Área do associado

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Clipping do dia 23 de agosto

23.8.2011
CLIPPING
23 de agosto 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assuntos: Notas oficiais
                   Soldado do Bope
                   Divergências entre as corporações
 
NOTA ZERO
Impressiona o número de notas oficiais divulgadas desde a última semana em SC. Nas denúncias políticas foram quatro: Ideli, Pizzolatti, PR e PT. Na crise entre as polícias, outras seis: secretário de Segurança, Associação dos Praças, Sindipol, Sindicato dos Trabalhadores em Segurança, Associação dos Oficiais e Associação dos Delegados. Para tentar fugir da crise, nada como a impessoalidade.
 
TUDO EM CASA
O soldado do Bope que parecia ser o mais nervoso na abordagem a uma viatura da Polícia Civil, sábado à tarde, no túnel Antonieta de Barros, é casado com uma… policial civil. Foi o próprio PM que disse ao agente que tentava se identificar:
– Esta carteira não vale m… nenhuma.
– O clima anda tão feio que já tem policial civil planejando abordar os PMs que fazem “bicos” em estabelecimentos comerciais.
 
 
A REGRA É CLARA
Prova de que as divergências entre as duas corporações não é pontual. Em maio de 2010, o então secretário de Segurança André Mendes da Silveira assinou a portaria 0723, que disciplina a ação do profissional de segurança pública no caso de ocorrência policial envolvendo qualquer funcionário da SSP. A portaria é clara. “A autoridade a quem está subordinado o agente público que tenha cometido suposta infração deverá ser imediatamente comunicada”. Também define que o servidor envolvido deverá ser conduzido à presença da autoridade de hierarquia imediatamente superior. Basta cumprir.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Greve do magistério
 
Governador nomeia grupo de trabalho
O grupo de trabalho que discutirá o plano de carreira do magistério deve ter sua primeira reunião amanhã. O governador Raimundo Colombo nomeou ontem os componentes.
O grupo terá como coordenador o secretário-adjunto da Educação, Eduardo Deschamps. O diretor da Secretaria da Administração, Luiz Antônio Dacol, o procurador do Estado João dos Passos Martins e a representante da Secretaria da Fazenda, Herta Machado Capaverde, também fazem parte da equipe.
O deputado estadual Joares Ponticelli (PP) é o representante do Legislativo. Ele foi relator do projeto de lei que alterou o plano de carreira dos professores, aprovado em 13 de julho, e que não agradou os docentes.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) terá a coordenadora Alvete Bedin e os diretores Luiz Carlos Vieira, Joaninha de Oliveira e Sandro Luiz Cifuentes. A paralisação dos professores durou 62 dias e terminou em 18 de julho, quando eles decidiram entrar em estado de greve. Os docentes têm uma assembleia estadual marcada para novembro, quando avaliam se voltam a paralisar.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Polícia amplia o bloqueio na SC-405
 
 
Polícia amplia o bloqueio na SC-405
A polícia ampliou o bloqueio da SC-405, no Sul da Ilha, na Capital. Com a mudança, os motoristas que seguem em direção ao Centro terão as pistas exclusivas entre o Trevo do Bairro Tapera e o Trevo da Seta, das 7h13min às 07h33min. Antes, a interrupção começava no Trevo do Campeche. Os motoristas que seguem em direção ao bairro e os moradores que trabalham na região devem evitar o tráfego no horário. Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), o maior número de veículos fica retido na Via Expressa Sul, antes do elevado do Trevo da Seta. O horário foi definido para não prejudicar os ônibus escolares que trafegam no bairro antes das 7h15min.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Moacir Pereira
Assunto: Dilma e Ideli
 
Dilma respalda Ideli
Dois fatos políticos foram registrados após a veiculação da reportagem da revista IstoÉ com acusações contra a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti. O primeiro partiu da presidente Dilma Rousseff, que minimizou o conteúdo da matéria jornalística e respaldou as ações da assessora. O segundo, a inexistência de repercussão nacional, o que esvaziou o caso envolvendo lideranças de Santa Catarina.
Ideli Salvatti não revelou maiores preocupações com o conteúdo do noticiário da revista. Instada a se pronunciar já na quinta-feira, a ministra pediu uma conversa com a presidente da República para inteirá-la do que viria na edição.
– Não me incomode e não se incomode com isso – teria dito Dilma Rousseff quando ouviu o relato, segundo a ministra. Dava sinal de que já havia sido informada da pauta da revista e conhecia seu conteúdo, através da secretária de Imprensa, a jornalista Helena Chagas. Este curto diálogo talvez explique, também, por que Ideli Salvatti optou por uma resposta tão protocolar à revista, sem entrar no mérito das denúncias contidas na reportagem e passando ao largo de outras questões. Procurou pulverizar o conteúdo. Uma manifestação que se transformou na nota da Secretaria de Relações Institucionais, publicada sábado no site do Palácio do Planalto, e redistribuída aos jornalistas de Santa Catarina pelo PT nos últimos dias.
O assunto foi retomado no encontro diário, antes mesmo de iniciado o expediente, que reúne no gabinete presidencial Dilma Rousseff, as ministras Gleisi Hoffmann, Ideli Salvatti e Helena Chagas e o secretário particular, Gilberto Carvalho.
– Viu como eu tinha razão. Não era mesmo para se preocupar – completou Dilma, encerrando o assunto, respaldando as intervenções da ministra e analisando outros temas.
 
 
NOTAS
A presidente Dilma tem metas bem definidas neste segundo semestre. A prioridade zero, levada a todo o ministério, é de blindar o Brasil contra os efeitos da crise financeira internacional. Continua ouvindo sugestões sobre medidas que possam fortalecer o mercado interno, manter o nível de crescimento das empresas e evitar a perda de postos de trabalho.
Tem claras, também, as diretrizes sobre denúncias de irregularidades. Está convencida de que o povo brasileiro e a base de seu partido não aceitam desvios éticos e atos de corrupção. Mas constata que a maioria também se indigna quando denúncias implicam injustiças, condenações precipitadas. Acha que as instituições devem ser respeitadas: a polícia investiga, o Ministério Público denuncia e a Justiça julga, condenando ou absolvendo.
Os dois partidos avalistas da permanência de João José dos Santos na direção do Dnit lançaram notas contestando a revista. O PT acusou a publicação de tendenciosa e propôs que seja responsabilizada. E o PR voltou a defender a permanência de João José dos Santos no Dnit. Em Brasília, Ideli confirmou ter recebido a visita de deputados federais do PP, com os quais tratou da unidade da bancada. Estes parlamentares teriam procurado o Planalto para denunciar a cooptação de quatro deputados para fortalecer a posição do ministro Mário Negromonte, mediante pagamento de mesada de R$ 30 mil, segundo a revista Veja.
A bancada do PP divide-se entre os que querem mudança no Ministério das Cidades e os que se alinham com Negromonte. Uma divisão que é matemática na representação catarinense. João Pizzolatti defendia o ex-líder Nelson Meurer e está fechado com Negromonte. Esperidião Amin, o segundo deputado, votou contra Meurer e articulou a vitória de Agnaldo Ribeiro. Nelson Meurer tinha um acordo político para transferir a liderança do PP a Pizzolatti quando terminasse seu período.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Política
Assunto: Justiça libera pagamentos acima do teto
 
 
Justiça libera pagamentos acima do teto
O presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª região, Olindo Menezes, liberou o pagamento de comissões e gratificações, entre outras verbas, acima do teto salarial de R$ 26,7 mil aos funcionários do Senado.
Menezes aceitou o recurso da Casa e suspendeu uma liminar concedida em junho pelo juiz Alaôr Piacini, da 9ª Vara Federal de Brasília, em um processo apresentado pelo Ministério Público Federal do DF.
A liminar mandava o Senado pagar até R$ 26,7 mil em verbas como comissões, gratificações e horas extras. Depois, o próprio Piacini decidiu que as horas extras poderiam ultrapassar o teto, seguindo entendimento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Segundo Menezes, a liminar poderia lesar a “ordem pública” porque, feito de forma abrupta, o corte nos salários poderia inviabilizar o funcionamento dos serviços públicos.
Além disso, de acordo com o TRF, a liminar “traz alteração de inúmeras situações jurídicas constituídas e seladas pelo teste do tempo, inclusive no que se refere a proventos e pensões estatutárias, sem que os prejudicados se possam defender.”
O presidente do TRF citou ainda a independência dos poderes. Ele afirmou que o Senado é o único responsável por editar medidas sobre o pagamento de seus funcionários.
A decisão não atingiu o mérito: apenas se referiu à liminar no processo de primeira instância. Cabe recurso. O Senado se manifestará sobre a decisão após recebê-la na íntegra.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Informe Político
Assunto: União Policial
 
União policial
Enquanto oficiais da Polícia Militar e delegados da Polícia Civil alimentam rivalidades históricas, a Associação de Praças do Estado de Santa Catarina (Aprasc) e o Sindicato dos Trabalhadores em Segurança Pública (Sintrasp) emitiram nota conjunta, ontem, para dizer ao pessoal da base que evite o conflito.
No popular: não entrem na pilha dos superiores. O problema é que não respeitar é insubordinação.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Reportagem Especial
Assunto: Dnit catarinense
 
Como estão as BRs de João José dos Santos
A crise que abalou o Ministério dos Transportes ainda traz reflexos para as obras das rodovias federais de SC e noos bastidores, com as articulação da ministra Ideli para manter no cargo o seu afilhado político
Enquanto a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti (PT), articula a permanência do superintendente do Dnit em Santa Catarina, João José dos Santos, no cargo, motoristas e passageiros correm risco na rodovia federal mais perigosa do Estado. De 2008 – quando a duplicação da BR-101 Sul deveria estar pronta – para cá morreram mais de 350 pessoas no trecho.
A conclusão da obra não tem previsão. São três os grandes gargalos. O túnel duplo do Morro dos Cavalos espera a licença do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) para que seja lançado o edital do projeto executivo. Depois serão necessários ainda três anos para a construção.
O Túnel do Morro do Formigão tem a situação mais peculiar. No começo deste mês, o Ibama expediu a licença de instalação, mas nada começou por falta de emprreiteira. A ponte estaiada sobre o Canal de Laranjeiras, em Laguna, a dificuldade é a oposta: o consórcio Camargo Corrêa/ Magno Martins/Construbase foi contratado, mas não tem autorização ambiental para iniciar os trabalhos.
Sem contar as três obras de arte, o Dnit promete entregar o restante da duplicação até o fim de 2012. Falta entregar 20% dos 238,5 quilômetros da via para asfaltar, 16 viadutos e duas pontes. Com três anos de atraso, conforme o site Transparência Pública, foram feitos 150 aditivos. Este fator somado aos reajustes, tornou a duplicação onerosa, passando de R$ 1,1 bilhão em 2004, para R$ 1,9 bilhão neste ano. No lote 25, entre Itapirubá a Capivari, foram pavimentados apenas 57% do trecho de 22 quilômetros. O lote 26, entre Tubarão e Sangão, ficou a um fio de ultrapassar o limite legal de 25% no valor original. Com uma elevação de 24,99%, o custo atual é de R$ 115,8 milhões. O mais atrasado é o lote 29, entre Araranguá e Sombrio, que tem previsão de ser concluído no fim de 2012. Estão prontos apenas um quilômetro de pavimentação e 40% do viaduto duplo do Contorno de Araranguá.
 
Empresários se dividem nas opiniões
A atuação de João José dos Santos à frente do Dnit é contestada por liderança do Sul e elogiada no Norte.
– Se ele fizesse uma boa gestão, a duplicação estaria pronta. Sempre que eu ouvi ele falando (João José) e o governo, eles diziam que não faltava dinheiro e ainda hoje (ontem) eu viajei pela rodovia e a gente vê como falta coisa para concluir – disse o _ presidente da Associação Comercial de Criciúma, Olvacir Bez Fontana
O presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) Glauco Côrte diz que a entidade não faz avaliação avaliação do desempenho pessoal do diretor do Dnit.
– O que a Fiesc tem feito é mostrar que a obra está atrasada e isso não é um juízo de valor, mas não nos cabe fazer nenhuma avaliação quanto aos gestores – afirmou.
O presidente da Associação Empresarial de Jaraguá do Sul (Acijs), Durval Marcatto, contemporiza:
– Não temos nenhuma objeção ao João José enquanto pessoa. Ele, como superintendente, sempre nos recebeu muito bem e se mostrou interessado em atuar a favor dos nossos pleitos. Se há problemas, não acho que isso seja da alçada dele.
Para o presidente, os problemas de gestão poderiam ser facilmente resolvidos se os governos municipais, estaduais e federal deixassem de praticar o apadrinhamento partidário como forma de indicação para cargos importantes.
– Isso é uma coisa que acontece em todos os lugares, em todas as esferas e que precisa ser mudado – avalia.
Na opinião do presidente da Associação Empresarial de São Bento do Sul (Acisbs), Adelino Denk também é cauteloso:
– Nnós não acompanhamos o dia a dia, o que acontece internamente nesses órgãos. Pelo que eu sei, com as entidades de classe e com a sociedade que se mobiliza em prol de obras como a duplicação da BR-280, ele tem sido solícito e nos atende sempre que necessário.
 
Gravação mostra um racha no PT
Os diálogos entre Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e o ex-deputado Nelson Goetten (PR), publicados pela revista Isto É, escancararam o racha interno do PT catarinense e a disputa de espaço entre o grupo ligado à ministra e a ala do ex-deputado Claudio Vignatti. Mostram ainda que, mesmo reconhecendo falhas na gestão de João José dos Santos, Ideli articulou a sua permanência frente à superintendência estadual do Dnit.
Em uma conversa, Goetten diz a Ideli que “o nosso amigo lá no Palácio”, em referência à Vignatti, “está fazendo um bom movimento para tentar nos dar o troco e derrubar o João José”. A ministra responde que está “apavorada” com esta articulação, pois “a situação do João José vai ficando muito delicada”. Ideli destaca que fará “todo o esforço para defender” o superintendente do Dnit.
As desavenças entre Ideli e Vignatti teriam se aprofundado durante a campanha eleitoral, quando a ministra disputou o governo e o ex-deputado era candidato ao Senado. As derrotas e as diferentes estratégias de campanha criaram feridas que não cicatrizaram. O pano de fundo desta disputa passa pela ocupação dos cargos federais no Estado. Internamente, grupos do PT catarinense sempre reclamaram do fato de Ideli ter indicado os ocupantes das três principais cadeiras federais no Estado: Eurides Mescolotto na Eletrosul, José dos Santos no Dnit e Eliane Schmidt na gerência do INSS.
A queda de João José fragilizaria Ideli, que perderia o “controle” sobre o principal executor das obras federais no Estado. Neste contexto, as gravações publicadas pela revista mostram que Ideli articulou fortemente a permanência do dirigente no cargo, apesar de todo o desgaste acumulado por ele. Embora não se tenha notícias sobre alguma investigação de atos de João José à frente do Dnit, seu desempenho tem sido duramente criticado dentro e fora o PT, principalmente pelos constantes atrasos na duplicação da BR-101 Sul.
Nos bastidores, a classe empresarial chegou a sinalizar a preferência por Vignatti, enquanto dentro do partido a avaliação é que a situação da obra acabou prejudicando o desempenho eleitoral do PT no Estado. A própria ministra reconhece as falhas na gestão. “Nós garantimos aquele dinheiro para a duplicação (…) E eles (Dnit) não tomaram as providências legais para iniciar a obra. E não iniciando, a gente perde o dinheiro que já está empenhado e disponível na Caixa, R$ 6 milhões, e toda a emenda coletiva da bancada que a gente conseguiu fazer todo mundo concordar”, diz Ideli para Goetten. “O João tem realmente alguns pecados, que é não se comunicar”, concorda Goetten.
 
Solidariedade do Planalto
Frente às novas declarações e à crise que ronda os Transportes, o PT catarinense fechou o apoio a Ideli Salvatti e João José dos Santos. Ontem, a executiva nacional divulgou nota para expressar “total solidariedade e apoio aos petistas citados na matéria”. Para os petistas, a divulgação dos diálogos visa a “fragilizar” a ministra Ideli Salvatti e desgastar ainda mais a situação de José dos Santos, que até agora escapou da “limpa”.
Em Brasília, as conversas de Ideli e Goetten não ganharam destaque. Na reunião da coordenação política, da qual participam a presidente Dilma, Gilberto Carvalho (secretário-geral da Presidência), os ministros Ideli Salvatti, Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Guido Mantega (Fazenda), além do vice-presidente Michel Temer e dos líderes de governo na Câmara e no Senado, o assunto não entrou em pauta.
 
Lote 26 aditivado e não concluído
Apesar de ter recebido 12 aditivos contratuais ao longo dos últimos seis anos, o Lote de 26 das obras de duplicação da BR-101, entre Capivari de Baixo e Sangão, está inacabado. Os últimos dois ou três quilômetros de estrada em meio a desvios são referentes a dois elevados no município de Jaguaruna e construídos pela Triunfo, a mesma empreiteira que há três anos desistiu de participar dos trabalhos no Lote 29, em Araranguá, e deixou uma lista de credores no comércio da região de Tubarão.
Essa parte inacabada da rodovia fica no trecho do Morro da Cebola, entre o trevo de acesso ao município de Treze de maio, onde está sendo construído um viaduto, e o elevado de acesso a Jaguaruna, onde a duplicação é uma realidade há mais de um ano. O trecho em obras não chega a causar transtornos intensos em épocas de grande movimento como na temporada de verão, mas é alvo de reclamações de moradores e empresários das duas pequenas cidades.
– Naquela área tem cerâmicas, posto de combustíveis e dezenas de residências e os desvios atrapalham muito o trânsito de veículos das empresas e clientes. O acesso a Treze de Maio é muito mal sinalizado, o risco de acidentes é grande – diz o prefeito em exercício de Jaguaruna, Lorisvaldo Felisbino Constante.
A promessa do Dnit é que essa última etapa do Lote 26 fique pronta em 90 dias. O ritmo de trabalho empregado pela Triunfo é intenso. Em 2006 a empresa assumiu o lugar da DM Construtora de Obras Ltda, que, por conta de dificuldades financeiras, abandonou o Lote 29, na região de Araranguá, com apenas 3% do cronograma concluído. Seis meses depois e também por motivos financeiros, a Triunfo abandonou as obras sem acrescentar nada.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Crise entre polícias
 
 
Uma se reúne, a outra pede paciência
Enquanto integrantes do sindicato dos Policiais Civis de Santa Catarina (Sinpol) querem providências da cúpula, o comando da Polícia Militar pede calma a seus homens. São os lados opostos da crise entre as polícias Civil e Militar, que se agravou nos últimos dias.
Líderes do Sinpol se reúnem hoje de manhã com o delegado-geral da Polícia Civil no Estado, Aldo Pinheiro d’Ávila. O presidente do sindicato, Pedro Joaquim Cardoso, explica que a reunião foi pautada com base na abordagem a um policial civil e na perseguição a uma viatura da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) por parte da PM.
Os membros do Sinpol pedirão ao delegado-geral que tome uma atitude para acabar de uma vez com os conflitos. Conforme Cardoso, ações deixaram de ser pontuais há muito tempo e têm ocorrido em todo o Estado.
– Quem ri com isso são os bandidos, enquanto a população fica insegura. Não queremos medir forças com ninguém, queremos que a segurança pública seja eficiente.
Se os policiais Civis querem ação, o comando da PM pede calma. Em nota, o comandante Nazareno Marcineiro ressalta que “comportamentos individuais acabam produzindo efeitos capazes de expor corporações a crises de relacionamento”.
– Diante dos fatos, reiteramos a necessidade de evitarmos discussões desnecessárias, provocações e hostilidade, agindo com postura pautada no profissionalismo.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Cadeia em Imbituba
 
Presos saíram pelo telhado
Os 13 presos que escaparam, no domingo, da Unidade Prisional de Imbituba, no Sul de SC, fugiram pelo teto de um dos pavilhões, após serrarem as grades. A informação foi confirmada ontem de manhã pela direção da unidade.
Por enquanto, apenas dois detentos foram recapturados pela Polícia Militar (PM). A ação dos presos ocorreu no horário de banho de sol, por volta das 16h. Cerca de 50 dos 109 detentos da unidade estavam no pátio naquele momento.
Quando os presos escaparam, havia três agentes prisionais e dois policiais militares de plantão. Entre os detentos foragidos estavam oito provisórios, três em regime semiaberto e três condenados em regime fechado.
Segundo o diretor do presídio, Fabrício Faustina da Rosa, a corregedoria da Secretaria de Justiça e Cidadania está investigando as causas da fuga. A sindicância também apura se houve algum tipo de facilitação.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Assalto em Balneário Camboriú
 
Três assaltantes mortos e três policiais feridos
Tiroteio, às margens da BR-101, foi logo após assalto à casa de um empresário em Balneário Camboriú
Os momentos de terror que viveu ao lado de um assaltante ficarão na memória do comerciante Gilmar Lins Caldas, 53 anos. Ele dirigia no Centro de Balneário Camboriú quando presenciou uma troca de tiros entre bandidos e polícia.
Os criminosos, armados com pistolas, haviam assaltado uma casa momentos antes, e tentavam fugir. Caldas foi rendido e se transformou em mais uma vítima do crime que terminou com três bandidos mortos e três PMs feridos, ontem de manhã. Quem viu, disse que a ação parecia cena de guerra.
Para fazer Caldas parar, o assaltante, baleado na cabeça, atirou contra a porta do SpaceFox do comerciante. Rendido, Caldas dirigiu por alguns metros e atravessou o túnel sob a BR-101 que dá acesso ao Bairro Monte Alegre, em Camboriú, até perceber que o bandido havia desmaiado.
– Quando vi que ele não se mexia, parei o carro. Pensei em tudo, até que fosse morrer. Tive medo que a polícia me confundisse com os assaltantes.
O homem que o rendeu morreu minutos depois, dentro do carro estacionado. Perto dali, outros dois bandidos ainda trocavam tiros com a PM. Sem sucesso, eles tentaram render o motorista de uma caminhonete. Segundo testemunhas, ao perceber que estava cercado, um dos assaltantes teria erguido as mãos em sinal de rendição, o que não é confirmado pela PM. O outro assaltante se escondeu atrás do carro e continuou atirando.
Em poucos minutos, a avenida havia se tornado zona de guerra.
– Eu ouvi pelo menos 30 tiros – disse um rapaz que estava no local.
Os dois assaltantes acabaram baleados pela polícia. Um morreu no local e o outro, no hospital, no final da tarde. Até o fechamento desta edição, eles não haviam sido identificados.
Três soldados da PM também acabaram baleados. Rodrigo Eupídio Cardoso, da radiopatrulha, foi ferido na coxa; Gerson José Schroeder e Antônio Carlos Batista, ambos do Pelotão de Policiamento Tático (PPT), foram feridos nos joelhos. Até o final da tarde, apenas Batista continuava internado, mas passava bem.
 
Família refém por duas horas
Quando foram localizados pela polícia, os três assaltantes que trocaram tiros com a Polícia Militar fugiam de uma casa na Rua Tailândia, no Bairro das Nações, em Balneário Camboriú. Eles haviam mantido refém, por duas horas, a família de um comerciante, dono de uma rede de joalherias.
O imóvel foi invadido ainda de madrugada. Os assaltantes arrombaram a porta da garagem e ficaram ali, escondidos, até que a filha do dono da casa e o marido saíam para trabalhar.
Cinco pessoas ficaram em poder dos bandidos e foram obrigadas a entregar dinheiro, joias e eletrônicos. Na fuga, os assaltantes levaram o carro de uma das vítimas, um Jetta, com o qual foram interceptados pouco tempo depois.
Segundo a polícia, a abordagem foi possível porque, no momento em que passavam pela Avenida das Flores, um caminhão cruzou na frente dos bandidos. Segundo testemunhas, os assaltantes teriam iniciado a troca de tiros.
 
Pistolas de uso exclusivo das forças armadas
Com os criminosos, foram apreendidas três pistolas, duas de calibre 380 e uma nove milímetros. Todas são uso exclusivo das Forças Armadas. A numeração das armas estava raspada, segundo a polícia.
De acordo com a delegada Luana Backes, da Divisão de Investigações Criminais (DIC), os primeiros levantamentos indicam que a quadrilha seria do Rio Grande do Sul.
A polícia trabalha com a possibilidade de mais dois criminosos terem participado do assalto. Mas eles não haviam sido localizados nem identificados até o fechamento desta edição.
 
“Em casa é mais assustador”
Empresário assaltado
Comerciante de joias há 18 anos, o dono da casa invadida já havia sofrido assalto em suas lojas. Pela primeira vez, bandidos entraram na casa dele.
Diário Catarinense – Como os bandidos entraram na sua casa?
Comerciante – Acredito que foi por volta de 1h30min da manhã, quando minha neta ouviu um barulho – eram eles estourando a porta da garagem. Ela chegou a acordar a mãe, mas as duas voltaram a dormir. Os assaltantes ficaram ali esperando até a hora em que minha filha e meu genro saíam para trabalhar. Renderam os dois e entraram em casa.
DC – Eram quantos assaltantes?
Comerciante – Eram três, mas eles ficavam falando com outras pessoas por telefone. Nos fizeram sentar no sofá, amarraram nossas mãos e um ficava com a arma apontada para nós. Eles acordaram minhas netas, uma de seis e outra de 18 anos. Queriam dinheiro. Eu disse que não tinha, mas eles reviraram toda a casa.
DC – Eles chegaram a pensar em levar um de vocês como refém?
Comerciante – Sim. Queriam levar um de nós até uma das joalherias para poderem entrar. Eu falei que tinha seguranças lá, e que eles poderiam morrer se fizessem isso. Creio que foi por isso que eles desistiram de levar um de nós. Chegaram a levar o meu genro, amordaçado, até o meu carro. Eles o deixaram lá amarrado e fugiram com o carro.
DC – O senhor já tinha sido assaltado antes?
Comerciante – Minhas lojas já haviam sido assaltadas várias vezes, mas, em casa, onde estão nossos filhos, é mais assustador.
____________________________________________________________________________ Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Crimes e ocorrências
 
Família é amarrada com fios em assalto
Uma família foi feita refém durante um assalto no centro de Catanduvas, no Meio-Oeste de SC. As vítimas foram amarradas com fios de energia elétrica, mas não ficaram feridas. Elas estavam em casa quando foram surpreendidas por um homem armado com um revólver, por volta das 21h. O suspeito roubou joias, dinheiro e o carro da família.
 
Acidente após roubo em motel
Um roubo em motel em Criciúma terminou em acidente com dois feridos na BR-101 em Araranguá, no Sul de SC, na noite de domingo. Uma moto foi atingida na rodovia por uma caminhonete S-10 dirigida por um adolescente.
Um homem de 42 anos estava na companhia de dois jovens no motel, na noite de domingo – entre eles um adolescente de 17 anos – quando os dois, munidos de facas, anunciaram o assalto e fugiram do local com a caminhonete.
Na saída, arrebentaram o portão do motel e seguiram em direção a Araranguá, onde acabaram atingindo a moto, a 30 quilômetros de Criciúma. O motociclista e o caroneiro sofreram lesões leves.
Quando a PM chegou ao local, apenas o adolescente estava na S-10. O caroneiro teria fugido.
____________________________________________________________________________ Veículo: A Notícia
Editoria: Polícia
Assunto: Fuga no Presídio de Joinville
 
Dezesseis detentos fogem do Presídio Regional de Joinville
Fuga teria ocorrido na madrugada desta terça-feira
Dezesseis detentos fogem do Presídio Regional de Joinville. De acordo com o diretor do presídio, a fuga ocorreu por volta das 2 horas da madrugada desta terça-feira.
O grupo cerrou as grades das celas, pulou o muro e se escondeu no mato. Acredita-se que os presos tenham escapado pelo lado de trás do presídio, ao lado da penitenciária. A equipe do Deap continua fazendo buscas pela região.
 
 
 
 
 
BLOGS
 
Paulo Alceu
 
Outra encrenca
Em nota oficial a Aprasc deixa claro que o relacionamento de praças e integrantes da base da Polícia Civi é “excelente” frisando que as disputas estão concentradas entre delegados e oficiais, ou seja, integrantes da cúpula. E daí passa a distribuir alfinetadas ao evidenciar que agentes e praças não têm tempo para rivalidades diante de um quadro de insegurança devido a escassos recursos, escalas dobradas e um salário defasado. Revela que delegados e oficiais de Santa Catarina ostentam um dos melhores salários do país, enquanto que agentes e praças amargam a 21º posição do ranking sendo superados por Sergipe, Goiás e Tocantins. Ao descrever o apoio em 2007 da lavratura do termo circunstanciado pela PM a Aprasc acusa que esse procedimento passou a ser instrumento para que a cúpula da Polícia Militar recebesse “gratificações discriminatórias”. Grave. Acusa, inclusive, que o policiamento ostensivo, função principal da PM, está sendo prejudica diminuindo inclusive a eficiência do policiamento preventivo. Não se omite a realizar TCs, mas não da forma como vem sendo feito “no capô das viaturas”. Defende a polícia única e desmilitarizada com base também na defasagem existente. Como também um regulamento humanizado e o fim dos privilégios a cúpula da PM e Bombeiros. Ou seja, nessa “guerra” a Aprasc posicionou-se contra o que denominou de “revanchismo corporativista” em detrimento, é claro, do combate ao crime e defesa da população. “ Apelamos aos praças da PM e à base da Polícia Civil para que mantenhamos a boa relação e não nos deixemos contaminar por disputas que não são nossas,” finaliza a nota.
 
 
Moacir Pereira
 
Segurança: Aprasc lança nota sobre crise
A Aprasc lançou nota oficial em que analisa a crise na Segurança Pública, provocada por conflitos entre policiais civis e militares. Leia:
“A Associação de Praças de Santa Catarina vem a público manifestar opinião e esclarecer alguns pontos sobre os fatos noticiados pela imprensa envolvendo disputas de atribuição entre as polícias civil e militar.
Inicialmente, esclarecemos que as disputas acontecem apenas entre delegados e oficiais, integrantes da cúpula. Nós, praças da Polícia Militar temos um excelente relacionamento com os integrantes da base da Polícia Civil. As brigas que se tornaram públicas nos últimos meses envolvem disputa por poder. Os integrantes da base da segurança pública – agentes e praças – não têm tempo para esse tipo de rivalidade, até porque estão ocupados demais em tentar fazer segurança pública com os escassos recursos disponíveis, com as escalas dobradas e com um salário cada vez mais defasado. Além disso, somos obrigados a conviver com as disputas por poder da cúpula mais bem paga do país. Os delegados e oficiais de SC têm os melhores salários do Brasil, enquanto os agentes e praças amargam a 21ª posição no ranking, ficando atrás de estados com arrecadação inferior, como Sergipe, Goiás e Tocantins.
No começo de 2007, fomos favoráveis à lavratura do termo circunstanciado (TC) pela PM, pois acreditávamos que a medida seria utilizada para agilizar o serviço prestado à sociedade e a instituição seria mais valorizada com a nova atribuição.
Passados quatro anos, a realidade se mostrou bem diferente. A lavratura do TC se mostrou apenas um instrumento para que a cúpula da PM recebesse gratificações discriminatórias, aumentando ainda mais o abismo salarial existente nas corporações militares de SC.
A atividade principal da PM – polícia ostensiva – também foi prejudicada, pois os policiais militares precisam preencher laudos de trânsito, boletins e termos circunstanciados, atividades que afastam as viaturas das ruas e diminuem significativamente a eficiência do policiamento preventivo. A Polícia Militar e a Polícia Civil sofrem com uma defasagem histórica de efetivo, assim como as demais instituições de segurança, resultado de sucessivos governos que negligenciaram essa questão.
Nesse sentido, a unificação se faz necessária para suprir as deficiências das corporações e melhorar o atendimento à comunidade. Esclarecemos que os policiais militares têm capacidade para realizar o TC, mas as condições que são oferecidas para esse trabalho – o capô das viaturas – dificultam muito o serviço e diminui o tempo das rondas ostensivas.
Entendemos que a Polícia Militar deve cumprir prioritariamente a missão constitucional de realizar o policiamento ostensivo e preventivo. O aumento das atribuições da PM sem o correspondente aumento de efetivo significa a sobrecarga dos praças, que estão mais diretamente envolvidos com a atividade operacional.
Queremos condições dignas para desempenhar a já árdua atribuição de prevenir e combater os crimes. Precisamos de mais efetivo, de uma carreira digna, um regulamento humanizado e de um plano de cargos e salários justo, que extermine de uma vez por todas os privilégios injustificáveis da cúpula da PM e do Bombeiro.
Polícia única e desmilitarizada: Para por fim às intermináveis disputas de poder entre delegados e oficiais, com prejuízo de praças, policiais civis e principalmente da sociedade, defendemos a unificação e desmilitarização das instituições de segurança pública no país. Como unificar as duas instituições existentes seria quase impossível devido a resistências das cúpulas, vamos defender através da Associação Nacional de Praças e da nossa representação em Brasília a criação de uma terceira Polícia estadual, que possa absorver quadros das duas polícias. Essa nova instituição deve ser desmilitarizada e realizaria o ciclo completo, do policiamento ostensivo aos procedimentos de polícia judiciária. Com isso, a sociedade pode ter em um futuro próximo uma única Polícia, somando esforços para combater o crime e sem desperdiçar tempo e dinheiro com revanchismos corporativistas. Os episódios ocorridos recentemente evidenciam a inviabilidade do atual modelo de segurança pública. É irracional acreditar na eficiência no combate ao crime quando existem duas polícias disputando espaço ao invés de somar esforços, quando os comandos são separados e disputam recursos, cargos e poder. Apelamos aos praças da PM e à base da Polícia Civil para que mantenhamos a boa relação e não nos deixemos contaminar por disputas que não são nossas.
Florianópolis, 22 de Agosto de 2011
Sargento Amauri Soares,Presidente da Associação de Praças de Santa Catarina, Deputado Estadual.”
 
 
Os conflitos Policia Civil x Polícia Militar
“O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Nazareno Marcineiro, divulgou nota aos policiais militares, informando e orientando o público interno sobre episódios recentes acontecidos durante o atendimento de ocorrências envolvendo policiais civis. Segue a nota:
“Senhores Policiais Militares,
Em razão do atendimento de ocorrências envolvendo policiais civis, as quais repercutem na mídia, encaminho cópia das notas à imprensa enviadas aos órgãos de comunicação, para conhecimento dos policiais militares, firmando a posição da Corporação diante de dois episódios ocorridos neste final de semana.
Destes fatos, aprendemos que atitudes e comportamentos individuais acabam produzindo efeitos capazes de expor corporações a crises de relacionamento institucional. Neste sentido, reiteramos a necessidade de evitarmos discussões desnecessárias, provocações e qualquer espécie de hostilidade, agindo com conduta e postura pautadas no profissionalismo e na ética, visando manter e perpetuar o bom relacionamento entre nossa Corporação e a Polícia Civil, instituição co-irmã e detentora do respeito e admiração de todos os policiais militares catarinenses.
NAZARENO MARCINEIRO
Coronel PM Comandante-Geral”
Abaixo as duas notas à imprensa:
“ASSUNTO: Ocorrência do Bope envolvendo policial civil
Na tarde de hoje, na Capital, uma guarnição do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) que transitava pela Via Expressa Sul (sentido bairro/centro) flagrou outro veículo realizando manobras perigosas.Durante o acompanhamento, com os veículos transitando lado a lado, o condutor, até então não identificado, gesticulou e proferiu vários impropérios aos policiais militares.
Ato contínuo, em procedimento padrão, foi realizada a abordagem logo após a saída do túnel Antonieta de Barros, nas proximidades da Assembléia Legislativa. Neste ato, em razão da resistência oferecida, e ainda em atendimento ao procedimento padrão previsto para este tipo de ocorrência, a guarnição efetuou a imobilização do abordado. Em seguida, restou esclarecido tratar-se de Policial Civil que trafegava em veículo oficial descaracterizado ( sem identificação visual alguma).
Um oficial do Bope compareceu no local da ocorrência e, logo após, acompanhou a entrega do Policial Civil na Central de Polícia.
A Polícia Militar (PM) enfatiza que este foi um fato isolado, tratando-se apenas de mais um na rotina diária, onde a Corporação atuou visando a manutenção da ordem pública.
Quartel em Florianópolis, 20 de agosto de 2011.
NILO JOSÉ PEDRINI JÚNIOR
Coronel PM Chefe
Centro de Comunicação Social
 
NOTA À IMPRENSA
ASSUNTO: Ocorrência envolvendo policiais do 22ºBPM e da DEIC
Conforme relato do 22º Batalhão de Polícia Militar, ontem (21), por volta das 14h, uma guarnição fazia radiopatrulhamento pela avenida Max Schramm, região continental da Capital, quando um veículo Parati placas MIN-1058 chamou a atenção dos policiais militares, por ter passado em alta velocidade pela viatura, próximo ao hotel Cambirela. O veículo ainda cruzou, em sinal vermelho, os quatro semáforos seguintes do trajeto em direção a BR-101.
Em procedimento padrão, conforme os policiais militares, a viatura PM passou a fazer o acompanhamento ao veículo acionando sirene e o dispositivo luminoso (giroflex). O condutor da Parati aumentou a velocidade e passou a efetuar manobras perigosas e, em certos momentos, segundo o relatório, quase causando acidente envolvendo outros veículos. O veículo então seguiu pela BR-101 em direção a Biguaçu. Com o acompanhamento em andamento, a Central de Emergências 190 (Copom) acionou outras viaturas e a aeronave Águia 02 para dar apoio na ocorrência. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também foi acionada, efetuando uma barreira no Posto de Biguaçu.
Estes são os procedimentos adotados em ocorrências com estas características.
Ainda segundo o relatório, ao se aproximar da barreira, a Parati diminuiu a velocidade e estacionou no posto da PRF. A viatura PM que iniciou o acompanhamento chegou em seguida estacionando atrás da Parati. Os policiais rodoviários federais, com arma em punho, abordaram o veículo pela frente e a guarnição PM pela retaguarda.
Naquele momento, dois ocupantes do veículo saltaram e gritaram que eram policiais, ambos estavam com pistolas na cintura – um terceiro desceu portando um fuzil.
Os policiais rodoviários e militares pediam suas identidades e os supostos policiais relutavam em apresentá-las, repetindo que eram policiais da DEIC. Depois de muita insistência os policiais que se diziam da DEIC, sacaram uma identidade assemelhada a da Polícia Civil, mas negaram-se a entregar o documento e se identificarem.
Em consulta ao DetranNet a placa consultada – MIN-1058 – consta como inexistente.
Do exposto, em que pese o lapso temporal entre este e o episódio ocorrido na tarde de sábado – envolvendo uma guarnição do Bope e um policial civil da 5ªDP da Capital – a Polícia Militar considera o fato como mais um atendimento que exigiu a adoção de medidas estabelecidas na doutrina policial militar, as quais, em tese, foram implementadas. Entretanto, visando a lisura e buscando a transparência desejada, um procedimento administrativo será instaurado para a apuração sumária do ocorrido.
Florianópolis, 22 de agosto de 2011.
FERNANDO DA SILVA CAJUEIRO
Tenente-Coronel PM Subchefe
Centro de Comunicação Social
 
Segurança: novos conflitos
Dois novos desentendimentos entre a Polícia Militar e a Policia Civil, neste último fim de semana, na Grande Florianópolis, exigiram a intervenção do secretário Cesar Grubba. O primeiro caso ocorreu em Biguaçu e o segundo no túnel Antonieta de Barros, este resultando na prisão de um investigador da Policia Civil.
 
ACONTECEU NA ALESC
 
 
Angela Albino defende reforço do policiamento no interior da Ilha   
A precária estrutura de segurança pública e o avanço da criminalidade na região da Capital, em especial no interior da Ilha de Santa Catarina, levaram a deputada estadual Angela Albino (PCdoB) a encaminhar duas indicações ao governo do Estado.
Numa a deputada defende a implantação de uma companhia da Polícia Militar para atender exclusivamente as localidades da Barra da Lagoa, Lagoa da Conceição, Praia Mole e Praia da Joaquina, na região Leste; na outra indicação, Angela pede a instalação de uma delegacia da Polícia Civil no Bairro Rio Tavares, a fim de atender as comunidades do Sul da Ilha.
De acordo com a deputada, embora as regiões Sul e Leste sejam as que mais crescem na Capital, o policiamento não tem sido suficiente para atender a demanda de moradores e comerciantes, que diariamente sofrem com a ação de marginais.
Com a delegacia do Rio Tavares, a Polícia Civil teria uma melhor estrutura para atender toda região Sul, realizando investigações e também auxiliando a PM no trabalho preventivo, avalia a deputada.
A companhia da PM para atender a Lagoa da Conceição e adjacências supriria uma lacuna que hoje existe na região, principal ponto turístico de Florianópolis.
 
 
MÍDIAS DO BRASIL
 
 
Veículo: Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: No Rio de Janeiro, 38 recrutas internados recebem alta
 
No Rio de Janeiro, 38 recrutas internados recebem alta
Eles estavam internados no Hospital Naval Marcílio Dias e voltarão ao Curso de Formação de Soldados do Corpo de Fuzileiros Navais
Dos 57 recrutas internados no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, 38 apresentaram melhora e receberam alta hoje à tarde. Segundo o Comando do Primeiro Distrito Naval, eles retornarão às suas atividades normais no Curso de Formação de Soldados do Corpo de Fuzileiros Navais e serão acompanhados pela Divisão de Saúde do Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (Ciampa).
Os demais alunos internados apresentam boa evolução clínica e continuam recebendo assistência médica. O aluno Victor Hugo, que apresentou quadro de problema renal, deixará a Unidade de Terapia Intensiva e será transferido para quarto hospitalar ainda hoje. Leonardo Gama apresentou um quadro de melhora, mas ainda necessita de cuidados, segundo a Marinha.
Em relação a Maria Souza, avó de Leonardo Gama, a Marinha afirmou que está prestando a assistência necessária. Ela havia reclamado em entrevista à imprensa por chegar ao Rio sem dinheiro para visitar o neto e que não estaria recebendo nenhum tipo de suporte. A Marinha alegou que não havia sido contatado pela mesma e só tomou conhecimento do fato posteriormente.
Os aspirantes a fuzileiros navais foram internados após um surto de síndrome respiratória. Eles estavam em treinamento no Ciampa, em Campo Grande, na zona oeste do Rio. Segundo parentes dos rapazes, eles tiveram pouco acesso à água durante o treinamento. A Defensoria Pública da União vai oficiar a Marinha, a secretaria municipal de Saúde do Rio e a direção do Hospital Naval Marcílio Dias para esclarecer o que provocou a internação dos jovens.
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Veículo: Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Comando admite grande chance de participação de PMs na morte de juíza
 
 
Comando admite grande chance de participação de PMs na morte de juíza
Notícia de que estojos de munição no local foram comprados pela corporação reforça tese de que agentes públicos estão envolvidos no assassinato
O comandante-geral da Polícia Militar do Rio, coronel Mário Sérgio Duarte, admitiu na manhã desta segunda-feira (22) que a hipótese de participação de PMs no assassinato da juíza Patrícia Lourival Acioli ganha certeza se confirmada a informação de que os estojos de munição foram comprados pela corporação e possivelmente desviados, conforme noticiado nesta segunda-feira pelo jornal “O Dia”.
Processo de 2009 revela plano para matar juíza“Se isso for comprovado, reforça a hipótese de participação de PMs, ainda que não necessariamente na execução diretamente, ao menos em alguma fase na preparação do crime. Essa notícia nos dá certeza dessa participação”, disse Mário Sérgio, após a abertura da 11ª Interseg (Feira Internacional de Tecnologia, Serviços, e Produtos para Segurança Pública).
O jornal “O Dia” noticiou na edição desta segunda-feira que as munições usadas para matar Patrícia Acioli são de um lote distribuído para três batalhões da PM do “interior” do Estado do Rio, entre os quais o 7º BPM (São Gonçalo), município onde ela atuava e onde trabalhavam policiais julgados pela juíza.
No local do crime foram encontradas cápsulas de dois calibres: ponto 40 (de uso restrito da polícia) e ponto 45 (uso restrito das Forças Armadas). Mário Sérgio não confirmou o fato, mas afirmou que será apurado.
“Temos de trabalhar com essa informação com a máxima prioridade possível, não vamos descartá-la”, afirmou. Embora grave, a notícia não surpreendeu o comandante-geral da corporação. “Já trabalhávamos desde o início com a hipótese de participação de PMs no crime”, disse.

Mário Sérgio afirmou ter determinado a recontagem geral de armas, munições e equipamentos bélicos de todas as unidades da PM, para aumentar o controle e evitar situações desse gênero. O comandante-geral da PM informou ter recebido do Tribunal de Justiça do Rio uma lista com “dezenas de nomes” de policiais militares do 7º BPM (São Gonçalo) que respondem a processos criminais. A partir do pedido do TJ, ele prometeu transferir os integrantes da corporação de unidade, levando em consideração a gravidade dos atos