Área do associado

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Clipping do dia 13 de fevereiro

13.2.2012

CLIPPING

13 de fevereiro de 2012

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assunto: Polícia Civil

 

 

DINAMITES, INTRIGAS E A FALTA DE PULSO

A incompetência da Polícia Civil para prender as quadrilhas que andam explodindo caixas eletrônicos a torto e a direito pelo Estado seria motivo de piada, não fosse tão grave. Por trás desta demora toda, existe disputa de ego entre delegados, briga política – SSP contra o sindicato – e até a falta de uma definição clara sobre o papel de cada um na operação de caça aos bandidos.

 

* * *

Já são 49 assaltos desde o ano passado em Santa Catarina. A polícia estima que um caixa eletrônico, lotadinho, tenha cerca de R$ 300 mil. Se fizermos um cálculo bem mais modesto, considerando em torno de R$ 80 mil por máquina, os bandidos já embolsaram a bagatela de R$ 3,9 milhões. Resta saber até quando o Centro Administrativo vai assistir, passivo, tamanha onda de criminalidade no Estado.

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Gerais

 

Menina se afogou e segue desaparecida

Uma adolescente de 13 anos se afogou e está desaparecida desde o sábado no Rio Itapocu, em Guaramirim. Até ontem à tarde Caroline Suelen Martendal não havia sido encontrada. As buscas pelo corpo da estudante devem ser retomadas ontem. O comandante do Corpo de Bombeiros Voluntários de Guaramirim Laury Carlos Leite disse que a correnteza no fundo da água é muito intensa. Ontem, as equipes dos bombeiros fizeram buscas ao longo do rio. A parte em que as meninas brincavam tem cerca de três metros de profundidade.

Caroline estava com a irmã mais nova e outras três amigas brincando às margens do rio perto da casa onde moram, no Bairro Recanto Feliz, quando ocorreu o acidente.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Moacir Pereira

Assunto: Caixas eletrônicos/morte do vereador

 

 

Duas questões graves de interesse público estão desafiando neste momento as autoridades da segurança pública de Santa Catarina: a audácia das quadrilhas que continuam explodindo caixas eletrônicos em diferentes pontos do território catarinense e a interminável investigação sobre a morte do vereador Marcelino Chiarello, do PT de Chapecó.

Nos dois casos há sintomas de divisão interna dentro da estrutura policial estadual. As explosões dos caixas envolvem grupos criminosos especializados, que se valem até de logística sofisticada para desafiar as autoridades policiais. Há suspeitas de que a autoria envolva policiais e ex-policiais. Circularam informações de que ex-policiais do Paraná teriam agido em Santa Catarina. Mais do que suspeitas, a forma com que os bandidos agiram, por exemplo, no assalto do Posto Sinuelo, no Norte catarinense, revelou formação técnica até no modo de utilização dos armamentos.

As ações preventivas e repressivas contra as quadrilhas dos caixas eletrônicos cabem, pela legislação, à polícia estadual. Quando se trata de explosões na Caixa Econômica Federal, a competência passa para a Polícia Federal. A fiscalização dos explosivos usados pelos bandidos é prerrogativa do Exército que, por todos os indicativos, não conta com estrutura para executar com rigor esta obrigação. Além disso, o volume de explosivos no comércio é grande, em função de obras rodoviárias que exigem o uso de dinamites e empresas especializadas em detonações.

Investigações feitas pela Polícia Federal revelam que há uma forte ligação entre as quadrilhas de caixa eletrônicos e o tráfico de drogas. Excluídos de determinados territórios pela intervenção policial ou governamental, os traficantes buscam outras alternativas para compensar perdas financeiras. E a estrutura policial dos Estados não está preparada para enfrentar a audácia destas quadrilhas.

 

 

SUICÍDIO?

Incompreensível para a população é constatar uma eficácia elogiável da Deic, por exemplo, no combate aos sequestros e na apuração de crimes bárbaros. Mas até agora sem o mesmo desempenho em relação às explosões de caixas eletrônicos. Nos bastidores da segurança pública circula a tese de que divisões internas pretendem fragilizar o delegado Cláudio Monteiro, diretor da Deic.

Os movimentos de protesto dos delegados e policiais civis e o não atendimento das reivindicações feitas ao governo também podem explicar o avanço da criminalidade dos caixas.

A mesma divisão vem se verificando em relação à morte do vereador Marcelino Chiarello, do PT de Chapecó. Já se passaram 75 dias e até agora não se conhece o resultado das investigações. A Polícia de Chapecó revelou, depois de entrar na residência do vereador, que se tratava de homicídio. O laudo sobre a causa da morte – traumatismo craniano – foi conhecido dois dias depois. A perícia técnica foi convocada para investigar o caso e chegou à conclusão que se tratou de suicídio. Todos os levantamentos feitos foram encaminhados para especialistas em São Paulo. Lá também a constatação da perícia, segundo se informa, é de ocorrência de suicídio.

Os dirigentes do PT catarinense mobilizaram-se em vários atos e em diferentes escalões do governo federal, convencidos de que houve homicídio. O caso acabou ganhando forte conotação política. Agora, com esta nova revelação da perícia, outros podem ser os desdobramentos políticos.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Informe Político

Assunto: PEC 300

 

ALIÁS

Com tantos movimentos em curso nas polícias Civil e Militar país afora, e sem a aprovação da PEC 300, que cria um piso nacional para a Segurança Pública, será que as postulações não precipitarão um outro debate tabu sobre a unificação das duas forças nos estados?

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Editorial

Assunto: Os desafios da segurança

 

O DESAFIO DA SEGURANÇA

Na véspera da maior festa popular do mundo e na antevéspera da realização de eventos esportivos internacionais em nosso território, o país vê agigantar-se o desafio de todos os dias, que muitas vezes fica em segundo plano na visão das autoridades e governantes: a segurança pública. Bahia e Rio de Janeiro já tiveram que recorrer a tropas federais para garantir a segurança, depois que policiais militares e civis cruzaram os braços e, em alguns casos, promoveram desordens. Ainda que tais manifestações sejam condenáveis sob todos os aspectos, não se pode fugir do desafio maior, que é a remuneração adequada e a concessão de condições dignas de trabalho para os servidores que têm o dever de proteger a população da violência e da criminalidade.

Mas o desafio da segurança em nosso país não se limita a atendimento de demandas pontuais das corporações policiais nem pode ser direcionado apenas para os turistas esperados na Copa de 2014 e na Olimpíada de 2016. Precisamos de soluções para ontem – e que sejam duradouras. Se o ponto de referência é o Mundial de futebol, precisamos evoluir muito. De todos os países que já receberam a competição, apenas a África do Sul apresenta um índice de homicídios superior ao brasileiro. No país-sede do último campeonato promovido pela Fifa, registravam-se mais de 40 homicídios por 100 mil habitantes. A média brasileira é de 24 por 100 mil. A Organização das Nações Unidas considera aceitável uma média de 10 homicídios para cada grupo de 100 mil pessoas.

Estamos, portanto, longe do desejável. A preparação para a Copa, porém, pode ser uma grande oportunidade para este salto de qualidade na segurança pública do país. Os investimentos que o governo brasileiro se propôs a fazer nas cidades-sedes destinam-se a oferecer à população um sistema de segurança baseado no planejamento, em ações preventivas e de resposta imediata, e em equipamentos avançados para detectar armas de fogo. O Ministério da Justiça pretende colocar em prática metodologias de trabalho e ações nas áreas de operações, perícia, inteligência, logística e prevenção, baseadas em estudos técnicos feitos por servidores que acompanharam uma visita do Papa à Inglaterra e conheceram centros de controle de Washington e Nova York. A ideia é transformar os investimentos para o Mundial em legado permanente para a população.

A realidade atual, porém, é bem diferente. As polícias estaduais contam com equipamentos precários, viaturas sucateadas, insuficiência de pessoal e – a grande preocupação do momento – péssima remuneração, o que está na base do descontentamento das forças de segurança e de manifestações que beiram o amotinamento. A maior urgência, portanto, é a questão salarial, que precisa ser resolvida pontualmente, pois a controversa PEC 300 – que pretende fixar um piso nacional para os policiais – colide com as desigualdades econômicas dos Estados.

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____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Caixas eletrônicos

 

A ousadia continua

Registrado primeiro caso de ataque a caixa eletrônico em FlorianópolisO poder de fogo e a audácia dos assaltantes de caixas eletrônicos que utilizam explosivos mais uma vez assustaram catarinenses. No fim de semana, foram dois ataques. Um deles dentro de um supermercado em Florianópolis, configurando o primeiro ataque na Capital. O outro aconteceu na pacata Rio dos Cedros, de 10,2 mil habitantes, no Vale do Itajaí, onde o carro de um taxista foi atingido com tiros de fuzil.

A primeira ação desses assaltantes com explosivos em Florianópolis ocorreu na madrugada de ontem, no supermercado Comper do bairro Jardim Atlântico. Os ladrões entraram por volta das 5h, quando o estabelecimento estava fechado. Segundo a Polícia Militar (PM), os bandidos detonaram com dinamite o caixa eletrônico do banco Bradesco, que fica logo na entrada do supermercado. O grupo teria fugido em um veículo não identificado. A explosão danificou a porta de entrada e os vidros do local.

Ontem à tarde, o caixa estava coberto por uma lona e com o aviso de que estava em manutenção. Funcionários disseram que as câmeras de monitoramento interno gravaram a ação dos criminosos e que entregaram a filmagem à Polícia Civil. O crime foi registrado na 3ª Delegacia de Polícia. Os investigadores não deram detalhes sobre a apuração, que vai para a Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic).

 

Um carro foi alvejado no ataque em Rio dos Cedros

Em Rio dos Cedros, o ataque ocorreu às 3h30min de sábado, na agência do Banco do Brasil, no Centro. Cinco homens encapuzados e fortemente armados explodiram dois dos quatro caixas eletrônicos. A PM foi acionada por vizinhos da agência bancária e durante a ligação é possível escutar o barulho da explosão. Um táxi que passava pelo local no momento da ação foi surpreendido com disparos, mas ninguém se feriu. No local foi encontrado uma cápsula de um fuzil 762.

“É uma praga”, diz delegadoEm nenhum dos dois novos casos de explosão a caixas eletrônicos houve prisão. Desde o ano passado, são 49 ataques, conforme levantamento do DC com as polícias. A onda desse tipo de crime atinge todas as regiões, cidades de porte grande, médio e pequeno – e agora também a Capital.

Constrangida com a força dos bandidos, a polícia afirma que os criminosos fazem parte de várias quadrilhas. A Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), em Florianópolis, concentra a investigação.

O delegado geral da Polícia Civil de SC, Aldo Pinheiro D’Ávila, disse ontem que o trabalho policial para identificar e prender os criminosos já está bem intensificado e que está cobrando resultados. Aldo não acredita que o ataque no supermercado em Florianópolis tenha sido praticado pela mesma quadrilha que vem agindo no Vale e Litoral.

– É uma praga (os ataques com explosivos) – declarou o delegado geral.

O secretário de Segurança Pública, César Grubba, deve se reunir hoje com o delegado para saber como anda a investigação. O comandante do 4º Batalhão da Polícia Militar, em Florianópolis, tenente-coronel Araújo Gomes, disse que ondas de crimes só costumam ser interrompidas com investigação, mas lembrou que a ajuda da comunidade com denúncias também é importante.

Foi o que aconteceu em novembro de 2011, quando a PM apreendeu, a partir de informações, 74 quilos de dinamite em uma casa na Costeira, no Sul da Ilha.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Cassino é fechado em SC

 

Cassino é fechado em SC

Um cassino instalado em uma casa de luxo foi fechado pela Polícia Militar (PM) em Balneário Camboriú. No local, piscina e ofurô dividiam espaço com roletas e mesas de carteado. Vinte pessoas, entre apostadores e funcionários, estavam no local no momento da chegada dos policiais. Os responsáveis vão responder na Justiça pela exploração de jogo ilegal.

A abordagem ocorreu na noite de sexta-feira, após vários dias de investigação. A mansão, que fica às margens do Rio Camboriú na Rua Aurora, Bairro Jardim Iate Clube, já havia sido ocupada por uma boate. Mas, mesmo estando fechada, a mansão continuava a receber frequentadores, o que chamou a atenção da polícia. A maioria dos apostadores chegava ao local em carros luxuosos, grande parte deles com placas de outras cidades, de Curitiba e do interior do Paraná.

No cassino não circulavam cédulas, apenas vales e cartões de crédito. Por isso, a polícia acredita que eram movimentadas grandes quantias de dinheiro.

O material de jogo apreendido no local, como fichas, roletas e jogos de cartas, foi recolhido. Os móveis e aparelhos eletrônicos foram doados para uma clínica de recuperação de dependentes químicos, cadastrada no Fórum de Balneário Camboriú para receber material proveniente de apreensões policiais.

Segundo o levantamento feito pela PM, a casa foi alugada para abrigar o cassino. O proprietário da mansão estava na residência no momento da apreensão, por isso também poderá responder pelo crime. Entre os funcionários, pelo menos dois já haviam sido flagrados trabalhando em outras casas de jogos fechadas pela polícia.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Crimes e ocorrências

 

Família é rendida por assaltantes sábado

Uma família foi rendida por um grupo de assaltantes na tarde de sábado, por volta de 13h30min, em Itapoá. De acordo com a Polícia Militar, dois homens teriam invadido uma casa da rua 1.340, no Centro. Eles amordaçaram as vítimas e as prenderam em um cômodo da residência. Ninguém ficou ferido. Os assaltantes levaram um Corsa e objetos pessoais das vítimas. O veículo foi encontrado cerca de 30 minutos depois. Os suspeitos não foram localizados.

 

Suspeitos de matar três podem ser soltos

Completa hoje 30 dias a prisão temporária dos quatro suspeitos de matar o mestre de obras Gelson Aparecido de Souza, 32 anos, e os filhos Gean, de nove, e Victor, de cinco. No dia 9 de janeiro eles foram encontrados mortos com golpes de pés de cabra. A assessoria da Polícia Civil não soube informar se os suspeitos terão a prisão preventiva decretada, já que a decisão depende da Justiça e do Ministério Público.

____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Segurança

Assunto: Caixas eletrônicos

 

Chega a 49 o número de caixas eletrônicos dinamitados em Santa Catarina desde janeiro de 2011

Última explosão ocorreu na madrugada deste domingo, dentro do supermercado Comper do jardim Atlântico, em Florianópolis

Ladrões se assustaram e não levaram dinheiro da máquina

Já são 49  o número  de caixas eletrônicos dinamitados no território catarinense desde  janeiro de 2011.  O último foi na madrugada deste domingo (12), entre 5 e 5h30, na avenida Engenheiro Max Schramm, 3.722, que fica dentro do supermercado Comper do Jardim Atlântico. Duas portas de vidro temperado do supermercado foram pelos ares. O prejuízo ficou para o supermercado, já que os ladrões não levaram o dinheiro contido nas gavetas do caixa Bradesco. Supõem-se que os assaltantes  ficaram assustados com o soar do alarme eletrônico e fugiram.  A empresa que faz o monitoramento do alarme chegou minutos depois da explosão.

O estrondo  foi ouvido a quarteirões de distância. Um  funcionário que se encaminhava para o trabalho apressou o passo quando ouviu o estouro. O Bope, peritos do IGP (Instituto Geral de Perícia), a equipe de furtos e roubo da Deic e os funcionários da transportadora de valores Prosegur chegaram rapidamente.  Segundo funcionários do supermercado, o caixa tinha sido abastecido pela Prosegur no sábado.

“Quando cheguei  no trabalho fiquei assustada com o movimento fora do normal na porta da loja. Pensei que ainda tinha bandido dentro do supermercado”, disse uma funcionária.  Outros dois assaltos foram registrados no fim de semana.  Um sábado, em Rio dos Cedros e outro na madrugada de sexta-feira em Cunhã Porã, Extremo-oeste do Estado.  Foi um assalto por dia.

 

Nem com a ajuda do Exército resolve

Nem a força-tarefa formada em outubro do ano passado pela SSP  (Secretaria e Segurança Pública)  consegue conter a série de explosões comandadas por assaltantes carregados de dinamite.  A equipe de furtos e roubos da Deic, comandada pelo delegado Diego Azevedo, passou este domingo (12) na rua buscando pistas dos autores da explosão. Em janeiro deste ano o governo pediu ajuda ao Exército para empreender ações de fiscalização a empresas que manuseiam dinamites e demais explosivos.  Quatro meses depois de criada a Força-Tarefa não surtiu o resultado desejado, pois neste fim de semana ocorreu um assalto por dia.

 

 

 

Ataques a caixas eletrônicos

 

2011

 

Janeiro 1

 

Fevereiro 1

 

Julho 1

 

Agosto 4

 

Setembro 7

 

Outubro 6

 

Novembro 4

 

Dezembro 12

 

2012

 

Janeiro 10

 

Fevereiro 4

____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Hélio Costa

Assunto: Abono permanência policiais civis

 

 

Policiais civis na expectativa do projeto de lei sobre adicional de permanência

Governo encaminha proposta à Assembléia Legislativa amanhã. Se for aprovada os agentes serão beneficiados em 25% do salário na aposentadoria

Hora de negociar

Policiais civis estão na expectativa do resultado do projeto de lei sobre o adicional de permanência que o governo encaminha amanhã à Assembleia Legislativa. A categoria está mobilizada e vai conversar com os parlamentares para que aprovem em caráter de urgência urgentíssima a proposta que equivale a 25% sobre o salário, quando se aposentam. Para evitar a paralização e a violência que  ocorreu na Bahia, o governo retomou as negociações com os policiais civis, na última quinta-feira, quando se comprometeu encaminhar para o legislativo o projeto de lei de permanência e processar a nomeação dos 605 policiais civis aprovados no último concurso. Tudo no mesmo dia. O próximo encontro com os representantes dos sindicatos (Sinpol, Sintrasp) e com a Associação dos Delegados ficou agendado para o início de março, onde serão discutidos os subsídios, carreira jurídica, compactação salarial e outras reivindicações.

 

 

BLOGS

 

Moacir Pereira

 

Policia Civil:novas medidas12 de fevereiro de 2012

A anarquia policial militar que se registrou nos últimos dias na Bahia, oportunamente contida por intervenções firmes das autoridades federais, deflagrou um processo explosivo, que contaminou outros Estados. Em Santa Catarina, ao contrário do banditismo predominante na Bahia, registra-se na Policia Militar um cenário rigorosamente oposto. Há, ao contrário, um clima de pacificação e de unificação, resultado de uma competente ação politica e de uma bem conduzida estratégia do comando da corporação. Por coincidência, enquanto em Salvador os criminosos militares invadiam a Assembleia, abandonaram a população e se insurgiam contra todos, cancelando a maior festa popular dos baianos, aqui na Policia Militar acontecia a reintegração dos policiais anistiados.

Há, contudo, questões pendentes na segurança pública, relativas a policia civil. Como o projeto do piso nacional salarial dos policiais foi para o espaço no Congresso Nacional, há uma certa inquietação entre policiais civis, segundo revelou o presidente da Adepol, Renato Hendges. Mas há sinais novos que renovam esperanças de atendimento das aspirações dos policiais. Na terça-feira, o governador assina 513 nomeações de policiais civis concursados. Isto representa 1/6 do efetivo. Enviará, também, projeto que concede o adicional de permanência. Transformado em lei vai liberar 400 policiais com mais de 30 anos de serviço e que levarão o adicional para os proventos de aposentadoria. A policia civil terá, assim, duas renovações de impacto. Pedro Cardoso, presidente do Sindicato dos Policiais, enaltece as duas medidas e vê renascer esperanças com a decisão do governo de reabrir negociações a partir de março.

Raimundo Colombo mostra-se determinado a equacionar todas as pendências da Policia Civil para melhorar o combate à criminalidade e elevar o nível da segurança pública. “Vamos anunciar outras medidas para os policiais civis”, assegurou em Fraiburgo, depois de participar da colheita da maçã.

 

Policiais civis: governo concede adicional permanência10 de fevereiro de 2012

Presidente da Associação dos Delegados de Policia de Santa Catarina, Renato Hendges, confirmou hoje que o governador Raimundo Colombo vai remeter na próxima terça-feira projeto de lei que concede adicional de permanência aos policiais civis de Santa Catarina. O benefício vinha sendo concedido e garantido na aposentadoria, mas foi suspenso pelo Iprev em janeiro de 2011. É assegurado aos policiais com mais de 30 anos de serviço, na sede de 5% ao ano até o o limite de 25%.

A partir de janeiro de 2011, os policiais perdiam este benefício quando passavam para a inatividade. Segundo a Adepol, cerca de 400 policiais com tempo de serviço permanecem na ativa para não terem redução de salários.

 

Policiais civis: governo concede adicional permanência10 de fevereiro de 2012

 

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Presidente da Associação dos Delegados de Policia de Santa Catarina, Renato Hendges, confirmou hoje que o governador Raimundo Colombo vai remeter na próxima terça-feira projeto de lei que concede adicional de permanência aos policiais civis de Santa Catarina. O benefício vinha sendo concedido e garantido na aposentadoria, mas foi suspenso pelo Iprev em janeiro de 2011. É assegurado aos policiais com mais de 30 anos de serviço, na sede de 5% ao ano até o o limite de 25%.

A partir de janeiro de 2011, os policiais perdiam este benefício quando passavam para a inatividade. Segundo a Adepol, cerca de 400 policiais com tempo de serviço permanecem na ativa para não terem redução de salários.

 

Postado por Moacir Pereira, às 18:46

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Fiesc: exportações de SC cresceram 15,6% em janeiro10 de fevereiro de 2012

 

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As exportações catarinenses em janeiro somaram US$ 610 milhões. O valor é 15,6% maior que o registrado no mesmo período em 2011. O aumento nos embarques do Estado foi superior ao registrado pelo Brasil (6%). Os dados foram divulgados pela Federação das Indústrias (FIESC), nesta sexta-feira (10). No mesmo período, as importações somaram US$ 1,23 bilhão, alta de 18,2%. O saldo da balança comercial fechou o primeiro mês do ano negativo em US$ 623,8 milhões. Informação divulgada pela Fiesc. Acrescenta:

“Em janeiro, as exportações de carne de frango lideraram a pauta, com embarques de US$ 184,4 milhões, valor 25% maior que o registrado no mesmo período em 2011. Na sequência aparecem fumo (US$ 48,3 milhões), com alta de 15,2%, motocompressores herméticos (US$ 38,6 milhões), com aumento de 32%, blocos fundidos (US$ 37,6 milhões), elevação de 36,6%, e carne suína (US$ 35,4 milhões), com aumento de 37,8%. O principal destino das exportações catarinenses foram os Estados Unidos (US$ 67,3 milhões), Argentina (55,8 milhões), Países Baixos (49,7 milhões), China (US$ 36 milhões) e Japão (US$ 31,8 milhões).

No mesmo período, o principal produto da pauta de importação foi catodo de cobre refinado e seus elementos (US$ 118 milhões), laminados de ferro e aço (US$ 36,8 milhões), polietilenos (US$ 35,2 milhões) e fios de fibras e poliésteres (US$ 31,5 milhões). A China é o país de quem o Estado mais importou em janeiro (US$ 375,7 milhões), seguido de Chile (US$ 118,6 milhões), Argentina (US$ 96,5 milhões) e Estados Unidos (US$ 66,9 milhões).

Santa Catarina ocupa a décima posição no ranking entre os Estados que mais exportam.”

 

 

Postado por Moacir Pereira, às 17:32

Categorias: 1

Unidas negocia com Cosemesc plano de saúde10 de fevereiro de 2012

 

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A União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde – Unidas-SC – está negociando com o Cosemesc (Conselho Superior das Entidades Médicas do Estado de Santa Catarina) o reajuste do valor de consulta e demais procedimentos médicos praticados pelos planos de saúde a ela filiados desde agosto do ano passado. Desde então, já apresentou três contrapropostas, chegando ao valor de R$ 56,00 para a consulta, o que representa um aumento de 16,7%, além de 8% nos demais procedimentos, enquanto o COSEMESC mantém, sem qualquer alteração, sua proposta inicial de reajustes que chegam a 60%. A Unidas emitiu nota com mais detalhes:

“As propostas da UNIDAS, segundo o superintendente Carlos Antônio Oliveira Flores, foram definidas “tendo como parâmetro a possibilidade de pagamento das suas filiadas, em coerência com o cenário econômico e os preços atualmente praticados no mercado de saúde local, especialmente na região sul”, lembrando, ainda, que existem limitações orçamentárias e legais das entidades filiadas, além do impacto no orçamento dos usuários em razão da sua co-participação nos serviços utilizados.

Mesmo diante da disposição da UNIDAS em negociar e da apresentação de propostas coerentes, o Cosemesc manteve-se intransigente, chamando os médicos à paralisação a partir do dia 10 de janeiro. Diante dessa situação, as filiadas à UNIDAS, independentemente das negociações, já estão praticando os novos valores propostos, inclusive de R$ 56,00 por consulta e reajustes de 8% nos demais procedimentos médicos, numa atitude que confirma o compromisso com a sua rede credenciada, e estão contando com a compreensão dos médicos para manterem o atendimento aos seus usuários.

A UNIDAS congrega, em Santa Catarina, 19 entidades de autogestão, que atendem cerca de 120 mil vidas: Assefaz, BrasilFoods, Capesesp, Cassi, Conab, Correios, EloSaúde, Eletrosul, Embratel, Fassincra, Funservir, Geap, Ministério Público do Trabalho, Ministério Federal, Petrobrás, Proasa, SAÚDE Caixa, Sesef e Vitaserv.”

 

 

Inquietação na Policia Civil de SC10 de fevereiro de 2012

A Associação dos Delegados de Policia de Santa Catarina convocou coletiva a imprensa para hoje as cinco da tarde. Na pauta, o clima explosivo dos policiais militares na Bahia e no Rio e a situação inquietante entre delegados e policiais civis de Santa Catarina.

O governo prometeu reabrir negociações em dezembro do ano passado e, segundo a Adepol, até agora,nada.

 

 

 

 

 

MÍDIAS DO BRASIL

 

 

Veículo: Portal G1

Editoria: Geral

Assunto: Greve dos Militares

 

Assembleia decreta o fim da greve da Polícia Militar na Bahia

Policiais terminam paralização com garantia de reajuste e pagamento de gratificações. Mas pedidos de prisão permanecem valendo

No décimo segundo dia de paralisação, a greve dos policiais militares da Bahia foi oficialmente encerrada. O ponto final da greve foi decretado neste sábado, após assembleia da Associação de Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia (Aspra), no sindicato dos bancários, em Salvador.

Os policiais disseram que continuam insatisfeitos com a proposta do governo do Estado. “Mas voltaremos ao trabalho pela sociedade”, assinalou o líder da greve Ivan Leite, lotado na 14ª CIPM, em Lobato, subúrbio de Salvador.

Durante a greve, o número de homicídios cresceu assustadoramente. Do dia 31 até hoje, 166 pessoas foram assassinadas em Salvador e região metropolitana. Durante todo o mês de fevereiro de 2011, foram 172 homicídios.

Os policiais militares da Bahia saem da greve com a garantia de um reajuste de 6,5% (extensivo a todo o funcionalismo público), anistia administrativa para os grevistas e o pagamento da GAP IV até abril do ano que vem; e da GAP V até 2015. Segundo o governo, com o pagamento das gratificações, os policiais terão um ganho real de 30%. Uma das reivindicações dos grevistas, a revogação da prisão dos líderes do movimento, não foi aceita pelo governador Jaques Wagner.

A Aspra, que liderou o movimento grevista, deve ganhar mais associados. Há expectativa de que dois mil policiais insatisfeitos com a condução das demais associações ingressem na Aspra, que atualmente tem 900 associados.  Essa foi a terceira assembleia em uma semana. O início atrasou em três horas e o número de policiais foi o menor já visto.

Em todas as assembleias realizadas desde a prisão de Marcos Prisco, que vinha liderando o movimento, a imprensa virou alvo de críticas dos grevistas. Neste sábado, não foi diferente. Enquanto o repórter Genildo Lawinsky fazia um entrada ao vivo no BATV (da Rede Bahia, afiliada da TV Globo), um manifestante empunhou cartaz com a inscrição ‘Rede Bahia mentira todo dia’.

 

A greve

A paralisação foi anunciada na noite do dia 31 de janeiro. Desde então, grevistas e suas famílias começaram a protestar em frente a Assembleia Legislativa do Estado.

O clima ficou mais tenso no dia 6, quando soldados do Exército, da Força Nacional e Polícia Federal, militares da Tropa de Choque e do grupo de operações especiais ocuparam os entornos da Assembleia para tentar cumprir mandados de prisão expedidos pela Justiça baiana contra os líderes do movimento, que estavam no pátio do local. Chegou a haver alguns confrontos, mas ninguém ficou ferido com gravidade.

A greve perdeu força na quarta-feira depois da divulgação de gravações mostrando líderes grevistas, como o presidente da Aspra, Marco Prisco, negociando atos de vandalismo. Na madrugada seguinte, grevistas e seus familiares deixaram a assembleia e Marco Prisco foi detido. A Aspra, que era a única entidade que ainda defendia a manutenção da greve, ficou sem líder. Desde então, ninguém assumiu a liderança do movimento e os outros representantes da Aspra preferiram não ser identificados com medo de serem presos.

No dia seguinte, os policiais começaram a retornar ao trabalho e, segundo o comandante-geral, coronel Alfredo Castro, 85% do efetivo já estaria nas ruas. Ele também informou que os grevistas que insistissem no movimento, a partir de então, teriam o ponto cortado e sofreriam sanções administrativas. Neste sábado, os policiais encerraram o movimento.