Área do associado

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Clipping do dia 08 de novembro

8.11.2012

 

Clipping do dia 08 de novembro

 

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assuntos: Serviço Aeropolicial

                   Promoção de policiais civis

 

Ajuda do céu

 A equipe de plantão do Serviço Aeropolicial foi mobilizada para o transporte de órgãos para transplantes na Capital. Acompanhados por um médico da SC Transplantes, o Saer partiu de Florianópolis para Tubarão para coleta e o imediato retorno à Capital, onde os órgãos seriam aproveitados.

 

MAIS 500 NA FILA

Diretoria do Sindicato dos Policiais Civis de Santa Catarina (Sinpol/SC) reuniu-se ontem com o deputado e ex-delegado Mauricio Eskudlark (PSD). Em pauta, o agradecimento ao esforço conjunto com o governo estadual pela anunciada promoção dos 762 policiais civis .

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A categoria deixou claro, entretanto, que essa lista é de 2011 e que vai continuar lutando pela promoção de outros aproximadamente 500 policiais que estão na lista de espera de 2012, além do urgente investimento em mais equipamentos como coletes e renovação do armamento.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Gerais

 

Piloto de SC será sepultado hoje

Nascido em Jaraguá do Sul, comandante fazia transporte de R$ 14 milhões quando caiu com bimotor próximo a Curitiba

Será sepultado hoje, em Jaraguá do Sul, o piloto jaraguaense Carlos Gilberto Mohr, 51 anos, que morreu em um acidente aéreo terça-feira. Ele pilotava o bimotor que caiu próximo a Curitiba, com R$ 14 milhões.

O piloto era divorciado e tinha três filhos. Depois de se formar pelo Aeroclube de Blumenau, trabalhou na indústria Malhas Malwee. Há pelo menos cinco anos foi morar com a família em Curitiba, onde trabalhava com serviço de táxi aéreo.

O comandante era sobrinho de Victor Bauer, ex-prefeito de Jaraguá, e primo do senador Paulo Bauer. A família providenciou o translado do corpo para Jaraguá do Sul, onde ocorreu o velório.

O bimotor, modelo Piper Cheyenne, decolou de Dourados (MS), às 15h50min de terça-feira com destino a Curitiba, mas caiu antes de pousar no Aeroporto do Bacacheri. A aeronave teria batido em uma copa de um pinheiro, girado e caído em uma localidade de Almirante Tamandaré.

Além de Mohr, o copiloto Leonardo Uchoa, 31 anos, e o segurança Leandro Ferreira dos Santos, 22, morreram na hora. Outro segurança, chamado Vilmar Rodrigues, 43, chegou a ser encaminhado a um hospital, mas também morreu.

O bimotor carregava cerca de R$ 14 milhões para uma empresa de transporte de valores, que esteve no local para reaver o dinheiro.

 

Equipe suspende busca por destroços

As buscas pelo monomotor que caiu no mar da praia de Taquarinhas no sábado foram suspensas ontem. A empresa de operações subaquáticas contratada pelo Condomínio Aeronáutico de Porto Belo resolveu encerrar os trabalhos após cinco dias de buscas. Os mergulhadores vasculharam 2 mil metros quadrados de área e 40 mil metros quadrados foram mapeados com sonar. O acidente com o monomotor matou o médico Júlio César Mandelli, 58 anos, e o empresário Claudir Gheller, 53.

 

Aprovada lei contra crimes cibernéticos

A Câmara dos Deputados aprovou ontem dois projetos de lei que tipificam os crimes cometidos por meios eletrônicos e pela internet, os chamados crimes cibernéticos, e que alteram o Código Penal. Os textos aprovados seguem para sanção da presidenta Dilma Rousseff. De autoria do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), o projeto trata de temas como a invasão de computadores, o roubo de senhas e de conteúdos de e-mails, a derrubada proposital de sites, entre outros. As penas variam de três meses a dois anos de prisão.

 

 

 

Moradores pedem mais sossego

O preço de morar em um dos mais belos pontos de Florianópolis tem sido alto aos moradores da Lagoa da Conceição. A falta de sossego se tornou um problema crônico e tem tirado o sono de muita gente. Lideranças, moradores, empresários e autoridades se reuniram, mais uma vez, em busca de solução.

A perturbação do sossego continua entre os principais problemas e vem se agravando, de acordo com o Conselho Comunitário de Segurança (Conseg). Agora não são apenas as casas noturnas que não respeitam o sono alheio. Pequenos grupos têm estacionado carros em pontos do bairro e ficam bebendo, falando alto, gritando, buzinando e escutando música num volume muito além do permitido para uma área residencial.

– Quem mora perto desses pontos e de casas noturnas não consegue dormir. É terrível – contou o vice-presidente do Conseg, Fernando Rossa.

Ele disse que o comércio também perde com a perturbação.

– Pousadas perderam hóspedes. O turista ouve o barulho e vai embora, procura outra hospedagem – disse.

Os moradores vão elaborar um documento, a ser encaminhado a prefeitura, pedindo a colocação de placas de proibido estacionar em alguns pontos, e à Câmara, tratando da legislação do som alto.

 

Corpo de pescador é localizado na Capital

Os bombeiros encontraram o corpo de Mauro José Dias, 45 anos, que estava desaparecido desde a noite de segunda-feira, na Capital. O corpo foi encontrado em frente à sede do GBS, próximo à cabeceira da Ponte Hercílio Luz, no Centro. A vazão de maré fez o corpo percorrer 11 quilômetros do local onde foi visto pela última vez, na região da Ponta do Sambaqui.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: TJ apura denúncias de tortura na prisão

 

TJ apura denúncias de tortura na prisão

Diretor da Penitenciária de São Pedro de Alcântara nega haver maus-tratos

O Tribunal de Justiça vai abrir hoje processo administrativo para apurar denúncias de tortura contra presos da Penitenciária de São Pedro de Alcântara, divulgadas ontem por advogados e familiares de detentos. A suposta violência estaria acontecendo após a execução da agente penitenciária que era casada com o diretor da unidade, Carlos Antônio Alves. O diretor negou as denúncias.

O dia foi tenso ontem na unidade, que abriga presos considerados de alta periculosidade e onde estão concentradas as principais lideranças do Primeiro Grupo Catarinense (PGC). A facção é investigada pela Polícia Civil como responsável pelo assassinato da agente Deise Pereira Alves, 30 anos, no último dia 26. Deise era casada com o diretor da unidade, considerado linha dura e que voltou a trabalhar na semana passada.

Alves negou qualquer tipo de violência dentro da unidade, mas afirmou que foi necessário o uso progressivo de força em uma “situação” ocorrida ontem, que preferiu não revelar. Ele garantiu que os agentes trabalham dentro da legalidade, ao contrário do que afirmam familiares de presos que estiveram lá ontem.

Mulheres, mães e outras parentes disseram que viram ontem dois detentos muito machucados. Conforme seu relato, um deles estava ensanguentado e vestindo apenas cueca.

– Ele estava desesperado e implorou que pedíssemos ajuda. Disse que seria morto lá dentro – disseram.

A mulher de um preso contou que outro detento, Rodrigo de Oliveira, o Rodrigo da Pedra, condenado por tráfico de drogas, estava com o rosto inchado e vermelho e pediu a ela para comunicar sua família. O advogado dele, Francisco Ferreira, pediu ontem à Justiça que seu cliente faça exame de corpo de delito, e vai solicitar hoje que a denúncia de tortura seja apurada. Outros três presos – que também seriam ligados ao PGC – teriam sido espancados na última segunda-feira.

Um dos juízes da Corregedoria-Geral de Justiça, Alexandre Takaschima, disse que vai abrir hoje processo administrativo solicitando informações e acompanhamento pelo juiz corregedor da penitenciária e da execução penal de São José, Humberto Goulart, e do Ministério Público.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto:  PGC pinta marca em cadeia

 

 

PGC pinta marca em cadeia

A fotografia da camiseta do Primeiro Grupo Catarinense (PGC), vestida por um detento de São Pedro de Alcântara, conforme o Diário Catarinense mostrou na sua edição de domingo, é apenas uma das provas da presença da facção criminosa dentro de presídios e penitenciárias catarinenses.

Em setembro, durante uma inspeção realizada no Presídio Regional de Itajaí, a marca do PGC foi identificada pintada em uma das paredes. Para o promotor de Justiça Fernando da Silva Comin, que atua na comarca de Itajaí, o fato caracteriza uma situação preocupante.

– Enquanto negarmos a existência do PGC publicamente, não caminhamos na direção certa e nos omitimos em relação às medidas que necessitam ser implementadas, como a colocação de bloqueadores de celulares em todas as grandes unidades do Estado – diz o promotor.

Outra medida sugerida por ele é a existência de parlatórios adequados para o diálogo entre o preso e o seu advogado. Isso deixaria sem possibilidade de entrega cartas ou bilhetes, explica Comin.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: SSP contesta dados de assassinatos

 

 

SSP contesta dados de assassinatos

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) contestou os dados do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública que colocam Santa Catarina como Estado onde mais cresceu o índice de assassinatos no ano passado na comparação com 2010. A informação foi classificada como “inverdade” na nota oficial encaminhada ao DC.

A afirmação da SSP baseia-SE em dados da Diretoria de Inteligência, diferentes dos coletados pelo anuário no sistema nacional mantido pelo Ministério da Justiça. A nota garante que as estatísticas catarinenses são atualizadas e conferidas diariamente. Justifica que a divergência ocorreu porque em 2010 houve uma subnotificação dos casos, ou seja, houve mais que os 504 registrados.

O Estado informa que ocorreram 767 hoimicídios em 2010, e que no ano passado foram 759 – uma redução de 1,04%. Pelos dados fornecidos pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, houve aumento de 44,8% nos casos, o que deixa o Estado como maior alta no país

Mesmo com a reparação enviada pela SSP, a taxa de homicídios em SC permanece acima do limite máximo estipulado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de 10 casos por grupo de 100 mil habitantes. O Estado está com 12,1, considerada situação epidêmica pela OMS.

A Secretaria de Segurança Pública também enviou dados referentes a este ano. De acordo com as informações, até 7 de novembro ocorreram 608 assassinatos em Santa Catarina. Na comparação com os 643 casos registrados em 2011 houve queda de 5,44% e queda de 35 homicídios em números absolutos. A taxa coloca o Estado com a menor taxa do país.

felipe.pereira@diario.com.br

 

FELIPE PEREIRA

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Veículo: A Notícia

Editoria: Geral

Assunto: Motorista baleado por policiais confirma sua versão em Piçarras

 

 

Motorista baleado por policiais confirma sua versão em Piçarras

Ele confirmou em depoimento a mesma versão de quando deixou o Hospital Municipal São José, horas depois do acidente

O caminhoneiro que foi atingido por disparos efetuados por policiais civis em uma abordagem no km 96,3 na BR-101, no dia 23 de outubro, em Piçarras, foi ouvido ontem pela delegada Tânia Cristina Duarte Harada, responsável pelo caso.

Ele confirmou em depoimento a mesma versão relatada à reportagem de “AN” quando deixou o Hospital Municipal São José, horas depois do acidente.

Everaldo Schwambach, 38 anos, disse que fechou o carro dos policiais em alguns momentos, porém sem intenção, quando tentava ultrapassar uma carreta que seguia na sua frente.

Ele afirma que ouviu a sirene mas não identificou o Fiesta vermelho como sendo uma viatura da polícia. Segundo a delegada, o motorista também afirma que possuía um objeto em mãos, que seria o rádio de comunicação.

O caminhoneiro também se queixou do atendimento recebido no São José, pois no local foi identificada apenas uma bala em seu corpo. Ao procurar outra unidade hospitalar, em Brusque – cidade onde mora –, a vítima descobriu que havia duas balas alojadas na região do quadril.

A delegada aguarda o laudo da perícia realizada no local do acidente e o boletim de ocorrência feito pela Polícia Rodoviária Federal para concluir o inquérito. Testemunhas de defesa indicadas pelo motorista também precisam ser ouvidas.

 

Contraponto

De acordo com a versão dos três agentes e do delegado Rodolfo Farah, que estavam no carro, a reação teria sido em legítima defesa. Eles relataram que o carro foi prensado contra a mureta da pista pelo caminhão e que tentaram abordar o motorista, sem sucesso.

Os policiais afirmam que utilizaram a sirene, o sinal de alerta e mostraram as identificações pela janela do veículo.  O objeto nas mãos do motorista teria assustado os policiais, que cogitaram a possibilidade de ser uma arma.

 

Como acreditavam se tratar de uma situação de risco, efetuaram três disparos contra o caminhão. Ao ser atingido, o caminhoneiro perdeu o controle do veículo. Um policial também ficou ferido.

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Veículo: A Notícia

Editoria: Geral

Assunto: Depois de ter casa apedrejada, família de Isadora Faber procura a polícia

 

 

Depois de ter casa apedrejada, família de Isadora Faber procura a polícia

A avó da criadora da página Diário de Classe, no Facebook, teria sido atingida por uma pedra

A terça-feira foi de ameaças e Boletins de Ocorrência para a família de Isadora Faber, 13 anos, criadora da página Diário de Classe no Facebook. Na noite anterior, três pedras foram atiradas por detrás do muro de dois metros da residência de Isadora e uma delas teria atingido a cabeça da avó dela, de 65 anos.

— A gente sentou na frente de casa, como sempre fazemos. Aí uma pedra caiu no carro, outra na grama e a terceira atingiu a minha mãe — relatou a mãe de Isadora, Mel Faber.

Imediatamente, a família se recolheu para dentro de casa e aguardou até a situação se acalmar. Nesta terça, o pai de Isadora foi até a 6ª Delegacia de Polícia Civil para prestar queixa e registrar Boletim de Ocorrência. A idosa, que sofre de uma doença degenerativa, foi levada para fazer exames médicos no Instituto Geral de Perícias e passa bem, apesar do roxo na região do olho direito.

A mãe de Isadora se diz preocupada como a forma que sua filha tem sido tratada na escola, com alunos contra a ação na página do Facebook, que expõe problemas do colégio.

— As crianças estão se posicionando contra a Isadora. As coisas estão tomando proporções sérias e a Isadora não baixou a cabeça. Eu não posso incentivar ela a retirar as críticas contra a escola, pois vou ensinar que fazer o errado é que é o certo.

O secretário Municipal de Educação, Rodolfo Pinto da Luz, foi pego de surpresa sobre o fato, mas disse ser contra qualquer tipo de ameaça.

— É inadmissível. Sempre pode haver pessoas descontentes. Estamos em um país democrático e todos podem se manifestar, mas nunca por meio da violência. Isto tem que ser apurado – escreveu.

Tentamos contato com a diretora da escola Municipal Maria Tomázia Coelho, mas não foi possível.

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Veículo: A Notícia

Editoria: Geral

Assunto: Incêndio destrói depósito de loja de móveis em Joinville

 

 

 

Incêndio destrói depósito de loja de móveis em Joinville

CEIs que ficam ao lado tiveram que ser evacuados, pois havia risco de o fogo se espalhar

Na manhã desta quarta-feira, havia bastante fumaça no local

Um incêndio em um depósito de móveis de alto padrão destruiu todo o estoque que estava na rua Aracaju, no bairro Saguaçu, em Joinville, na manhã desta quarta-feira. O depósito fica ao lado de uma creche.

Um CEI, que fica ao lado do local do incêndio, teve que ser evacuado, pois os ventos espalharam as laberadas e havia risco de o fogo se espalhar. As 15 crianças foram levadas para o pátio de uma empresa próxima, na mesma rua, que cedeu abrigo.

Segundo a diretora do CEI, Anemari Senff, foi o pai de um aluno quem viu a fumaça. Os bombeiros foram acionados, mas o fogo se alastrou rapidamente em função do material estofado. As chamas já foram controladas, mas ainda havia muita fumaça no local.

Durante esta manhã, mais um CEI foi evacuado por conta do incêndio. Desta vez, a casa fica nos fundos do primeiro CEI que foi evacuado, e 10 crianças foram retiradas.

Bombeiros trabalham para evitar que as chamas se espalhem e afastam o maior número de pessoas possíveis, pois a maior preocupação e com a fumaça tóxica da queima dos estofados. Cinco viaturas e 20 bombeiros já trabalham no local.

De acordo com os proprietários do estabelecimento, o estoque era para as vendas de final de ano e não tinha seguro. Ainda não se sabe o prejuízo

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Hélio Costa

Assunto: O problema que virou caso de polícia

 

O problema que virou caso de polícia

São em média entre 30 e 40 ocorrências registradas pelo Copom (Central de Operações da Polícia Militar) sobre jovens que se reúnem em locais para ouvir som em volumes ensurdecedores em seus carros. Eles fazem competições de quem tem o equipamento mais potente, assim, desrespeitando quem tenta descansar na madrugada. Uma reunião foi realizada pelo Conseg da Lagoa tenta prevenir novas ocorrências. A delegada da 10ª DP fez promessas, a PM também. Mas o problema é de consciência e até cultural. Até porque nem todo mundo gosta de ouvir aquele tipo de som que eles ouvem no talo. Ah se todos ouvissem Jazz e Blues, certamente não teríamos tantas ocorrências.

 

 

BLOGS

 

Moacir Pereira

 

Sindepol teme integridade dos policiais em SC

Diretoria do Sindicato dos Policiais Civis de Santa Catarina (Sinpol/SC) esteve reunida hoje com o deputado e ex-delegado Mauricio Eskudlark (PSD), quando agradeceu o empenho e esforço conjunto com o governo estadual pela anunciada promoção dos 762 policiais civis. A entidade teve forte influencia junto ao Grupo Gestor do governo e à cúpula da Segurança Pública para a decisão positiva.

Ao reafirmar a continuidade dos pleitos, a diretoria do sindicato deixou claro, entretanto, que essa lista é do ano de 2011 e que vai continuar lutando pela promoção de outros aproximadamente 500 policiais que estão na lista de espera de 2012.

Outra preocupação e luta da classe a ser intensificada é pela compactação da Classe das Carreiras dos Agentes, das oito atuais para quatro somente, bem como pelo cumprimento de dispositivo constitucional que prevê a remuneração em forma de subsídio. De acordo com o presidente do Sinpol/SC, Pedro Joaquim Cardoso, a compactação das classes, nivelaria para cima a renumeração dos policiais, criando ainda um regime próprio e corrigindo as distorções salariais atuais.

 

Mas a maior preocupação da categoria no momento é a integridade física dos policiais civis diante dos ataques e ameaças que vem sofrendo por parte do crime organizado. Os policiais querem mais segurança para trabalhar, o que se traduz em investimento em equipamentos como coletes de proteção e renovação de armamento, entre outras medidas.

 

 

 

MÍDIAS DO BRASIL

 

 

 

Veículo: Portal G1

Editoria: Geral

Assunto: Seis são mortos na madrugada desta quinta-feira na Grande SP

 

 

Seis são mortos na madrugada desta quinta-feira na Grande SP

Casos aconteceram na capital, Cotia e no ABC.

Nos Jardins, um suspeito morreu após troca de tiros com a polícia.

Seis pessoas morreram e quatro foram baleadas entre a noite desta quarta (7) e a madrugada desta quinta-feira (8) em São Paulo e na região metropolitana. Os casos foram registrados nos Jardins, região nobre da capital, na Zona Leste, em Cotia, Diadema e em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

Nos Jardins, dois homens tentaram assaltar um posto de gasolina. A Polícia Militar foi chamada e houve troca de tiros. Um suspeito foi baleado. Ele foi socorrido e levado para o Hospital das Clínicas, na Zona Oeste, onde morreu.

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Policial militar é baleado no ABC

Policiais e guardas civis revidam ataque e matam dois homens em SP

Em Cotia, na região metropolitana, um grupo tentou assaltar um supermercado na altura do km 31,5 da Rodovia Raposo Tavares, na noite desta quarta. Houve troca de tiros entre os suspeitos, policiais militares e guardas civis. Três suspeitos e dois guardas foram atingidos. Dois dos suspeitos morreram e o outro foi preso. Os guardas feridos não correm risco de morrer.

No limite entre Santo André e São Bernardo do Campo, no ABC, um policial foi baleado depois de uma tentativa de assalto no final da noite desta quarta-feira. Ele foi socorrido e levado a um hospital no Centro de São Bernardo. O policial passou por uma operação e não corre risco de morrer.

Em Diadema, também no ABC, a polícia surpreendeu dois homens que tentavam roubar um carro. Houve troca de tiros e um dos suspeitos morreu. O outro foi preso.

Na Penha, na Zona Leste de São Paulo, o jovem Vitor Sarraceno dos Santos foi morto a tiros em frente a um bar, nesta madrugada.

 

Poá

Na terça-feira (6), em Poá, na Grande São Paulo, o jovem João Felipe Fernandes Santos, de 18 anos, morreu e outras duas pessoas ficaram feridas após serem baleados. Eles conversavam em frente a uma casa quando um carro passou e um criminoso encapuzado fez vários disparos. Segundo a polícia, nenhuma das vítimas tinha passagem pela polícia. O corpo de João Felipe foi enterrado nesta quarta-feira, em Poá.

Transferência de presos

Na noite desta quarta-feira, a Justiça Federal em Porto Velho autorizou o recebimento do preso Francisco Antonio Cesário da Silva, conhecido como Piauí, que cumpre pena na penitenciária paulista de Avaré. Ele é suspeito de mandar assassinar policiais militares. A transferência do traficante faz parte das medidas firmadas entre os governos federal e do estado de São Paulo, e integra a estratégia de isolar as quadrilhas que agem dentro e fora dos presídios paulistas.

Os governos federal e estadual decidiram transferir todos os detentos que aparecem entre os responsáveis pelas mortes de policiais. Desde o início do ano, 90 policiais foram assassinados.

O traficante está na penitenciária de Avaré desde agosto. Ele cumpre pena por porte ilegal de arma, receptação, roubo, sequestro, falsidade ideológica e homicídio.

_____________________________________________________________________________ Veículo: Portal G1

Editoria: Geral

Assunto:  RO já pode receber preso suspeito de mandar matar policiais em SP

 

RO já pode receber preso suspeito de mandar matar policiais em SP

Traficante ‘Piauí’ cumpre pena na penitenciária paulista de Avaré.

Ele teria elaborado lista com nomes de 40 policiais que deveriam ser mortos.

 

Justiça Federal de Porto Velho (RO) autorizou na noite desta quarta-feira (7) recebimento do preso Francisco Antonio Cesário da Silva, conhecido como “Piauí”, que cumpre pena na penitenciária paulista de Avaré. Ele é suspeito de mandar assassinar policiais militares.

A transferência do traficante faz parte das medidas firmadas entre os governos federal e do estado de São Paulo, e integra a estratégia de isolar as quadrilhas que agem dentro e fora dos presídios paulistas.

Os governos federal e estadual decidiram transferir todos os detentos que aparecem entre os responsáveis pelas mortes de policiais. Desde o início do ano, 90 policiais foram assassinados.

O traficante está na penitenciária de Avaré desde agosto. Ele cumpre pena por porte ilegal de arma, receptação, roubo, sequestro, falsidade ideológica e homicídio.

Durante operação na favela Paraisópolis, na capital paulista, iniciada em 29 de outubro, foi encontrada uma lista com o nome de 40 policias militares e de dois policiais civis que deveriam ser executados. Segundo a polícia, essa lista teria sido feita por Piauí.

 

Transferência

Na terça-feira (6), o governador Geraldo Alckmin anunciou um pacote de mudanças para conter a criminalidade, e acredita que as transferências possam dificultar a circulação de informações entre a quadrilha que coordena os ataques.

A decisão foi tomada em reunião com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. As ações de contenção à violência serão conjuntas entre os governos estadual e federal.

O ministro disse que foi acertada a transferência de presos, mas que não serão informados os nomes e as datas, por questão de segurança. Já o governador adiantou que detentos envolvidos na morte de policiais e de agentes penitenciários serão prioridade nessas transferências.

 

ACONTECEU NA ALESC

 

 

Assassinato de policiais
Sargento Soares (PDT) pediu mudanças no Código Penal e no Código de Processo Penal para agilizar os processos e a condenação daqueles que atentam contra a vida dos agentes da segurança pública (policiais militares, civis, bombeiros, guardas municipais). O parlamentar argumentou que a impunidade tem incentivado os criminosos a agirem cada vez com mais audácia, referindo-se aos assassinatos de policiais em São Paulo e em Santa Catarina.
Maurício Eskudlark (PSD) denunciou que os grupos organizados dentro dos presídios estão constrangendo os presos que são liberados pela Justiça a atentarem contra a vida de policiais. Segundo Eskudlark, que já comandou a polícia civil, um detento do presídio de São Pedro de Alcântara, que foi liberado por sete dias, “saiu com determinação dos presos para cometer um crime contra um policial que teria atuado no desbaratamento de uma quadrilha. Agora um homem bomba está andando por aí”, informou.
O parlamentar reclamou uma “legislação forte contra os marginais que estão nos presídios dando ordem para quem sai”.

Drogas
Ismael dos Santos relatou visita que fez à Subsecretaria Antidrogas do governo federal para conhecer detalhes da proposta da União sobre o problema. O parlamentar anunciou que no final de novembro acontecerá uma reunião com a participação das secretarias de Saúde, Educação, Justiça e Cidadania, Segurança Pública e Assistência Social para formatar uma proposta mínima de políticas públicas de combate às drogas. “Vai abranger todos os eixos, recuperação, repressão e reinserção social”, anunciou Ismael.
Neodi Saretta (PT) anunciou que o estado barriga verde aderiu ao programa “Crack, é possível vencer”, do governo federal. Segundo o deputado, Santa Catarina disporá de R$ 56 milhões para investir no combate à droga até 2014.