Área do associado

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Clipping do dia 29 de julho

29.7.2011
CLIPPING
29 de Julho 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assuntos: Delegacia de Capturas
                   Banda do 63º Batalhão de Infantaria
TUDO COMO DANTES…
A placa está lá indicando a delegacia de Capturas, na antiga Polinter (ao lado do Centrosul). Mas a tão reivindicada estrutura para cumprir os milhares de mandados de prisão à espera em SC ninguém conhece. Sabe-se apenas que os policiais da COP (Central de Operações Policiais), o grupo que atuava na Deic, estão trabalhando agora no mesmo local. Até agora a Delegacia Geral não disse quantos serão e como vai atuar a nova equipe. Para alguns policiais trata-se apenas de medida de fachada e tudo continua como estava…
A CARÁTER – O pessoal da banda do 63º Batalhão de Infantaria deu um show à parte durante a solenidade em homenagem aos 180 anos da imprensa catarinense, ontem pela manhã, na Praça XV. Os músicos militares, caracterizados com a farda da época, chamavam a atenção de quem passava pelo local.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Implosão de rocha interrompe SC-401
Implosão de rocha interrompe SC-401
Foram usados 1,5 mil quilos de dinamite para abrir caminho à duplicação
A rodovia SC-401, que leva às praias do Norte da Ilha, em Florianópolisfoi interditada para implosão de rochas na tarde de ontem. A detonação ocorreu perto do acesso ao Bairro Ingleses, próximo à Unisul, entre 14h45min e 15h45min.
Houve pouca formação de fila – apenas um quilômetro –, já que a maioria dos motoristas aproveitou caminhos alternativos. Na detonação, foram utilizados aproximadamente 1,5 mil quilos de dinamite.
A operação foi feita para a duplicação da rodovia entre os acessos de Jurerê e Canasvieiras. Já está pronto um quilômetro de pavimentação entre o Trevo de Jurerê até a proximidade com a Vargem Pequena. Conforme o presidente do Deinfra, Paulo Meller, a ampliação da via será concluída até o começo da temporada de verão. A restauração da pista antiga ficará para o ano que vem. A obra, com 6,8 quilômetros de extensão, está orçada em R$ 21,3 milhões.
Curva da morte terá modificações
Outra mudança na SC-401 será no km 18, conhecido como curva da morte. O local vai receber uma elevação no lado direito – sentido Centro – para minimizar os acidentes no ponto considerado, pelo Deinfra, mal projetado. No último mês, pelo menos dois motoristas se envolveram em acidentes no trecho. Deinfra, Polícia Militar Rodoviária (PMRv) e a empreiteira tratarão hoje do assunto.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Barreira de pedras na Praia de Armação fica pronta até novembro
Projeto fica pronto até novembro
Barreira de pedras para evitar o avanço do mar na Praia da Armação, na Capital, receberá calçamento, ciclovias e deques
Enquanto Janete Búrigo não sabe o que será feito do muro de pedras que virou a calçada em frente a sua casa, na Praia da Armação do Pântano do Sul, em Florianópolis, ela tenta reavivar o cinza da barreira, plantando vegetação nativa. Há mais de um ano, Janete viu a paisagem de sua vista mudar: primeiro, a invasão do mar; depois, a construção do muro de contenção. Ainda deve levar 120 dias para a moradora saber o que será feito no local.
Este é o prazo para o projeto de urbanização e humanização do molhe, construído há quase um ano, ficar pronto. Não há data para a obra sair do papel. No valor de R$ 128,8 mil, o contrato com a empresa responsável foi assinado há duas semanas. O secretário municipal de Obras, Luiz Américo Medeiros, informou que para revitalizar o muro, de cerca de 1,7 mil metros de extensão, estão previstos calçamento, ciclovias, deques e aparelhos de ginástica. A espera de Janete é de outros moradores, como Thomaz Moreno, que também viu 16 casas destruídas pelo avanço do mar em maio de 2010. Apesar de usar a contenção para caminhar, ele reclama das condições inadequadas, já que o local está cheio de pedras.
– Já que perdemos a areia, espero que possamos ter uma orla para caminhar. A galera era acostumada a andar descalça na beira da praia, ou correr, e agora, não dá mais para fazer isso. Podemos machucar o pé.
Além da humanização do molhe, a prefeitura prevê outras obras para a recuperação da praia, como o alargamento da faixa de areia, já que cerca de 700 metros dela sumiram, e o desassoreamento do Rio Quincas e Sangradouro. Para isso, aguarda a liberação de R$ 13 milhões pelo Ministério da Integração. O projeto para garantir os recursos foi entregue ao ministro Fernando Bezerra este mês.
O secretário informou que o dinheiro só será liberado se o ministério aprovar o projeto. Não há prazo para isso acontecer. Américo estima que depois de começarem as obras, elas devem ficar prontas em até dois anos. A empresa terá que fazer o projeto executivo e os estudos de impacto ambiental para as licenças.
– Tenho plena convicção de que o recurso virá – ressaltou.
Para evitar mais um verão sem turistas e para agilizar a liberação do dinheiro, o presidente da associação de pescadores, Fernando Sabino, vai encaminhar um pedido de audiência com o ministro da Integração para a primeira quinzena de agosto.
– O último verão já foi sem turistas, acreditamos que os próximo será ainda pior. Espero que alguma coisa possa ser feita para a temporada.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Morte em banco
MP sugere o arquivamento do processo
A investigação que apura as circunstâncias da morte de uma zeladora atingida acidentalmente por um tiro em uma agência bancária de Joinville pode ser arquivada. Tereza Nunes Corrêa, 43 anos, morreu instantes depois de ser baleada, em fevereiro deste ano.
O tiro partiu do revólver de uma vigilante terceirizada da agência. A suspeita da polícia, com base em relatos de testemunhas, era de que a arma disparou quando a vigilante se abaixou para ajudar Tereza a arrastar um vaso.
Sem indícios de que tivesse intenção de atirar, a vigilante ganhou o direito de responder ao processo em liberdade. Na terça-feira, o Ministério Público sugeriu o arquivamento do caso por entender que a vigilante não foi negligente.
A perícia feita no revólver da vigilante revelou que a batida de um martelo de borracha sobre a arma foi suficiente para a deflagração da carga no cartucho de teste, pois não havia trava de segurança no armamento.
Mesmo que o processo criminal contra a vigilante seja arquivado, é possível que outras pessoas sejam responsabilizadas pela morte. Nesse caso, os desdobramentos aconteceriam apenas em um processo civil.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto: Criação do PSD – Oito cidades de SC têm lista suspeitas
Oito cidades de SC têm listas suspeitas
Justiça investiga falsificações e inclusão de analfabetos e pessoas mortas
O PSD finalizou a coleta de assinaturas para a criação do partido no Estado, mas as investigações sobre possíveis irregularidades nos registros de apoio à sigla continuam.
Em pelo menos oito cidades há suspeitas de fraudes, como assinaturas em duplicidade, registros de pessoas analfabetas, com mesma caligrafia, que negaram apoiar o partido e até de pessoas mortas. O prazo para investigação é de 30 dias a partir da data em que o delegado instaura o inquérito. Segundo o juiz eleitoral de Quilombo, Manoel Donisete de Souza, esse prazo pode ser prorrogado por pelo menos três meses, pois a polícia precisa fazer perícia nas assinaturas suspeitas.
Além dessas suspeitas de fraudes, outras três cidades catarinenses tiveram um alto índice de assinaturas consideradas inválidas, caso de Joinville (62%) e de Blumenau (34%). Mas esses dois exemplos não são investigados como supostas fraudes.
Como explica o chefe de cartório de Tangará, Jeferson Fanton, assinaturas podem não conferir nas comparações entre as listas de assinaturas das últimas eleições e os registros de apoiamento ao partido porque os eleitores, eventualmente, podem mudar de assinatura.
O presidente do partido em SC, procurador-geral do Estado Nelson Serpa, diz que as comparações, nos cartórios, entre as assinaturas das últimas eleições e as de formação do partido eventualmente podem não bater, pois as pessoas mudam de assinatura ou assinam de maneira diferente nas eleições.
Já em relação aos casos de analfabetos que assinaram ou de pessoas mortas, o presidente do novo partido defende as investigações.
– Tem pessoas que querem prejudicar o partido fazendo essas falsificações. Por isso, tem que se investigar mesmo, ressalta.
Casos em apuração pelo país
A Justiça Eleitoral vem apurando suspeitas de irregularidades em várias partes do país. No Amazonas, assinaturas de pessoas analfabetas, com mesma caligrafia, e que já morreram vêm sendo analisadas pelo Ministério Público e devem ser apuradas pela Polícia Federal.
No Rio de Janeiro, Paraná e em São Paulo, foram apontados casos em que se assinava em nome de terceiros. Ainda em São Paulo, houve denúncias de servidores públicos que estariam coletando assinaturas.
Também foram detectadas fraudes nas assinaturas de Goiás, com registros de pessoas analfabetas, que negaram ter feito a assinatura e de pessoas com a mesma caligrafia.
Nos estados de Minas Gerais e Rondônia, estão sendo apurados os crimes de falsidade ideológica, por pessoas que teriam assinado a lista no lugar de outros.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Delegados vão ao ataque contra PM
Delegados vão ao ataque contra PM
Documento que será levado ao TJ tem possíveis erros de procedimento
O presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Santa Catarina (Adepol), Renato Hendges, vai entregar hoje no Tribunal de Justiça (TJ) um dossiê em que relata supostas ilegalidades cometidas por policiais militares.
Na documentação, ele afirma haver casos de usurpação da função pública, abuso de autoridade e violação dos direitos humanos.
O encontro será às 11h com o presidente no TJ, desembargador José Trindade dos Santos, e o corregedor-geral da Justiça, desembargador Solon d’Eça Neves. O ato é mais um capítulo da “guerra” instalada entre representantes das polícias Civil e Militar em SC. Nas últimas semanas, a relação conflituosa ganhou força com a instalação de um novo sistema informatizado de ocorrências para a PM, Bombeiros e Samu, o Serviço de Atendimento e Despacho de Emergências/Sade, na Grande Florianópolis.
O delegado afirma que não é contra o Sade, mas alerta para a possibilidade de ilegalidades como a produção de BOs por PMs. O delegado vê prejuízo no policiamento ostensivo, pois afirma que os PMs terão de digitalizar as informações no sistema, e, assim, ficarão mais tempo fora das ruas
No dossiê, Renatão reuniu documentos em que relata casos ocorridos no Estado nos últimos anos. Segundo ele, houve atuação irregular de PMs como pedidos de buscas ou interceptações telefônicas ao Judiciário, ordem de comando para representação contra delegados, investigações feitas sem inquérito da Polícia Civil, prisões por desacato mediante abuso de autoridade, liberação de carro roubado, registros de furtos na delegacia seis dias após o fato e de PMs fazendo exames periciais e laudos.
O DC procurou o comando-geral da PM por sua chefia de gabinete, ontem, mas as ligações não foram atendidas e também não houve retorno.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Assalto à casa
Sem polícia, ficou mais fácil
Um assalto em Luís Alves, no Vale do Itajaí, teve proporções ainda maiores por causa de um problema antigo: há apenas dois policiais militares por plantão na cidade.
O empresário chegou em casa às 19h10min de quinta-feira, fez dois telefonemas e sentou para assistir TV com a mulher e as duas filhas, de sete e 15 anos. Às 19h30min, a tranquilidade foi quebrado pela invasão de dois assaltantes.
– Só percebemos a entrada dos criminosos, dois menores, quando eles meteram o pé na porta. Eles foram espertos, pois tiraram os sapatos antes de entrar no pátio para não fazer barulho – conta o empresário, que prefere não se identificar.
Com armas em punho, eles mandaram que as vítimas ficassem com a cabeça baixa e olhassem para o chão. O marido, 40 anos, foi amarrado com cadarços à cadeira da cozinha e a mãe e as meninas foram levadas ao quarto de visitas. Antes de ser amarrada, a mulher mostrou aos bandidos onde estavam joias e cheques.
– Na hora que eles me levaram para a cozinha, longe da minha família, senti que o pior poderia acontecer. Só conseguia pensar nas minhas filhas e na minha esposa. O dinheiro podem até levar, mas machucar alguém que a gente ama é muito dolorido.
Durante a ação, que durou aproximadamente uma hora, os bandidos admitiram que há três dias observavam a casa para conhecer a rotina dos moradores. Antes de fugir com o Sandero e pertences da família, os criminosos fizeram uma ameça:
– Rezem para que a polícia nos pegue, senão nós estaremos de volta aqui amanhã.
E acionar a polícia não foi fácil. A única viatura disponível na cidade estava em ocorrência. A PM de Itajaí, que atendeu a ocorrência, já sabia do paradeiro do carro. Estava em um posto de combustíveis. Ao ouvirem uma sirene de ambulância, os bandidos acharam que era a polícia, e fugiram. Um assaltante já foi identificado.
O Comandante da 3ª Região de Polícia Militar, coronel José Lúcio Pires, garante que até novembro Luís Alves receberá reforço policial. Segunda-feira, chegam 46 policias militares à região. Eles permanecerão no estágio, em Balneário Camboriú, por dois meses e depois serão distribuídos para as cidades.
– Nós ainda não sabemos quantos policiais irão para cada cidade. Mas podemos afirmar que Luís Alves receberá reforço.
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Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Segurança
Assunto: Delegacia contra crimes na internet
Anunciada em 2010 pela Polícia Civil, delegacia contra crimes na internet não sai do papel
Sem estrutura e pessoal qualificado, crimes virtuais ficam sem investigação
Quadrilha detida em junho utilizava tecnologia para invadir sistemas e roubar dados
 Os avanços conquistados com o uso da internet já representam uma realidade: compras, tranferências bancárias, troca de informações e pagamentos, por exemplo, são atividades corriqueiras e comuns nos dias atuais. Mas a mesma facilidade que a tecnologia trouxe para o cidadão comum pode ser uma ferramenta perigosa nas mãos de pessoas com más intenções, os hackers ou crackers. Principalmente porque ainda falta estrutura policial para investigar crimes que acontecem no mundo virtual.
O anúncio de que o Estado teria a primeira delegacia especializada em crimes virtuais foi feito em abril de 2010. Na época, o então delegado chefe da Polícia Civil, Maurício Skudlark, prometeu que a estrutura estaria pronta para operar em dois meses. Mais de um ano depois da promessa, o governo mudou e os policiais ainda aguardam por uma estrutura adequada para combater este tipo de crime. “Nós investigamos (crimes virtuais) de forma precária, não temos nenhuma estrutura para isso”, afirma o delegado Renato Hendges, da Deic (Diretoria Estadual de Investigações Criminais).
Em junho deste ano, a Deic desarticulou uma das maiores quadrilhas especializadas em golpes no Estado. O grupo invadia sistemas como o do Ministério da Justiça e roubava dados de pessoas idoneas para a confecção de cheques, cartões de débito/credito, além de toda a documentação necessária para abrir empresas e até fraldar informações de pessoas físicas e jurídicas na Receita Federal. A quadrilha agiu por anos, e o rombo no sistema financeiro do Estado foi incalculável, estima-se que superou os R$ 100 milhões. “A criação de uma delegacia especializada em crimes virtuais é de grande importância, mas esse é um assunto que cabe à área admnistrativa”, declara Hendges.
Falta pessoal especializado
Rogério Nougueira Meirelles, agente especial da Polícia Federal e responsável por liderar investigações de crimes virtuais, fala que a necessidade de delegacias especializadas nesses tipos de crimes é uma urgência em todo o país. “Falta estrutura e pessoal especializado para fazer investigações. Muitos crimes sequer chegam a ser investigados por conta desta estrutura precária”, explica.
A falta de uma equipe especializada para atender os crimes que acontecem na internet também faz com que o Estado não disponha de dados estatísticos. Mas as polícias sabem que estão cada vez mais comuns os golpes envolvendo contas bancárias invadidas, espionagem, pirataria e pedofilia.
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Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Segurança
Assunto: Novo sistema de compartilhamento de informações
Novo sistema de compartilhamento de informações da polícia de SC precisa de adequações
Muitos policiais ainda sentem dificuldades em operar o novo sistema de compartilhamento de informações dos órgãos da Segurança Pública. Nos primeiros dias, os agentes reclamaram que o novo sistema não tem as mesmas facilidades que o anterior, mas acreditam que é questão de tempo para se adaptarem.
Segundo major Castro, da central de emergência, diz que houve treinamento, mas ainda há empecilhos. “O sistema precisa de adequações. Para pesquisarmos ocorrências agora ficou mais difícil que antes, é preciso saber hora certa e local para ter acesso”, informa. O policial ainda destacou que o sistema precisa ser alimentado com informações, para que as novas funcionalidades surtam efeito.
O tenente-coronel João Ricardo Busi confessa que o sistema precisa de adaptações. “Existem situações técnicas que ainda precisam ser reajustadas, mas são detalhes”, informa. O novo sistema, o Sade (Serviço de Atendimento e Despacho de Ocorrências), começou a funcionar na terça-feira, dia 26, e faz em média 2.000 atendimentos diários na região da Grande Florianópolis. Apesar dos problemas técnicos, o atendimento a população é mantido normalmente.
 
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Moacir Pereira
 
Unimed do servidor é prorrogada de novo
O governo do Estado aceitou a contraproposta da Unimed com reajuste de 19,6% para prorrogar por mais seis meses o contrato do plano de saúde dos servidores – um universo de 180 mil pessoas. Mesmo assim, a palavra final sobre a negociação será dada na sexta-feira, em uma assembleia dos dirigentes da cooperativa.
Atualmente, o Estado paga R$ 90,85 por mês à Unimed por cada servidor ou dependente, em troca de atendimento (consultas, exames, etc). A solicitação inicial da cooperativa era de um reajuste em torno de 29% sobre este valor para concordar com a prorrogação do contrato.
Os técnicos da Secretaria de Administração, que estão conduzindo as negociações, ofereceram 10,6%, e a Unimed apresentou, então, uma nova alternativa de 19,6%.
Apesar de o governo ter aceitado o novo percentual da própria cooperativa, oficialmente, a Unimed ainda não confirma a renovação pelos próximos seis meses. Em nota, a assessoria da entidade reafirmou que o anúncio oficial sai apenas na sexta-feira, depois de uma assembleia.