Área do associado

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Clipping do dia 03 de agosto

3.8.2012

 

CLIPPING

03 de agosto de 2012

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assuntos: Menos homicídios em julho

 

MENOS HOMICÍDIOS

O mês de julho de 2012 foi o que registrou o menor número de homicídios dolosos em Santa Catarina desde 2008.

Foram 46 ocorrências registradas pela SSP. Foram contabilizados assassinatos em 98 cidades catarinenses, de um total de 293 municípios

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Cabo da PM morre durante teste físico

 

 

Cabo da PM morre durante teste físico

Um cabo da Polícia Militar de Massaranduba foi vítima de complicações cardíacas enquanto passava por uma bateria de testes de aptidão física na tarde da quarta-feira, em Joinville. Girlei Lopes, 44 anos, foi socorrido por paramédicos da própria PM e levado para o Hospital Municipal São José, mas não resistiu. A morte dele foi na madrugada de ontem. Ele estava há 27 anos e sete meses na Polícia Militar.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Entrevista com Cel Masnik

 

“Para não fechar quartel, eu pedi para sair”

Um dia após deixar o cargo de comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar em Santa Catarina, o coronel José Luiz Masnik, 52 anos, revelou ontem ao Diário Catarinense os motivos que o levaram a tomar a decisão. Com 30 anos na corporação, destes, um ano e sete meses como comandante, Masnik disse que vinha recebendo pressão para cortar gastos na atividade, que julga essencial, e não concordava. Ele também se queixou do tratamento que a Secretaria de Segurança Pública (SSP) deu aos bombeiros nos últimos anos, “com poucos investimentos”.

Em seu lugar assumiu o coronel Marcos de Oliveira. A seguir, trechos da entrevista com Masnik, dada por telefone.

 

Diário Catarinense – Qual o motivo da sua saída? Foi o corte de gastos ou não?

Coronel José Masnik – O problema mais grave que tem ocorrido nos últimos anos chama-se hora extra. O Estado autoriza pagar 40 horas. Só que gerava 80 horas. Então, começamos a sofrer pressão para modificar essas escalas, e isso acabaria no fechamento de quartéis. Ou teria que reduzir as guarnições, o que não é possível porque já trabalhamos no limite mínimo.

 

DC – O senhor se sentiu pressionado e por isso deixou o cargo?

Masnik – Sim. Este ano, o grupo gestor baixou uma resolução determinando que só fosse 40 horas. Fiz um documento no ano passado para o secretário e outro este ano, explicando as razões pelas quais nós não poderíamos cumprir essa resolução. Eles entenderam que havia má vontade de nossa parte. Aí, começou uma série de retaliações, forçando até a minha saída, achando que isso iria resolver o problema, quando, na verdade, o novo comandante não vai resolver.

 

DC – O senhor acha que com 40 horas extras o trabalho pode ficar comprometido em SC?

Masnik – Sim. Se forçar em 30 horas extras nós não temos guarnições para botar em todos os quartéis. Temos de ter no mínimo 80 horas extras. Isso que foi estabelecido até como limite nosso. Esse documento que coloquei e encaminhei para o secretário de Segurança fala as soluções: incorporar essa hora extra no salário e se padronizar uma escala. Só que eles não fazem isso e querem que eu resolva o problema. Aí, ficou essa pressão tremenda. E eu, para não fechar quartel do bombeiro em município algum, mesmo aqui na Grande Florianópolis, pedi para sair. A SSP trata o Corpo de Bombeiros de forma diferenciada.

 

DC – Como assim?

Masnik – No ano passado, a SSP definiu 700 viaturas. Sabe quantas viaturas a SSP deu para os bombeiros? Sete viaturas leves. Estamos desde 2011 insistindo em projeto de investimento para recompor a frota pesada, mas até hoje não houve resposta.

 

DC – Os caminhões dos bombeiros são velhos?

Masnik – Sim, a maioria dos nossos caminhões é de 1982, que foi uma compra que houve na época do governo do Esperidião Amin. Eles compraram cerca de 50 caminhões. Hoje, estão vindo muito pouco do governo federal, ou são adquiridos pelas prefeituras. Mas o Estado há 30 anos não investe em caminhões.

 

DC – Hoje, como o senhor avalia a situação financeira do Corpo de Bombeiros Militar?

Masnik – A nossa situação financeira estava razoável até o ano passado. Tínhamos um fundo de melhoria estadual, que é 7% da receita da segurança pública. Ocorre que no final do ano passado, o Estado encaminhou uma lei para a Assembleia determinando que 20% desse fundo fosse utilizado para folha de pagamento, o que antes era pago com fonte do tesouro do Estado. Não era do fundo. Este ano, para agravar mais a situação, determinaram mais 10%. Então, 30% do nosso fundo, que não tem nada para investimento, é só custeio, está sendo contingenciado para pagamento de folha. O governo quer cortar, mas corta em serviço essencial. Isso que eu não concordo. Aí, quando é o bombeiro, polícia, saúde, educação, eles resolvem cortar. Agora, os 36 secretários regionais, que gastam não sei quantos milhões por mês, eles não cortam. Para implantar uma escala com mais folga, só se eu incluísse mais 600 bombeiros. Tivemos também o problema da PEC 01, que pretende dar poder ao bombeiro voluntário na vistoria. Fomos contrários a essa emenda.

 

O que disse a SSP

Por meio da assessoria, o secretário da SSP, César Grubba, afirmou que houve uma readequação no pagamento das horas extras por determinação do grupo gestor, e que não atingiu só os bombeiros, mas toda a segurança pública. Reafirmou que não haverá fechamento de quartéis ou unidades e negou tratamento diferenciado às instituições.

Sobre os investimentos, disse que a SSP adquiriu, em 2011, 659 viaturas, num investimento de R$ 30 milhões. Explicou que cada instituição disponibilizou recursos do seus fundos de melhoria, critério utilizado para definir a distribuição. Assim, os bombeiros disponibilizaram R$ 300 mil e receberam 20 viaturas (14 veículos leves e seis caminhonetes), num investimento de R$ 1,28 milhão.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Greve na Ufsc

 

 

Docentes seguem em greve

Enquanto início das aulas está indefindo, calouros podem fazer os reajustes de matrículas no site

O Conselho Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) fará uma nova reunião no dia 7 de agosto para discutir o calendário letivo deste semestre. No dia 24 de julho, o Conselho já havia decidido adiar o reinício das aulas por causa da paralisação dos professores e dos servidores federais.

Ontem, a universidade divulgou que o reajuste nas matrículas de calouros poderá ser feito até o início das aulas do segundo semestre, que ainda está indefinido. Este procedimento geralmente é feito na primeira semana de aula.

Enquanto as aulas não começam, calouros e veteranos podem verificar em quais disciplinas estão matriculados. Para isso, basta acessar o site (http://www.cagr.ufsc.br/arvore.xhtml?treeid=10) do Departamento de Administração Escolar, digitando seus login e senha (gerados no ato da matrícula).

Em votação na noite de quarta-feira, professores da UFSC decidiram continuar a greve. Dos 920 votos, 489 rejeitaram a proposta oferecida pelo governo federal. Pelo fim da greve foram 425 votos.

Foram registrados, ainda, seis votos brancos ou nulos. A votação ocorreu nos campi de Florianópolis, Joinville, Araranguá e Curitibanos.

– O sindicato deu as condições para que a votação ocorresse de forma tranquila. Cabe, agora, ao Conselho Universitário tomar as medidas necessárias sobre prejuízos aos alunos no segundo semestre – disse o presidente da Associação dos Professores da UFSC (Apufsc-Sindical), Carlos Wolowski Mussi.

 

Adesão à greve aconteceu no dia 11 de julho

A proposta recusada pelos professores é uma revisão ampliada da proposta apresentada no dia 13 de julho. Ela traz alterações em três itens, mantém um do documento anterior e inclui outros três pontos.

O aumento mínimo concedido, por exemplo, passou a ser de 25%. A proposta anterior era de 12%. Os reajustes seriam aplicados em março de 2013, de 2014 e de 2015.

Em Santa Catarina, professores aderiram à paralisação no dia 11 de julho. A mobilização nacional acontece desde o dia 17 de maio. Atualmente, os professores e servidores estão em greve, mas a universidade está no período de férias.

 

Campus está funcionando

O campus Florianópolis da UFSC está funcionando, mas no limite necessário para atender os funcionários que estão trabalhando neste período de férias e greve – dos servidores federais e professores. Funções de manutenção do campus estão sendo desenvolvidas por empresas terceirizadas em cumprimento aos contratos que já tinham com a instituição.

De acordo com o pró-reitor de Administração da UFSC, Antônio Carlos Montesuma, a universidade respeita a greve e, por isso, nenhum medida está senda tomada para comprometer este direito do trabalhador. Por conta do bloqueio do almoxarifado por parte dos grevistas, por exemplo, o pró-reitor explicou que a UFSC recorreu à procuradoria federal e, diante da lei que permite contratar sem licitação, desde que algum procedimento esteja comprometendo as pessoas e o patrimônio, contratou uma empresa que distribui materiais básicos para o funcionamento dos centros.

– Não vamos entrar na Justiça para abrir o almoxarifado e nem como forma de inibir este movimento. A greve é direito do trabalhador e a universidade entende isso – explicou.

Montesuma falou que a decisão de adiar o início das aulas foi tomada justamente para impedir que os alunos não sejam bem atendidos nos serviços oferecidos pela instituição.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Cacau Menezes

Assunto: Novo golpe

 

Novo golpe

Depois do conhecido golpe do sequestro, aplicado pelo telefone em ligações oriundas de dentro dos presídios, surge agora um outro golpe. Uma pessoa liga para as residências se identificando como um parente distante residente em outro Estado, informando que está chegando à cidade. Depois de um rápido bate-papo em que recolhe mais dados da vítima desavisada, informa que está ligando porque seu carro quebrou e está numa oficina de beira de estrada sem dinheiro, passando, em seguida, o telefone para que um mecânico confirme o preço do conserto e da conta bancária em que o valor deve ser depositado. Muitas pessoas daqui já caíram no famigerado golpe, mas depois ficam com vergonha de registrar a ocorrência.

 

 

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Moacir Pereira

Assunto: PAC da Defesa Civil

 

 

SC no PAC da Defesa Civil

Previsto para a próxima semana, dia 8, no Palácio do Planalto, o lançamento do PAC da Defesa Civil, novo programa do governo federal destinado a executar projetos estruturantes de prevenção de enchentes e calamidades. Santa Catarina será contemplada com R$ 594 milhões, de acordo com os projetos apresentados pelo governador Raimundo Colombo, que participará do ato.

A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, vem trabalhando na elaboração do novo PAC, para assegurar os recursos pretendidos pelo Estado. Os critérios de distribuição das verbas federais estão baseados em número de ocorrências (deslizamentos, mortes, feridos, enchentes, etc).

Em Santa Catarina, será beneficiada a região do Vale do Itajaí, que, pelos levantamentos do governo, está em terceiro lugar entre as áreas mais fragilizadas. As obras e serviços envolverão 17 municípios onde, segundo os estudos, ocorreram calamidades, que atingiram 137.349 pessoas.

Os outros estados incluídos são Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Os recursos serão aplicados no aumento das três principais barragens do Vale do Itajaí, na aquisição de radares, no monitoramento eletrônico sobre o nível das águas e na construção de oito pequenas barragens em várias áreas de toda a bacia.

Todas estas obras constam do projeto da agência japonesa Jica. A coordenação está a cargo da Secretaria da Defesa Civil

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Política

Assunto: Defensoria vira lei no Estado

 

 

Defensoria vira lei no Estado

O governador Raimundo Colombo (PSD) sancionou, ontem, a Lei Complementar 575/12, que cria a Defensoria Pública de Santa Catarina.

O texto aprovado pela Assembleia Legislativa em 18 de julho prevê a contratação, por concurso público, de 60 defensores públicos e 90 servidores: 50, de nível superior, e 40, de nível médio, totalizando 150 novos cargos.

A Defensoria Pública tem por objetivo prestar orientação jurídica e promover a defesa judicial gratuita aos cidadãos sem recursos para a contratação de advogado particular.

A instituição contará com 21 unidades regionais, nas seguintes cidades: Araranguá, Blumenau, Caçador, Campos Novos, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Mafra, Maravilha, Rio do Sul, São Lourenço do Oeste, São Miguel do Oeste, Tubarão e Xanxerê.

____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Crimes e ocorrências

 

 

Morre vigilante que levou tiro na cabeça

Morreu ontem o vigilante que levou um tiro na cabeça ao sofrer um assalto na terça-feira, na SC-474, ainda no perímetro de Barra Velha.

Alexandre Nazareno de Sá, 37 anos, sofreu perda de massa encefálica e foi levado em estado crítico para o Hospital Municipal São José de Joinville. Ele estava em um táxi descaracterizado na companhia do motorista e de um funcionário do Banco do Brasil de Barra Velha, que carregava um malote. O táxi foi interceptado pelos criminosos. Um deles atirou em Alexandre no momento em que anunciava o assalto.

 

Família de gerente de banco passa 10 horas sob ameaça

Homens encapuzados queriam a chave do cofre e renderam bancário quando saía da agência, no Centro de Treze TíliasA polícia tenta desvendar um misterioso sequestro à família de um gerente bancário de Treze Tílias, no Meio-Oeste. Eles passaram mais de 10 horas em poder de oito bandidos, que libertaram os reféns na madrugada de ontem e fugiram sem levar nada.

Um dos pontos que chamou a atenção, segundo o delegado Bruno Boaventura, é que o gerente teria sido rendido por dois homens armados e encapuzados por volta das 18h30min de quarta-feira, quando saía da agência no Centro da cidade. Apesar do horário de grande movimento, ninguém teria notado a ação.

Depois disso, os bandidos teriam levado o gerente à casa onde ele mora com a família, no Centro da cidade. A mulher, duas filhas e a empregada da vítima também foram rendidas.

A família relatou que os criminosos buscavam pela chave do cofre do banco onde o gerente trabalha. Em depoimento à polícia, o bancário contou ao delegado que os bandidos utilizaram um carro da família para levar as duas filhas, uma de nove anos e outra de 10 anos, a uma festa numa pizzaria da cidade. Horas depois, teriam ido buscar as meninas no mesmo local. Eles teriam permanecido armados e encapuzados durante toda a ação e o gerente teria dito às meninas que os homens eram seus amigos. Ninguém teria estranhado a atitude suspeita dos bandidos.

O que chama a atenção de Boaventura é que, mesmo diante das evidências de crime, a polícia só foi informada do sequestro cerca de três horas depois da liberação dos reféns. O gerente afirmou que pelo menos oito homens fortemente armados teriam participado da ação.

O grupo utilizou dois carros da família, que estavam na casa, para levá-los até a Linha Caçador, distante 15 quilômetros do Centro de Treze Tílias. Em um matagal, todos foram amarrados e permaneceram até as 5h de ontem, quando conseguiram fugir do local a pé. Nenhuma joia ou objeto de valor que estava na casa da família foi roubado. As vítimas não sofreram ameaças dos bandidos.

 

Adolescente é assassinado

A polícia já tem o nome do suspeito de matar, com um tiro, o adolescente Thiago Gabriel Schaidler, de 12 anos. Ele foi morto na porta de casa em uma tentativa de assalto na noite de quarta-feira em Caçador, no Meio-Oeste catarinense.

Thiago estava com os pais quando o criminoso bateu na porta da residência da família, que fica na Linha Cará. O garoto foi atender e se deparou com um homem encapuzado e armado. Na tentativa de evitar um assalto, o adolescente fechou a porta rapidamente, mas o criminoso disparou dois tiros. Um deles ultrapassou a porta e feriu o menino na cabeça, causando a sua morte.

O suspeito continua foragido e, apesar das promessas de prisão dadas pela polícia, o clima é de comoção na comunidade onde a vítima morava e também no Colégio Estadual Dom Orlando Dotte, onde o menino estudava e as aulas foram suspensas ontem, em sinal de luto.

Um dos professores da escola conta que Thiago era muito estudioso e não tinha envolvimento com nenhum tipo de crime. O garoto estudava na 6ª série e os colegas prestaram homenagem em forma de canção e de poesia, durante o enterro na tarde de ontem, no cemitério da Linha Cará.

A polícia trabalha com a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte). O suspeito do crime não teve a identidade divulgada.

____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Hélio Costa

Assunto: Comerciante, vítima de roubo, diz que não aciona a PM porque ela demora

 

 

Comerciante, vítima de roubo, diz que não aciona a PM porque ela demora

Este descrédito trás uma enorme sensação de insegurança. A PM precisa recuperar a confiança com uma maneira bem simples: polícia na rua

Polícia na rua

O depoimento do comerciante Rui César Farias, na edição do ND de ontem, de que não adianta chamar a PM para prender ladrão porque ela demora a chegar, ficou bem claro o descrédito da população na Instituição. Isto é muito ruim porque trás uma enorme sensação de insegurança. Farias foi uma das vítimas de uma série de assaltos, na madrugada da última quarta-feira, em São José e Florianópolis. Os suspeitos eram “chinelões”, que na gíria policial são considerados ladrões inexperientes. No entanto, uma arma de fogo mão destes “chinelões” representa um perigo iminente porque eles não sabem manuseá-las. Quando ficam nervosos acabam disparando e atingindo vítimas.  A PM precisar recuperar a confiança da população com uma maneira bem simples: polícia na rua, fazendo rondas e colando em prática o policiamento comunitário que sempre foi defendido pelo comandante-geral, coronel Nazareno Marci