Área do associado

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Clipping do dia 20 de setembro

20.10.2011
CLIPPING
20 de outubro 2011
 
MÍDIAS DE SANTA CATARINA
 
Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Visor
Assunto: Repasse federal para os atingidos pelas cheias
 
CONFUSÃO DE REPASSE
A informação é da Secretaria de Defesa Civil: Blumenau e mais quatro municípios não enviaram todos os documentos exigidos a Brasília no prazo de 30 dias depois das chuvas e correm o risco de perder o repasse federal para os atingidos pelas cheias. O prazo para entrega da papelada ao governo federal encerrou-se no último dia 9. Resultado: os cinco podem ficar de fora do repasse de R$ 69 milhões que o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra,irá liberar, hoje, em Florianópolis.
O prefeito de Blumenau, João Paulo Kleinübing, disse que não existe a menor possibilidade de o município ficar de fora dos repasses, porque toda a listagem de obras, estimadas em R$ 56 milhões, foi enviada ao Deinfra, a pedido do próprio governo do Estado. Ele só soube explicar, ou preferiu evitar a polêmica, de por que a Defesa Civil do Estado, que concentrou todas as informações sobre os trâmites burocráticos, não conversou com Blumenau. Só falha de comunicação?
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Gerais
 
Queda de barreira interdita a SC-303
Rodovia, que ficou completamente bloqueada, não tem data para ser liberada
A queda de uma barreira por volta das 18h de terça-feira continua bloqueando a SC-303 entre Joaçaba e Lacerdópolis, no Meio-Oeste catarinense. A pista está interditada nos dois sentidos e não há previsão de liberação.
Conforme o Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), pedras grandes existentes no alto da encosta podem cair a qualquer momento sobre a rodovia. O órgão também solicitou autorizações ambientais para cortar árvores que estão obstruindo a passagem dos veículos.
Pouco depois do deslizamento, uma parte da pista chegou a ser liberada, só que técnicos do Deinfra avaliaram o local e determinaram novamente a interdição, por conta dos riscos de novos desmoronamentos.
 
A orientação para os motoristas que precisam passar pelo local é de que tenham muita atenção e escolham o caminho alternativo pela comunidade de São Roque, interior de Lacerdópolis, retornando à SC-303 em Linha Encruzilhada.
A queda de uma barreira por volta das 18h de terça-feira continua bloqueando a SC-303 entre Joaçaba e Lacerdópolis, no Meio-Oeste catarinense. A pista está interditada nos dois sentidos e não há previsão de liberação.
Conforme o Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), pedras grandes existentes no alto da encosta podem cair a qualquer momento sobre a rodovia. O órgão também solicitou autorizações ambientais para cortar árvores que estão obstruindo a passagem dos veículos.
Pouco depois do deslizamento, uma parte da pista chegou a ser liberada, só que técnicos do Deinfra avaliaram o local e determinaram novamente a interdição, por conta dos riscos de novos desmoronamentos.
A orientação para os motoristas que precisam passar pelo local é de que tenham muita atenção e escolham o caminho alternativo pela comunidade de São Roque, interior de Lacerdópolis, retornando à SC-303 em Linha Encruzilhada.
 
Pista alternativa faz as filas reduzirem
Liberação de via provisória foi antecipada e trânsito ficou menos pior
O trânsito na entrada da Ilha de Santa Catarina foi menos complicado na manhã de ontem, com a abertura da faixa provisória dentro da Rodoviária Rita Maria, a partir das 9h.
A liberação da pista alternativa, devido à redução de uma faixa da Rua Antônio Pereira Oliveira para a construção da cabeceira do elevado – com o mesmo nome do terminal –, estava marcada para as 14h, mas precisou ser antecipada para evitar a ocorrência de mais uma manhã de congestionamento. Na terça-feira, a fila entre a Via Expressa e a BR-101 chegou a 10 quilômetros.
Com a mudança, os motoristas que vêm da Ponte Pedro Ivo Campos têm a opção de entrar em uma faixa que era exclusiva para ônibus e seguir em direção à Rua Padre Roma e ao Centro de Florianópolis. Quem se dirige à Beira-Mar Norte, tem que seguir o caminho tradicional pela Rua Antônio Pereira Oliveira. A Guarda Municipal orientou o fluxo de trânsito e a sinaleira para pedestres foi desligada.
Como choveu na noite de terça-feira, as placas informando o acesso alternativo ao Centro e toda a sinalização vertical só foram colocadas durante o dia de ontem.
Apesar da tranquilidade no Centro da Capital, havia filas de veículos no acesso à Ponte Pedro Ivo Campos e em toda a extensão da Via Expressa na manhã desta quarta-feira. Mas nada comparado com os 10 quilômetros até as 11h de terça-feira, quando a faixa ainda não tinha sido aberta.
Para a PRF, o congestionamento acima do normal foi causado pela obra do elevado. Embora a prefeitura negue a interdição antecipada na terça e tenha divulgado nota oficial informando que a pista toda estava liberada nesse dia, a empreiteira ocupou parte da faixa esquerda, impossibilitando a passagem de três carros lado a lado ao mesmo tempo.
– Para mim, que precisei utilizar a via, não dava para passar três veículos desde segunda-feira. A empreiteira foi colocando aquelas placas para reduzir o tamanho da pista – lembra o professor de trânsito da Univali, José Leles, que recomenda atenção redobrada aos motoristas.
A prefeitura, via nota, atribuiu o congestionamento a outro fatores: “Foram causados por um incidente sobre a Ponte Pedro Ivo Campos e o fim da greve dos bancários, que acabou por provocar uma maior movimentação em direção ao centro da cidade”. Mas nem o Centro de Operações da Polícia Militar nem os agentes que ficam no posto sobre a cabeceira das pontes registraram ocorrências no horário.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: Blumenau fica de fora do pacote do governo federal
 
R$ 69,5 mi para cidades atingidas
Blumenau e outros municípios catarinenses ficaram de fora do pacote do governo federal
O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezzera, vai liberar hoje R$ 69,5 milhões para cidades atingidas pela enchente de setembro deste ano.
O termo de repasse será assinado por Bezerra às 15h30min e pelo governador Raimundo Colombo no auditório da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Epagri), em Florianópolis.
A verba será dividida. O Estado receberá R$ 50 milhões para recuperar a infraestrutura pública afetada e ajudar os municípios que decretaram situação de emergência. Os outros R$ 19,5 milhões serão divididos entre as cidades que decretaram calamidade pública.
Por ter optado por outro caminho para viabilizar as obras de recuperação, Blumenau não receberá os recursos que serão liberados hoje por Bezerra.
O secretário de Obras de Blumenau, Alexandre Brollo, explicou que a decisão foi tomada com base na experiência do pós-tragédia de 2008. Na época, por conta das dificuldades de conseguir verbas, a prefeitura protocolou o mesmo projeto em mais de um ministério, o que causou desconforto entre Blumenau e Brasília.
Por isso, desta vez, foi acordado com o governo do Estado que o município faria um grande pacote de obras de reconstrução e encaminharia ao Departamento de Infraestrutura de SC (Deinfra). A entrega do pacote que totaliza R$ 52,8 milhões foi feita logo após a enchente, ainda na primeira quinzena de setembro. Agora o Estado trabalha para conseguir as verbas junto à União.
– O que aconteceu é que optamos por outro caminho para evitar os problemas de 2008. Agora estamos aguardando o retorno do Deinfra – explica Brollo.
Além de Blumenau, outras cidades atingidas pela cheia não foram contempladas pela verba. Os municípios não foram divulgados.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Geral
Assunto: 13o salário dos servidores
 
13o salário dos servidores
A liberação da segunda parcela do 13º salário para os funcionários públicos das 10 cidades que decretaram calamidade pública após as chuvas de setembro deverá ser de R$ 4.511.870. No total, serão 4.476 trabalhadores contemplados com a medida. Os municípios que concentram as maiores demandas são Brusque, com 1.562 servidores que receberão um total de R$ 1.490.865, e Rio do Sul com 1.352 beneficiados e R$ 1.532.572.
A determinação é do governador Raimundo Colombo, para atender as necessidades dos servidores atingidos diretamente com as fortes chuvas. O secretário de Estado de Administração disse que o montante será disponibilizado na próxima semana, junto à folha de pagamento de outubro, ou no máximo até a primeira semana de novembro. Os 10 municípios são: Agronômica, Aurora, Brusque, Ituporanga, Laurentino, Lontras, Presidente Getúlio, Rio do Oeste, Rio do Sul e Taió.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Diário do Leitor
Assunto: Segurança
 
Cadê a segurança?
Por onde anda a segurança pública de Florianópolis? Minha casa de praia, na Praia da Lagoinha, no Norte da Ilha, em menos de dois meses, foi assaltada, digo arrombada, duas vezes por ladrões. Eu, que pago meus impostos em dia, que não são poucos e nada baratos, fico perguntando: que cidade é esta?
Silvia Maria de Aquino Iwersen
Florianópolis
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Moacir Pereira
Assunto: Municípios atingidos pelas enchentes
 
Elogiável agilidade
O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, dá hoje mais uma demonstração de sensibilidade política e espírito público. Com uma elogiável agilidade, seu ministério está tomando providências para que os municípios atingidos pelas enchentes possam iniciar logo o processo de reconstrução. Ele vem para liberar R$ 69,5 milhões, recursos para a recuperação das cidades mais castigadas. O governo do Estado receberá R$ 50 milhões para uso nas obras de infraestrutura e para os municípios que decretaram situação de emergência. Os outros R$ 19,5 milhões beneficiarão aqueles que decretaram calamidade pública.
Entre aqueles mais necessitados destaca-se Rio do Sul, que teve milhares de casas, empresas, lojas e instituições cobertas pelas águas. Vai receber R$ 4 milhões, ao que se informa. É praticamente nada para as necessidades mínimas de reconstrução.
Para se ter uma ideia, a cidade fica travada todos os dias no fim de tarde. O trânsito está limitado a poucas vias. Oito pontes que facilitavam o fluxo de veículos foram destruídas. Só uma delas exigirá investimentos de mais de R$ 4 milhões.
E sem estas obras a cidade continuará sem mobilidade urbana, garante o prefeito Milton Hobus. O secretário da Defesa Civil, Geraldo Althoff, está defendendo, junto ao governo federal, que a transferência dos recursos para a reconstrução seja feita diretamente aos municípios. Afirma que o governador Raimundo Colombo tem posição idêntica. Mas, admite Althoff, há problemas burocráticos a superar. E ele não tem certeza de que a descentralização sonhada por todos os prefeitos venha a acontecer este ano.
A prefeitura de Blumenau não está contemplada nos recursos desta quinta. Segundo o prefeito Joao Paulo Kleinübing, porque as informações sobre todas as obras de reconstrução foram repassadas ao Deinfra, que terá a responsabilidade pela execução, seguindo a rotina de casos anteriores.
 
 
AVANÇOS
Geraldo Althoff também comemora as ações rápidas do governo federal para liberar as verbas orçamentárias prometidas. O fato está acontecendo 40 dias depois da ocorrência. É recorde absoluto. O prazo normal, em outras enchentes, era de um a dois anos. Na inundação de 2008, Althoff era o coordenador do Grupo Reação. Apesar de todos os esforços realizados, o dinheiro só veio seis meses depois.
Milton Hobus tem registros positivos a fazer também sobre esta velocidade singular. Na próxima sexta-feira, haverá o lançamento do programa de financiamento das empresas atingidas pelas enchentes. Lá estarão superintendentes do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, os presidentes do Badesc e do BRDE, além de Raimundo Colombo. Sairão os primeiros contratos com as empresas que se habilitaram à obtenção de empréstimos subsidiados, com juros menores e carência estimulante. Outro feito positivo dos organismos financeiros estaduais e federais. Igualmente inédito no Estado.
A Caixa Econômica Federal também tem boas notícias. Anuncia para segunda-feira um mutirão na cidade de Rio do Sul para agilizar o processo de liberação integral do FGTS dos trabalhadores. Está deslocando um batalhão com 420 empregados, de vários pontos do Brasil, para antecipar a aprovação dos processos. A previsão do superintendente em Santa Catarina é de começar a creditar os saldos do fundo no dia 1º de novembro. Fato incontestável: estas ações rápidas colocam vitaminas e elevam o astral dos trabalhadores, das famílias e dos empresários de Rio do Sul e de todo o Vale do Itajaí.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Editorial
Assunto: Condicionados pela violência
 
Condicionados pela violência
Cada vez mais habituados à violência no cotidiano, é natural que os brasileiros reprovem majoritariamente as condições de segurança no país. Um aspecto positivo gerado por essa sensação de insegurança é que, diante de um problema percebido como em expansão, a população não se restrinja a fazer o que está ao seu alcance, como alterar gradativamente seus hábitos no esforço de se preservar. A sociedade, majoritariamente, tem clareza sobre o que precisa ser feito pelo poder público no esforço de conter a criminalidade a começar pela redução da impunidade. E, entre as ações passíveis de serem implementadas, tende a optar por algumas incluídas entre as mais sensatas, que deveriam merecer atenção especial do poder público.
O diagnóstico nessa área – que inclui a segurança pública e a questão das drogas entre os três principais problemas do país, depois do drama da saúde – foi possível a partir de pesquisa realizada pelo Ibope para a Confederação Nacional da Indústria (CNI) em 141 municípios. O trabalho, divulgado agora, é importante justamente por demonstrar como a sociedade percebe a insegurança, mas também como gostaria de vê-la combatida. Se a população faz a sua parte no esforço de se preservar, evitando sair à noite e mudando o trajeto entre sua casa e a atividade rotineira, é natural que espere ações concretas também por parte dos governantes. E as providências aguardadas são as óbvias, capazes de serem postas em prática com ações previsíveis, a começar pela valorização sob todos os aspectos dos profissionais ligados à área.
Os brasileiros demonstram realismo em relação à chaga da criminalidade ao atribuírem-na em grande parte à impunidade e ao manifestarem apoio a ações realmente eficazes. É o caso, entre outras, do combate ao tráfico de drogas, de mais políticas sociais, de maior presença do Estado com políticas de educação e saneamento, de punições mais duras para crimes violentos e da adoção de penas alternativas para os de menor gravidade.
E, embora apoiem majoritariamente políticas de tolerância zero, nas quais todo tipo de infração ou ilegalidade é punido, os entrevistados, em sua maioria, defendem a prisão perpétua, mas se dividem em relação a questões mais polêmicas, como a pena de morte, por exemplo.
No momento em que o Brasil está prestes a se transformar em vitrina internacional, em decorrência das competições esportivas que receberá, o estudo constitui-se num referencial de peso para a definição de políticas de segurança. É importante que as providências a serem tomadas agora possam contemplar ao máximo as expectativas da maioria da população. Ao mesmo tempo, é preciso que, ultrapassada esta fase e depois da realização de eventos como a Copa, a preocupação com a redução da criminalidade se mantenha, permitindo melhor qualidade de vida para todos os brasileiros.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Catarinenses mortos nos EUA
 
Corpo de menino é localizado
Buscas por Christopher ocorreram em local indicado por um dos acusados, que também é brasileiro e confessou o crime
Ainda com lençol na cabeça, o corpo de Christopher Szczepanik foi resgatado do fundo do Rio Missouri, na terça-feira. O menino de sete anos, a mãe e o pai, os catarinenses Jaqueline e Vanderlei Szczepanik foram assassinados há 22 meses, em Omaha, nos Estados Unidos.
Nem a Justiça norte-americana esperava encontrar alguma evidência do crime. Mas o caso da família de São José que morou 11 anos nos Estados Unidos já deu várias reviravoltas, como a confissão de um dos acusados.
Há dois meses, a promotoria sofria com a falta de provas em relação aos acusados quando Valdeir Gonçalves dos Santos confessou, em julgamento, o assassinato. Ele confirmou o envolvimento dos colegas José Carlos Coutinho e Elias Lourenço e deu detalhes sobre o crime. Os três brasileiros foram contratados como pedreiros por Vanderlei e não teriam aceitado que o patrão os tivesse demitido, para depois recontratá-los por um preço menor.
Depois das informações de Valdeir, a investigação apontou que Vanderlei morreu com golpes de uma barra de metal. Jaqueline, por enforcamento. Christopher também teria sido enforcado e, segundo as investigações, ele morreu no caminho para o rio.
Ao contrário do que as mulheres dos pedreiros testemunharam, os corpos não foram esquartejados e postos em sacos. Os criminosos fizeram um corte profundo no abdômen para que eles não flutuassem.
Como nenhuma vítima tinha sido encontrada e não havia evidência perto do rio, os advogados de defesa de José Carlos alegavam que não havia prova do assassinato da família. Mas Valdeir indicou onde os corpos teriam sido lançados e, os mergulhadores encontraram o menino, que tinha sete anos quando o assassinato aconteceu.
A filha do primeiro casamento de Jaqueline, Tatiane Costa Klein, está há mais de um ano morando nos Estados Unidos para acompanhar o caso. Segundo ela, os investigadores esperaram o rio baixar para começar as buscas pela família.
– Fiquei um pouco aliviada. Agora temos provas concretas para a Justiça ser feita – afirma Tatiane.
De acordo com ela, a equipe norte-americana está empenhada na procura dos outros dois corpos e pretende pedir ao Brasil a extradição de Elias Lourenço.
Acusados podem pegar a pena de morte
Os pedreiros estavam presos desde o ano passado, pelo uso do cartão de crédito das vítimas. Em abril, Elias foi deportado por não ter sido comprovada a sua ligação com o crime. Elias e João Carlos podem ser condenados à prisão perpétua ou à pena de morte. A pena de Valdeir será menor, por ele ter contribuído com as investigações.
Para Tatiane, fica o desejo de Justiça e a lembrança do irmão.
– Ele queria muito ir para o Brasil para ver papagaio. Ele adorava papagaio – conta ela.
 
 
Cremação é cogitada
Faz quase dois anos que Darcy Klein, morador de Lages, na Serra Catarinense, não tira os olhos dos sites de notícias dos Estados Unidos. Tudo porque a mãe, o irmão mais novo e o padrasto foram para lá ganhar a vida e acabaram sumindo de repente.
Em 2009, logo após o desaparecimento da família, o então soldado do Exército Brasileiro, com 19 anos, ainda tinha esperanças de que os parentes estivessem vivos.
Ontem, Darcy, que trabalha com teleatendimento, soube pela imprensa que o irmão fora encontrado. A intenção, agora, é cremar o corpo de Christopher e trazer as cinzas para o Brasil.
– As autoridades brasileiras parecem estar mais preocupadas em ajudar os assassinos do que as vítimas. Agora só me resta pedir Justiça e desejar que os corpos da minha mãe e do meu padrasto também sejam encontrados.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Índios condenados
 
Os dois lados vão recorrer
Os oito indígenas acusados de matar o agricultor Olices Stefani, no ano de 2004, em Abelardo Luz, no Oeste, foram condenados na madrugada de ontem. Quatro deles também receberam condenações por cárcere privado.
As penas variam seis a nove anos de reclusão. Mas nenhum deles saiu preso do júri popular, que ocorreu em Joaçaba, no Meio-Oeste. A defesa dos acusados deve recorrer à decisão junto ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre.
O Ministério Público Federal (MPF), que fez as acusações, também não ficou contente com a decisão e deve pedir na Justiça o aumento da pena dos indígenas. Conforme o procurador Daniel Ricken, os crimes foram mais graves do que as condenações impostas.
Para a defesa, uma das alegações do recurso será a de que o atirador que matou Stefani não foi identificado durante as investigações. Um novo julgamento não está descartado.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Disque-droga na BR-101
 
 
Dupla detida por tráfico
Dois suspeitos de venda de entorpecente por telefone, um responsável por armazenar e outro por fazer entregas de drogas para caminhoneiros, foram presos em flagrante na BR-101, em Palhoça.
Emerson Mendonça, 23 anos, o Espinha, foi flagrado à 0h20min, enquanto vendia petecas de cocaína às margens da rodovia.
Paulo Henrique Borba, 25 anos, foi preso em casa.Lá, os policiais civis encontraram droga pronta para a venda. Um caderno com nomes, apelidos e quantias que apontam para atividade comercial foi encontrado na casa de Paulo.
Os investigadores da delegacia de polícia de Palhoça acompanhavam as atividades dos suspeitos há um mês. A investigação apurou que Emerson atuava no ponto há seis meses.
Os dois suspeitos já cumpriram pena em SC. Emerson ficou preso por um ano e 10 meses, a partir de 2009, por tráfico de drogas. Paulo cumpriu dois anos por roubo.
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Veículo: Diário Catarinense
Editoria: Polícia
Assunto: Crimes e ocorrências
 
40 PMs fazem cerco, mas dois escapam
Bandidos fugiram a pé depois de perseguição que terminou na SC-401
Um assalto a uma casa noBairro Sambaqui, , resultou em troca de tiros em ruas e avenidas movimentadas de Florianópolis ontem de manhã.
Mais de 40 policiais militares, em viaturas, motos e helicóptero, participaram da perseguição, mas os dois bandidos armados fugiram a pé. O carro da família, usado na fuga, foi abandonado com os objetos.
Eram 7h quando uma médica de 44 anos se preparava para levar a filha de quatro anos para a creche. As duas estavam sozinhas em casa, na Praia do Toló, em Sambaqui. Quando o portão eletrônico foi acionado pela dona da casa, dois homens armados anunciaram o assalto.
Em um cômodo, a dupla trancou a médica, a filha e a empregada (que chegava para trabalhar) e fez a limpa na casa. Eles colocaram duas TVs de plasma, DVD, som, celulares, relógios e câmera digital no Volvo preto da família. Os bandidos ainda pediram para a vítima tirar o carro da garagem e fugiram. A médica chamou a PM, que repassou a placa do carro para todas as unidades.
Por volta das 9h, uma guarnição do Grupo de Resposta Tática (GRT) da PM encontrou os assaltantes dirigindo o carro na Rodovia Admar Gonzaga, no Bairro Itacorubi. Foi então que começou a perseguição e a troca de tiros, com apoio de outras viaturas e o Águia, helicóptero da PM. O pneu dianteiro do Volvo teria sido alvejado durante a perseguição.
Os bandidos entraram na rua do Cemitério São Francisco de Assis, seguiram pela SC-401 em alta velocidade, bateram contra um Palio e continuaram fugindo. Um engarrafamento se formou na rodovia.
Quase ao lado do Floripa Shopping, eles abandonaram o carro com os objetos e fugiram. Ninguém viu para que lado a dupla correu. Os policiais, alguns da elite da PM, fizeram buscas no mangue, em lojas ao lado do shopping e nos morros próximos, como Pedra de Listras e Vila Cachoeira. De acordo com a PM, os criminosos teriam pego um táxi perto do Floripa Shopping.
Por volta das 11h, a vítima foi até a 5ª Delegacia, na Trindade, para registrar a ocorrência e buscar o carro.
 
 
Suspeitos acabam presos
Após ameaçarem policiais civis por terem o ponto de vendas de drogas fechado quatro vezes nos últimos três meses, dois irmãos, Cristiano dos Santos, 18 anos, e Éder dos Santos, 20 anos, foram presos ontem em Florianópolis.
Os policiais sabiam do esconderijo no morro da Nova Descoberta, mas aguardavam emissão do mandado de prisão. Os bandidos foram surpreendidos às 6h30min na casa do pai, que autorizou a entrada dos policiais. Cristiano, conhecido por Zuga dormia. Éder chorou ao perceber que não tinha como fugir.
A ação do grupo que atuava no Norte da Ilha chamou atenção do Delegado Antônio Claúdio de Seixas Joca, pois menores eram aliciados para cuidar do ponto de vendas na Rua Izabel Vieira Pacífico, na região central dos Ingleses.
– Eles sempre usavam adolescentes para cuidar do ponto de drogas para não ficar exposto ao flagrante que terminaria nas prisões – informou o delegado Seixas.
 
 
BLOGS
 
Moacir Pereira
 
Judiciário decide em novembro sobre novo Plano de Cargos
O Pleno do Tribunal de Justiça apreciará em sessão já marcada para o próximo dia 4 de novembro – 2 de novembro é feriado nacional – o projeto do novo Plano de Cargos e Salários do Poder Judiciário de Santa Catarina. O desembargador Jorge Henrique Schaefer Martins, relator da matéria, explicou na sessão de hoje que recebeu o processo com as informações relativas ao seu impacto financeiro somente no final da tarde da última terça-feira (18/10), fato que impossibilitou o estudo aprofundado que a matéria necessita.
 
 
Código Florestal: definida votação
Definida hoje pelas Comissões de Agricultura e Ciência e Tecnologia da Câmara Federal: a votação do relatório do senador Luiz Henrique da Silveira nas dias comissões será no próximo dia 25 de outubro.
O ex-governador está definindo com o petista Jorge Viana as questões mais polemicas para facilitar a tramitação futura na Comissão do Meio Ambiente.
 
Último Segundo
 
Veículo: Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Maioria dos brasileiros está insatisfeita com a segurança
 
 
Maioria dos brasileiros está insatisfeita com a segurança pública do País
Pesquisa CNI-Ibope aponta que 51% da população considera a segurança “ruim” ou “péssima”. Congresso Nacional é visto como a instituição mais ineficiente
Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo CNI-Ibope sobre a segurança pública do Brasil revelou que 51% da população a considera “ruim” ou “péssima”. Além disso, apenas 15% dos entrevistados percebem melhora na segurança no País nos últimos três anos. O estudo foi realizado com 2.002 entrevistados a partir de 16 anos em 141 cidades. A margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Dentre os entrevistados, 36% consideram a segurança pública “regular” e apenas 12% avaliaram como “ótima” ou “boa”. O percentual de entrevistados que avaliaram a situação da segurança pública como “ruim” ou “péssima”, como já citado, chega a 58% entre o Nordeste e 57% entre periferias das capitais brasileiras.
Durante a execução da pesquisa, foi apresentada uma lista de 23 problemas que o País estaria enfrentando. Com os resultados finais, foi montado o ranking problemático e a “saúde” foi apontada por 52% da população como o maior desafio do Brasil. Em segundo lugar, a “segurança pública” seguida pelas “drogas” com, respectivamente, 33% e 29% de escolha.
Sendo o estudo focado na percepção dos brasileiros sobre a segurança pública, nos desdobramentos da pesquisa, pode-se descobrir que as Forças Armadas e a Polícia Federal são reconhecidas pela população como as instituições mais eficientes em assuntos de segurança; o Congresso Nacional e o Poder Judiciário são considerados os mais ineficientes.
 
Violência e a criminalidade
O estudo revelou ainda que 30% dos entrevistados já sofreram diretamente com a violência no último ano. Entre os participantes, 9% foram furtados, assaltados ou agredidos, 19% possuem um parente que sofreu algum desse tipo de violência e em 2% os dois sofreram diretamente com o tema. A causa principal da violência no País é o uso de drogas, segundo os entrevistados. Outro ponto interessante é a afirmação de que 80% dos brasileiros já mudaram seus hábitos devido à violência. A mudança mais frequente relatada pelos entrevistados é o ato de evitar andar com dinheiro nas ruas.
Para mudar a realidade do País, a população acredita que o caminho seria o combate direto ao tráfico de drogas. A sociedade também defende punições mais duras contra o crime, sobretudo mais violentos. Porém, os participantes da pesquisa se mostraram incertos sobre a execução da pena de morte no País. Entre as conclusões do estudo, pode-se dizer que os brasileiros não acreditam que a legalização da maconha não irá reduzir a criminalidade.
 
Penas mais rigorosas
A população brasileira defende penas mais rigorosas para os crimes violentos. Dentre os entrevistados, 79% concordam total ou parcialmente que penas mais rigorosas reduzem a criminalidade. Por maior rigor nas penas, 69% da população é favorável à prisão perpétua. No entanto, 15% são totalmente contra essa medida. No caso de crimes leves, 82% dos entrevistados são a favor total ou parcialmente da aplicação de penas alternativas à prisão como, por exemplo, trabalho comunitário.
De acordo com a pesquisa CNI-Ibope, a população está rigorosamente dividida sobre a aplicação da pena de morte no Brasil: 46% são favoráveis (31% totalmente e 15% parcialmente) e 46% são contrários (34% totalmente e 12% parcialmente). O gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, que divulgou o estudo, enfatizou que tais dados demonstram haver grande vontade da sociedade no combate à violência.
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Veículo: Último Segundo
Editoria: Brasil
Assunto: Desvios no esporte
 
Ao menos 15 estão envolvidos em desvios no Esporte, diz policial
João Dias Ferreira disse ter gravação que será ‘nocaute’ em Orlando Silva.
Após depoimento de mais de 7 horas, PM pediu proteção especial da PF.
O policial militar João Dias Ferreira, que acusa o ministro do Esporte, Orlando Silva, de comandar um esquema de corrupção na pasta, afirmou que “entre 15 e 20 pessoas estão envolvidas” em desvios de recursos públicos da pasta repassados a ONGs.
Ele diz que apresentou os nomes aos delegados da Polícia Federal durante seu depoimento nesta quarta-feira (19), que durou mais de sete horas e meia na Superintendência da corporação no Distrito Federal.
Ao sair, por volta das 22h50 desta noite, ele não apresentou em público as supostas provas. “Eu não posso detalhar o que nós trouxemos de novidade hoje, sob pena da lei. Mas continuo confirmando tudo que eu disse até agora sobre o sistema operacionado [sic] pelo PC do B”.
Em depoimento no Senado nesta quarta, Orlando Silva repetiu que “não houve, não há e nem haverá” provas de seu suposto envolvimento (leia abaixo).
 João Dias diz que os supostos envolvidos são integrantes do primeiro e segundo escalões do Ministério do Esporte, além de membros de ONGs. Todos, segundo ele, deverão ser convidados para prestar esclarecimentos na próxima semana. A PF não se manifestou.
Ainda de acordo com Dias, foram apresentadas à PF trechos de gravações de áudio que mostram a participação de quatro pessoas da alta cúpula, cujos nomes também não revelou. Na próxima segunda-feira (24), João Dias disse que irá apresentar à PF o conteúdo completo da gravação.
O policial disse que a peça será o “nocaute final” no ministro. “Eu afirmo e reafirmo: existe um esquema de corrupção dentro do ministério”, enfatizou.
João Dias disse que pediu proteção especial da Polícia Federal, oferecida na terça (18) pelo Ministério da Justiça a pedido do PSDB.
João Dias Ferreira é o pivô das denúncias contra Orlando Silva, publicadas em reportagem da revista “Veja” do último fim de semana. Em entrevista, ele disse que o ministro teria recebido um pacote com notas de R$ 50 e R$ 100 na garagem do ministério.
O policial foi preso no ano passado na Operação Shaolin, deflagrada pela Polícia Civil do DF para investigar fraudes no programa Segundo Tempo, destinado a promover o esporte em comunidades carentes. As ONGs de João Dias, relacionadas ao kung-fu, são suspeitas de desviar R$ 2 milhões de convênios assinados em 2006 com o Ministério do Esporte.
Defesa
Em audiência no Senado nesta quarta, Orlando Silva reiterou que “não houve, não há e não haverá provas” de seu suposto envolvimento. “Desafio que sejam apresentadas provas”, disse. Afirmou ainda que a denúncias sobre recebimento de propina é uma tentativa de tirá-lo à força do ministério. “O que se pretende é tirar um ministro de Estado, do governo, no grito”, declarou.
Orlando negou a existência do esquema e disse que, nos casos em que foram detectados irregularidades, o ministério solicitou a devolução da verba. Ele afirmou ainda que o programa Segundo Tempo possui regras, critérios técnicos, acompanhamento e fiscalização de contas.
O ministro também falou sobre o processo na Justiça Federal contra João Dias, acusado de desvios de recursos do Ministério do Esporte repassados por meio do programa Segundo Tempo a duas ONGs pelas quais ele é responsável.
“Vamos exigir a devolução de cada centavo que esse delinquente desviou”, disse o ministro ao se referir ao policial. Silva voltou a dizer que se encontrou com João Dias “somente uma vez a pedido de Agnelo Queiroz [governador do Distrito Federal]”. Ele disse considerar o governador “uma pessoa honrada”.