmagem, cinco agentes aparecem entrando com pelo menos duas escopetas no local, tendo à frente o diretor da penitenciária, Carlos Alves. Há um disparo de bala de borracha no começo. Os presos não aparecem durante a intervenção dos agentes, apenas os gritos são ouvidos, enquanto acontece uma movimentação contínua dos agentes na cela.

A ação dura três minutos. Ao final, os presos dão a entender que comemoram, gritam “já era, já era”, e em nenhum momento aparecem gritando de dor ou mostram ferimentos.

A promotora da Moralidade Administrativa de São José, Márcia Arend, recebeu cópia do vídeo, ontem, de um advogado, e abriu procedimento administrativo para apurar a ação.

Para a promotora, a princípio, os servidores violaram a lei, mas ela ainda não conseguiu identificar todos os presentes na cela. Ela pedirá apoio do centro de tecnologia do MPSC e do Instituto Geral de Perícias (IGP) .

– Há imagens tremidas, e também quero ter a degravação do áudio – declarou a promotora.

O juiz da Corregedoria Geral da Justiça, Alexandre Takaschima, que estava em viagem ontem, foi informado do vídeo, assim como o juiz da Vara de Execuções Penais em São José, Humberto Goulart da Silveira.

Takaschima disse que a gravação foi feita durante uma operação na penitenciária, e ressaltou que o juiz Humberto Silveira fará nova inspeção no local às 13h de hoje.

O diretor do Departamento de Administração Prisional (Deap) e o diretor da penitenciária, Carlos Alves, exibiram o vídeo do celular ao DC na noite de ontem. Para eles, não houve violência, mas uso necessário da força para conter o motim. Os dois exibiram outro vídeo, desta vez do circuito interno, em que um detento ataca um agente embaixo de uma escada. Afirmam que esta ação desencadeou o motim e o tumulto.

– Naquela cela estão cinco presos que, juntos, têm a cumprir 285 anos de prisão – declarou Lima, que não quis comentar a investigação da promotora.

 

“O que houve foi uso progressivo da força”

ENTREVISTA: Leandro Lima, Diretor do Deap

Para dirigente do Deap, a intenção dos presos era desestabilizar o sistema e afastar o diretor

 

Diário Catarinense – Qual a sua avaliação sobre a ação dos agentes que aparece no vídeo?

Leandro Lima – O que houve foi o uso progressivo da força e uma legítima ação do Estado para manter a ordem, para não haver uma rebelião generalizada. Se houvesse rebelião, o uso da força teria de ser muito maior, precisaríamos de ter apoio da Polícia Militar.

 

DC – Então, na sua avaliação, não houve violência dos agentes contra os presos?

Leandro – Repito: o que houve foi o uso progressivo da força para neutralizar o motim dos presos.

 

DC – E em relação aos gritos dos presos?

Leandro – Trata-se de uma ação ilegítima e preparada dos presos, uma armação. Não se pode avaliar a ação também porque os agentes estavam sendo enganados e os presos sabiam disso. Houve gritos mais do que o normal. Foi encenação.

 

DC – Por que fizeram esta suposta encenação?

Leandro – Tudo o que está acontecendo é para desestabilizar o sistema e retirar o Carlos (diretor da penitenciária) do comando. Ele é o profissional mais habilitado em intervenção (distúrbios em prisões) no Estado.

 

“Estavam encenando uma situação”

ENTREVISTA: Carlos Alves, Diretor da penitenciária

Diretor da penitenciária acredita ação foi não só para atingi-lo, mas também contra o Estado

 

Diário Catarinense – Houve violência contra os presos?

Carlos Alves – Uso as mesmas palavras do diretor Leandro: o que houve foi o uso progressivo da força para conter os presos.

 

DC – E quando os presos gritam?

Carlos – Estavam encenando uma situação para causar a desestabilização do sistema.

 

DC – Foi feito exame de corpo de delito? Qual o resultado?

Carlos – Foi feito, mas não em todos os presos. Não conheço o resultado dos laudos.

 

DC – Qual a razão da suposta encenação?

Carlos – Não é só contra mim, é contra o Estado.

 

DC – Há suposições de familiares e advogados de que a ação dos agentes seria em razão da morte da sua mulher (agente Deise Alves, morta no dia 26 de outubro). O que o senhor tem a dizer sobre isso?

Carlos – Que é uma falta de respeito e responsabilidade contra a memória da Deise e do Estado por quem diz isso. São as únicas coisas que tenho a dizer a respeito.

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Veículo: A Notícia

Editoria: Geral

Assunto: Tiroteio em casa noturna de São Francisco do Sul

 

Câmeras de segurança flagram tiroteio em casa noturna de São Francisco do Sul

Um homem acabou morto, baleado por um policial civil que estava no local

As câmeras de monitoramento de uma casa noturna em São Francisco do Sul, litoral Norte de Santa Catarina, flagraram a confusão que resultou na morte de um homem dentro do estabelecimento. O tiroteio ocorreu na Prainha, durante a madrugada de domingo.

Segundo a Polícia Militar, o homem estaria discutindo com o segurança da boate quando sacou um revólver. Ele já havia sido retirado do local momentos antes pelos seguranças. Logo depois, voltou e começou a atirar.

As câmeras registraram o momento que o suspeito abriu a porta da boate e começou a disparar. As imagens mostram também os seguranças tentando se proteger e fechar a porta principal do estabelecimento. Um deles foi atingido de raspão.

Um policial civil que também estava no local acabou baleando o homem, que morreu instantes depois na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São Francisco do Sul. O segurança atingido, Amarildo Siqueira, 39 anos, foi socorrido pelos bombeiros e levado para a UPA.

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Veículo: A Notícia

Editoria: Geral

Assunto: Julgamento do caso Ana Bely

 

 

Julgamento do caso Ana Bely deve terminar apenas de madrugada

Padrasto é acusado de torturar e matar menina de um ano e quatro meses, em Campo Alegre

O julgamento de Luciano Antônio da Silva, 29 anos, acusado de torturar e matar a menina Ana Bely, em maio do ano passado em Campo Alegre, Norte de SC, e da mãe dela, Sirlei de Fátima Lima, 29 anos, julgada como coautora do crime, começou na manhã desta segunda-feira, mas não tem previsão para terminar tão cedo. A previsão é de que acabe apenas perto das 3h da madrugada de terça.

O júri popular, realizado em São Bento do Sul com a participação de sete jurados é assistido por cerca de 25 pessoas, inclusive parentes dos réus. O primeiro a prestar depoimento foi o legista José Ricardo Flores Padilha, que fez o laudo onde foi apontada a causa da morte da menina.

O médico falou sobre as lesões e mostrou imagens chocantes sobre a autópsia. Ana Bely aparecia com arranhões no rosto, dois dedos com falta de pele (possivelmente queimados) e várias manchas roxas pelo corpo que teriam aparecido duas semanas antes da morte e outras mais recentes.

 

O médico mostrou ainda as lesões na boca da menina, que acredita serem causadas por violência. Além do gesso no braço esquerdo por causa de duas fraturas, José Ricardo diz ter encontrado dois fios de costela quebrados, assim como o osso de uma perna.

—  São lesões incomuns para uma criança desta idade. Só sendo aparecendo em acidentes de trânsito ou queda de altura. Numa trauma acidental, normalmente é nas pontas dos ossos, e não no meio  — explica.

As falas do médico foram questionadas pelas duas defesas. Enquanto a advogada de Luciano questionou se chineladas teriam causado aquelas lesões, o defensor de Sirlei tentou argumentar sobre a possibilidade dos machucados não terem sido identificados pela família.

O segundo a entrar no Tribunal foi José Luiz dos Santos, 20 anos, irmão mais velho de Ana Bely. Ele voltou a dizer que a mãe se preocupava com a filha e perguntava sobre os machucados. O padrasto respondia, segundo ele, dizendo que eram quedas ou que havia se ferido na porta.

José Luiz voltou a falar sobre o que o irmão, que é surdo e mudo, contou em gestos sobre o ocorrido. O garoto teria contado que Ana Bely estava chorando e que Luciano bateu nela. Ele lembrou ainda que um mês antes da morte, a menina chorava e só queria ficar com a mãe. Não queria mais ficar com o padrasto.

Outra pessoa a falar para o júri foi a diretora da escola em que Ana Bely estudava, Maira Juceli Pereira, em defesa de Sirlei. Ela contou sobre os constantes desmaios da menina e no pedido para que Luciano levasse a criança para o médico.

A diretora conta que chegou a questionar o padrasto sobre o machucado do pé, mas ele teria se defendido, dizendo que era mordida de rato. A menina teria deixado de ir à escola um mês antes de morrer.

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Geral                               

Assunto: Atentados na Grande Florianópolis

 

 

Dois ônibus e viatura são incendiados em série de atentados na Grande Florianópolis

Represálias à ação da polícia seriam as causas dos crimes

Três incêndios em série na noite de segunda-feira, um as 21h50, outro às 23h15 e o terceiro às 23h55, deixaram dois ônibus e uma viatura da Polícia Civil queimados na Grande Florianópolis. Os três foram criminosos. O primeiro ocorreu na Capital, em frente à segunda DP do Saco dos Limões, na rua professor Adir Faísca, e foi provocado por homens que estavam em um veículo Corsa, modelo antigo, com vidros revestidos por película. Eles jogaram uma estopa encharcada de gasolina dentro da viatura. O fogo foi controlado por vizinhos e policiais de plantão.

Os atentados contra os ônibus aconteceram contra a linha do Canto do Lamin, às 23h15, quando um homem armado invadiu o ônibus e incendiou o carro da linha Tican-Lamin. Uma hora mais tarde, outro incêndio criminoso, quando quatro homens armados invadiram o ônibus, mandaram os passageiros descer e atearam fogo. As ocorrências deixaram a polícia de prontidão durante toda a noite.

O outro atentado aconteceu às 23h55, contra o carro que fazia a linha Canasvieiras-Cachoeira, na SC-401. O ônibus foi levado para a sétima Delegacia de Polícia, em Canasvieiras.

Quando os bombeiros chegaram o ônibus da linha Canasvieiras-Cachoeira estava totalmente tomado pelo fogo. Estava próximo a passagem de pedestres do Papaquara. Quatro homens mandaram os passageiros descer e atearam fogo.

 

Fogo em viatura

Uma viatura da Polícia Civil, estacionada em frente a segunda delegacia do bairro Saco dos Limões (rua professora Adir Faísca), em Florianópolis, foi incendiada na noite de segunda, por volta das 21h50.

Os suspeitos em um carro Corsa, modelo antigo, passaram duas vezes em alta velocidade, despertando suspeita no agente de policia de plantao, Franciumberto Silva Beccari, que ligou para o delegado de plantão pedindo para acionar apoio do Cope porque algo de estranho estava acontecendo.

No momento em que telefonava, o agente sentiu forte cheiro de queimado. Correu para fora da delegacia e viu a viatura pegando fogo. Com ajuda de vizinhos e um extintor de incêndios, conseguiram controlar as chamas. Mais tarde a pericia chegou ao local e encontrou uma bucha encharcada de gasolina que foi encontrado em cima do banco do passageiro.

A Deic foi acionada e um aparato policial foi montado em frente à delegacia para evita novos ataques na madrugada. O clima é de preocupação e tensão em toda as unidades policiais, porque na mesma noite dois ônibus foram incendiados em Canasvieiras. Os suspeitos da ação teriam dito: avisa a polícia para não bater nos nossos irmãos. A polícia não tem dúvida que os atentados foram planejados e trata-se de represália dos criminosos contra a ação enérgica que vem se verificando no sistema prisional.

Depois, um posto da Polícia Militar de Palhoça foi alvo de vários tiros. Até agora, os autores dos disparos não foram localizados.

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Hélio Costa

Assunto: Helicóptero da Polícia salvando vidas

 

Helicóptero da Polícia salvando vidas

Além de socorrer acidentados, a aeronave vem sendo usada no transporte de órgãos humanos para transplante. O serviço já conquistou homenagem

Ação humanitária

O (Saer) Serviço Aeropolicial da Polícia Civil não atua somente em ocorrências policiais. A aeronave vem sendo utilizada em diversos atendimentos médicos. Além de socorrer e transportar vítimas de acidente para hospitais, o helicóptero também está transportando de órgão humano para futuro transplante. Semana passada mais um médico da SC Transplantes voou com a tripulação para Tubarão, no Sul do Estado, onde realizou a coleta de órgãos. Pela dedicação, o Serviço Aeropolicial já recebeu uma homenagem da equipe médica. Para a tripulação, a homenagem foi uma forma de enaltecer o trabalho desenvolvido na condução e apoio logístico para transportes de órgãos e equipes responsáveis pelos transplantes realizados em diferentes hospitais do Estado. Está aí uma boa ação da rapaziada do Saer que vem ajudando médicos a salvar vidas em Santa Catarina.