Área do associado

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Clipping do dia 03 de outubro

3.10.2012

 

Clipping do dia 03 de outubro

 

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assunto: Número de homicídios

 

 

MENOS MORTES

O número de homicídios em Santa Catarina nos nove primeiros meses do ano apresentou uma queda de 5,43% na comparação com os indicadores de janeiro a 30 setembro de 2011. Foram 540 mortes neste ano contra 571 no ano passado.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Saúde

 

Servidores decidem pela greve

A saúde pública dos catarinenses, que convive com a falta de profissionais, de material e dossiê de médicos, enfrentará, na próxima terça-feira, uma greve. A decisão foi tomada ontem, em assembleia dos trabalhadores. O governo reagiu e anunciou que poderá cortar o pagamento das horas extras, a chamada hora plantão.

Na segunda-feira, o secretário-adjunto da Saúde, Acélio Casagrande, havia anunciado que pelo menos por 90 dias, não haveria prejuízos financeiros aos trabalhadores.

Não foi o suficiente para convencer os 2 mil funcionários da saúde, que depois da assembleia fizeram passeata em direção ao prédio da Secretaria de Saúde. A diretoria do SindiSaúde, o sindicato da categoria, garante que os serviços de urgência e emergências serão mantidos.

Casagrande reclamou da decisão a acha que os servidores fecharam as negociações. Afirma que o governo irá garantir o direito de quem quiser trabalhar, cobrará a manutenção dos serviços essenciais e irá cortar as extras:

– Não vamos aceitar greve silenciosa, onde o funcionário aparece, bate o ponto e cruza os braços.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Crianças agredidas

 

Outros pais denunciam maus-tratos de professora

Pais procuram delegado para informar que educadora agia da mesma forma em outra creche

A professora de um Centro de Educação Infantil de Tubarão, presa na segunda-feira por agredir uma criança de um ano e meio no local de trabalho, pode se complicar ainda mais com novas denúncias pela prática do mesmo delito em outra instituição de ensino.

 

Pelo menos três pais de alunos procuraram o delegado responsável pelo caso para comunicar situações de maus-tratos.

Hellen de Souza Cunha, 29 anos, foi flagrada em um vídeo maltratando um menino durante quase dois minutos. A agressão aconteceu no Centro de Educação Infantil Recife, diante de várias crianças.

A suspeita, que está presa no Presídio Regional de Tubarão, trabalhava no turno da manhã em outra creche, no município vizinho de Capivari de Baixo. De acordo com o delegado Rubem Antônio Teston da Silva, outras três famílias procuraram a delegacia para informar sobre maus-tratos na creche desta cidade.

– Aí a investigação passa por um novo procedimento na delegacia de Capivari de Baixo, mas a situação dela se agrava com isso, pois podem surgir novas provas do primeiro crime – alerta o delegado.

Uma polêmica que surgiu em torno desse caso foi a origem do vídeo que flagrou a agressão por parte da professora. Na região de Tubarão e também nas redes sociais na internet surgiram postagens sobre uma possível testemunha que teria filmado a ação e nada feito para impedir a agressão, e da omissão da escola, que teria sistema de vigilância eletrônica e desconhecia o comportamento agressivo da suspeita. As hipóteses foram descartadas pelo delegado.

– Soube de vários comentários infundados sobre como conseguimos o vídeo do flagrante. Esse método da investigação ficará sob sigilo total, até porque, no futuro, podemos usá-lo novamente – esclarece o delegado responsável pelo caso.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Armas furtadas

 

Tropa impedida de deixar quartel

Presos, detidos ou em regime de prontidão. Qualquer que seja o nome técnico ou popular, a verdade é que 592 militares estão há uma semana retidos no quartel do 62o Batalhão de Infantaria de Joinville, enquanto prosseguem as investigações sobre o desaparecimento de 47 armas de seu depósito. O material, proveniente de apreensões policiais e da Campanha do Desarmamento, aguardava pela destruição em uma siderúrgica.

Na tarde de ontem, um militar do 62o Batalhão de Infantaria (BI) de Joinville tentava resolver, de forma amistosa, problemas com o banco do qual é correntista por meio de um telefone do quartel. A cena seria comum, não fosse o fato de ele ter de insistir para que a situação fosse resolvida à distância, uma vez que está impedido de sair do batalhão há uma semana, assim como outros 591 companheiros dele de quartel.

A medida foi adotada pelo comandante do 62o BI, Ronaldo França Navarro, após o desaparecimento de 47 armas de cano curto, provenientes de apreensões na região, ter sido descoberto, em 25 de setembro.

Ontem, 592 militares estavam no que o Exército chama de regime de prontidão no quartel – inclusive o comandante, que afirma que o procedimento é necessário porque o Exército tem o “compromisso” de dar um retorno à sociedade sobre o desvio de armamentos.

 

Cabo e soldado são suspeitos

Navarro não deu detalhes sobre os inquéritos abertos para apurar o caso, mas o chefe do Estado-Maior da 14a Brigada de Infantaria Motorizada do Exército, coronel Pedro Osvaldo Andrade Carolo, afirmou, em Florianópolis, que há dois militares suspeitos de desviar armas: um cabo e um soldado.

– Mas pode haver mais gente envolvida. Isso será determinado pelo inquérito militar que foi instaurado e corre na Circunscrição Judicial Militar, em Curitiba – afirma.

A 5a Circunscrição Judiciária Militar de Curitiba, que abrange SC, confirmou ontem a abertura de inquérito, mas disse ainda não ter sido informada de prisões.

Na manhã de ontem, um grupo de quase cem militares foi liberado para passar o dia fora do quartel. Segundo Navarro, eles deixaram as instalações do 62o BI às 8h, com a condição de retornar até as 21h. Hoje, outro grupo deve ser liberado, em esquema de rodízio.

 

Medida afeta a vida das famílias

O lado mais visível do aquartelamento dos militares do batalhão de Joinville é o transtorno na vida de algumas famílias. É o caso de Maristela de Sousa, 19 anos, que estava com a pequena Yasmim, de seis meses, na tarde de ontem no 62o BI, para visitar o marido.

– Foi bem complicado, a gente não esperava. Chamaram ele à noite sem dizerem o motivo. Agora, sempre tenho que trazer alguma coisa que está faltando – conta.

A falta de informações também incomoda Maristela.

– A gente fica sem informação, não falam nada para a gente.

Outra mulher de militar, que não quis se identificar, conta que casais com filhos pequenos estão sofrendo mais com a mudança na rotina.

– Tem mães esperando bebê e com bebê pequeno, sem falar nas que fazem faculdade à noite e não têm com quem deixar os filhos – conta a mulher.

Mas a diretora de secretaria da 5a Circunscrição Judiciária Militar de Curitiba, Alessandra Emília Merlin, garante que não há irregularidade na medida tomada pelo comando do batalhão de Joinville.

– Questões administrativas é o comandante quem determina – disse.

Alessandra explica que a Justiça Militar só pode tomar alguma medida se as famílias que estão se sentindo prejudicadas com a situação encaminharem o caso por meio de um advogado.

 

PM também teve material furtado

O desvio de armas também é alvo de investigação pelo 8o Batalhão da Polícia Militar, que cobre as regiões Norte e central de Joinville.

Descoberto em uma contagem de rotina em julho, o sumiço de cem armas usadas em treinamento já desencadeou prisões de policiais, mas ainda há muito do arsenal a ser encontrado. Até ontem, apenas nove haviam sido recuperadas.

Segundo o comandante da 5a Região da PM, coronel Cantalício de Oliveira, as investigações continuam.

– Nosso pessoal da inteligência e todo o operacional está imbuído disso. Estamos trabalhando com afinco para encontrar as armas – afirmou.

A investigação tem sido mantida em segredo pela corporação. O Ministério Público suspeita que parte do armamento desviado tenha sido vendida a criminosos.

As investigações levaram às prisões preventivas do cabo Ademir Tomelin e do soldado Jucemar da Silva Poleza, responsáveis por administrar o uso das armas. Eles estão em Florianópolis desde 14 de setembro.

 

“Temos compromisso com a sociedade”

ENTREVISTA: Ronaldo F. Navarro, Comandante do 62º BI

Por que os militares estão impedidos de sair?

 

Tenente-coronel Ronaldo França Navarro – Colocamos em prática o Plano de Chamada, procedimento de rotina para situações extraordinárias, como essa. Nós acionamos todos os militares e em duas horas todos se concentram no batalhão. Eles treinam ao longo do ano para quando é preciso reunir a tropa rapidamente. Eles se fardam, pegam o seu armamento e estão em condição de sair e aumentar os treinamentos rotineiros, como patrulha de reconhecimento, de vasculhamento e cumprimento de mandados de busca e apreensão. Assim, se precisar, estaremos melhor preparados.

 

O que está sendo feito para recuperar as armas?

Navarro – Foi aberto inquérito civil militar. Como as armas estavam sob a minha custódia, eu tenho autoridade para abrir o inquérito civil militar. Após 40 dias, ele será remetido à Justiça Militar e após passar pela procuradoria vai para o juiz.

 

Quantos suspeitos foram identificados até agora?

Navarro – Não posso falar porque pode prejudicar as investigações. Os responsáveis identificados já confessaram a participação.

 

Quantas armas foram recuperadas? Onde elas estavam?

Navarro – Doze. Algumas após denúncia anônima e outras com os mandados de busca e apreensão. Não posso falar os locais porque isso pode prejudicar as investigações.

 

Como são as armas que sumiram do quartel?

Navarro – São armas de cano curto, como o revólver 38.

 

Quantos militares estão retidos atualmente no quartel?

Navarro – São 592.

 

O que mudou na rotina após o plano de chamada?

Navarro – O que mudou é que tem expediente sábado e domingo. As famílias continuam tendo acesso aos médicos do batalhão, estão visitando os militares aqui normalmente. Temos condições de alimentar todo o efetivo, como teríamos de montar uma base com toda a estrutura em Pirabeiraba, se necessário.

 

Até quando os militares ficarão sem poder sair?

Navarro – Temos quatro níveis. Começou no intermediário e vão baixar dois até voltar à normalidade, no fim do inquérito. Depende da investigação, pode ser que volte ao normal antes.

 

O clima dentro do quartel do 62o BI é de tensão?

Navarro – Está porque saímos de uma situação normal para tomar uma atitude mais enérgica e cumprir o compromisso que temos com a sociedade de achar essas armas.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Política

Assunto: SC não terá lei seca nas eleições

 

SC não terá lei seca nas eleições

Pela quinta vez em Santa Catarina, o Estado não terá lei seca no domingo de votação.

A venda de bebida alcoólica está liberada, segundo decisão anunciada ontem pelo delegado geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D’Ávila, após encontro com o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE), desembargador Luiz César Medeiros. Mas o delegado alerta que excessos serão punidos.

De acordo com o delegado, situações pontuais serão resolvidas nas delegacias regionais. Aldo também confirmou reforço nos plantões das delegacias de polícia do Estado para atendimento ao acréscimo de demanda de procedimentos. O serviço de disque denúncia 181 também estará operando normalmente recebendo chamadas.

A medida foi adotada em razão de não existir lei específica que determine sua proibição. O delegado também destacou a característica histórica da população catarinense, de tranquilidade e harmonia registrada durante os processos eleitorais.

– A atenção dos órgãos policiais será redobrada e qualquer ocorrência policial será rigorosamente punida dentro da legislação vigente – disse.

A primeira vez em que a portaria não foi reeditada foi no segundo turno das eleições para prefeito da Capital, em 2004. As outras duas no primeiro e segundo turno nas eleições de 2006 e a quarta em 2010.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Familiares terão a indenização garantida

 

Familiares terão a indenização garantida

STF vai julgar culpa do Estado na morte de presos em cadeias e presídios

Os familiares de presos mortos dentro de cadeias e presídios poderão ter suas indenizações garantidas, sem a necessidade de comprovar falha do serviço penitenciário.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu no dia 21 do mês passado que vai dar uma decisão definitiva sobre se o Estado tem de pagar indenização por danos morais e materiais em razão de detentos mortos em assassinatos, rebeliões ou suicídios, mesmo sem a culpa da administração pública.

O caso, que deu origem à discussão no STF, foi de um detento morto enforcado em Porto Alegre, em que a perícia não foi clara se houve suicídio ou homicídio. O tribunal reconheceu a repercussão geral da matéria. Para o professor de Direito Civil da PUC-SP Ragner Limongeli, mesmo nos suicídios, em que pode se interpretar que há responsabilidade só da vítima, a indenização é devida.

– O Estado tem o dever de prezar pela integridade física do apenado.

Alguns juízes, no entanto, ainda julgam contra essas ações. Segundo a socióloga Camila Nunes Dias, do Núcleo de Estudos da Violência (NEV-USP), a simulação de execuções como suicídios é um problema.

 

Mistura perigosa que máscara o motivo da morte

Presos podem forçar outros detentos a ingerir o chamado “Gatorade” – cocaína com estimulantes sexuais –, que pode induzir os juízes a acreditar que houve overdose.

– A ocorrência acaba sendo classificada como morte natural.

Dados do Ministério da Justiça registraram 160 mortes de julho de 2009 a dezembro de 2011 no sistema prisional paulista – três homicídios, 11 suicídios e dois acidentes. Os demais são tratados como naturais.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Casa de empresário é invadida

 

Casa de empresário é invadida

Dois homens armados invadiram, na noite de segunda-feira, a casa de um empresário em Içara, no Sul do Estado, e roubaram cerca de R$ 200 mil que estavam guardados em um cofre.

O filho do empresário, um adolescente de 13 anos, era a única pessoa na residência e acabou rendido pelos ladrões, mas não sofreu nenhum ferimento.

Conforme a Polícia Militar de Içara, a dupla de assaltantes invadiu a casa por volta das 20h40min, momento em que o empresário do ramo de material de limpeza e a esposa estavam em uma igreja.

Os bandidos usaram uma escada para chegar ao segundo piso da casa e arrombaram uma porta. Ameaçado, o adolescente foi obrigado e revelar que o cofre ficava dentro de um armário. A dupla carregou o caixa de metal até a caminhonete Toyota Hilux utilizada na fuga.

O filho do empresário não chegou a sofrer agressões. A Polícia Civil investiga o caso e suspeita que a dupla conhecia bem a rotina da família do empresário.

Até o fechamento desta edição, o veículo roubado ainda não havia sido localizado.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Obra em delegacia de Blumenau é retomada

 

Obra em delegacia é retomada

Será retomada hoje a construção da Delegacia Regional de Blumenau. As obras estavam paradas desde abril de 2011.O prédio está sem portas, janelas, obras urbanísticas, elevador e vidros. Os trabalhos serão retomados pela Salver, empresa que venceu a licitação. A obra foi licitada em R$ 2,44 milhões, mas, devido às alterações estruturais precisou de um aditivo de R$ 607 mil. O prazo para conclusão do serviço é de 180 dias.

A delegacia fica na Rua Humberto de Campos, esquina com a Rua Clara Mantau, Bairro da Velha.

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Veículo: A Notícia

Editoria: Polícia

Assunto: Presas no banheiro da delegacia

 

Mulheres que estavam presas no banheiro da delegacia de São Francisco do Sul são transferidas para presídio

Dupla passou quatro dias no banheiro por causa da falta de espaço na DP

As duas mulheres presas por tráfico de drogas na semana passada, em São Francisco do Sul, que estavam detidas dentro do banheiro da delegacia de Polícia Civil, foram transferidas para o Presídio Regional de Jaraguá do Sul no início da tarde desta terça-feira.

Elas ficaram quatro dias no banheiro, porque as celas da DP não apresentavam condições de uso. A denúncia foi feita pela equipe da RBS TV, no Jornal do Almoço , desta terça.

Ainda durante a manhã, a Justiça determinou que o Departamento de Administração Prisional (DEAP) do estado determinasse um lugar adequado para as presas. O advogado de uma das mulheres tenta a liberdade condicional da cliente.

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Veículo: Notícia do Dia

Editoria: Geral

Assunto: Assaltantes trocam tiros com a polícia em São José e acabam detidos

 

 

Assaltantes trocam tiros com a polícia em São José e acabam detidos

Um deles era adolescente e o outro, de 21 anos, foi preso em flagrante

Um jovem de 21 anos e um adolescente foram detidos em flagrante, na manhã de ontem, depois de tentarem praticarem roubo, no Sertão do Maruim, São José. Ao anunciarem o assalto, num mini-mercado, os dois foram surpreendidos por um policial militar que mora em cima do alvo do crime. Houve troca de tiros e os assaltantes chegaram a fugir do local a pé, mas acabaram sendo capturados em seguida.

Os dois chegaram ao local de moto, uma Honda Twister de cor preta, que tinha sido roubada um dia antes nas imediações do estádio Orlando Scarpelli. Ao serem surpreendidos pelo policial de folga, os dois tentaram fugir do local. Deixaram para trás a moto e correram em direção a localidade Vila Formosa, onde acabaram sendo capturados por uma guarnição do PPT (Pelotão de Policiamento Tático).

Com os dois, a polícia também encontrou uma arma calibre 38, com numeração raspada, e municiada com cinco balas. O homem de 21 anos foi preso em flagrante por receptação, tentativa de roubo, porte ilegal de armas e tentativa de homicídio, já que no momento em que foi abordado pelo policial revidou com tiros. Ninguém foi ferido, mas as balas chegaram a atingir prateleiras de mercadorias da loja.

O adolescente e o homem foram encaminhados para a 1ª Delegacia de Polícia de São José, no bairro Forquilhinhas, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante.

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Veículo: Notícia do Dia

Editoria: Hélio Costa

Assuntos: Deic

                

                  Projetos sociais que auxiliam a segurança vêm sendo negligenciados

 

 

Deic captura líder de cartel do pó no Paraguai e resolve crime na Capital

Entre as armas apreendidas pela quadrilha,duas teriam sido usadas em assassinatos na região de Florianópolis

Rindo à toa

Agentes da Divisão de Repressão a Entorpecentes da Deic  estão rindo à toa. Além de derrubar um dos cartéis do narcotráfico do Paraguai, com ramificação na Grande Florianópolis, ainda deram uma “mãozinha” para os colegas da Delegacia de Homicídio da Capital resolver a autoria de assassinatos pendentes. Entre as armas apreendidas com a quadrilha pelo menos duas teriam sido usadas em assassinatos na região. O delegado da Homicídios, Ênio de Oliveira Matos,  é visto com frequência na Deic conversando com o diretor Akira Sato e com o delegado Cláudio Monteiro. Nas entrevistas que concede à imprensa, Monteiro faz questão de ressaltar que o sucesso da operação foi alcançado pelo excelente trabalho da equipe da DRE.  Os cabeças, o paranaense Ruy Moraes Vieira, o Papito, e  Lilian Beatriz Benites Vasque também eram procurados pela Polícia Federal. O contato do casal era o manezinho da Ilha da Magia Marcos Vieira Francisco, o Marquinho.

 

Projetos sociais que auxiliam a segurança vêm sendo negligenciados

Uma das preocupações do conselho de segurança comunitário é a falta de local para conter menores em conflito com a lei

Negligência

Estava limpando minha caixa de e-mail e uma correspondência eletrônica do Conselho de Segurança da Bacia do Itacorubi me chamou atenção: “Programas e Projetos sociais que auxiliam a segurança vêm sendo negligenciados”. Um dos pontos atacados pelos dirigentes do Conseg é a demolição do São Lucas, em São José, que obrigou juízes a encaminhar adolescentes, considerados de alta periculosidade para Itajaí, onde as fugas são sistemáticas. Na Capital restou apenas o Plantão de Atendimento Inicial, mas foi iinterditado no mês passado porque não disponibilizava de estrutura para ressocializar adolescentes em conflito com a lei. Menores infratores na rua é perigo eminente. Não quero ser repetitivo, mas não havia necessidade de botar o São Lucas no chão. Bastava uma reforma. Ontem, a Secretária da Justiça e Cidadania apresentou  o projeto de um novo  complexo que será construído onde funcionava o São Lucas.  A obra está orçada em R$ 11,5 milhões e deve ser iniciada ainda este mês. 

 

 

BLOGS

 

 

Moacir Pereira

 

Facisc indica 3 delegados à Conferência Nacional

O Sistema Facisc  elegeu três delegados para representar o setor empresarial na I Conferência Nacional de Desenvolvimento Regional (CNDR), que acontecerá entre os dias 12 e 14 de dezembro, em Brasília. São o Vice-Presidente de Soluções Empresariais da Facisc, André Gaidzinski, a Diretora Social da Associação Empresarial de Quilombo, Patrícia Weirich, e o Coordenador Comercial da Facisc, Sérgio Acy Kollet.    O evento é uma  iniciativa é do Ministério de Integração Nacional e do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA), com o objetivo de promover debates que resultem em princípios e diretrizes para reformulação da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR). Serão três etapas: estadual, macrorregional e nacional. A etapa macrorregional será realizada em Porto Alegre, entre os dias 24 e 26 de outubro. Dentre as diretrizes está a de criar um fundo de desenvolvimento regional que atenda a região Sul do País.

 

 

MÍDIAS DO BRASIL

 

Veículo: Folha Online

Editoria: Geral

Assunto: Em seis anos, 1.223 policiais foram punidos em São Paulo

                

 

 

Em seis anos, 1.223 policiais foram punidos em São Paulo

Em seis anos, pelo menos 1.223 policiais civis e militares de São Paulo foram punidos por terem cometido alguma infração administrativa ou crime, entre eles corrupção e tráfico de drogas.

O número representa 5% de todas as denúncias feitas à Ouvidoria da Polícia do Estado entre 2005 e 2011.

A quantidade de punições pode ser maior porque os dados abrangem só relatos feitos à Ouvidoria, órgão do governo estadual que tem como função registrar queixas contra policiais civis e militares.

Não incluem as denúncias feitas às corregedorias das polícias e à Promotoria.

Ontem, a Folha revelou que documentos da facção criminosa PCC mostram uma série de pagamentos feitos a policiais civis, assim como parcerias com policiais militares para a prática de roubo.

Os valores pagos seriam uma forma de contar com o acobertamento de crimes, principalmente tráfico de drogas, ou para livrar da prisão criminosos que haviam sido detidos em flagrante.

Os arquivos da organização criminosa são uma espécie de livro-caixa que está em poder do Ministério Público do Estado. São cerca de 400 documentos entre planilhas e informes dos membros para os “chefes” da facção.

Eles revelam ainda que o PCC tem 1.343 homens espalhados por 123 das 645 cidades do Estado de São Paulo.

‘pior espécie’

O major da reserva da PM e deputado estadual Olímpio Gomes (PDT), membro da Comissão de Segurança da

Assembleia, disse considerar “estarrecedoras” as informações publicadas pela Folha –tanto o mapa de atuação do PCC quanto o fato de policiais receberem propina da facção.

“O governo deve tomar medidas severas para identificar esses policiais. Essa é a pior espécie de canalha. Que fica dando cobertura para bandidos que estão nas ruas executando outros policiais.”

O parlamentar diz que vai pedir para a Comissão de segurança convidar o secretário de Estado da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, para explicar o real poder da facção criminosa.

Ele quer saber também quais investigações foram feitas pelo governo para desmantelar o crime organizado e prender policiais corruptos.

A Secretaria da Segurança Pública não se manifestou.

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Veículo: Portal G1

Editoria: Geral

Assunto: Curso de pilotos da PM de São Paulo tem primeira aluna mulher

 

 

Curso de pilotos da PM de São Paulo tem primeira aluna mulher

Tenente Lara Carolina Duarte foi também a primeira colocada no concurso.

Provas incluem resistência física e emocional e duram quatro meses.

Ela arruma o cabelo, se preocupa em combinar a cor do elástico com a das presilhas, e se senta para a entrevista. “A mulher, aos poucos, está alcançando locais inexplorados [na sociedade]”, diz a tenente da Polícia Militar (PM) Lara Carolina Duarte, ela própria uma exploradora. Nesta semana, Lara se tornou a primeira aluna do curso de pilotos da Polícia Militar (PM) de São Paulo. Não apenas quebrou uma histórica predominância masculina no comando dos helicópteros da polícia paulista, mas também passou em primeiro lugar.

“Estamos mostrando que também somos capazes, que temos total condição de preparar e assumir funções diferentes”.  Em entrevista ao G1 na base do Grupamento Aéreo de Sorocaba, sua cidade natal, Lara conta que realizou um sonho duplo: ser piloto e ser policial “Desde que veio a vontade de entrar para a Polícia Militar a minha intenção era entrar para o Grupamento Aéreo. Prestei ano passado e não tive êxito, mas continuei treinando e aguardando a abertura do concurso novamente.”

A prova é oferecida exclusivamente para oficiais com dois anos de experiência. A primeira fase, eliminatória, é de testes físicos: subida na corda, abdominal, corrida, natação, flutuabilidade e pórtico (travessia em altura). A segunda consiste em provas psicológicas: dinâmicas de grupo, simulações de ocorrência e entrevistas.

“Sempre quis [pilotar]. Minhas intenções, estando na polícia, eram duas: queria voltar para minha cidade, sou de Sorocaba, e dando o tempo, prestar para o Grupamento Aéreo. É uma realização profissional e pessoal, ainda mais pelo fato de não ter piloto feminino no Estado de São Paulo.”

Aos 27 anos, Lara diz que treinou uma hora e meia, de cinco a seis dias por semana, para as provas físicas. “Sou da opinião de que quando a pessoa quer, ela se dedica e consegue alcançar os objetivos.”

A família achou um pouco estranho a escolha da filha pela área policial. “Não venho de uma família militar. No começo, o pessoal achou um pouco diferente, até por não ter contato direto. Mas assim que mostrei como seria a realidade, tive total apoio. Quando começou o concurso, que comecei a ir atrás desse sonho, eles apoiaram, torceram. O pessoal foi acompanhando pelas redes sociais e me ligaram para me dar os parabéns.”

Já o marido divide o sonho. “Ele também é policial, mas nos conhecemos ainda no mundo civil. Temos os mesmos ideais, e a aviação é uma afinidade.”

No Facebook, Lara agradeceu a recepção de todos a sua volta. “É gratificante demais ver como as pessoas receberam a notícia. Pra mim é um dos melhores momentos da vida”, contou a futura piloto do Águia.