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Clipping do dia 01 de novembro

1.11.2012

 

Clipping do dia 31 de outubro

 

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Visor

Assuntos: Lei efetivo dos bombeios

 

PRESENTE DE ANIVERSÁRIO

 

Se não fosse perigoso, como eles mesmos alertam, o Corpo de Bombeiros Militar de SC soltaria foguetes ontem. Foi aprovado na Assembleia Legislativa o projeto de lei que fixa o novo efetivo máximo da corporação, autorizando-a a ter 3.816 militares, o que representa um acréscimo de 605 novas vagas em relação ao número atual.

Mais do que a abertura de vagas para ingresso na corporação, a nova lei vai consolidar o plano de carreira dos bombeiros e a consequente ascensão hierárquica dos praças e oficiais. Presente para o comandante-geral, coronel BM Marcos de Oliveira (foto), que hoje completa 90 dias no posto.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Gerais

 

 

Atropelado pelo ônibus da escola

Mãe assistiu ao filho de cinco anos ser atingido pela roda do veículo que o deixava em casa

Ainda faltava um mês e meio, mas Marlon Mannes, 5 anos, já ensaiava as músicas para cantar na formatura da pré-escola, marcada para dezembro. Também já tinha escolhido o presente que queria ganhar do Papai Noel: duas goleiras de brinquedo para jogar futebol com o pai no pátio de casa. Mas ao meio-dia de ontem, todos esses sonhos foram interrompidos.

Marlon foi atropelado pelo próprio ônibus escolar que o levava para casa, ao desembarcar na estrada geral da localidade de Guiomar de Fora, a cinco quilômetros do Centro de Antônio Carlos, na Grande Florianópolis. Atingido na cabeça pela roda traseira do veículo, o menino que contava os dias para a formatura da escolinha não resistiu aos ferimentos e morreu na hora. A mãe, Ilene Guesser Mannes, que o esperava na calçada, presenciou tudo.

– Meu filhinho! Meu filhinho! – só teve tempo de dizer, com as mãos na cabeça, antes de desabar no chão e chorar.

– Todo mundo gritou, pedindo para o motorista parar. Mas não deu tempo. A mãe do Marlon nem conseguiu reagir. Ela caiu junto com ele no chão – conta uma testemunha, que aguardava dois filhos adolescentes no local.

A forma trágica como o menino morreu abalou a cidade de cerca de 7,4 mil habitantes. Ao longo de todo o dia, não se falava em outra coisa por lá.

 

Há 19 anos na atividade, motorista se afasta abalado

Na escola onde ele estudava, o Centro de Educação Infantil Municipal Coração de Jesus, no Centro, um laço preto foi amarrado na cerca do portão de entrada. De luto, a instituição não funciona hoje.

Marlon está sendo velado na capela mortuária ao lado da Igreja de Rachadel e será sepultado hoje, às 11h, no cemitério da mesma localidade.

O motorista de 68 anos que dirigia o ônibus está há 19 anos na atividade. Abalado com o acidente, ele foi encaminhado ao posto de saúde e ficará afastado do trabalho. A prefeitura irá aguardar o laudo da perícia para adotar as medidas legais. A Polícia Civil também investigará o caso.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Reportagem Especial

Assunto: Polícia muda tática de reação

 

Polícia muda a tática de reação

A cúpula da Polícia Civil dava entrevista para explicar a prisão de suspeitos de executar a agente Deise Pereira Alves quando os celulares começaram a tocar. Era a notícia de que um policial civil havia sido baleado no Norte da Ilha, em Florianópolis. Imediatamente, o que se viu foi a supermobilização de policiais para caçar o autor dos disparos. Os crimes não têm relação, mas a reação foi sintomática.

Dois fatos ocorridos na Grande Florianópolis em um intervalo de cinco dias demonstram o estado de alerta da polícia. A execução da agente penitenciária Deise Pereira Alves, no dia 26, desencadeou medidas extras de segurança entre policiais do Estado e uma reação fora do habitual no combate ao crime, como no atentado ao agente Gilmar Lopes, ontem, que mobilizou 150 policiais civis e militares.

A execução de Deise Alves, 30 anos, em frente à casa da mãe dela, em São José, na última sexta-feira, fez surgir os sentimentos cautela e tensão entre agentes penitenciários, policiais civis e militares em Santa Catarina, principalmente na Grande Florianópolis.

Integrantes da cúpula das secretarias da Segurança e da Justiça, em coletiva ontem, confirmaram que uma das principais linhas de investigação da morte de Deise aponta para uma represália contra o marido dela, o diretor da Penitenciária de São Pedro de Alcântara, Carlos Antônio Alves. A unidade de segurança máxima que Alves comanda abriga condenados de alta periculosidade, como líderes da facção criminosa Primeiro Grupo Catarinense (PGC).

O fato é que desde o assassinato de Deise, as autoridades do Departamento Estadual de Administração Prisional (Deap) andam com até quatro pistolas junto no corpo e escoltados por agentes usando armamento de grosso calibre. Todos com coletes à prova de bala. No dia da prisão dos dois suspeitos do crime, anteontem, na Deic, o diretor Carlos Alves estava cercado de pelo menos 10 homens que faziam a segurança de área, sempre formando um círculo em volta do diretor e olhando para todos os lados com total atenção. Situação semelhante ocorreu com o diretor do Deap, Leandro Lima, durante a coletiva de ontem.

 

Também aumenta cautela com famílias

Entre os agentes de segurança, o momento é de cautela e alerta. O mesmo sentimento ocorre com as famílias desses profissionais.

– Minha mulher está com medo. Ela disse para eu tomar cuidado redobrado. Nós da Polícia Civil não estamos com medo. Arriscar a vida é nosso trabalho, mas estamos preocupados – desabafou um agente que preferiu não se identificar.

A megaoperação de ontem começou por volta das 16h30min, logo após o policial Gilmar Lopes, 53 anos, ter sido baleado. Imediatamente, os ônibus escolares com os estudantes foram impedidos de entrar na Vila União, Norte da Ilha, ocupada por 150 policiais à caça do atirador. A vítima estacionou o carro numa esquina para entregar um intimação, mas nem teve tempo de descer. De um ciclista partiram os disparos que quebraram os vidros do Fiesta.

Ferido no braço, pescoço e tórax, Lopes conseguiu dirigir até a SC-403 e parou na frente de uma farmácia. A dona, Alice Fermino, contou que o policial pediu por ajuda porque sangrava. Tratava-se de lesão causada por bala e um curativo não ia resolver. Ele foi levado para o Hospital Celso Ramos e está estável, consciente e não corre risco de morrer.

A busca pelo criminoso durou até o começo da noite. A entrada da vila foi fechada. Os homens que participaram da operação não acreditavam que o crime tem relação com o homicídio da agente prisional Deise Alves. Foram encontrados e detidos dois suspeitos.

 

Morte desengaveta medidas de segurança

Medidas como ala de segurança máxima, regime disciplinar diferenciado (RDD) e parlatórios para que presos não tenham nenhum contato com advogados estão entre as providências no sistema prisional catarinense contra as facções criminosas.

O DC apurou ontem que essas são algumas das ações que o Estado irá acelerar com o objetivo principal de impedir a articulação de lideranças de grupos que agem de dentro das prisões, como o Primeiro Grupo Catarinense (PGC).

O diretor do Deap, Leandro Lima, disse que esse planejamento já existe e será concretizado. Ele avalia a ala de segurança máxima como uma das medidas mais importantes e viáveis, pois não necessita de sentença judicial, diferentemente do RDD, por exemplo, destinado a punir presos perigosos e com mau comportamento.

Em maio deste ano, alguns líderes do PGC que estavam no RDD em presídios federais retornaram ao Estado. Conforme o diretor do Deap, são apenas quatro os presos que foram transferidos e ainda há um número grande que cumpre o regime em outros estados.

– O momento é de prender (autores da morte da agente) e também de aprender. Não negamos a existência de grupos e organizações criminosas, estamos trocando informações e providências estão sendo tomadas. Foi um crime contra o Estado e contra o sistema – declarou o diretor do Deap, referindo-se à morte da agente Deise Alves.

Leandro não quis se manifestar sobre a possibilidade de novas transferências de detentos da facção para presídios federais. Ele entende que o ideal é que fiquem isolados em prisões do próprio Estado. Para dois delegados da Polícia Civil ouvidos pela reportagem, alertas deveriam ter sido intensificados mediante a constatação da ação de quadrilhas de dentro das cadeias. Os policiais consideram como medida essencial impedir a comunicação das lideranças com as visitas nas prisões.

Os documentos ao lado mostram que vem de longe a preocupação dos setores de inteligência da polícia com as organizações criminosas. Além disso, em 2011 juízes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que realizaram o Mutirão Carcerário em Santa Catarina, encontraram provas de que o PGC estava presente em celas da Penitenciária de São Pedro de Alcântara.

A sigla foi localizada em várias delas. Na época, o então diretor do Departamento de Administração Prisional, Adércio Velter, respondeu que a criação do grupo seria recente. Velter reconheceu, inclusive, a tentativa de aproximação com organizações criminosas maiores, como o Comando Vermelho (Rio) e o Primeiro Comando da Capital (SP).

Na mesma ocasião, o diretor da Penitenciária Estadual de São Pedro de Alcântara, Carlos Antônio Alves, contou que o PGC seria responsável pelas oito mortes violentas ocorridas no local desde o início do ano.

 

 

DECLARAÇÕES

 

LEANDRO LIMA. diretor do Deap

“O momento é de prender e de aprender. Não negamos a existência de organizações, estamos trocando informações e tomando providências.”

 

ALDO PINHEIRO DAVILA, delegado-geral

“SSP e SJC, sem vaidades, estão interligadas no combate ao crime. Compreendam que a função do Estado é de preservar as informações.”

 

AKIRA SATO, diretor da Deic

“Há indícios da autoria e participação dos dois investigados no crime da agente prisional.

A formação da prova está sendo feita.”

 

Dois suspeitos estão em prisão temporária

São dois os suspeitos presos pela morte da agente Deise Alves. A informação oficial é da Polícia Civil, diferente do que foi dito anteontem por delegados e investigadores, de que seriam três suspeitos presos. Na coletiva à imprensa ontem, na Deic, autoridades das secretarias da Segurança e da Justiça afirmaram que os dois detidos temporariamente têm relação direta com o crime. As autoridades não quiseram dar detalhes da dinâmica do crime nem das provas obtidas, tampouco os nomes dos detidos.

Menos de uma hora depois da coletiva, a assessoria de imprensa da Polícia Civil repassou informações cuja divulgação havia sido negada momentos antes. Conforme a nota, os detidos são Fabrício Rosa e Marciano Carvalho. O primeiro teria fornecido a arma do crime e Carvalho teria sido o autor dos disparos. A assessoria divulgou ainda que Deise chegou a revidar, atirando contra o agressor, atingindo-o numa das pernas. A família de Carvalho nega a participação dele no crime e diz que só o fato dele ter sido baleado na perna, no mesmo horário do assassinato de Deise, não significa que tenha participação. A reportagem não conseguiu contato com o advogado de Fabrício Rosa.

As autoridades informaram que a arma e o carro usados no homicídio ainda não foram encontrados e que indícios apontam para outros participantes, mas que ainda não há provas contra estes suspeitos. Pediram à sociedade que tenha paciência, que agora não é momento de abrir detalhes das provas para não atrapalhar as investigações.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Polícia de SP investiga lista do PCC

 

 

Polícia de SP investiga lista do PCC

Papéis apreendidos com criminosos na favela Paraisópolis, zona Sul de São Paulo, indicam que a facção criminosa PCC mantém um serviço de inteligência para monitorar policiais para eventuais ataques.

O principal traficante de Paraisópolis é Francisco Antonio Cesário da Silva, o Piauí. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), ele ordenou a morte de seis policiais militares. Preso em agosto após três meses foragido por não ter voltado da saída temporária do Dia das Mães, ele está na penitenciária de Avaré.

Conforme a Polícia Militar, a lista trazia detalhes da rotina de cerca de 40 pessoas – a polícia investiga se são homens marcados para morrer. Entre as informações, estão horários de saída de trabalho e locais que frequentam na folga.

– Não é uma lista. São informações sobre policiais. Mas não é nominal. Traz lá: o sargento sai às 17h e vai para o bar – disse o coronel Marcos Roberto Chaves, comandante da PM na capital paulista.

Só este ano, entre homens da ativa e aposentados, 88 PMs foram mortos, 85 deles no horário de folga. A maioria tem características de atentado. O Estado diz não poder afirmar se há ligação entre as mortes.

Os documentos estão com o serviço de inteligência da PM e a SSP. O primeiro passo, diz o coronel, é saber o grau de confiabilidade dos papéis.

– Precisamos saber se são policiais e quais são esses policiais.

A lista vem sendo tratada com reserva. Para o coronel César Morelli, comandante do Policiamento de Choque, o tema pode gerar desconforto.

– Não vou confirmar se tem policiais na lista. Estamos analisando. Se confirmar agora, sem avaliar os nomes, poderia criar uma situação de neurose nas polícias e na sociedade.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Segurança

Assunto: Crime no Norte

 

Perícia identifica os corpos de bananal

A polícia ainda apura os assassinatos de dois homens encontrados mortos em uma plantação de bananas de Joinville na tarde de terça-feira. Um agricultor encontrou o primeiro corpo, que tinha as pernas imobilizadas e as mãos amarradas atrás da cabeça. O outro cadáver foi localizado por peritos. Eles foram identificados como Robson Peixer, 26 anos, e Adilson Chaga de França, 39. O corpo de Adilson já foi liberado para sepultamento em Juquiá (SP). O de Robson será sepultado no cemitério São Sebastião do Bairro Iririú, em Joinville. Até o fechamento desta edição, não havia informação de suspeitos presos pelos crimes.

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Geral

Assunto: Policial civil sofre tentativa de homicídio no Norte da Ilha

 

Policial civil sofre tentativa de homicídio no Norte da Ilha

Agente iria entregar uma intimação judicial quando foi surpreendido por dois homens

 

Passava das 16h quando o policial Gilmar Lopes da Silva, 53 anos, estacionou a viatura em uma das ruas da Quadra B, na comunidade Vila União, Norte da Ilha, e pediu informações para uma senhora. Em seguida, ele deu meia volta com o carro e sumiu. “Ele dobrou a esquina, ouvi os tiros e sai correndo atrás das crianças aqui em casa”, contou a mulher, façando que já não havia mais ninguém na rua após os disparos.

Gilmar tinha acabado de ser alvejado por quatro tiros. A sequência atingiu o pescoço, lado esquerdo do peito, ombro direito e tórax. O policial foi levado em estado grave para o Hospital Governador Celso Ramos, onde foi submetido a cirurgias. Apesar da gravidade, quando as primeiras equipes de socorro chegaram, o policial ferido estava consciente e caminhando.

Segundo a polícia, Gilmar procurava a casa onde entregaria uma intimação — o nome da pessoa intimada não foi divulgado — e foi surpreendido no meio da rua por dois homens, que efetuaram os disparos pelas costas, na mesma Quadra B onde pedira informações. A polícia ainda não sabe se o policial chegou a revidar os tiros. Depois de acertarem Gilmar, os homens fugiram.

 

Reação

Rapidamente, a comunidade da Vila União, na Vargem do Bom Jesus, foi tomada por Civis e Militares, vindos de todas as partes da Ilha. Delegados, agentes e PMs vasculhavam todos os cantos dos 165 lotes da comunidade em buscas de pistas e provas. Em meio a confusão e correria, o Delegado Eduardo Mattos declarou: “Não sei ainda com quem ficará o caso, mas isso mexeu com toda a polícia,”, disse, em meio ao impacto imediato que o atentado teve sobre a Segurança Pública na região.

 

 

Efetivo policial foi mobilizado em peso para a Vila União

 A polícia fez buscas em residências e chegou a encontrar um pente de uma arma 9 mm que pode ter sido usada no crime. Populares reclamaram da postura rígida da polícia, e criticaram invasões e agressões. A mãe de um garoto de 16 anos que foi levado como suspeito para a CPP (Central de Plantão Policial), nos Ingleses, reclamou. “Entendo que eles estão atrás de quem atirou no policial, mas meu filho estava em casa na hora dos tiros, eles não precisavam invadir a casa de todo mundo como se aqui só vivessem bandidos.”. A mulher vive na comunidade há 14 anos.

Ao total, sete pessoas foram detidas e encaminhadas para a CPP Norte, mas a polícia não confirmou se entre eles estivesse o atirador. Duas mulheres estavam entre os conduzidos à DP.

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Geral

Assunto: Agente prisional pode ter sido morta em represália ao marido

 

 

 

Agente prisional pode ter sido morta em represália ao marido

Cúpula da Polícia Civil reiterou que o sigilo é fundamental para o sucesso das investigações

A cúpula da Polícia Civil falou pouco. Sigilo foi a palavra de ordem na coletiva para prestar esclarecimentos sobre a investigação da morte de Deise Fernanda Melo Pereira Alves, na última sexta-feira, em São José. Duas informações foram liberadas: há forte suspeita que o assassinato da agente prisional tenha sido articulado como represália ao marido da vítima – Carlos Alves, diretor da Penitenciária de São Pedro de Alcântara, conhecido pela conduta rígida com que trata os detentos.

Além disso, dois homens continuam detidos pela suspeita de ligação direta com o crime. Um deles pode ser o atirador. A possibilidade da ordem de execução ter partido de dentro do cárcere por líderes do PGC (Primeiro Grupo Catarinense), é tratado como tabu pelas autoridades. Embora, a existência do grupo não seja mais negada.

Na tarde desta quarta-feira, a mesa de comandos da Deic (Delegacia Estadual de Investigações Criminais) foi preenchida pelo delegado geral da Polícia Civil, Aldo Dávila, e pelos delegados Ênio de Matos, Antônio Joca, Ilson da Silva, Akira Sato e Rodrigo Green – que foi instituído presidente do inquérito. O coronel Araújo Gomes, comandante do 4° Batalhão da Polícia Militar, e o diretor do Deap (Departamento Estadual de Administração Prisional), Leandro Lima completaram o quadro.

O delegado Aldo Dávila iniciou explicando que o êxito das investigações depende diretamente do sigilo. No entanto, já se sabe que um dos homens detidos foi baleado na perna na sexta-feira, e a polícia trabalha com a possibilidade de que ele seja o atirador. Segundo depoimentos, a agente atingiu um bandido na perna, antes que uma bala perfurasse seu coração.

Mandatos de prisão temporária mantêm os dois suspeitos detidos, enquanto não for desvelado por completo o crime. Um terceiro suspeito foi solto. O diretor da Deic, Akira Sato expos que outros envolvidos serão encontrados. Não precisou números ou paradeiros, nem concedeu mais detalhes. O revólver usado pelo criminoso ainda não foi encontrado. O IGP (Instituto Geral de Perícia) analisa os cartuchos.

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Geral

Assunto: Movimento nas rodovias federais no feriadão

 

PRF estima que movimento deve aumentar em 50% nas rodovias federais de SC no feriadão de Finados

Policiamento nas estradas será intensificado a partir desta quinta-feira (1)

 

O movimento nas rodovias federais de Santa Catarina deve aumentar em 50% com o feriadão de Finados. A estimativa é da PRF/SC (Polícia Rodoviária Federal) que inicia operação na manhã desta quinta-feira (1). O reforço no monitoramento e segurança das estradas que cortam o Estado segue até domingo (4).

Devido ao aumento no número de veículos circulando no início e final do feriadão a PRF/SC acredita em formação de filas na BR-101, nas regiões de Laguna, Grande Florianópolis e Balneário Camboriú. A exemplo de feriados anteriores, a BR-101 deve concentrar o maior número de veículos devido ao grande deslocamento em direção ao litoral.

Na BR-470, região de Blumenau e na BR-280, região de São Francisco do Sul, também devem ocorrer congestionamentos. Os momentos mais críticos devem ocorrer nesta quinta-feira, das 18h às 21h, no dia 2, das 10h às 12h e no domingo, das 16h às 22h.

A Polícia Rodoviária Federal informa que haverá restrição de tráfego de veículos com dimensões excedentes nos seguintes dias e horários:

 

01/11 (5ª feira) – das 16h às 22h

 

02/11 (6ª feira) – das 6h às 12h

 

04/11 (domingo) – das 16h às 24h

 

 

 

 

 

 

MÍDIAS DO BRASIL

 

 

Veículo: Folha Online

Editoria: Geral

Assunto: PM acha túnel usado para levar droga à USP

 

 

PM acha túnel usado para levar droga à USP

A casa do chefe do tráfico, um imóvel onde funcionava uma refinaria de cocaína e um ponto de venda de drogas: os três locais, na favela São Remo (Butantã, zona oeste), eram interligados por um túnel de 15 m de extensão que chega perto dos limites da Cidade Universitária da USP.

O lugar foi descoberto ontem, sem querer, por policiais que cumpriam sete mandados de prisão contra suspeitos de matarem um policial militar da Rota em setembro.

Uma das extremidades do túnel fica a cerca de 50 metros de um muro que divide a favela da Cidade Universitária. Nesse muro, havia um buraco por onde era possível vender drogas para estudantes e frequentadores da USP.

“A pessoa não precisava nem entrar na favela. Só chegava no muro, dava o dinheiro para o ‘aviãozinho’ e ele voltava com a droga que ela quisesse”, afirmou o coronel César Augusto Morelli, comandante do Policiamento de Choque de São Paulo.

Além de servir para transportar a droga até o usuário, o túnel era utilizado como rota de fuga pelos criminosos.

Nesses três locais, os policiais apreenderam 75 tijolos e 403 trouxinhas de maconha, 146 pinos de cocaína, 11 cartelas de LSD, 92 vidros de lança-perfume, quatro armas, dois coletes à prova de balas e rádios portáteis.

 

No banheiro de um dos imóveis, os traficantes instalaram uma banheira de hidromassagem aos pés de uma TV de tela plana. “É normal o traficante querer demonstrar um requinte, uma riqueza, que a população da comunidade não tem”, diz Morelli.

Jaime de Oliveira, 28, suspeito de tráfico, foi preso. Com ele, a PM achou R$ 10 mil, um carro Audi, uma pistola e relógios e telefones roubados. Segundo a polícia, ele era gerente da “boca de fumo” e subordinado ao chefe do tráfico, Vanderlei Gouveia do Nascimento, o Madu, 30.

Nascimento não foi encontrado. Ele era um dos alvos dos sete mandados de prisão contra suspeitos de matarem o policial da Rota André Peres de Carvalho, 40, a tiros de fuzil no dia 27 de setembro.

A operação de ontem resultou na prisão de Filizanio dos Santos Pacheco, 23, o Fefê, e Antonio Pereira Soares, 32, o Tonhão. O primeiro é acusado de clonar dois carros que foram usados na fuga dos assassinos. O outro é suspeito de investigar para os demais membros do bando qual era a rotina do policial da Rota.

Até ontem à noite, a polícia ainda não tinha prendido outros quatro suspeitos do assassinato do PM: Marcelo dos Santos de Oliveira, 37, Cláudio Francisco de Oliveira, 39, Daniel dos Santos, 30, e Mauro dos Santos de Oliveira.

A Folha não localizou os advogados dos sete homens que estão sendo investigados.

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Veículo: Portal G1

Editoria: Geral

Assunto: Governo de SP admite que houve ordem de criminosos para matar PMs

 

 

Governo de SP admite que houve ordem de criminosos para matar PMs

Comandante da PM diz que 129 agressores de policiais foram presos.

20 suspeitos morreram em confronto e outros 20 são procurados.

 

Pela primeira vez após uma onda de violência que está assolando o estado, com recordes de assassinatos de cidadãos e de policiais militares, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o secretário da Segurança Pública, Antônio Ferreira Pinto, admitiram que criminosos ordenaram ataques a policiais militares.

Segundo o governo, os serviços de inteligência da Polícia Civil e da Polícia Militar estão identificando e prendendo os criminosos. A PM diz que 169 suspeitos foram indentificados, 129 agressores foram presos e 20 morreram em confronto com a PM.

“Prendemos em Ribeirão Preto um criminoso que fez atentados contra a polícia. Prendemos aqui na Zona Sul de São Paulo criminosos que tinham tentativa de ação contra a polícia. São vitórias importantes da polícia”, disse o governador Geraldo Alckmin nesta manhã durante inauguração de centrais de flagrante anexas à delegacias, na Zona Sul do município.

O secretário da Segurança, Antônio Ferreira Pinto, afirmou que o setor de inteligência tem informação de “que as primeiras mortes foram ordens emanadas de um marginal que tem o apelido Piauí”. Apesar de ter base na Favela de Paraisópolis, ele foi detido fora da cidade pela

 

PM encontra drogas e prende cinco suspeitos em Paraisópolis

De acordo com o comandante da PM no estado, coronel Roberval Ferreira França, 169 criminosos foram identificados por ataques contra policiais militares neste ano. Desse total,

“Esses criminosos são investigados pela Polícia Civil por atacar os policiais. Neste ano, 86 PMs foram mortos, sendo que 37 deles foram mortos com características de execução”, afirmou o comandante Roberval França.

Quando os ataques começaram, em agosto, após membros de uma facção criminosa que age dentro e fora dos presídios paulistas divulgarem uma carta e serem pegos em grampos telefônicos autorizados pela Justiça ordenando ataques contra policiais militares, o governo estadual evitava confirmar a informação. Apesar disso, o Ministério Público estadual teve acesso ao conteúdo das ameaças, inclusive com uma lista com nomes de PMs marcados para morrer.

Em todo o estado de São Paulo foram seis PMs que registraram ocorrência de ameaça por se sentirem ameaçados por criminosos”

Roberval França,

comandante da PM

Questionado sobre o número de policiais militares que foram ameaçados, o comandante da PM informou que alguns registraram boletim de ocorrência. “Em todo o estado de São Paulo foram seis PMs que registraram ocorrência de ameaça por se sentirem ameaçados por criminosos”, disse Roberval França. Na segunda-feira (29), um policial militar conseguiu escapar de um ataque na Zona Sul da capital.

A Promotoria também apura se policiais militares estão envolvidos em outras mortes que foram registradas no estado. Há suspeitas de que agentes da lei descontentes com as mortes dos colegas formaram grupos de extermínio e milícias para revidar os ataques contra criminosos. “Até agora não temos confirmação de nenhum PM que tenha feito isso, mas a Corregedoria da PM está apurando e investigando juntamente com a Polícia Civil a suspeita sobre alguns policiais militares”, informou o comandante. O número de policiais investigados não foi divulgado.

Após cinco dias de violentos ataques, com homens em motocicletas passando atirando e matando quem estivesse nas ruas, em locais conhecidos por comércio de drogas, a capital paulista e a Grande SP teve menos casos semelhantes nesta terça, quando dois homens foram mortos em Franciso Morato. “Isso se deve a trabalhos como o da Operação Saturação, que começou na terça-feira na favela de Paraisópolis, na Zona Sul”, afirmou o coronel.

O secretário da Segurança Pública informou ainda que pretende expandir as ações de ocupação de locais com alto índice de homicídios e tráfico de drogas para outros pontos da capital e até cidades do interior do estado. “É a Segurança Pública respondendo a altura os ataques criminosos”, disse Antônio Ferreira Pinto.

Segundo balanço da Secretaria da Segurança Pública, a capital paulista registra aumento no total de homicídios dolosos. No mês passado, a cidade de São Paulo teve uma elevação de 27% nos casos de homicídios dolosos – passou de 106 em agosto para 135 em setembro.

De acordo com levantamento do SPTV, 92 pessoas foram mortas em 20 dias na Grande São Paulo e capital. Desde domingo, foram mais de 50 mortes.