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Matérias na imprensa sobre reunião da ACORS e APRASC

15.11.2011

Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assuntos: Reunião ACORS e APRASC
                  Dia D para Raimundo Colombo

CORONEL DA PM DEFENDE ANISTIA AOS PRAÇAS AMOTINADOS DE 2008

 A reunião entre representantes da Associação de Praças e a de Oficiais (foto), ontem pela manhã, na Capital, pode representar o primeiro passo para a tão sonhada reaproximação interna tanto na tropa da PM quanto nos Bombeiros Militares. O racha se arrasta desde 2008, quando soldados ?amotinaram-se? por salários e não contaram com o apoio dos oficiais. Para a Aprasc, a anistia aos cerca de 25 homens que foram expulsos ou responderam processos por insubordinação é central para negociar qualquer apoio à busca de melhores salários. Para o coronel PM Fred Harry Schauffert, oficial da ativa e que preside a Associação dos Oficiais, o perdão faria todo o sentido neste momento.

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Ele pretende, inclusive, encaminhar ofício ao comandante geral da PM, coronel Nazareno Marcineiro, ao secretário de Segurança, Cesar Gruba, e ao próprio governador, defendendo a tese de anistiar os praças. Ele se baseia na legislação federal e, até mesmo, no histórico de outras quarteladas brasileiras. Sempre respeitando a hierarquia e disciplina militar.O próprio Marcineiro vê com bons ollhos as duas associações sentarem para conversar, superando velhos ranços entre oficiais e praças. Mas acredita que a questão da anistia não está em pauta, agora. O fato é que um coronel da ativa como Schauffert, responsável pelo policiamento em 12 municípios da região, falar abertamente no tema, nesta hora, significa um divisor de águas para os militares de SC.

DIA D
Amanhã promete ser o Dia D para Raimundo Colombo na sua relação com os 130 mil servidores estaduais. Até o meio-dia, ele define os índices que serão anunciados. Depois, almoça com a bancada. São esperados 32 dos 40 deputados. Às 14h30min, o comunicado oficial do pacote. Em seguida, nova reunião com o secretariado. Agroômica.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Greve dos policiais civis

Três dias de paz
Os policiais civis de Santa Catarina estão anunciando uma greve de advertência amanhã, quinta e sexta. Eles querem aumento salarial. Bem que os bandidos poderiam colaborar e não roubar nem assassinar nesse período. Três dias de paz não fariam mal a ninguém.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Informe Político
Assuntos: Acors e Aprasc

Na PM e no BM (1)
Dispostos a não serem deixados de lado em uma política salarial diferenciada, a associação dos oficiais (Acors) e a associação dos praças (Aprasc) decidiram unificar a campanha do contingente da Polícia Militar e do Bombeiro Militar através de outdoors espalhados por todo o Estado. As duas entidades assinarão as peças que começam a ser instaladas na próxima segunda-feira.
A Acors já providenciou quatro peças que serão colocadas em Florianópolis para lembrar que os militares não aceitam aumentos diferenciados para integrantes da segurança pública.

Na PM e no BM (2)
Ponto nevrálgico nas relações entre Acors e Aprasc, e que ficou mais uma vez evidente no encontro entre o coronel Fred Schauffert e o deputado Sargento Amauri Soares, ontem, é a anistia aos praças expulsos da Polícia Militar pelo movimento de 2008. O assunto ganha proporções institucionais e Schauffert se comprometeu em ser interlocutor junto aos comandos da PM e do Bombeiro Militar, com o secretário César Grubba (Segurança Pública) e o governador Raimundo Colombo.
Enquanto audiências podem ser marcadas, Schauffert faz um desabafo sobre o baixo salário dos praças, que chega a R$ 2 mil com todos os penduricalhos, os chamados estímulos operacionais. Acors e Aprasc voltam a se reunir dia 18.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Policiais prometem paralisar delegaciais
Policiais prometem paralisar delegacias
Agentes dizem que vão manter serviços essenciais e investigar casos graves
De amanhã e até sexta-feira, o atendimento nas delegacias de polícia do Estado poderá ficar comprometido. O motivo é a paralisação prometida por policiais civis.
Eles garantem que não haverá omissão em crimes graves, como homicídios e assaltos, e que vão manter alguns serviços essenciais. Quem precisar registrar ocorrência deve usar a internet.
O anúncio da greve parcial foi feito por três das principais entidades da categoria: a Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), o Sindicato dos Policiais Civis de SC (Sinpol) e o Sindicato dos Trabalhadores em Segurança Pública de SC (Sintrasp).
? Pela primeira vez na história, conseguimos unificar as associações das categorias. Vamos ficar em frente às delegacias conversando com a população e, em situações mais graves, não deixaremos de atender ? disse o presidente do Sinpol, Pedro Cardoso.
Uma assembleia geral da categoria está marcada para sexta-feira, às 14h, no Golden Hotel, em São José. Pode haver boicote à Operação Veraneio.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) não quis se manifestar ontem. Amanhã à tarde, o governo deve divulgar novas medidas para a política salarial dos servidores. Segundo as entidades, a remuneração está entre as quatro piores do Brasil, e o piso inicial de um agente é de R$ 781,82.
De acordo com o vice-presidente da Adepol, Carlos Diego Araújo, para repor as perdas salariais dos delegados com a inflação nos últimos 13 anos, o reajuste deveria ser de 130%.

BLOGS

Moacir Pereira
Reunião conjunta de praças e oficiais da PM
Durante reunião entre a Associação de Praças (Aprasc) e a Associação de Oficiais (Acors), realizada esta manhã, ficou definida uma atuação conjunta pela valorização salarial dos bombeiros e policiais militares do Estado. Entre as primeiras iniciativas está a divulgação de outdoors das duas entidades pedindo reajuste salarial e a busca por uma audiência com o governador Raimundo Colombo e o secretário da Segurança Pública César Grubba. Segundo nota comum das duas entidades “também ficou acertado defender tratamento não discriminatório – dentro e fora das corporações. ?Queremos tratamento isonômico, e vamos aplaudir o governador se agir assim, mas existe uma defasagem salarial dos soldados do Bombeiro e da Polícia Militar?, afirma o deputado Sargento Amauri Soares, presidente da Aprasc.
A reunião foi considerada história pelos diretores presentes, e pode abrir um precedente para pacificar o clima entre oficiais e praças dentro dos quartéis. O próximo encontro ficou agendado para o dia 18 de novembro (sexta-feira).
Anistia
A anistia aos policiais e bombeiros militares, punidos pela participação no movimento reivindicatório de dezembro de 2008, também foi tema de conversa. O presidente da Acors, Fred Harry Schauffert, manifestou seu apoio pessoal à causa e prometeu escrever uma carta em defesa da anistia. A diretoria da entidade dos oficiais também é favorável, mas vai debater a questão com os filiados para tomar uma posição oficial. ?Eu sou favorável à anistia como forma de apaziguar as relações dentro das instituições militares?, afirmou o coronel Schauffert, citando diversos exemplos de aplicação da anistia na história da Polícia Militar catarinense.

Informe Político
Polícia Civil aguarda manifestação do governo
O delegado Renato Hendges, que comanda a associação da categoria da Polícia Civil, resumiu em uma frase o ânimo em relação à negociação salarial com o governo do Estado nesta segunda-feira:
– Nada. Tá todo mundo quieto!
Hendges reclama do que chama de abandono do governo da mesa de conversas com a categoria e lembra que agentes, peritos, escrivães e delegados unificaram a campanha salarial. Sobre outro assunto, o aumento das manifestações programado para esta semana (quarta, quinta e sexta), o delegado explica que não se trata de uma paralisação. Hendges explica que todos os trabalhos para a população serão mantidos, como BOs e flagrantes, e reafirma que todos os profissionais da Civil estarão com as atividades normais.

Cláudio Prisco
Unidade inédita entre os militares
Se a questão salarial dos profissionais da segurança pública já se apresentava como o maior desafio do momento para a administração Raimundo Colombo, agora o quadro ficou ainda mais complicado. Ontem pela manhã, durante reunião entre a Associação de Praças (Aprasc) e a Associação de Oficiais (Acors) da Polícia Militar, na Capital, ficou definido que as duas entidades irão atuar ?em conjunto pela valorização salarial dos bombeiros e policiais militares do Estado?, conforme nota divulgada à imprensa.
É a primeira vez na história recente que as duas entidades se juntam para defender questões salariais, o que demonstra disposição dos militares em ir para o embate com a atual administração.
A PM quer a incorporação de abonos e horas-extras, os chamados estímulos operacionais. O salário base do policial militar hoje é de R$ 2 mil, sem os descontos.