Área do associado

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Clipping do dia 10 de julho

10.7.2012

 

CLIPPING

03 de julho de 2012

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assunto: Valorem

 

ORDEM UNIDA

O comando da Polícia Militar premia hoje, a partir das 16h, a primeira turma de 13 PMs vencedores do Valorem. O programa é um reconhecimento profissional aos que conquistaram maior pontuação mensal no desempenho das suas funções. Isso é gestão.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Gerais

 

Laudos deverão estar prontos em até sete dias

Análises do vazamento de tinta vermelha intenso no Rio Cachoeira estão com órgãos ambientais

Dois diretores e uma advogada da empresa têxtil Döhler estiveram ontem na Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema), em Joinville, para entregar os documentos solicitados pelo órgão.

Os papéis mostram a operação da máquina foulard 03 e uso de tinta de cor vermelho intenso, que foi realizada entre os dias 6 e 7 de julho, quando ocorreu o vazamento que manchou de vermelho o Rio Cachoeira. Já a coleta de novas amostras, cogitada no fim de semana, foi descartada depois de a empresa comprovar que não há mais vazamento.

Todas as análises já foram encaminhadas aos órgãos competentes e os primeiros resultados saem entre a tarde da próxima segunda-feira e a manhã de terça-feira.

Entre as questões analisadas estão as demandas bioquímica e química de oxigênio, a quantidade de óleos, graxa, chumbo, cromo e metais pesados, além de testes de alcalinidade e tensoativos (substâncias que diminuem a tensão superficial ou influenciam a superfície de contato entre dois líquidos).

A Fundema mandou o material para o Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE), a Polícia Ambiental para a Univille e a empresa para a Aquaplant. Cada uma vai emitir um laudo diferente. Segundo o órgão ambiental de Joinville, os testes são praticamente os mesmos.

A multa varia de acordo com quem a aplicar. Se for pela Polícia Ambiental, fica entre R$ 50 e R$ 50 milhões. Já o valor máximo da Fundema é de R$ 465 mil. A polícia acredita que o fato da empresa ter admitido o vazamento pode ajudar a reduzir a punição.

 

Paraquedista catarinense morre ao saltar em SP

Um dia depois de aparecer no Fantástico, Alex Adelmann foi atropelado pelo avião do qual saltou

O paraquedismo brasileiro perdeu ontem um dos grandes nomes. O blumenauense Alex Adelmann, 33 anos, morreu em acidente, após ser atingido, no ar, por um avião. O acidente ocorreu em Boituva, cidade do interior paulista a cem quilômetros de São Paulo, conhecida como a capital nacional do paraquedismo.

Além de Alex, outros dois paraquedistas (Conrado Alvares e Vanderson Carlos Campos Andrade) saíram feridos do acidente. Alex portava uma câmera e fazia a filmagem da queda livre dos dois companheiros de salto. O instrutor de Blumenau teria sido atingido primeiro, segundo os bombeiros, e foi lançado contra os amigos. Com o choque, o instrutor teria ficado inconsciente e o paraquedas, que dispõe de um dispositivo de segurança, abriu-se automaticamente. A manobra ajudou a reduzir o impacto do corpo no solo.

O instrutor de salto chegou a ser socorrido ainda com vida e levado para o pronto-socorro do Hospital São Luiz, na própria cidade de Boituva, mas não resistiu.

 

Outros dois conseguiram acionar o equipamento

Os outros dois paraquedistas conseguiram acionar os equipamentos e chegaram ao solo, mas tinham fraturas nos membros inferiores decorrentes do choque. Ambos permaneciam internados no mesmo hospital até a noite de ontem, mas o estado de saúde dos dois não era considerado grave. Eles aguardavam vagas para serem transferidos até o Hospital Regional de Sorocaba.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu por volta das 16h de ontem. No momento em que os três paraquedistas estavam em queda livre, foram atropelados pela própria aeronave que os transportava.

Alex teve de ser socorrido em função de uma parada cardiorrespiratória em função da batida violenta contra o avião. O atendimento ocorreu na Santa Casa de Boituva. O esportista de Blumenau, porém, não resistiu aos ferimentos e morreu.

O avião da Skydive Vera Cruz, táxi aéreo especializado em paraquedismo, foi apreendido e deverá passar por vistoria. A empresa informou que houve um incidente e que a aeronave, que estava em descida, atingiu o paraquedista.

 

Jovem reaparece após desilusão amorosa

Jean Maximiliano Silva de Paula, 24 anos, que estava sumido desde segunda-feira passada, foi encontrado neste fim de semana em Joinville. Segundo a mãe, Max estava em Pirabeiraba e voltou para casa no domingo. Ele havia terminado um namoro e deixado mensagens desoladas aos amigos.

 

Casep continua a atender adolescentes

O Centro de Atendimento Socioeducativo Provisório (Casep) de Concórdia acabou não tendo a vistoria técnica que poderia ter dois quartos interditados por questões de segurança. Segundo o diretor da ONG Betânia, Ismael Batista, que administra a instituição, no domingo mais dois menores ingressaram e todos os quartos foram ocupados.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Reportagem Especial

Assunto: Animais silvestres

 

A luta diária para voltar à natureza

Mesmo com uma estrutura pequena e equipes reduzidas, único centro de atendimento de animais silvestres, situado na Capital, atende a ocorrências de todo o Estado. É neste local que são tratados muitos que chegam por sofrerem maus-tratos, cansaço devido a uma longa viagem ou por estarem sendo comercializados ilegalmente. É no Cetas que esses simpáticos “hóspedes” se fortalecem e reaprendem a viver para poder voltar para casa: a natureza

Golfinhos presos em redes de pesca, pinguins mortos na praia, elefantes-marinhos descansando na orla, canários com sinais de maus-tratos. Atender a ocorrências como estas é a rotina da Polícia Militar Ambiental de Santa Catarina. Com efetivo reduzido e pouco espaço, as equipes tentam, muitas vezes sem sucesso, solucionar a todas as denúncias que chegam por telefone inquieto da guarnição. Mesmo diante das dificuldades, em 2011, 35,5% das mais de duas mil aves recuperadas no local reaprenderam a voar e voltaram para a natureza.

O comandante da corporação, Leibnitz Hipolito, diz que em todas as áreas da segurança pública do Estado os efetivos estão reduzidos e fazem o possível para atender à demanda. Quando se trata dos animais não é diferente. O único centro de recuperação de animais silvestres (Cetas), localizado no Rio Vermelho, em Florianópolis, recebe uma média de duas mil aves, cerca de 200 mamíferos e cem répteis para tratar todos os anos.

Sob os cuidados de um veterinário e dois policiais militares por turno, no ano passado os hóspedes consumiram 3 mil quilos de banana, alimento preferido da maioria das espécies. Já os pinguins-de-magalhães, que costumam sair da Patagônia Argentina todos os anos rumo ao Litoral catarinense, consumiram quase 2 mil quilos de sardinha. Depois de bem alimentos e recuperados da viagem, eles voltam para casa.

 

Todos têm direito a uma segunda chance

Com a missão de cuidar de todos estes animais, o sargento Marcelo Duarte pede a compreensão dos catarinenses quando um chamado não é atendido. Segundo ele, nunca é falta de vontade, e sim, falta de efetivo.

– Um exemplo aconteceu há poucos dias. Não pudemos ir buscar o filhote de golfinho que se feriu em uma rede de pesca no Campeche porque estávamos em Imbituba para verificar a situação da fêmea de elefante-marinho que se encontrava na Praia do Rosa. Todos os dias fazemos tudo que está em nossas mãos para atender aos chamados, mas nem sempre conseguimos – declara.

O comandante Hipolito informou que existem dois projetos para a criação de um centro de triagem, semelhante ao do Rio Vermelho, para Lages e Chapecó, mas que ainda não há recursos nem previsão de quando as ideias sairão do papel.

– Estamos em busca de parcerias, nos últimos seis meses conseguimos reforçar o efetivo e continuaremos tentando ampliar o atendimento – afirma.

Quem um dia nunca ouviu a frase: “Ele nasceu em cativeiro, não se acostumaria na natureza, tem tudo que precisa em casa”. Aos que pensam desta maneira e mantêm qualquer tipo de ave em casa, como papagaios e canários, o sargento Duarte afirma: eles podem, sim, ter uma segunda chance e voltar a voar e se socializar em seu meio.

– Muitas das aves, depois de 20 dias no centro, estão prontas para sair da prisão a qual foram condenadas. É um egoísmo pensar que não conseguirão. O melhor que eles podem ganhar é a liberdade, e não uma gaiola grande e comida a hora que quiserem – diz.

 

Universidades são as acolhedoras no interior

Sem um Cetas, todas as cidades do interior de SC contam com o auxílio de 19 quartéis da Polícia Ambiental. Nelas, e no batalhão que fica na Capital, trabalham 340 policiais. Hipolito explica que no restante do Estado as parcerias com universidades é que contribuem para atender à demanda. Assim, todos os animais silvestres encontrados são tratados em hospitais universitários. Os únicos que são encaminhados até a Capital são os que estão em estado grave, que já foram domesticados ou que são filhotes e, por isso, precisarão de cuidado por um longo tempo.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Operação Dragão

 

Bando da Capital recebia ajuda de caixeiros do Norte

Mão de obra especializada em maçarico teria sido usada por quadrilha parcialmente desarticulada pela Operação Dragão

A escola foram os furtos e assaltos a residências e carros da Grande Florianópolis. Seduzida pelos altos valores em dinheiro e pelo menor risco de confronto com a polícia, a quadrilha de Marcos Antônio da Silva, o Kiko, presa na manhã de ontem, migrou para o furto a caixa eletrônico com o uso de maçarico.

Antes, porém, de atacarem mais de 10 caixas na região, incluindo o do Banco Santander dentro do Hospital de Caridade, na Capital, a quadrilha contratou mão obra especializada. São os caixeiros de Joinville, reconhecidos nacionalmente entre a bandidagem por seu domínio da arquitetura de caixa eletrônico.

Eles prestaram consultoria porque conhecem o principal em se tratando de arrombamento com maçarico: o lugar exato para fazer o corte do terminal, a gaveta onde ficam as notas. Se o corte é feito errado, toda a ação pode falhar. Desde a queima das cédulas até a combustão do caixa.

O apelido que os criminosos deram ao objeto que “cospe” fogo usado em serralheria foi escolhido pela Polícia Civil para batizar mais uma operação contra este tipo de crime: a Operação Dragão, deflagrada ontem pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Foram 11 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão em Florianópolis, São José e Joinville. Cinco prisões preventivas e uma temporária foram cumpridas. Os cinco foram apresentados à imprensa, ontem, na Deic. Eles negaram os crimes e achavam graça quando perguntados quanto faturavam por caixa. O suspeito com prisão temporária foi liberado.

Entre os presos com preventiva estão o homem que dá nome ao bando, Marcos Antônio da Silva, o Kiko; o outro líder, Rafael José Dias, o Gordo; Sandro Leal Moraes, o Picolé; o corretor de imóveis nas horas vagas em Joinville Cristiano Urbano Frider; e Alessandro Rosa Domingues, flagrante com 600 gramas de crack, cocaína e maconha. Domingues era vigilante terceirizado do Caridade e teria facilitado o ataque no hospital.

 

Dois meses de investigações

Kiko e Gordo já haviam sido presos pela Deic antes, na Operação Ali Babá, em 2010, por furtos em casas e carros. Assim como na Ali Babá, a Dragão levou dois meses de investigação da Divisão de Furtos e Roubos da Deic, sob coordenação do delegado Diego Azevedo.

– Esta é a quadrilha que mais atuava na região, por isso a importância de sua prisão. As investigações continuam – disse Azevedo.

Segundo Azevedo e o outro titular, delegado Anselmo Cruz, nenhuma escuta foi usada.

– Foi um trabalho clássico de Polícia Civil. Investigação com campana, seguindo os suspeitos, análise das filmagens dos locais e delação premiada, quando uma pessoa que participa do esquema depõe entregando os comparsas – contou Anselmo.

 

Deic promete mais prisões

Nenhum dinheiro foi encontrado com os detidos ontem. Mas seis sacolas de “provas” foram apreendidas, segundo o comandante da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), Akira Sato. Ele garantiu que mais gente será presa esta semana e lembrou que a operação foi prejudicada por causa de interferências.

Sato se referia à prisão de Daniel Porto Maravilha, comparsa de Kiko e investigado pela Deic. A Polícia Militar se antecipou e cumpriu mandado de prisão dele solicitado pela Deic.

Três membros do bando estão foragidos. Todos teriam participado dos ataques a caixas da SC-401, Hospital de Caridade, Avenida Beira-Mar Norte, Coqueiros e Estreito, na Capital, e em caixas de São José e Palhoça.

Participaram da operação cerca de 130 policiais da Deic, Central de Operações Policiais, delegacias de Repressão a Roubos e de Homicídios, Serviço Aéreo Policial, 4a, 8a e 10a delegacias da Capital, delegacias de Palhoça e Itapema e da Divisão de Investigações Criminais de Balneário Camboriú e de Joinville.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Crimes e ocorrências

 

Garoto é apreendido por assalto

Adolescente de 15 anos, reconhecido por vítimas de dois roubos, ainda envolveu o primo de 11, que foi liberado após depor

Um adolescente de 15 anos foi apreendido em flagrante por assaltar à mão armada uma mercearia na região de Barreiros, em São José, na Grande Florianópolis, na manhã de ontem.

Ao ser abordado pela Polícia Militar, ele disse que havia deixado a mochila com os objetos roubados com o primo, de 11 anos.

A polícia foi até a casa do menino, onde encontrou uma mochila com dinheiro – supostamente roubado de uma mercearia minutos antes – e um revólver calibre 38. O menino de 11 anos foi apreendido juntamente com o primo de 15, por suspeita de envolvimento no assalto.

De acordo com o setor de Inteligência da PM, o adolescente de 15 anos foi quem rendeu os funcionários da mercearia, por volta das 10h. Ele foi identificado por uma mulher de 68 anos, assaltada no fim da tarde de sexta-feira no Bairro Kobrasol. Segundo ela, o rapaz a ameaçou com a arma e levou a bolsa dela. O dono de um mercado assaltado na noite de sábado, também no Kobrasol, procurou os policiais ontem de manhã e também reconheceu o adolescente como responsável pelo roubo.

Segundo as vítimas, o menino de 11 anos não estava nos assaltos. Ele foi liberado após prestar depoimento. À polícia, o menino disse que não sabia o que tinha na mochila. Afirmou também que não sabia dos assaltos praticados pelo adolescente. A mãe do menino de 11 anos também afirmou que o filho brincava no quintal de casa no momento do assalto.

 

Polícia acha três dos cem revólveres

Três das cem armas que desapareceram do 8o Batalhão da Polícia Militar (BPM), em Joinville, foram encontradas. O resultado da perícia foi divulgado ontem pelo comandante da 5a região da PM, coronel Cantalício de Oliveira, e pelo comandante do 8oBPM, tenente-coronel Eduardo Luiz do Valles.

Os revólveres de calibre 38, marca Taurus, foram apreendidos em ocorrências policiais na última semana. Duas delas em Joinville e a terceira em Araquari. As armas estavam em circulação nas ruas em mãos de pessoas que foram presas pela PM.

A polícia contou com o trabalho do Instituto Geral de Perícias para identificar estas armas que estavam com a numeração suprimida. A “operação desarmamento” que já ocorria antes do sumiço das armas foi intensificada a partir de então. Mandados de busca e apreensão também estão sendo cumpridos em casas de policiais suspeitos.

– Nós estamos trabalhando para localizar essas armas e também os responsáveis. A investigação é sigilosa, pois qualquer dado importante pode elucidar um fato – destacou o coronel Cantalício.

 

Sumiço foi notado no mês passado

O desaparecimento das armas foi verificado pela PM na contagem feita em junho. Os 10 policiais que tiveram acesso às armas foram afastados de suas atividades e estão sob investigação. O inquérito policial militar tem o prazo de 40 dias para ser concluído.

 

____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Geral

Assunto: Revólveres que sumiram do quartel da PM em Joinville

 

Encontrados três dos cem revólveres que sumiram do quartel da Polícia Militar em Joinville

Armas foram achadas em ocorrências policiais, duas em Joinville e outra em Araquari

A Polícia Militar continua investigando o desaparecimento, no início da semana passada, de aproximadamente 100 revólveres que estavam guardados dentro do 8º Batalhão da PM em Joinville. Em entrevista coletiva no fim da tarde desta segunda-feira (9/7/12), os comandantes da 5ª Região de Polícia Militar, coronel Cantalício de Oliveira, e do 8o BPM, tenente-coronel Eduardo Luiz do Valles, informaram que três das armas calibre 38 foram encontradas de posse de civis durante ocorrências.

O inquérito, que foi instaurado no dia 3 de julho, deve ficar pronto em 40 dias. “Tudo está correndo em sigilo para não atrapalhar as investigações”, disse Oliveira. As três armas foram apreendidas semana passada, duas em Joinville e uma em Araquari. Segundo o coronel, o número de identificação havia sido suprimido. “O IGP (Instituto-geral de Perícias) e a Polícia Civil confirmaram hoje (9) que essas armas eram nossas”, afirmou.

Os dez policiais que eram responsáveis pelo ambiente onde ficavam as armas estão afastados de suas funções originais, segundo Valles.

____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Hélio Costa

Assunto: Multas

 

Leitores denunciam fábrica de multa

PMs estariam aplicando multas e, sem necessidade, chamando o guincho para levar o veículo à empresa conveniada com a secretaria de segurança

 

Fábrica de multa

A coluna tem recebido e-mails e telefonemas de leitores denunciando uma empresa em Palhoça que, por meio de convênio com a Secretaria da Segurança Pública para recepcionar veículos apreendidos pela polícia, estaria se aproveitando desta situação e cobrando diárias de carros que não deveriam estar lá. Um jovem que teve a motocicleta furtada foi vítima duas vezes: do ladrão e da empresa.  A motocicleta foi recuperada, mas não foi deixada na delegacia mais próxima ao local onde ela estava abandonada, como é de praxe. Simplesmente foi levada para o depósito. O dono do veículo localizou a moto lá, casualmente. Leitores também denunciam que quando os PMs multam chamam o guincho. Ora, isto é irregular. Se o motorista praticou infração no trânsito, o correto seria a autoridade aplicar uma multa e liberar o carro para o dono pagar a notificação no banco. Mas nunca guinchar o veículo, onerando ainda mais o proprietário.

 

 

BLOGS

 

Paulo Alceu

 

Polêmica

Nesta terça-feira acontece na AL, audiência pública para debater o projeto de lei e a PEC que tratam da criação da Defensoria Pública. Segundo o líder do PT, Dirceu Dresch, será uma oportunidade da sociedade se manifestar no aprimoramento das propostas. Dresch vê algumas falhas e revela preocupação. Defende que a Defensoria Pública do Estado siga o modelo da Defensoria Pública da União ampliando sua atuação para que realmente proporcione acesso à justiça gratuita e não se apresenta como uma defensoria “para inglês ver.” Para o parlamentar petista, o que está sendo proposto é um faz de conta para dizer que foi acatada a decisão do STF.

 

 

 

Tuitando

@ Com certeza o tema segurança ocupará lugar de destaque entre os candidatos à prefeitura de Camboriú, que ostenta um lugar nada agradável no ranking da criminalidade em Santa Catarina: primeiro lugar.

 

MÍDIAS DO BRASIL

 

 

Veículo: Folha Online

Editoria: Geral

Assunto: Internos fazem funcionários reféns na Fundação Casa em SP

 

 

Internos fazem funcionários reféns na Fundação Casa em SP

Um grupo de internos da Fundação Casa de Itanhaém (no litoral de São Paulo) rendeu cinco funcionários da unidade na noite de ontem. Após cerca de uma hora de meia mantidos como refém, eles foram liberados, no início da madrugada, sem ferimentos.

O ato de indisciplina teve início por volta das 22h30, quando os internos eram levados para os dormitórios. Segundo a assessoria da fundação, eles não fizeram exigências, mas funcionários negociaram a rendição até por volta da 0h de hoje, quando os reféns foram libertados.

A assessoria da Fundação Casa disse que o ato de indisciplina não está sendo considerado uma rebelião porque envolveu apenas um grupo de internos. O número exato e quais deles estavam envolvidos deverá ser determinado pela Corregedoria da fundação, que já instaurou uma sindicância.

Durante a indisciplina de ontem alguns dormitórios foram quebrados. Ao todos, havia 56 internos na unidade no momento, número máximo da capacidade do local.

 

OUTRO CASO

No último sábado (7), 18 adolescentes que cumpriam medida socioeducativa na Fundação Casa Praia Grande 2 (no litoral de SP) fugiram. Eles renderam dois agentes socioeducativos, estouraram o portão que dá acesso a parte externa do centro e pularam o muro.

Durante a fuga, um dos jovens foi baleado. Segundo a Fundação Casa, o tiro foi disparado de fora para dentro da instituição. A Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar o caso. O adolescente passa bem. Dois internos que conseguiram fugir foram recapturados