Área do associado

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Clipping do dia 12 de janeiro

12.1.2012

 

CLIPPING

10 de janeiro 2011

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Sistema de videomonitoramento

 

MONITORAMENTO

A Secretaria da Segurança Pública inaugura nos próximos dias o sistema de videomonitoramento das comunidades da Armação, Continente, Ingleses e Coqueiros. Florianópolis já conta com 140 câmeras de vigilância instaladas, de um total de 290 que serão ativadas até fevereiro.

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Incêndio em Jaraguá

 

Gêmeas vão passar por cirurgias

Dafni, menos atingida pelo fogo, está estável e consegue se alimentar sozinha, enquanto Stefani continua internada na UTI

A comovente história das gêmeas Stefani e Dafni, de um ano, que ficaram feridas durante um incêndio na segunda-feira à tarde, no Bairro Ribeirão das Pedras, deve ter mais um desfecho.

As meninas terão que passar por uma série de cirurgias a partir desta semana no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis. Dafni, que teve 38% do corpo queimado, passou ontem pela primeira das três operações previstas durante o tempo em que ficar internada.

Stefani, que teve queimaduras em 70% do corpo, está na UTI e pode ser operada amanhã. A menina deve passar por cinco cirurgias.

O cirurgião pediátrico que está acompanhando as gêmeas, Maurício Pereima, afirma que Dafni está reagindo muito bem ao tratamento. Até terça-feira, ela se alimentava por soro. Mas agora já come normalmente a dieta preparada pelo hospital, feita à base de alimentos energéticos. Stefani continua se alimentando por sonda e, segundo o médico, o estado de saúde dela é estável.

Maurício afirma que elas devem permanecer no hospital por cerca de 30 dias. De acordo com ele, as meninas passarão por reimplantes de pele, retirando o tecido queimado e cobrindo a área atingida com pele de locais sem queimadura, como as pernas e as costas.

Apesar do esforço voltado à recuperação das garotas, Maurício afirma que elas deverão se submeter a cirurgias reconstrutoras quando forem maiores, já que as queimaduras de terceiro grau são muito profundas e extensas.

– Por melhor que seja o tratamento, sempre fica alguma sequela, alguma cicatriz. Mas o nosso primeiro objetivo é eliminar o risco de morte dessas crianças – destaca.

O tratamento delas será feito integralmente pelo SUS, incluindo o acompanhamento pós-operatório.

Dafni e Stefani foram resgatadas pelo vizinho Romeu Tonn.

 

“Eu não pensei em nada, só nas crianças”

Romeu Tonn Vizinho que salvou as gêmeas

O caminhoneiro Romeu Tonn, 36 anos, que salvou as gêmeas, conta como foi o resgate das duas irmãs. Ele voltou de viagem na noite de terça-feira e afirma que pretende visitar as meninas no hospital assim que elas melhorarem. Acompanhe:

 

Como o senhor está se sentindo depois de tudo o que aconteceu?

Romeu Tonn – Para falar a verdade, eu estou pensando somente nas meninas. A mídia disse que eu virei um herói, mas eu estou mesmo é esperando que elas melhorem. Porque não adiantou nada eu salvar as duas se não conseguirem se recuperar.

 

Como foi que tudo aconteceu?

Tonn – Eu estava de folga em casa, descansando, quando ouvi o vizinho gritando e me chamando. Quando eu cheguei, a mãe das meninas (Ângela de Lima) estava do lado de fora da casa, com o menino de cinco anos (Andrei, que sofreu queimaduras nos pés), chorando. Eu sabia que ela tinha duas meninas e entrei. O fogo já tinha tomado conta de tudo. Quando entrei na cozinha vi uma delas (Dafni) engatinhando no meio do fogo. Peguei pelos bracinhos, fui para fora e entreguei para o tio. Aí entrei para tirar a segunda, mas como o fogo já tinha se alastrado, eu voltei para fora e peguei uma vassoura. Varri o fogo do assoalho e tirei as telhas e cacos que estavam na frente e entrei no quarto para pegar a outra.

 

Qual era o cenário no quarto?

Tonn – Ela (Stefani) estava num colchão que estava queimando. Ela estava deitada de costas, chorando muito, e estava praticamente toda queimada. Naquele momento eu fiquei pensando em como pegar ela, para não machucar ainda mais. Peguei ela pelas costas, com a palma das mãos, porque era a parte que menos queimou. Apaguei o fogo do cabelo dela com a mão, fui para fora e entreguei para o vizinho. As duas foram levadas para a casa da minha cunhada. Logo depois o teto desabou.

 

O senhor se surpreendeu consigo mesmo, pela sua coragem?

Tonn – Sim, porque eu não pensei em nada, só nas crianças que estavam lá dentro.

 

Quando se lembra do incêndio, o que lhe vêm à cabeça?

Tonn – Não esqueço da imagem das duas crianças no fogo. Eu acredito que para eu ter entrado no fogo e não me queimar, eu acho que Deus deve existir e que ele me ajudou. Naquele dia não era para eu estar em casa. Fiquei porque o tempo estava para chuva e um colega me avisou que não era para eu ir trabalhar à tarde. Eu acho que era para eu ficar. À noite, depois do incêndio, eu viajei a trabalho, para Joinville.

 

O senhor pretende ir visitá-las no hospital?

Tonn – Assim que as gêmeas puderem receber visitas, eu com certeza vou para Florianópolis. Não vejo a hora de abraçar e pegar as duas irmãs no colo.

 

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Temporal no Norte

 

Temporal provoca transtorno no Norte

Ruas ficaram alagadas e uma barreira de terra caiu sobre a SC-413

Cerca de 40 minutos de chuva, ontem, foram suficientes para alagar casas e carros em Guaramirim, no Norte do Estado. As áreas mais afetadas foram os bairros Amizade e Avaí, além do Centro (ruas Adalmo José Vieira, Vereador João Pereira Lima, João Satler Correa e dois pontos da 29 de Agosto).

Nove pessoas ficaram desalojadas (precisaram sair de casa na hora) e dois muros caíram, sendo que um deles danificou parcialmente uma casa.

De acordo com a Defesa Civil, estima-se que cerca de 5 mil pessoas foram afetadas de alguma maneira pelo excesso de chuva.

Segundo os bombeiros de Guaramirim, apenas nestes 40 minutos, das 14h30min às 15h10min, choveu 118 milímetros. Por volta das 17h, quando a água da chuva havia baixado, as pessoas puderam retornar para as casas e por isso não houve desabrigados.

A previsão dos bombeiros é de que cerca de cem residências tenham sido tomadas pela enchente.

Além dos alagamentos, dois pontos tiveram desmoronamento de terra. O mais grave ocorreu por volta das 16h15min, no km 48, da SC-413. Uma queda de barreira atingiu toda a pista e interditou o trânsito.

Ninguém se feriu. Os carros tiveram que desviar pela Pedreira Rio Branco. Até o fechamento da edição a terra não tinha sido recolhida pelo Deinfra do local.

Outro ponto foi na Rua Rafael Marangoni. O barro derrubou um muro da casa e atingiu a cozinha, sem fazer vítimas. A lama também atingiu a casinha do cachorro, que morreu soterrado.

 

Secretária teve o carro invadido pela água

A chuva intensa trouxe transtornos para muitos moradores. A secretária Matilde dos Santos, que mora em Jaraguá do Sul, precisava fazer serviços no cartório e optou em ir para Guaramirim por ser mais rápido. A economia de tempo acabou gerando mais prejuízos. O Celta que ela emprestou da cunhada foi estacionado na Rua 28 de agosto.

– Deixei o carro estacionado e quando voltei estava todo alagado. Foi muito rápido – relata.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Diário do Leitor

Assunto: Declaração do comandante do 4º Batalhão da PM-SC

 

Comportamento

Muito infeliz a manifestação do comandante do 4o Batalhão da PM-SC, relacionada à atitude da turista mineira que teve suas malas furtadas do interior do seu carro na Lagoa da Conceição, em Florianópolis. Ela, como cidadã, tem todo o direito de reclamar se o atendimento policial não refletiu a reconhecida qualidade dos profissionais da segurança pública de Santa Catarina, conforme relatou à imprensa. Com todo o respeito, ao invés de criticar o comportamento da visitante, o comandante deveria mandar apurar o que de fato ocorreu. Qualquer cidadão elogia o trabalho policial quando é bem tratado, independente do seu interesse individual.

Ronaldo Urbano

Florianópolis

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Deic quer papagaio em SC

 

Deic quer Papagaio em SC

Ameaças de desafetos no RS e o fato de ter família em SC são os principais motivos para o assaltante Cláudio Adriano Ribeiro, 45 anos, o Papagaio, pedir para ficar por aqui. Ontem, a defesa do assaltante pediu à Justiça catarinense para reconsiderar a determinação de transferência dele para o RS.

Papagaio é suspeito de envolvimento nas explosões a caixas eletrônicos com dinamite em SC. Por isso o interesse de sua permanência no Estado, manifestado ontem pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic). A Deic investiga os ataques em SC e o inquérito corre em sigilo desde terça-feira.

Na terça-feira, a juíza de Brusque, Ana Vera Sganzerla Truccolo, determinou a transferência. Ivan Martins disse que é importante seu cliente permanecer em SC para responder ao processo que corre em Brusque. Se a juíza não acatar o pedido, ele vai tentar o Tribunal de Justiça de SC.

O assaltante foi recapturado em Brusque, no dia 24 de dezembro, e autuado em flagrante por portar documentos falsos e uma arma com numeração raspada.

O diretor do Departamento de Administração Prisional (Deap), Leandro Lima, afirmou que Papagaio está à disposição de outras autoridades judiciais em SC. Lima disse que as investigações serão prejudicadas se o assaltante for transferido.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Violência no Vale

 

Vítima de estupro, mulher reconhece suspeito preso

Homem detido ontem, em Blumenau, teria violentado e tentado assassinar a vítima, em dezembro

Quando pensou que as seis horas de medo e dor haviam terminado, a mulher de 32 anos, que acabara de ser estuprada, teve que lutar pela vida. Com a blusa encharcada de gasolina e o carro em chamas, ela arrancou parte da roupa, pulou pela janela e desceu rolando um barranco. Mesmo com queimaduras pelo corpo, ainda recebeu golpes de capacete na cabeça e sofreu uma tentativa de estrangulamento.

O crime ocorreu pouco antes da meia-noite do dia 23 de dezembro do ano passado e ontem o suspeito foi preso.

Com o vidro do carro aberto, a vítima foi abordada pelo suspeito perto da Via Expressa de Blumenau. Ele roubou R$ 500 e a agrediu com um tapa e um puxão de cabelo. Começava ali uma sessão de tortura que duraria seis horas.

O homem a levou a dois motéis, onde a estuprou três vezes, o que provocou uma hemorragia interna. No caminho, prendeu a vítima no porta-malas, comprou um galão de gasolina e foi para uma estrada secundária do Bairro Belchior Baixo, em Gaspar.

O homem tentou enforcá-la com o cinto de segurança, ateou fogo ao carro e só deixou o local quando a vítima perdeu os sentidos. O Corpo de Bombeiros e pessoas que passavam pelo local encontraram a mulher.

Ela não consegue dormir ou sair de casa sozinha, mas se diz aliviada com a prisão. Jim Jones Ayala, 29 anos, foi localizado por meio de informações de testemunhas que anotaram a placa do carro que ele usou para buscar a moto, deixada na Via Expressa antes de raptar a vítima.

Ela agora toma um coquetel de remédios contra doenças sexualmente transmissíveis e começará tratamento psicológico. Após 19 dias, as marcas no pescoço, braço e nádegas ainda a lembram os momentos de dor.

– Vai demorar um tempo para retomar a minha vida do jeitinho que era. Mas só de saber que ele está preso eu ganhei o meu dia. Pelo menos, ele não vai cometer com ninguém o que fez comigo – desabafou.

Ayala, suspeito de estupro, tentativa de homicídio e roubo, teve a prisão temporária decretada por 30 dias. A pena pode chegar a 20 anos de prisão. Hoje, mais duas testemunhas serão chamadas para reconhecimento do suspeito, que fará exame de corpo de delito e será levado ao Presídio Regional de Blumenau.

Segundo a delegada Rosi Barbosa Serafim, a polícia soube do crime através do Hospital Santo Antônio, onde a vítima foi internada.

– Com a prisão temporária, ele foi submetido a reconhecimento e a vítima apontou ser ele o autor do crime.

 

“Acordei com ele jogando gasolina”

Vítima de estupro

 

DC – Como foram as seis horas que você passou com ele?

Vítima – Ele não falava muita coisa e dizia que eu fazia muita pergunta. Me agrediu, me violentou e oscilava muito de humor. De manhã, quando ateou fogo ao carro, o que marcou foi que ele disse que tinha que dar um fim no carro e que iria me matar, pois a gente só ia se ver no inferno. Para mim, ele tinha a intenção de me matar desde o começo da noite, pois pegou um galão de gasolina por volta de uma hora da manhã.

 

DC – O que você pensou?

Vítima – Pensei em pular, mas tinha medo que passasse com o carro por cima de mim. Ele não tinha nada a perder, então tentei me manter viva. Pensei que ia morrer, principalmente quando me enforcou com o cinto e eu desmaiei. Acordei com ele jogando gasolina em mim e no carro.

 

DC – Após esta experiência, o que você diria para as mulheres?

Vítima – As mulheres que se cuidem, pois a gente acha que não ocorre com a gente. Tenham cuidado, não andem sozinha de madrugada, pois já deu para perceber que Blumenau não anda tão segura quanto parecia.

 

DC – O que sentiu quando olhou para ele no reconhecimento?

Vítima – Minha vontade era avançar nele. Parecia não ter feito nada.

 

DC – Tem certeza de que era ele?

Vítima – Absoluta. Sem dúvida.

 

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário do Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Crime em Palhoça

 

Peão sumido é a chave da investigação das mortes

Polícia procura homem que teria sido contratado por Gelson na quinta-feira e desaparecido segunda

Um peão de obra sumido, que teria sido contratado dias antes, é a peça-chave para desvendar o cruel assassinato de um pai e seus dois filhos, de cinco e nove anos, no galpão em que o homem trabalhava, em Palhoça, na Grande Florianópolis.

O homem, cuja identidade é desconhecida, está desaparecido desde segunda-feira, quando foram encontrados mortos o mestre de obras Gelson Aparecido de Souza, 32 anos, e os filhos Gean, de nove, e Victor, de cinco. Os três foram assassinados com golpes de pés de cabra.

Três dias após as mortes, a Polícia Civil de Palhoça afirma que localizar o peão é a principal linha de investigação, mas não revela detalhes para não prejudicar os trabalhos.

A suspeita sobre o peão é de familiares de Gelson, ouvidos ontem pelo Diário Catarinense. A cabeleireira Lenice dos Santos, 31 anos, atual mulher de Gelson, contou que, na quinta-feira da semana passada, o marido contratou um rapaz que pediu emprego no galpão. O jovem teria ajudado o patrão na obra até segunda-feira pela manhã, e não foi mais visto.

A polícia afirma que não sabe a identidade do peão, e também não o aponta como suspeito antes de localizá-lo. Um segundo trabalhador também teria sido contratado recentemente e atuado no galpão. Tudo leva a crer que o autor ou autores das mortes seja alguém conhecido de Gelson e das crianças. Por isso, a suspeita é de que teria matado todos para não ser reconhecido.

A motivação das mortes pode estar relacionada a vingança, acerto de contas e dívida. Mas também não está descartada a ação de alguém movido a drogas, como o crack, e que tenha matado – ou chamado mais pessoas para o crime – para roubar.

– Só posso dizer que quem cometeu os crimes vai ser preso – disse o delegado Attilio Guaspari Filho.

Até ontem à noite, ninguém havia sido detido ou dado oficialmente como suspeito. Comovidos com a violência, os policiais afirmam que desvendar as mortes é prioridade. Gelson não tinha antecedente criminal. Um pedreiro e ex-empregado que trabalhou no galpão de Palhoça disse ao DC que o patrão pagava em dia, era amigo e desconhece que ele tivesse inimigos ou dívidas.

 

 

“Foi algo lá do trabalho”

Gelson estava no terceiro casamento. Os filhos mortos eram de relações anteriores e de mães diferentes. Estavam com o pai em razão da época de férias. Na casa no Bairro Barreiros, em São José, onde mora com sua família, a revisora Aracely Odete Pereira, 32 anos, mãe do menino Victor, a suspeita é de que os crimes foram cometidos por alguém que ele conhecia em seu trabalho.

– Desconfiamos até que ele (Gelson) levou as crianças ao galpão para se defender, achando que assim não iriam fazer nada a ele. Só pode ter sido alguma coisa de lá (trabalho) – afirmou a avó de Victor, Odete do Amaral Pereira, 71 anos.

A relação da ex-mulher Aracely e de seus familiares com Gelson não era boa. Aracely cobrava pensão alimentícia do ex-marido e, no dia 10 de março do ano passado, registrou boletim de ocorrência na polícia pela falta de pagamento.

O pai tinha autorização judicial para ficar 15 dias com o filho Victor durante as férias.

– Na segunda-feira, eu liguei e perguntei como tava o Victor. Ele (Gelson) disse que tava bem. Então falei com o Victor. Disse que tinha passeado e ainda pediu ‘chama a minha vó’ no telefone – relembrou a mãe, sobre a última conversa com o filho e com o pai da criança.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário do Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Crimes e ocorrências

 

Família feita refém no Sul da Ilha de SC

Pai, mãe e filho ficaram sob mira de armas e foram assaltados na madrugada de ontem no Sul da Ilha de SC. Três ladrões levaram dinheiro, pertences e o carro das vítimas.

Por volta da 1h, o garçom de 46 anos de um restaurante na praia do Pântano do Sul encerrou o trabalho e foi caminhar na praia, onde foi abordado por três jovens armados.

Eles foram até a casa do garçom, na Praia da Armação, onde estavam o pai e a mãe dele. Os três foram trancados no banheiro. Os ladrões roubaram R$ 1,3 mil em dinheiro e aparelhos eletrônicos e fugiram no carro da família. O garçom conseguiu sair do banheiro e acionar a polícia, que abordou o carro na Lagoa da Conceição e apreendeu um adolescente.

 

Traficante é preso na praia

O homem que a inteligência da Polícia Militar identifica como comandante do tráfico no Morro do Mocotó, na Capital, foi preso ontem à tarde na Barra da Lagoa, em uma operação do Pelotão de Patrulhamento Tático (PPT) do 4o Batalhão da PM.

 

Há uma semana, a inteligência da PM recebeu a informação de que o traficante estaria na região e, ontem pela manhã, confirmou o endereço da casa em que morava.

José Castilho Martins Junior, 25, conhecido como Junior de Castilho, estava sentado na rede, de bermuda e chinelo, bebendo uma cerveja e contemplando a vista ensolarada da Lagoa da Conceição quando foi surpreendido pela polícia.

Uma viatura cercou a casa pela praia e outra derrubou o portão da frente, numa ação que mobilizou cerca de 15 policiais. Após uma tentativa de fuga fracassada, Junior se entregou sem reagir, alegando inocência.

Na casa, os policiais encontraram pequenas quantidades de maconha e cocaína. Segundo Junior Castilho, a droga era suficiente apenas para consumo pessoal.

– Eu tô de férias aqui. Sou só um usuário – Junior contestou, pálido.

Segundo a PM, o traficante estava foragido desde dezembro, após a expedição de um mandado que decretava a sua prisão preventiva.

 

 

MÍDIAS DO BRASIL

 

 

Veículo: Portal G1

Editoria: Geral

Assunto: Anísio Abraão passa a noite em hospital penitenciário no Rio

 

Anísio Abraão passa a noite em hospital penitenciário no Rio

Ele foi levado para hospital em Bangu após apresentar arritmia cardíaca.

Patrono da Beija-Flor foi preso na quarta por suspeita de contravenção.

O patrono da escola de samba Beija-Flor, Anisio Abraão David, apontado pela polícia como banqueiro do jogo do bicho, passou a noite no hospital penitenciário, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Depois de prestar depoimento, Anísio foi examinado por uma junta médica, que constatou que ele apresentava arritmia cardíaca. Ele foi levado para o local ainda na noite de quarta-feira (11).

Anísio foi preso na manhã de quarta-feira por policiais civis em frente a um laboratório médico, na esquina da Rua Joaquim Nabuco com a Avenida Nossa Senhora de Copacabana, em Copacabana, na Zona Sul. O advogado do acusado, Ubiratan Guedes, disse que seu cliente aguarda o julgamento de um novo habeas corpus.

De acordo com a assessoria do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), advogados de Anísio deram entrada no pedido de habeas corpus para o contraventor na terça-feira (10), mas o pedido ainda não foi julgado.

O carro onde Anísio estava foi fechado por uma caminhonete da Polícia Civil. Em seguida, os agentes desceram e deram voz de prisão ao acusado. A gravação das imagens foi feita por câmeras de uma cabine da Associação dos Taxistas do Posto 6.

Ao ser questionado, Anísio disse não saber o motivo de sua prisão. “Eu não sei o porquê que estou preso. Tenho que saber, eu não sei porquê”, falou.

Policial civil preso

Anísio estava acompanhado de outros dois homens, sendo um deles policial civil. Eles também foram presos. O patrono da Beija-Flor portava cerca de R$ 7.700 e US$ 180. O policial tinha um pistola, munição e algema.

“Tudo indica que esse policial fazia a segurança de Anísio”, afirmou a chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, instantes após a prisão do trio. “O crime é inafiançável e eles vão continuar presos”, completou a delegada, acrescentando que os três foram autuados por formação de quadrilha.

Anísio Abraão era um dos alvos da Operação Dedo de Deus, deflagrada em janeiro para prender a cúpula do jogo do bicho no estado. De acordo com o corregedor da Polícia Civil, Gilson Emiliano, os agentes ainda fazem buscas a outros nomes.

“As equipes ainda estão na rua para cumprir mais sete mandados de prisão contra os envolvidos na Operação Dedo de Deus, uma vez que a decisão do desembargador Paulo Rangel revalidou os decretos de prisão preventiva contra o grupo”, afirmou o corregedor.

“A polícia quer fazer um trabalho bem feito para resgatar a imagem que foi maculada pela famigerada máfia do jogo do bicho”, completou Emiliano.

Prisão foi injusta, diz advogado

Mais cedo, o advogado Ubiratan Guedes, que representa Anísio, disse considerar injusta e desnecessária a prisão de seu cliente. “A prisão (de Anísio) foi totalmente injusta e desnecessária porque um homem de 75 anos, doente, se estivesse foragido seria numa clínica geriátrica”, afirmou.

O advogado disse ainda que “a prisão de Anísio, desarmado e sem segurança, mostra a desnecessidade daquela operação que chegou a envolver até um helicóptero.”

“Anísio é o glacê do bolo que a polícia preparou. Sem glacê o bolo não tem graça”, disparou Ubiratan Guedes.

Anísio estava desaparecido desde o final de dezembro, quando a Polícia Civil desencadeou a operação para prender envolvidos com o jogo do bicho. Na Operação Dedo de Deus, policiais desceram de rapel de um helicóptero na cobertura que seria de Anisío, em Copacabana.

Os policiais estiveram no barracão da Beija-Flor, na Cidade do Samba, Zona Portuária, onde foram apreendidos dinheiro e computadores.

Na Operação Dedo de Deus, 44 suspeitos de envolvimento com o jogo do bicho foram presos. Entre eles o ex-prefeito de Teresópolis, Mário Tricano, que já está em liberdade. A Polícia Civil acusa Tricano, Anísio, o patrono da Imperatriz Leopoldinense Luizinho Drummond e o presidente  da Grande Rio Hélio Oliveira de formarem a cúpula do jogo do bicho no Rio.

Na casa de um parente de Hélio Oliveira, a polícia encontrou cerca de R$ 4 milhões escondidos em ralos e até nos vasos sanitários da casa de alto luxo, na Zona Oeste.

____________________________________________________________________________ Veículo: Portal R7

Editoria: Brasil

Assunto: Greve da Polícia Civil entra no quinto dia no Ceará

 

 

 

Greve da Polícia Civil entra no quinto dia no Ceará

A greve dos policias civis do Ceará entra no quinto dia sem acordo com o governo do Estado. O governador Cid Gomes (PSB) se reuniu com representantes das Forças Armadas e da Força Nacional de Segurança Pública para garantir a segurança do Estado.

Segundo movimento grevista, aproximadamente 98% dos policiais civis estão paralisados.

Nas delegacias distritais, somente os delegados estão trabalhando. A polícia Militar e o Exército são responsável pela segurança de presos. Mas em algumas distritais o esquema parece não funcionar.

Na Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos em Fortaleza, a equipe da Record flagrou apenas o delegado cuidando de 15 detentos considerados perigosos.

Os policiais civis em greve se concentram em frente à Superintendência da Policia Civil, no centro de Fortaleza. Eles reivindicam melhorias salarial, além da devolução de parte do salário de 199 policiais que participaram da paralisação no ano passado.

A liderança do movimento dos policiais civis cearenses diz ter entregue uma pauta de reivindicações ao governo do Ceará. No entanto, não houve avanço nas negociações e o atendimento nas delegacias distritais em todo o Estado continua paralisado.