Área do associado

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Clipping do dia 13 de dezembro

13.12.2012

 

Clipping do dia 12 de dezembro

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assuntos: Imprensa na Deic

 

A CULPA É DA IMPRENSA

O diretor da Deic, delegado Akira Sato, baixou determinação limitando o acesso de jornalistas às instalações da Diretoria Estadual de Investigações Criminais, no Estreito. Agora, só com identificação e agendamento prévio para entrevistas. A lógica é que repórter tende a distorcer os fatos. Seja na segurança pública, política ou futebol, o argumento é sempre o mesmo para justificar a ineficiência de resultados.

 

ALIÁS

Sato está corretíssimo ao afirmar, conforme entrevista publicada no DC, que a sociedade exige respostas sobre a série de atentados.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Gerais

 

Incêndio destrói residência

Eram quase 18h de ontem quando Silmar Pereira, 21 anos, morador da Rua Airton Barbosa, no Horto Florestal, em Blumenau, decidiu que não havia mais o que fazer. Ele apenas olhava o que havia sobrado no meio da fumaça. Na garagem que não existia mais, o carro destruído que Silmar havia comprado há poucos meses.

O rapaz é o filho mais velho dos cinco que Isidoro e Salete tiveram e não estava em casa quando as chamas começaram destruir a residência em que moravam. Apenas a mãe estava em casa, mas conseguiu sair sem se machucar. Além dos pais, outros três irmãos de Silmar viviam na residência de madeira que ficou completamente destruída pelo fogo.

A dona de casa Morgana Andriela de Souza, 29, que mora ao lado da casa dos Pereira, conta que primeiro percebeu a falta de energia e, em seguida, foi para a rua ver o motivo da queda.

– Foi aí que vi que estava pegando fogo e que estava chegando na frente da casa que moro – relata.

Carlos Henrique de Lemos Santana, 11 anos, lembra que subia o morro de calçamento para brincar quando viu a fumaça.

O menino, que também mora na mesma rua, voltou para avisar o que havia visto. Carlos Henrique conta que então ouviu um barulho alto: era o telhado caindo.

O Corpo de Bombeiros chegou cerca de 10 minutos após ser acionado, com três caminhões. O trabalho evitou que as chamas atingissem as casas do entorno.

Participaram da ação, ainda, duas viaturas e um caminhão-pipa do Samae. As causas do incêndio não foram esclarecidas.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Caso Pamela

 

Judiciário reabre processo

Passados mais de 10 anos, o caso da morte de Pamela Thays Cunha ganha novo capítulo. Nesta semana, a Justiça decidiu retomar o processo, arquivado em maio de 2006 por falta de provas contra o acusado. Provocado pelo Ministério Público, o Judiciário decidiu, na segunda-feira, ouvir outra testemunha.

Conforme o pedido do MP, essa testemunha teria novas informações sobre o crime, que poderiam ajudar nas investigações para solucionar o caso. A decisão judicial foi despachada ainda ontem à Polícia Civil, que tem 15 dias para cumpri-la.

A menina de nove anos saiu de casa, em Gaspar, dia 23 de setembro de 2002, para ir à padaria, e foi estuprada e morta por asfixia. O corpo foi encontrado no Morro do Parapente, 16 dias depois.

Tecnicamente, é possível retomar a apuração mais de uma década depois. Porém, especialistas reconhecem que o tempo impõe dificuldades ao trabalho. O promotor de Justiça Odair Tramontin, titular da 15a Promotoria da Comarca de Blumenau, diz que o Código Penal prevê a reavaliação de um processo sempre que surgirem novos fatos, novos elementos, desde que não tenha acontecido a prescrição. Entretanto, diz nunca ter vivenciado caso semelhante.

– Nunca vi. Acho pouco provável. Mas não se pode afastar qualquer possibilidade quando envolve um caso tão grave, relevante e de tanta repercussão – ponderou.

O advogado da família de Pamela, Renato Nicoletti, disse estar na expectativa por um desfecho.

– Seja para confirmar quem a gente acha que é o culpado pelo crime, ou se for uma situação nova, um fato novo, indicando que seja outra pessoa. Esperamos que dessa nova tentativa se consiga algum fato mais relevante, mais substancial – disse.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Crimes em Penha

 

Sai a prisão preventiva do suspeito

A Justiça deferiu, ontem, a prisão preventiva de Luiz Carlos Flores, o Liquinha, 35 anos, que confessou, na manhã do último domingo, ter matado a marteladas e marretadas os pais, a irmã e o sobrinho em Penha, Litoral Norte do Estado.

O delegado responsável pelo caso, Rodolfo Farah Valente Filho, disse que o suspeito foi remanejado mais uma vez, mas preferiu não informar o paradeiro dele por motivos de segurança, já que o crime despertou a indignação da comunidade. Disse apenas que Liquinha não está mais na região de Piçarras e Penha, onde ocorreram os assassinatos.

O delegado permanece ouvindo familiares sobre os crimes.

– As declarações dos familiares no momento estão sendo mais interessantes – disse, ao ser questionado sobre um possível novo depoimento de Liquinha.

Segundo Farah, as declarações do assassino confesso sobre a chacina corresponderam às análises feitas com base na cena do crime.

 

Reconstituição ainda não está definida

A realização da reconstituição dos quatro assassinatos ainda não está certa. O delegado disse que pretende se reunir com o Ministério Público para definir se fará a reconstituição e a data do trabalho.

Luiz Carlos Flores confessou ter cometido os crimes, na noite da última sexta-feira, sob efeito de cocaína, droga da qual seria dependente químico. Ele foi preso após participar do velório dos quatro familiares

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: SC terá apoio de policiais argentinos na temporada

 

 

SC terá apoio de policiais argentinos na temporada

Convênio com a Província de Misiones prevê dois agentes para atender turistas durante o verão

Turistas argentinos vítimas de crimes ou acidentes poderão contar com policiais de seu país durante o verão no litoral catarinense. Autoridades dos dois países reuniram-se ontem para tratar do convênio, que começa a valer a partir de janeiro.

Dois policiais da Província de Misiones, no nordeste da Argentina, vão trabalhar durante os meses de janeiro e fevereiro em Santa Catarina. Um ficará na 7a DP da Capital, em Canasvieiras, e o outro, em uma delegacia de Balneário Camboriú.

Os dois não usarão farda e não poderão portar arma, prender nem dirigir viaturas. Eles darão apoio aos policiais catarinenses no atendimento ao turista argentino e outros veranistas de língua espanhola. As despesas ficarão a cargo do país vizinho.

As cidades escolhidas concentram a maioria dos turistas argentinos, especialmente os de Misiones – que chegam a 600 mil por ano no Estado. A província tem 75 municípios e 258 quilômetros de fronteira com SC. A informação é do ministro de governo de Misiones, Jorge Daniel Franco, que se reuniu ontem com o secretário de Segurança Pública, César Grubba.

– O policial argentino dará apoio na segurança catarinense em trâmites de emergência, crimes e problemas de trânsito – disse o ministro, que responde pela Casa Civil e secretarias de Justiça e Segurança.

Segundo o diretor de Integração da SSP, delegado César Amorim Krieger, o Estado quer oferecer maior conforto ao turista argentino.

– A iniciativa é um incremento no turismo, setor que responde por 14% do PIB de SC. Na União Europeia, é comum ter policiais de um país atuando em outro para serviço de alfândega, por exemplo. Na Copa de 2014, com certeza as delegações trarão seus policiais, assim como ocorreu na África do Sul – observou Krieger.

O delegado lembrou que de 1996 a 1999, policiais argentinos trabalharam durante o verão em SC. O atual convênio será firmado dentro do protocolo existente entre as duas regiões. Para se concretizar, será necessário autorização do Itamaraty e da Polícia Federal, que, de acordo com Krieger, mostraram-se favoráveis à iniciativa