Área do associado

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Clipping dos dias 22 a 24 de outubro

24.10.2011
CLIPPING
22 a 24 de outubro 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: PM em prédios públicos
 
O que falta nas ruas sobra em prédios públicos
Levantamento feito pelo DC mostra que o efetivo de PMs em funções sem riscos é maior do que o número de homens na linha de frente, em ações de combate ao crime na Capital. Governador quer rever a situação
Falta de efetivo é uma das principais justificativas para a crescente sensação de insegurança em Santa Catarina. Mas enquanto faltam homens nas ruas, um contingente está a postos todos os dias para abrir cancelas, trabalhar em gabinetes, fazer a segurança de prédios públicos e de autoridades.
Hoje, 281 PMs trabalham em instituições como Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas do Estado e Ministério Público. Enquanto isso, o 21º BPM tem 109 homens para atender a todo o Norte da Ilha. Na escala de trabalho, o número é ainda mais preocupante: 20.
O governador Raimundo Colombo (PSD) se diz disposto a tentar rever esta situação. Ele afirma que o assunto está na pauta do governo e que já existe uma negociação em curso para fazer com que estes policiais voltem para suas funções. Segundo Colombo, uma reunião para debater o assunto, marcada para a semana passada, foi cancelada por motivo de agenda. Mas o governador promete retomar os contatos com os chefes dos poderes depois de retornar do Japão, no final do mês.
– É importante avançar no assunto. Policial tem que ser policial – destaca.
A intenção já havia sido externada pelo comandante da PM, coronel Nazareno Marcineiro, que desde, janeiro, vem manifestando a vontade de reduzir o número de policiais em assessorias para realocá-los no trabalho operacional. Mas Colombo e Marcineiro sabem que esta não será tarefa fácil. O assunto é polêmico por alterar uma situação considerada um “prêmio” para muitos PMs.
Recebendo um salário considerado baixo, atuar em um desses postos permite ao PM receber mais no final do mês por conta da gratificação que cada poder paga. Além disso, estar nestas funções significa também estar longe das ruas e do confronto direto com criminosos. Por isso, os chefes das casas militares são unânimes em afirmar que a maior parte dos policiais que atuam nestas instituições tem bastante tempo de serviço. Muitos já em condições de se aposentar.
– Cada troca é uma crise, pois o policial que deixa o cargo pode perder a gratificação, que dobra o salário dele – confirma o governador.Além disso, a mudança também envolve uma questão institucional, já que está relacionada a outros poderes, que têm amparo legal para contar com a proteção da Polícia Militar.Os poderes se dizem dispostos a sentar com o governador e buscar formas de colaborar com a questão da segurança pública. O presidente da Assembleia Legislativa, Gelson Merisio (PSD), afirma que o Legislativo vem estudando formas de contribuir. Uma possibilidade seria manter os PMs na Assembleia, mas o grupo faria também o policiamento do entorno do Palácio Barriga Verde (veja mais detalhes na página ao lado). Merisio diz não saber se a Assembleia tem, hoje, capacidade financeira para abrir mão de todos os PMs. O Congresso Nacional, por exemplo, não utiliza PMs do Distrito Federal. Lá, a polícia legislativa é responsável pela segurança das duas instituições.
 
Comando admite “QI” político
Enquanto 281 policiais fazem a segurança de órgãos públicos na Capital, o comandante-geral da Polícia Militar, Coronel Nazareno Marcineiro, tenta impedir novos pedidos de transferência. Ele garante que “premiação” é indicação política.
– Tenho uma planilha com quase 200 pedidos de movimentação. Desde que assumi o comando, esse documento está arquivado. Se depender de mim, ninguém vai – enfatiza.
Marcineiro destaca que seu plano de comando é justamente colocar mais policiais nas ruas. Quem bate o martelo é justamente o comandante. Porém, como há respaldo legal para proteção por parte da Polícia Militar, haveria conflito institucional se todos fossem retirados dos poderes.
Segundo o tenente-coronel Fernando da Silva Cajueiro, do Centro de Comunicação Social, o critério para um policial sair das ruas para um órgão público é “apadrinhamento político”:
– Não é promoção. Podemos considerar como prêmio, pois os policiais recebem remuneração extra, que é paga pelo próprio órgão.
A explicação é simples. A corporação paga o salário básico do policial e o órgão (AL, TJSC, Governo ou TCE), a gratificação, que pode chegar ao dobro, segundo o sargento Amauri Soares, da Associação de Praças de SC (Aprasc). Embora os poderes se neguem a passar o valor pago aos indicados, há informação de que a Assembleia Legislativa, por exemplo, paga o dobro para cada PM lotado.
De acordo com o presidente da Aprasc, o Estado precisaria de mais 9 mil policiais militares nas ruas. Na Capital, pelo menos mais 500.
– O governo tem que manter essa intensidade de concursos e contratações por 10 anos seguidos.
Ele explica, ainda, que as autoridades não querem abrir mão dos policiais que fazem a segurança dos órgãos públicos.
– Mesmo que o policial esteja na função de motorista para um juiz, por exemplo, a autoridade sabe que ele entende de arma, de documentação. Quem tem poder quer proteção, e a legislação permite.
Soares salienta que também é preciso mais estímulo, como bons salários e planos de carreira:
– Com isso, os que já estão em exercício também teriam mais entusiasmo e não precisariam fazer bico na hora de folga.
Desde a semana passada, o Estado formou mais 444 soldados, sendo que 73 ficarão nas ruas da Grande Florianópolis. Até o fim do primeiro semestre de 2012, SC deverá ter cerca de 1,3 mil novos PMs, segundo a assessoria do comando-geral.
Quem está lá não quer sair
O DC ouviu policiais militares que trabalham em prédios públicos da Capital. A maioria deles não quer sair do posto. A grande quantidade de policiais em órgãos públicos reflete, também, no interior do Estado. A reportagem conversou com homens de cinco regiões, e encontrou situações como a de Água Doce, no Meio-Oeste. Lá, há apenas um PM por turno.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assunto: Policiais nas ruas
 
BOA NOVA
As pessoas andavam tão desacostumadas a ver policiais nas ruas que a presença da nova turma de PMs já rendeu comentários positivos. Na Avenida Beira-Mar Norte, ontem, pelo menos duas viaturas permaneceram posicionadas por lá o dia todo. Ah, se fosse sempre assim…
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Incêndio e acidentes
 
Fogo destrói três casas
Um incêndio provocou a perda total de três casas de madeira no Bairro Frei Damião, em Palhoça, por volta das 14h30min de ontem.
Uma quarta casa também sofreu danos no telhado, mas a situação não chegou a se agravar. O fogo teria sido provocado por Denise Oliveira, de 28 anos, após voltar sozinha para casa depois de uma briga com o marido.
De acordo com o Corpo de Bombeiros de Palhoça, o fogo se espalhou rapidamente porque as casas eram muito próximas. Para controlar o incêndio, foram necessários dois caminhões dos bombeiros e 16 homens.
De acordo com a Defesa Civil de Palhoça, Denise Oliveira, que continuava foragida até às 23h de ontem, será indiciada por danos ao patrimônio público e também por tentativa de homicídio, podendo pegar até três anos de prisão.
 
Oito acidentes, 11 mortes
Pelo menos 11 pessoas morreram no trânsito, neste final de semana, no Estado. Uma batida de frente entre um carro e um caminhão, na BR-101, em Imbituba, no sábado, tirou a vida de duas mulheres e uma criança de oito anos, que estavam no carro.
O acidente aconteceu por volta das 2h20min. Jocinara Vieira Machado, 24 anos, Janaina Vieira Machado, 18 anos, e Victor Jamil Kansaou morreram no local. O motorista do Uno, Jamil Abdul Kansaou, 43 anos, ficou gravemente ferido. O caminhoneiro saiu ileso.
No Meio-Oeste, foram três mortes em três acidentes, envolvendo motos, no sábado. No primeiro, em Caçador, ocorrido por volta das 2h30min, uma Biz perdeu o controle e bateu contra um poste. Um dos ocupantes da moto, Jociele Pereira, 24 anos, morreu na hora. O outro, Gilson Ricardo Campaim, 21 anos, está em estado grave. No segundo acidente, na mesma cidade, um Fiesta bateu contra uma moto. O motociclista Jonatas Isaac Olenik, 21 anos, morreu na hora. O condutor do Fiesta, Volmar Antonio Kullmann de Freitas, 51 anos, foi conduzido até a delegacia da Polícia Civil com suspeita de embriaguez. Ele estava sem a habilitação e foi autuado por homicídio culposo. O terceiro acidente com morte foi na SC-303, em Capinzal. Avelino Mendes de Oliveira, 60 anos, foi atropelando por uma motocicleta enquanto atravessava a pista.
Ontem, houve outros quatro acidentes com cinco mortes. Um casal que estava em uma motocicleta morreu na BR-470 em Agronômica, às 15h10min. O motorista da moto, Clenilson de Gois, 21 anos, e uma mulher, não identificada, não resistiram à batida contra um caminhão, no Km 155. Na BR-101 em Itapema, Vilson Luis dos Santos, 40 anos, morreu atropelado por um Kadett.
Na SC-448 em Ermo, um Gol saiu da pista e capotou, na madrugada. O motorista Henrique Pereira Gabriel, 19 anos, morreu. Também no início da manhã de ontem, um caminhão tombou na BR-116, em Santa Cecília. No acidente, morreu o motorista, Rafael Beilner Junkes, 24 anos.
 
Jovem pode receber alta esta semana
O motociclista José Valdomiro Eufrázio, 21 anos, que sobreviveu cinco dias acidentado na beira da rodovia, apresentou melhora no seu quadro clínico. – Ele já está mais orientado, sabe que está no hospital, e pode ter alta esta semana – afirmou ontem à tarde o neurocirurgião Clézio Alex Onuki Castro.
O médico disse, ainda, que ele não lembra do acidente, e que essa amnésia é normal neste caso.
Eufrázio deve passar por uma avaliação da equipe médica vascular hoje para ver se não há riscos de infecção da amputação do braço direito. Isso é uma condição para que ele possa ter alta hospitalar. De acordo com a mãe, Maria Eufrázio, o quadro do filho é bom, só que ele ainda fala pouco.
Eufrázio está internado no Hospital Regional do Oeste desde o dia 12 de outubro, quando foi encontrado nas margens da rodovia SC-465 em Passos Maia. Ele havia sofrido um acidente de motocicleta no dia 7 de outubro, mas não tinha sido encontrado, pois caiu num barranco com pouca visibilidade da pista.
O motociclista ficou em coma até o dia 16 de outubro, quando abriu os olhos e falou pela primeira vez. Na semana passada, ele ainda estava confuso e desorientado, segundo os médicos.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Moacir Pereira
Assunto: Insegurança
 
Insegurança assusta
Marcada para quinta-feira (27), a assembleia estadual dos policiais civis de Santa Catarina, no Golden Hotel, em São José. À medida que se aproxima a reunião, aumenta a expectativa na segurança pública. A mobilização começou há mais de um mês com uma campanha de outdoor pelo Estado, denunciando os baixos salários. Os números surpreenderam. Salário inicial de R$ 781,82. O congelamento é chocante. Eles dizem que há 13 anos não têm reajuste dos salários. No período, garantem, tiveram apenas abono de emergência de R$ 100.
 
O Sindicato dos Policiais Civis esteve reunido com o governador Raimundo Colombo, expondo a dramática situação. Depois, novo encontro com o secretário Cesar Grubba, que nomeou uma comissão para estudar propostas.
O cenário não é diferente entre os delegados de polícia, também queixosos dos vencimentos, incompatíveis com as responsabilidades. Tiveram um abono mais generoso, é verdade, de R$ 2 mil. Mas estão longe do padrão da carreira de Estado, aspiração maior da categoria.
A defasada situação salarial dos policiais é apontada como uma das causas da crescente insegurança pública. Revela, também, a herança deixada pelas duas gestões do PMDB, como indica o sindicato em suas manifestações. O efetivo ficou defasado nas duas corporações. E os salários, idem. Sem contar equipamentos de segurança com validade vencida.
O governo Colombo tem outro desafio que vem de longe: o desvio de função de policiais militares. Segundo matéria do DC, chega a 281 o número de militares em outros poderes. Há outro dado mais grave: o total desviado atingiria 492 policiais, de soldados a coronéis. Também por isso, falta policiamento ostensivo nas ruas das cidades catarinenses.
 
 
FALTA AÇÃO
 
Empresários, agentes de viagem e autoridades de Santa Catarina e do resto do Brasil que circularam, semana passada, pelo Rio, viveram um clima diferente. A Cidade Maravilhosa continua aquele singular colírio para os olhos, com sua paisagem única, população receptiva e uma imbatível programação artístico-cultural.
E o que faz agora, do Rio, uma cidade melhor? A segurança. Antes, os visitantes tinham medo até de sair dos hotéis de Copacabana. Pedintes, vagabundos e malandros tomavam conta das calçadas, poluindo a paisagem e espalhando a insegurança, com assaltos aos pedestres e ameaças aos motoristas.
Operadores de turismo e motoristas de táxi testemunham que o cenário é outro, com mais tranquilidade para todos. Há algum tempo não se tem notícia de estouro de “caixas eletrônicos”, ação criminosa que virou rotina na Grande Florianópolis. Os “arrastões” desapareceram. As ações contra os traficantes nas favelas produziram resultados positivos. Agora – é consenso – dá gosto viver e visitar o Rio de Janeiro. O que houve? Vontade política e ação estratégica para enfrentar a criminalidade.
Retornando do Rio, passei três dias em São Paulo. Primeiro, para renovar o visto americano. Uma humilhação. O consulado dos Estados Unidos impõe situações degradantes, todos os dias, a milhares de brasileiros que buscam o visto. Horas e horas em extensas filas, debaixo de sol de 30ºC, num esquema burocrático.
De resto, a capital paulista está mais bonita e também mais segura. Na Avenida Paulista, do Masp e da Fiesp, há dois policiais em cada quadra. Nas praças, militares fardados. Perto das casas de shows, viaturas de plantão. Tudo fruto, também, de mobilização e ação politica.
Em Florianópolis, os bandidos agem até durante o dia na Beira-Mar.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto: Direitos Humanos
 
Comissão provoca discussão
A ministra de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, rebateu críticas ao projeto de criação da Comissão Nacional da Verdade, que visa a investigar os crimes contra os direitos humanos cometidos entre 1946 e 1988, sobretudo os que ocorreram durante o período da ditadura militar iniciada em 1964.
Ela participou, no Rio, do debate Direito à Memória e à Verdade, promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
– Às vezes, os movimentos, a sociedade têm dificuldade de comemorar nossas conquistas. Essa comissão não foi concedida, ela foi conquistada com muita luta – declarou a ministra, que reafirmou que o governo não investigará militantes por supostos atos criminosos, pois o papel do Estado, com a comissão, é investigar crimes cometidos pelo próprio Estado.
De acordo com Maria do Rosário, o projeto de criação da Comissão da Verdade – aprovado na última quarta-feira na Comissão de Constituição e Justiça do Senado – deve ir a plenário, em regime de urgência, na semana que vem.
A ministra admitiu que existem pontos controversos no projeto, como aquele relativo ao número de membros da comissão (sete), considerado pequeno, e o que diz respeito ao período para a elaboração de relatório conclusivo sobre os crimes contra os direitos humanos cometidos pelo Estado no período em questão.
Mas, segundo ela, o fundamental é que a criação da comissão ocorra sem mais morosidade.
– A escolha de sete membros para a comissão foi feita para dar agilidade na tomada de decisões – disse.
A ministra disse que somente a presidente Dilma pode falar a respeito dos membros da comissão, já que cabe a ela indicar os nomes para o colegiado, que terá dois anos, a partir da instalação, para a conclusão do relatório final sobre os crimes.
O secretário nacional de Justiça e presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão, ressaltou que a comissão não é uma concessão e que a iniciativa vai romper com a tradição do Brasil de não enfrentar as violações cometidas pelo Estado.
– Pela primeira vez, o Estado cria uma comissão com a responsabilidade de identificar violadores dos direitos humanos.
A ministra disse que existem setores da época da ditadura atuantes ainda hoje e que têm dificultado as investigações sobre os desaparecidos.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Presídio de Joinville ganha novas câmeras
 
Presídio ganha novas câmeras
O Presídio Regional de Joinville deve ganhar novas câmeras de vigilância internas e externas a partir desta semana. Os 60 equipamentos já foram entregues e são a principal aposta do Departamento de Administração Prisional (Deap) para garantir o controle dos presos. Só este ano, foram sete fugas e 22 foragidos no local.
A licitação das câmeras ocorreu antes da intervenção pela qual o presídio passa há 15 dias.
– Vamos ter um grande Big Brother aqui dentro. Tudo será observado por um agente deslocado exclusivamente para esse trabalho – afirma o diretor do Deap, Leandro Soares Lima, fazendo referência ao reality show exibido na TV.
Segundo a direção interina do presídio, o posicionamento das câmeras deve permitir o monitoramento das áreas internas e externas do presídio. Algumas câmeras registram imagens de até sete quilômetros de distância. A direção poderá também observar o trabalho de agentes e de outros funcionários.
– Não tenho como dizer que isso vai acabar com as fugas de vez. Não existe unidade livre de fugas. Mas, com certeza, as ações dos presos vão ficar mais difíceis – destaca Lima.
O futuro diretor do presídio ainda não foi revelado. Simão Benício Marcellino, destituído pela intervenção após 20 dias de gestão, foi o nono diretor desde novembro de 2006. A intervenção foi prorrogada, extrapolando o limite inicial de 30 dias.
Na sexta-feira, a direção interina repassou uma lista de pedidos ao diretor do Deap, empossado no início do mês. A instalação de grades nos pavilhões 4 e 5, melhorias na iluminação e uniformes para os hoje 1.012 presos (a capacidade é de 680) são urgentes. O relatório cita ainda a necessidade de mais viaturas e de guarita permanente sobre os novos pavilhões, instalados em contêineres.
– Os pedidos serão encaminhados em algum momento. Os uniformes e a iluminação devem ser resolvidos nos próximos dias – afirma Lima.
Para ele, a principal falha para a fuga de 46 presos nos últimos 10 meses estava nos procedimentos.
– Não havia monitoramento adequado na parte de cima das celas. Só quando o agente ouvia algum barulho. Isso precisou ser resolvido imediatamente – critica.
Hoje, uma tenda improvisada abriga agentes que vigiam de cima os pavilhões 4 e 5. O Deap planeja substituí-la em breve por uma estrutura de metal. Com o reforço de agentes do Planalto Norte, a escala de plantonistas passou de 13 para 18 por turno.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Campanha para inibir o roubo de veículos
 
Campanha visa a inibir o roubo de veículos
A Polícia Militar de Joinville lançou uma campanha junto aos motoristas visando à redução do número de roubo de carros. Mais de 1,1 mil veículos foram roubados em Joinville este ano.
O primeiro passo foi montar um perfil, revelando que a maioria dos ataques ocorre em áreas de comércio intenso, entre 18h e meia-noite, e que grande parte das vítimas é mulher. Serão distribuídos folderes com recomendações de como andar nas ruas à noite, estacionar e como chegar em casa em segurança.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Crimes e ocorrências
 
Jovem joga álcool e põe fogo em mulher
Corpo foi encontrado na área de serviço de uma casa em São José
A morte de uma mulher de 51 anos chocou os moradores do Bairro Areias, em São José, na tarde de ontem.
Após receber a denúncia de um vizinho, por volta das 17h, a Polícia Militar encontrou a aposentada Marilene Araci Vieira Pereira carbonizada na área de serviços da casa de Robson William Felippe, de 21 anos, que confessou o crime. O motivo ainda é desconhecido. Aparentemente, Robson e Marilene se conheciam há poucos dias, mas não se sabe o nível e o tipo de envolvimento entre eles. Quando chegou ao local, a Polícia Militar encontrou Robson sentado em frente à casa, bastante calmo.
– Matei a mulher. O corpo tá lá atrás. Pode pegar – teria dito aos policiais.
O corpo da mulher ainda estava pegando fogo quando a PM entrou na casa. A PM desconfia que Marilene estava desacordada ou morta quando Robson ateou fogo em seu corpo, pois havia sido ferida na parte de trás da cabeça. Na cozinha, havia marcas de sangue e tufos de cabelo de Marilene espalhados pelo chão, além de garrafas de cerveja por toda a casa.
Suspeita-se que Robson tenha arrastado Marilene pelos cabelos até a área de serviço, onde forrou o chão com um pedaço de madeira e cercou com lajotas, como se estivesse fazendo uma fogueira. Em seguida, jogou a mulher, amordaçada, derramou álcool e colocou fogo.
Os vizinhos relatam que, durante a madrugada de domingo, perceberam muita movimentação na casa de Robson, com entra a sai de pessoas, mas não ouviram ou viram nada suspeito.
 
Morre jovem que foi espancado no Norte
O estudante Bruno Monteiro, de 21 anos, morreu depois de ficar internado durante três dias no Hospital São José, em Joinville. Ele foi espancado por três homens na madrugada de terça-feira, no Bairro Guanabara. Na segunda-feira, Bruno foi com alguns amigos comemorar o acesso do JEC para a Série B. Mas quando ia para casa, sozinho e a pé, foi perseguido por três homens. O garoto foi alcançado na Rua Tarumã, nas imediações do Parque da Cidade, quando começaram as agressões.
 
Mulher mantida em cativeiro em motel
Terminou depois de 24 horas o sequestro da adolescente de 17 anos que era mantida como refém pelo ex-marido em um motel em São Luís (MA). Ela levou dois tiros, mas não morreu. Ao meio-dia de sexta-feira, o estudante de Direito Benedito Francisco dos Santos, 37, esperou a jovem sair da escola e a levou, sob a mira de um revólver. Os dois foram casados por um ano e estavam separados há um mês. A adolescente mandou mensagens pelo celular para a família, que avisou a polícia.
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Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Segurança
Assunto: Polícia Civil está pronta para Operação Veraneio
 
 
Polícia Civil está pronta para Operação Veraneio SC
Em reunião, na tarde desta sexta-feira (21), a Polícia Civil definiu como será a execução da Operação Veraneio 2011/2012. No encontro foi definido o período, as cidades que farão parte da Operação e o número de Policiais utilizados.
Ao total, 1.000 agentes da corporação vão trabalhar nas cidades turística do litoral e interior, nas cidades onde estão localizadas as estâncias hidrominerais. No dia 3 de novembro, todas as corporações da SSP (Secretaria de Segurança pública) se reunem com o secretário César Grubba para definir como trabalharão integradas durante os dias de operação. A Operação Veraneio inicia no dia 20 de dezembro deste ano e segue até o dia 27 de fevereiro de 2012.
O delegado de polícia Antônio Marlus Malinverni, coordenador da operação por parte da Polícia Civil, informou que esta foi a última reunião da corporação. “Definimos todos os parâmetros para que o secretário de segurança tenha subsídios suficientes para a elaboração de toda a Operação Veraneio”, explica. O critério para a distribuição de pessoal foi escolhido de acordo com as estatísticas oficiais da SSP. Cerca de 400 policiais civis serão remanejados de cidades do interior para reforçar as investigações nas cidades cobertas pela operação.
Além dos agentes da Polícia Civil, a Polícia Militar também trabalha na elaboração de um plano de trabalho para a operação. O porta-voz da Polícia Militar, o tenente-coronel Cajueiro, informou que o plano de ação da PM está sendo elaborado pelo Estado Maior, e deverá ser apresentado em breve. “O que podemos adiantar é que vamos contar com um aparato de tecnologia, transporte (viaturas) e pessoal superior ao que tivemos na temporada passada”, informa cajueiro.
Este ano, a operação contará com, pelo menos, 444 policiais militares a mais que o ano passado. Também irão integrar a operação novos equipamentos e viaturas recém adquiridos pelo Governo do Estado através do convênio entre Secretaria de Turismo e SSP.
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Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Hélio Costa
Assunto: Semana poderá ser decisiva para agentes mobilizados por salários
 
Semana poderá ser decisiva para agentes mobilizados por salários
Há treze anos sem aumento, servidores da segurança pública aguardam retorno do governador. Nas delegaciais e quartéis há muita insatisfação
Campanha salarial
Esta semana pode ser decisiva à Segurança Pública. Servidores da Polícia Civil, IGP, Sistema Prisional e PMs estão mobilizado há muito tempo, discutindo e reivindicando ao governo reajuste salarial. Afinal são mais de treze anos sem aumento. A categoria ainda não conseguiu sentar-se à mesa para negociar com o governo, mas o secretário da Secretária da Segurança Pública, César Grubba, disse antes de viajar com a comitiva de Raimundo Colombo à Ásia que a reivindicação é justa. O delegado Geral e o comandante Geral da PM também integram a caravana. Em outras viagens que a cúpula da SSP acompanhou o governo no meio de uma campanha salarial não trouxe nada positivo para os policiais. Pelo contrário: só gastos com diária. Pelos corredores de DPs e quartéis a voz corrente é a “insatisfação”. A insegurança pública está insuportável, os índices mostram bem a situação.
 
 
BLOGS
 
 
Moacir Pereira
 
A insegurança e os desvios da PM
A reportagem de Natália Viana, na edição dominical do DC, revela uma das causas do aumento da criminalidade em Florianópolis: falta de policiamento ostensivo nas ruas.
Os números dizem tudo: há mais policiais militares cuidando das autoridades e dos poderes do que no Batalhão da PM. São 281 policiais nas instituições contra 109 no Batalhão Policial Militar.
 
 
Policia Militar: desvios de função
 “Prezado Senhor,
Esse contra-senso de Policiais Militares em funções dessemelhantes da qual exigiu sua formação não é infortúnio somente da capital, mas sim, desvio de função constatada em todas as unidades militares do Estado Catarinense.
Contradição até mesmo por parte do próprio Comandante Geral da PMSC, que deveria dar exemplo, mas prefere invariavelmente viajar de um local para o outro a pretexto de conhecimento e melhorias para aplicar na PMSC, quando na verdade o faz com o escopo de auferir dividendos dos cofres públicos através de gordas diárias, e ainda, viagens com erário dos contribuintes.
Pois me diga senhor Jornalista: O que acrescenta ao conhecimento na PMSC uma viagem do Comandante Geral ao Japão? Essa turnê pelo Japão foi custeada por quem? Para quê?
Outra gritante desvio de função é as centenas de policiais militares desfilando com viaturas por todos os lados, viajando do Sul ao Nordeste a pretexto de serem instrutores do PROERD. Programa de Resistência as Drogas.
É evidente que o programa é bom, é eficiente e muito pertinente na aplicação do currículo escolar, mas não é missão e nunca foi de POLICIAL MILITAR, pois este foi formado para outra finalidade e não para lecionar.
Quem leciona é Professor e não PM.
Se assim continuar logo teremos outros programas aplicados pela PMSC como:
PROREFURTO: Programa de Resistência ao Furto
PROROUBO: Programa de Resistência ao Roubo
PROCULATO: Programa de Resistência ao Peculat
PROSEXINFANTIL: Programa de Resistência ao Sexo Infantil
Prova de tudo isto basta observar o próprio site da PMSC, pois só se fala em visita ao Japão, PROERD, e outras aberrações mais.
Sem falar que inventaram um concurso para SDPM exigindo curso superior com média (6,0) para aprovação. Como poucos compareceram e quase ninguém foi aprovado, por necessidade extrema decidiram diminuir a nota de corte para média (5,0). Com apenas alguns gatos pingados apareceram, decidiram, mais uma vez, baixar a nota de corte para média (4,0), e agora provavelmente aceitarão até o (zero). Enquanto isso o Comandante Geral quer ter isonomia salarial com Delegado está no Japão,
Lamentável.
Carlos Alberto Vasconcelos-Joinville/SC.”
 
 
 
A assembléia dos policiais civis
Marcada para quinta-feira(27) a assembleia estadual dos policiais civis de Santa Catarina, no Golden Hotel, em São José. Na medida em que se aproxima a reunião, aumenta a expectativa na segurança pública. A mobilização começou há mais de um mês com uma campanha de out-door pelo Estado, denunciando os baixos salários. Os números surpreenderam. Salário inicial de R$ 781,82. O congelamento é chocante. Eles dizem que há 13 anos não tiveram reajuste dos salários. No período, garantem, tiveram apenas abono de emergência de R$ 100,00.
O Sindicato dos Policiais Civis esteve reunido com o governador Raimundo Colombo, expondo a dramática situação. Depois, novo encontro com o secretário Cesar Grubba, que nomeou uma comissão para estudar propostas.
O cenário não é diferente entre os delegados de Policia, também, queixosos dos vencimentos incompatíveis com as responsabilidades. Tiveram um abono mais generoso, é verdade, de R$ 2.000,00. Mas estão longe do padrão da carreira de Estado, aspiração maior da categoria.
A defasada situação salarial dos policiais é apontada como uma das causas da crescente insegurança pública. Revela, também, a herança deixada pelas duas gestões do PMDB, como indica o Sindicato em suas manifestações. O efetivo ficou defasado nas duas corporações. E os salários, idem. Sem contar equipamentos de segurança com validade vencida.
O governo Colombo tem outro desafio que vem de longe: o desvio de função de policiais militares. Segundo matéria do DC chega a 281 o número de militares em outros poderes. Há outro dado mais grave: o total desviado atingiria 492 policiais, de soldados a coronéis. Também por isso, falta policiamento ostensivo nas ruas das cidades catarinenses.
 
 
A insegurança e os desvios da PM
A reportagem de Natália Viana, na edição dominical do DC, revela uma das causas do aumento da criminalidade em Florianópolis: falta de policiamento ostensivo nas ruas.
Os números dizem tudo: há mais policiais militares cuidando das autoridades e dos poderes do que no Batalhão da PM. São 281 policiais nas instituições contra 109 no Batalhão Policial Militar.
 
 
Bombeiros civis
 “Ouvi na CBN diário a entrevista do Bruno Azevedo e Mário Mota,sobre o “Curso de bombeiros voluntários”.Um bombeiro civil,faz um curso,trabalha 12 horas por dia,supervisionado por bombeiros profissionais,se arrisca como todos os outros e ganha ,para essa sua dedicação,a quantia de $75,00,como ajuda de custo.Trabalha dois dias e folgará um,fazendo as contas,ja que na maioria dos lugares,não tem alimentação,vai gastar em comida o que recebe.Pergunto:quem vai sustentar a família desse profissional,ja que o estado,acredita em voluntáriado?Quem dos políticos,nesse País,trabalha por amor,por acreditar que está beneficiando uma comunidade?A solução,todo mundo conhece,e é concurso público para policiais e bombeiros,urgente.Infelizmente, muitos incentivam o trabalho voluntário da classe trabalhora,mas fazer,nem pensar.Vamos ter respeito a esses profissionais,pagando salário e não ajuda de custo.Não tem como trabalhar 12 hs por dia,pagando ainda para isso,isso é brincar com as pessoas.Menos diárias aos deputados e mais dignidade a quem realmente trabalha nesse estado.Respeito aos trabalhadores nesse País é o que está faltando.
Rosângela Barreiros.”
 
As duas pendências
A ausência do secretário da Segurança Pública, Cesar Grubba, durante a assembléia estadual dos policiais civis, e a viagem internaciional do governador, pode estar se repetindo o mesmo vácuo registrado durante a histórica greve dos professores. O governador viajou para a Europa no auge a crise, sem tê-la equacionado, retornando com o quadro agravado. Vices não tem poder para decidir sobre questões tão graves, por mais afinados que estejam suas ações.
A Policia Civil vem fazendo uma campanha por todo o Estado mostrando a dramática realidade salarial. Informam, para surpresa geral, que o início de carreira está hoje em R$ 700,00, cifra até difícil de acreditar, pelas responsabilidades do setor.
O vice Eduardo Moreira ficará com outro abacaxi para descascar: o contrato da Secretaria da Administração com a Knoware Tecnologia, suspenso pela Justiça Estadual. Há muitas dúvidas nos meios políticos e controvérsias na área judicial.
A Knoware Tecnologia, por exemplo, fez contrato milionário. Mas tem uma pequena sala do Centro Empresarial Terra Firme, de São José. A secretária que atende o telefone nega-se a dar informação. Não revela nem quais são os proprietários. Além do contrato com a Secretaria da Administração, a mesma Knoware firmou outro com a Secretaria da Educação, com objetivo pomposo: “transferência de tecnologia em sistema de gestão educacional”. O que isto significa na prática, ninguém explica na Secretaria.
De outro lado, a ação popular que resultou na suspensão do contrato foi impetrada pelo empresário Luciano Scampini. Sabe-s agora que ele é dono da Gendata Sistemas e Empreendimentos, com sede em Campo Grande. Concorrente da Knoware e com serviços de internet no setor público.
Santa Catarina é o único Estado sem diário oficial eletrônico.
 
 
MÍDIAS DO BRASIL
 
Veículo: Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Policiais de Rondônia são flagrados ao colocar cerveja em viatura
 
 
 
Policiais de Rondônia são flagrados ao colocar cerveja em viatura
Viatura estava estacionada em frente a um supermercado e policiais carregavam o veículo com caixas de cerveja
Policiais militares do 5º Batalhão da Polícia Militar (PM) de Rondônia foram flagrados nesta quinta-feira colocando várias caixas de cerveja no interior de uma viatura.
Nesta sexta-feira, o comandante geral da PM, Coronel Paulo César de Figueiredo, afirmou que a Corregedoria Geral da corporação irá apurar os fatos por meio de Inquérito Policial Militar (IPM).
Segundo nota oficial divulgada à imprensa, “as fotos publicadas na imprensa não deixam dúvidas quanto às providências a serem tomadas no sentido de responsabilização de todos os envolvidos”.