Área do associado

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Clipping do dia 30 de novembro

30.11.2011

 

CLIPPING

30 de novembro 2011

 

MÍDIAS DE SANTA CATARINA

 

Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Geral

Assunto: Depredação de Florianópolis

 

Uma cidade com feridas expostas pela depredação

Um dos pontos positivos mais lembrados de Florianópolis são as suas belas paisagens, sejam elas naturais ou o patrimônio histórico. Mas, como podemos notar nas fotos desta página – feitas na tarde de ontem –, as depredações prejudicam os belos cenários. Este é o tema de hoje da série de reportagens Floripa Te Quero Bem. Mas afinal, por que alguns moradores não enxergam a cidade como sua? Segundo os especialistas, a pouca manutenção, a ausência de investimento em educação e a falta de respeito ao próximo são os motivos destas ações negativas que se espalham por toda a cidade.

Lixo pelo chão, depredação de pontos de ônibus e pichações em prédios antigos são cenas comuns na Capital, depreciando a paisagem e aumentando os prejuízos para os cofres públicos. De acordo com o vice-prefeito João Batista Nunes, não há nem como estimar os custos na recuperação dos espaços. – Se for considerar depredações em praças públicas, escolas, áreas de lazer, patrimônios históricos, pode-se dizer que a prefeitura chega a gastar milhões na recuperação e manutenção – destaca o vice-prefeito.

Ele afirma que só para ações de melhoria nos abrigos de ônibus está sendo elaborado um edital de licitação no valor de R$ 300 mil. No ano que vem, todos os mil pontos – mantidos pelo município e por duas empresas – passarão a ser administrados por uma única empresa.

Para a professora de psicologia social da Universidade Federal, Andréa Zanella, os investimentos públicos devem ser voltados para educação, saúde, lazer, transporte e cultura.

– Os pontos de ônibus estão depredados, mas quanto tempo se espera para que um ônibus chegue? É um desrespeito e há quem reaja a isso.

Mas ela ressalta que essas reações individuais dificilmente são capazes de mudar a realidade. Um exemplo de medida efetiva, para ela, são mobilizações coletivas, como a Revolta da Catraca, de 2004, que conseguiu evitar o aumento das tarifas de ônibus.

O professor de ciências políticas e sociais da Univali Eduardo Guerini, complementa que os cidadãos não têm visto o espaço público como seu devido aos maus exemplos.

– São frequentes os casos de corrupção em todo o país. Gestores que deveriam cultivar as questões de cidadania são os primeiros a saquear o que é público – ressalta.

Com isso, como explica o professor, todo o restante da população fica com um ambiente deteriorado, o que torna o cotidiano mais estressante e a cidade mais desagradável. Para ele, deveria ser feita a remodelação da gestão, com o maior comprometimento dos governos. Ele defende ainda a aplicação dos recursos em educação. O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento urbano, José Carlos Rauen, lamenta a falta de verbas para conscientização.

– Deveriam ser feitas campanhas de valorização da cidade, mas sempre falta dinheiro – ressalta.

 

ANDRÉA ZANELLA – Professora de psicologia social

“Os pontos de ônibus estão depredados, mas quanto tempo se espera para que um ônibus chegue? É um desrespeito e há quem reaja a isso… mas essas reações individuais dificilmente são capazes de mudar a realidade”.

 

 

População se sente prejudicada

Quem anda por Florianópolis se entristece com os sinais de depredação visíveis por toda a cidade.

– Orelhão, mesmo, é difícil ter inteiro – constata a técnica em enfermagem Mayara Sheidt.

Ela também lamenta a destruição de pontos de ônibus, o que torna ainda mais difícil a espera pelo transporte coletivo.

O pastor Edgar Paiva Júnior conta que há um ano pede para a prefeitura fazer a limpeza de um ponto de ônibus pichado em frente à sua igreja, no Bairro Serrinha.

– Me sinto bastante prejudicado, é um local de uso do bem comum – afirma o pastor.

A comerciante Emmy Olivares considera que o poder público municipal deveria ampliar a capacidade de manutenção dos locais, além de investir em um trabalho de conscientização para as pessoas não jogarem lixo em locais inadequados.

– Tem que ser mostrado que cuidar da cidade é o melhor para todos. Do jeito que está a má conservação, atrapalha o turismo e as pessoas que poderiam ter lugar para curtir não têm porque fica desagradável – expõe a comerciante.

A também comerciante Sandra Campos complementa que Florianópolis está se tornando uma “propaganda enganosa” para turistas e um lugar com menos qualidade de vida para os moradores, devido às depredações, que para ela, demonstram falta de respeito ao próximo.

Já a professora Jacira Avelino aposta nas próximas gerações para aprimorar a capital catarinense no que se refere a sua preservação.

– Tem mais informação para as crianças preservarem a cidade e cuidarem da natureza – diz.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Diário do Leitor

Assunto: Estudante x presidiário

 

Estudante x presidiário

Lamentável o leitor Leônidas Marques (Diário do Leitor, 29/11) ficar sabendo só agora que um preso custa várias vezes um aluno em nível superior, médio ou primário. Vou além: se todo dinheiro roubado pelos programas do Ministério do Esporte e Ministério do Trabalho fosse repassado às escolas e estes cursos oferecidos por elas em horários que estão fechadas, quantos professores a mais teríamos e quanto seria investido em educação. Espero que os governantes façam alguma coisa antes de se aposentar.

Ivo Ramos da Cruz – Empresário

Florianópolis

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Moacir Pereira

Assunto: Novo reitor da UFSC

 

O novo reitor da UFSC

O Tribunal Regional Eleitoral deverá anunciar hoje, a partir das 22h30min, o nome do novo reitor da Universidade Federal de Santa Catarina. A exemplo do que ocorreu no primeiro turno, na disputa decisiva também haverá a presença da Justiça Eleitoral, com o sistema de urnas eletrônicas e todo o processo de apuração.

Com base na decisão da comunidade acadêmica vai deliberar o Conselho Universitário que, legalmente, legitimará todo o processo político que há meses movimenta o campus da Trindade e suas unidades do interior. O conselho escolherá lista tríplice, que será depois submetida ao ministro da Educação, para nomeação do novo reitor pelo presidente da República.

Em todos os processos anteriores, o ministro Fernando Haddad respeitou o pronunciamento das universidades, nomeando o mais votado. O MEC deverá manter a tradição, mesmo que Haddad, candidato a prefeito de São Paulo, esteja fora do cargo.

A cinquentenária Universidade Federal de Santa Catarina tem sido, ao longo de décadas, a instituição mais importante na formação de profissionais liberais, de executivos e de lideranças empresariais. Possui vários cursos merecedores de títulos no Brasil e no exterior.

Seu orçamento anual é maior do que o da maioria dos municípios de Santa Catarina. Em 2012, será de R$ 1,2 bilhão. Conta hoje com 40 mil estudantes, 2 mil professores e 3 mil funcionários.

O mandato do atual reitor termina no dia 10 de maio de 2012, quando o professor Álvaro Prata completará quatro anos à frente da UFSC. Ele não concorreu por vários motivos. O primeiro, a impossibilidade de compatibilizar o cargo de reitor com o de candidato à reeleição. Tem posição contrária à reeleição, pelo envolvimento da máquina. Preferiria mandato único e maior de cinco ou seis anos. Alegou, também, que desejava a renovação do comando, com o prosseguimento dos projetos ali implantados.

 

 

A DISPUTA

A eleição neste segundo turno será entre o professor Carlos Alberto Justo da Silva, o professor Paraná, e a professora Roselane Neckel. Foram os dois mais votados na primeira eleição. Carlos Alberto ficou em primeiro lugar, conquistando 42,76% dos votos, contra a professora Roselane, em segundo, obtendo 24,34%. A terceira posição ficou com o professor Irineu Manoel de Souza, com 17,74%, a quarta com o professor Dilvo Ristoff , com 14,58%, e a última com Fernando Kinoshita, com 0,58%.

O professor Paraná venceu os quatro concorrentes nas três categorias do colégio eleitoral, portanto, entre professores, estudantes e servidores.

Na campanha do segundo turno, o ex-vice-reitor da UFSC e ex-reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul Dilvo Ristoff declarou apoio ao professor Paraná. Já o professor Irineu Souza fez campanha pela professora Roselane.

Parte dos servidores que manifestou neutralidade no primeiro turno decidiu agora votar no professor Paraná. Sua concorrente, Roselane, tem também vantagem no funcionalismo, uma vez que o professor Irineu ocupou cargos administrativos na UFSC.

O professor Carlos Alberto da Silva é formado em Medicina e consolidou sua liderança na UFSC como diretor do Hospital Universitário, executando uma gestão inovadora, humana e participativa, com grandes avanços e melhoria da assistência à população carente. É o vice-reitor desde 2009.

A professora Roselane Neckel é formada em História e atualmente é diretora do Centro de Filosofia e Ciências Humanas.

A campanha teve alguns excessos, mas, no geral, sem incidentes graves a lamentar.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Caso Kenefer

 

38 anos e oito meses de cadeia

Diego Burin foi condenado a 26 anos e oito meses por matar e a 12 anos por estuprar a menina, em Criciúma, no ano passado

No dia 1o de maio de 2010, Diego do Nascimento Burin estuprou e assassinou a menina Kenefer de Jesus Guimarães, de sete anos, em Criciúma. Ontem, por volta das 18h45min, no Fórum, ele ouviu, de cabeça baixa, a sentença pelo crime cometido: 38 anos e oito meses de prisão em regime fechado.

O julgamento mais aguardado dos últimos anos na cidade teve início às 10h. Havia uma expectativa muito grande de que uma multidão acompanhasse o evento, mas o auditório onde foi formado o Tribunal do Júri não chegou a ficar lotado.

O réu teve a oportunidade de apresentar sua defesa, pela manhã, ao juiz Marlon de Jesus Soares de Souza, que presidiu o julgamento, mas preferiu o silêncio.

A família de Kenefer acompanhou todo o julgamento, mas tanto o pai, Ivolei Guimarães, como a mãe, Valdeci, conseguiram evitar o choro, apesar de estarem emocionados.

Sentado no banco dos réus, Burin permaneceu quase o tempo calado, olhando para o chão.

 

Pai considera a pena “mais do que justa”

No final da tarde, os jurados – dois homens e cinco mulheres – se reuniram com o juiz para decidir a sentença, lida às 18h45min. Burin foi condenado a 26 anos e oito meses pelo crime de homicídio qualificado e a mais 12 anos por estupro.

Não houve comemoração ou palmas. Apenas silêncio. O pai de Kenefer disse que a pena imposta ao réu foi “mais do que justa”.

– Esperávamos uns 30 anos de cadeia para ele, mas foi mais. Que bom, ele vai pagar pelo que fez – declarou Ivolei.

Menos de meia hora depois de encerrada a sessão, Burin deixava o Fórum, em uma viatura da Polícia Militar, de volta para a Penitenciária Sul, onde está preso desde o dia 21 de julho do ano passado. A pena será cumprida na mesma unidade.

 

Cronologia

– 1o/05/2010 – O corpo de Kenefer é encontrado pendurado em um alambrado do campo de futebol do Bairro Vila Floresta. A menina, de apenas sete anos, havia sido estuprada e asfixiada.

– 20/07/2010 – A polícia é pressionada pela população a solucionar o crime. A promessa é de que em 20 dias o caso seria esclarecido.

– 21/07/2010 – A polícia apresenta Diego do Nascimento Burin como o autor. Ele confessou o crime após exames de DNA comprovarem que era dele o sêmen encontrado no corpo da menina. Diego disse que voltava de uma festa na empresa onde trabalhava e resolveu passar na casa dos pais, vizinhos da vítima. Ele encontrou Kenefer brincando na rua e a levou de moto para o campo de futebol, onde a estuprou e a asfixiou. O acusado afirmou ter consumido bebida alcoólica e cocaína.

– 29/06/2011 – A terceira câmara criminal do Tribunal de Justiça de Santa Catarina determina que Diego seja submetido a júri popular.

– 30/09/2011 – A Justiça marca para 29 de novembro o julgamento do acusado.

– 29/11/2011 – Diego é condenado a 38 anos e oito meses de prisão.

Deu no DC

Quatro dias após o crime, reportagem trouxe a dor da mãe de Kenefer, Valdeci.

Após um mês, a polícia ainda não tinha suspeitos para o assassinato.

Finalmente, em 21 de julho, Diego Burin foi apresentado como autor do crime.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Delegacia de roubos é aberta na Capital

 

Delegacia de roubos é aberta na Capital

A partir de hoje, Florianópolis passa a contar com uma delegacia especializada em roubos. A unidade – com dois delegados, dois escrivães e seis agentes – vai investigar toda ocorrência de roubo na Capital. A expectativa é de dar uma resposta mais rápida para os casos. O trabalho será focado na investigação e apuração dos casos. Por isso, não haverá celas. Como 20% dos roubos de SC estão concentrados na Grande Florianópolis, a ideia é criar delegacias especializadas em São José, Biguaçu e Palhoça, mas ainda não há prazo. Este ano, a Capital, já registrou 1.320 casos de roubos, média de quatro por dia.

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Veículo: Diário Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Mais um caixa é explodido

 

Mais um caixa é explodido

Mais uma agência bancária foi alvo de explosões em Santa Catarina. Na madrugada de ontem, bandidos detonaram os caixas eletrônicos do Bradesco localizado no Bairro Meia Praia, em Itapema, no Litoral Norte.

Os moradores ouviram o estrondo por volta das 2h30min. Segundo a Polícia Civil, os criminosos colocaram seis ou sete bananas de dinamite em dois equipamentos. Mas a explosão foi forte o suficiente para danificar outros dois caixas.

– Fiz algumas medidas no local e, pela dimensão do estrago, deu para perceber que eles usaram explosivo muito além do necessário – afirmou o investigador Leandro Navroski, especializado em explosivos.

Os ladrões conseguiram levar o dinheiro de apenas dois equipamentos, cerca de R$ 80 mil, de acordo com informações apuradas pelo DC. Como cada caixa custa R$ 100 mil, o prejuízo total foi de cerca de R$ 480 mil.

 

Foi o segundo caso em 10 dias na região

De acordo com testemunhas, pelo menos cinco homens teriam participado da ação e, após o crime, fugido pela BR-101 em direção à Capital. Até o encerramento desta edição, nenhum suspeito havia sido preso.

Em 10 dias, esta foi a segunda agência explodida na região. No dia 19, ladrões detonaram caixas em Tijucas, a 15 quilômetros de Itapema.

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Veículo: Diário do Catarinense

Editoria: Polícia

Assunto: Nove presos por mais de cem policiais

 

Nove presos por mais de cem policiais

Mais de cem policiais civis, incluindo grupos de elite, participaram ontem da Operação Matuto, no Norte da Ilha, em Florianópolis. O resultado foi a prisão de nove suspeitos de tráfico na região e a apreensão de nove petecas de cocaína e uma pedrinha de crack.

A operação foi montada com base em um inquérito da 8a DP dos Ingleses, Norte da Ilha, que apura o tráfico de drogas na região. Às 6h06min, as 22 equipes seguiram para as comunidades do Papaquara, em Canasvieiras, e do Arvoredo (antiga favela do Siri), em Ingleses. O objetivo era encontrar armas e drogas e cumprir 12 mandados de prisão.

Apontado pela polícia como um dos principais traficantes da região, Damacir Cândido, 38 anos, foi detido em casa. Segundo a polícia, ele teria participação em assalto e homicídio, usaria adolescentes no tráfico, seria dono de 90% das casas na comunidade e faria parte de uma facção criminosa existente nas cadeias catarinenses. Damacir já havia sido preso e está sendo investigado desde 2010.

– Ele substituiu o sobrinho, Clóvis Cândido, no comando do tráfico local. Clóvis está preso e trazia drogas e armas do Paraguai para a Capital – disse o delegado da 8a DP, Antônio Cláudio Joca.

Durante as buscas nos barracos e casas do Arvoredo, a força-tarefa encontrou uma pedra de crack e nove petecas de cocaína. Quatro pessoas foram presas no Papaquara e outras quatro, no Arvoredo. A ligação delas com Damacir ainda não foi provada.

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Veículo: Notícias do Dia

Editoria: Hélio Costa

Assunto: Policiais civis

 

Policiais civis estão ansiosos para conhecer a proposta salarial do governo

Há 13 anos sem reajuste, categoria está decidida a entregar cargos comissionados e boicotar a Operação Veraneio caso não ocorra negociação

Greve à vista

“Dizer que vão aumentar as taxas do Departamento Estadual de Trânsito para pagar o aumento da Polícia é jogar a população contra a categoria”. A afirmação é do presidente da Associação dos Delegados da Polícia Civil de Santa Catarina, Renato Hendges, sobre o projeto que o governador pretende mandar para a Assembleia. Nas reuniões em que participou com a equipe do governo discutindo a reposição salarial, Renatão disse que é pouco provável que o governo apresente uma proposta que satisfaça os anseios dos policiais civis há 13 anos sem reajuste salarial. Pela primeira vez na história da Polícia Civil, agentes e delegados estão juntos pelo mesmo ideal: reposição salarial. A categoria de um prazo até 1º de dezembro para o governo sentar à mesa de negociação com uma proposta que satisfaça a todos, caso contrário a greve será inevitável.

 

 

 

BLOGS

 

 

Moacir Pereira

 

Policiais de plantão aguardam noticias de reposição salarial

Os presidentes e diretores da Associação dos Delegados de Policia, do Sindicato dos Policiais Civis e do Sindicato dos Trabalhadores na Segurança Pública, estão reunidos neste momento, em regime de plantão, na sede da Adepol. Receberam aviso do Centro Administrativo de que poderão ser chamados a qualquer momento para uma nova rodada de negociações com o governo estadual.

É grande a expectativa. O prazo concedido pelos policiais termina na quinta-feira.

 

 

Cláudio Prisco

 

PM

Associação de Praças da PM (Aprasc) espera reunir mais de mil associados na assembleia geral que acontece hoje, a partir das 9h, no Auditório Antonieta de Barros na Assembleia. Em pauta questão salarial, plano de carreira e anistia para os policiais que participaram de movimentos de paralisação.

 

 

Paulo Alceu

 

#Reclamação total. Tem muita gente furiosa porque sempre ouve que não há dinheiro para pagar salário de policiais, professores, que não há recursos para a saúde, mas sobram para peixadas de aliados, feijoadas de vereador, para festas enfim…dinheiro público.

 

 

Desaparecidos

No dia 6 de dezembro na Academia da Polícia Militar em Florianópolis, o capitão Marcus Roberto Claudino defenderá sua monografia de pós-graduação com um tema intrigante e importante: estratégias operacionais no âmbito da procura de crianças e adolescentes desaparecidos. Só para se ter uma ideia de janeiro de 2005 a outubro de 2011 Santa Catarina registrou 8017 casos de desaparecimento de menores. Vários fatores estão envolvidos motivando o menor a buscar abrigo na fuga. O trabalho de conclusão do capitão PM apresenta propostas de resposta imediata, ampla divulgação, mobilização integrada dos órgãos de segurança pública, banco de dados, cartilhas de prevenção, atendimento psicossocial ás famílias vitimadas, entre outras estratégias de otimização dos recursos da segurança pública. Outro tema que merece atenção redobrada.

 

 

 

Aconteceu na ALESC

 

CCJ aprova reajuste do auxílio-alimentação do funcionalismo público e alteração no Revigorar III

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), presidida pelo deputado Romildo Titon (PMDB), reunida na manhã desta terça-feira (29), aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei 522/2011, que reajusta o auxílio-alimentação dos servidores públicos civis e militares da Administração Direta. O valor, atualmente em R$ 6 por dia, passa para R$ 10 em janeiro e para R$ 12 em julho. A proposta, de iniciativa do governo do Estado, segue para as comissões de Finanças e de Trabalho.

 

Audiência pública debate redução da Idade Penal    

A redução da idade penal será tema de uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

Motivado pelo aumento no número de crimes violentos praticados por adolescentes, o deputado Marcos Vieira (PSDB), presidente da Comissão de Segurança Pública da Alesc, pretende reunir a sociedade para formalizar um documento que traga alternativas que possam reduzir a criminalidade.

“É um fenômeno em todo o Brasil e aqui em nosso Estado não é diferente, então, é nosso papel ajudar a fazer o debate para encontrar soluções”, reforça o deputado.

Somente neste ano, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, 58 garotos com até 17 anos se envolveram em assassinatos no Estado, a maioria por relação com as drogas.

Segundo o deputado, a sociedade evolui e as leis precisam acompanhar esta constante mudança de parâmetros. “Não estou fazendo uma defesa da redução da idade penal, mas defendo um debate sério com especialistas para que a sociedade possa se manifestar. É certo de que assim não podemos ficar”, conclui Vieira.

O Procurador do Estado, Manoel Cordeiro Júnior, explica que existem duas alternativas para que a alteração na Constituição Federal seja feita.

“Uma delas é a iniciativa popular com a assinatura de 1% dos votantes do país e a outra é uma fazer uma proposta para um senador ou deputado federal para que ele dê sequência ao pleito” define Cordeiro.

Em outubro deste ano o Ibope fez uma pesquisa que constatou que 75% da população brasileira é favorável que a idade penal seja reduzida.

A audiência pública acontece no dia 5 de dezembro, às 14h, na Assembleia Legislativa.

 

 

 

 

 

MÍDIAS DO BRASIL

 

Veículo: Último Segundo

Editoria: Brasil

Assunto: Greve no Maranhão da Polícia Civil

 

Polícia Civil para no MA e Estado fica sem segurança pública

Policiamento está a cargo a apenas do exército e da Força Nacional; governo não abre negociações

Em assembleia realizada na noite desta segunda-feira (28), os policiais civis decretaram greve por tempo indeterminado no Maranhão. A exemplo da Polícia Militar, os policiais civis também ocuparam o prédio da Assembleia Legislativa do Estado. Na noite desta segunda-feira, pelo menos 2,5 mil policiais militares, civis e bombeiros estão no prédio.

Os policiais civis querem o cumprimento de acordo feito com o governo do Estado, no início do ano, de implantação do Plano de Cargo, Carreira e Remuneração (PCCR) elaborado em 2008. O plano até o momento não foi implantado pelo executivo.

 

 

Líderes: Coronel da PM pede prisão de 8 policiais grevistas no Maranhão

A partir de agora, apenas 30% do efetivo da Polícia Judiciária estará nas delegacias. Apenas crimes contra a honra e contra a vida, como homicídios e estupros serão registrados. Assaltos a mão armada, furtos, entre outras ocorrências de menor poder ofensivo não serão registrados.

Institucionalmente, a paralisação da Polícia Civil já começa com indícios de ilegalidade pelo fato de não ter sido obedecido o prazo de 72 horas de comunicação prévia ao governo do Estado. O presidente do Sindicato dos Policiais Civis, Amon Jessen, afirmou que provavelmente a greve será declarada ilegal, mas isso não será problema na visão dele. “Quando fazemos tudo de forma legal, eles (a Justiça) declaram a greve ilegal. Agora, vamos para o tudo ou nada”, afirmou Jessen.

Com a greve dos policiais militares, todo o trabalho de policiamento ostensivo e da Polícia Judiciária ficará a cargo dos homens do exército e da Força Nacional. Alguns políticos da base de oposição ao governo Roseana Sarney (PMDB) já defendem uma intervenção federal no Estado.

A greve dos policiais militares e homens do Corpo de Bombeiros foi decretada quarta-feira à noite. Desde então, eles ocupam o prédio da Assembleia Legislativa do Maranhão e não pretendem deixar o prédio.

Os militares reivindicam aumento salarial de 30%. O comando de greve informou que apenas 15% das ocorrências registradas tiveram algum tipo de atendimento. O governo do Estado nega.

Nesta segunda-feira, o comando da Polícia Militar do Estado abriu processo de deserção de militares envolvidos nos protestos.

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Veículo: Último Segundo

Editoria: Brasil

Assunto: Governo do Ceará corta salário de policiais civis em greve

 

Governo do Ceará corta salário de policiais civis em greve

Cid Gomes afirma que paralisação requer “medidas rigorosas”. Eles estão sem trabalhar desde 15 de outubro

O Governo do Ceará descontou parte do salário de pelos menos 190 policiais civis em greve. O Sindicato dos Policiais Civis do Ceará (Sinpoci) diz que vai recorrer à Justiça contra a decisão. Os inspetores e escrivãos paralisaram as atividades no dia 15 de outubro pela segunda vez em menos de três meses.

Um grupo de policiais civis realizou uma manifestação nesta terça-feira (29) durante a solenidade de inauguração de um presídio no município de Pacatuba, na região metropolitana de Fortaleza, com a presença do governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), e do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Questionado pela imprensa sobre o protesto dos policiais que reclamavam dos descontos nos salários, Cid justificou a medida declarando que a greve “requer medidas rigorosas”.

A reportagem do iG teve acesso aos contra-cheques dos policiais civis que procuraram o sindicato se queixando do corte no vencimento. Os descontos por falta giram em torno de R$ 1 mil sobre salários de R$ 3 mil desses policiais. “Eles não faltaram. Nós fazemos greve, mas vamos todos os dias para as delegacias. É só checar o livro de freqüência desses policiais para saber que eles não faltaram”, disse ao iG a presidenta do Sinpoci, Inês Romero.

Os policiais entraram em greve pela primeira vez este ano no dia 2 de julho. A paralisação foi considerada ilegal pela Justiça e terminou no dia 3 de agosto. A categoria reivindica a redução da carga horária de oito para seis horas diárias e reajuste salarial. Eles querem o pagamento de um subsídio equivalente a cerca de 60% do valor do subsídio que os delegados de polícia recebem no Ceará. O salário-base da categoria é de R$ 2,1 mil

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Veículo: Agência Estado

Editoria: Brasil

Assunto: Ouvidoria da Polícia Militar vai acompanhar atuação da Rota

 

 

 

Ouvidoria da Polícia Militar vai acompanhar atuação da Rota

Em cinco anos, número de mortos em confrontos envolvendo integrantes da Rota aumentou 63%

A Rota, tropa de elite da Polícia Militar, está na mira da Ouvidoria da Polícia. O aumento no número de mortos em confrontos envolvendo integrantes das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar – 63% em cinco anos – despertou a atenção do ouvidor Luiz Gonzaga Dantas, que promete acompanhar de perto a atuação do 1.º Batalhão de Policiamento de Choque. Entre segunda (28) e esta terça-feira, foram mais duas mortes. Em uma delas, a família diz que houve execução.

O crescimento de 63% nas resistências seguidas de morte (homicídio cometido por policial em suposto confronto) se dá na comparação entre os nove primeiros meses de 2007 e o mesmo período deste ano. “A Ouvidoria está atenta ao desempenho da Rota. Nos últimos anos, teve uma crescente no número de resistências. É preciso propor ações de controle.”

Segundo o ouvidor, o policial deve agir dentro da legalidade. “A função primeira da polícia não é matar ninguém. Usar a arma é o último recurso. O PM é agente público, a função é difícil, mas não significa que pode atirar primeiro e perguntar depois.”

Há uma semana, a Rota é comandada pelo tenente-coronel Salvador Modesto Madia, acusado pela morte de 74 presos no massacre do Carandiru, em 1992. Cada um dos detentos mortos recebeu em média 4,5 tiros. Nenhum policial morreu. Ele recorre da acusação e diz que não houve execução. O ouvidor também promete acompanhar o trabalho do novo comandante.