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Clipping do dia 25 de outubro

25.10.2011
CLIPPING
25 de outubro 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Assembleia da polícia civil
 
COINCIDÊNCIA?
Quando explodiu a greve dos professores, Raimundo Colombo estava em viagem na Europa. Agora, quem ameaça fazer muito barulho é a Polícia Civil, com assembleia geral da categoria prevista para quinta, dia 27. E o governador está…viajando para a Ásia.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: 33 mortes em rodovias federais
 
33 mortes em rodovias federais
A Operação Festas de Outubro da Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 33 mortes nas estradas federais do Estado, uma a mais do que no ano passado. O número de acidentes foi 7% menor do que em 2010, mas houve mais mortos e feridos.
As festas de outubro também deslocaram o principal eixo de acidentes em SC: as BRs 282 e 470 superaram os trechos ainda não duplicados da BR-101 Sul em número de ocorrências com mortes entre os dias 6 e 23 deste mês.
Foram 884 acidentes durante os 18 dias da operação no Estado. Caminhões estiveram envolvidos em 61%. Segundo o chefe do Núcleo de Comunicação da PRF, Luiz Graziano, o caso da BR-282 é o mais preocupante.
– A frota aumentou muito, a pista é simples, não comporta e não tem fiscalização suficiente. Os acidentes na região acontecem principalmente em função da imprudência dos motoristas – esclarece Graziano.
Na BR-470, no Vale do Itajaí, faltou consciência aos motoristas que estiveram nas festas de outubro. Muitas das ocorrências foram creditadas à embriaguez dos condutores.
– Nós aplicamos 53 multas a condutores embriagados, número pequeno perto do que deve ter passado pela estrada nessa situação.
O número de acidentes nos trechos não duplicados da BR-101 Sul foi considerado usual pela PRF.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Moacir Pereira
Assunto: Polêmica no SC Saúde
 
Polêmica no SC Saúde
O contrato celebrado entre o governo do Estado e o Consórcio Santa Catarina para gestão de todo o sistema de assistência a saúde dos servidores públicos estaduais terá o mais importante capítulo esta semana. Virou a nova polêmica desde que foi realizado o pregão. Questionamentos foram levados à Justiça, através de cinco ações, via mandados de segurança. Em quatro delas, o governo saiu vitorioso. Falta o julgamento da quinta, que tem parecer favorável do Ministério Público Estadual.
O Sindicato dos Servidores na Saúde levanta dúvidas sobre o pregão realizado e o sucesso do novo plano. Preferia a manutenção do sistema Unimed, que funciona bem, garantindo um padrão de consultas, cirurgias, exames e internações sem precedentes. Este sistema, implantado com o SC Saúde, vem desde o governo Luiz Henrique.
O contrato entre o governo e a Federação das Unimeds já expirou. Foi prorrogado duas vezes. A última só depois de reajuste de 19,80%, vigente até janeiro de 2012, quando se encerram os serviços.
O governador interino Eduardo Pinho Moreira dispara esta semana mais um capítulo do processo. Vai assinar o decreto que lança o edital estadual de credenciamento dos médicos, laboratórios, hospitais, clinicas e todos os prestadores de serviços que atuarão no novo sistema do SC Saúde, a partir do próximo ano
O governo optou agora pela gestão própria do atendimento médico-hospitalar-laboratorial e farmacêutico dos servidores e seus dependentes, o que totaliza mais de 180 mil pessoas. Elas deixarão de ser assistidas pelas Unimeds espalhadas pelo Estado e passarão a contar com profissionais e instituições contratadas diretamente pela Secretaria da Administração através da Diretoria de Saúde.
 
 
O CONTRATO
A concorrência do governo contou com quatro empresas. Três foram eliminadas na análise técnica. Prevaleceu a proposta do Consórcio Santa Catarina, integrado pela Fesc-Administradora de Benefícios e pela Saúde Suplementar. A Fesc é constituída em 99% pela Federação das Unimeds e 1% pela Unimed de Joinville. A Saúde Suplementar é empresa criada pela consultora Irene Minikovski Hahn, cinco anos gerente da Federação das Unimeds na gestão Dalmo Vieira e ex-colaboradora do secretário. O capital inicial da empresa é de R$ 50 mil.
O contrato firmado prevê pagamentos mensais de R$ 3.860.000,00 pelos serviços prestados na gestão e na manutenção do software.
Para operar o complexo sistema, a Secretaria da Administração vai instalar 10 centros de atendimento no Estado. Só na Grande Florianópolis concentram-se 30% dos segurados.
De acordo com o secretário Milton Martini, o governo ficou sem alternativa. Raimundo Colombo excluiu a possibilidade de uma licitação para contratação global das operadoras de saúde (Bradesco, Golden Cross etc). Como a única cooperativa é a da Unimed, não restou opção senão a gestão própria.
O governo dispõe de R$ 20 milhões por mês para aplicar no novo sistema com gestão própria.
– A decisão do deputado federal Jorge Boeira de cancelar filiação no PT não causou surpresa no Sul. Há dois meses ele se queixa do tratamento recebido dos petistas e vinha detonando a ministra Ideli Salvatti. Sua inscrição no PSD é considerada certa. Evitaria processo de cassação.
– Há 38 anos eram fundada em Florianópolis agência de propaganda Quadra. Pela primeira vez, seu fundador, o exemplar publicitário Saulo Silva, não está presente. A empresa é tocada pela esposa Iara e pelo filho Daniel Silva.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto: Mais rigor no controle da jornada na ALESC
 
Mais rigor no controle da jornada
Funcionários da Capital serão identificados pela impressão digital e quem trabalha no interior deverá preencher relatórios
Se há fantasmas na Assembleia Legislativa, ninguém viu. Mas a partir de dezembro, todos os funcionários que dão expediente na instituição vão ter que bater ponto e quem trabalha no interior do Estado será obrigado a preencher relatórios semanais de atividades. Essas são as duas principais determinações após a auditoria realizada pelo próprio Legistivo para apurar a existência de funcionários que não compareciam ao serviço.
O presidente da Assembleia, Gelson Merisio (PSD), assina na tarde de hoje um termo de ajustamento de conduta (TAC) com o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), formalizando as medidas para aprimorar o controle de frequência dos servidores do Legislativo. Assinam o documento o procurador-geral de Justiça, Lio Marcos Marin, e os promotores Alceu Rocha e Paulo Antônio Locatelli, da área de Moralidade Administrativa.
Merisio anunciou em agosto que uma comissão de cinco pessoas iria passar um pente fino pelos 1.650 funcionários da Assembleia em busca de possíveis fantasmas. Ele se antecipou à reportagem da RBS TV que investigava pelos menos seis servidores que não estariam comparecendo ao serviço. A reportagem foi transmitida poucos dias depois, no programa Estúdio Santa Catarina.
De acordo com o presidente, a auditoria mostrou que as formas de controle de jornada de trabalho na Assembleia eram muito precárias. Por isso, focou as medidas no futuro e não no passado.
– Os instrumentos de controle são falhos. Acho injusto pegar alguns funcionários e tratá-los como se fossem casos isolados – diz Merisio.
O controle de ponto na Assembleia vai ser feito com a identificação da impressão digital do funcionário – o chamado ponto biométrico. Também estão previstas mudanças para quem trabalha fora da sede, em funções políticas. Além do relatório semanal de atividades, que será publicado no Portal da Transparência, vai ser possível diferenciar no site do Legislativo quem deve dar expediente dentro ou fora da Assembleia.
Em relação aos seis servidores identificados como supostos fantasmas, Merisio diz que dois serão devolvidos aos órgãos de origem e quatro terão as funções reclassificadas. Até dezembro, todos os servidores da Assembleia serão cadastrados no novo sistema. O ponto biométrico será comprado através de pregão. O presidente diz que não tem ideia de quanto custará o serviço.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto: Mais rigor no controle da jornada na ALESC
 
Um ataque a cada 48h no Estado
Em três semanas, Santa Catarina registrou pelo menos um ataque a caixas eletrônicos a cada dois dias. Foram 11 ocorrências desde o início de outubro, segundo levantamento do Diário Catarinense. O último caso aconteceu ontem, em Tijucas, a 50 quilômetros de Florianópolis.
Neste mês, oito dos crimes aconteceu com maçaricos, que é mais difundida. Em outubro, apenas três ocorrências foram com explosivos, uma técnica mais recente, que está mobilizando equipes de investigação da segurança pública em SC. Uma ou duas quadrilhas estariam atuando.
Dos ataques, quatro aconteceram na Grande Florianópolis – dois na Capital, um em São José, e um em São Pedro de Alcântara. Três foram registrados no Norte, em Joinville e em São João do Itaperiú. Houve ainda um ataque no Sul e outros dois no Litoral Norte.
No caso de Tijucas, na madrugada de ontem, bandidos abriram o equipamento instalado no campus da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), mas fugiram sem levar o dinheiro, segundo a Polícia Militar. A guarnição recebeu o aviso por volta das 3h30min.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Ataque a caixas eletrônicos
 
Bandidos abandonaram ferramentas e fugiram
Quando os policiais chegaram ao local, os bandidos fugiram, deixando todo o material utilizado no crime. Eles teriam escapado em dois veículos – um Gol preto e um veículo cinza não identificado. No local, ficaram o maçarico e as luvas usados para arrombar o caixa. Algumas notas de R$ 50 estavam parcialmente queimadas no chão. Um maço de dinheiro ainda estava dentro do equipamento.
 
Rotina em SC
11
Florianópolis 2
Joinville 2
São José 1
Tijucas 1
São João do Itaperiú 1
São Pedro de Alcântara 1
Itapema 1
Itajaí 1
Braço do Norte 1
COM MAÇARICO 8
COM EXPLOSIVOS 3
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: PM está de volta ao trabalho
 
PM está de volta ao trabalho
O policial militar Márcio Casprechen voltou a trabalhar no 17º Batalhão da Polícia Militar, após passar quase sete meses em tratamento psiquiátrico.
Ele protagonizou um incidente no Bairro Adhemar Garcia, em Joinville, em março deste ano, quando perdeu o controle, tirou a roupa e atirou contra uma calçada.
Desde então, o PM estava afastado e em acompanhamento médico. No fim de setembro, Casprechen pediu para retornar à Polícia Militar porque precisava incrementar o salário para sustentar a família, que passava necessidade sem os recursos das horas-extras. O valor das horas a mais representa cerca de 40% no salário.
Segundo o comandante do 17º, Adilson Michelli, o policial foi avaliado por um médico da corporação, que o liberou para o trabalho. Mesmo assim, o PM não voltará às ruas. Ele ficará em trabalhos internos e administrativos, e sem contato com arma.
– Ele está trabalhando com algumas restrições e menos estresse – garante o comandante.
O Ministério Público não ofereceu denúncia contra Casprechen na Justiça Militar. O promotor Sidney Eloy Dalabrida aguarda a realização de exames de sanidade mental, ainda não realizados. Segundo informações no inquérito, constam atestados do policial, que foi afastado outras vezes por depressão e por transtorno bipolar.
A princípio, o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico, em Florianópolis, designado para fazer o exame, somente teria vaga para para julho de 2012. Mas, em ofício expedido pelo juiz Getúlio Corrêa, a data foi alterada para 1º de dezembro de 2011, às 10h.
Cerca de 500 policiais são afastados a cada ano por problemas ocasionados por estresse em SC. Estes, ficam entre um e dois meses afastados para tratamento.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Confusão entre polícias
 
Confusão entre polícias
Na prática, o convênio firmado para facilitar a entrega da arma e o recebimento do dinheiro parece não estar funcionando em SC. Por enquanto, a garantia de pagamento ocorre, apenas, para quem procurar a Polícia Federal.
Segundo o delegado da PF, Ildo Rosa, na própria corporação, houve demora de cerca de dois meses para implantação e adaptação ao novo sistema. Ele desconfia que o mesmo pode ter ocorrido nas polícias Civil e Militar.
De acordo com ele, a responsabilidade da capacitação de policiais não federais para fazer o procedimento conforme o convênio não é de responsabilidade da Polícia Federal.
As polícias em SC dizem estar preparadas. Segundo o delegado Nivaldo Claudino Rodrigues, diretor da Polícia Civil na Grande Florianópolis as armas podem estregues em qualquer delegacia regional do Estado. Mas não foi o que aconteceu em São José.
A Polícia Militar também afirma estar preparada para o recebimento das armas. Na Grande Florianópolis, um oficial está apto também para imprimir as guias de ressarcimento.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Mulher tenta entregar arma mas não recebe o dinheiro
 
 
Mulher tenta entregar arma mas não recebe o dinheiro
Ao procurar local cadastrado em site oficial, ela foi informada de que só a PF faria o procedimento
Com apenas 571 armas entregues em SC, a campanha do desarmamento esbarra também em desinformação. Foi o que aconteceu com uma moradora do Estado.
Ela tentou entregar um revólver calibre 38 em um dos locais indicados no site oficial da campanha: a Delegacia Regional de São José, na Grande Florianópolis. Mas um policial disse a ela que poderia receber a arma, mas não havia como fazer o pagamento do valor de R$ 100, conforme prevê o convênio assinado e Ministério da Justiça, a Secretaria de Estado de Segurança Pública e a Polícia Federal, em setembro.
A moradora de Itajaí nem era dona da arma. Encontrou-a, por acaso, no apartamento que alugou para um homem. Ele sumiu sem pagar algumas contas. Mas deixou o revólver no armário da cozinha.
– Segui todas as orientações do site oficial. Preenchi a guia de trânsito e fui ao local indicado – disse a mulher.
O ressarcimento só seria feito caso ela fizesse entrega na Polícia Civil. A instrução foi dada pelo policial civil em São José, Sidnei Leite, que trabalha na Delegacia Regional. Ele afirma que poderia ter feito o recolhimento, mas não recebeu orientação adequada e nem material para seguir as normas definidas com a nova determinação.
– Faz dois meses que fiz inscrição para uma capacitação com a Polícia Federal sobre as novas normas e metodologia definida em setembro. Até agora não recebi nenhuma notícia sobre o assunto.
Segundo ele, a Delegacia Regional não tem o formulário eletrônico criado pela PF, que garante o pagamento direto ao beneficiário em qualquer agência bancária minutos após a entrega da arma. A sugestão do policial: preencher outra guia de tráfego para que a mulher a levasse até a sede da Polícia Federal, na Avenida Beira-Mar, na Capital, para poder receber o dinheiro que teria direito.
O policial lembrou o constrangimento e o medo da mulher em continuar carregando uma arma. A mulher também disse ter ficado um pouco assustada.
– Eu busquei a maneira mais rápida e não consegui concluir como queria. Acredito que as pessoas precisam receber a informação correta. Estou com a arma até agora – disse ela.
 
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Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Segurança
Assunto: Homem que ateou fogo em aposentada responderá por violência doméstica
 
 
Homem que ateou fogo em aposentada em São José responderá por violência doméstica
O crime passional que resultou na morte de Marilene Araci Vieira Pereira, 50 anos, na tarde deste domingo(23), no bairro Areias, em São José, será investigado pela delegada Sandra Mara Pereira da Delegacia de proteção ao adolescente, à Mulher e ao Idoso. Robson William Felippe, 21, responderá pelo crime de homicídio praticado por violência doméstica.
Quando os policiais entraram na casa, localizada em uma servidão transversal da rua Álvaro Medeiros Santiago, o corpo da mulher ainda estava pegando fogo. William estava sentado em frente da casa, aparentemente tranqüilo, e indicou para os policiais onde estava a mulher.
Peritos do IGP (Instituto Geral de Perícias) colheram material para tentar descobrir se a mulher estava morta quando teve o corpo queimado. Marilene estava com um hematoma na cabeça, que teria sido provocado com uma pedrada. Pela casa, os policiais ainda encontraram tufos de cabelos e garrafas de bebidas.
A vizinhança não sabe ao certo qual o tipo de relação William mantinha com Marilene. A mulher chegou até a casa dele na noite de sábado e lá permaneceu até a hora do crime. A mulher foi morta por volta das 18h.
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Veículo: Notícias do Dia
Editoria: Hélio Costa
Assunto: Conen sonha em se transformar numa subsecretaria de prevenção às drogas
 
Conen sonha em se transformar numa subsecretaria de prevenção às drogas
Para o Conselho implementar o projeto necessita de apoio político, começando pela regulamentação da lei que cria fundo estadual do Conen
Subsecretaria antidrogas
Oportuna à reportagem especial do ND de domingo: “Patrimônio do tráfico fica na burocracia”. A matéria deixa claro que pouco se investiu na prevenção às drogas com recursos sequestrados de traficantes. O Conen (Conselho Estadual de Entorpecentes), criado há oito anos, com muita luta pelo Doutor Jairo Brincas, ainda caminha a passos lentos, como um apêndice da Secretaria de Segurança Pública que no ano passado devolveu dinheiro ao governo federal por que não fez orçamento em tempo hábil para a compra de equipamentos. O conselho funciona numa sala apertada, com apenas duas funcionárias, uma delas voluntária. As coisas por lá andam em marcha lenta. Por incrível que pareça, há seis anos existe uma lei que cria o Fundo Estadual do Conen com o fim específico de recepcionar valores, mas o decreto para regulamentá-la ainda nem foi assinado. A ideia dos 29 conselheiros voluntários e da direção da Instituição é transformar o Conen numa subsecretaria estadual, como funciona em Minas Gerais.
 
 
ACONTECEU NA ALESC
 
 
 
Audiência aborda implantação de sistema integrado de segurança 
A divergência quanto à elaboração de boletins de ocorrência pela Polícia Militar foi um dos pontos abordados durante a audiência pública realizada nesta segunda-feira (24) pela Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa para discutir o Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp) de Santa Catarina, que pretende centralizar as ocorrências dos órgãos de segurança do estado.
A audiência foi solicitada pelo deputado Jailson Lima (PT), com o objetivo de discutir dúvidas em torno do sistema. Foram convidados representantes dos vários órgãos de segurança e entidades representativas dos policiais. “Percebemos que há uma falta de discussão em torno desse sistema, que, inclusive, tem gerado conflitos entre os órgãos que participam desse processo”, afirmou o parlamentar.
Um dos conflitos é com relação aos boletins de ocorrência. Para a Polícia Civil, a elaboração desse documento é uma atribuição legal da corporação e que não cabe à PM tal função. O delegado José Renato Mendes, da Associação dos Delegados de Polícia de Santa Catarina (Adepol/SC), afirmou que tal procedimento é inconstitucional e fere o Código de Processo Penal (CPP). “Isso também pode provocar duplicidade de registros, o que representa tempo perdido e excesso de burocracia”, disse.
Na visão da Polícia Militar, o registro das ocorrências é necessário para que a corporação tenha conhecimento de quais regiões há maior incidência de crimes. “Lavrar o BO é obrigação de todo policial”, comentou o coronel PM Giovanni Cardoso Pacheco. “Nós precisamos dessas informações para definir onde vamos concentrar nossos esforços, dentro de um trabalho de prevenção à criminalidade”, lembrou.
O capitão Jorge Eduardo Tasca, da Associação de Oficiais da PM, afirmou que as informações da Polícia Civil nem sempre estão disponíveis para os militares. “Necessitamos dessas informações para direcionar o pouco efetivo e viaturas que temos para onde realmente se precisa”, disse.
 
Queixas
Além dessa divergência, entidades que representam as duas corporações fizeram reclamações com relação à falta de efetivo, de estrutura física e dos baixos salários pagos aos policiais. “Há uma ‘pseudointegração’ entre as polícias”, ressaltou Carlos Alberto da Silva, do Sindicato dos Trabalhadores da Segurança Pública de Santa Catarina (Sintrasp/SC). “Elas estão apenas integradas pelos baixos salários e pela falta de pessoal”.
Segundo o deputado Sargento Amauri Soares (PDT), que presidiu a audiência, a Comissão de Segurança Pública solicitará ao governador do Estado informações sobre o andamento de um projeto de lei elaborado pela Adepol, que aumentaria os recursos financeiros destinados à segurança. “Por mais tecnologia que se tenha, de nada vai adiantar se não houver mais recursos humanos ou estrutura compatíveis”, considerou.
 
 
BLOGS
 
Moacir Pereira
 
Policia fecha cassino em Balneário Camboriú
A Polícia Civil Estadual fechou um cassino clandestino, em Balneário Camboriú. ação foi desencadeada durante ações de fiscalização, quando constatada, através de denúncia, que na Rua 501, nas dependências do Hotel das Américas, ocorria a prática de jogos de azar ou havia um cassino clandestino. urante a Operação, os policiais flagraram 30 pessoas, entre jogadores e funcionários, e apreenderam objetos, produtos da ilegalidade. O local foi interditado e a sala, onde funcionavam os jogos, foi lacrada. O acusado de exploração de jogos de azar identificou-se como proprietário da sala de jogos e apresentou um contrato de locação do espaço. Ele foi conduzido até a Delegacia de Polícia, onde responderá a Termo Circunstanciado (crime de menor potencial ofensivo) por exploração de jogos de azar. Após os procedimentos, foi liberado, conforme a Lei permite.
 
Paulo Alceu
 
#Para tirar passaporte na Polícia Federal só em janeiro, assim como visto para os Estados Unidos. A Casa da Moeda está tendo dificuldade em atender a demanda tanto que vai investir numa nova máquina de impressão. É o Brasil ascendendo…