Área do associado

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Clipping dos dias 20 a 22 de agosto

22.8.2011
CLIPPING
20 a 22 de agosto 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assuntos: Blitz nas pontes
                  Tenente-coronel é agredido
                   Incêndio
                   Polícia Militar e Civil
 
PARA TUDO
A Polícia Militar organizou uma megablitz nas Pontes Colombo Salles e Pedro Ivo, na madrugada deste domingo. O saldo parcial da operação Misael, que começou na última quinta, foi de 648 veículos vistoriados (34 apreendidos), 382 pessoas abordadas (com três detenções) além de pequena quantidade de maconha apreendida, desde o início da fiscalização. Também foram organizados bloqueios em São José.
 
COBERTOR CURTO (1)
O tenente-coronel João Henrique da Silva, comandante da 1º Região de Polícia Metropolitana, foi agredido a tapas e chineladas, sábado pela manhã, após abordar um rapaz que desferia chutes contra a porta de um veículo parado na Rua Arcipreste Paiva, no Centro de Florianópolis. O oficial foi buscar guarida para se proteger no posto da PM em frente à Catedral. Só que o mesmo estava… fechado.
 
COBERTOR CURTO (2)
A leitora Styphany Rabelo publicou no seu perfil do Facebook fotos de um foco de incêndio a poucos metros da entrada do posto do Corpo de Bombeiros da Barra da Lagoa, no Norte da Ilha de Santa Catarina. Ao ligar para falar sobre o problema, foi informada que não tinha ninguém no quartel naquele momento, porque o pessoal estava atendendo outra ocorrência.
 
CALMA, GENTE
É iminente o risco de confronto armado entre a Polícia Civil e PM, principalmente na região da Capital. Leia mais sobre a crise na página 30.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto:  Ideli e Goetten defenderam indicado para o Dnit de SC
 
Ideli e Goetten defenderam indicado para o Dnit de SC
Cargo do superintendente João José dos Santos teria sido cobiçado pelo petista Cláudio Vignatti
Diálogos publicados pela revista Isto É, neste final de semana, mostram conversas entre Ideli Salvatti (PT), então ministra da Pesca, e o ex-deputado Nelson Goetten (PR) para manter o superintendente estadual do Departamento Nacional de Infraestrutura (Dnit-SC), João José dos Santos, no cargo.
As gravações foram feitas pela Polícia Civil durante as investigações para apurar suspeitas de exploração de menor envolvendo Goetten.
As interceptações telefônicas, feitas durante quatro meses, mostram conversas entre Goetten e diversas autoridades, entre elas, Ideli. Segundo a revista, em uma das conversas, a ministra mostra preocupação com a articulação que estaria sendo feita por Cláudio Vignatti, então secretário de Relações Institucionais e desafeto de Ideli, para pleitear o posto de Santos. “Eu tô apavorada com essa movimentação. Apavorada”, afirmou.
Goetten tratava do assunto com outras pessoas. Para seu secretário e atual presidente estadual do PR, Sérgio Faust, o ex-deputado diz que “vão ter que passar por cima de mim e da Ideli”. De acordo com a matéria, Goetten sustenta que a indicação de Santos para o Dnit era um acerto entre o PT e o PR. “Eu avisei para o Luis Sérgio (então ministro de Relações Institucionais): se romperem o acordo, nem o capeta vai me fazer sentar com o PT de novo”, assinalou o ex-deputado.
Os diálogos mostram ainda que Goetten mantinha contatos frequentes com Claudinei do Nascimento, homem de confiança de Ideli. Em outra ligação, em 12 de maio, Goet­ten fala com o ex-deputado José Carlos Vieira (PR) e avisa que estaria em Brasília. “Está combinado um jantar com a Ideli, o Ederaldo e o Pagot, na casa do Ederaldo”. De acordo com a revista, Goetten se referia a Hideraldo Caron, petista que ocupava a direção de infraestrutura rodoviária. É atribuído a Caron, que acabou caindo por pressão do PR, o controle da obra de duplicação da BR-101.
Para o presidente estadual do PT, José Fritsch, esta é uma tentativa de fragilizar a ministra Ideli.
– Nas conversas não há denúncias.
 
Relação não era amistosa
Ideli conhece Goetten, pelo menos, desde 1999. Neste ano, os dois assumiram o cargo de deputado estadual. Mas, diferente do tom amistoso dos diálogos captados pela Polícia Civil no início de 2011, na época a relação entre os dois não era das melhores. Ideli era deputada de oposição, conhecida pelos fortes discursos contra o governo. Goetten integrava a base aliada e era filiado ao PPB, partido do então governador Esperidião Amin.
Em 2002, quando Ideli foi eleita senadora, Goetten foi reeleito para Assembleia Legislativa. A relação dos dois só começou a mudar no segundo mandato do presidente Lula. Ideli permanecia no Senado e Goetten, embora tenha sido eleito deputado federal pelo PFL, mudou para o PR antes de assumir o cargo, migrando da oposição para a base do governo.
Goetten tinha muito trânsito dentro da estrutura do partido no Ministério dos Transportes e, como presidente estadual do PR, era o interlocutor das negociações de cargos no Estado. Na última eleição, o PR indicou o vice de Ideli Salvatti. E, Goetten, anunciando que não disputaria a reeleição, se apresentava como um dos articuladores das campanhas de Ideli e Dilma Rousseff (PT) no Estado. Segundo a Isto É, o ex-deputado afirmava ser o arrecadador da campanha e dizia que, depois que Ideli virou ministra, dividia com ela o controle dos projetos do Dnit em SC. José Fritsch, coordenador da campanha de Ideli, afirma não saber se Goetten era um dos arrecadadores e diz que o responsável pelas finanças era Claudinei do Nascimento. Nelson Goetten está preso desde maio acusado de estupro e exploração de menores.
 
Duas notas sobre os casos
A ministra não atendeu a imprensa e se manifestou por meio de uma nota. Segundo o texto, Ideli sempre teve uma “relação institucional” com o ex-deputado Nelson Goetten, já que ambos foram deputados estaduais na mesma legislatura e o ex-deputado era presidente estadual do PR.
Conforme a nota, toda a bancada federal catarinense, da qual a ministra fez parte como senadora, sempre acompanhou e trabalhou para a conclusão das obras realizadas pelo Dnit-SC. Além disso, o texto afirma que João José dos Santos é uma indicação do PT catarinense e que não há “conhecimento de condenação por parte dos órgãos de controle estadual e federal à conduta do senhor João José no comando do Dnit-SC”.
O superintendente estadual do Dnit-SC, também por meio de nota, afirma que sua indicação para o cargo ocorreu em 2003 e “recebeu o apoio unânime do PT de Santa Catarina”. Segundo o texto, o início de sua gestão teve “total aceitação” da equipe técnica do Dnit, sendo que no segundo mandato do presidente Lula, quando o PR passou a ter um deputado federal (Nelson Goetten), “também houve a manutenção da sua indicação para o comando do órgão no Estado”.
Quanto às denúncias envolvendo a obra de duplicação da BR-101 Sul, a nota afirma que “não há determinação de paralisação ou qualquer outra determinação de órgãos de controle que resultassem em irregularidade ou responsabilização de qualquer agente público do Dnit”. Para José dos Santos, a edição da reportagem demonstrou “direcionamento político do conteúdo ao levantar suspeitas que não encontram respaldo”.
 
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Informe Político
Assunto: Gaeco
 
Caminho
Sobre o Grupo de Combate às Organizações do Crime Organizado (Gaeco), capitaneado pelo Ministério Público, as bases de atuação no Estado estão em Criciúma, Joinville, Lages, Chapecó e Florianópolis.
A estrutura é utilizada como referência pelo MP para enfatizar que a ação integrada entre as polícias civil e militar é viável e funciona.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Polícia x Polícia
 
Mais dois “fatos isolados”
Num registro, policial civil é abordado por PMs e, no outro, carro foi seguido antes de uma operação
Depois de uma semana em que a cúpula da Segurança Pública do Estado sentou para discutir desavenças entre polícias Militar e Civil, o final de semana terminou com duas situações de confronto. No sábado, um investigador registrou boletim de ocorrência contra uma guarnição da PM e policiais da Diretoria de Investigações Criminais (Deic) reclamaram que foram perseguidos por uma viatura militar. No Domingo, Policiais Civis teriam sido seguidos por PMs em uma operação.
Com um roxo na testa, o policial civil Sílvio Germano Alves, registrou, no sábado, um boletim contra policiais que estavam numa viatura do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Ele disse ter sido agredido e humilhado pelos policiais.
O investigador dirigia um gol descaracterizado da Polícia Civil, no túnel Antonieta de Barros – que liga o Centro ao Sul da Ilha -quando foi abordado pelo Bope. Ainda com o carro em movimento, Alves mostrou a carteira funcional. Mesmo assim os policiais militares mandaram o civil encostar o carro logo após a saída do túnel, no sentido Sul-Centro, próximo à Assembleia Legislativa.
De acordo com Alves, ele desceu do Gol, e foi rendido pelos policiais do Bope, que teriam empurrado, algemado e colocado o investigador no chão. Ele acabou batendo a cabeça contra o piso. O policial civil ainda afirmou que foi humilhado.
– Os policiais falaram que minha carteira “de m. não servia para nada” – relembrou o investigador.
Ele não relaciona o fato com os acontecimentos da semana passada, quando o ex-comandante de Jaraguá do Sul, o tenente-coronel Luiz Rogério Kumlehn, fez duras críticas à Polícia Civil, que desencadeou uma série de discussões sobre a rixa entre as polícias.
– Eu acho que foram elementos despreparados. Conheço policiais militares muito bons. Não é todo mundo que é assim. Se eles não respeitaram a minha carteira, que me respeitassem como cidadão – ressaltou.
Na reunião da semana passada, a cúpula da segurança disse que os casos de confronto eram “isolados”, e seriam estudados caso a caso.
A ocorrência foi registrada na Central de Polícia, no Centro da Capital. Segundo Alves, os policiais do Bope alegaram que ele foi parado, porque fechou a viatura.
– Uma polícia pode até parar a outra, mas geralmente existe um respeito entre elas – observou.
 
Abordagem atrasa operação
O segundo caso de desentendimento no final de semana teria acontecido ontem à tarde. Dois agentes da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), que estariam em serviço, afirmam ter sido perseguidos por PMs do bairro Estreito até Biguaçu, na Grande Florianópolis.
Conforme os agentes, por causa do contratempo, eles chegaram atrasados para o trabalho em Tijucas. Mas a ação não foi prejudicada.
O caso chama a atenção, também, porque envolveu a Deic, considerada a elite da polícia civil em SC. Um dos homens fortes da Diretoria é o delegado Renato Hendges. Ele é também presidente da Associação de Delegados (Adepol), e não tem poupado críticas ao trabalho da PM. Ele montou dossiê, com possíveis erros cometidos pelos militares nos últimos anos.
Conforme os policiais da Deic, que preferem não se identificar, por volta das 13h30min, eles se preparavam para sair em apoio à divisão de furtos e roubos, em Tijucas. Na frente da delegacia, os dois teriam colocado os coletes à prova de balas e guardado o armamento na viatura descaracterizada. Uma viatura da Polícia Militar (PM), que estaria estacionada próxima à delegacia, teria acompanhado os preparativos. Assim que saíram, dizem os policiais civis, eles notaram que estavam sendo seguidos pela PM.
– Em um semáforo, eles nos ultrapassaram e nas imediações do Angeloni, do Jardim Atlântico, ligaram as sirenes. Avisamos a Central de Operações, pelo 190, mas mesmo assim a perseguição não acabou. Em Biguaçu, na BR-101, nós fomos abordados com hostilidade por policiais do 22º Batalhão da PM.
Houve bate-boca e a PM teria reclamado que a polícia especializada deveria ter informado sobre qual trabalho seria feito em Tijucas. Conforme os agentes da Deic, por conta do contratempo, eles chegaram atrasados para o trabalho em Tijucas. Mas, segundo eles, não houve prejuízos àquela ação policial.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto:  Seis servidores receberiam salário sem trabalhar na Assembleia Legislativa de Santa Catarina
 
 
Seis servidores receberiam salário sem trabalhar na Assembleia Legislativa de Santa Catarina
Os 1.650 funcionários do parlamento devem passar por um recadastramento
O simples vazamento de que o programa Estúdio Santa Catarina, da RBS TV, preparava uma reportagem sobre a existência de servidores que recebem dinheiro mas não trabalham na Assembleia Legislativa provocou como reação antecipada o anúncio, na quarta-feira, de que seria feito um recadastramento de todos os 1.650 funcionários do parlamento. Na noite deste domingo, a reportagem foi veiculada e mostrou seis casos de servidores que receberiam salário sem trabalhar, inclusive vinculados ao gabinete do presidente Gelson Merisio.
A investigação do repórter Francis Silvy partiu de entrevista com um funcionário que preferiu manter o anonimato. Segundo ele, que trabalha há mais de uma década na Assembleia, não são poucos os fantasmas do Legislativo.
— A minha experiência nos setores que eu trabalhei eu calculo que mais ou menos uns 20% dos servidores se enquadrem nessa condição de servidor fantasma. Que não aparecem, aparecem uma vez por mês para assinar a folha ponto ou então não trabalham em determinados dias da semana. — diz.
Durante mais de um mês, foram investigados indícios de funcionários que receberiam sem trabalhar. Nos casos apontados pela reportagem, surgem servidores que mantêm outras atividades longe da Assembleia — escritório de advocacia em São José, construtora em Jaraguá do Sul, empresa em Chapecó. Na lista, aparecem ainda a ex-deputada estadual Odete de Jesus (PRB) e o ex-prefeito de Governador Celso Ramos, Samuel Silva.
 
Pente-fino para identificar quem é pago para trabalhar, mas não trabalha
Na quarta-feira, Gelson Merisio convocou entrevistas para apresentar uma espécie de operação “caça-fantasmas” na Assembleia. Disse querer se antecipar a possíveis denúncias, já que o Legislativo vinha sendo questionado pelo pagamento de salários acima do teto, por indícios de irregularidade em aposentadorias por invalidez e por suposto abuso no uso de diárias.
— É claro que a próxima pauta será sobre os funcionários — profetizou.
Curiosamente, na véspera do anúncio, a reportagem da RBS TV tentou entrevistar Samuel Silva, que deveria trabalhar no gabinete do próprio Merisio, e ele respondeu que só falaria após consultar o presidente. Na quarta-feira, Merisio fez questão de ressaltar que o pente-fino começaria pelo próprio gabinete.
— Não tenho compromisso com o erro, seja de quem for. Nem com os meus — disse.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Disparos contra PM de Massaranduba
 
Explosão e disparos contra a PM
Uma ação rápida e surpreendente assustou moradores de Massaranduba e policiais que estavam de plantão. Um grupo de assaltantes chegou na cidade por volta das 3h30 de sábado e estourou o caixa eletrônico do banco Bradesco, que fica ao lado da Prefeitura.
Após a explosão, que segundo os policiais teria sido feita com uma grande quantidade de explosivos, homens atiraram para cima e percorreram cerca de 50 metros até chegar ao prédio da Polícia Militar de Massaranduba, que fica na rua paralela à da Prefeitura. No prédio, eles dispararam 30 vezes contra o local e as viaturas com armas de uso restrito das forças armadas: um fuzil 762, pistola 9 milímetros e ponto 40. Nenhum policial ficou ferido. Os bandidos – que a polícia acredita serem de quatro a seis homens – fugiram em dois veículos roubados na região, em direção a SC-480.
Segundo o major Jofrey Santos Silva, a suspeita é que os ladrões tinham um rádio transmissor na frequência da Polícia Militar para monitorar as ações. Até o fechamento desta edição, os assaltantes não tinham sido localizados.
 
Polícia ainda não tem pistas da quadrilha
O delegado Walter Santin, da Polícia Civil de Guaramirim, está investigando o caso. Mas ainda não tem pistas sobre qual quadrilha agiu em Massaranduba. A quantidade de dinheiro levado do caixa eletrônico ainda não foi divulgada pelo banco.
Para o tenente Carlos Augusto Sell Junior, a ação foi “uma demonstração de força, para intimidar os policiais”.
Morador do local, Ilfons Morsch foi acordado no meio da madrugada pelo barulho da explosão e dos tiros.
– Houve uma explosão forte e em seguida um tiro, como se fosse um sinal para os outros efetuarem os disparos contra a sede da PM – disse.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Crimes e ocorrências
 
 
Homem é encontrado morto com 20 facadas
Um homem de cerca de 25 anos foi encontrado morto num matagal em Içara no Sul de SC. De acordo com a Polícia Civil, havia pelo menos 20 marcas de facadas no corpo. O jovem estava parcialmente enterrado numa área de extração de argila. Um homem que foi ao local para pegar barro encontrou o corpo. Até o início da tarde, a polícia ainda havia identificado a vítima, e ninguém foi preso suspeito do crime. Segundo informações do Instituto Médico Legal , a morte teria ocorrido entre quinta e sexta-feira da semana passada.
 
Dois viram reféns, mas escapam
Um empresário de Capivari de Baixo e um funcionário dele, que vinham para uma competição de tiro na Grande Florianópolis, foram vítimas de um sequestro relâmpago, na manhã de sábado. Eles foram rendidos por um casal armado com um revólver calibre 38. Os sequestradores Bruno Rodrigues Carlos, 25 anos e Roberta Cortigas da Silva, 21 anos foram presos em Imbituba, onde as vítimas, que não tiveram o nome divulgado, conseguiram escapar.
O casal teria dito que eles seriam soltos em Laguna, mas eles foram conduzidos, no carro do empresário, até a Praia da Ribanceira, em Imbituba. Em um lugar isolado, as vítimas foram obrigadas a descer do carro e a ficar ajoelhadas. Com medo de serem mortos, os dois homens fugiram. Um deles, como tropeçou, foi alcançado por Bruno. Os dois começaram a brigar e a vítima foi atingida por golpes de madeira. Aproveitando que ela estava desacordada, eles fugiram com o veículo roubado.
A Polícia Militar, que fazia uma ronda a região, foi avisada por uma das vítimas sobre o ocorrido. A PM Começou as buscas pelo casal, que foi preso e levado para a Unidade Prisional de Imbituba.
 
13 fogem e dois são recapturados
Um grupo de 13 detentos da Unidade Prisional de Imbituba, no Sul do Estado, conseguiu escapar na tarde de ontem. A Polícia Militar recapturaou dois homens pouco depois da fuga. Mas os demais ainda estão foragidos. As buscas continuam. Pelo menos 90 presos continuam na unidade prisional. Até o fechamento desta edição, as circunstâncias da fuga ainda não haviam sido esclarecidas. Uma sindicância interna deve ser aberta para apurar o caso.
____________________________________________________________________________ Veículo: A Notícia
Editoria: Polícia
Assunto: “Fomos perseguidos por policiais militares”, dizem agentes da Deic de Florianópolis
 
 
“Fomos perseguidos por policiais militares”, dizem agentes da Deic de Florianópolis
PM trata o caso como isolado e deve averiguar se houve excessos na segunda-feira
Um novo caso de desentendimento entre as polícias militar e civil foi registrado na tarde deste domingo em Santa Catarina. O caso chama a atenção, além disso, porque envolveu a Deic, considerada a elite da polícia civil em SC e que tem como um dos nomes mais fortes o delegado Renato Hendges, que também é presidente da Associação de Delegados (Adepol/SC), e não tem poupado críticas ao trabalho da PM. Chegou a preparar um dossiê, com possíveis erros cometidos pelos militares nos últimos anos.
Conforme os policiais da Deic, que preferem não se identificar, por volta das 13h30min, eles se preparavam para sair em apoio à divisão de furtos e roubos, em Tijucas. Na frente da delegacia, os dois teriam colocado os coletes à prova de balas e guardado o armamento na viatura descaracterizada. Uma viatura da Polícia Militar (PM), que estaria estacionada próxima à delegacia, teria acompanhado os preparativos. Assim que saíram, dizem os policiais civis, eles notaram que estavam sendo seguidos pela PM.
— Em um semáforo, eles nos ultrapassaram e nas imediações do Angeloni, do Jardim Atlântico, ligaram as sirenes. Avisamos a Central de Operações, pelo 190, mas mesmo assim a perseguição não acabou. Em Biguaçu, na BR-101, nós fomos abordados com hostilidade por policiais do 22º Batalhão da PM.
Houve bate-boca e a PM teria reclamado que a polícia especializada deveria ter informado sobre qual trabalho seria feito em Tijucas. Conforme os agentes da Deic, por conta do contratempo, eles chegaram atrasados para o trabalho em Tijucas. Mas, segundo eles, a ação não foi prejudicada.
 
Contraponto
A Polícia Militar deve confirmar nesta segunda-feira se houve um desentendimento com a Polícia Civil e averiguar se ocorreu algum excesso. Por enquanto, o incidente é tratado como caso isolado, fora de rotina.
 
Confronto no sábado
Um investigador registrou boletim de ocorrência contra uma guarnição da PM no sábado. Com um roxo na testa, o policial civil Sílvio Germano Alves disse ter sido agredido e humilhado pelos policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope).
____________________________________________________________________________ Veículo: A Notícia
Editoria: Geral
Assunto: Moradores da Praia da Daniela, em Florianópolis, fazem protesto para pedir segurança
 
 
Moradores da Praia da Daniela, em Florianópolis, fazem protesto para pedir segurança
Manifestantes dizem que comunidade registrou 30 assaltos em três meses
Moradores do Bairro Daniela, no Norte da Ilha, em Florianópolis, fizeram um protesto na manhã deste sábado para pedir mais segurança. Segundo os manifestantes, a comunidade registrou 30 assaltos nos últimos três meses.
A manifestação foi pacífica. Terminou com a chegada de um carro da Polícia Militar, que fez uma ronda rápida no local.
Emir Benedetti, diretor do Conselho Comunitário da Praia da Daniela, pediu providências à Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP).
— A Daniela é como um condomínio: tem só uma entrada e uma saída (…). É um problema de segurança pública fácil de ser resolvido — disse em entrevista à Rádio CBN/Diário.
João Manoel Nascimento, do Conselho de Segurança do bairro, disse que, se o posto policial da região estivesse aberto, a comunidade estaria menos vulnerável.
— Por estar fechado, ele mostra a todos os criminosos que o bairro está em estado de abandono.
O ataque mais recente na região aconteceu na última quinta-feira, quando criminosos invadiram a casa de duas idosas.
____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Segurança
Assunto: Regiões do Morro da Cruz e Norte da Ilha concentram o mercado ilegal de armas em Florianópolis
 
 
Regiões do Morro da Cruz e Norte da Ilha concentram o mercado ilegal de armas em Florianópolis
Maior parte do arsenal vem do Paraguai e entra pelo Paraná e região Oeste catarinense
Encontrar fuzis enterrados em tonéis tem sido comum nas operações da PM
A facilidade para se conseguir uma arma em Florianópolis tem reflexo direto no dia a dia da segurança pública da cidade. No morro do Horácio, região do maciço do morro da Cruz, um revólver calibre 38 custa entre R$ 400 e R$ 1,5 mil. O preço é relativamente baixo, se comparado com o saldo dos últimos assaltos registrados na região. As apreensões cresceram 25%, mas, apesar do esforço, a polícia estima que o número de armas que chega à cidade é muito maior que o retirado de circulação.
Se empilhadas, só as armas apreendidas pelo 4º BPM (Batalhão da Polícia Militar) em Florianópolis este ano dariam o equivalente a um prédio de oito andares. Pela estatística da PM, em média, uma arma é apreendida a cada dois dias na cidade. Parte deste arsenal chega com o contrabando de drogas.
No Norte da Ilha, onde recentemente a polícia tem realizado apreensões, uma pistola automática 9 mm é comercializada por R$ 4 mil. A 9 mm, de uso restrito das Forças Armadas, é uma das preferidas pelos criminosos e tem sido vista frequentemente em assaltos.
As apreensões revelam que os criminosos estão dispostos a investir. Gericós (israelense), armas exclusivas do Exército, submetralhadoras e até fuzis se tornaram comuns nos morros da Capital. “A maioria vem do Paraguai, entra pelo Oeste catarinense e pelo Paraná”, informa o comandante do 4º Batalhão PM, Araújo Gomes.
As maiores apreensões em Florianópolis estão concentradas na região do maciço do Morro da Cruz, onde, suspeita a polícia, está também armazenada a maioria das armas da cidade.
____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Segurança
Assunto: Mais vigilância na região da rua Esteves Junior, Florianópolis
 
 
Mais vigilância na região da rua Esteves Junior, Florianópolis
As principais ocorrências registradas na região são roubos, furtos e tráfico de drogas
A vigilância eletrônica na região da rua Esteves Junior, no Centro da Capital, recebeu reforço. Há cerca de dez dias, mais cinco câmeras de videomonitoramento entraram em operação, resultado de uma parceria entre a Secretaria de Segurança Pública, os colégios Catarinense e Menino Jesus e a comunidade local.
A secretaria já havia adquirido as câmeras e os parceiros investiram no cabeamento por rede de fibra óptica para colocar os equipamentos em operação. As cinco câmeras serão instaladas nas ruas Bocaiúva (Praça dos Namorados), Esteves Junior com Almirante Lamego e Dr. Armínio Tavares, e Professor Hermínio Jaques com as ruas Arno Hoeschel e Antenor Mesquita. O objetivo é inibir focos de assalto na região. “Esta ação visa contribuir com a comunidade e com o poder público. Não podemos ficar de braços cruzados e apenas cobrar soluções. Queremos fazer parte desta solução”, diz o diretor-geral do Catarinense, padre Mário Sündermann.
De acordo com o coordenador do Sistema de Videomonitoramento Urbano da Secretaria de Segurança Pública, tenente-coronel Vânio Luiz Dalmarco, as ocorrências no local se concentram mais em furtos e roubos, especialmente a alunos, e tráfico de drogas. “Temos convicção de que vamos coibir esses dois tipos de delito na região”, afirma Dalmarco.
O coordenador do sistema lembra ainda que esta foi a primeira parceria concretizada entre a central de monitoramento da Polícia Militar e a iniciativa privada que investiu recursos próprios no funcionamento das câmeras de vigilância eletrônica.
____________________________________________________________________________ Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Hélio Costa
Assunto: Conflito entre as polícias
 
Colombo tem que dar um murro na mesa e mandar a Polícia prender ladrão
Desnecessária a ordem do governador de formar um grupo para discutir a integração policial. A Constituição já atribuiu a função de cada uma
Insegurança
Desnecessária a ordem do governador Raimundo Colombo à cúpula da SSP para formar um grupo com o objetivo de discutir a integração das Polícias Civil e Militar. Os gestores da segurança pública apenas perderam tempo porque a Constituição Federal já atribui à competência de cada uma das duas forças estaduais. O governador deveria dar um murro na mesa e mandar Polícia trabalhar, ir para as ruas e prender ladrão. A situação está ficando insustentável. Bairros que eram considerados tranquilos estão sendo sacudidos por uma sucessão de assaltos. É roubo por toda a parte. Do Norte ao Sul da Ilha, passando pelo Continente. Coqueiros é o novo alvo dos bandidos. As vítimas são mães que vão buscar os filhos nas escolas. Na última quarta-feira, quatro mulheres assaltadas a mão armada foram obrigadas a entregar o carro para não morrer.
 
 
BLOGS
 
Paulo Alceu
 
PMs e bombeiros receberão por todas as horas extras trabalhadas
Atendendo a orientação da Procuradoria Geral do Estado (PGE), o governo do Estado decidiu que pagará todas as horas extras trabalhadas por policiais militares e bombeiros de Santa Catarina, inclusive quando estas ultrapassem o limite de 40 horas mensais.
A legislação estadual autoriza os servidores públicos a fazer até 40 de horas extras por mês. Na prática, os PMs e bombeiros que excediam esse limite não recebiam o valor correspondente, porém, alguns acionavam a Justiça e ganhavam o direito ao pagamento.
As especificidades do pagamento administrativo serão avaliadas em reunião na quarta-feira (24) entre o procurador-geral do Estado, Nelson Serpa; o secretário de Segurança, César Grubba; o secretário da Administração, Milton Martini, e o comandante-geral da Polícia Militar, Nazareno Marcineiro.
Em junho, a PGE já tinha dispensado, através de Portaria, os recursos judiciais em processos movidos contra o Estado que envolviam o pagamento dessas horas extras que excediam a quadragésima mensal postulados por servidor público militar.
A iniciativa faz parte do Programa de Redução das Demandas Judiciais entre servidores públicos e Estado, implantado pela Procuradoria em 2011. “A medida significa uma importante redução no número de ações envolvendo esses servidores do Estado”, ressalta Nelson Serpa.
 
Moacir Pereira
 
Diretor do DNIT emite nota
 
O engenheiro João José dos Santos, diretor do Denit em Santa Catarina, lançou nota de esclarecimento neste domingo sobre as acusações da revista IstoÉ. A manifestação tem quatro páginas e uma detalhada explicação sobre cada uma das rodovias criticadas na publicação. Confirma a primeira parte:
“Em resposta à matéria da revista Isto É publicada neste sábado, 20 de agosto, referente a administração da Superintendência do DNIT em Santa Catarina esclarecemos que quanto ao aspecto político da reportagem, diretamente envolvendo o nome do superintendente João José dos Santos, cabe ressaltar que as manifestações de apoio, citadas na mesma por parte do PT e do PR, lhe trazem grande satisfação. Em 2003 sua indicação recebeu o apoio unânime do PT de Santa Catarina reconhecendo-o como profissional técnico, engenheiro civil, servidor público federal do Ministério do Planejamento, apto para assumir a função. Sua gestão teve início com total aceitação da equipe técnica do DNIT/SC. Condição que permitiu a total interação entre gestor e equipe e o comprometimento de ambos para a condução transparente, zelosa e técnica dos trabalhos. No segundo mandato do presidente Lula, quando o PR/SC teve representação nacional, também houve a manutenção da sua indicação para o comando do órgão no estado.
Em 2003, ao assumir a superintendência, o DNIT passava por sérias dificuldades de verdadeiro abandono do patrimônio público federal, quando nem contratos de conservação rodoviária existiam por absoluta falta de recursos financeiros.
Após realizar diagnóstico das condições da malha rodoviária, iniciou o resgate dos projetos e obras de conservação, manutenção e restauração. O resultado é visível nas melhorias do pavimento. A realidade atual da malha rodoviária de Santa Catarina é reconhecida como dentro dos padrões de segurança e trafegabilidade, confirmadas pelo Inventário de Condições de Rodovias do DNIT.
Nas realizações do DNIT/SC encontram-se concluídas diversas obras como viadutos, vias laterais, travessias urbanas e inclusive a obra do PAC de conclusão da pavimentação da BR-282, ligação São José do Cerrito – Campos Novos e São Miguel do Oeste – Fronteira com a Argentina, um sonho de mais de 40 anos de Santa Catarina.
Outro exemplo de capacidade de mobilização do DNIT/SC refere-se a agilidade nos casos das catástrofes climáticas que por várias vezes atingiram nosso estado, desde 2008. Nessas ocorrências o DNIT\\SC não só atuou imediatamente para a desobstrução das rodovias federais, como executou projetos e obras de caráter emergencial para reconstrução de rodovias e contenção de encostas.
As obras de duplicação da BR-101/SC tem sido alvo de assíduas críticas, mesmo com as dificuldades exaustivamente debatidas com todas as entidades da sociedade catarinense. A obra também é objeto das necessárias e contínuas vistorias dos órgãos de controle. Quanto ao prazo de construção, deve-se reconhecer que as empresas contratadas para a execução das obras sempre se apresentaram com limitada capacidade de produção dos serviços.
Considerando-se que as obras sempre contaram com recursos assegurados para a sua execução e apresentaram-se com liquidez de pagamentos, resta concluir que essa situação de baixa produtividade das empreiteiras foi provocada pelos baixos preços propostos em concorrência.
À época da concorrência, vale lembrar, o mercado de obras públicas encontrava-se em baixa em face dos reduzidos investimentos públicos em infra-estrutura, o que motivou as empresas construtoras a oferecer descontos médios de 32 % sobre os orçamentos das obras.
Esses preços, que se por um lado se apresentaram aparentemente vantajosos para a Administração porque representam consideráveis descontos em relação aos preços orçados para a construção das obras, por outro se mostraram pouco atrativos para financiar a capitalização das mesmas.
Apesar das dificuldades frequentemente divulgadas, o DNIT/SC atuou de maneira a garantir a sua realização. A obra possui aproximadamente 80% de execução contratual que correspondem:
190 quilômetros de pistas duplicadas prontas
79 viadutos concluídos e 16 em andamento
26 pontes concluídas e 2 em andamento
Total de OAEs concluídas – 105
Total de OAEs em andamento – 18
 
Obras com a dimensão da BR-101 Sul apresentam situações que geram reflexos em prazos e custos que são inerentes a sua magnitude. O importante é que não há determinação de paralisação ou qualquer outra determinação de órgãos de controle que resultassem em irregularidades ou responsabilização de qualquer agente público do DNIT, inclusive do superintendente do DNIT/SC, João José dos Santos. Isso é consequência da transparência e zelo como são tratadas e conduzidas os empreendimentos pela administração do DNIT/SC.
Lamentamos a forma desrespeitosa que a revista Isto É editou a reportagem sem qualquer consulta ou solicitação de esclarecimentos a esta superintendência, demonstrando o direcionamento político do conteúdo ao levantar suspeitas que não encontram nenhum respaldo técnico como continuaremos a mostrar na sequência dessa nota de esclarecimento.”
 
 
O mensalinho do PP em Brasilia
Do blog do Josias de Souza sobre “o mensalinho do PP em Brasilia”: “Em ritmo de catadupa, surgiu uma novidade na catarata de lodo que jorra da Esplanada dos Ministérios.
Dessa vez, foi às manchetes a pasta das Cidades, chefiada por Mário Negromonte (foto), deputado federal do PP da Bahia.
Em guerra para retomar o controle da bancada de deputados federais do PP, o ministro Negromonte teria convertido o ministério em bunker partidário.
Na última quarta-feira (17), informa a revista Veja, um grupo de deputados levou à ministra Ideli Salvatti uma denúncia cabeluda.
Informou-se à coordenadora política de Dilma Rousseff que Negromonte estaria oferecendo mesada de R$ 30 mil mensais a deputados que o apoiarem.
A central de cooptação monmetária funcionaria numa sala anexa ao gabinete do ministro. Ali foram instalados quatro deputados legais a Negromonte.
São eles: João Pizzolatti, Nelson Meurer, José Otávio Germano e Luiz Fernando Faria. Juntos, operam para persuader colegas a se alinharem ao ministro.
Negromonte mede forças com o antecessor Marcio Fortes, que ocupou a pasta das Cidades na gestão Lula.
Há duas semanas, o grupo ligado ao ex-ministro Fortes logrou destituir da liderança do PP na Câmara o líder Nelson Meurer.
No lugar de Meurer, leal a Negromonte, foi acomodado o deputado Aguinaldo Ribeiro, afinado com Fortes. Daí toda a arenga reação do ministro.
Ouvido sobre a denúncia mensaleira levada à sala de Ideli por colegas de seu partido, Negromonte disse o seguinte:
“Sei que há boatos de que pessoas vieram aqui para fazer isso e aquilo, da mesma forma que o pessoal estava dizendo que o Márcio Fortes foi lá na liderança fazer promessa, comprometer-se na tentativa de arranjar assinatura. Não me cabe ficar comentando boato”.
Procurado Márcio Fortes saiu-se com um comentário lacônico: “No dia 31 de dezembro, deixei o cargo de ministro e me afastei das atividades partidárias”.
O Ministério das Relações Institucionais, a pasta chefiada por Ideli, confirma ter recebido as denúncias de deputados do PP.
Diz-se que a batalha interna da legenda está sob monitoramento do Planalto. O diz-que-diz foi repassado a Dilma Rousseff.
No epicentro do novo quase-escândalo, o PP é o terceiro maior partido do condomínio governista. Soma 41 votos na Câmara e cinco no Senado.
Ideli e, sobretudo, Dilma Rousseff talvez devessem fazer algo mais além de apenas monitorar.”
 
 
 
MÍDIAS DO BRASIL
 
Veículo: Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Quase 60 militares são internados no Rio com suspeita de síndrome respiratória
 
Quase 60 militares são internados no Rio com suspeita de síndrome respiratória
Pacientes são recrutas fuzileiros navais. Dois estão em terapia intensiva. Causas ainda são pesquisadas
O Comando do 1º Distrito Naval, representação da Marinha no Rio de Janeiro, informou na noite deste sábado (20) que 57 recrutas fuzileiros navais estão internados com suspeita de síndrome respiratória no Hospital Marcílio Dias, no Lins, zona norte da capital fluminense. Dois deles estão sob terapia intensiva, segundo a nota.
De acordo com a Marinha, alguns casos de síndrome respiratória foram detectados no início desta semana no Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela, em Campo Grande, na zona oeste. Com isso, os militares foram internados para confirmação do diagnóstico e tratamento. A causa da síndrome respiratória está sendo pesquisada.
Segundo a corporação, foram tomadas as necessárias medidas de vigilância, prevenção e controle em ação conjunta com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
____________________________________________________________________________ Veículo: Agência Estado
Editoria: Brasil
Assunto: Aprovado plano de trabalho que propõe política de segurança integrada com políticas sociais e comunitária
 
 
 
Aprovado plano de trabalho que propõe política de segurança integrada com políticas sociais e comunitária
A Comissão Temporária de Segurança Pública aprovou um plano de trabalho cujo objetivo é acompanhar os programas e projetos relativos à Política Nacional de Segurança Pública (PNSP), a ser implantada com recursos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) 2. A comissão temporária é presidida pelo senador Eduardo Braga (PMDB-AM) e tem como relator o senador Pedro Taques (PDT-MT). – É um conjunto de ações destinadas a aperfeiçoar o sistema de segurança pública e ações comunitárias para reprimir o crime e reduzir a violência. A federação empreenderá medidas para que haja uma concatenação entre a União, estados, municípios e o Distrito Federal. Creio que esta comissão poderá dar importante contribuição – afirmou o relator, Pedro Taques. Ele disse que o colegiado, criado em 2000, mas não implementado até agora, pretende buscar a integração de políticas de segurança com políticas sociais e comunitárias. – A preocupação ainda persistente no governo federal é a concretização de um Pacto dos Governadores sobre Segurança Pública, instrumento que permitirá, em tese, uma mais ampla e rápida resposta às ações de articulação da União, dos estados e municípios, crucial para o enfrentamento da crítica questão da segurança pública – assinalou.