Área do associado

Área do associado

Clipping do dia 02 de janeiro

2.1.2012

 

Clipping 22 de dezembro

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assunto: Morte do vereador

                

 

JUSTIÇA – A morte do vereador Marcelino Chiarello já completou um mês e ainda não foi esclarecida. Uma série de outdoors foi espalhada pela cidade de Chapecó cobrando uma solução para o caso. Os outdoors são do Fórum em Defesa da Vida, Justiça e Democracia, que reúne cerca de 40 entidades, sindicatos e movimentos sociais. A Polícia vai pedir prorrogação do prazo do inquérito e não forneceu informação oficial sobre suspeitos.

____________________________________________________________________

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Afogamento na Praia do Forte

 

Menino morre afogado e o irmão desaparece no mar

Henrique José Oliveira, 11 anos, brincava com Carlos Eduardo, 13, na Praia do Forte, em Florianópolis

Um menino de 11 anos morreu afogado no fim da tarde de ontem na Praia do Forte, no Norte da Ilha de Santa Catarina. O irmão mais velho, que também brincava com ele no mar, continua desaparecido.

Equipes do Corpo de Bombeiros estenderam as buscas até a noite, com apoio de mergulhadores e do helicóptero Arcanjo.

Ao escurecer, os agentes resolveram usar redes de pescadores para fazer um arrastão no trecho onde os dois haviam sumido. A ação foi o que ajudou a localizar o corpo de Henrique José Alves Oliveira.

De acordo com uma testemunha, Henrique e o irmão Carlos Eduardo Alves Oliveira, 13 anos, brincavam na água com outras duas crianças quando a maré levou para o fundo a bola que eles usavam no jogo. Os dois irmãos foram atrás do brinquedo, mas não conseguiram mais retornar para a praia.

As buscas serão retomadas no início da manhã de hoje. Conforme os bombeiros, Henrique e Carlos Eduardo são moradores de Itajaí e estariam com os tios em Florianópolis.

 

 

Local não tem guarda-vidas nem no verão

Segundo os moradores, não havia guarda-vidas na praia no momento do afogamento das duas crianças. O tenente do Corpo de Bombeiros Mateus Muniz Corradini, um dos coordenadores do curso de formação de guarda-vidas, confirma que a Praia do Forte é uma das 17 da Capital não contempladas com a presença dos profissionais da Operação Veraneio. Este ano, 250 guarda-vidas civis e militares atuam no litoral da cidade – cerca de 150 por dia.

– Infelizmente, o litoral da Ilha é bastante extenso e não temos condições, de pessoal nem de estrutura, para contemplar todas as praias. Priorizamos as praias que oferecem maior risco pelas características do mar e quantidade de pessoas que frequentam – disse o tenente.

__________________________________________________________________________

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Cacau Menezes

Assunto: Insegurança

 

Boas e más

Prefeito Dário Berger terminou o ano furioso com o descaso dos governos estadual e federal com a insegurança em Floripa.

Em compensação, o alcaide se alegrou com a confirmação de que o povo da sua cidade foi o que mais enriqueceu no Brasil na última década

____________________________________________________________________________

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Moacir Pereira

Assunto: Otimismo de Colombo

 

O otimismo de Colombo

O governador Raimundo Colombo realiza reuniões hoje com secretários para encaminhar projetos e ações políticas e administrativas. Viaja amanhã para Miami, onde pretende descansar durante uma semana, retornando a Santa Catarina no dia 10 de janeiro. Terá alguns contatos na Flórida. O principal será com o ex-secretário da Fazenda, Ubiratan Rezende. Na pauta, certamente, conversas sobre o primeiro ano e as perspectivas para este segundo período de governo.

O esquema politico de Colombo tem presente a relevância do pleito municipal, tanto na manutenção de cidades estratégicas, quanto na preservação da aliança que o elegeu em 2010. Todas as atenções estarão voltadas para a escolha dos novos prefeitos. Eles tendem a se constituir na força que poderá viabilizar a reeleição do atual governador, o objetivo principal de seu esquema de poder e das principais lideranças da coalizão governista.

Ubiratan Rezende tinha algumas ideias sobre o governo Colombo. Entre elas, aquelas marcadas pela qualificação do serviço público, pelo enxugamento da máquina e por uma gestão mais competentes e ágil, sobretudo, nas áreas da saúde, educação e segurança pública. Um enxugamento que passava pela drástica redução das secretarias regionais, até na perspectiva de sua extinção. Percebeu antes da posse que os desejados cortes nas regionais não seriam aplicados devido à pressão da coligação que elegeu o governador no primeiro turno.

O que ocorreu foi justamente o contrário. As forças da tríplice aliança radicalizaram as indicações partidárias em todos os cargos em comissão das secretarias regionais. Tornaram o processo irreversível. E o próprio governador consolidou a nova realidade com a criação de 36 Coordenadorias da Defesa Civil.

 

 

RETORNO

O ex-secretário da Fazenda tinha outra esperança: já que não fora possível suprimir os “cabides de emprego” no primeiro ano, pelas mãos atadas do governador, que alguma sinalização fosse dada ao povo catarinense no segundo mandato. Está ficando cada vez mais claro que nada vai acontecer. Com as eleições municipais, Colombo já afirmou que não fará mudanças nas regionais. O estrago político de uma crise seria maior, segundo sua leitura, do que manter o status quo vigente. Se o projeto persistir, ficará, quando muito, para o segundo mandato, se houver.

O governador mantém-se numa expectativa otimista em relação a 2012. Está convencido de que será um ano “muito melhor” para Santa Catarina. Tem avaliações de que o Brasil continuará crescendo e, portanto, a crise financeira mundial não produzirá efeitos de grande impacto no Estado. E conta com financiamentos milionários para desenvolver o Estado. Entre os já garantidos estão o BID-6, do melhor programa rodoviário aqui já executado; recursos do BNDES para infraestrutura; e um ambicioso projeto de saneamento básico a ser implantado pela Casan. Sem falar nas parcerias em fase de estudos e nos recursos próprios da receita estadual. Há informações seguras de que a Secretaria da Fazenda fez uma boa economia no ano passado, apesar das fortes pressões de setores do funcionalismo.

2012 terá como foco principal o setor de saúde, garante Colombo. Vai procurar agilizar o “mutirão das cirurgias” e deflagrar o “mutirão dos exames”, que também estão represados, com graves prejuízos para milhares de catarinenses. E pretende iniciar obras que possam ser concluídas até 2014, aí incluídos novos hospitais regionais.

A segurança caminha para conquistas e melhorias. E a educação terá um novo secretário.

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Política

Assunto: O primeiro ano de Dilma

 

O primeiro ano de Dilma

Quedas recordes de ministros, estagnação na economia e prestígio com eleitorado marcaram 2011

Nunca um governo tinha perdido tantos ministros por suspeita de corrupção no primeiro ano de mandato. Em contrapartida, jamais um presidente havia recebido tamanha aprovação popular no mesmo período.

No balanço de 2011, a presidente Dilma Rousseff encerra o ano contabilizando vitórias sucessivas no Congresso e conduzindo um governo que, a despeito das denúncias de irregularidades, acabou marcado pelo epíteto da faxina ética.

Dilma assumiu o cargo com o desafio de suceder um presidente extremamente popular e que deixava o poder registrando um crescimento de 7,5% no produto interno bruto (PIB). A presidente manteve o prestígio junto ao eleitorado, mas amargou uma estagnação da economia, que não cresceu no terceiro trimestre.

Boa parte desse recuo se deve à ação do próprio governo, que começou o ano cortando R$ 50 bilhões do orçamento e podando investimentos. Na contabilidade final, o governo investiu R$ 43,8 bilhões – o equivalente a 65% dos R$ 66,9 bilhões previstos.

Esse desempenho considerado tímido tem vários motivos. O mais citado entre assessores palacianos é a forma errática como alguns ministros conduziram suas pastas, paralisando a Esplanada. Desde o surgimento das primeiras denúncias contra o então chefe da Casa Civil Antonio Palocci, em maio, um clima de suspeição se abateu sobre o governo, derrubando seis ministros acusados de irregularidades. O efeito imediato foi uma inibição dos integrantes do primeiro escalão, que evitam tomar iniciativas.

– Está todo mundo com medo de errar. Tem ministro que sequer está executando o orçamento – diz um petista com trânsito no Planalto.

Nos ministérios do Turismo e dos Esportes – duas pastas que tiveram os titulares demitidos por suspeita de corrupção –, a queda no índice de investimentos foi drástica. No Turismo, os R$ 636,9 milhões pagos até novembro de 2010 caiu para R$ 391,7 mi em 2011. No Esporte, o desembolso diminuiu de R$ 270 milhões no ano passado para R$ 121,6 milhões.

No Congresso, a base governista aprovou quase todas as matérias de interesses do Planalto, mas evitou dar vazão a discussão das reformas. Nem mesmo duas comissões criadas no Senado e na Câmara para discutir a reforma política fizeram avançar eventuais mudanças no sistema eleitoral. As alterações na previdência do setor público ficaram para 2012.

– Tantos ministros demitidos por corrupção paralisaram o governo, que passou o primeiro ano fazendo uma política varejista. Faltou ousadia para tocar as reformas – critica o historiador Marco Antonio Villa.

Com Dilma de férias até 10 de janeiro, o governo começa 2012 em compasso de espera pela reforma ministerial. Dilma já determinou à equipe que não crie novos programas até o redesenho da Esplanada, para evitar problemas de continuidade na largada do segundo ano de mandato.

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Um ano da morte do argentino

 

Um ano depois, ninguém está preso pelo assassinato

Crime que vitimou o turista Raúl Baldo, na Capital, em 4 de janeiro passado, está longe da solução

Um ano depois do assassinato do argentino Raúl Alberto Baldo, 48 anos, na Praia de Canasvieiras, em Florianópolis, ninguém está preso pelo crime. No balneário, o que mudou foi a instalação de câmeras como prevenção à violência na temporada. O posto policial da praia segue fechado e moradores reclamam do consumo de drogas.

A morte, em Florianópolis, completa um ano no dia 4 de janeiro. Era por volta de 1h da madrugada quando a família de Córdoba desembarcou do Space Fox na Rua Antenor Borges, perto da praia. A mulher saiu à procura de uma pousada, enquanto Baldo e os filhos olhavam o mar.

Seria o começo de 10 dias planejados em busca de sol e diversão. A ação dos assaltantes tirou a vida do turista e expôs, na época, a fragilidade da segurança em Canasvieiras, o principal reduto dos hermanos em Santa Catarina.

Baldo reagiu ao assalto. Na briga com o ladrão, foi baleado e morreu no local. Os bandidos fugiram com o carro, encontrado no dia seguinte abandonado no Bairro João Paulo.

Os investigadores da Delegacia de Homicídios afirmam que fizeram a sua parte. Em março, três meses após o assassinato, e a partir da apreensão do notebook da família, a polícia apresentou dois adultos moradores do Bairro Monte Verde como os supostos assaltantes autores do latrocínio (roubo seguido de morte).

A Justiça decretou a prisão preventiva de Gabriel Lins de Souza Neto e Rodrigo de Andrade Genuíno. Eles ficaram menos de três meses detidos, até a Justiça revogar as prisões. Os dois responderam apenas pela receptação do notebook roubado e negaram a morte. Gabriel é investigado por outro homicídio na Capital, segundo a Homicídios.

 

Adolescente suspeito também está livre

A polícia não conseguiu provas suficientes para identificar quem atirou no argentino. Um adolescente de 17 anos, integrante do grupo e também apontado por policiais como envolvido na morte, ficou apreendido alguns meses. Segundo a polícia, ele está em liberdade de novo.

– Ele é violento. Na rua, acreditamos que vai voltar a fazer assaltos neste verão – disse um policial civil.

O DC tentou ouvir o cônsul da Argentina em Santa Catarina, Emilio Julio Neffa, mas o consulado disse que ele preferia não opinar a respeito antes de conversar com o secretário de Segurança Pública.

 

11 câmeras vigiam bairro

As principais ruas do centrinho de Canasveiras agora são monitoradas por 11 câmeras, que começaram a operar em dezembro. A central fica no posto da PM, na entrada do balneário. Também há duas câmeras nas vizinhas Cachoeira do Bom Jesus e Ponta das Canas.

Mas o posto da PM perto da orla está fechado. O vidro foi quebrado recentemente por bandidos que teriam tentado furtar o bebedouro.

Na Rua Antenor Borges, onde Baldo levou o tiro, moradores reclamam de usuários de drogas e andarilhos à noite e do som alto. O comandante do 21o Batalhão da PM, tenente-coronel Silvio Gomes Ribeiro, afirma que os delitos diminuíram na região após a presença das bases móveis formadas por PMs, com um furgão e motos.

 

O comandante está confiante nas câmeras como arma contra o crime. Além disso, destaca o reforço de 40 PMs para a região no verão. Mas o efetivo ainda é reduzido – 30 PMs patrulham todas as praias do Norte fora da temporada.

– As câmeras inibem. Ali se vê toda atuação de pessoas que tentam cometer crime, vender ou usar drogas. Se tiver efetivo, também pretendemos reabrir o posto da praia.

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Rebelião em Chapecó

 

 

Início de rebelião em presídio de Chapecó

Confusão foi controlada pela PM. Direção suspendeu visitas por 30 dias

Detentos do Presídio Regional de Chapecó iniciaram uma rebelião às 23h20min de sábado. Alguns presos atearam fogo nos colchões e arrebentaram as grades das celas. Seis foram danificadas e cerca de 50 presos saíram para os corredores.

A Polícia Militar foi chamada ao local e, com cerca de 20 homens, invadiu o presídio e controlou a rebelião utilizando munição não-letal e duas bombas, uma de gás e outra de efeito moral.

A situação foi normalizada por volta das 5h de ontem. Segundo informações de funcionários do presídio, não havia motivo aparente para a rebelião. Mas a Polícia Militar já estava com suspeita de que os detentos se rebelariam e ficou de prontidão.

A confusão causou a transferência de 32 presos: 20 para a Penitenciária Agrícola de Chapecó, 10 para o Presídio Regional de Concórdia e dois para o Presídio de Xanxerê. Por causa da rebelião, a direção da unidade suspendeu as visitas aos presos pelos próximos 30 dias, a contar de ontem.

O Presídio Regional de Chapecó fica no Bairro Santa Maria e tem 375 presos, mais que o dobro da capacidade, que é de 150. Uma nova unidade está sendo construída no terreno da Penitenciária Agrícola de Chapecó e já deveria ter sido concluída.

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Crimes e ocorrências

 

Preso por agressão e ameaça contra mulher

Um homem embriagado foi preso na madrugada de domingo por agredir e ameaçar a mulher com uma arma em São Francisco do Sul, Norte de SC. Após levar um soco, a vítima, de 52 anos, chamou a polícia. Na casa do casal, foi encontrada uma espingarda calibre 28 e 22 munições do mesmo calibre. O homem, de 55 anos, foi detido. A vítima teve lesões leves e não precisou ser hospitalizada.

 

 

Polícia vai investigar incêndio em Lages

A polícia vai investigar um incêndio numa casa, ocorrido na madrugada de ontem, em Lages, que matou o autônomo Paulo Edson da Silva, 35 anos. Paulo teria se envolvido numa briga com Sandro Marcelo de Souza Medeiros, que foi visto, mais tarde, rondando a casa com dois homens. Eles foram levados à delegacia, mas só Medeiros foi preso, por já ter um mandado por pensão alimentícia.

 

Moradores rendidos por trio na Capital

Três homens armados invadiram uma casa no Bairro Rio Tavares, no Sul da Ilha, renderam e amarraram os moradores da casa, a poucos minutos da virada do ano, em Florianópolis. Eles amarraram dois homens e roubaram celulares, joias, computadores e relógios. A ação durou cerca de 30 minutos.

 

Vigilante flagra ladrões em caixa eletrônico

Três homens tentaram arrombar um caixa eletrônico do Banco do Brasil na Avenida Leoberto Leal, em São José, na Grande Florianópolis, na manhã de sábado. Eles armaram uma falsa manutenção no equipamento para agir sem levantar suspeitas.

O caixa só não foi arrombado porque um vigilante desconfiou e foi até o local. O bando fugiu num Voyage com placas de São Paulo.

Na fuga, o grupo deixou no local uma mochila, pé de cabra, pares de luvas e água, usada para resfriar o caixa após o arrombamento.

A Polícia Civil constatou que a placa do carro é falsa. A partir de hoje, a polícia investigará a identidade dos suspeitos a partir das imagens do circuito interno da agência.

____________________________________________________________________________Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Um ano da morte do argentino

 

 

 

BLOGS

 

Moacir Pereira

 

O primeiro ano do governo Colombo

Eleito no primeiro turno com a maior votação da história, o governador Raimundo Colombo completa o primeiro ano de gestão acumulando desgastes políticos setoriais, ampliando a base de apoio na Assembleia, comemorando realizações administrativas e fazendo algum contorcionismo para gerir as surpreendentes heranças deixadas pelo antecessor. Promoveu mudanças que tiveram impacto positivo (politica salarial), mas viu-se obrigado a manter estruturas que ele mesmo condenou, como as secretarias regionais, os “cabides de empregos”.

O novo governo começou com a expectativa de que o secretário da Fazenda, professor Ubiratan Rezende, se transformasse no principal gestor.  Algumas das ideias de enxugamento da máquina, de busca de maior eficiência administrativa, de qualificação da gestão, programadas antes de janeiro, perderam-se na força da aliança que elegeu Colombo. Ficou de mãos atadas, em nome da continuidade. Decepcionado com o rumo que o governo ia tomando, Bira pediu as contas e retornou mais cedo aos Estados Unidos.

A largada aconteceu com a suspensão das despesas supérfluas e o congelamento geral dos investimentos para atingir a meta de R$ 1 bilhão de economia.

Os planejadores se esqueceram, contudo, do funcionalismo público com os salários represados, alguns congelados há oito anos, como se viu na movimentação do segundo semestre. Ignoraram, principalmente, o piso salarial dos professores, definido em lei federal há mais de dois anos e convalidado pelo Supremo. A economia de R$ 1 bilhão virou um novo argumento para o magistério. Veio a greve geral pela aplicação da lei federal e a pulverização do argumento de que o governo não tinha recursos para pagar o piso. O restante da novela é de domínio público, com o governo sofrendo um brutal e desnecessário prejuízo. Fruto muito mais de equívocos políticos, na desinformação sobre o poder do movimento e no surgimento de uma ferramenta nova: as redes sociais da internet.

 

 

Paulo Alceu

 

Tuitando

#A Polícia Militar ainda não divulgou qual o contingente total de policiais que atuará nas praias de Balneário Camboriú neste período de verão. Garantiu que em janeiro a cidade contará com reforços da Cavalaria e do Batalhão de Operações Especiais, o BOPE